Projeto Leitor Usado prevê recompra de maquininhas de cartões usadas

MAquininha
O Grupo Transire, fabricante dos produtos Pax no Brasil, lança o Transire Hub, núcleo de inovação que visa incentivar startups a desenvolver soluções e iniciativas pioneiras para o segmento. O primeiro projeto apoiado pela companhia tem como objetivo proporcionar o descarte correto a dispositivos não utilizados por comerciantes e subadquirentes.
A campanha “Leitor Usado”, criada pela startup 8POS em parceria com a Pax, irá coletar todos os equipamentos por meio da plataforma de e-commerce www.leitorusado.com.br. Com foco na redução do lixo eletrônico, a iniciativa é válida para os modelos D180, D200 e D210. Para participar, é necessário que o proprietário do dispositivo se cadastre no site, que será avaliado pelo laboratório do Leitor Usado, no prazo de até três dias úteis. Além de pagar pela maquininha, o projeto responsabiliza-se pelos custos do envio.Segundo o diretor de Novos Negócios do Grupo, Linconl Rocha, apoiar projetos como o Leitor Usado corresponde à visão de negócios do Grupo Transire de criar produtos e soluções alinhados a práticas socioambientais. “A campanha integra nosso programa de inovação e compromisso com a sustentabilidade. Fomos pioneiros em produzir, no Brasil, equipamentos sem emissão de papel. Não por acaso, esse é o primeiro projeto a ser selecionado e apoiado em nosso hub”, afirma o executivo.De acordo com o CEO do Grupo, Gilberto Novaes, a companhia tem buscado incentivar e viabilizar iniciativas como a do Leitor Usado, proporcionando oportunidades de crescimento e inclusão a startups do mercado de Fintech. “Valorizar e apoiar novos empreendedores, independentemente do seu porte, faz parte de nossa filosofia. Acreditamos no potencial de inovação e crescimento de pequenos empresários que estão iniciando seu negócio, por isso, continuaremos dando suporte a projetos que visam incluir e empoderar”, destaca Novaes.Fonte: Empreendedor

CRIMES E GASTOS COM SEGURANÇA CONSOMEM R$ 130 BILHÕES POR ANO DAS EMPRESAS

Montante equivale a mais de 14 vezes o orçamento empenhado este ano para a segurança no Rio

