Este negócio quer que você ganhe dinheiro dando jantares em casa

O Dinneer é uma startup criada por brasileiros e inspirada no modelo do Airbnb. Hoje, o negócio já está presente em mais de 40 países

Que tal, ao viajar para Portugal, comer um bacalhau na casa de um português? Ou, então, receber um turista na sua residência e ganhar uma renda extra preparando uma feijoada para vocês dois?
Essa é a proposta da plataforma Dinneer: criada pelo brasileiro Flavio Estevam, a startup se inspirou na tendência da economia compartilhada – que tem exemplos de sucesso, como Airbnb e Uber – para desenvolver um site no qual as pessoas dão e recebem suas melhores refeições.O negócio nasceu no segundo semestre de 2015 e já realizou quatro mil jantares, feitos por mais de três mil anfitriões. Após uma aceleração e dois aportes de investimento, a startup pretende multiplicar (e muit0) tais números em 2017.

Ideia de negócio

Estevam empreende há nove anos no mundo da internet. A ideia de negócio da Dinneer surgiu ao observar duas tendências paralelas.Primeiro, a ascensão do Airbnb e, consequentemente, da abertura em receber pessoas até então desconhecidas em casa. “Ele é até hoje uma inspiração para a gente, por ser uma grande plataforma e gerar uma experiência, e não apenas oferecer um serviço”, explica o empreendedor.A segunda tendência observada foi o fato de várias pessoas gostarem de postar seus hábitos culinários no Instagram e, com isso, receberem diversos comentários positivos. “Vi que havia um produto sendo postado e desejado por muitos, mas que mesmo assim não era vendido. Vi que também poderia fazer uma plataforma quer conectasse as pessoas e suas residências, mas especificamente para refeições.”Internacionalmente, o Dineer tem uma proposta similar a plataformas como EatWith e MealSharing, por exemplo.Estevam se juntou ao também empreendedor Raphael Jara e eles colocaram a mão na massa na própria mesa de jantar de Estevam. Em dois dias, fizeram o produto mínimo viável (MVP) do negócio: investiram 30 reais para comprar um domínio, e nele programaram cinco anúncios de jantares feitos em casa.“Logo vimos nossa primeira reserva, em São Paulo. A partir daí, fomos crescendo”, conta Estevam.

Mesa de jantar com empreendedores da Dinneer: negócio nasceu com 30 reais (Dinneer/Divulgação)

Como funciona?

A Dinneer é, basicamente, uma plataforma para conectar e intermediar o pagamento entre quem paga por um jantar e quem o oferece.O visitante entra no site e escolhe uma das refeições oferecidas, após olhar dados como preço cobrado, menu, número de visitantes que o jantar atende e local.Todo anfitrião deve seguir um padrão de atendimento e qualidade – por exemplo, é obrigatório oferecer entrada, prato principal, sobremesa e bebidas para todos os visitantes. Alguns pratos oferecidos são Coxinha de Jaca Vegana, Lasgana al Ragù e Moqueca Capixaba, por exemplo. O ticket médio é de 127 reais.Para financiar toda a operação do negócio, incluindo o processamento de pagamentos e o acompanhamento do processo de visita, a Dinneer cobra uma taxa de 10% tanto sobre o anunciante da refeição quanto sobre o comprador.Ou seja: supondo um jantar anunciado por 100 reais, o visitante irá pagar 110 reais para a Dinneer (10% de taxa de serviço, evidenciada ao confirmar o pagamento), enquanto o anfitrião irá receber 90 reais um dia após a realizar do encontro (10% do valor do jantar vai para a startup). Esse é o mesmo modelo de cobrança visto em startups como o Airbnb, diz Estevam.

