Projeto é voltado para todos os momentos empresariais de startups
OSebrae inicia nesta quinta-feira (22/9) um esforço nacional para discutir o cenário do empreendedorismo digital e estimular o desenvolvimento de startups no Brasil, que crescem mesmo na crise. Para isso, está coordenando um evento que vai acontecer simultaneamente em 48 cidades brasileiras: o Sebrae Startup Day.
Nesse dia, mais de 10 mil pessoas, entre empreendedores, desenvolvedores, programadores, estudantes, designers, investidores, aceleradoras e incubadoras vão discutir o cenário atual do ecossistema empreendedor de negócios digitais brasileiro, as dificuldades e os desafios do mercado. É o maior evento do país voltado para startups.
Cada estado organizou uma programação para o Sebrae Startup Day de acordo com a realidade local, com a maturidade do ecossistema da região e a consequente atuação do Sebrae nela. No Rio de Janeiro, por exemplo, o foco estará nas empresas nos estágios de operação e tração com discussões sobre investimentos e acesso a mercados.Em São Paulo, o evento contará com a participação de alguns dos mais importantes nomes ligados ao empreendedorismo digital no país. Já o Rio Grande do Norte vai ter programações separadas para todos os estágios de uma startup. Rondônia e Roraima, que estão começando ações no segmento, vão fazer ações de sensibilização e troca de experiências.No Sebrae Startup Day, os empreendedores terão contato com a experiência Sebrae de atendimento às startups em todo o Brasil (estratégia chamada de SebraeLikeaBoss). O Sebrae tem atuação nacional no desenvolvimento de startups. Atualmente, projetos voltados para o segmento acontecem no Brasil inteiro.Em 2015 foram atendidas 855 startups, número que subiu 40% em 2016. Em quatro anos, desde 2013, a quantidade de startups atendidas pelo Sebrae em todo o país cresceu nove vezes (de 130 para 1,2 mil). De acordo com o banco de dados da Associação Brasileira de Startups (ABStartups) existem hoje 4.185 startups cadastradas no país – número que cresceu 30% entre 2015 e 2016, mesmo na crise.O Sebrae apoia startups em todos os momentos da empresa inovadora, especialmente nos estágios de ideação – momento de testar e validar a ideia do negócio – e operação – momento de formalizar a empresa e colocá-la para funcionar, gerenciando um sistema e controlando recursos humanos, materiais e financeiros. Mas também tem soluções voltadas para os estágios de curiosidade e tração – momento de crescimento de uma startup. O evento é voltado para todos os momentos empresariais de uma startup: curiosidade, ideação, operação e tração.Na crise, o segmento de startups continua dinâmico porque esse tipo de empresa tem um modelo de negócio diferente das demais. “As startups têm um processo de criação de empresas mais fácil e ágil do que uma empresa tradicional. A gente está falando de uma ideia que já é validada em um processo de interação com o cliente/mercado antes mesmo da abertura formal da empresa, com resultados atingidos mais rápido também”, afirma o presidente do Sebrae, Guilherme Afif.No entanto, os riscos que são menores no processo de abertura da empresa nem sempre garante a sobrevivência dela. “Quem entra nesse jogo sabe como ele vai ser jogado. A atuação do Sebrae, porém, não é de criar talentos. É de diminuir as chances da empresa não dar certo, pois ajudamos a validar a ideia, melhorar o modelo de negócios e desenvolver capacidades de gestão da empresa, além de proporcionar soluções de inovação e acesso a mercados”, ressalta Afif.De uma maneira geral, cada Startup Day terá uma programação dividida entre atividades de troca de experiências por meio de palestras, debates e hangouts pela manhã, atividades práticas (workshops, oficinas, treinamentos) e encontros com investidores e principais atores do ecossistema para networking à tarde e à noite. “A ideia de cada evento é reunir conceito, prática e negócios”, ressalta Afif.Confira a lista de cidades onde o evento será realizado:
Unidade de Computação Biológica trata doença como vírus de computador, que poderá ser reprogramada para um estado sadio
A Microsoft pretende “resolver” o câncer dentro de dez anos. A companhia, conhecida por sua atuação na indústria de softwares, está trabalhando para tratar a doença como um vírus de computador, que invade e corrompe as células do corpo. Dessa forma, a expectativa é que no futuro próximo seja possível monitorar essas células e, potencialmente, reprogramá-las para que elas se tornem saudáveis novamente.
Para isso, a empresa construiu uma unidade de Computação Biológica, com o objetivo final de transformar células em computadores vivos. Dessa forma, elas seriam capazes de serem programadas e reprogramadas para tratar praticamente qualquer doença. No curto prazo, a companhia pretende utilizar a inteligência artificial para encontrar uma cura para o câncer, no projeto batizado como Hanover.