camera; monitoramento; segurança (Foto: ThinkStock)
No momento em que o país tenta a todo custo atrair investimentos para voltar a crescer, os empresários fazem contas para ver se o “custo Brasil” compensa as apostas no país. Nas planilhas, não estão apenas os famosos gastos com infraestrutura precária ou burocracia. As constantes cenas de violência e a sensação de falta de segurança pesam cada vez mais na decisão. Não é para menos. Um estudo da Confederação Nacional da Indústria (CNI), feito a pedido do GLOBO, mostra que crimes violentos e a escalada dos gastos com segurança privada consomem pelo menos R$ 130 bilhões das empresas brasileiras por ano: dinheiro que poderia aumentar a produção. O seu desperdício torna o produto brasileiro mais caro e, consequentemente, menos competitivo.O montante equivale a mais de 14 vezes o orçamento empenhado este ano para a segurança no Estado do Rio, de R$ 8,8 bilhões.Episódios recentes da crise de segurança pública no Rio, como os que ocorreram no último fim de semana, com a queda do helicóptero na Avenida Ayrton Senna, que resultou na morte de quatro policiais militares, e o resgate por familiares de sete corpos na Cidade de Deus resultaram numa multiplicação de boatos em redes sociais que assustaram a população.Eventos como estes também têm implicações econômicas, à medida que amedrontam empresários interessados em instalar ou aumentar a produção do Brasil. O que poderia ser o timing ideal para aproveitar a crise e ganhar mercado, torna-se uma prova de resistência do empresariado, que viu os custos crescerem e o lucro cair na atual recessão.É o caso da empresária Sandra Maia, representante de uma fábrica de móveis. Seu galpão com showroom e estoque fica no Setor de Indústria de Brasília, ao lado do centro de progressão penitenciária, que abriga condenados pela Justiça. Ela diz que a área é perigosa no fim do dia, quando cai o movimento. Não são poucas as histórias de furtos.Mesmo assim, por causa da crise, dispensou o segurança e passou a fechar a loja duas horas mais cedo: impreterivelmente às 18 horas. Para não perder venda, até pode passar um pouco do horário, mas sempre com as portas cerradas.Sandra não conseguia mais arcar com um segurança. Por isso, permaneceu apenas com o circuito interno de câmeras, do alarme e do monitoramento. Isso corresponde a 2% do faturamento da empresa. "É uma realidade triste do país. A gente tem de cuidar do que o Estado não cuida" resume.Escolta armada, câmera e segurança Seu lamento só não é maior, porque não há preocupação com o roubo de cargas. Afinal, brinca a empresária, ninguém vai querer roubar um monte de madeira cortada sob encomenda. Não é o caso da indústria de telecomunicações, que sofre com o furto de cargas de cabos de cobre. Até mesmo os que já foram enterrados são roubados.Apenas com esse tipo de ocorrência, o setor perde R$ 320 milhões por ano. Parte dos 4 milhões de metros de cabos roubados vai parar em lixões, como o de Brasília, onde são derretidos e revendidos. Segundo o SindiTelebrasil, com esse valor seria possível a instalação de mais de 640 antenas de telefonia celular no país. Para evitar perdas assim, a saída é recorrer à escolta armada, contratar segurança, comprar câmeras e aderir ao monitoramento."Isso é um problema sério na atração de investimento. É o mesmo efeito da burocracia. Faz com que eu pegue recursos que deveriam ir para a produção e direcione para a segurança, que não é a atividade-fim", avalia o gerente executivo de Pesquisa e Competitividade da CNI, Renato da Fonseca. "É um tema que vem aparecendo nas reuniões com empresários. Ainda mais neste momento de atração de investimentos".Alguns setores tiveram mais sorte, como o de tecnologia da informação. Por causa dos recentes avanços tecnológicos, o empresário pernambucano Patrick Gouy conseguiu cortar as despesas com segurança, que consumiam 3% do faturamento da empresa, no Porto Digital do Recife. Atualmente, os gastos são considerados residuais, porque o parque de servidores foi vendido. Agora, todos os dados dos clientes, que compram software de administração de pessoal, ficam na nuvem. Isso poupa cerca de R$ 30 mil mensais com seguranças particulares e seguros: dinheiro suficiente para contratar três novos desenvolvedores, o que aumentou em 10% a produtividade da companhia."A gente não gasta mais com um backup, segurança e seguro dos servidores. A tecnologia ajudou muito" afirma Patrick. "É bem diferente de outros setores. Nossa situação não se compara com a de um amigo que tinha uma transportadora, dependia de escolta armada e decidiu até sair do negócio."Vandalismo e roubo de carga Segundo o estudo da CNI, entre 2010 e 2015, o número de ocorrências de roubo e furto de carga no Brasil cresceu 64%. Esse é um dos principais pesos para as empresas, que também perdem com o vandalismo. Para medir o quanto o custo da falta de segurança pública pesa na contabilidade das empresas, os economistas da CNI cruzaram dados de uma pesquisa do Banco Mundial — que mostra que 4,2% do faturamento anual de empresas não-agrícolas são usados para cobrir os custos com segurança e perdas com roubo e vandalismo — com informações do IBGE. Assim, chegou ao valor de R$ 130 bilhões anuais."Isso tudo é custo Brasil. É um gasto de Estado que a iniciativa privada tem de fazer. É um custo significativo para as empresas, que reflete a incapacidade do Estado de prover um bem básico", argumenta o economista-chefe da corretora Gradual, André Perfeito. "É um custo de transação, que não gera valor."Além de uma análise do quadro de insegurança, a CNI usou números de uma outra pesquisa para ilustrar a piora do Brasil nos últimos anos. Segundo um levantamento do World Economic Forum, os custos para as empresas do crime e da violência são elevados há quase uma década. Desde 2006, início da série histórica, o país está entre os 25% com pior desempenho no ranking mundial do indicador. Entre 2012 e 2015, o indicador caiu de 3,48 para 2,87 (em uma escala de 1 a 7)."A grande empresa não tem o que fazer e mantém o gasto com segurança. A pequena até corta e passa a correr risco, mas o gasto não diminui porque aumentam as ocorrências com roubo de carga e vandalismo", ressalta Renato da Fonseca, da CNI, que lembra que a crise atual, por si só, agrava o cenário de violência.Com menos emprego e renda, a população passa a recorrer ao mercado informal. Esse mercado ainda é abastecido por cargas roubadas: "Não é o trabalhador que perdeu o emprego e começa a assaltar. São os consumidores se voltando para mercadorias mais baratas", resume Fonseca.Fonte: PEGN

Os negócios no setor de segurança eletrônica

O mercado que tem crescido muito nos últimos anos apesar da crise e visita uma das empresas mais tradicionais do ramo de segurança privada do país.

