Setor de TI representa 5,6% da economia de SC - R$ 15,5 bilhões ao ano 

O que falta para o setor que emprega 47 mil pessoas se tornar a nova matriz econômica do Estado na opinião de entidades e especialistas

O setor de tecnologia, que cresceu mais de 10.000% nas últimas três décadas
O setor de tecnologia, que cresceu mais de 10.000% nas últimas três décadas

Uma janela se abre para o futuro de Santa Catarina. O setor de tecnologia, que cresceu mais de 10.000% nas últimas três décadas e já representa 5,6% da economia catarinense (movimentando R$ 15,5 bilhões em faturamento e empregando 47 mil pessoas), traça uma trajetória progressiva que visa transformar a matriz econômica estadual. O plano é fortalecer o ecossistema de inovação existente no Estado e alçar as empresas de tecnologia ao pelotão de frente da sexta maior economia do País a médio e longo prazo.

Mais que uma reinvenção necessária diante das mudanças intangíveis da chamada “quarta revolução industrial” - que conecta tecnologias digitais, físicas e biológicas -, a intenção do setor está em ampliar o reconhecimento do Estado como um ser inovador. A ideia é valer-se da cooperação e unir os diversos pólos catarinenses para que Santa Catarina se torne para o Brasil uma inspiração como o Vale do Silício é para o mundo.

A pretensão não está em copiar o modelo da “meca da inovação” mundial, que reúne na Califórnia, nos Estados Unidos, gigantes tecnológicos como Uber, Facebook, Google e Apple, mas trocar experiências. Ideias que conduzam a economia estadual para o mesmo referencial que fez despontar os exemplos americano e de Israel, outra referência global. Em linhas gerais, formar o “Nosso Vale do Silício”.

Essa avaliação é partilhada pelos expoentes em tecnologia no Estado, entre eles, Daniel Leipnitz, presidente da Associação Catarinense de Tecnologia (Acate), que representa a maior fatia do setor “tech” em Santa Catarina. A entidade é uma das principais defensoras e articuladoras da convergência dos projetos espalhados no Estado. O objetivo é formar um ciclo virtuoso em torno da inovação.

— Temos conhecido diversos ecossistemas mundo afora e devemos continuar a buscá-los e absorver de cada um o que eles têm de bom para montar um modelo próprio e promissor para Santa Catarina. Possuímos uma força associativista única e estamos trabalhando nessa união de competências por entender que vamos ter marca e respaldo muito maiores perante outros estados e países — justifica ele.

A ambição da associação é que esse mesmo propósito aproxime a hélice tríplice da inovação, formada por governos, empresas e universidades, bem como fortalecer uma quarta espiral, as pessoas. Além disso, o apoio de instituições como a Federação das Indústrias de Santa Catarina (Fiesc), Fundação Certi - Centros de Referência em Tecnologias Inovadoras, Endeavor e Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) - é considerado essencial para imprimir uma economia liderada pela tecnologia e a inovação em Santa Catarina.

— Visamos ser a maior economia catarinense e acreditamos que isso será possível num futuro próximo. Por dois motivos: primeiro o crescimento orgânico de novas empresas dentro do próprio setor; segundo, pela transformação de indústrias tradicionais em indústrias de tecnologia — analisa Daniel.

O setor de tecnologia, que cresceu mais de 10.000% nas últimas três décadas
O setor de tecnologia, que cresceu mais de 10.000% nas últimas três décadas

Projeção nacional com as staurtps

Esse crescimento vem impulsionado principalmente pelo boom das startups, criação de incentivos como o Sinapse da Inovação e o desenvolvimento de iniciativas voltadas à novas tecnologias nas seis mesorregiões catarinenses: Grande Florianópolis; Vale do Itajaí; Norte; Sul; Serra e Oeste. Calcula-se que atualmente mais de R$ 280 milhões em fundos de investimento transitem no Estado e a meta da própria Acate é que o fomento chegue a R$ 1 bilhão em até cinco anos para o desenvolvimento desses setores.

