Florianópolis recebe Fórum de Marketing Digital em abril

Marketing de Influência, Growth Hacking e a Era do Mobile First são alguns dos temas abordados por especialistas

No dia 19 de abril, a cidade de Florianópolis recebe o Fórum de Marketing Digital, que é promovido pelo Digitalks. O evento já entrou para a grade oficial do segmento por reunir profissionais de todo o país, que participam de palestras e debates sobre o que há de mais atual no setor, como investimentos da área, tecnologia, tendências, estratégias e outros assuntos que envolvem a realidade do digital.
Durante todo o dia, das 9h às 18h, profissionais com interesse em alavancar negócios, fazer networking e trocar experiências sobre o setor terão contato com um time de especialistas composto por representantes das principais agências e empresas que atuam no segmento em todo o país.Uma das novidades desta edição é a apresentação de uma pesquisa com ‘Dados inéditos do setor e Hacks para tornar o seu E-mail Marketing o Benchmark do mercado’. Este trabalho foi realizado pela Opinion Box, em parceria com o Digitalks.Entre os temas abordados no Fórum estão Marketing de Influência: fazendo mídia na era dos youtubers e influenciadores digitais, Growth Hacking: como o SEO se encaixa nessa história?, além de um Talk Show sobre A Era do Mobile First: apps, chatbots, inteligência artificial e os próximos passos.“Escolhemos Florianópolis para sediar este Fórum na região Sul por ser um dos principais polos de inovação digital do país e atrair tantos profissionais do segmento. Encontros como o Fórum ocupam um espaço de destaque no mercado por unirem a realidade dos principais players do mercado com cases atuais e que servem de inspiração, além da possibilidade de networking e relacionamento, grandes ferramentas do mercado”, declara Flavio Horta, diretor do Digitalks.O Fórum de Marketing Digital acontece no Centro Sul – Centro de Eventos, que fica na Avenida Gustavo Richard, 850, Centro, das 9h às 18h, e tem lotes de desconto para inscrições antecipadas. A inscrição deve ser feita no site da Digitalks, através do link https://digitalks.com.br/eventos/forum-de-marketing-digital-florianopolis-2017/. Informações através do e-mail [email protected] ou do telefone (11) 3159-1458.Fonte: Empreendedor

E-book mostra oportunidades de comercialização de softwares on line

 
Tendência no mundo tecnológico, o modelo Software como Serviço (SaaS, na sigla em inglês) está substituindo a forma tradicional de comercialização e distribuição de softwares. Ele oferece serviços on line na nuvem, ou seja, diversos programas, que antes funcionavam somente quando instalados em um computador, podem agora ser acessados de qualquer lugar.  Para ajudar empreendedores a entender as características e desafios do SaaS, o Sebrae lança nesta terça-feira (4), em parceria com a Endeavor, o ebook Guia Saas: uma nuvem de oportunidades para empreendedores.
O material tratará de temas como as características do modelo Saas, as fases de maturidade das empresas de SaaS (vendas e marketing), precificação e escalabilidade métricas e metas, entre outros. Um exemplo é a agilidade do modelo se comparado com o tradicional: a implementação das soluções é muito mais rápida, já que são realizados testes que permitem às empresas do setor responder a uma demanda imediata dos consumidores.Foram entrevistados diversos especialistas no assunto para a criação do conteúdo, como: Daniel Hoe, Head de Marketing do Salesforce; Edson Rigonatti, sócio da Astella Investimentos; João Zaratine, responsável pela área de Sales and Marketing da ContaAzul. Para trazer os aprendizados de quem viveu esses desafios na prática, também foram entrevistados três empreendedores: Eric Santos, da Resultados Digitais; Fernando  Steler, da Direct One; e Henrique Mengue, CEO da EZCommerce.Fonte: Empreendedor

Grandes vendedores do Mercado Livre e Elo7 contam seus segredos

Veja dicas de quem consegue faturar alto pela internet em grandes marketplaces, acessíveis para pequenos empreendedores

Mais do que um caminho para iniciar um negócio, marketplaces podem ser sinônimo de gordos (e sustentáveis) faturamentos. Para isso, é necessário se diferenciar em um terreno relativamente democrático.Quem tem mais dinheiro para investir geralmente consegue ter mais destaque em buscas nesses sites. Mas, ainda assim, o mais importante é ter avaliações positivas de clientes, que ficam visíveis nos sites para qualquer um que visita a loja virtual. Isso dá segurança para novos compradores. Além disso, bom atendimento antes e depois da venda é fundamental.
Como forma de inspirar quem quer se aventurar no comércio eletrônico sem investir em um site próprio, vendedores contam sua trajetória de sucesso em dois grandes marketplaces. Um deles, o Mercado Livre, é voltado para pequenos e médios empreendedores, enquanto o outro, o Elo7, é indicado para microempresários que vendem produtos artesanais. Fraudes no e-commerce: Veja com a Conciliadora como evitar um dos principais motivos de fechamento de lojas online Patrocinado Confira, a seguir, as dicas de grandes vendedores para faturar alto ao vender pela internet:

QualitySP.com, no Mercado Livre

Ednilson Brandão, dono da loja QualitySP.com no Mercado Livre

Ednilson Brandão, dono da loja QualitySP.com no Mercado Livre (Arquivo pessoal/Divulgação)

Nome: Ednilson BrandãoFaturamento médio mensal: R$ 700 milHá 17 anos, quando o comércio eletrônico ainda dava seus primeiros passos no país, o técnico em marketing Ednilson Brandão, 49 anos, começou a vender produtos em marketplaces. O empreendedor tomou essa decisão pouco depois de fechar uma loja física de acessórios automotivos.Com sua experiência e contatos como representante comercial, Brandão começou vendendo os produtos com os quais já estava acostumado. Sozinho e gerenciando a loja virtual na sala de sua própria casa, ele foi pouco a pouco expandido a linha de produtos comercializados. No ano passado, faturou 12 milhões de reais, do qual 75% foi obtido por vendas em marketplaces.O segredo para ter enfrentado a concorrência que desembarcou nesses sites ao longo do tempo foi priorizar a qualidade de atendimento e pontualidade na entrega de produtos. “Busquei não apenas crescer, mas proporcionar uma boa experiência de compra aos clientes. Vi muitos concorrentes fecharem o negócio porque perderam a mão nesse quesito”, conta o empreendedor.Esse aprendizado foi obtido na prática. Em 2012, Brandão contratou um diretor para auxiliar nas vendas de sua loja virtual. O novo funcionário se empolgou demais com o potencial do negócio. “Quebramos recordes de vendas, mas não conseguimos dar um bom atendimento aos clientes. Como resultado, nosso faturamento caiu 50% no segundo semestre daquele ano por conta de clientes insatisfeitos, que prejudicaram a imagem da empresa”.A operação, conta, foi retomada aos poucos. “Passei a analisar cada avaliação postada no site por um cliente. Quem não ficar atento a isso pode até vender muito, mas não conseguirá manter o negócio por muito tempo”.Outro diferencial do negócio, conta o técnico em marketing, foi sempre selecionar bons produtos para comercializar na loja, com origem comprovada. “O segredo é evitar dor de cabeça. Se um produto começa a gerar reclamações, eu paro de vendê-lo e ainda questiono o fabricante sobre os problemas relatados”.

Voolt, no Mercado Livre

Renan Farias, sócio da Voolt, loja do Mercado Livre

Renan Farias, sócio da Voolt, loja do Mercado Livre (Arquivo pessoal/Divulgação)

Nome: Renan FariasFaturamento médio mensal: R$ 300 milO administrador Renan Farias, 30 anos, vende acessórios automotivos há cinco anos em marketplaces. O canal, que antes representava a totalidade das vendas feitas pelo empreendedor em um pequeno escritório, corresponde hoje a apenas 30% do seu faturamento.Isso porque o resultado do negócio é complementado agora por vendas feitas em uma loja física e também por uma empresa do grupo especializada em vender os produtos em atacados e concessionárias. Farias conta que começou sozinho e hoje divide o negócio com mais três sócios.O segredo para vender bem pelo canal foi criar produtos exclusivos, como centrais multimídias que poderiam ser instaladas em diversos modelos de carros. Para isso, Farias fez viagens à China, onde os produtos passaram a ser fabricados. “Optei por criar uma linha exclusiva de produtos para fugir da guerra de preços”, conta o administrador.Como os produtos eram importados e precisavam ser encomendados em lotes grandes para compensar o custo do frete, exigiram um investimento inicial de 100 mil reais.Outro diferencial para ser bem sucedido em venda por marketplaces, conta o empreendedor, foi sempre ter reinvestido o lucro da empresa na loja virtual, além de buscar oferecer um bom atendimento e ser ágil na entrega.

Divina Caixa, no Elo7

Cintia Pacco D´arienzo com sua mãe e irmã, donas da loja Divina Caixa, no Elo7

Cintia Pacco D´arienzo com sua mãe e irmã, donas da loja Divina Caixa, no Elo7 (Arquivo pessoal/Divulgação)

Nome: Cintia Pacco D´ArienzoFaturamento médio mensal: R$ 25 milO negócio começou quando Fabiana, irmã da bióloga Cintia Pacco D’Arienzo, 41 anos, resolveu casar e pediu para a mãe Edivana produzir caixas para dar de presente aos seus padrinhos na cerimônia. Edivana nunca havia produzido artesanato, mas encarou a tarefa e buscou materiais na tradicional rua do comércio em São Paulo, a 25 de Março.O resultado agradou não apenas sua filha, mas também amigos, que passaram a encomendar os produtos. Foi aí que as três viram uma oportunidade de negócio e resolveram colocar os produtos para venda em marketplaces.O diferencial, conta Cintia, foi divulgar diariamente a loja virtual em redes sociais como Facebook e Instagram. “Enquanto o Facebook fideliza o cliente, que segue a página e continua lá por bastante tempo, anúncios no Instagram conseguem capturar vendas por impulso”.Para criar os anúncios patrocinados nas duas redes, Cintia analisou o perfil das suas clientes. “Optamos por horários nos quais conseguimos historicamente gerar mais comentários”. Inicialmente, os anúncios deram tanto retorno que a empreendedora teve de reduzir a quantidade de publicidade contratada. “Não estávamos dando conta de produzir os produtos a tempo”.Expor variedades de cores de um mesmo produto na loja virtual também fez diferença para o sucesso do negócio, conta. “Nosso público são noivas que gostam de visualizar as encomendas. Então caprichamos nas fotos e buscamos mandar imagens do item com diversos tipos de fitas e outros acessórios”.