Programa mostra quais são os novos investimentos em tecnologias e a empresa líder mundial em soluções digitais de segurança. https://youtu.be/5YKPb7LsxaUFonte: Mundo SA

Startup desenvolve barbeador a laser que não irrita a pele

Skarp Technologies já arrecadou mais de US$ 3,6 milhões para levar ao mercado produto inovador

Skarp Technologies desenvolveu barbeador com laser ao invés de lâmina (Foto: Divulgação/Spark)
Dois bilhões de lâminas de barbear são jogadas no lixo todos os anos nos Estados Unidos. Uma inovação pretende acabar com esse problema e ainda mudar a forma de se barbear hoje. A startup Skarp Technologies desenvolveu um barbeador que funciona com umlaser ao invés de uma lâmina.
O laser emitido pelo barbeador age sobre uma substância presente no corpo humano chamada cromófora, que absorve a luz e dá a coloração aos pelos. Ao entrar em contato com as ondas de luz, os pelos são cortados instantaneamente sem irritar a pele ou deixar qualquer tipo de ferida.
O design, que lembra um barbeador comum, foi projetado para não causar estranhamento aos clientes, apesar de funcionar de uma maneira completamente diferente do convencional. O equipamento é feito de alumínio e pode ser usado normalmente em contato com a água, durante o banho, por exemplo.A startup está em busca de financiamento coletivo no site Kickstarter para produzir a primeira linha de barbeadores. A meta inicial era arrecadar US$ 160 mil, porém, mais de US$ 3,6 milhões já foram captados entre pedidos de pré-venda e investimentos iniciais. Os barbeadores Skarp podem ser encomendados por US$ 189.

