Udesc Joinville sediará maior evento de startups do mundo

O Startup Weekend começa na sexta-feira e segue pelo fim de semana

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Tudo começa na noite de sexta-feira, com o palco aberto para os participantes compartilharem suas ideias e inspirarem outros a se juntarem a seus times. As mais bem votadas são escolhidas. Durante o sábado e o domingo, os times se focam em encontrar um modelo de negócios e criar um produto viável mínimo, utilizando metodologias e ferramentas como Lean Startup, Business Model Generation e Desenvolvimento de Clientes.Durante a maior parte do tempo haverá mentores convidados à disposição dos participantes. No domingo, os times apresentam o que construíram e recebem feedbacks valiosos de jurados experts. Os melhores são premiados!Internet of Things (IoT)"Internet of Things" (ou "Internet das coisas", em português) é o termo utilizado para uma revolução tecnológica que tem como objetivo conectar itens que utilizamos em nosso dia a dia à internet. Já foram criados diversos eletrodomésticos, relógios, automóveis e roupas que são conectados à internet e a outros dispositivos como computadores e smartphones.A tendência é que o mundo físico e o digital se tornem um só, por meio de aparelhos que se comuniquem diretamente com data centers e suas nuvens. Especialistas acreditam que a partir de 2020, a IoT será o maior mercado de dispositivos do mundo com mais de 200 milhões de gadgets conectados.Para fazer a inscrição ou obter mais informações basta acessar o site do evento.Fonte: Noticias do Dia

20 eventos que acontecem em fevereiro para quem quer empreender

Confira cursos, eventos e palestras que ocorrem no próximo mês e são voltadas para quem quer abrir (ou já possui) seu próprio negócio.