Mudança de planos e expansão

Uma estratégia tomada há apenas seis meses foi fundamental para que a startup desse o salto de crescimento: focar em brasileiros que vivem no exterior como anfitriões. Segundo Estevam, essa é uma fatia populacional que compreende cerca de quatro milhões de pessoas.Antes desse foco, havia usuários de sete países diferentes participando da Dinneer. Hoje, a plataforma reúne 42 países, com mais de três mil anfitriões – 90% deles são brasileiros. Até o fim de 2017, a Dinneer pretende chegar a 10 mil anfitriões.Da mesma forma, o negócio também pretende crescer o número de jantares: em 2016, quatro mil refeições foram realizadas por meio da plataforma. A meta é chegar a 20 mil refeições no acumulado de 2017.“O plano agora é aplicar essa mesma estratégia com outros países, expandindo por nacionalidades de nichos. Focaremos em argentinos, espanhóis e japoneses que saíram dos seus respectivos países”, diz Estevam.  “Nosso objetivo final é claro: queremos criar o maior restaurante do mundo, sem ter um restaurante sequer.”

Reconhecimentos

Em setembro de 2016, a Dinneer foi selecionada para um programa de aceleração em Vancouver, no Canadá. No programa Leap International, da aceleradora Launch Academy, os empreendedores passaram três meses pensando em como lançar a Dinneer de forma global.“Vancouver é um centro de empreendedores de vários países, e isso abriu nossos olhos para o mundo. Conseguimos entender o mercado de expatriados de forma mais rápida com a aceleração”, conta Estevam.No final desse mesmo ano, a Dinneer recebeu um investimento do fundo Bossa Nova Investimentos, de valor não divulgado. O Bossa Nova investiu ao todo 10 milhões de reais em 2016, e já aportou em startups como 33e34 e HotelQuando.Por fim, a startup anunciou recentemente seu segundo investimento: um aporte feito pelo fundo americano Eldar Investments e pelo português ECS Capital Partners, também com valor não divulgado.Fonte: Exame

Fundador do Orkut quer que rede social una as pessoas novamente

Orkut Büyükkökten acredita que usar o Facebook e outras redes se tornou uma experiência solitária

As redes sociais se tornaram ambientes só de aparências e o propósito primário, conectar pessoas, se perdeu. Essa é a visão de Orkut Büyükkökten, o criador do site de relacionamentos Orkut.com, encerrado em 2014 – mesmo aclamado pelos brasileiros até seu último dia de existência.Em entrevista a EXAME.com, Orkut conta que fundou o Hello com esse propósito. Sua nova rede social funciona somente em aplicativos para smartphone Android e iPhone. Ela é como um Orkut para a era dos smartphones. As comunidades estão lá e o objetivo é discutir tópicos de interesse comum e conhecer pessoas novas.
“Parou de ser divertido e é cada vez mais solitário estar nas redes sociais. Nós escondemos atrás do celular o tempo todo”, declarou Orkut. “As pessoas pararam de se conectar para fazer amigos online, as redes sociais são sobre broadcast. Se você pensar sobre o Facebook, amigos e seguidores, tem apps de comunicação, mas ele não ajuda a encontrar pessoas novas.”Atualmente, cerca de 20 pessoas trabalham com Orkut no Hello, sendo que metade são engenheiros. O foco é tornar o conceito de rede social algo feliz novamente.“Em comunidades, as pessoas se ajudam e se comunicam e viram amigas. Acredito que encontrar gente que nos entenda é mais importante do que resolver os problemas mais avançados da astrofísica”, disse o fundador do site do Hello.O Hello tem 270 mil downloads e, segundo Orkut, o grupo de usuários brasileiros é um dos mais engajados e costuma enviar sugestões para melhorar o app.Agora, esse Orkut 2.0 se prepara para chegar à Índia neste mês.

Êxodo para o Facebook

A migração dos usuários do Orkut para o Facebook foi em massa entre 2011 e 2014. Enquanto o Orkut caía, o Facebook se fortalecia em países como Brasil e Índia, os mais populares para o site de relacionamentos.“Com as redes, precisamos ficar atualizados com a tecnologia, acompanhar gerações, tendências e comunidades. O Orkut era do tempo em que todos estavam nos PCs”, declarou Orkut.“O Hello é a nova geração do Orkut”.Fonte: Exame

Eles já deram cupons de desconto grátis para 2 milhões de pessoas

Acelerada pelo Google, a Cuponeria distribui cupons de desconto até do McDonald´s e do Espaço Itaú de Cinema

