Amazon quer se tornar independente de transportadoras

Com o novo projeto, empresa de e-commerce mundial tem interesse em aumentar seu controle logístico, diminuir gastos e encurtar prazos em suas operações.

A Amazon deu início a construção de seu primeiro hub aéreo, localizado nos Estados Unidos. Segundo Jeff Bezos, um dos fundadores e CEO da empresa, o grupo busca depender menos de companhias aéreas, obter um controle maior de sua logística e entregar também seus pedidos de maneira cada vez mais rápida à seus clientes prime; a chamada “entrega em um dia” anunciada em Abril com investimento de 800 milhões de dólares. É um novo padrão que a empresa pretende adotar qualificando ainda mais a logística da Amazon.

Localizado em Cincinnati, Ohio, o espaço conta com 3,6 km quadrados de instalações e projeto deve custar para a empresa US$ 1,5 bilhão com previsão de ser finalizado em 2021. A instalação poderá operar até 200 voos diários após conclusão, com 100 aeronaves, em sua primeira fase estão previstas 50 unidades.

https://youtu.be/6DkitCY-BYs

Entrega em um dia.

Recentemente a gigante do e-commerce mundial anunciou que quer chegar em seu objetivo da entrega em um dia, promessa essa que exige uma mudança na logística da Amazon em seu programa de entregas, notícia que foi parcialmente criticada por alguns especialistas.  O analista Bryan Nowak, do Morgan Stanley por exemplo, disse em relatório que a própria empresa pode se prejudicar com o anúncio, caso não consiga cumprir com o prometido e financeiramente.

Com uma logística própria  e maior controle de operações, fica mais acessível para a Amazon realizar seu projeto, colocando o grupo muito a frente das demais concorrentes.

Após cerimônia que marcou o começo das obras, Jeff Bezos em sua conta no twitter publicou que serão 278 mil m², que vão gerar 2 mil novos empregos e entregas mais rápidas à seus clientes, um passo muito importante para o grupo.

Não é a primeira vez que a Amazon é notícia por interesse em mudar as características de seus serviços atrás de melhorias, e somente assim uma empresa consegue se manter forte no meio ampliando seu sucesso.


Walmart encerra vendas online no Brasil

Rede disse que vai manter foco em atacado, clube de compras e varejo físico.


O Walmart Brasil informou nesta sexta-feira (10) que decidiu encerrar as vendas pela internet. Segundo a companhia, o comércio online representa uma "parcela mínima das vendas totais da companhia".

A rede disse que trabalha em uma nova estratégia de negócio, que deve ser anunciada ao mercado - a companhia não precisou uma data.

"O Walmart Brasil anuncia hoje os primeiros passos na reformulação na sua estratégia digital. Inicialmente, será descontinuada a operação de marketplace, que hoje representa uma parcela mínima das vendas totais da companhia", informou a empresa por meio de nota.

Walmart suspende vendas online no Brasil — Foto: Reprodução/Walmart

Walmart suspende vendas online no Brasil — Foto: Reprodução/Walmart

O Walmart também informou que mantém seu foco em atacado, clube de compras e varejo físico, "segmentos em que (...) enxerga enorme potencial de crescimento."

Em junho do ano passado, o fundo de private equity Advent Internacional adquiriu 80% nas operações do Walmart no Brasil.

3º maior varejista no Brasil

Segundo a Euromonitor International, provedora global de inteligência estratégica de mercado, o Walmart era o maior varejista do mundo em 2017, com 3,3% de participação no mercado global, na frente da Amazon (2,4%) e Alibaba (1,3%).

No Brasil, o Walmart era o 3º maior varejista, com 2,6% de participação de mercado em 2017, atrás do Grupo Pão de Açúcar (6,4%) e Carrefour (3,1%).

O Brasil é o 7º maior mercado do Walmart, correspondendo a cerca de 2% das vendas globais da empresa em 2017, ficando atrás dos EUA, Reino Unido, México, Canadá, China e Japão.