Se você colocou como meta para este ano abrir seu próprio negócio, saiba que é preciso se capacitar antes de colocar o sonho em prática. E, se você já tem uma empresa, deve saber que mais conhecimento sempre é necessário para se diferenciar dos concorrentes.Por isso, EXAME.com selecionou algumas atividades voltadas para empreendedores que ou ocorrem ou encerram suas inscrições no mês de fevereiro. Há cursos, eventos, palestras e seleções para aceleração, por exemplo. Algumas das atividades são, inclusive, gratuitas.Confira 20 atividades de fevereiro para quem quer ser ou já é um empreendedor:1. Aprenda a negociar com tubarõesInscrições: pelo site Custo: R$ 691 Data da atividade: variável Onde: onlineO curso de 26 horas, organizado pelo CERS Corporativo, tem como objetivo colaborar para o aprimoramento das competências do negociador, apresentando técnicas, táticas e estratégias para elevar o nível de desempenho na mesa de negociação. Para isso, pretende ampliar a visão dos participantes sobre o processo da negociação e suas variáveis mais importantes, oferecendo uma percepção integrada de cada ferramenta apresentada durante o treinamento.2. BioStartup Lab (3ª edição)Inscrições: até 5 de fevereiro, pelo site Custo: gratuito Data da atividade: 9 e 16 de novembro Onde: online e presencial (Belo Horizonte)O BioStartup Lab é um programa de pré-aceleração de startups em ciências da vida, impulsionando projetos nas áreas de agronegócios, digital health, meio ambiente, saúde humana e saúde animal.A pré-aceleração dura 10 semanas com atividades presenciais e online. Durante este período, as equipes seguem a metodologia elaborada pela Biominas Brasil, que inclui mentorias, networking, sessões de validação (com a participação de grandes empresas), treinamentos e workshops.Ao longo do processo, as equipes participam de bancas de avaliação que geram pontuação e feedback. As mais bem pontuadas apresentam sua solução para potenciais parceiros e investidores no Demo Day, um evento que elegerá a equipe vencedora.3. Café com Empreendedoras de Recife (2ª edição)Inscrições: até a véspera, pelo site Custo: gratuito (doações opcionais) Data da atividade: 16 de fevereiro, das 9h às 12h Onde: PernambucoA Rede Mulher Empreendedora (RME) organiza mais um de seus cafés – desta vez, em Recife. Segundo a organização, os encontros são uma oportunidade de conhecer outras empreendedoras, divulgar sua empresa, fazer networking e ainda contar com conteúdo rico e histórias inspiradoras de mulheres que possuem o próprio negócio.4. Curso Online em Negócios de Impacto SocialInscrições: até 27 de fevereiro, pelo site Custo: R$ 350 Data da atividade: variável Onde: onlineA Artemisia, aceleradora de negócios de impacto social, está com inscrições abertas para sua primeira turma de 2017 no curso online sobre tais empreendimentos. As aulas têm por foco as áreas de Educação, Habitação, Saúde e Serviços Financeiros. São quatro horas de atividade, subdivididas nos módulos temáticos: “O que é pobreza?”; “Por que negócios?”; “Negócios de Impacto Social”; e “Como negócios geram impacto?”. As horas de curso podem ser completadas no horário desejado pelo participante.5. Desenvolvimento de liderançaInscrições: pelo site Custo: R$ 349 Data da atividade: variável Onde: onlineO curso, organizado pelo CERS Corporativo, ajuda a ampliar as habilidades e competências de gestores, com respaldo em novos paradigmas de liderança. As aulas apresentam dão ênfase aos efeitos práticos da aprendizagem coletiva. Ao todo, são 15h de conteúdo, com temas como “gestão e humanização do ambiente de trabalho”, “gestão participativa” e “lidando com os conflitos na equipe.”6. Empreendendo em TI – Programa de Canais TOTVS para Micro e Pequenos NegóciosInscrições: até a véspera de cada dia, pelo e-mail [email protected] Custo: gratuito Data da atividade: 7, 8, 9, 10, 11, 12, 15, 16, 17, 22, 23 e 24 de fevereiro, em diversos horários ao longo dos dias Onde: onlineA TOTVS realizará eventos online com o intuito de apresentar e levar conteúdo a quem quer empreender, ou já está atuando por conta própria, no mercado de tecnologia da informação (TI). Através do Programa de Canais voltado às empresas de micro e pequeno porte, o empreendedor terá treinamentos e capacitações contínuas para se manter sempre atualizado nas novas tecnologias do setor.7. Feira do Empreendedor (6ª edição)Inscrições: até a véspera, pelo site Custo: sob consulta no ato da inscrição Data da atividade: 18 a 21 de fevereiro Onde: São PauloOrganizada pelo Sebrae, a feira reúne expositores e consultores. Segundo a instituição, é uma oportunidade única de fazer novos negócios e se atualizar empresarialmente. Haverá 440 expositores, e a expectativa é que 150 mil pessoas visitem e 20 milhões de reais sejam movimentados em negócios.8. Fórum da Rede de Investidores Anjo (RIA)Inscrições: até 22 de fevereiro, pelo site Custo: gratuito Data da atividade: 13 de março Onde: Santa CatarinaO 1º Fórum de 2017 da Rede de Investidores Anjo de Santa Catarina é uma iniciativa da Associação Catarinense de Empresas de Tecnologia (ACATE), em parceria com a Anjos do Brasil. Empreendedores devem encaminhar seus projetos pelo site, e apenas participarão do encontro os que tiverem sua ideia de negócio ou produto/serviço selecionado. No fórum, haverá a oportunidade de apresentar-se a investidores da rede e convidados estratégicos, como fundos.9. Gestão de pessoas em tempo de criseInscrições: até a véspera, pelo site Custo: 1 kg de alimento não-perecível Data da atividade: 8 de fevereiro, 19h30 Onde: São PauloA palestra, organizada pela escola de negócios Trevisan, tem como objetivo nortear gestores de diversas áreas sobre os principais desafios do cenário atual: como enfrentar as dificuldades do presente e do futuro? Como preparar as empresas e as pessoas nas organizações? Como envolver a todos, mantendo-os motivados e comprometidos com os resultados das empresas?  Qual o papel do líder e quais competências ele precisa ter?10. Gestão do tempo e produtividadeInscrições: pelo site Custo: R$ 102 Data da atividade: variável Onde: onlineCom uma boa organização da agenda, é possível estabelecer prioridades, aumentar a produtividade e o rendimento no trabalho. O CERS Corporativo oferece o curso de Gestão do Tempo e Produtividade em que o profissional terá a oportunidade de evoluir suas habilidades na gestão de seu tempo, ajudando-o a conquistar suas metas pessoais e profissionais. São duas horas de aula.11. InnovatorsRace50Inscrições: até 28 de fevereiro, pelo site Custo: gratuito Data da atividade: de março a outubro Onde: qualquer lugar do paísA Capgemini, empresa glboal de serviços de consultoria, tecnologia e terceirização, lança a InnovatorsRace50, uma competição global para startups em estágio inicial mostrarem o potencial de seus produtos e serviços disruptivos para seus mercados.Cinquenta startups, distribuídas em cinco categorias (Consumidores & Bem-Estar; Dados & Segurança; Fintech & Mobilidade; Govtech & Empresas Sociais; Processos Digitais & Transformação), serão escolhidas para participar de reuniões presenciais com um painel de especialistas, que nomeará dois finalistas por categoria. É possível inscrever empresas de qualquer estado do paísEntre abril e maio, os dez finalistas terão a oportunidade de interagir pessoalmente com especialistas em tecnologia e de seu ramo em centros da Capgemini localizados em Londres, Mumbai, Munique, Paris e São Francisco.As cinco startups vencedoras a podem receber apoio empresarial, por meio de investimento equity-free (sem participação acionária devido ao aporte) de 50 mil dólares para cada uma.12. InovAtiva BrasilInscrições: até 20 de fevereiro, pelo site Custo: gratuito Data da atividade: de fevereiro a julho Onde: qualquer lugar do paísO InovAtiva Brasil vai selecionar 300 startups de todo o país para o primeiro ciclo de aceleração de 2017. O programa é elaborado pelo Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC) e pelo Sebrae e oferece mentorias e capacitação gratuita para negócios inovadores. O processo oferece cursos, mentorias individuais, webminars e experiências de campo (bootcamp), além de uma apresentação final a investidor (Demo Day).13. Meeting: Empreender é fazerInscrições: até a véspera de cada palestra, pelo e-mail [email protected] ou pelo telefone (11) 2246 2897 Custo: R$ 599 Data da atividade: 6, 9, 13 e 15 de fevereiro Onde: São PauloA Academia Brasileira de Vendas (ABV) oferece uma série de palestras voltadas a quem quer empreendedor ou já possui um negócio. Neste mês, serão quatro: “Prioridade número 1 de um negócio: ‘Lucro’” (dia 6); “O poder da decisão no mundo dos negócios” (dia 9); “O nome do jogo é resultado” (dia 13); e “Empreendedor é um vendedor de sonhos ‘Napoleão Bonaparte’” (dia 15). Os discursos sempre ocorrem das 19h às 23h.14. Mudanças do Simples Nacional em 2017Inscrições: até a véspera, pelo site Custo: gratuito Data da atividade: 1° de fevereiro, 16h Onde: onlineA Sage, multinacional de softwares de contabilidade e gestão, oferece uma palestra gratuita e online sobre as mudanças no regime de tributação Simples Nacional. Entre as alterações estão o estabelecimento de novos limites de faturamento para as empresas, redução no número de tabelas a serem preenchidas e mudanças nos prazos para negociação de dívidas.15. Open Innovation Week (9ª edição)Inscrições: até a véspera, pelo site Custo: a partir de R$ 600 Data da atividade: 21 e 22 de fevereiro Onde: São PauloO evento, realizado pelo movimento global 100 Open Statups, pretende mostrar ao ecossistema a importância da inserção de empresas de base científica e tecnológicas, em conjunto com as digitais, para a colaboração aberta com companhias de diferentes setores da indústria. A Open Innovation Week irá reunir mais de 180 startups, 20 investidores e mais de 80 médias e grandes empresas e instituições. Entre estas, 3M, Accenture, AES Brasil, BRF, Catho, FGV, Grupo Algar, HP, IBM, Johnson&Johnson, Microsoft, Natura, Roche, Senai, Votorantim, Whirpool.16. Prêmio Citi Jovens Microempreendedores 2016Inscrições: até 5 de fevereiro, pelo site Custo: gratuito Data da atividade: de fevereiro a abril Onde: qualquer lugar do paísA Aliança Empreendedora, com patrocínio da Citi Foundation e apoio do Citi, abre as inscrições do Prêmio Citi Jovens Microempreendedores 2016. Jovens de 18 a 35 anos que estejam empreendendo em negócios, formalizados ou não, ou que tenham uma ideia de negócio que gostariam de colocar em prática para impactarem suas comunidades podem se inscrever.Na primeira etapa, serão escolhidos 20 finalistas, que serão premiados com um vale-presente no valor de R$ 1 mil e capacitação presencial em São Paulo/SP (custos pagos de viagem). A segunda etapa acontece em São Paulo, onde os 20 microempreendedores finalistas irão apresentar seus negócios e ideias de negócio para uma banca de especialistas.A partir disso, os jurados selecionarão quatro vencedores finais: dois na categoria negócio e dois na categoria ideia de negócio. Os primeiros lugares de cada categoria levam um prêmio de R$ 6,5 mil e os segundos lugares uma premiação de R$ 4,5 mil.17. Prevenção e gestão de criseInscrições: pelo site Custo: R$ 450 Data da atividade: variável Onde: onlineUma crise coloca em risco a reputação, a credibilidade e a lucratividade de uma empresa, por isso, a prevenção e a gestão de crise deve fazer parte do planejamento de todas as empresas. O curso Prevenção e gestão de crise, do CERS Corporativo, mostra como é possível prever e estudar determinados fatos para evitar ou minimizar riscos. Ao final do curso, deseja-se que o aluno tenha ampliado suas habilidades comunicacionais, ajudando-o na obtenção de ferramentas para o gerenciamento de crise. São 30 horas de conteúdo.18. Seminário PÓS-NRF E PÓS-IFA – ABF 2017Inscrições: até a véspera apenas para associados, pelo site. Para não-associados, haverá transmissão online Custo: gratuito Data da atividade: 16 de fevereiro Onde: São Paulo (associados) e online (não-associados)O Pós NRF e Pós IFA apresenta aos associados da ABF e interessados no assunto os principais temas que foram abordados nos dois eventos internacionais.A NRF Retail’s Big Show 2017 ocorreu entre os dias 13 e 20 de janeiro, em Nova York. A delegação brasileira da ABF, que participou do evento, irá apresentar insights e destaques extraídos da missão do franchising brasileiro ao maior evento do varejo mundial.Já a Convenção Anual da IFA – International Franchising Association acontece de 24 de janeiro a 2 de fevereiro, em Miami e Las Vegas. O maior evento mundial do setor reúne grandes especialistas em redes de negócios, economia, varejo, shoppings e diversos outros segmentos, para falar sobre as principais tendências e oportunidade para o franchising através de cases e insights dos melhores nomes empresariais do mundo.19. Startup Weekend Joinville Internet of ThingsInscrições: até 16 de fevereiro, pelo site Custo: a partir de R$ 70 Data da atividade: 17 a 19 de fevereiro Onde: Santa CatarinaO Startup Weekend é um evento que dura 54 horas, ao longo de um fim de semana, no qual empreendedores, desenvolvedores, designers e entusiastas se unem para compartilhar ideias, formar equipes e criar startups – desta vez, o foco está em negócios que usam o conceito de “Internet das Coisas”. Durante a maior parte do tempo haverá mentores convidados à disposição dos participantes. No domingo, os times apresentam o que construíram e recebem feedbacks valiosos de jurados experts. Os melhores são premiados.20. Workshop Criatividade e InovaçãoInscrições: pelo site Custo: R$ 199 Data da atividade: variável Onde: onlineOrganizado pela CERS Corporativo, o workshop de Criatividade e Inovação dá ao estudante o acesso ao 19º Congresso Brasileiro de Criatividade & Gestão Com Pessoas, realizado pela CriaRH. Além disso, ele irá conferir 19 especialistas compartilhando métodos, táticas e muito conteúdo sobre gestão criativa e inovativa. O curso pode ser feito de acordo com a agenda do aluno.19º Congresso Brasileiro de Criatividade & Gestão Com Pessoas, realizado pela CriaRH e irá conferir 19 especialistas compartilhando métodos, táticas e muito conteúdo sobre o universo de Gestão.Fonte: Exame

Serviço gratuito permite que trabalhadores avaliem seu nível de qualidade de vida no trabalho

A percepção corporativa de que produtividade e desempenho estão diretamente relacionados com a qualidade de vida dos colaboradores cresce constantemente