A carioca Nara Iachan era daquelas que nunca perdia a chance de ir atrás de um  descontinho. Quando morou em Buenos Aires, usava cupons de desconto até para pagar os produtos da farmácia e a conta de luz.De volta ao Rio de Janeiro, durante a faculdade de Economia, ela e o namorado, Thiago Brandão, testaram bater na porta de bares e lojinhas de Copacabana para vender uma ideia: os estabelecimentos pagariam 200 reais por mês para anunciar promoções, em um site gratuito para usuários.“Era tudo no chute. Pesquisamos no Google como parecer mais velhos na hora de vender e sorteamos uma pipoqueira para ganhar relevância no Facebook”, conta Nara. Deu certo se comportar como uma empresa grande.Hoje, o casal de economistas e o programador Lionardo Nogueira são sócios da Cuponeria, startup acelerada pelo Google que distribui cupons de desconto até do McDonald´s e do Espaço Itaú de Cinema. Em 2016, a Cuponeria alcançou mais de 2 milhões de usuários e seu aplicativo foi eleito um dos cinco melhores do Brasil pela Google Play Store.Uma das promoções que mais faz sucesso é oferecer, por exemplo, duas pizzas ou dois ingressos de cinema pelo preço de um. Outra que também costuma agradar é oferecer descontos de até 30% em, por exemplo, casquinhas de sorvete ou produtos do supermercado.

Experiência do usuário

Como uma ideia simples deu tão certo? Desde o início, em 2011, a Cuponeria foca na experiência do usuário. “Queremos que as pessoas morram de amor pela Cuponeria e recebam o cupom como um presente”, conta Nara.Para isso, o dinheiro do consumidor não passa pela Cuponeria. A empresa apenas anuncia o cupom de desconto, que o usuário usa de graça, mostrando no celular no momento da compra, quando quiser.A startup também focou em desenvolver um aplicativo intuitivo para os usuários. “Queríamos um app incrível, mas entendemos que era mais importante um app simples”, conta Nara.Para as empresas anunciantes, a Cuponeria promete aumentar as vendas para o público jovem. Também oferece o sistema para registrar as vendas com cupons e medir seus resultados.A startup ganha dinheiro cobrando menos de um real por cupom, mas vende, em média, um milhão de cupons por mês. A empresa pretende faturar 6 milhões de reais este ano.

Aceleração

A Cuponeria só deixou de ser um negócio apenas de Copacabana porque, em 2015, foi selecionada por um programa de aceleração de startups do governo federal, chamado Start-Up Brasil, em parceria com a aceleradora Ace.“Conseguimos porque tínhamos poder para convencer e uma ideia clara de onde queríamos chegar”, diz Nara. Lá, aprenderam sobre tudo: estratégia do negócio, usabilidade do app, contabilidade e marketing.Depois, a Cuponeria também foi selecionada para participar do Launchpad Accelerator, um programa de aceleração de startups do Google com duração de seis meses, que conta até com um intensivo de duas semanas no Vale do Silício. Hoje, a startup é residente do Campus, espaço do Google em São Paulo para empreendedores.“Até então, achávamos que aceleração era blá blá blá, mas foi muito importante ter alguém que acreditasse na empresa”, conta Nara.Fonte: Exame

STARTUP FACILITA CONTRATAÇÃO DE PESSOAS EM PEQUENAS EMPRESAS

Proposta da Recruta Simples é diminuir o tempo perdido com a busca por novos funcionários