Design feito à mão, no Elo7

Durva Simão, dono da loja Design feito a mão no Elo7 (Arquivo pessoal/Divulgação)

Nome: Durva SimãoFaturamento médio mensal: R$ 10 milO publicitário Durva Simão, 45 anos, fazia freelancers em agências de comunicação até que começou a produzir cadernos como hobby. “Os amigos começaram a se interessar e eu dava de presente”. Durva começou então a vislumbrar uma oportunidade de negócio e passou a vender cadernos em marketplaces, apesar de continuar a trabalhar como freelancer. Quatro anos depois, ao romper um contrato com um grande cliente, resolveu entrar de vez na venda pela internet.Após criar uma estratégia de marketing e novos produtos, conseguiu triplicar as vendas que vinha obtendo pelo canal. O segredo foi ter ousadia. “Comecei fazendo cadernos semelhantes aos que via nos cursos de encadernação artística. Mas fiz buscas pela internet e todo mundo fazia a mesma coisa. Resolvi então criar um design diferente, mais moderno. Deu certo”.Ter produtos exclusivos permitiu a Simão cobrar um valor maior pelos itens. “Além de ter um design próprio, meus cadernos são personalizados. Coloco número de páginas e faço as modificações que o cliente quiser. Isso também é um diferencial”.Outra estratégia de negócio do empreendedor sempre foi embalar cuidadosamente os cadernos e incluir pequenos brindes nas encomendas. “A avaliação dos clientes não é obrigatória no site. Então, busco incentivá-lo impressionando. Ter avaliações positivas faz diferença no site”.Simão continua tocando o negócio sozinho, mas terceiriza a produção de pedidos maiores. “Meu foco agora é buscar diminuir o tempo de produção sem perder o caráter artesanal dos produtos”.O empreendedor também busca responder perguntas enviadas por clientes rapidamente. “Fico sempre de olho no aplicativo do site, mesmo durante os finais de semana e à noite”.

Lívia Fantasias, no Mercado Livre 

Livia Melo, dona de uma loja de fantasias no Mercado Livre

Livia Melo, dona de uma loja de fantasias no Mercado Livre (Arquivo pessoal/Divulgação)

Nome: Lívia MeloFaturamento médio mensal: R$ 8 milLívia Melo, 58 anos, tinha uma loja física de confecção de uniformes escolares e fantasias e costumava ficar com um estoque de produtos. A solução era doar as peças para a sua neta, até que sua filha sugeriu que vendesse os produtos encalhados em marketplaces. “Consegui vender todos pelo canal. Não esperava tanto retorno”, conta a empreendedora.Lívia começou a investir na sua loja online e colocou à venda no canal, no ano passado, uma fantasia da novela “Cúmplices de um resgate”, transmitida pelo SBT. As vendas explodiram. “Busquei fazer o produto com qualidade de uniforme. Gasto mais com mão de obra, mas prefiro ter uma margem maior na venda do produto do que escala”.Para atender a alta demanda do canal virtual, Lívia contratou uma pessoa para responder a perguntas de potenciais clientes, empacotar e enviar os produtos pelo correio. “Quando o cliente erra o tamanho, busco fazer a troca na hora”.A empreendedora também renova a linha de produtos vendidos quando verifica que as perguntas sobre determinado item vão diminuindo. “É um bom termômetro de que é hora de apostar em novos itens”.Fonte: Exame

EMPRESA MOVIMENTA R$ 700 MILHÕES COM LEILÕES ONLINE DE TODO TIPO DE PRODUTO

A Sold nasceu em 2008 e intermedia a transação de imóveis, equipamentos industriais, celulares e relógios, entre outros itens