Ferramenta online está disponível pelo site www.indicedequalidadedevida.com.br. Por meio dele, trabalhadores e empresas poderão compreender melhor o tema da Qualidade de Vida no Trabalho e atuar para o seu aperfeiçoamento.
A percepção corporativa de que produtividade e desempenho estão diretamente relacionados com a qualidade de vida dos colaboradores cresce constantemente. A sétima edição da pesquisa global sobre o bem-estar dos trabalhadores realizada por uma grande multinacional de tecnologia apontou que 60% das empresas consideram o aumento de produtividade como um dos seus maiores objetivos e que 83% desejam construir uma cultura de bem-estar e qualidade de vida nos próximos anos. Fornecer segurança e conforto no ambiente profissional, reconhecer os talentos, promover um estilo de vida saudável e oportunidades de crescimento são alguns dos muitos fatores que influenciam no engajamento da equipe e na produtividade das organizações.Por acreditar nessa nova postura de gestão, a Sodexo Benefícios e Incentivos acaba de lançar o Índice Sodexo de Qualidade de Vida no Trabalho (IQVT), uma ferramenta gratuita que mede a percepção dos brasileiros em relação à qualidade de vida no trabalho através de um teste online que avalia diversos aspectos do colaborador em seu ambiente profissional atual. O teste é individual e anônimo, dura cerca de 5 minutos e pode ser acessado por qualquer pessoa através do site: www.indicedequalidadedevida.com.brO primeiro resultado do Índice Sodexo de Qualidade de Vida no Trabalho (IQVT) apurou que o resultado geral do brasileiro em relação à qualidade de vida no trabalho é de 6,50 pontos, em uma escala 0 a 10. O índice também constatou que a Qualidade de Vida no Trabalho é maior entre mulheres do que entre homens (6,52 pontos contra 6,49 pontos), destacando as interações sociais com colegas de trabalho e a eficiência tecnológica disponível na organização para desempenhar as atividades do dia a dia como os fatores que mais influenciam na percepção geral do público feminino.“Essa ferramenta permite que o trabalhador e as empresas entendam melhor as dimensões da qualidade de vida no trabalho, e a partir desse entendimento, possam agir para o seu aperfeiçoamento. Pretendemos que a divulgação trimestral do Indicador amplie o debate sobre o tema da Qualidade de Vida no Trabalho e contribua para a melhoria do ambiente e da produtividade nas organizações brasileiras”, comenta Fernando Cosenza, Diretor Executivo de Sustentabilidade da Sodexo Benefícios e Incentivos.O Índice Sodexo de Qualidade de Vida no trabalho (IQVT) é calculado a partir das respostas anônimas dos trabalhadores que acessam a pesquisa e será divulgado trimestralmente acompanhado de análises comparativas por sexo, faixa etária, região, grau de instrução do trabalhador, porte do empregador, ramo da economia, cargo e área de atuação do trabalhador.Metodologia O Índice Sodexo de Qualidade de Vida no Trabalho (IQVT) é elaborado a partir dos resultados obtidos no teste online gratuito e possui o objetivo de compreender os fatores que interferem na qualidade de vida do trabalho, medir a percepção de qualidade de vida do brasileiro em relação ao trabalho e desenvolver uma ferramenta útil para o público em geral. O levantamento é baseado no conceito mundial da Sodexo das seis dimensões da qualidade de vida, que são: Facilidade e Eficiência, Reconhecimento, Interação Social, Crescimento Profissional, Ambiente Físico e Saúde e Bem-estar.O primeiro resultado foi obtido através da aplicação do questionário para uma amostra da PEA com 600 pessoas, 18 anos ou mais, com atividade remunerada fora de casa com ou sem carteira assinada. O nível de confiança das respostas é de 95% com uma margem de erro de 4 pontos percentuais para o total da amostra.Fonte: Empreendedor

Boleto vencido poderá ser pago em qualquer banco a partir de março

Consumidores poderão pagar as contas por meio de aplicativos, nas lotéricas ou em qualquer banco mesmo após a data de vencimento.

Boleto vencido poderá ser pago em qualquer banco a partir de março Carlos Macedo/Especial
Foto: Carlos Macedo / Especial
Um novo sistema de cobrança de boletos bancários, que promete facilitar a vida dos consumidores e dificultar a ação de fraudadores, passará a funcionar a partir de março deste ano para todos os brasileiros.O benefício mais visível para o consumidor será a possibilidade de pagamento em qualquer banco mesmo após a data de vencimento. Com o novo sistema, os juros e a multa serão calculados automaticamente, o que permitirá que os clientes possam pagar os boletos pelos aplicativos, nas lotéricas ou em qualquer banco. Além disso, com a identificação do CPF do pagador no boleto, será possível reduzir inconsistências de dados e evitar pagamento em duplicidade.Todos os boletos enviados para os clientes serão registrados no sistema bancário com a informação do nome e do número do CPF ou do CNPJ do pagador. A mudança será de maneira gradual, começando por boletos com valores mais altos. Até o fim do ano, o sistema valerá para boletos de qualquer valor.Desenvolvido pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban), o programa, chamado de Nova Plataforma de Cobrança, faz parte de uma exigência do Banco Central para ser utilizado pelos bancos. — A Nova Plataforma de Cobrança trará benefícios para o consumidor e para a sociedade, como maior facilidade no pagamento de contas vencidas, além de evitar o envio de boletos não autorizados — afirma Walter Tadeu de Faria, diretor-adjunto de Negócios e Operações da Febraban.A plataforma será um grande banco de dados com informações dos boletos emitidos. A empresa que emitir uma cobrança terá que enviar os dados para o banco que alimenta o sistema. A medida, conforme a Febraban, trará mais segurança aos pagamentos, pois dificulta a emissão de boletos fraudados.Essa nova forma de cobrança irá modificar a maneira como empresas e instituições financeiras organizam os pagamentos. Atualmente, sem um registro, o banco só toma conhecimento da emissão do boleto quando o documento bate na compensação, o que facilita a ação de criminosos especializados em fraudar esse tipo de documento. Com a plataforma, será possível rastrear os pagamentos e reduzir o número de fraudes.Fonte: Zero Hora

10 histórias de empreendedores que você não conhece, mas deveria

Todos que estudam empreendedorismo ouviram falar em Gates, Musk ou Jobs. Mas há outros donos de negócios que estão fazendo história:

São Paulo – Quando se pensa em empreendedorismo, vários nomes podem surgir na sua mente: Bill Gates, o criador da Microsoft; Elon Musk, que administra ao mesmo tempo a Tesla, a Solar City e a Space X; ou talvez Steve Jobs, o líder eterno da Apple.
Porém, grandes empreendedores podem estar em qualquer lugar – inclusive longe dos holofotes. Por isso, EXAME.com selecionou alguns donos de negócios que já obtiveram sucesso internacional, mas cujas histórias são pouco conhecidas pelos brasileiros.
Alguns dos empreendedores a seguir podem ser completamente novos para você. Ou você pode até conhecer os produtos ou serviços deles, mas não os seus nomes ou suas histórias. Veja, a seguir, quantos inovadores com trajetórias incríveis você conhece!

1. Amancio Ortega

Amancio Ortega

Amancio Ortega (Divulgação)

Você talvez não lembre de cabeça qual o negócio do empreendedor Amancio Ortega. Mas certamente passa com frequência por uma das lojas de sua rede de roupas: a Zara.Ortega virou recentemente o homem mais rico do mundo, ultrapassando o conhecidíssimo Bill Gates, segundo a Forbes. Mas poucos sabem do seu nome, e menos ainda dos detalhes da vida do empreendedor.Diferente de muitos bilionários, ele teve uma infância humilde. De acordo com o Business Insider, um momento de virada para Ortega foi quando ouviu um comerciante dizer para sua mãe que não poderia mais fazer fiado pelo dinheiro necessário para que a família jantasse naquela mesma noite.Nesse momento, Ortega percebeu a real dimensão dos problemas financeiros dos seus pais. Largou a escola por volta dos 13 anos e arranjou seu primeiro emprego, como mensageiro.Sua riqueza só veio após ter uma grande ideia de negócio, por volta dos 40 anos de idade: vender roupas estilosas a um preço acessível. Só a Zara vale, hoje, 16,7 bilhões de dólares (e Ortega acumula uma fortuna de 70,9 bilhões de dólares, segundo a Forbes).

2. Anita Roddick

Anita Roddick, da The Body Shop

Anita Roddick (Wikimedia Commons)

Quando a empreendedora Anita Roddick abriu a primeira loja da rede Body Shop, ela não buscava riqueza: nas suas próprias palavras, ela trilhava no momento “um caminho hippie”.Viajando por países subdesenvolvidos e vendo seus hábitos para cuidar do corpo e da saúde, Roddick teve a ideia de criar uma linha de cosméticos feita com ingredientes naturais. Ela não venderia vaidade, e sim preocupação com o meio ambiente. Ao mesmo tempo, obteria uma fonte de renda para sustentar suas duas filhas.Roddick conseguiu um empréstimo de 6,5 mil dólares, uniu-se a um especialista em plantas medicinais e achou um ponto comercial em Brighton, no Reino Unido.Assim nasceu a primeira loja da Body Shop – uma rede global de beleza que se baseia em uma estratégia inusitada, combinando marketing discreto com conscientização ambiental, ética e social.Em 2007, ano de sua morte, Anita Roddick deixou toda sua fortuna, de 51 milhões de libras esterlinas, para organizações ambientais e sociais. A Body Shop foi vendida à L’Óreal.