Vinicius Poit, fundador da Recruta Simples (Foto: Divulgação)
No início do negócio, é muito comum que os empreendedores assumam diversas tarefas ao mesmo tempo. Do administrativo ao comercial, chegando até a entrega de produtos, dificilmente algum processo fica sem a mão do dono. Essa situação é ainda mais rotineira dentro das micro e pequenas empresas, em que o número de funcionários costuma ser reduzido. Em alguns casos, esse acúmulo de funções pode ter como resultado procedimentos mal realizados e ineficientes.Uma das áreas mais afetadas é a de recursos humanos. Sobrecarregado, o empreendedor chega a levar um mês para finalizar uma contratação, o que pode afetar diretamente a produtividade do negócio. Foi para tentar resolver esse problema que Vinícius Poit - filho de Wilson Poit, fundador da Poit Energia e secretário de Desestatização e Parcerias da prefeitura de São Paulo - decidiu criar a Recruta Simples. A startup desenvolveu uma ferramenta que concentra o anúncio de empresas que procuram funcionários e cadastros de profissionais em busca de recolocação no mercado de trabalho.
A ideia surgiu em 2013, quando Poit estava trabalhando com reestruturação de pequenas e médias empresas para um projeto da Endeavor, maior organização de apoio ao empreendedorismo do mundo. Foi durante esse projeto que percebeu um problema comum a muitos empreendedores. “Eu vi como é difícil compor o quadro de funcionários de uma empresa. A missão já é difícil em grandes companhias, imagine em negócios que mal têm uma área de RH”, afirma.Vinicius trabalhou o conceito por três anos até achar o modelo ideal. No início de 2016, lançou a plataforma. “A primeira providência foi procurar possíveis clientes, conversar com os funcionários de Recursos Humanos e tentar encontrar um produto viável”, diz. Para isso, contou com a ajuda do CUBO, coworking do Itaú Unibanco, e da Redpoint eVentures, que deu algumas dicas para o empreendedor. “Aprendemos que o negócio poderia evoluir com o tempo. O importante era testar o modelo”, afirma. A partir dessa constatação, colocaram a plataforma no ar.A startup possibilita que empresas – micro e pequenas, principalmente – disponibilizem suas vagas na plataforma. Segundo Vinicius, o algoritmo desenvolvido por sua equipe cruza as informações das empresas e dos profissionais cadastrados, tornando o processo de contratação de um funcionário mais rápido e eficiente, se comparado aos tradicionais meios de divulgação da vaga. “Se mal feito, esse processo pode ser longo e trabalhoso para o RH”, diz Vinicius.EvoluçãoNo início, as vagas eram divulgadas manualmente pela equipe. “A gente pegava a vaga na mão e mandava para os sites. Foi uma loucura”, afirma Humberto Barros, sócio da Recruta Simples. Depois, a startup desenvolveu um algoritmo que permitia a divulgação para mais de 70 sites, de maneira automatizada. “Como cada negócio tem uma necessidade específica, eu usei a nossa inteligência para analisar o volume de candidaturas da maneira mais assertiva possível”, diz. Por exemplo, o algoritmo entrega às empresas contratantes quais candidatos moram na sua região. “Queremos facilitar ao máximo a vida de quem precisa contratar um funcionário e está com pressa.”O modelo que a Recruta Simples utiliza hoje é a de cobrança das empresas, com planos mensais de R$ 49,90. Seis meses depois de conseguir o primeiro cliente, a empresa já entregou mais de 200 mil currículos para mais de mil empresas. Em fevereiro de 2017, a startup foi selecionada para fazer parte do coworking do CUBO. “Estamos felizes com a oportunidade de fazer networking com outros empreendedores e apresentar o nosso negócio para potenciais clientes”, diz Vinicius.
Fonte: PEGN

Nova sede da Apple na Califórnia será inaugurada em abril

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Nova sede da Apple em Cupertino, na Califórnia (EUA), visto ainda em construção em imagem aérea. 

 O novo campus da Apple, apelidado de "Apple Park", será inaugurado em abril, informou a fabricante do iPhone nesta quarta-feira (22).

Embora a primeira leva de funcionários começará a se mudar para a nova sede em Cupertino, Califórnia, na primavera do Hemisfério Norte, levará cerca de seis meses até que todos os 12 mil trabalhadores façam a transição, disse a Apple.

A Apple também disse que dará o nome do cofundador da empresa Steve Jobs ao teatro para mil lugares da nova sede futurista. Jobs ajudou a projetar o campus de 708 mil metros quadrados antes de sua morte em 2011.

"Steve investiu muito de sua energia criando e apoiando ambientes vitais e criativos", disse Jony Ive, diretor de design da Apple, em um comunicado. "Nós nos dedicamos ao projeto, à engenharia e à construção do nosso novo campus com o mesmo entusiasmo e princípios de design que caracterizam nossos produtos".

A Apple dedicou grande atenção a todos os aspectos do campus, incluindo o prédio principal de mais de 260 mil metros quadrados, examinando em detalhes até mesmo áreas escondidas como fiação elétrica e canos, informou a Reuters no início deste mês.