COMÉRCIO ELETRÔNICO DEVE CRESCER 16% NO PAÍS EM 2019, PREVÊ ABCOMM

Segundo estimativa da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico, setor deve registrar faturamento R$ 79,9 bilhões neste ano

O comércio eletrônico deve atingir um volume de vendas de R$ 79,9 bilhões em 2019. A estimativa é da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm). De acordo com a entidade, caso essa projeção se cumpra, o montante representaria um crescimento de 16% quando comparado com o resultado atingido em 2018 pelas lojas virtuais do País, sendo o maior avanço anual verificado desde 2015.

Segundo a ABComm, o comércio eletrônico deve registar um tíquete médio de R$ 301, com um total de 265 milhões de pedidos efetuados pelos consumidores até o fim deste ano. O número de lojas virtuais deve totalizar 87 mil. As micro e pequenas empresas devem aumentar sua participação no faturamento, atingindo 29%. A participação dos marketplaces no faturamento do setor também deve registrar crescimento em 2019. Segundo a entidade, a fatia deve passar dos atuais 31% verificados em 2018 para 35% ao fim deste ano.

A experiência do consumidor nos dispositivos móveis deve continuar sendo alvo de atenção das lojas virtuais neste ano. Segundo a associação, é esperado que 33% das vendas efetuadas pelos consumidores venham a partir de smartphones e tablets. A participação móvel nas compras online, porém, permanecerá no mesmo patamar observado em 2018, segundo dados da entidade.

De acordo com Mauricio Salvador, presidente da ABComm, uma série de fatores contribuem para a projeção de crescimento expressivo para o ano. Segundo ele, o otimismo observado pelos empresários do setor com os rumos da economia, somado à elevação da confiança do consumidor, são algumas das razões. “Percebemos uma retomada expressiva das vendas online já no último trimestre do ano passado, especialmente durante a Black Friday e nas vendas de Natal”, afirma Salvador. “Livre dos eventos observados em 2018, vemos com bons olhos o desempenho para este ano”, complementa.

Sobre a ABComm:
A Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm) surgiu para fomentar o setor de e-commerce com informações relevantes, além de contribuir com seu crescimento no país. A Associação reúne representantes de lojas virtuais e prestadores de serviços nas áreas de tecnologia da informação, mídia e meios de pagamento, atuando frente às instituições governamentais, em prol da evolução do setor. A entidade sem fins lucrativos é presidida por Mauricio Salvador e conta com diretorias específicas criadas para fomentar todo o setor, entre elas: Novos Negócios; Relações Governamentais; Mídias Digitais; Relações Internacionais; Meios de Pagamento; Capacitação; Desenvolvimento Tecnológico; Empreendedorismo e Startups; Jurídica; Métricas e Inteligência de Mercado; Crimes Eletrônicos; e Marketing.

Para mais informações, acesse: www.abcomm.org


MULTISOM - Rede gaúcha de eletroeletrônicos está encolhendo

Efeitos do e-commerce no segmento provocou deslocamento do consumo e levou a fechamento de lojas no Rio Grande do Sul, em Santa Catarina e no Paraná

Roni Rigon / Agencia RBS
Celulares estavam entre os produtos mais comprados online pelos brasileiros no primeiro semestre de 2018

A Multisom, que já teve 130 lojas espalhadas por Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, está atualmente com apenas 89 e reavaliando o desempenho de todas de forma constante. Além de simplesmente fechar 30 unidades que funcionavam em shopping centers, onde os custos costumam ser mais elevados do que os do comércio de rua.

A empresa vendeu outras 11 lojas para a rede de franquias de pontos de venda da marca sul-coreana Samsung.

O presidente da rede, Francisco Noveletto, argumenta que o e-commerce é o principal responsável pelo desaparecimento das lojas especializadas em eletrônicos.