3. Colonel Harland Sanders

Balde de frango do KFC

Balde de frango do KFC, com a foto de Colonel Harland Sanders (Daniel Acker/Bloomberg)

Você pode até não conhecer Harland Sanders pelo seu nome, mas certamente já viu sua cara estampada por aí: ele é o fundador – e icônico símbolo – da rede de fast food Kentucky Fried Chicken (KFC).A história de Sanders é um exemplo para qualquer um que diz ser muito velho para começar a empreender: ele começou a franquear seu pequeno restaurante em 1956, aos 66 anos de idade, segundo um perfil da revista The New Yorker.A cozinha, porém, vem desde muito cedo. O pai de Sanders faleceu quando ele tinha seis anos e o futuro empreendedor teve de assumir as refeições, enquanto a mãe trabalhava para sustentar Sanders, seu irmão e sua irmã.Aos doze anos, o fundador do KFC conseguiu seu primeiro emprego, trabalhando em uma fazenda de madrugada. Ele conciliava os empregos com a escola, mas logo teve de abandonar os estudos. Nas próximas décadas, teve uma carreira variada – de bombeiro a vendedor de pneus.Para complementar a renda, passou a servir pratos para viajantes. Seu nome ficou conhecido não só em Kentucky, mas em outros estados, e Sanders foi aprimorando sua receita de frango frito.Porém, recebeu um golpe: uma estrada próxima ao seu local de trabalho seria redirecionada, reduzindo o tráfego de automóveis em frente ao restaurante. Não só: uma nova estrada seria construída, justo em cima do negócio.Sanders passou a viver de suas economias e da aposentadoria pública. Pensando no que fazer, rodou restaurantes pelos Estados Unidos e fechou acordos com outros empreendedores: eles pagavam quatro centavos de dólar por frango vendido segundo o processo feito por Sanders.O sucesso desses negócios foi tanto que o restaurante virou uma rede de franquias, em 1956: o Kentucky Fried Chicken.O KFC foi vendido em 1964, com cerca de 600 unidades franqueadas, pois Sanders já pensava em sua sucessão nos negócios (na época, ele tinha 74 anos de idade). Sanders faleceu apenas aos 90 anos, em 1980. O empreendedor continua como a cara da empresa – e é admirado pelos funcionários, até hoje, como um “gênio”.

4. Dustin Moskovitz

Dustin Moskovitz

Dustin Moskovitz (Getty Images)

Se você já viu o filme “A Rede Social”, talvez se lembre de Dustin Moskovitz: menos conhecido do que seus colegas de faculdade Eduardo Saverin e Mark Zuckerberg, Moskovitz é especialista em programação.Porém, um fato muito desconhecido é que Moskovitz aprendeu a linguagem que faria o Facebook se expandir – o PHP – em “apenas alguns dias”, segundo o Business Insider.Zuckerberg sabia o básico de PHP e foi assim que programou a primeira versão do que viria a ser o Facebook, em 2004. Em poucas semanas, o site que conectava estudantes da Universidade de Harvard explodiu e havia a demanda de levar a rede de relacionamento para outras universidades.O empreendedor se matriculou em uma aula de programação, mas não tinha tempo para se dedicar a outros aspectos do Facebook. Foi aí que Moskovitz ofereceu sua ajuda, e falou que iria aprender PHP.A rede social conseguiu se expandir e Moskovitz se juntou à Zuckerberg em Palo Alto, na Califórnia, com o cargo de Diretor de Tecnologia. O programador saiu do Facebook em 2008 – mas sua participação na empresa já havia tornado Moskovitz em um jovem bilionário.Em seu tempo na startup, desenvolveu uma ferramenta interna para que a equipe coordenasse melhor seus trabalhos. Isso originou o novo negócio de Moskovitz: o aplicativo Asana, que já possui mais de 200 funcionários.

5. Elizabeth Holmes

Elizabeth Holmes

Elizabeth Holmes (Theranos/Divulgação)

Aos nove anos de idade, a jovem Elizabeth Holmes escreveu uma carta ao seu pai. Nela, dizia: “O que eu realmente quero da vida é descobrir algo novo, algo que a humanidade não sabia ser possível fazer.”Hoje, a empreendedora é nada menos que a mais jovem bilionária por meio de seu próprio empreendimento: a startup de biotecnologia e saúde Theranos.Segundo o Business Insider, a primeira inspiração para o negócio veio de um parente, que a incentivou a seguir a carreira de médica. Porém, logo Holmes descobriu que tinha medo de agulhas.A solução para esse problema veio enquanto estudava engenharia química na Universidade de Stanford: a partir de um projeto de pesquisa, Holmes criou uma empresa que faria testes clínicos de forma mais barata e rápida.Um teste de sangue seria feito não extraindo diversos tubos, mas com ume leve picada na ponta do dedo, por exemplo.Assim nasceu a Theranos, em 2003. Poucos meses depois da inauguração do empreendimento, Holmes largou a universidade, aos 19 anos de idade, para cuidar da empresa no porão de uma moradia estudantil.A dedicação de Holmes por mais de uma década rendeu frutos: a Theranos receu 92 milhões de dólares em investimentos de personalidades como Larry Ellison, da Oracle. Mesmo enfrentando problemas com parte da comunidade científica, a Theranos é avaliada em 9 bilhões de dólares, enquanto Elizabeth Holmes possui um patrimônio líquido de 4,5 bilhões de dólares.

6. Jack Ma

Jack Ma

Jack Ma (Twitter/Alibaba Group/Reprodução)

Você provavelmente conhece os sites Alibaba e Aliexpress, e talvez saiba que seu fundador se chama Jack Ma. Mas talvez não conheça quão peculiar é o bilionário chinês – e o quanto ele lutou para ser um empreendedor de sucesso.Apenas para começar, o então Ma Yun não teve uma carreira estudantil de destaque na escola. Ele tentou entrar em Harvard dez vezes – e foi rejeitado em todas. Então, foi para outra faculdade e resolveu procurar um emprego. Ma Yun se inscreveu em 30 vagas diferentes – e, novamente, foi rejeitado em todas (incluindo a rede de fast food KFC).Depois do trauma, Ma Yun adotou o nome Jack Ma e resolveu aprender inglês. Por nove anos, ia diariamente ao principal hotel da cidade para conversar e guiar os turistas, de graça.Ele também criou seu próprio negócio: o comércio eletrônico Alibaba. Mas o dinheiro demorou para chegar. Quando ia a restaurantes, ele conta que diversas vezes a conta já vinha paga, com uma nota: “eu ganhei muito dinheiro com o Alibaba, e eu sei que você não. Obrigado.”Com o tempo – e o grande boom da internet -, a situação de Jack Ma se inverteu. O IPO do grupo Alibaba, que foi um dos maiores da história e atingiu US$ 25 bilhões. O empreendedor se tornou um dos homens mais ricos da Ásia e do mundo, com uma fortuna avaliada pela Forbes em US$ 27,6 bilhões.

7. Jony Ive

Jony Ive

Jony Ive (Getty Images)

Se você quer realmente conhecer a história da Apple, precisa ir além da biografia de Steve Jobs. Quem é empreendedor e pretende focar em desenvolvimento de produto deveria conhecer também Jony Ive: o gênio por trás dos grandes sucessos da Apple.A colaboração do designer com Jobs produziria alguns dos mais desejados itens tecnológicos de todos os tempos — como o Mac, o iPod, o iPhone e o iPad. Ive sabe como unir beleza e funcionalidade em apenas um produto, e isso tornou a Apple uma das empresas mais valiosas do mundo.O inovador chegou à Apple no final da década de 90, e ficou conhecido por ser uma pessoa educada e tímida.Após os típicos atritos de entre Steve Jobs e seus funcionários, Ive acabou sendo reconhecido pelo fundador. A parceria foi intensa, e durou até o falecimento de Jobs. No funeral, Ive o chamou de “meu mais próximo e mais fiel amigo”. Já Jobs o chamava de “seu parceiro espiritual” dentro da empresa.“Minha intuição é boa, mas minha habilidade em articular o que sinto não era tão boa assim – e continua não sendo, para minha frustração. E é isso que é difícil, agora que o Steve não está aqui”, disse Ive à revista The New Yorker.