"NO LONGO PRAZO, A PROFISSÃO DE TAXISTA SERÁ DESNECESSÁRIA", DIZ DIRETOR DA EASY TAXI

Dennis Wang fala sobre como a tecnologia pode mudar o setor de transportes

taxi em são paulo (Foto: TV Brasil)
Formado em Administração, o diretor executivo do Easy, Dennis Wang, atuou no mercado financeiro em Londres e Amsterdã antes de revolucionar o serviço de táxi no Brasil como cofundador do Easy, antigo Easy Taxi.O empreendedor é uma das atrações do Wired Festival Brasil 2016, que acontece nos dias 2 e 3 de dezembro, no Armazém Utopia, na Zona Portuária do Rio. O festival será realizado por Edições Globo Condé Nast e "O Globo", apresentado pela Prefeitura do Rio e Rio Eventos, com patrocínio da Nextel, apoio do Senai e C&A e cocuradoria da FLAGCX. Os ingressos para o evento já estão à venda no site ingressocerto.com.br/wired e custam a partir de R$ 125 a meia e R$ 250 a inteira.O que te levou a embarcar nessa “aventura”? Obviamente o mercado financeiro é muito importante para a economia. Mas pela minha experiência de morar fora, percebi dois problemas em São Paulo que eu queria que melhorassem: o trânsito e a violência. Quando me deparei com o projeto, tive certeza de que daria certo. O procedimento para pedir um táxi era extremamente ineficiente. O segredo para um projeto dar certo é resolver um problema real, que atinja milhões de pessoas todos os dias.O Easy Taxi foi o primeiro aplicativo do tipo no Brasil, não é? Nós fomos os primeiros da América Latina, mas já existiam aplicativos semelhantes em outros países.Desde que vocês apareceram, surgiram vários concorrentes, alguns de fora do país. Como uma start-up brasileira pôde concorrer com empresas estrangeiras?O primeiro desafio foi superar a concorrência nacional. O Easy Taxi foi fundado em 2011 e, em 2013, já existiam mais de 20 aplicativos do tipo no país. O primeiro passo foi acelerar o crescimento, garantindo um bom produto com bom nível de serviço. No início, o maior desafio era convencer os taxistas da importância da tecnologia, depois começamos a apostar na localização.A experiência de pegar um táxi em São Paulo é diferente do Rio de Janeiro. No Rio, a gente percebeu que os usuários queriam qualquer coisa, menos os velhos santanas, então a gente não cadastrava esse modelo de carro. Em São Paulo, os clientes exigiam ar condicionado, então só cadastrávamos taxistas com ar.E como está sendo a concorrência com o Uber? O foco é sempre mudar e evoluir. Temos que estar sempre inovando. Nós começamos pelos táxis, porque era o serviço regulamentado. Mas na nossa cabeça, sempre fomos uma plataforma de transportes, e isso está além dos táxis. Nós já lançamos um produto de motoristas privados, estamos fazendo testes com vans e planejamos serviços com mototáxi.Para concorrer no preço, nós fechamos um acordo com os taxistas para oferecer desconto de 30% nas corridas. O custo para o consumidor acaba sendo parecido, mas os taxistas têm a vantagem de usar o corredor de trânsito em algumas cidades, o que os motoristas particulares não podem fazer.Vocês têm serviço de motorista privado, como o Uber? Nós já temos em São Paulo e, nas próximas semanas, vamos estrear no Rio e em Porto Alegre. No Rio, nós lançamos recentemente o táxi com seis lugares.E como é o serviço de van? Nós ainda estamos no início, com projeto piloto em São Paulo e em Lima, no Peru.Hoje, o Easy está em quantos mercados? Nós operamos em 400 cidades e somos o maior aplicativo do tipo da América Latina, com operações em 12 países da região.Vocês criaram uma tecnologia que alterou o mercado de táxis. Como você imagina o futuro desse tipo de transporte? No longo prazo, quando chegarem os carros autônomos, a profissão de taxista e de motorista privado será desnecessária. A pergunta que surge é: de quem serão os carros que vão rodar nas cidades?As montadoras vão querer ser donas de todos os carros? Provavelmente, não, por causa dos altos custos de manutenção. A minha visão é da economia de compartilhamento. As pessoas continuarão comprando carros, terão a propriedade, mas vão alugá-los quando não estiverem usando.O veículo pode ficar sincronizado com a agenda. A pessoa sai de casa e vai para o trabalho. Chegando lá, o carro segue automaticamente para fazer corridas, e volta sozinho no fim do expediente. Passa o dia gerando recompensa para o dono.A montadora continua ganhando com a venda, você continua tendo o seu carro, do jeito que você quiser, e quem não tem o ativo, paga para usar. E onde a gente entra? Com todo o conhecimento que estamos gerando. Com o big data e o tamanho da nossa base, nós fazemos a inteligência, traçamos as melhores rotas e até prevemos onde e quando as pessoas vão precisar de carro.Como o big data pode auxiliar o taxista? Hoje, o taxista busca os passageiros de forma rudimentar. Vai para a porta do estádio em dia de show, no horário de saída dos escritórios, segue o instinto e o boca a boca. O big data pode tornar isso mais preciso. Num show, é possível saber quantas pessoas vão estar lá e estimar quantas vão precisar de um carro. Em vez de irem dez mil carros, podem ir cinco mil e atender todo mundo, de forma mais eficiente.E para o transporte coletivo? As rotas podem ser otimizadas para as vans, por exemplo. Os ônibus seguem trajetos fixos, mas as vans podem fazer pequenos desvios para maior comodidade do passageiro mesmo num serviço coletivo.Como você avalia a realização de um evento como o Wired Festival no Brasil? Eu fiquei muito feliz! É uma oportunidade para mostrar ao público como a tecnologia está avançada, de quão perto a gente está de alcançar o que imaginávamos ser ficção científica. A realidade virtual, por exemplo, está muito próxima de entrar no dia a dia das pessoas. Isso pode atiçar a curiosidade do público, que pode se sentir incentivado a trabalhar com tecnologia. Precisamos cultivar essa cultura no país.E como você vê o ecossistema de start-ups nacional? Ele já pode ser considerado maduro? Nos últimos cinco anos, o cenário evoluiu bastante, mas com certeza ainda precisa amadurecer. Nós tivemos alguns casos de sucesso, que fomentaram o surgimento de novos empreendimentos, mas ainda falta fechar o círculo, que é a entrada das grandes empresas na bolsa da valores, para que elas se tornem investidoras.O Easy é um exemplo, como a primeira grande empresa mobile que mostrou ser possível crescer e escalar. Tem sido bacana participar dessa evolução.Fonte: PEGN