Conforme dados do  Webshoppers, apurados em parceria por Ebit e Nielsen, em volume financeiro, a categoria telefonia e celulares responde por 18,9% do faturamento do comércio online no Brasil, seguida de eletrodomésticos, com 17,9% e eletrônicos, com 11,2%.

Fenômeno semelhante ocorre com os livros, cujo negócio escancarou a crise no ano passado. Quando a coluna quis saber se o tamanho já é o ideal, Noveletto respondeu assim:

–  O ideal depende do comportamento do mercado.

Além da concorrência do comércio eletrônico, avalia que mesmo o consumidor que quer comprar em lojas físicas muitas vezes acaba optando por lojas de departamento ou até hipermercados, que costumam ter áreas especializadas em eletrônicos.


Post indica chegada do Alibaba ao Brasil

CEO da agência de Promoção de Internet China Brasil afirma, no Facebook, dá indício da chegada da gigante chinesa ao país

As plataformas de e-commerce que operam no Brasil podem ganhar uma concorrência de peso. Isso porque a gigante chinesa Alibaba pode estar a caminho do país.

Conforme um post do CEO da Agência de Promoção de Internet China Brasil (CBIPA/Chinnovation), In Hsieh, em sua página no Facebook, essa possível chegada aconteceria “em breve”.

O executivo, que já passou pela também chinesa Xiaomi, fez uma publicação breve sobre o assunto em seu perfil na rede social, apenas com os seguintes dizeres: “Alibaba@Brasil, em breve” - no entanto, o post foi apagado algumas horas depois.

alibabafacebook.jpg

Recentemente, o fundador e ex-CEO do Alibaba, Jack Ma, anunciou que irá deixar o cargo de presidente do conselho da empresa em setembro de 2019, quando a companhia completará 20 anos de história.


Alice Matos - Da paixão pelo mundo fitness ao negócio milionário

Saiba como a catarinense Alice Matos transformou a paixão pelo mundo fitness num negócio milionário

Influenciadora digital e dona de uma marca mundialmente conhecida, a catarinense é hoje uma das personalidades mais badaladas do meio fitness