De acordo com a companhia, uma máquina de aprendizagem será abastecida com os milhares de estudos que são publicados em periódicos científicos para ajudar médicos e pacientes a personalizar tratamentos para a doença. O arquiteto do Hanover, Hoifung Poon, está trabalhando com pesquisadores do Knight Cancer Institute, da Universidade do Oregon, para que o sistema descubra combinações de drogas efetivas no combate da leucemia mielogênica aguda, um tipo quase sempre fatal de câncer que não teve grandes avanços em tratamentos nas últimas décadas.O câncer é causado por mutações genéticas que fazem com que as células cresçam e se multipliquem sem controle. A possibilidade de encontrar essas mutações específicas levaram ao surgimento de novas drogas, que atacam a doença de forma mais precisa, aumentando as taxas de sobrivivência. De acordo com relatório da organização Pharmaceutical Research and Manufacturers of America, existem mais de 800 medicamentos e vacinas em testes clínicos contra o câncer.— É excitante, mas também nos fornece um desfio de como lidar com tantos dados — disse Jeff Tyner, diretor do Knight Institute, à Bloomberg. — É por isso que a ideia de um biólogo trabalhar com cientistas da informação é tão importante. A combinação de todos esses recursos vai ajudar a tornar os mais recentes avanços em terapias mais efetivas e menos tóxicas.Aparentemente, os campos da biologia, matemática e computação são distintos, mas as barreiras que as separam estão sendo quebradas nos últimos anos.— Os processos complexos que acontecem nas células possuem alguma similaridade com aqueles que acontecem em um computador desktop padrão — disse Chris Bishop, diretor do laboratório da Microsoft Research em Cambridge, à revista “Fast Company”.Dessa forma, esses processos complexos também podem, potencialmente, serem compreendidos por um computador desktop. E esses mesmos computadores podem ser usados para compreender como as células se comportam para tratá-las quando necessário. Se isso for possível, os computadores não apenas entenderão os motivos das células se comportarem de determinada maneira quando se tornam cancerígenas, mas também poderão disparar uma resposta dentro da célula, para reverter essa programação.Andrew Philips, que lidera a unidade de Computação Biológica, afirmou ao “Telegraph” que em cerca de 5 anos um sistema para detectar problemas nas células estará pronto.— É um prazo longo, mas eu penso que será tecnicamente possível dentro de 5 a 10 anos criar um sistema molecular inteligente que seja capaz de detectar doenças — disse Philips.Os pesquisadores já desenvolveram um software que simula o comportamento sadio de uma célula, batizado como Bio Model Analyser, que pode ser comparado com o de uma célula doente para pesquisar onde o problema ocorreu e como pode ser consertado.— Se nós formos capazes de controlar e regular o câncer, ele se tornará como qualquer doença crônica, e o problema estará solucionado — disse Jasmin Fisher, pesquisador da Universidade Cambridge. — Eu acredito que para alguns tipos de câncer, o prazo é de cinco anos, mas definitivamente dentro de uma década. Então, teremos provavelmente um século livre do câncer.Fonte: PEGN
DVA Automóveis recebe com exclusividade o SUV compacto fabricado no interior de São Paulo
Equipe brasileira recebeu treinamento de qualificação nas fábricas de Pune, na Índia e Kecskemét, na Hungria, para a produção do GLA (Foto: Divulgação)
Os showrooms da DVA Automóveis em Santa Catarina, localizados em São José, Blumenau, Balneário Camboriú e Joinville, vão receber o SUV compacto Mercedes-Benz GLA que está sendo produzido na fábrica de Iracemápolis, em São Paulo.
Esse é o segundo modelo produzido nacionalmente. O primeiro foi o sedã C 180, lançado há cinco meses e marcando a inauguração oficial da planta de automóveis no Brasil.Markus Schäfer, membro do Board Mercedes-Benz Automóveis, Produção e Logística ressalta:“Com a produção do GLA no Brasil, estabelecemos novos padrões em termos de flexibilidade e eficiência. Pela primeira vez em uma de nossas plantas, veículos de tração dianteira e traseira compartilham a mesma linha de produção. Isso torna Iracemápolis referência para a rede global de produção de automóveis da marca”, conclui.A equipe brasileira realizou treinamentos de qualificação na fábrica de Pune, na Índia e Kecskemét, na Hungria para a produção do GLA no Brasil.Este auxílio da rede global de produção motivou os funcionários e possibilitou que se preparasse a nova fábrica da melhor maneira para o início da fabricação do GLA.Uma medida adotada pela companhia para assegurar que todos os veículos atendam aos mais rígidos padrões de qualidade já característicos da Mercedes-Benz, independentemente de seu local de produção.Rede global de produção Mercedes-BenzA fábrica de automóveis de Iracemápolis está localizada em São Paulo e foi inaugurada em março de 2016.Ela é parte da rede global de produção da Mercedes-Benz, que inclui também as plantas da Índia, Indonésia, Malásia, Tailândia e Vietnam.Nesses locais, a Mercedes-Benz produz veículos de diversas plataformas para atender aos mercados locais.Fonte: Noticenter
Pai do carro autômato, Sebastian Thrun fala sobre avanços na tecnologia
Aos 49 anos, Sebastian Thrun é uma lenda no Vale do Silício. Pai do carro autômato, ele é um dos maiores especialistas em robótica. Fundador da Google X, que responde pelos projetos mais arrojados da empresa, o professor da Universidade de Stanford criou a Udacity, recém-lançada no Brasil. A Udacity é uma escola de programação que ensina, através da internet, por cursos ou gratuitos ou muito baratos, todos de poucos meses. A maioria dos currículos foi construída em conjunto com empresas como Google e Facebook, que têm falta de funcionários com certas habilidades. Alguns dos cursos não estão no cardápio de nenhuma universidade. Caso, por exemplo, de como programar carros autômatos. Havia 250 vagas: em três dias, foram 4 mil candidatos.