SMS corporativo pirata é porta aberta para spams e fraudes

Além de não garantir qualidade, SMS Pirata serve como uma porta aberta para spams e fraudes

sms
O SMS – Serviço de Mensagens Curtas, quando surgiu no mercado em meados de 1991, foi classificado como um marco revolucionário no segmento de atuação. A ferramenta muito utilizada como mecanismo de interação social, hoje em dia, foi substituída por meios de comunicação mais modernos. Entretanto, 25 anos após o lançamento, o potencial do SMS não foi totalmente desqualificado, ao contrário, quando visto com “outros olhos” representa um método muito assertivo – como é a realidade encontrada no universo corporativo.
O recurso possui características atrativas para o empresariado: é uma forma de comunicação rápida, simples, barata e de alta visibilidade. Nos negócios, isso representa lucro e resultado. O que parece ultrapassado apresenta uma margem gigantesca de competência, influenciando positivamente o desenvolvimento do mercado brasileiro. Isso, porque entre seus desdobramentos, abrem as portas para o surgimento novos negócios; como é o caso da SMS Digital.Assim como o nome sugere, a empresa é uma rede de franquias com foco em comunicação via SMS. Nascida em 2012, com 150 unidades espalhadas pelo Brasil, a rede segue firme no comércio conquistando cada vez mais adeptos que querem potencializar o relacionamento com seus clientes. Tamanho crescimento de mercado é comprovado por números oficiais.Uma pesquisa da Accenture encomenda pela Telefônica, lançada em julho deste ano, apontou o SMS como um serviço de intenso potencial para o setor corporativo. Dentro desse contexto, a empresa diz que a ferramenta como canal de comunicação continuará a crescer nos próximos 10 anos.E diante de tamanho progresso, é preciso se atentar às marcas más intencionadas que tentam tirar proveito desse cenário. Especialistas alertam sobre o SMS Pirata; caracterizadas como: invasivas, abusivas e até mesmo criminosas.Antônio Brizoti Junior é diretor de expansão da SMS Digital – ele explica com detalhes o assunto. “Existem algumas empresas que vendem SMS de forma não oficial, é o que chamamos de SMS Pirata. Elas não têm certificação das operadoras e utilizam números de celulares com DDD e disparam os SMS de aparelhos, que são chamados de chipeiras. O serviço quando prestado por empresas homologadas, é utilizado o chamado ‘short code’, um número com apenas cinco dígitos e sem DDD. Por exemplo, os short code da SMS Digital são 26510 e 30137, quando uma pessoa recebe uma mensagem destes números é porque foi enviada por um cliente nosso”, explicou.O profissional esclarece que as chipeiras são denominadas como máquinas nas quais são inseridos vários chips telefônicos, com planos pré-pagos ilimitados para SMS. O aparelho faz cada chip enviar milhares de mensagens sequenciais para uma lista de telefones pré-determinada.Há alguns anos o método vem sendo muito usado no país para envio de spam publicitário e para tentativas de estelionato. Geralmente as mensagens enviadas são sobre supostos sorteios de carros e casas, induzindo o consumidor a retornar para um número de celular ou então clicar em um link. Posteriormente o consumidor é instruído a depositar determinada quantia para somente depois ter acesso a “premiação” – que não existe.Brizoti explica que muitas vezes o cliente não sabe que está contratando SMS pirata, “ele vê apenas o preço”. Enquanto as empresas legalizadas cobram R$0,06 pelo serviço, a pirataria joga com R$0,03. “Mas é como comprar uma carga roubada. A exploração indevida de rotas internacionais e de chipeiras para envio de mensagens de texto a preços abaixo da média do mercado caracteriza um SMS pirata. Um serviço sem garantia de qualidade e que serve como uma porta aberta para spams e fraudes”, disse.Recorrendo às rotas internacionaisQuando Brizoti se refere à exploração indevida de rotas internacionais, ele faz menção ao seguinte contexto: Um dos caminhos usados pelas empresas não homologadas no Brasil é a compra de tráfego SMS no exterior. Muitos empreendimentos instalados fora do país revendem as mensagens de texto no atacado, usando rotas internacionais. Elas se aproveitam de acordos de interconexão gratuita ou a preços muito baixos para tráfego entre usuários finais.Entre os esquemas de pirataria para burlar a identificação da fraude, está a falsificação do remetente para enganar os sistemas das operadoras por onde as mensagens passam, e a variação sistemática do remetente.E assim como citado pelo diretor, o SPAM é um dos problemas encontrado, já que as operadoras não têm qualquer controle sobre o conteúdo dessas mensagens e nem sobre seu horário de envio. As consequências só vão se agravando, entre elas, a “Degradação de todo o mercado”. E o maior prejuízo fica com as operadoras. O envio de SMS Pirata prejudica as empresas que usam ferramentas de parceiros homologados, além de congestionar sistemas e causar incômodo nos usuários e clientes.Para quem busca a ação que é ilegítima, pode ser penalizado pela contratação de serviços ilegais de envio de spam via SMS. Baseado nos artigos 183 e 184 da Lei Geral das Telecomunicações (Lei 9.472), as empresas que trabalham com chipeiras podem ser penalizadas por desenvolver clandestinamente atividades de telecomunicação. A pena inclui detenção de dois a quatro anos e multa de R$ 10 mil ao infrator.SMS LegalizadoAlém de irregular, a prática foge totalmente as regras que deveriam ser seguidas da seguinte forma: – Enviado por empresas homologadas pelas operadoras e entregue de forma segura. – Mensagens enviadas nos horários autorizados pela Anatel, de números oficiais, geralmente compostos de 3 a 6 números. – Respeitam as regras estabelecidas pela Anatel e outros fóruns específicos que regulamentam o mercado, como o MEF (Mobile Entertainment Forum). – “Opt-in”, ou seja, envio de mensagens para pessoas que tenham autorizado o recebimento do texto. O canal, inclusive, possui em suas capacidades, a opção de cancelamento de todas as mensagens.Negócio legal e rentávelLegalizada e atuando com total normalidade diante da lei, a SMS Digital, afirma que hoje em dia existem contratos baratos, homologados e confiáveis com foco no setor corporativo e em marketing. “E temos como diferencial a garantia da qualidade do serviço, inclusive com relatórios de entrega – algo que as piratas não são capazes de garantir. E, além disso, deixará as pessoas livres de problemas sérios”, falou Junior.A marca trabalha com os seguintes produtos: SMS Corporativo, SMS Marketing, SMS Radar. E o negócio que é rentável para o cliente, é também para quem busca investir. Para se tornar um franqueado é necessário que haja um investimento de R$23 mil; o negócio gera um faturamento mensal de R$6 mil a R$8 mil reais.Fonte: Empreendedor 