Henri Zylberstajn, da Sold (Foto: Divulgação)
A internet mudou o setor de leilões. Os homens empunhando martelos e falando “dou-lhe uma, dou-lhe duas, dou-lhe três” vêm sendo substituídos por plataformas de vendas online. É o caso da Sold, que intermedia a compra e a venda de produtos na internet.
A empresa existe desde 2008. Foi criada por duas duplas de irmãos: Henri e Alexandre Zylberstajn e André e Fabio Zukerman. Os primeiros não tinham experiência no mercado de leilões – Henri trabalhava na área de recrutamento e Alexandre trabalhava em um banco. Já os Zukerman são uma família tradicional no setor leiloeiro.
Segundo Henri, o objetivo dos quatro era quebrar alguns paradigmas. “O mercado leiloeiro é normalmente composto de negócios familiares, não era profissionalizado e não vendia muitos produtos. Encaramos o desafio de criar uma empresa baseada na meritocracia, organizada e que tivesse um portfólio maior, além de transferir os leilões para o mundo online”, diz ele.
De acordo com Zylberstajn, a empresa surgiu em uma época em que o mercado da construção civil estava em ebulição. Por isso, decidiram aproveitar esse momento. “Passamos três anos leiloando itens que eram usados em apartamentos decorados e repassados após o lançamento dos imóveis”, afirma.Posteriormente, a Sold ampliou o número de produtos oferecidos: leiloa majoritariamente imóveis, máquinas agrícolas e equipamentos industriais, mas também oferece eletroeletrônicos, móveis de escritório, itens de telefonia e informática e até carros.Os leilões ocorrem ao vivo, mas não em uma transmissão de vídeo – isso até já foi feito, mas os interessados nos produtos reclamavam de problemas na conexão. A Sold tem um “auditório virtual”, tela em que os leilões são atualizados conforme os lances.A Sold recebe um porcentual sobre o valor de cada venda. A porcentagem varia de acordo com o produto e com algum serviço adicional requerido. “Quanto maior o valor do bem, menor o porcentual da comissão. Caso o vendedor solicite que nós façamos o armazenamento do produto, por exemplo, cobramos um pouco mais”, diz Zylberstajn.Vantagens De acordo com Zylberstajn, os leilões virtuais têm duas grandes vantagens. “A primeira é a comodidade. Os interessados nos produtos podem disputá-los de casa. E a segunda é o maior alcance do leilão, já que mais gente poderá participar”, diz.Quando perguntado sobre uma eventual resistência dos donos dos produtos a fazer leilões pela internet, Zylberstajn diz que isso não existe mais. “No começo enfrentávamos mais resistência. Hoje a aceitação é muito maior”, afirma o cofundador da empresa.Mudança Desde o ano passado, Zylberstajn não é mais sócio da Sold, por mais que continue ligado à empresa. Isso acontece porque o coordenador dos leilões, o profissional efetivamente responsável pelo pregão, não pode ser dono de um negócio.Isto aconteceu por um problema. Em 2016,  o leiloeiro contratado pela Sold deixou de prestar o serviço. A decisão da empresa foi de colocar Zylberstajn nessa função. Consequentemente, ele teve que deixar a sociedade.Em contrapartida à sua saída, Zylberstajn ganha comissões por coordenar o leilão: ele recebe 5% do valor do item de quem compra o bem e também recebe uma comissão de quem está vendendo – valor este não informado pela Sold.Presente e futuro Em 2016, a Sold leilou R$ 700 milhões em produtos. A empresa, no entanto, não revela o seu faturamento por questões estratégicas. Para 2017, a meta é movimentar R$ 1 bilhão em itens nos seus leilões.De acordo com Zylberstajn, a eventual retomada da economia brasileira trará benefícios para a empresa. “Na crise mais gente tenta vender produtos, mas ninguém compra. Em momentos melhores, a oferta é menor, mas é mais fácil vender. Sem crise é sempre melhor.”Fonte: PEGN

6 INSTITUIÇÕES COM CURSOS GRATUITOS PARA EMPREENDEDORES

USP, Sebrae e outras instituições oferecem capacitação de graça para quem quer empreender

home office; freelancer; computador; notebook; startups; trabalho; sucesso (Foto: ThinkStock)
Falta de gestão é um dos motivos que mais atrapalham as pequenas empresas. Em partes, os problemas costumam ser causados porque os empreendedores não buscam capacitação específica para lidar com finanças, estoque, equipe e vendas.A boa notícia é que hoje é possível encontrar material de graça online para melhorar a gestão da sua empresa. No Sebrae, por exemplo, o empreendedor encontra mais de 150 tipos de cursos e aulas para o negócio.
Confira abaixo essa e outras instituições com cursos gratuitos sobre empreendedorismo e gestão:1. Sebrae O Portal de Educação a Distância Sebrae recebeu 45 novas capacitações e oferece agora 150 soluções educacionais entre cursos, oficinas, minicursos, jogos, dicas empresariais e vídeos. Para os interessados em começar um negócio, estão disponíveis 64 opções de cursos. Outras 86 opções são exclusivas para quem já possui Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ).2. Fundação Getulio Vargas (FGV) A Fundação Getulio Vargas (FGV) oferece diversos cursos gratuitos por meio de sua plataforma online. As aulas digitais têm temas como Recursos Humanos, Investimentos, Direitos Autorais e Finanças Pessoais. Para se inscrever nos cursos, é preciso apenas fazer um cadastro no site da FGV Online.3. Universidade de São Paulo (USP) A Universidade de São Paulo (USP), por meio da plataforma de ensino Veduca, oferece cursos a distância com assuntos relacionados ao empreendedorismo. Todos eles são gratuitos. Entre os temas das aulas estão Gestão de projetos, Fundamentos de Administração e Liderança, Gestão de Pessoas e do Conhecimento para Inovação, entre outros.4. Endeavor A Endeavor, organização de fomento ao empreendedorismo, oferece 18 cursos gratuitos e online para quem quer abrir um negócio. As aulas são de especialistas em várias áreas como vendas, inovação, gestão de pessoas, estratégia e marketing.5. Senai O Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) oferece cursos gratuitos a distância sobre vários temas que ajudam tanto a capacitar a equipe quanto o empreendedor. As aulas estão disponíveis online ou como material impresso. Os cursos abordam temas como empreendedorismo, legislação trabalhista, segurança no trabalho e propriedade intelectual.6. Unicamp A Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) criou uma série de cursos online com a plataforma Coursera. Um deles é sobre empreendedorismo. As aulas são dadas por Paulo Lemos, professor do Curso "O Empreendedorismo e as Competências do Empreendedor". É destinado a empreendedores que já identificaram uma oportunidade de negócio ou para quem quer ter uma visão ampla das competências que o empreendedorismo exige.Fonte: PEGN