Quando poderemos comprar um carro autômato?
De certa forma, já se pode comprar um hoje, modelo de luxo da Tesla. Eu tenho um. Já houve momentos, na estrada, em que o piloto automático me tirou de acidentes. Os indícios são de que é mais seguro. Apesar disso, já houve uma batida com vítima. Será interessante ver como o governo americano lidará com isso. Carros mais baratos devem chegar ao mercado em cinco anos.
Como eles mudarão o mundo?
A verdadeira revolução é que você não terá mais um carro. Você sai de casa, chama um automóvel pelo celular. Ele vem, você entra, salta no destino e dá adeus. A maioria dos carros está parada 97% do tempo. Temos carros demais. Você vai a uma cidade como São Francisco e vê a quantidade de espaço ocupado por carros estacionados. Imagine se tivéssemos muito menos carros, e eles estivessem continuamente circulando em busca de passageiros. Seria muito mais barato.Resolve o problema do transporte de massas?
Para grandes distâncias, trens e metrô continuarão mais eficientes. Hoje, se você pensa em um metrô, ele precisa ser muito extenso e ter muitos pontos para que a distância entre sua casa e a estação seja pequena. Com carros autômatos, isso muda. As estações poderão ser mais distantes umas das outras, e as linhas não precisarão ser tão longas. Você pode andar os últimos poucos quilômetros até seu destino num carro que o pega na estação.Como as cidades vão mudar?
A maioria dos estacionamentos deixará de ser necessária. As ruas ficarão mais limpas, ganharão espaço. Imagine os restaurantes e lojas com dificuldades de atrair clientes por falta de estacionamento. Esse problema desaparece. Pense também que, se transporte se tornar um serviço, precisaremos de apenas 20% dos carros que temos rodando hoje no mundo. Então, talvez a grande empresa do setor seja o Uber. E como mudará a indústria da construção civil se garagens deixarem de ser necessárias? E veículos são o principal negócio das seguradoras. Como ficarão?Seu plano a longo prazo com a Udacity é ambicioso: dobrar o PIB do mundo. Como?
No mínimo dois terços da população mundial não têm acesso a uma grande universidade. Essas pessoas não são menos inteligentes ou menos ambiciosas. A ideia da Udacity é levar educação para todo mundo. E educação é a chave para prosperidade.Mas muitas dessas pessoas não têm acesso sequer à educação básica.
O que vai dobrar o PIB do mundo é a democratização do ensino. Nosso foco é capacitar pessoas, de todos os países, para que consigam bons empregos nas novas indústrias. Mas muitas outras empresas estão surgindo com foco em educação básica. A educação vai mudar desde o ensino infantil.Estamos vivendo um período de aceleração das mudanças?
De todas as tecnologias interessantes que temos para inventar, só 1% já surgiu. Há 300 anos, a maioria das pessoas vivia no campo, e o trabalho era braçal. Aí vieram as máquinas a vapor, que assumiram a labuta pesada. Inventamos profissões novas. Hoje, a maioria trabalha com a mente. Mas muito de nosso cotidiano é repetitivo. Computadores poderão assumir essa parte e o farão mais rápido. Isso vai nos libertar para fazer outras coisas. A maioria das invenções com que convivemos diariamente tem menos de 150 anos. Este processo vai se acelerar.E vai gerar desemprego.
Sempre houve desemprego. Mas, se você observa os números em países como os Estados Unidos, o desemprego só diminuiu nas últimas décadas. Uma sociedade deve compreender que não pode abandonar aqueles que, por algum motivo, perderam a capacidade de produzir por conta de mudanças. Essa é também uma oportunidade para aprendermos capacidades novas. O tempo em que aprendíamos até a universidade e depois íamos trabalhar acabou. Teremos de continuar aprendendo ao longo da vida.Governos devem mudar também?