Os altos padrões da Apple contribuíram para atrasos no projeto, disseram ex-administradores da construção. Uma maçaneta de porta, por exemplo, levou pelo menos um ano e meio para ser projetada, de acordo com um ex-gerente de construção. A Apple revelou seus planos para a nova sede em 2011.

Fonte: G1


Prefeitura de SP lança programa para reduzir tempo de abertura de empresas

A prefeitura de São Paulo lançou nesta semana o programa Empreenda Fácil, que pretende reduzir de 100 dias para até uma semana o prazo de abertura, licenciamento e também de fechamento de empresas. No novo modelo, os órgãos municipais, estaduais e federais, que são parceiros na iniciativa, passam a confiar nas declarações do empreendedor, fazendo com que as atividades tenham as autorizações necessárias em um curto prazo. O processo começa a valer em 24 de abril.O objetivo da ação é facilitar a criação de novos empreendimentos na cidade, diminuindo a burocracia. Segundo a prefeitura, o processo será realizado, em maior parte, pela internet, sem necessidade de deslocamento do empresário a diferentes órgãos públicos.“Estamos caminhando rapidamente para aquilo que é viável de imediato. A redução para um prazo inicial de cinco dias e depois de dois dias úteis para constituição de uma microempresa na cidade de São Paulo. É um padrão acima do internacional, mas um compromisso que estamos assumindo a partir de agora”, disse o prefeito João Doria durante cerimônia de assinatura do projeto, que tem a parceria dos governos estadual e federal.A capital paulista registra, por dia, a abertura de cerca de 250 empresas. De acordo com a SP Negócios, 80% das atividades econômicas da cidade são executadas por empresas de baixo risco, que serão as beneficiadas pelo novo sistema na primeira fase de implementação.De acordo com a prefeitura, são considerados empreendimentos de baixo riscos aqueles localizados em edificações com área construída inferior a 1.500 m² ou instalados em área de até 500 m², independentemente do porte da edificação, desde que não demandem licenciamentos específicos, como o ambiental.Em uma segunda fase, serão desenvolvidas soluções eletrônicas para reduzir os prazos para a abertura de empresas de alto risco, pedidos de licenciamento de empresas já existentes e o fechamento dos estabelecimentos.“Essa modernização confere à cidade visibilidade internacional, já que estima-se que a entrada de São Paulo permitirá ao Brasil melhorar sua classificação no ranking que avalia mercados favoráveis para negócios e investimentos, o Doing Business”, disse o prefeito. O Doing Business, uma das principais publicações do Banco Mundial, analisa a cada ano as leis e regulações que facilitam ou dificultam as atividades das empresas em cada economia. O documento categoriza o Brasil na 175ª posição, entre 190 países pesquisados.O vice-governador do estado de São Paulo, Márcio França, que esteve na cerimônia, falou da importância do projeto na cidade. “Quando você pensa em abrir uma empresa, as pessoas já torcem o nariz dizendo que você vai perder 100 dias só na abertura por conta das autorizações. A proposta é fazer em um prazo muito menor. Hoje mais de 150 cidades do estado já fazem a abertura de empresas em 48 horas e era inadmissível que a capital de São Paulo, que é uma referência mundial e uma cidade modelo, continuasse com esse modelo tão atrasado”.Na esfera federal participam do projeto instituições como a Receita Federal, a Secretaria Especial da Micro e Pequena Empresa e o Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro), além do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae).Receita FederalO secretário da Receita Federal, Jorge Rachid, participou do evento e avaliou que a medida integrada entre prefeitura, estado e governo federal, “é importantíssima para o ambiente de negócios, é isso que vai reduzir custos, é isso que motiva as empresas virem investir aqui no Brasil”.Questionado sobre o eSocial e reclamações de trabalhadores que não estão conseguindo dar entrada no INSS por falta de comunicação entre os sistemas da Receita Federal e da Previdência, ele disse que a solução está próxima, apesar de ressaltar que essa é uma atribuição do INSS. “A matéria não é nossa, mas é do governo [federal], a gente tem que se preocupar, sem dúvida. Mas a presidência do INSS está a par e está atuando junto ao órgão de processamento de dados para isso”, disse. Rachi disse que não teria uma data para a solução do caso, já que a informação não é gerida pela Receita Federal, mas pelo próprio INSS.Ele acrescentou que a agenda do eSocial é importante, na medida em que elimina obrigações e burocracia, e disse que pretende ampliá-lo. “O sistema agora está bem amigável em relação ao empregador doméstico e nós vamos ampliá-lo para mais empresas. Uma vez ampliando para as demais empresas, você vai poder eliminar obrigações em relação à matéria trabalhista, matéria tributária e previdenciária”.Sobre a expectativa de arrecadação pelo governo federal, após um ano de crise, ele disse ser “positiva”. “Nós tivemos um bom resultado de arrecadação agora no primeiro mês do ano. A expectativa é positiva, a economia começa a reagir e o próprio ministro da Fazenda já sinalizou que uma evolução. Então nós estamos confiantes no resultado, na reativação, na retomada da economia em relação ao ambiente que nós estamos vivendo”, disse Rachid.Fonte: Empreendedor