A invasão da era digital no mercado de hospedagens customizadas

Veja como funciona a economia compartilhada e colaborativa https://youtu.be/qPGTI8xCXQMFonte: Mundo SA

Energia fotovoltaica deve movimentar R$ 100 bilhões até 2030

Empresa Fronius, que importa 90% da sua produção anual e está entre os top 10 fabricantes do mundo no segmento, fala sobre este mercado em ascensão

Segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) até 2024 cerca de 1,2 milhões de geradores de energia solar ou mais deverão ser instalados em casas e empresas em todo o Brasil, representando 15% da matriz energética brasileira e até o 2030 o mercado de energia fotovoltaica deverá movimentar cerca de R$ 100 bilhões.O país possui um grande potencial para movimentar este segmento. A radiação solar na região menos ensolarada é 40% maior do que na região mais ensolarada da Alemanha, por exemplo, que é um dos líderes no uso de energia fotovoltaica. Para aproveitar este potencial o preço do kWp – medida de potência energética associada com células fotovoltaicas – está reduzindo e nos próximos anos o desafio será abrir novas linhas de crédito e financiamento. A tendência é de que surjam mais programas do governo e modelos de negócios, tornando o processo mais acessível.A população brasileira tem pago altas taxas de energia elétrica e sempre está na “berlinda” quando o assunto é água. Estes fatores têm impulsionado o número de instalações do sistema fotovoltaico. Os estados que mais instalam energia solar são Minas Gerais, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e São Paulo, sendo MG um dos pioneiros e com mais instalações e o RJ com melhor potencial e mais instalações por m². Na área empresarial, os estados que mais tem adotado e instalado sistema fotovoltaico são: São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Santa Catarina.Com quase quatro anos de atuação no Brasil – a partir da resolução 482/2012 – o sistema garante a todos – públicos residencial, comercial ou industrial – que optarem pela energia solar, descontos na conta de luz. “Ou seja, se o sistema gerar mais energia do que o consumido, a energia excedente será injetada na rede pública. Esta medição é realizada através de um medidor de energia bidirecional – fornecido pela concessionária local – que quantificará os quilowatts-horas injetados de energia solar. Este excedente será analisado e calculado, para que o consumidor receba um desconto em sua conta de luz”, explica Roman Huemer, diretor geral da Fronius, empresa com 25 anos de experiência na produção de inversores solares.A energia solar fotovoltaica é agora, depois de hidráulica e eólica, a terceira mais importante fonte de energia renovável em termos de capacidade instalada no mundo. Mais de 100 países utilizam energia solar fotovoltaica. A China, Japão e Estados Unidos, atualmente, são os mercados de energia fotovoltaica, contribuindo com quase 6% de sua demanda de eletricidade. A Alemanha é o maior produtor, mas estima-se que em breve será superado pela China.“O Brasil dispõe de um potencial gigantesco. A Europa possui 88GW de energia fotovoltaica enquanto o Brasil está com menos de 1GW instalado, ou seja, representa apenas 0,02% do potencial da matriz energética brasileira. Mas este sistema está cada vez mais acessível no Brasil. De acordo com a ANEEL até 2024 cerca 1,2 milhões de geradores de energia solar devem ser instalados em casas e empresas em todo o Brasil”, alerta Roman.É importante que o consumidor fique atento ao escolher os produtos para fazer a instalação, pois é um sistema com duração de pelo menos 20 anos. “A energia fotovoltaica é uma tecnologia extremamente nova no território brasileiro, porém sua instalação é fácil e rápida. O sistema pode ser instalado em telhados residenciais ou comerciais, próximos ou diretamente no local onde é necessária a energia. Ou seja, este sistema independe daquela energia gerada em grandes instalações centrais – hidrelétrica – ou em grandes parques eólicos. Para instalar um sistema fotovoltaico em uma residência, o valor de investimento está em torno de R$ 18 a 22 mil. Com retorno previsto em sete ou oito anos”, afirma Roman.É um mercado em ascensão que tem dado oportunidades para empreendedores investirem num negócio rentável. Diante deste cenário, a Fronius já vendeu mais de 3000 inversores no Brasil e espera que este número duplique nos próximos anos.Fonte: Empreendedor