Precisarão ser mais transparentes. A cultura do segredo gera corrupção e esconde processos de baixa eficiência. O governo do futuro, em minha opinião, deve ser digital, enxuto e muito eficiente.Quais outros avanços tecnológicos em curso o senhor destacaria?
Há empresas trabalhando em carros voadores. Não há motivo para só termos carros autômatos no chão.Parece divertido.Quando falei em veículos autômatos pela primeira vez, há dez anos, até gente que conhecia a tecnologia automobilística ria. Hoje, todo mundo leva a sério porque a tecnologia já está pronta. Teremos carros voadores. Também acredito que teremos implantes em nossos cérebros em algum momento. De repente poderemos fazer com que uma criança de 5 anos fique tão boa em xadrez quanto um homem de 20 anos.A Apple dominou a imaginação acerca da tecnologia nos últimos 15 anos. Mas tem se tornado mais repetitiva. Estamos entrando numa era de domínio da Google?
Eu adoro a Apple. Trabalhei muitos anos na Google em projetos como o carro autômato, colocamos balões na estratosfera para distribuir acesso à internet, desenvolvemos lentes de contato que medem o nível de glicose. O que a Google tem é esse incentivo à inovação radical. Larry Page, meu amigo e cofundador da empresa, acha que nem universidades nem empresas estão fazendo o trabalho necessário de inovação. Então o objetivo dele é botar uma quantidade grande de dinheiro nisso.E como você descreveria Facebook e Apple, as outras duas forças do Vale?
São todas empresas fenomenais. Tenho imensa admiração por Mark Zuckerberg. Ele pôs sua missão social acima de todo o resto. Seu objetivo é dar poder às pessoas. Já Steve Jobs era capaz de imaginar novas categorias de produtos que gente como nós, do Vale, não levava a sério até ver o que a Apple tinha criado. Não acho que isso tenha deixado de existir. Agora, eles estão trabalhando em um carro.Você confirma que a Apple está trabalhando em um carro?
Ninguém diz isso oficialmente. Mas é claro que está. Os carros, hoje, são como aquele celular antigo da Motorola, o Razr. Era um ótimo aparelho. Mas não tinha mapas, não tinha browser ou câmera. Imagine o salto que existe entre um Razr e um iPhone. Seu carro, então, terá telas de toque, vai falar com você. Enquanto o carro anda, você dita seus e-mails. Além de esse carro torná-lo mais eficiente, ele é bonito.Você acha que a Apple vai criar esse carro?
Essa é uma pergunta em aberto. No momento, do ponto de vista da inovação, o melhor carro que existe à venda é o Tesla. É um carro criado no Vale do Silício. É metade computador, metade automóvel. O que fazia a diferença entre carros, antigamente, eram suspensão e motor. O futuro é um carro integrado com seu telefone, com sua agenda. E as empresas tradicionais, em Detroit, ficaram para trás.Fonte: PEGN
Advogada que investiu em franquia da Gigatron Tecnologia chega a faturar R$ 11 mil por mês, com investimento inicial equivalente a menos que a metade desse valor
Em tempos de crise não há só muito que se pensar, mas também muito o que se fazer. Esse é o caso de Jaciara Silva Lima. Uma advogada de 34 anos que em maio do ano passado tomou a frente da situação e abriu sua unidade da Gigatron Tecnologia Franchising em São Luís (MA). A Gigatron é referência no Brasil na área de serviços e tecnologia e oferece duas modalidades de negócios aos franqueados: Softwares, para gestão de negócios, ou emissão e comercialização de Certificados Digitais.
Na época, mesmo sem experiência alguma na área de certificados digitais, ela optou por buscar uma franquia que agregasse ao trabalho que ela já desenvolvia – prestação de serviço no segmento de contabilidade. “Estudei um pouco sobre o assunto e vi que meus clientes precisavam desse serviço. Desde quando eu me formei, em 2005, trabalho com prestação de serviço na área contábil e advocacia tributaria”, explica.Com o investimento inicial de aproximadamente R$ 5 mil, em apenas um ano a empreendedora já conseguiu o retorno do investimento. E atualmente, a média de faturamento bruto mensal é de mais de R$6 mil, enquanto a anual chega a R$73.8 mil. “No entanto, minha maior marca em faturamento foi de R$11 mil bruto mensal, após 14 meses de trabalho”, conta.E isso, ela acredita ser puro mérito ao trabalho desenvolvido junto aos outros escritórios de contabilidade. “Partimos para ação! Fizemos várias visitas aos escritórios, entregamos panfletos, fizemos parcerias. Mas, acredito que o diferencial foi a confiança que demonstramos ao explicarmos e realizarmos o trabalho de emissão e pela assessoria pós- venda. Podemos não ter capital suficiente para investir em propaganda na televisão ou em qualquer outro veiculo de comunicação, mas, temos disposição para ir atrás do cliente onde ele estiver“, reforça.E esse ano, as expectativas de rendimento estão surpreendendo a investidora. “Nos últimos quatro meses tivemos seguidamente um faturamento superior que equivale ao valor de quase o ano inteiro de 2015. Agora o negócio ‘alavancou’”, conta. “Temos que correr riscos – faz parte do negócio”, revela.Mas para os bons resultados atuais, outros quesitos foram fundamentais nesse processo. “Na apresentação você tem que ser comunicativo e transmitir segurança tanto da qualidade do produto quanto do seu atendimento”, afirma. Já, em relação a gestão, ela acredita que é necessário se pensar em como organizar e melhorar a qualidade da prestação de serviço. “Pois sempre há o que melhorar e consequentemente maximizar os lucros”, finaliza.Fonte: Empreendedor
Imagine um dispositivo USB que tenha a capacidade de destruir todo e qualquer aparelho em que for conectado. Esse cenário acaba de se tornar real com o lançamento do USB Kill, produto de uma empresa de Hong Kong que chega ao mercado pelo valor de US$ 56 (R$ 185).