Somado a isso, apesar de ritmo ainda inicial no comparativo com outros lugares no mundo, a nível Brasil, Santa Catarina marca território entre os principais polos brasileiros de tecnologia.

Possui a terceira maior densidade nacional de trabalhadores do segmento, de 659,7 colaboradores em cada grupo de 100 mil/hab, atrás apenas de Amazonas (1.001,72) e Distrito Federal (975,51). Em outro indicador ocupa a quarta colocação na média ponderada de empreendedores, de 236,09 pessoas para cada 100 mil moradores - acima da média nacional de 204,49 por 100 mil/hab. Quanto a densidade de empresas a liderança é de São Paulo (334,45 em cada 100 mil/hab) e Santa Catarina vem no sexto lugar (176,61 a cada 100 mil/hab).

O setor de tecnologia, que cresceu mais de 10.000% nas últimas três décadas
O setor de tecnologia, que cresceu mais de 10.000% nas últimas três décadas

É preciso inovar e vencer desafios para continuar prosperando

Afinal, o que falta para termos o “Nosso Vale”? A aposta das lideranças locais está em manter a evolução constante no setor mirando a vocação empreendedora dos catarinenses para a “disrupção”, ou seja, desafiando o ‘status quo’ atual. Essas são exigências naturais frente aos velhos modelos de negócios e diante das novas tecnologias advindas da internet, que envolve conceitos até então desconhecidos como Nuvem, Big Data, Indústria 4.0, Comunicação Cognitiva e Internet das Coisas.

Outro desafio é capacitar e formar novos talentos e reciclar os profissionais que já estão mercado em conformidade com a reformulação exigida na indústria, nos serviços e demais setores econômicos - que hoje enfrentam escassez de talentos principalmente em funções antes inexistentes. Especialistas destacam ainda que faz-se necessário aumentar os investimentos aplicados à tecnologia, intensificar as parcerias público-privadas e aumentar o elo com as unidades de ensino.

Também é visto como fundamental ter ambiente de estímulo constante ao surgimento de ideias empreendedoras e novos negócios, além do envolvimento efetivo de cada uma das “hélices da inovação” (poder público, iniciativa privada, academia e sociedade) para que haja êxito ao que se espera alcançar nas próximas décadas.

— A inovação é um dos pilares do nosso planejamento estratégico e eu só vejo inovação quando se faz a união dessas quatro forças. Estamos no caminho do equilíbrio e vai ser este o nosso diferencial. Sempre fomos um Estado protagonista e temos indústrias de base tecnológica se desenvolvendo e em ascensão significativa, então novamente Santa Catarina vai ser um exemplo para o Brasil — observa Mario Cezar de Aguiar, presidente da Fiesc.