Ele criou sua empresa aos 16 anos – e já fatura milhões com ela

Alex Pinhol começou a empreender desde cedo, em casa. Uma ideia transformou o bico em um negócio que faturou R$ 3 milhões em 2016

Alex Pinhol não esperou acumular anos de experiência para abrir sua própria empresa. Ainda adolescente, o futuro empreendedor percebeu uma oportunidade de negócio e, então, fez o que muitos não fariam: resolveu largar a estabilidade de um emprego para investir na sua ideia de levar o marketing digital para empresas que nem site tinham.O risco valeu a pena: o empreendimento criado em 2009, chamado Webfoco, conseguiu centenas de clientes e se tornou um distribuidor oficial dos produtos publicitários da gigante de tecnologia Google. Em 2016, faturou três milhões de reais – e quer ganhar ainda mais este ano.

História de negócio

Pinhol começou a trabalhar cedo, aos 13 anos de idade: ele perdeu o pai e era o mais de velho de quatro filhos. “Morávamos em uma casa que tinha apenas um cômodo. Eu trabalhei em vários lugares para ajudar a minha mãe”, conta.Um desses empregos, em uma agência de publicidade, abriu seus olhos para uma nova carreira: o empreendedorismo. “Quando eu trabalhava nessa empresa, comecei a perceber que havia muitas falhas ao atender o cliente, vender os projetos publicitários e fazer a entrega deles. Por exemplo, a agência e os funcionários não se atualizavam e usavam tecnologias obsoletas.”Então, menos de um ano depois, Pinhol teve a ideia de abrir seu próprio negócio. ”É claro que toda empresa tem problemas, mas eu vi que havia muitos clientes que foram perdidos por conta dessas falhas. Pensei que poderia adotar um processo diferente e trazer mais qualidade.”Porém, aos dezesseis anos de idade, o futuro empreendedor não poderia se formalizar como MEI: é preciso ter 18 anos ou, então, ser emancipado pelos pais. Então, Pinhol passou um tempo trabalhando de casa, fazendo sites para alguns clientes.Esse foi o começo da Webfoco, em 2008. “O negócio começou com zero investimento: eu mesmo atendia, vendia e produzia. Com o passar do tempo, mesmo sem CNPJ, consegui reinvestir o que havia ganhado e aluguei um escritório. Comecei a crescer mais, e pude contratar um funcionário para a produção, enquanto eu só ficava nas vendas.”

Crescimento e metas

Para Pinhol, a Webfoco cresceu porque aproveitou uma época diferente de hoje, na qual muitas empresas não tinham nem um site, e assumiu a dianteira ao pivotar do desenvolvimento para a publicidade digital.“Tínhamos de convencê-lo de que o site era o futuro e de que, ao investir para atrair os clientes a esse site, ele teria mais vendas. Ou seja, mostrar a importância do marketing digital”, diz Pinhol. “Há clientes que estão comigo desde o início da empresa.”A empresa conseguiu convencer seus clientes não só a entrar na internet, mas passar a investir em um tipo de publicidade que se tornaria comum no futuro: anúncios no Google.Em 2010, a Webfoco se tornou uma “Google Partner” e recebe até hoje treinamentos sobre as ferramentas de anúncio da plataforma, como AdWords.Cinco anos depois, a empresa virou uma distribuidora oficial do Google. “É um grupo de apenas 18 negócios brasileiros, e isso dá direito a um atendimento diferenciado pelo time deles. A principal exigência é trabalhar suas contas com qualidade, além de um certo investimento em mídia do Google”, afirma. Segundo Pinhol, a Webfoco administra hoje cerca de 10 milhões de reais de seus clientes apenas em mídia do Google.Com o tempo, porém, mais negócios focados em marketing digital surgiram – e a Webfoco teve de investir mais para atrair e manter clientes. Por isso, em 2012, criou uma plataforma própria, que mostra aos clientes os resultados em tempo real de suas campanhas de marketing digital.“Ela mostra online quantas pessoas procuraram o produto vendido pelo cliente, viram o anúncio e clicaram, ligaram ou mandaram e-mail para a empresa. Consigo também saber palavras-chave, dia, horário e região de pesquisa. Um relatório muitas vezes é complexo, então fizemos um site fácil de acessar e de entender para nosso cliente”, explica o empreendedor.A plataforma gera indicadores de como é o comportamento do público-alvo de cada negócio atendido. Assim, a Webfoco investe o dinheiro do consumidor apenas no formato que dará mais resultado.