Setor de TI cresce na crise e gera mais empregos

O setor de Tecnologia da Informação (TI) vem crescendo e gerando mais empregos mesmo na crise

 Enquanto muitos setores cortaram vagas e reduziram operações, a área de Tecnologia da Informação conseguiu aumentar as contratações em 2016. O setor fechou o ano passado com saldo positivo de 1,2 mil empregos, de acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).
Um dos principais polos do setor no País, o Paraná conta com um parque de 7,8 mil empresas e seis Arranjos Produtivos Locais (APLS), localizados nas regiões de Curitiba, Londrina, Maringá, Campos Gerais, Sudoeste e Oeste. O setor emprega cerca de 18 mil pessoas.Um dos motivos para explicar o resultado está, justamente, na crise. “A recessão tem obrigado as empresas a buscar formas de reduzir custos, aumentar eficiência e racionalizar processos, o que impulsiona os negócios das empresas de TI”, diz o presidente da Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia de Informação (Assespro) no Paraná, Adriano Krzyuy.Do saldo de vagas gerado no ano passado, Curitiba respondeu por 735 novos empregos, seguida por Londrina, com 164, Maringá (112), Pato Branco (78) e Apucarana (44). Entre as atividades de destaque no ano passado estiveram as de consultoria em Tecnologia da Informação e desenvolvimento de e licenciamento de programas de computador. “O setor de TI apresenta uma resiliência maior à crise, já que a modernização é algo inevitável. As empresas precisam também reduzir custos e aumentar a produtividade, o que vem gerando demanda para esse tipo de atividade”, diz.INOVAÇÃO – De acordo com Krzyuy, a velocidade de inovação do mercado de TI gera demanda por profissionais qualificados, ampliando as contratações com salários maiores também. O salário médio na área de TI no Paraná é de R$ 3.348,11, 37,3% maior que a média do Estado (R$ 2.438,35), de acordo com dados do Ministério do Trabalho.APOIO – De acordo com o coordenador de Ciência e Tecnologia da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Evandro Razzoto, o Paraná vem criando um ambiente propício para o desenvolvimento do setor, com a criação, no ano passado, de uma política de governança para a área.O objetivo é elaborar um plano de longo prazo, com a participação do governo estadual, empresas, instituições de apoio e universidades. “Há muito potencial para TI no Estado. O nosso foco é fazer do Paraná referência no setor”, afirma.“O plano é transformar o Paraná no próximo polo de TI da América Latina até 2035. Até lá esperamos que o setor tenha uma participação significativa no Produto Interno Bruto (PIB) do Estado”, diz o presidente da Assespro.Atualmente as universidades estaduais mantêm núcleos de inovação e incubadoras que hospedam empresas novas. Na Incubadora Internacional de Empresas de Base Tecnológica (Intuel) da Universidade de Londrina, 60% das 13 empresas incubadas atualmente são da área de TI. São empresas desenvolvendo projetos para setores como agronegócio, varejo e gestão, de acordo com a Tatiana Fiuza, gerente da Intuel. Nesse ecossistema, em que há cooperação mútua, as empresas têm apoio nas áreas de planejamento, gestão, marketing e técnica e financeira.“Há uma tendência forte de surgimento de empresas de TI voltada para a chamada internet das coisas (em que objetos usados no dia a dia podem se comunicar com a internet) e planejamento de dados, como Big Datas. Existe um grande potencial de desenvolvimento de novas companhias nesses segmentos”, diz.Outro projeto da Intuel, em parceria com a Telefônica e o Sebrae, atua na pré-aceleração de empresas. Hoje são quatro empresas nesse estágio, com atuação nas áreas educacional, de realidade virtual, marketing digital e futebol. O objetivo para 2017 é lançar um edital para apoiar mais dez empresas nesse formato.Fonte: Empreendedor