O USB Kill tem capacitores, que recebem e armazenam a energia de dispositivos com entrada USB. Em questão de segundos, a eletricidade é descarregada no aparelho, queimando-o.Qualquer aparelho que possua uma entrada USB está em risco: computadores, laptops, televisões etc.Mas qual o motivo de criar um produto como esse? De acordo com a marca, a intenção é mostrar a vulnerabilidade de aparelhos eletrônicos e, com isso, obrigar os desenvolvedores a aumentar segurança dos dispositivos e deixá-los menos expostos.O USB Kill procura alcançar como público-alvo designers de hardware públicos e privados, auditores de segurança e o público em geral, caso queiram testar seus aparelhos ou mesmo destruí-los.
Gratuita, ferramenta “Google Teste Meu Site” analisa a página da empresa e diz o que precisa ser feito para ela funcionar bem nos celulares e tablets
Uma pessoa interage com seu celular quase 100 vezes ao dia. E grande parte dessas interações é para buscar informações sobre serviços e produtos na web. Segundo o Google, hoje, mais de 50% das buscas feitas em suas ferramentas são feitas via celular. Os empreendedores, portanto, devem estar atentos a este novo hábito dos consumidores: afinal, se a empresa tem um site que funciona bem nos dispositivos móveis, tem mais chance de ser encontrada e acessada.O serviço, acessível pelo endereço testmysite.thinkwithgoogle.com/intl/pt-br, é gratuito e analisa se a página da empresa funciona bem nos dispositivos móveis, explica Fabiana Fregonesi, gerente do time de soluções para PMEs do Google.Segundo Luís Benini, especialista em soluções mobile do Google, a ferramenta analisa três quesitos: se a página web é feita para smartphones, qual é a velocidade que ela é carregada no celular e, também, no desktop. Para cada um dos itens, é dada uma nota de zero a 100. As notas, inclusive, são indicadas em três cores (se é verde, o site é bom, se é amarelo, é razoável; e se é vermelho, a sua página na web é ruim para as telas dos celulares). Além das notas, o serviço oferece ainda um relatório técnico detalhado sobre onde o site vai bem e onde está mal.
A ferramenta é bem simples de usar. Basta colocar o endereço do site no campo indicado na página do “Teste Meu Site”. As notas também são fáceis de interpretar. O relatório, contudo, é mais complexo de interpretar: ele exibe informações técnicas, compreensíveis apenas para empreendedores que dominam programação web e especialistas em desenvolvimento de site.“A nossa ideia é dar uma dimensão exata dos problemas do site. Assim, o empreendedor pode fazer as correções. Ou passar para o gestor do seu website fazer as alterações no site para deixá-lo acessível via smartphone”, diz Benini.Segundo Fabiana, estudos indicam que a demora no carregamento de uma página web no celular impacta na queda de 11% em pageviews, 16% na satisfação do cliente e 7% de declínio em conversões de vendas, por exemplo. Em uma recente pesquisa do Google, 46% das pessoas disseram que o tempo de carregamento dos sites em dispositivos móveis é um incômodo.“Antes, as empresas precisavam ter um site. Hoje, elas precisam que esse site funcione no celular. Pois é lá que o cliente está”, afirma Fabiana.O lançamento acontece num momento em que o Google foca seus negócios nos dispositivos móveis. A empresa, recentemente, anunciou que os sites com páginas otimizadas para as telas de smartphones, por exemplo, ganhariam pontos para aparecer com mais relevância nos sistemas de buscas.Fonte: Pequenas empresas e grandes negócios
Empresa, que nasceu de um projeto de intraempreendedorismo, vence crise econômica do país e faz Positivo crescer no mercado nacional
Quando Marcelo Reis, gerente-geral da Quantum, é instigado a falar sobre o desempenho da empresa, “alívio” é a primeira coisa que ele diz. Nas entrelinhas, o que Reis quer dizer é que a startup, um projeto de intraempreendedorismo da Positivo para construir smartphones sofisticados, vingou: a unidade não só aumentou as vendas da empresa de tecnologia como passou incólume ao cenário de incerteza político-econômica e do dólar alto.