Parceria entre empresas facilita gestão financeira de clientes

Através da integração do sistema da pague Veloz com a solução da fintech da WK Sistemas, usuários  poderão realizar pagamentos, cobranças e conferências em alguns cliques, sem necessidade de acessar diversas plataformas bancárias

PagueVeloz
Um dos grandes desafios que as mais de 9 mil empresas usuárias das soluções da WK Sistemas enfrentam diariamente é o controle e execução da gestão financeira de seus negócios. Emitir boletos, registrar pagamentos e pendências, conferir dados junto à instituição bancária demanda tempo e atenção. E para facilitar o dia a dia de quem busca mais agilidade, a WK acaba de firmar parceria com a fintech PagueVeloz.
A partir de agora, a solução da startup passa a ser integrada ao ERP Radar Empresarial. O acesso e as rotinas relacionadas à gestão financeira poderão ser executados em alguns cliques. “A integração do nosso ERP com o PagueVeloz irá permitir aos nossos clientes obter muito mais agilidade e precisão em seus processos de cobranças e pagamentos. O ERP irá se comunicar com o PagueVeloz via web e comandar geração de boletos de cobrança, realizar pagamentos com poucos cliques, sem que o usuário tenha que acessar diferentes plataformas de internet banking ou ter que exportar e importar arquivos nestas plataformas e no ERP”, explica Marcio Tomelin, gestor de canais da WK Sistemas.A versão do Radar Empresarial contemplando esta integração será liberada ainda em outubro. O ERP conta com módulos que atendem demandas de empresas de vários portes e segmentos. No módulo Financeiro, em que ocorre a integração com o PagueVeloz, o pagamento escritural era até então um dos principais desafios. “Isso porque havia a necessidade dessa comunicação com o banco através de arquivos do Centro Nacional de Automação Bancária (CNAB), que é sempre uma tarefa complexa pois envolve criação de layouts, testes e exportações e importações de arquivos. Agora, a integração dessas informações ocorre de forma online e automatizada,  muito mais rápida”, analisa Marcio.Versão free também ganha integraçãoAlém do ERP Radar Empresarial, a WK Sistemas conta com uma versão reduzida da solução, que é gratuita. Mais de 70 mil empresas utilizam o ERP Lite Free. Na versão Plus, que será liberada até o final de outubro, haverá também integração com o PagueVeloz. “Para ter acesso a essa vantagem, quem usa o software gratuito deve realizar a migração para a nova versão, que será disponibilizada em nosso site”, reforça o gestor.PagueVeloz: API aberta e crescimento exponencialFundada em 2013, a PagueVeloz é uma startup do segmento fintech, que conta com uma solução para facilitar a gestão financeira de empresas e pessoas. O acesso ao sistema acontece de forma online, via login e senha. Nele é possível emitir e gerenciar boletos, contas bancárias, efetuar e gerenciar vendas parceladas via cartão de crédito.Além das informações simplificadas, o usuário só paga quando efetua alguma transação e pode consultar o custo do serviço antes de realizá-lo. Para despachantes e autoescolas, principal segmento de atuação da startup, a solução traz a opção de oferecer para clientes o parcelamento do pagamento de IPVA e primeira habilitação em até 12 vezes no cartão de crédito. “Enquanto o cliente consegue organizar suas contas e orçamento, as empresa recebem o saldo total da venda em até 24 horas. Isso faz com que os empreendedores tenham acesso rápido ao crédito”, explica o CEO da PagueVeloz, José Henrique Kracik da Silva.Para empresas como a WK, o diferencial do sistema PagueVeloz é a Interface de Programação de Aplicações (API) aberta. “É uma das mais simples do mercado, com documentação disponível online, facilitando a integração da plataforma aos sistemas de gestão e lojas virtuais”, afirma José Henrique.Fonte: Empreendedor