Alice Matos
 Quando Alice Matos decidiu investir na malhação para chegar “sarada” no verão de 2010 nem de longe imaginava o quanto isso mudaria a sua vida. Uma das personalidades mais conhecidas no mundo fitness, com quase dois milhões de seguidores nas redes sociais, ela comanda ao lado da família uma marca que se tornou referência para quem gosta de malhar com estilo. A Labellamafia é vendida hoje em mais de mil lojas no Brasil e 350 mundo afora, além de ter lojas próprias na Finlândia, em Barcelona, Colômbia, Venezuela, Bolívia e México.Com uma mega fábrica em Palhoça, de onde sai praticamente tudo que é produzido, Alice prefere não falar sobre faturamento, mas tem orgulho de contar como o destino se encarregou de sua história. Ao lado do então namorado e hoje marido Giulliano Puga, que é o diretor criativo da empresa, ela chegou a vender biquíni como ambulante na areia da praia. Uma espécie de laboratório para a empresária e garota-propaganda que viria a se tornar anos depois.Com um corpo onde cada músculo parece ter sido esculpido, Alice hoje rentabiliza em praticamente tudo o que faz. Possui contratos com marcas internacionais para divulgar produtos como suplementos, comida saudável e artigos de beleza, participa de eventos e se desdobra para manter a forma mesmo com a rotina corrida. Foi numa dessas vindas a Floripa, sua terra natal, que ela bateu um papo comigo e eu conheci melhor essa “gigante” de apenas 1,61m de altura.Você foi uma precursora entre as influenciadoras fitness. Como percebeu esse nicho? Quando eu comecei a postar meus treinos e alimentação, em 2010, não imaginava que ia se transformar no que é hoje. Meu marido me filmava e as pessoas foram se interessando. Tem gente que me segue desde essa época, foi um crescimento muito orgânico e é bacana ver como fui acompanhando esse boom da rede social.Como começou o interesse pela vida saudável? Minha mãe sempre fez questão de ter alimentos naturais em casa, tinha muitos legumes, frutos do mar, pouca comida enlatada e fui criando essa consciência desde pequena, me alimentando com pouca gordura, alimentos mais frescos, é o que tento fazer até hoje.Em que momento o hobby se transformou em trabalho? Eu sempre gostei de praticar esportes, em 2010 comecei a praticar musculação mais a sério e em menos de um ano já estava com shape de competição de fisiculturismo. Quando meu treinador perguntou se eu queria participar fiquei surpresa, na época era um tabu mulher com músculos, mas arrisquei e fui vice-campeão brasileira. Adorei aquela atmosfera e fui competir fora do Brasil também, consegui alguns destaques e sempre trabalhei muito as minhas redes sociais mostrando que eu não estava preocupada com o primeiro lugar, mas em me divertir.Que história é essa que você chegou a vender biquíni na praia? Foi o primórdio da parceria com meu marido, em 2008. Os pais do Giulliano no início da vida juntos venderam roupas na praia como ambulante, no Guarujá, e ele cresceu nesse universo. Um dia ele me fez essa proposta. Era verão, férias da faculdade, ele ia com a mochilinha e algumas peças no braço e eu na frente chamando atenção, já era garota propaganda. (risos)A Alice garota-propaganda também impulsionou a Labellamafia… A empresa já existia desde 2007, no início era mais focada em streetstyle, começou com a família do meu marido. Meu sogro sempre teve muito tino para o comércio e na época ele teve a ideia de lançar uma linha mais fitness. Quem fazia academia só encontrava peças mais básicas, florais, e resolvemos fazer algo diferente. Daí meu esposo me filmava usando as peças nos treinos, valorizava o melhor ângulo e as pessoas foram se interessando. Mais do que conhecer meu público eu fazia parte dele, testava as peças e dava sugestões para valorizar as partes do corpo, deixar mais confortável. Tinha essa pegada do streetstyle no fitness e a galera começou a pedir cada vez mais. Eu ia para os campeonatos fora do Brasil e dava de presente para as meninas, elas amavam as roupas e nós vimos que existia esse nicho internacional que posteriormente acabou virando o nosso office de Miami.O visual esportivo acabou invadindo o guarda-roupa feminino de uma maneira geral. Sim, é a chamada moda athleisure, mistura das palavras athletic + leisure, que são essas roupas casuais feitas para serem usadas para a prática de exercícios mas não só isso, e que acompanham um desejo das consumidoras por peças mais práticas, confortáveis e estilosas.As vendas pela internet ajudaram nesse crescimento? A gente começou no e-commerce muito antes de outras empresas, mas por necessidade. Quando fizemos a mudança em 2010 do streetstyle para o fitness não foi uma mudança muito planejada, foi algo necessário porque a gente tinha um grupo de representantes que nos deixou na mão e precisávamos dar vazão ao estoque. A alternativa foi a venda online. Hoje a gente ainda vende bastante pela internet.Como é trabalhar com a família? Pode rolar um stress de vez em quando, é normal, mas a gente tenta dividir. Como a fábrica é bem grande, cada um cuida de uma parte e a gente tenta não levar muita coisa de trabalho pra casa.Seu marido também é fitness? Zero, inclusive ele gosta de ficar comendo de propósito na minha frente!Como é a sua rotina de treino? Eu treino cinco vezes na semana, musculação e aeróbico, e quando tenho um evento minha dieta fica mais restrita, pra poder ficar com o corpo mais sequinho. No restante do tempo tento equilibrar dieta e exercício. Se não consigo me exercitar como gostaria, dou uma controlada maior na alimentação.Tinha noção de que a empresa atingiria esse patamar? Eu confesso que não tinha, mas a comunicação da marca sempre foi voltada para o público de fora, sempre em inglês, uma linguagem diferenciada, o Giulliano sempre conseguiu enxergar isso muito bem. Hoje você posta na internet e pessoas do mundo inteiro buscam, até dos Emirados Árabes. Tem uma história engraçada, uma vez eu cheguei lá para treinar e uma das nossas revendedoras era personal trainer da família real dos Emirados Árabes e eu perguntei para quem ela vendia as roupas , que tinham decotes e eram coloridas já que na rua elas só andam de preto, mas ela me disse que nas academias em casa e só para mulheres quanto mais colorida e decotada for a roupa melhor. Fiquei surpresa.Além das roupas para mulheres, vocês estão investindo no público masculino também… Sim, a Lamafia a cada coleção duplica a quantidade de vendas. A marca masculina tem uma pegada mais street, não é tão fitness, e esse estilo faz muito sucesso lá fora, onde os homens se permitem usar umas coisas diferentes.Inclusive alguns famosos já usaram? Sim, os jogadores Neymar, Daniel Alves, os cantores Lucas Lucco e Ludmilla, entre outros famosos, como Marcos Mion, Felipe Titto e Martha Graeff.Quais os planos para o futuro? Nós queremos consolidar cada vez mais a marca nos Estados Unidos, e depois Barcelona, já temos um centro de distribuição nos dois lugares.Raio x Alice Matos Idade: 33 anos Natural de: Florianópolis Altura: 1,61m Peso: 58 Kg Percentual de gordura: 14%Agora, assista ao vídeo com a entrevista completa