Com o bom desempenho, a Quantum, criada há um ano por Reis, Vinicius Grein e Thiago Miashiro (conheça a história aqui), sai do período de “provação” e, agora, entra numa nova fase: a de consolidação. E a empresa começou essa nova etapa pelo portfólio. Em julho, foi lançado o Quantum Müv, um celular com tecnologia intermediária; e, na semana passada, o Quantum Fly, smartphone cuja configuração compete com os chamados “top de linha”, como iPhone, Samsumg Galaxy S7 e Moto X. A expectativa é que os modelos repitam o sucesso do Quantum Go, o primeiro aparelho da marca.
“Não revelamos o desempenho de vendas dos nossos produtos, mas a unidade ajudou a Positivo a pular da sexta para a quarta colocação no concorrido mercado brasileiro de smartphones. O grupo tinha 2,3% de market share; agora tem 6,1% e vai crescer mais”, diz. Reis aposta que o Fly, modelo com configuração de ponta e concorrente do iPhone e Galaxy S7, por exemplo, vai ganhar espaço no mercado por conta de preço. “Ele entrega mais recursos que os rivais, e custa R$ 1.299 à vista; menos da metade dos concorrentes”, diz.Hélio Bruck Rotenberg, presidente do Grupo Positivo, prestigiou o lançamento do aparelho na semana passada, em São Paulo. À Pequenas Empresas & Grandes Negócios, ele disse que a Quantum tem levado a Positivo para um grupo de consumidores novos. “A gente sempre trabalhou bem com a classe popular na venda de celulares e computadores. Agora, entregamos um bom produto para quem gasta mais de R$ 1,3 mil num aparelho”, diz.Confiança
Rotenberg conta que o sucesso da Quantum também o aliviou. “Ela faz sucesso num momento em que o mercado de smartphones vende pouco, o dólar está alto e as pessoas, desempregadas, pensam muito antes de comprar qualquer coisa. E se a marca vende, é porque o trio à frente do projeto está fazendo algo diferente e encantando o mercado”, diz. “Se não desse certo, o projeto não se sustentaria. É a realidade.”Mas qual é a fórmula para o sucesso do primeiro ano? De acordo com Reis, ele está na cultura de startup que a Quantum tem.“Como uma startup, falamos com os clientes, participamos em grupos de discussão dos usuários, acessamos as redes sociais para ler o que falam da gente, e, ainda, fazemos conversas em vídeo com alguns grupos”, diz. Com essa estratégia, Reis pegou todo tipo de opinião negativa e positiva sobre a empresa e seu primeiro aparelho. “Com base no que aprendemos com os clientes, a gente conserta o que dá, como o software”, diz.A interação do dia a dia rende ainda uma base de dados rica para a Quantum, como uma lista do que os consumidores mais querem num celular. “O preço baixo é, claro, uma exigência. Mas o brasileiro gosta mesmo é de tela grande, design e bateria que dure o dia inteiro”, diz.
Foram esses dados que Vinicius Grein, o responsável pelo design dos smartphones da Quantum, levou à China, no começo deste ano, para desenhar o novo Fly. “Eu falava para os engenheiros e designers: o aparelho tem que encantar e deixar todo mundo chocado, no bom sentido, com o estilo e o preço”, diz.
O Fly (foto acima) foi o resultado dessa série de encontros com os parceiros. O aparelho tem 3GB de memória RAM, 32 GB de armazenamento e um processador de 10 núcleos – uma configuração que roda todos os tipos de games e aplicativos do momento e tem espaço para guardar milhares de fotos e vídeos.Com recurso para chips 4G de duas operadoras, o aparelho tem uma tela com 5,2 polegadas e duas câmeras: uma para selfie com 8 megapixels e a principal com 16 megapixels. Leve e fino, com 140 gramas e 7,5 mm de espessura, o Fly é feito com alumínio fosco e roda o sistema Android 6.0. Além disso, é equipado com sensores de proximidade, luminosidade, giroscópio, magnetômetro, bússola eletrônica e um leitor de impressão digital.“Se o celular fizer sucesso, vamos ser um rival incômodo para os grandes, pois vamos estabelecer novos padrões de preço e qualidade no mercado”, diz Reis. “Ou seja, fazer o que startups devem fazer”.Fonte: Pequenas empresas e grandes negócios
Empreendedores investem na ferramenta para facilitar a comunicação com o cliente
Parece estranho imaginar a comunicação entre as pessoas sem o uso do WhatsApp. Somente no Brasil, o aplicativo está presente na vida de mais de 100 milhões de usuários. Apesar da maioria utilizar a ferramenta para o uso pessoal, muitas empresas têm investido na sua praticidade para se relacionar com os clientes.O contato via WhatsApp também possibilita a aproximação com o consumidor. Negócios na área de saúde, alimentação e decoração já aderiram ao seu uso e reconhecem que a facilidade de comunicação é o que mais beneficia a empresa.