Internet das coisas revolução tecnológica que conecta itens usados no dia a dia

https://youtu.be/WtMIV_BHsWg Fonte: Mundo SA

Sistema de e-commerce atrai supermercadistas

Pesquisa revela que 45% das redes brasileiras planejam investir em comércio eletrônico até 2018

Significativa parcela de supermercadistas em todo o Brasil estuda investir em plataformas de e-commerce nos próximos dois anos. É o que revela pesquisa realizada pela Consinco, desenvolvedora de sistemas de gestão (ERPs) para redes de varejo e atacado, a partir de uma amostra de empresas da sua carteira de clientes, entrevistados no primeiro semestre deste ano.
Segundo o levantamento, 45% dos supermercadistas consultados manifestaram interesse em implantar a ferramenta de e-commerce até o final de 2018. Desses, 22% afirmaram que planejam investir nesta solução já em 2017. A amostra do levantamento da Consinco compreendeu 147 redes em todo Brasil, de diferentes portes, com faturamento entre R$ 60 milhões e R$ 2,3 bilhões por ano.Com base na indicação dada pela maioria dos clientes, a Consinco desenvolveu sua própria plataforma de e-commmerce, que será apresentada durante a 6º Exposição e Feira de Tecnologia para Supermercados da Convenção ABRAS 2016. A plataforma é um conjunto de sistemas 100% integrados ao Consinco ERP, com possibilidade de operar com outros sistemas de gestão. A ferramenta agrega também os processos para operação Drive Thru, é totalmente responsiva e facilmente adaptada aos acessos por desktop ou mobile.A solução também agrega o aplicativo para os sistemas Android e iOS, com os mesmos recursos do site de vendas. O aplicativo pode ser personalizado para o varejista, permitindo mais ações além da venda, como envio de publicidade customizada para o consumidor, identificação do cliente em sua visita à loja, indicação de localização de um produto ou categoria para facilitar a locomoção interna do comprador, entre outros benefícios.Fonte: Empreendedor

COMO AS FINTECHS AGITARAM O MUNDO DOS SERVIÇOS FINANCEIROS

Segundo especialistas, startups têm transformado o mercado e feito os grandes bancos se apressarem para não perder a clientela