CORREIOS CELULAR ENTRA EM OPERAÇÃO E AGÊNCIAS COMEÇAM A VENDER CHIP PRÉ-PAGO

Por enquanto, linhas só estão a venda em São Paulo; até fim do ano chegam em outras cidades do estado

Correios Celular (Foto: Reprodução/Blog dos Correios)
Os Correios começam a vender nesta segunda-feira chips de celular pré-pago de sua operadora própria, a Correios Celular. O novo serviço da estatal conta com a parceria da EUTV, prestadora de Serviço Móvel Pessoal (SMP), responsável pela infraestrutura de telecomunicações, que usa a rede da TIM e sistemas próprios para disponibilizar o sinal.Por enquanto, só 12 agências de São Paulo venderão os chips. A unidade custará R$ 10 e as recargas mensais serão de R$ 30. As próximas cidades que venderão as linhas são Brasília e Belo Horizonte. Até o fim do ano a venda chegará a 3,6 mil municípios. O objetivo é ter 500 mil chips ativos até dezembro e 8 milhões em cinco anos.— É uma forma de diversificação de receitas — disse Guilherme Campos, presidente dos Correios, durante o lançamento do serviço em São Paulo, admitindo que a nova “receita não deve ser suficiente para suprir o déficit bilionário” da empresa estatal.Pelas estimativas do executivo, neste ano a Correios Celular deve contribuir com R$ 14 milhões de faturamento. Para 2018 esse número deve saltar para R$ 60 milhões. Em cinco anos a estimativa é chegar a, no mínimo, R$ 300 milhões.Ion Moreira, presidente da EUTV, salientou diversas vezes que o produto desenhado pela sua empresa para os Correios foi feito para as “camadas mais baixas de renda, mas também para os jovens que querem economizar”. Inicialmente só serão disponibilizadas recargas de R$ 30, mas segundo ele, o objetivo é flexibilizar os valores ao longo do tempo.— É um serviço de país em desenvolvimento com preço de país em desenvolvimento — afirmou.A recarga de R$ 30 possibilita ao usuário 100 minutos de ligações de voz para qualquer celular, fixo ou DDD, ou 100 SMS; 30 dias de internet móvel em 3G OU 4G, dependendo da disponibilidade da região; e uso de mensagens de texto e de voz pelo WhatsApp sem descontar da franquia da internet.— Nossa parceria com os Correios vai promover a efetiva universalização dos serviços móveis no país — garantiu Moreira.Fonte: PEGN

VAGAS DE EMPREGO PARA PESSOAS COM MAIS DE 50 ANOS

Mórris Litvak se inspirou em sua avó, que trabalhou até os 80 anos de idade, para criar a Maturi Jobs