Se a praticidade para o cliente é um ponto positivo, um fator negativo reconhecido por algumas empresas foi o bloqueio de WhatsApp. Hoje, com as frequentes decisões judiciais de bloquear o aplicativo temporariamente, muitas empresas saem no prejuízo.Em julho, a Justiça determinou que o app ficasse fora do ar para todo o Brasil. O bloqueio durou algumas horas. Mesmo assim, para os empreendedores ouvidos pela reportagem, a ferramenta é útil e está ajudando a impulsionar a empresa.Confira cinco negócios que faturam usando o aplicativo:1. Clínica Dr. Saúde
A empresa paranaense atende áreas de cardiologia, neurologia e psicologia e realiza o agendamento de exames por WhatsApp desde junho de 2016. “Começamos a utilizar a ferramenta pela comodidade que ela oferece ao cliente”, conta Fernando Ishigaki, administrador da clínica.Ao contrário da maioria, a clínica não utiliza o app via celular, eles optaram pelo contato web. “Infelizmente, o uso pelo computador só permite o acesso de uma conta. Por isso, temos uma única pessoa cuidando dos agendamentos e das dúvidas frequentes dos clientes”, diz Ishigaki.Apesar das pessoas mandarem mensagens em todos os horários, a empresa estabelece o horário comercial para respondê-las. “Uma das facilidades desse meio é a pessoa não precisar fazer uma ligação para conseguir o agendamento. Além disso, o cliente pode enviar uma foto do pedido médico, o que é ainda mais prático e rápido”, conta.2. Talal Culinária Síria
Talal Al Tinawi é um refugiado sírio que chegou ao Brasil em 2013 com a família. Para conseguirem pagar os custos de viver em São Paulo, eles começaram a vender comida árabe.Hoje, recebem 60% dos pedidos via WhatsApp. “Nós enviamos o cardápio e combinamos a entrega com o cliente”, diz Talal. A família atende em diferentes regiões da capital paulista e, em abril de 2016, abriram um restaurante no bairro do Brooklin. “Como o pagamento é feito na hora e pessoalmente pelo cliente, é mais seguro. E nós estipulamos o horário de atendimento entre oito da manhã e oito da noite”, diz.3. Pádua Hortifruti
Localizada no interior de São Paulo, as vendas de morangos da Pádua Hortifruti tomaram outro rumo depois que o negócio adotou o WhatsApp para se comunicar com os clientes. “O lucro cresceu 50% depois que aderimos ao app para negociação com as pessoas”, conta Júlio César Nogueira, proprietário.Há dois anos e meio, Nogueira resolveu inovar no seu negócio e estabeleceu atendimento 24 horas via WhatsApp com os clientes. “Na época, todos adoraram essa ideia. Apresentamos algo diferente para o consumidor, que respondeu muito bem, e isso intensificou e aproximou nosso contato com eles”, diz o empreendedor.Para Nogueira, não existe lado negativo nesse tipo de comunicação. “A única coisa que nos atrapalha é quando decidem bloquear o app. Somos muito prejudicados com essas decisões”, conta. Ele ressalta que usa seu aparelho pessoal na troca de mensagens e e que é sempre importante manter as conversas abertas para salvar as informações dos consumidores e das negociações.4. Lunch Box
A empresa goiana surgiu em 2012 e adotou o WhatsApp para comunicação poucos meses depois. A Lunch Box produz e vende marmitas com comida saudável e caseira. Hoje, 90% das vendas são feitas pelo aplicativo.Ricardo Marinho e Alessandra Xavier de Moraes são sócios da empresa e já contam com mais de 200 clientes ativos no app. “Muitos clientes nos mandam mensagem à noite, mesmo sabendo que a nossa resposta será somente no dia seguinte” conta Alessandra.O casal utiliza um aparelho próprio para negociar as vendas e nunca tiveram problemas com o uso do app. “Nós dois estamos sempre conectados ao aparelho para receber os pedidos. O cliente é beneficiado, pois todo o contato é mais prático e rápido. Até às 22 horas nós respondemos às mensagens”, diz a empreendedora.Todos os dias, a empresa envia para sua lista de transmissão o cardápio do dia e fotos dos pratos, o que incentiva o contato das pessoas com a Lunch Box.