8. Konosuke Matsushita

Konosuke Matsushita, da Panasonic

Konosuke Matsushita (Panasonic/Reprodução)

Você talvez não conheça Konosuke Matsushita, mas já deve ter usado um dos eletrônicos que sua companhia produziu: a Panasonic.Antes de obter sucesso, porém, o empreendedor passou da riqueza herdada para a pobreza – e teve de construir seu próprio patrimônio, com muito trabalho.Matsushita teve uma infância abastada: sua família trabalhava com grandes plantações no interior de Wakayama, no Japão. Porém, uma desvalorização repentina das commodities fez com que os Matsushita empobrecessem, e o futuro empreendedor teve de arranjar seu primeiro emprego aos nove anos de idade, em uma loja de carvão de Osaka, em 1904. Depois, trabalhou em uma loja de bicicleta até os 15 anos de idade.Convencido de que o futuro estava na eletricidade, Matsushita se candidatou para um emprego na companhia Osaka Electric Light. Aos 22 anos de idade, se esforçava para convencer seu chefe de que tinha uma ótima ideia em mãos – uma tomada desenvolvida de forma inovadora. Mas não obteve resposta.Lembrando dos conselhos de seu pai sobre as vantagens de ser empreendedor, Matsushita largou seu emprego, em 1917, e montou sua própria loja em um pequeno alojamento: a Matsushita Electric.As vendas iam de mal a pior, e o empreendedor trabalhava para sobreviver. O negócio só não faliu porque recebeu um pedido inesperado, de mil unidades de placas com isolante para ventiladores elétricos.Matsushita conseguiu se mudar para um local maior e expandiu sua produção para outros produtos inovadores de eletricidade, desenhados por ele próprio. A Matsushita Electric surpreendeu o marcado, por exemplo, ao lançar lâmpadas para bicicleta que operavam por bateria, e não por velas ou querosene.A companhia, que mudou seu nome para Panasonic, se tornou conhecida por oferecer alta qualidade e preço baixo, firmando-se por décadas. Eventualmente, o negócio ficou conhecido por ser o maior do Japão no ramo de eletrônicos para consumo.

9. Michael Dell

Michael Dell, CEO da Dell

Michael Dell (Getty Images/Getty Images)

Você provavelmente já sabe que empresa Michael Dell criou: a gigante do hardware Dell. Mas sua história não é tão conhecida quanto a de outros colegas seus da tecnologia de computadores, como Bill Gates e Steve Jobs.Dell já se interessava por hardware durante o colégio, usando seu tempo livre para mexer em computadores. Porém, seus pais queriam que ele se tornasse um médico, segundo a Entrepreneur. Em 1983, Dell atendeu o pedido e virou um calouro na carreira de medicina da Universidade do Texas.No primeiro semestre, aproveitava o tempo fora das aulas para comprar computadores usados, reformá-los e revendê-los por um preço maior. Vendo as peças se acumularem no seu quarto, percebeu que era a hora de expandir a empresa.Seus pais ficaram furiosos, como era de se esperar. Então, Dell propôs um acordo: ele voltaria para o curso se as vendas durante o verão fossem ruins. Apenas no primeiro mês de operação, o empreendedor de 19 anos de idade vendeu 180 mil dólares em PCs. E nunca mais voltou à Universidade do Texas.O empreendedor teve uma ideia visionária: adotar um modelo de venda direta de computadores, em que ele mesmo comprava os componentes, montava os PCs e os vendia, com preços menores e desempenho maior do que a média pratica pelas grandes marcas.No primeiro ano de operação, a chamada PCs Limited vendeu 6 milhões de dólares em computadores. Poucos anos depois, mudou seu nome para Dell Computer Corp. Em 1992, Michael Dell se tornou o CEO mais jovem a entrar no ranking Fortune 500.“Você não precisa ser um gênio ou um visionário, ou nem mesmo alguém com pós-graduação, para ser bem sucedido. Você só precisa de um modelo de trabalho e um sonho”, defende o empreendedor.

10. Paul Allen

Paul Allen, co-fundador da Microsoft

Paul Allen (Getty Images)

Quem estudou um pouco mais a fundo a história da Microsoft certamente passou pelo nome Paul Allen: menos conhecido do que Bill Gates, o co-fundador da gigante dos computadores pessoais teve de sair da empresa após ser diagnosticado com Linfoma de Hodgkin – um câncer no sistema linfático.Allen se recuperou totalmente do linfoma, e não parou de criar novos projetos após sua carreira nba Microsoft. Segundo seu próprio site, Allen é um “filantropo, investidor, empreendedor, dono dos times Seahawks e Blazers, guitarrista, apoiador da neurociência, pioneiro do espaço e co-fundador da Microsoft.”Em termos de negócios, Allen criou uma nova startup: a Stratolaunch Systems, que pretende fazer o transporte aeroespacial mais acessível. Ele também possui um fundo de investimentos, chamado Vulcan.Além disso, Allen se interessa em projetos de ciência: ele fundou o Insituto Allen para a Ciência do Cérebro e o Instituto Allen para a Inteligência Artificial.A filantropia é outra uma grande causa de Allen: segundo a Forbes, ele já doou mais de 2 bilhões de dólares até hoje. A maioria do dinheiro costuma ir para questões globais, como preservação das espécies. A Paul G. Allen Family Foundation vai na mesma linha e investe em projetos inovadores para resolver “problemas de grande escala”.Alguns fatos curiosos, elencados pelo Business Insider: Allen coleciona aviões militares da Segunda Guerra Mundial; possui uma grande coleção de arte e negocia seus quadros em leilões; abriu dois museus – um sobre ficção científica e outro sobre o guitarrista Jimi Hendrix; e gosta tanto de música que tem uma banda, chamada “The Underthinkers”, na qual ele é o guitarrista.Em 2009, foi diagnosticado com outro câncer do sistema linfático – e, mais uma vez, superou a doença.Fonte: Exame

7 TENDÊNCIAS DO MERCADO DE APLICATIVOS

Conheça as novidades e os segmentos com maior potencial de sucesso em 2017

aplicativo, celular (Foto: Pexels)
O mercado de aplicativos é um dos mais atraentes para empreendedores iniciantes. Afinal, somente no Brasil, há 168 milhões de smartphones, de acordo com dados de 2016 da Fundação Getulio Vargas (FGV).Para Cláudio Carvajal, coordenador dos cursos de gestão de TI e de administração da Fiap, o setor de aplicativos tem oportunidades interessantes para empreendedores. “É possível oferecer soluções para consumidores, para outras empresas e para o poder público”, afirma o professor. Conheça as tendências do mercado de apps.1. Vendas omnichannel Segundo Carvajal, a experiência de compra de usuários de smartphones se caracteriza por uma mescla entre o mundo físico e o mundo virtual. Um consumidor pode, por exemplo, reservar um produto pela internet e buscá-lo na loja. Essa experiência omnichannel (multicanal) surge como oportunidade de negócio para empreendedores. “É possível levar etapas de uma compra para o aplicativo ou até mesmo antecipar a compra pelo smartphone. Uma boa ideia é oferecer soluções do tipo a empresas que já existem”, afirma Carvajal.2. Inteligência artificial Outra novidade é a inteligência artificial, mais exatamente os softwares de atendimento ao cliente e assistente pessoais. “O uso desses robôs deve se tornar mais frequente nos próximos anos”, diz o professor.3. Internet das coisas Produtos do dia a dia, como eletrodomésticos e meio de transporte, que podem ser conectados à internet são outra tendência. Ainda que a internet das coisas não esteja diretamente relacionada aos smartphones, a transformação desses itens em dispositivos inteligentes deve estar no radar de empreendedores da tecnologia, de acordo com o professor.4. Realidade virtual e aumentada As duas novidades, ainda que mais relacionadas ao setor dos games, podem ser interessantes para mercados como o varejo. É possível, por exemplo, usar o smartphone para visualizar como um móvel ficaria em um determinado ambiente. “Tanto a realidade virtual quanto a realidade aumentada podem mudar a experiência de compra dos usuários. Vale a pena criar produtos com base nessas tecnologias”, diz Carvajal.6. Empreendedorismo social Outro segmento que ganha força é o de aplicativos que resolvem problemas sociais. Há plataformas que informam onde estão os ônibus ou que servem para relatar problemas de uma cidade, por exemplo. Carvajal afirma que tais aplicativos têm um desafio de monetização maior, pois a população tem uma maior resistência em pagar por eles. “No entanto, o poder público pode se interessar pela solução e pagar por ela”, diz.6. Plataformas de desenvolvimento Uma dica do professor a quem deseja desenvolver um aplicativo, mas não tem conhecimentos de programação, é o uso de sites de desenvolvimento. Carvajal recomenda dois serviços: a Fábrica de Aplicativos e o Microsoft PowerApp. “As plataformas estão cada vez mais sofisticadas. Além disso, passam uma mensagem de empoderamento, de que todos podem criar um aplicativo.”7. Mercados aquecidos De acordo com Carvajal, há alguns setores da economia que têm mais potencial de crescimento para empreendedores do mercado de aplicativos. “As áreas da saúde, transporte, educação, varejo e finanças têm boas perspectivas”, afirma o professor.Fonte: PEGN