E-commerce: Benefícios com a melhora dos processos logísticos

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 O e-commerce cresce a passos largos no Brasil. Prova disso é o resultado da pesquisa realizada pela Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), que identificou que esse modelo de negócio saiu de um faturamento de R$ 11,5 bilhões em 2011 para R$ 60 bilhões em 2017, o que representa 12% de crescimento. A expectativa é um aumento de 15% no e-commerce nacional com mais de 220 milhões de pedidos.Com o crescente uso dos smartphones, ficou cada vez mais fácil para o consumidor fazer suas compras online, principalmente quando se trata de adultos jovens. A pesquisa TIC Domicílios 2015 identificou que 43% dos homens entrevistados fizeram uma aquisição online, contra 34% das mulheres e registrou que a faixa etária que mais adquire produtos na web é a das pessoas entre 25 e 59 anos.Mas, é claro, o sucesso de um e-commerce depende da logística. Tanto que entre os argumentos dos consumidores que não realizam compras online com frequência estão o longo prazo de entrega dos produtos e a dificuldade de fazer reclamações ou devoluções. Por isso, é cada vez mais importante que as empresas estejam preparadas para atender as exigências do consumidor multicanal e entenda a real importância da melhora desses processos.A logística é a peça-chave em um e-commerce, permitindo que as organizações consigam atender pedidos, fazer a correta distribuição das mercadorias e a entrega dentro do prazo. O resultado de um e-commerce com logística eficiente é a satisfação dos clientes e o aumento das vendas. Afinal, a divulgação “boca a boca” ainda é muito importante para os negócios e cliente feliz comenta com seus amigos e parentes sobre as empresas que mais confia para adquirir produtos.Antes da implementação dos processos, é importante considerar algumas particularidades referentes à logística dessa atividade: A loja virtual funciona 24 horas por dia, sete dias por semana; o ambiente precisa oferecer informações completas sobre os produtos, comentários de consumidores, valores da mercadoria, do frete e tempo de entrega; para a compra ser interessante para o consumidor o produto precisa apresentar um valor atrativo e com entrega em curto prazo; é necessário investir em estratégias de marketing e ferramentas tecnológicas que permitam o acompanhamento da logística do início ao fim.O e-commerce e a logística dependem um do outro e sem um fluxo positivo no estoque, fica impossível realizar uma venda de sucesso em uma loja online. É preciso identificar a saída de mercadorias e o número de itens que precisam ser repostos para continuar a produção. Sem um controle total sobre o fluxo de caixa, a armazenagem de produtos e o abastecimento da cadeia fica impossível ser eficiente no e-commerce e a logística.Para conseguir monitorar todas as etapas da cadeia produtiva e os indicadores do comércio eletrônico, será preciso utilizar uma ferramenta para gestão de estoque e supply chain. Com ela, é possível evitar prejuízos para a empresa vindos de grandes estoques (que poderiam ficar encalhados), erros em entregas e falhas nos processos como um todo.