Escritório da Webfoco (Webfoco/Divulgação)

“Era algo novo no Brasil, mas que já existia nos EUA. Tínhamos feito três viagens ao país e trouxemos muitas ideias de fora para nossa plataforma. Quando lançamos, o sucesso foi gigantesco.”Nove anos depois de sua fundação, a Webfoco possui mais de 30 funcionários e atende mais de 800 clientes – como, por exemplo, a Faber Castell. Em 2016, o negócio faturou três milhões de reais.“Como meta para 2017, queremos crescer em 40% nosso número de clientes. A ideia é faturar cinco milhões de reais no ano”, resume Pinhol.Fonte: Exame

Este site quer que você conheça de verdade quem produz sua comida

A Raízs é um marketplace de agricultores familiares com uma grande missão: retomar o relacionamento dos consumidores com os produtores

Os micro e pequenos negócios respondem por boa parte da produção nacional: eles são os responsáveis por mais de um quarto do Produto Interno Bruto do Brasil, segundo o último estudo do Sebrae sobre o tema. E, quando se fala no setor de agricultura e pecuária, a situação não é diferente.Enquanto muitas grandes empresas estão mais focadas na exportação, a agricultura familiar produz 70% dos alimentos que os brasileiros comem, de acordo com os últimos dados do Ministério do Desenvolvimento Agrário.Em uma época de várias polêmicas envolvendo a fabricação de alimentos, conhecer de verdade quem produz sua comida pode dar mais segurança ao consumidor, fomentar o empreendedorismo e resgatar a antiga relação de proximidade com quem vende o que comemos.É o que defendem os empreendedores Bruno Rebouças e Tomás Abrahão. Por isso, lançaram no ano passado a plataforma Raízs: um marketplace que agrega os produtos de diversos agricultores familiares.O negócio social já vende três toneladas de produtos por mês, para 400 usuários, e participa da plataforma de inovação Red Bull Amaphiko.“As pessoas que produzem o que você come, querendo ou não, estão na sua vida. A gente se propõe, acima de tudo, a criar laços cada vez mais afetivos”, diz Abrahão.

Viagem de negócios (sociais)

Abrahão enfrentava um dilema comum a muitos empreendedores: não conseguia achar aquilo que o faria feliz. O então consultor de sustentabilidade pediu demissão e fez uma viagem para Bangladesh, em busca de novas ideias.Lá, foi trabalhar no Grameen Bank, fundado pelo Nobel da Paz e “banqueiro dos pobres” Muhammad Yunus. E conheceu o conceito de “negócio social”: empreendimentos que também possuem um compromisso com a sociedade e seu desenvolvimento.Após essa experiência, o futuro empreendedor viajou pela Ásia e pela América Latina por quase um ano, observando a maneira como as pessoas se relacionavam e se alimentavam. Também pensou em como, na própria infância, sua mãe já estimulava a consciência de saber mais sobre o que se come.Ao voltar para o Brasil, em 2014, Tomás já tinha em mente o seu propósito. “Juntei a questão de valorizar o outro, de ter esse desejo de empatia e de caminhar junto, com a consciência alimentar. Então, pensei: por que não valorizar o pequeno produtor?”, conta.Abrahão idealizou o que viria a ser a Raízs em 2014 e 2015: visitou pessoalmente pequenos produtores no interior do estado de São Paulo, mapeou as histórias das famílias produtoras de alimentos orgânicos e fez um mínimo produto viável (MVP).
Tomás Abrahão, da Raízs

Tomás Abrahão, da Raízs (Fabio Piva/Red Bull Content Pool/Divulgação)

Um crowdfunding, feito no final de 2015, gerou uma doação de 25 mil reais por 204 doadores; um investidor-anjo aportou outros 25 mil reais e os 50 mil reais totais foram usados para as primeiras despesas de estoque da plataforma.A plataforma só foi aberta ao público em maio de 2016, já com a união do sócio Bruno Rebouças, mais focado em marketing e vendas.

Como funciona?

A Raízs é uma plataforma de produtos orgânicos e agroecológicos, com foco em valorizar o pequeno produtor.O usuário pode entrar, olhar os produtos disponíveis de 39 agricultores familiares e fazer sua própria cesta; ou, então, assinar um dos três planos disponíveis de entrega semanal (com preços que variam de 60 a 100 reais por cesta).O estoque disponível é atualizado todo dia, e a colheita só é feita depois da confirmação de compra. As entregas são feitas pela plataforma de terça a sábado e, para compras feitas até 11h, a entrega já é feita no dia seguinte. Por enquanto, a Raízs só entrega no estado de São Paulo (mas pretende ir ao Paraná e ao Rio de Janeiro ainda este ano).“É um modelo que beira a zero desperdício, além de gerar muito mais frescor e qualidade ao alimento”, diz o empreendedor.Mas o grande diferencial da Raízs não está apenas em colocar os agricultores familiares na internet: os consumidores também podem ver suas fotos e ler suas histórias. Abrahão também diz organizar visitas para que alguns usuários colham, cozinhem e conversem com esses produtores.Cerca de 10% do resultado da Raízs vai para um fundo voltado ao pequeno produtor. “É uma reserva que criamos, e os produtos mesmo decidem o que será feito com o valor. É um espaço colaborativo, nesse sentido”, explica.
Alguns dos produtores que estão na plataforma da Raízs