7 DICAS PARA QUEM QUER MONTAR UM E-COMMERCE

Setor terá espaço-modelo na Feira do Empreendedor; Sebrae-SP espera receber 15 mil visitantes somente nessa área

E-commerce brasileiro cresceu 8% em 2016 (Foto: Pexels)
O último ano foi bom para o comércio eletrônico brasileiro. Enquanto o varejo em geral amargou retrações, as vendas nas lojas online tiveram crescimento de 8% em 2016, segundo dados da Ebit. Para Diego Smorigo, consultor do Sebrae-SP, 2017 deve ser ainda melhor. “O e-commerce é um mercado sem fronteiras. Cada vez mais, as empresas estão adotando o serviço como uma alternativa de canal de vendas”, afirma. De olho nesta tendência, o Sebrae-SP estreia na Feira do Empreendedor deste ano, que acontece entre os dias 18 e 21 de fevereiro, no Pavilhão do Anhembi, em São Paulo, um espaço-modelo para o e-commerce. A área será voltada para todos os visitantes que estão pensando em investir neste tipo de negócio.O ambiente funcionará como um “grande notebook aberto”, onde empreendedores que atuam com e-commerce contarão suas histórias por meio de videoconferências, enquanto interagem com os consultores do Sebrae-SP. A proposta é detalhar toda a trajetória empreendedora, desde a concepção da ideia até as principais dificuldades enfrentadas pelo negócio. As apresentações devem durar de 20 a 30 minutos e o espaço tem capacidade para receber 150 visitantes por sessão. São esperadas 15 mil pessoas ao todo, durante os quatro dias de evento.A estimativa é quase quatro vezes maior do que a dos outros espaços-modelo, que esperam receber até 4 mil visitantes ao longo do evento. Para o consultor do Sebrae-SP, a novidade deve atrair mais pessoas porque o e-commerce é o único capaz de alavancar diretamente todos os setores representados na feira. “O comércio eletrônico serve para qualquer tipo de negócio, desde as oficinas mecânicas, que podem agendar serviços, até os salões de beleza, que vendem produtos por meio do seu site”, diz Smorigo.O consultor listou uma série de dicas e recomendações para quem está pensando em investir e se destacar no segmento.1. É preciso convencer o cliente Quem está pensando em investir em um e-commerce precisa entender que o modelo de venda, se comparado ao da loja física, é muito diferente. No ponto tradicional, o processo todo é auxiliado pelo vendedor, que é responsável por influenciar os consumidores no momento de decisão. Já no mundo virtual, o empreendedor não pode contar com essa “força” na hora da venda. Por isso, Smorigo indica: a plataforma deve ser montada para agradar o público-alvo, com layout e linguagem que tenham a ver com essas pessoas. Dessa forma, fica mais fácil conquistar quem compra online – mesmo quem usa as lojas físicas para testar os produtos. “Há quem teste o produto na loja e realize a compra na hora, pelo celular. Se a sua plataforma oferecer uma boa experiência, as chances de você conquistar aquela compra aumentam.”2. Entrega rápida faz diferença Outro fator que pesa contra os comércios eletrônicos é o imediatismo. Para alguns clientes, a conveniência de levar o produto para casa na hora conta mais que os descontos do e-commerce. Por isso, o consultor do Sebrae-SP indica que o site ofereça modelos de entrega rápida. Assim, será mais competitivo em relação às lojas físicas.3. Força na capacitação Escolher o produto, definir o cliente e desenvolver um modelo de negócio. Quem quer abrir um e-commerce precisa ter esses fatores delimitados. Além disso, não basta ter expertise somente na área de marketing, por exemplo. “O empreendedor deve identificar com antecedência as áreas em que mais falha”, diz o consultor. Por isso, ele indica que o empreendedor procure o Sebrae-SP na Feira do Empreendedor. Além do espaço-modelo, os visitantes poderão se reunir com consultores e obter capacitação em outras áreas. “A ideia é dar todo o suporte possível para quem está pensando em abrir um e-commerce”, afirma.4. Não é tão simples quanto parece Existem no mercado plataformas prontas de comércio eletrônico. No entanto, fazer esse tipo de negócio dar certo está longe de ser uma missão simples. “Quem começa um e-commerce sem o planejamento necessário fatalmente vai fechar em pouco tempo”, diz o consultor do Sebrae-SP. Segundo o especialista, empresários que já têm lojas físicas costumam cometer esse erro. “Ele precisa saber que o mundo virtual possui suas próprias nuances. É uma operação completamente diferente, que exige muito estudo e planejamento”, diz.5. Cuidado na transição Se o empreendedor possui um negócio tradicional, ele já deve ter desenvolvido uma operação logística. Talvez tenha também um software de gestão e um bom conhecimento de mercado. Essa estrutura será útil na transição da empresa para o comércio eletrônico. Segundo Smorigo, nessa hora, o empreendedor terá de investir no site, incluindo conteúdo e boas fotos dos produtos. O consultor também faz um alerta: cuidado com a gestão de estoque. Como há duas operações para o empresário gerenciar – a física e a online –, o acompanhamento do inventário fica mais complexo. Se o item acaba no estoque, não pode continuar disponível no e-commerce.6. Procure se destacar Os grandes players são pouco especializados. Muitos têm se transformado em grandes marketplaces, contando com a operação de diversas lojas dentro de um grande agregador. Por isso, a empresa menor ou iniciante pode focar em nichos. Quando o negócio se identifica com um público específico e o fideliza, ganha destaque no mercado. “Há quem possa achar a segmentação um limitador, mas essa estratégia se mostra mais assertiva”, diz Smorigo. Outra dica é investir em marketing digital, como AdWords do Google e Facebook. Essas ações geram engajamento entre os clientes e a sua loja. “É um esforço de mídia que, no meio online, traz muito retorno.”7. É um setor em alta Com o aumento da confiança das pessoas em realizar transações online, o e-commerce vem ganhando cada vez mais força. Para Diego Smorigo, é um mercado sem fronteiras, com muito a crescer no país ainda. “Antes a pessoa tinha receio de colocar os dados do seu cartão de crédito em um e-commerce, por exemplo. Isso está mudando porque as empresas têm passado segurança.” Outro fator que ajuda o comércio eletrônico é o desenvolvimento de plataformas para os smartphones. “Dessa forma, todo mundo pode andar com seu produto no bolso. Teremos um crescimento exponencial nos próximos anos”, afirma o consultor.Fonte: PEGN

Como as redes sociais mudaram a moda

As redes sociais mudaram a industria da moda.Assista ao vídeo que aborda o universo da nova democratização do mundo da moda.https://youtu.be/F4QSNoe0We4Fonte: Mundo SA

13 startups brasileiras que fizeram a diferença em 2016

Especialistas listam para EXAME.com alguns negócios inovadores brasileiros que se destacaram neste ano.

São Paulo – A recessão econômica que marcou o ano de 2016 trouxe dificuldades para muitas empresas – incluindo os pequenos e médios empreendimentos. Porém, alguns negócios conseguiram crescer justamente quando os mais tradicionais passavam por uma reflexão de estratégia: as startups.
Segundo quatro especialistas consultados por EXAME.com, é fato que o ecossistema de empreendimentos inovadores cresceu neste ano. Ainda que o tamanho dessa ampliação não seja um consenso – para alguns ela é tímida, enquanto para outros foi significativa -, há alguns movimentos que apontam uma melhora para o ambiente de startups.
A primeira grande tendência foi o interesse das grandes corporações nos pequenos negócios inovadores. “A entrada das gigantes no ecossistema de startups ajudou os negócios a captarem mais recursos e a se financiarem, seja por meio de acelerações e investimentos ou pela compra de projetos”, afirma Bruno Rondani, do Movimento 100 Open Startups. “Por outro lado, o governo ficou de fora desse movimento. Faltou investimento público em 2016.”Ana Fontes, idealizadora da Rede Mulher Empreendedora, também destacou a entrada de grandes empresas no ecossistema. “Isso ajuda o ambiente de startups a evoluir, mesmo em um ano instável como esse. Por exemplo, a Visa fechou uma parceria com o Startup Farm; a Telefônica está dando apoio por sua aceleradora, a Wayra; e o Bradesco fez sua segunda edição do programa Inovabra.”Outra tendência de 2016 é a descentralização: há mais empresas inovadoras surgindo fora do eixo Rio de Janeiro-São Paulo. “Isso é muito importante para o desenvolvimento da economia do país como um todo. Vimos isso acontecer principalmente em cidades como Belo Horizonte, Florianópolis e Recife neste ano”, explica Caíque Pegurier, mentor Endeavor, coordenador de MBA na Inova Business School e CEO da Wide Desenvolvimento Humano.“Também vimos startups com reais inovações tecnológicas, e não apenas negócios com mudanças marginais em relação a empreendimentos já existentes. Estamos entrando para valer no desenvolvimento de tecnologia, com negócios disruptivos.”A última tendência destacada pelos especialistas é a popularização dos negócios inovadores – mesmo que a maioria ainda não os conheça como “startups.”“Vimos startups brasileiras se destacando e saindo do grupinho dos especialistas no tema. Hoje, vemos pessoas falando de negócios como o Nubank com naturalidade, sem nem saber que ele é uma startup. Para mim, é um sinal de maturidade do mercado”, explica Pedro Waengertner, da aceleradora ACE.Quais foram as startups que souberam aproveitar melhor os movimentos trazidos por 2016? Veja, a seguir, 15 negócios brasileiros inovadores, que fizeram a diferença:

1. Contabilizei

Fabio Bacarin e Vitor Torres, da Contabilizei

Fabio Bacarin e Vitor Torres, da Contabilizei (Divulgação)

A Contabilizei é uma plataforma de contabilidade para micro e pequenas empresas, administrada de forma completamente online e com simplicidade, por meio da computação em nuvem.“A startup está dentro do movimento das fintechs e provavelmente já é a maior empresa de contabilidade do país, em número de clientes”, explica Pegurier. “Em apenas três anos de atividade, esse é um resultado surpreendente.”A startup, diz o mentor, representa um dos negócios inovadores de destaque que se desenvolveu fora do eixo Rio de Janeiro-São Paulo: ela é do Paraná. Além disso, ajudou seus clientes a economizarem 25 milhões de reais neste ano, apenas pela maior eficiência contábil.A Contabilizei já havia atraído grandes investidores no passado – como o fundo KaszeK Ventures. Este ano, recebeu um novo aporte, liderado pelo e.Bricks Ventures. Outros participantes do investimento foram novamente a KaszeK e o fundo internacional Endeavor Catalyst.

2. Dr. Cuco

Reprodução de telas do aplicativo Dr. Cuco

Reprodução de telas do aplicativo Dr. Cuco (Reprodução)

O Dr. Cuco é um aplicativo que funciona como uma “enfermeira digital”: por meio da ferramenta, é possível receber lembretes de medicamentos para doenças como colesterol alto, diabetes e hipertensão, por exemplo. Além de poder criar manualmente seus alarmes, o app permite receber automaticamente a prescrição feita por seu médico, já convertida em lembretes (peça ao seu médico para integrar-se ao Dr. CUCO).Em breve, os usuários poderão compartilhar seu tratamento com familiares e cuidadores, além de receber benefícios pelo tratamento realizado de maneira correta.“Essa solução tem o potencial de reduzir muito a taxa de desistência de tratamentos, o que reduz os custos do setor de saúde também”, explica Rondani. “É um negócio que tomará ainda mais força com o progressivo envelhecimento da população.”O criador do 100 Open Startups destaca que a empresa fechou este ano parcerias com grandes players do mercado de saúde, como o HCor (Hospital do Coração).O Dr. Cuco também foi escolhido como uma das dez startups mais sexy no evento de Rondani, a partir da opinião de 50 grandes empresas e dezenas de investidores. Por fim, a startup foi vencedora do Concurso de Planos de Negócios para Universitários do SEBRAE/SC, na categoria Negócios Digitais.O Dr. Cuco já recebeu um investimento-anjo e hoje está no Cubo, espaço para startups do banco Itaú Unibanco.

3. Me Passa Aí

Tela do site Me Passa Aí

Tela do site Me Passa Aí (Reprodução)

A Me Passa Aí se autodescreve como uma espécie de “Netflix dos estudos universitários”: os estudantes assinam o serviço e acessam videoaulas produzidas por alunos que se destacam, com posterior certificação por professores. O negócio começou em 2014 e tem 25 mil usuários cadastrados.Rondani destaca que o negócio passou este ano por um processo de investimento que pode se popularizar nos próximos anos: o equity crowdfunding. Por meio dele, pessoas físicas podem dar dinheiro a uma startup em troca de participação do negócio. No caso da Me Passa Aí, 250 mil reais foram arrecadados em troca de 12,5% de participação societária, diluída em 54 investimentos.

4. Exact Sales

Smartphone com informações sobre a Exact Sales

Smartphone com informações sobre a Exact Sales (Reprodução)

A Exact Sales é uma startup que desenvolveu uma metodologia e um software para gerar eficiência especificamente em vendas complexas.Com um ano e meio de vida, o negócio já atende mais de 500 clientes e faturou 2,1 milhões de reais no primeiro semestre de 2016.Neste ano, o negócio conquistou sua segunda rodada de investimentos. O aporte foi realizado pelo fundo CVentures, no valor de 4 milhões de reais. O valuation é seis vezes maior do que o do primeiro investimento, feito no ano passado.“O que me impressiona é eles chegarem tão rápido neste porte de negócio. Eles conseguem esse resultado atingindo um grande problema das empresas brasileiras: as vendas”, diz Waengertner, da ACE. “Em 2016, eles provaram que já saíram do estágio de startup iniciante, entrando em uma faixa de maior peso.”Vale lembrar que a Exact Sales também está fora do eixo Rio de Janeiro-São Paulo, como a Contabilizei: ela foi fundada em Santa Catarina.

5. GuiaBolso

Thiago Alvarez e Benjamin Gleason, sócios fundadores do GuiaBolso

Thiago Alvarez e Benjamin Gleason, sócios fundadores do GuiaBolso (Divulgação)

O GuiaBolso é um aplicativo que promete melhorar a saúde financeira do brasileiro. A startup aposta na simplicidade da experiência do usuário como diferencial: além de ser gratuito, o app exporta e categoriza automaticamente todos as receitas e despesas da conta bancária do cliente.“O negócio já tem três milhões de usuários e diz que ajudaram seus usuários a economizarem mais de 200 milhões de reais este ano”, afirma Pegurier. “Eles resolveram uma dor enorme, por meio do desenvolvimento tecnológico de uma boa UX [experiência do usuário]. Isso gerou o boca a boca, que se transformou em sucesso para a startup.”A ideia chamou a atenção até mesmo do Banco Mundial em 2016. Em maio, a International Finance Corporation (IFC), ligada ao banco, e outros investidores dos fundos Kaszek Ventures, Ribbit Capital e QED Investors aportaram 60 milhões de reais no negócio.Pegurier analisa que o próximo passo do GuiaBolso será o oferecimento de serviços financeiros, o que poderá dar trabalho até para os grandes bancos – algo em que as fintechs já são especialistas.

6. In Loco Media

André Ferraz, CEO da In Loco Media

André Ferraz, CEO da In Loco Media (Divulgação)

A startup pernambucana In Loco Media é um exemplo de inovação disruptiva, segundo Pegurier. O negócio, lançado dentro de uma universidade de Recife, desenvolveu uma tecnologia de geolocalização mais preciso que o GPS – útil principalmente em ambientes internos.O negócio está presente na América Latina, nos Estados Unidos e na Europa e já rastreou mais de 15 milhões de estabelecimentos, diz o mentor. Seu foco é oferecer um serviço de publicidade digital hipersegmentada para empresas.“Uma montadora de veículos pode fazer publicidade específica para pessoas que já estão dentro de suas concessionárias, ou uma universidade consegue lançar publicidade para quem está perto da instituição, por exemplo.”O negócio tem hoje 50 milhões de usuários ativos e trabalha com grandes empresas, como Claro, Coca-Cola, Fiat, LG, Lojas Americanas, Natura e Nestlé.

7. Love Mondays

Luciana Caletti, do Love Mondays

Luciana Caletti, do Love Mondays (Fabiano Accorsi/VOCÊ S/A)

O Love Mondays, lançado em 2014, ajuda profissionais a conhecer 75.000 empresas e candidatar-se a vagas. Ana Fontes, da Rede Mulher Empreendedora, destaca que é uma startup liderada por uma mulher – Luciana Caletti – e que conseguiu obter êxito com pouco tempo de vida.O principal marco da empresa neste ano foi sua venda para o negócio que os inspirou: o portal Glassdoor. O valor da transação não foi divulgado. “O exit foi um marco importante principalmente no modelo que foi feito: a Luciana continua na operação e na liderança.”