AGORA APRENDA COMO REDUZIR IMPOSTOS COM O ENDEREÇO FISCAL PARA E-COMMERCE EM JONVILLE

Diante das vantagens tributárias oferecidas pelo governo catarinense, o investimento em um Endereço Fiscal para e-commerce na cidade de Joinville, é uma forma de reduzir o impacto dos impostos no custo das empresas, tornando-as mais competitivas.

Endereço Fiscal é o endereço que consta no Cartão CNPJ, nos documentos sociais, nos registros em órgãos públicos e SEFAZ.

A grande vantagem é que o Endereço Fiscal para e-commerce pode ser terceirizado por uma empresa especializada, como a ANCORA OFFICES ESCRITORIOS VIRTUAIS®.

Para atuar legalmente, junto aos órgãos públicos como Secretaria da Fazenda, Junta Comercial e Receita Federal, estrategicamente, sua empresa pode sim, utilizar o  Endereço Fiscal, em Santa Catarina, através da ANCORA OFFICES ESCRITORIOS VIRTUAIS®,

Grandes empresas do varejo nacional, como a Peixe Urbano, Imaginarium, Magazine Luiza, Ponto Frio, Casas Bahia e Colombo, por exemplo, mantém suas atividades de e-commerce no estado de Santa Catarina.

Aumente a competitividade de sua empresa através do Endereço Fiscal da ANCORA OFFICES ESCRITORIOS VIRTUAIS®

Saiba como, através do telefone 47 3028-8808 ou whatsapp 47 3030-2060.

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E-commerce Garante Benefícios Fiscais em Santa Catarina

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Santa Catarina oferece benefícios fiscais para empresas de e-commerce

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O tema vem sendo amplamente debatido pelos escritórios de contabilidade e pelos advogados especializados em direito tributário. A alternativa de investir em um Endereço Fiscal para e-commerce se justifica também pelo fato dos números do segmento chamarem a atenção de estados e municípios de olho na geração de novas receitas.

No Brasil, as projeções de faturamento do e-commerce para 2018, são de R$77,5 bi, segundo a E-Consulting. Já os resultados de 2017, mostraram que os pequenos e-commerces aumentaram suas vendas em 182%, enquanto as grandes marcas cresceram 151%.

Para abocanhar parte dessa fatia em impostos, os governos vêm criando políticas de atração de empresas do setor e Santa Catarina, um dos estados mais competitivos do Brasil, com um ecossistema consolidado no setor de tecnologia, armazenagem de cargas, portos e logística integrada, oferece os maiores benefícios para quem se instala em seu território.

Um dos principais benefícios que Santa Catarina oferece às empresas de e-commerce é a redução do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS).

De acordo com Kelvin Bernz, Supervisor Tributário da Komcorp Assessoria Empresarial e Contábil, o ICMS padrão costuma fechar em 18% para empresas que não possuem o regime especial, ou o benefício fiscal. As que conseguem o benefício, podem chegar até o valor de 7,2% de ICMS, ou seja, reduz bastante a porcentagem paga em até 10% do valor normal.

Não é obrigatório que a empresa possua uma única atividade empresarial, mas é necessário que esteja sediada em território catarinense e que pratique esse tipo de comércio, mesmo tendo consumidores finais, em qualquer parte Brasil.

COMO REDUZIR IMPOSTOS COM O ENDEREÇO FISCAL EM JOINVILLE

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