Alguns dos produtores que estão na plataforma da Raízs (Raízs/Divulgação)

Ao todo, o marketplace concentra mais de 500 produtos: de frutas, legumes e verduras de pequenos produtores rurais até geleias e granola de pequenos produtores urbanos.Abrahão afirma que o custo para o consumidor é menor do que o de produtos similares em supermercados tradicionais. Ao mesmo tempo, o repasse para os produtores é maior e há o custo de logística envolvido. Portanto, a Raízs opera com pouca margem de lucro. “Nosso foco está mais em promover equidade na cadeia, valorizando o agricultor e dando mais acesso ao consumidor.”São vendidas em média três toneladas de produtos por mês, para 400 pessoas, que costumam comprar de três a quatro vezes por mês. O ticket médio é de 140 reais.

Fomento à inovação

Antes mesmo de a Raízs ser lançada, o negócio foi selecionado para participar da plataforma Red Bull Amaphiko, que impulsiona projetos sociais e jovens empreendedores.“Ter a Amaphiko como parceira foi fundamental para a gente se construir como negócio social. Eles olharam além dos números e nos ajudaram a olhar os problemas. Fizemos a construção de marca, a formatação de processos e, principalmente, o autoconhecimento da própria empresa”, conta Abrahão.O programa da Red Bull Amaphiko do qual a Raízs participou começou em janeiro de 2016 e irá terminar em junho de 2017. As inscrições para a próxima seleção vão até 31 de março, pelo site da plataforma (amaphiko.redbull.com).Fonte: Exame

APÓS ASSÉDIO DE TAXISTA, EMPREENDEDORA CRIA “UBER” PARA MULHERES

Gabriela Correa lançou o aplicativo Lady Driver que já conta com 2 mil motoristas cadastradas

Lady Driver, Gabriela Correa, Bianca Saad, Raquel Correa, aplicativo, mulheres (Foto: Divulgação)
Muitas mulheres não se sentem seguras utilizando alguns tipos de serviços. Em março de 2016, Gabriela Correa sentiu isso na pele. Ao chamar um táxi por um aplicativo, o taxista a assediou. Ao sair do carro, Gabriela decidiu que não queria que outras mulheres se sentissem daquela maneira. Foi assim que surgiu a ideia do aplicativo Lady Driver.Basicamente, o Lady Driver é um app de mobilidade urbana destinado somente para passageiras mulheres e com motoristas mulheres. “Além das passageiras, descobri que as motoristas também se sentiam muito carentes por esse serviço. Elas não se sentiam acolhidas nos aplicativos comuns”, diz. O aplicativo, lançado neste mês, demorou um ano para ficar pronto.Gabriela tem um histórico empreendedor. Já teve uma oficina mecânica com seu pai, depois abriu sua própria empreiteira, mas nos últimos anos trabalhava na Odebrecht. “Com a crise na área de construção civil, fiquei desempregada. Tive a ideia logo em seguida e foi ótimo porque montar uma empresa enquanto empregada é muito difícil”, conta a empreendedora.Gabriela conta com duas sócias na empresa, sua irmã Raquel e sua cunhada Bianca Saab. Atualmente, a Lady Driiver conta com 15 funcionários e mais de 2 mil motoristas cadastradas. Para chegar nesse número, foram atrás de mulheres que buscavam mais segurança em suas corridas. “Estamos nas redes sociais desde maio de 2016 procurando as clientes e motoristas. Hoje, com a empresa consolidada, elas mesmas nos procuram”, diz.O Lady Driver é o 5º aplicativo a ser permitido na cidade de São Paulo ao lado de Uber, Cabify, 99 Taxi e Easy Taxi. “Recebemos a autorização no dia 8 de março, Dia Internacional da Mulher”, afirma Gabriela.O Lady Driver exige alguns pré-requisitos para a aprovação da motorista. Todas as profissionais cadastradas devem ter carteira de motorista com a declaração EAR (exerce atividade remunerada), o veículo deve possuir ar condicionado, ter quatro portas e com ano de fabricação acima de 2008. Além disso, a empresa também pesquisa os antecedentes criminais da mulher.A empresa fica com 19,5% do valor pago pela corrida e o resto é para a motorista. Assim como o Uber, a profissional pode escolher o seu horário de trabalho e não há contrato de exclusividade, podendo trabalhar, ao mesmo tempo, para outras empresas do segmento.Até o final do ano, as sócias querem chegar a mais de 10 mil motoristas no sistema. Além disso, pretendem expandir o serviço para outras cidades do país, já que hoje só atuam em São Paulo (SP).Fonte: PEGN

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