Mórris Litvak, fundador da Maturi Jobs, plataforma de emprego para pessoas mais velhas (Foto: Divulgação)
Brasil vive um momento difícil para certa faixa da população. Com a crise, muitas pessoas na faixa dos 50 e 60 anos perderam seus empregos e agora se encontram em uma situação muito delicada: não conseguem se recolocar no mercado e ainda não podem se aposentar.Foi pensando nisso que o empreendedor Mórris Litvak teve a ideia de lançar uma plataforma de empregos para pessoas mais velhas, conectando empresas interessadas neste tipo de mão de obra a quem não quer – e nem pode – parar de trabalhar.A ideia de tirar a Maturi Jobs do papel surgiu por um motivo pessoal: Mórris viu sua avó ser obrigada a se retirar do mercado de trabalho aos 80 anos após um acidente. “Ela adoeceu rapidamente depois que teve que parar de trabalhar. Eu vivi tudo isso de muito perto e ela se tornou minha grande inspiração”, diz o empreendedor.Além de Dona Keila, outra motivação de Mórris foi sua experiência como voluntário em uma casa de repouso. “Vi que muitas pessoas param cedo de exercer atividades importantes. Comecei a pensar em algo que pudesse mudar isso”, afirma.O desenvolvimento da plataforma calhou ainda mais quando a crise econômica no Brasil começou a desempregar parte da população mais velha no Brasil. “Com o aumento das demissões e a reforma da Previdência em pauta, era necessário tirar o projeto do papel.”
Maturi Jobs conecta empresas interessadas a funcionários mais velhos (Foto: Divulgação)
A Maturi Jobs, que entrou no ar no início de 2016, permite que empresas publiquem vagas específicas para o público mais velho, com mais de 50 anos. A partir daí, os usuários da plataforma podem se candidatar às vagas de maneira gratuita. Os processos são realizados pelas contratantes.Para o empreendedor, a empresa que contrata funcionários mais experientes pode ganhar de diversas maneiras. “É um público que vai crescer como consumidor e, se quer vender para eles, precisa ter dentro da casa. Outro ponto positivo é que as pessoas mais velhas costumam ser mais fiéis ao negócio”, diz.A Maturi Jobs hoje funciona com um modelo que cobra das companhias e não dos candidatos. “O que está sendo um desafio neste período de crise. Estamos trabalhando e pensando em novos modelos”, diz o fundador da startup.Em um ano, a plataforma já publicou vagas de 300 empresas para mais de dez mil pessoas cadastradas. A maioria delas está relacionada aos setores de vendas, atendimento ao cliente e funções administrativas. Mórris estima que ao menos 100 pessoas foram recolocadas no mercado de trabalho por conta da Maturi Jobs. A startup faturou R$ 7 mil em fevereiro.Fonte: PEGN

Platafoma digital auxilia na busca de advogados de forma fácil e eficiente

Empresa suíça de tecnologia aposta no Brasil para lançamento mundial

A Tech Vanguard, empresa suíça de tecnologia, escolheu o Brasil para lançar a plataforma digital roundlaw, criada para auxiliar as pessoas a encontrar um advogado de forma simples e eficaz. Com o objetivo de se tornar uma referência mundial no setor jurídico, a roundlaw vai indicar profissionais com qualificações certificadas em todas as áreas do Direito. O Rio de Janeiro será a primeira cidade contemplada, mas os advogados interessados em participar da roundlaw em todo o país já podem acessar a ferramenta no link roundlaw.com para se inscrever.“Quem precisa de um advogado geralmente tem urgência e pouco tempo, devido a um problema ou por uma questão importante. Em uma busca na internet, é possível encontrar centenas de nomes, mas sem referências ou critérios. Por isso, a roundlaw vai escolher apenas cinco profissionais experientes em cada especialidade por cidade, facilitando a pesquisa”, explica Elizaveta Uvarova, CEO e fundadora da Tech Vanguard e da roundlaw.Para validar as referências de cada advogado indicado na plataforma, a roundlaw dispõe de um comitê formado por profissionais da Suíça e do Brasil que vai avaliar e certificar, de forma objetiva, as qualificações apresentadas. Assim, ao fazer uma pesquisa na plataforma, o cliente terá à disposição apenas profissionais certificados, com experiência e prática em uma área específica.Já para os advogados, participar da roundlaw é uma oportunidade de destacar seu nome em um mercado competitivo, pois dentre milhares de profissionais de uma cidade, apenas cinco farão parte da roundlaw em uma área específica. De acordo com Elizaveta, este é um investimento direcionado, que permite ao advogado fazer parte de um grupo seleto e exclusivo – mais eficiente do que destinar altas verbas a publicidade na internet, disputando espaço com todo o mercado em sites de busca.“A roundlaw é uma tecnologia disruptiva, que vai renovar o mercado jurídico do Brasil. A busca por um advogado, que antes era feita apenas através do boca a boca, agora terá uma plataforma confiável e exclusiva”, completa Elizaveta Uvarova.Fonte: Empreendedor

CANAIS DE VENDA ONLINE