8. Méliuz

Ofli Guimarães e Israel Salmen, fundadores do Méliuz

Ofli Guimarães e Israel Salmen, fundadores do Méliuz (Divulgação)

A Méliuz é um programa de fidelidade que, em vez de dar pontos, devolve parte do seu dinheiro direto na conta.Criada em 2011, a startup vem crescendo exponencialmente: segundo a empresa, 23 milhões de reais já foram repassados às contas bancárias de seus usuários.“Eles estão de fato fazendo diferença no seu setor, que é um mercado bastante novo ainda”, explica Ana Fontes. “Os fundadores foram selecionados como mentores da Endeavor e a Méliuz está bem cotada, com vários prêmios.”O maior deles foi o de startup do ano, no prêmio Startup Awards 2016. No final de 2015, o negócio já havia conquistado um aporte do investidor francês Fabrice Grinda, um dos criadores da OLX. O valor do investimento não foi divulgado.

9. Movile

Fabricio Bloisi, presidente da Movile, dona do iFood

Fabricio Bloisi, presidente da Movile (Forbes Brasil/Divulgação)

A Movile é uma das maiores startups do Brasil. A empresa paulista de conteúdo para celulares responsável por aplicativos como iFood e PlayKids é o negócio mais cotado para se tornar o primeiro unicórnio brasileiro – negócios avaliados em um bilhão de dólares (ou mais).“O FabrIcio Bloisi, da Movile, é um empreendedor de primeira linha. A Movile entra em setores muito competitivos – o iFood disputa agora com negócios como o UberEats, por exemplo – e se destaca, mesmo fora do país”, explica Waengertner, da ACE. “Essa agressividade e essa urgência torna a Movile um grande exemplo brasileiro de empreendedorismo.”

10. Nubank

Aplicativo do Nubank no celular

Aplicativo do Nubank no celular (Nubank/Divulgação)

O Nubank é provavelmente a startup mais popular de 2016: seu nome não saiu da boca dos brasileiros, o que gerou uma fila de sete milhões de pessoais querendo o cartão de crédito da marca – administrado totalmente online e sem taxa de administração.A ameaça de fechamento por conta de uma medida do Banco Central, divulgada há poucos dias, só confirmou o interesse dos brasileiros pelo “roxinho”, apelido do cartão da fintech.“O Nubank se destaca por estar lutando contra gigante e por estar trazendo um nível de qualidade Vale do Silício ao Brasil: a gente sente isso quando visita o negócio, quando conversa com os clientes e com os funcionários e quando colocam o Brasil no alvo de muitos investidores que nunca investiriam em negócios do país antes”, explica Pedro Waengertner, da ACE.“É uma startup de um setor que anda muito popular – as fintechs – e são o exemplo de maior sucesso nesse mercado, cheio de grandes players e super regulamentado”, completa Ana Fontes, da Rede Mulher Empreendedora. “Não deixo de destacar que uma mulher compõe a liderança: a Cristina Junqueira.”Em 2016, o negócio conseguiu o maior investimento da sua história, de série D. Desta vez, o valor do investimento foi de US$ 80 milhões (aproximadamente R$ 276 milhões, pela cotação atual). Até hoje, o Nubank já arrecadou mais de 600 milhões de reais nas cinco rodadas de investimentos acumuladas. Muitos colocam a startup no mesmo grupo da Movile: o de futuros unicórnios brasileiros.

11. Resultados Digitais

Escritório da Resultados Digitais

Escritório da Resultados Digitais (Mar Santos/Divulgação)

A Resultados Digitais foi criada em 2011, explorando um mercado que ainda não existia no Brasil: o de automação de marketing digital.Para obter sucesso, trabalhou para convencer os brasileiros de que era preciso investir na atração de consumidores pela internet. Seu evento de marketing digital, o RD Summit, recebeu em 2016 mais de cinco mil visitantes.“Eles dominam um setor que eles mesmo criaram, estão exportando e seus criadores viraram mentores da Endeavor. É uma startup para ficar de olho”, diz Ana Fontes.Ela também destaca o aporte recebido pela RD neste ano: um investimento série C, no valor de 62 milhões de reais. A injeção de capital foi capitaneada pelo fundo TPG Growth, que já investiu em empresas como Airbnb, Uber e Spotify. Outros investidores foram Redpoint eventures, Endeavor Catalyst e DGF Investimentos.Já Pedro Waengertnet, da ACE, destaca a gestão do negócio. “A equipe tem um nível de execução próximo das empresas do Vale – especialmente na maneira como eles pensam o desenvolvimento do produto e a área comercial. Além de atraírem os principais investidores brasileiros, atraíram fundos americanos neste ano. São um exemplo de empresa de tecnologia no Brasil.”Ao todo, a Resultados Digitais já recebeu R$ 83 milhões em aportes e possui 380 funcionários na sua equipe.

12. Sympla

Equipe da startup Sympla, escolhida como a melhor de 2015

Equipe da startup Sympla (Divulgação)

Fundada em 2012, a Sympla é uma plataforma inteligente para venda e gestão de ingressos e inscrições. O negócio é voltado para produtores de eventos de pequeno e médio porte e já totalizou mais de 75 mil eventos feitos pela plataforma.A Sympla foi considerada melhor startup do ano de 2015 pelo Spark Awards. Neste ano, o negócio recebeu um aporte de 13 milhões de reais, liderado pela Movile.“É uma startup bem mineira. Sem fazer muito alarde, mas trabalhando muito e de forma focada, está crescendo muito. Em 2017, pretende faturar 250 milhões”, ressalta Fontes.“A Sympla teve uma trajetória muita agressiva, cercada de mentores bons e parceiros bons, como a Movile. Eles crescem de forma sólida e logo sairão do patamar de pequena e média empresa”, analisa Waengertner.  “O negócio também acabou de comprar uma startup acelerada por nós e que era concorrente deles, a Eventick.”

13. VivaReal

Brian Requarth, criador do VivaReal

Brian Requarth, criador do VivaReal (Germano Lüders/Revista EXAME)

O VivaReal é uma startup criada em 2009 para bater de frente com outros portais de imóveis do país: o marketplace conecta compradores com vendedores e alugadores de residências.Hoje, são mais de 4,5 milhões de casas ou apartamentos dentro do site. O negócio também já acumulou 245 milhões de reais em investimento.Junto com as startups GuiaBolso e Nubank, o VivaReal foi considerado uma das empresas brasileiras mais inovadoras ao transformar a relação das pessoas com o dinheiro, segundo a consultoria KPMG e a investidora em fintechs H2 Ventures.“É um negócio feito por um empreendedor americano que veio ao Brasil sem conhecer ninguém e criou uma empresa que desafia portais de imóveis já estabelecidos há anos”, explica Waengertner, da ACE. “Ele encara esses concorrentes de forma eficiente e atraiu grandes investidores ao Brasil. É muito parecido com o Nubank, nesse sentido.”Fonte: PEGN

EMPRESAS DE TECNOLOGIA APOSTAM EM CAIXAS DE SOM COMO ASSISTENTES PESSOAIS

Setor busca soluções para expandir o alcance dessas ferramentas

Recebido com desconfiança pelo mercado no final de 2014, Echo tornou-se uma das principais apostas da Amazon (Foto: Reprodução )
Uma das apostas da empresa para expandir o alcance dos assistentes pessoais são as caixas de som conectadas, que vem com assistente pessoal embutido. A ideia é que esses dispositivos se tornem o “coração” da casa inteligente. É o caso do Echo, desenvolvido pela Amazon e que vem com a assistente pessoal Alexa; e do Google Home, que permite acessar o Assistant.“A Amazon e o Google querem que a gente espalhe as caixinhas de som com os assistentes pessoais pela casa inteira”, afirma o professor de comunicação digital da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS), Eduardo Pellanda. “A ideia é que você consiga falar com a Alexa, da Amazon, ou com o Assistant, do Google, de qualquer lugar.”Para a consultoria Gartner, esses dispositivos devem fazer sucesso nos próximos anos – nos EUA, o Amazon Echo chegou a esgotar nos dias que antecedem o Natal neste ano. Isso deve gerar um mercado de, pelo menos, US$ 2,1 bilhões até 2020. De acordo com a consultoria, um quarto das famílias deve ter mais de um dispositivo como esse espalhado pela casa.“As pessoas usarão cada vez mais os assistentes pessoais”, diz a diretora de pesquisas da Gartner, Jessica Elkhom. “Mas é preciso ter banda larga rápida e aparelhos com preço acessível.”
Fonte: PEGN

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