O Nubank já recebeu 2 milhões de solicitações de interessados no cartão (Foto: Divulgação)
“Serviços bancários são essenciais, bancos não são.” A frase foi dita por Bill Gates em 1994, ano em que a Microsoftofertou US$ 1,5 bilhão para comprar a Intuit Inc., empresa que desenvolveu a ferramenta Quicken, voltada para a gestão financeira pessoal. A proposta foi recusada pelo Departamento de Justiça americano e o negócio não se concretizou. Vinte e dois anos se passaram e, bem, as grandes instituições financeiras continuam a existir e a estar muito presentes do dia a dia das pessoas. Um novo fator nesse mercado, entretanto, torna a frase atual e provocativa mais uma vez: o aparecimento das fintechs.
As fintechs (do termo financial technology ou tecnologia financeira, na tradução) são startups cujo objetivo é fornecer algum tipo de serviço ou produto financeiro substituto ou que melhore os oferecidos pelos bancos tradicionais. “Não há dúvida de que as fintechs criam uma preocupação entre os grandes bancos: são empresas que têm como destaque a agilidade e os processos inovadores e disruptivos, atraindo principalmente jovens que preferem ser atendidos digitalmente do que ter que se deslocar até uma agência”, diz Frank Meylan, sócio-líder de digital da KPMG no Brasil, consultoria que colocou neste ano as brasileiras Nubank, VivaReal e GuiaBolso entre as cem fintechs mais promissoras do mundo.
“Elas já nascem pequenas, centradas em novas tecnologias e com um DNA voltado para o usuário e a solução de problemas”, afirma Marcelo Bradaschia, fundador da FintechLab. “Isso faz com que elas sejam muito ágeis e possam mudar o rumo dos negócios rapidamente assim que identificarem que algo não está funcionando, ao contrário dos grandes bancos, que possuem estruturas muito maiores e engessadas. Eles não têm a cultura de inovação enraizada dentro da empresa, apenas nichos mais digitais.”Tais startups podem atuar em diversos segmentos como crédito, empréstimos, pagamentos, saúde financeira, crowdfunding, segurança, entre outros. Há ainda diversas frentes que já estão sendo exploradas por essas startups ou possuem perspectivas de serem desbravadas por elas.“Acho que ainda vamos ver muita inovação na área do crédito, empréstimos para pequenas empresas, com garantia ou sem garantia, além de novidades no financiamento imobiliário”, diz Guilherme Horn, diretor da área de serviços financeiros e open innovation da consulturia Accenture. “Na área de investimentos, por exemplo, chamam a atenção os robo-advisors, algoritmos que fazem recomendação de investimentos. Há também, nos Estados Unidos e na Europa, plataformas de investimentos só para mulheres ou exclusivas para jovens. Esse tipo de personalização na indústria é uma tendência.”Uma característica particular das fintechs que vem sendo observada desde a popularização delas, entretanto, é o fato de que geralmente são capazes de oferecer apenas um bom serviço ou produto, encontrando dificuldades na hora de aumentar o portfólio. “Não há ninguém que tenha conseguido fazer uma oferta como a de um banco”, disse Roberto Setúbal, presidente do Itaú Unibanco, durante o aniversário do Cubo. “O cliente é quem vai escolher se vai se servir de um único ‘mercado financeiro’ ou se vai utilizar vários tipos de fintechs”.Outra ponto a favor das instituições mais antigas, além do portfólio oferecido, é a ampla base de clientes e a influência junto aos órgãos reguladores. “Um ponto que permite o desenvolvimento das fintechs é o ambiente regulatório de cada país: há os mais permissivos e os mais restritivos”, diz Meylan, da KPMG. “Porém, aquilo que foi restrito pela regulamentação e for de interesse público pode ser modificado. O Uber, que não é uma fintech, serve como exemplo: houve um consenso de que a plataforma melhorou o atendimento de transporte nas cidades. Evidente que ninguém vai apoiar que políticos encontrem maior facilidade para enviar dinheiro ao exterior sem pagar impostos ou comunicar ao Banco Central, mas é de interesse público que brasileiros que estejam fora, principalmente quem mora lá e deixou família aqui, vejam esse processo caro e demorado ser otimizado, por exemplo”, afirma Meylan.Se no começo desse movimento o clima era de disputa, atualmente o que impera na relação entre bancos tradicionais e fintechs é muito mais a colaboração e a sinergia. “No início, os bancos estavam mais preocupados em como reagir e as fintechs querendo competir diretamente”, diz Horn, da Accenture. “Hoje as startups colaboram com as grandes instituições, que por sua vez criaram incubadoras como CUBO (Itaú) e InovaBRA (Bradesco) para estar mais perto delas.”Há dois olhares por parte das grandes instituições, segundo Bradaschia, da FintechLab. “Um é o de aprender com as fintechs, entender os modelos de gestão, as tecnologias, as formas de lidar com os problemas e pensar novos modelos de negócios, o foco no cliente e a velocidade para mudar. O outro é o de tentar buscar colaboração: quando encontram uma novidade que interessa, se aproximam ou mesmo as adquirem.”O caminho que começa a se desenhar, portanto, é voltado para um ambiente onde a convivência dos grandes bancos com as fintechs leve ao estímulo e à cooperação mútuos, e não à aniquilação de um lado ou de outro. “Os bancos são responsáveis por executar diversas atividades, algumas estão sendo ocupadas pelas fintechs, outras demandam uma robustez que elas não têm e nunca vão ter”, diz Horn, da Accenture. A frase profética de Bill Gates parece, mais uma vez, se cumprir apenas em partes.Fonte: PEGN

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