5. Aqui entre nós
A empresa de Volta Redonda (RJ) começou somente pelo Instagram. Comercializando produtos para decoração de mesas de jantar, como guardanapos e apoios de prato, a Aqui Entre Nós aderiu ao WhatsApp pouco tempo depois do seu surgimento.Para Elizabeth Vianna, uma das sócias, a aproximação com os clientes é um ponto alto no uso da ferramenta para seu negócio. “Além de realizarmos todo o contato pelo app, os clientes podem tirar dúvidas, mandar fotos da sua mesa e eu posso auxiliar na decoração do espaço”, diz Elizabeth.Para a empreendedora, uma das desvantagens desse recurso é o horário que muitas pessoas optam para mandar as mensagens. “Muitas pessoas mandam mensagem de madrugada. Fica complicado responder nesses horários alternativos, mas aos finais de semana, procuro responder a todos”, diz.Outro ponto a ressaltar é sempre salvar as informações dos clientes e as conversas. “Uma vez o aparelho parou de funcionar e perdemos todas as nossas informações dos clientes. Aprendemos a lição e hoje fazemos backup dos dados com frequência”, conta.Fonte: Pequenas empresas e grandes negócios
A Spacecom monitora cerca de 20 mil infratores, alguns deles presos pela Operação Lava-Jato
O sistema carcerário brasileiro permite que seus infratores não fiquem em presídios, por estarem em regime aberto, semiaberto, prisão domiciliar ou contemplados com saídas periódicas. Dependendo do caso, o criminoso não pode ultrapassar uma área determinada ou sair de casa à noite. Mas como saber se tais regras estão sendo cumpridas?
O uso da tornozeleira eletrônica é uma alternativa. A maior fabricante destes dispositivos no Brasil é uma empresa de Curitiba (PR): a Spacecom, que atualmente é responsável por 90% dos monitoramentos de presos realizados no país.
A Spacecom existe desde 2003. Foi criada pelo engenheiro de produção Sávio Bloomfield, 55 anos, e nasceu para criar soluções para operadoras de telefonia, como a criação de serviços de VoIP, que permite fazer ligações usando a internet, e atendentes eletrônicas.Em 2008, a empresa entrou oficialmente no mercado de tornozeleiras. “Percebemos que o produto poderia contribuir para a melhora do sistema prisional brasileiro. Com ele, evitamos a superlotação. Também fazemos com que autores de crimes leves não se misturem com criminosos graves e sejam influenciados por eles”, diz Bloomfield. A empresa foi uma das primeiras a oferecer o serviço no país.Por dois anos, a Spacecom apresentou a tecnologia a secretarias estaduais de segurança de todo o país. Enfrentou certa resistência a princípio. “As pessoas não conheciam a solução e duvidavam dela. Então fazíamos várias apresentações para mostrar a tornozeleira funcionando e provar que o dispositivo era eficaz”, afirma o criador da empresa. O primeiro estado a contratar a Spacecom foi São Paulo, em 2010.As tornozeleiras da empresa são conectadas a um centro de monitoramento em Curitiba. Caso o prisioneiro ultrapasse o perímetro em que deve ficar ou esteja fora de casa em um determinado horário – ou a qualquer momento, em caso de prisão domiciliar – a Spacecom é notificada e informa as autoridades competentes.Segundo Bloomfield, as tornozeleiras também informam a central de monitoramento em caso de rompimento do dispositivo. O mesmo acontece se o equipamento desligar por alguma razão. Além disso, retirar a tornozeleira sem abri-la é impossível. “Nunca houve nenhuma fuga causada por uma falha da tornozeleira ou da nossa central.”Atualmente, a Spacecom monitora 20 mil presos em 16 estados. Todas as vendas da Spacecom são feitas por meio de licitações, sendo que a maioria é realizada na esfera estadual. A exceção é o acordo que a empresa tem com a Polícia Federal da região Sul do país – exatamente o órgão responsável pela Operação Lava-Jato, responsável pela investigação e prisão de envolvidos em casos de corrupção.Desde que a Lava-Jato começou a atuar, alguns detentos usaram as tornozeleiras. O usuário mais recente da tecnologia foi o pecuarista José Carlos Bumlai, que, por motivos de saúde, está em prisão domiciliar desde março. No entanto, quando perguntado sobre o número de prisioneiros da Lava-Jato que usam suas tornozeleiras, Bloomfield afirma que não sabe quem são os usuários. “Não sei o nome de ninguém, seja dos presos da Polícia Federal ou seja de qualquer estado que use a nossa tecnologia.”De acordo com o empreendedor, a Lava-Jato não fez com que a receita da Spacecom disparasse, mas deu mais visibilidade à empresa. “Nós negociamos com vários estados desde 2008. Somos conhecidos por eles desde antes da operação. Mas conforme a operação da Polícia Federal foi avançando, o nome da empresa se tornou mais conhecido das pessoas”, afirma Bloomfield.A Spacecom não revela seu faturamento. No entanto, Bloomfield diz que as metas são oferecer seus serviços a mais estados brasileiros e firmar contratos no exterior. “Estamos em fase de negociação com países da América Latina.”Fonte: Pequenas empresas e grandes negócios