Daniel Leipnitz, presidente da Acate
Daniel Leipnitz, presidente da Acate
Nosso trabalho nos últimos anos tem sido no intuito de trabalhar a mentalidade das pessoas para a inovação e no convencimento de deixar os localismos de lado e construir uma proposta juntos em torno do ecossistema tecnológico. Acreditamos que com isso nós vamos ser mais fortes, porque uma coisa é chegar alguém e falar “eu sou do Estado de Santa Catarina”. O nosso concorrente não está em outra cidade, nosso concorrente é global, então essa união faz toda a diferença.
José Rizzo Hahn Filho, presidente da Associação Brasileira de Internet Industrial (ABII)
José Rizzo Hahn Filho, presidente da Associação Brasileira de Internet Industrial (ABII)
Santa Catarina no contexto de Brasil, está bem, acho que por ter uma força de trabalho competente, educada, uma indústria forte, ela percebeu a importância de se engajar nesse movimento e a gente tem hoje vários exemplos claros de que isso está acontecendo de forma acelerada aqui no nosso estado. Mas quando se fala em Vale do Silício, falta bastante, porque estamos conseguindo endereçar de forma correta as necessidades de capacitação de pessoas, mas para acelerar os negócios é preciso vencer duas grandes travas que temos no Brasil: acesso a capital e menos burocracia para criar e até para fechar uma empresa que não tenha dado certo.
Danilo Conti, Secretário de Planejamento Urbano de Joinville
Danilo Conti, Secretário de Planejamento Urbano de Joinville
No Brasil, o Estado que mais se aproxima do Vale do Silício talvez seja Santa Catarina, por ser aquele que pensa mais o todo. Existem centros de inovação atuantes ou sendo criados em todas as regiões catarinenses. O que está acontecendo agora é um movimento muito forte dessas iniciativas de dialogarem para que se tenha um ecossistema único e equilibrado. A ideia faz muito sentido porque não adianta criar ilhas de excelência enquanto o Estado fica carente em outras pontas. Isso não é algo que se vê em outras Regiões do País, então Santa Catarina está muito à frente dos outros estados quando se trata de inovação.
Miguel Abuhab, fundador da Datasul e da Neogrid
Miguel Abuhab, fundador da Datasul e da Neogrid
Hoje a nível Brasil certamente nós estamos muito evoluídos em termos de educação e de tecnologia. Penso que Santa Catarina é de destaque no Brasil e é curioso que em uma viagem que fiz recente a São Paulo, eu estava em um táxi e falei que sou de Santa Catarina e o taxista falou “ah, você é do Estado da tecnologia”. Então às vezes com uma pessoa humilde, que não é do nosso ramo, mas ele mesmo identificou que Santa Catarina é o estado da tecnologia.
Mario Cezar de Aguiar, presidente da Fiesc
Mario Cezar de Aguiar, presidente da Fiesc
Santa Catarina sempre foi um Estado protagonista e isso vem do próprio espírito catarinense de ser empreendedor, e com essa quarta revolução industrial nós também estamos despontando pela quantidade de empresas e pelo que elas já representam do PIB. Temos indústrias de base tecnológica se desenvolvendo no Estado e novamente Santa Catarina vai ser um exemplo para o Brasil. Acho que se não somos já o mais avançado estamos seguindo para ser o estado mais preparado para que nós tenhamos aqui o nosso Vale do Silício.
Marcelo Hack, presidente do Perini Business Park
Marcelo Hack, presidente do Perini Business Park
Santa Catarina tem uma cultura empreendedora fantástica, somos o segundo estado brasileiro em número absoluto de startups. E no final do dia a inovação vem das pessoas, então se elas têm essa cultura e querem inovar, a inovação acontecerá. Acredito que se nós tivermos boas políticas públicas, a universidade com qualidade e a iniciativa privada entendendo que inovar é fundamental para sua existência, vamos conseguir atrair empresas de todo o mundo para que invistam no Estado e desenvolvam novas tecnologias. Então, Santa Catarina tem hoje, na minha opinião, as melhores condições para se tornar o Vale do Silício Brasileiro, e vai ser, pode ter certeza.


RD Station lança ferramenta de vendas gratuita para PMEs

RD Station CRM complementa a automação de marketing, facilitando a organização e gestão do processo de vendas
A Resultados Digitais, líder no desenvolvimento de software (SaaS) voltado para o crescimento de pequenas e médias empresas, anuncia seu novo produto, o RD Station CRMO anúncio foi feito pelo fundador e CEO Eric Santos, durante sua palestra no RD Summit, evento anual que reúne mais de 11.000 pessoas em Florianópolis em três dias intensos de conteúdo e networking.Desde a aquisição da Plug CRM, em agosto deste ano, as equipes de produto e engenharia da RD trabalharam lado a lado para desenhar um produto que fosse intuitivo e ao mesmo tempo permitisse uma integração nativa com o RD Station Marketing.“Pesquisas da RD indicaram que aproximadamente 70% dos clientes não tinham uma ferramenta de vendas e muitos ainda faziam o processo de forma manual. Nosso objetivo é encorajar a adoção inicial, pois sabemos que o CRM pode trazer grandes benefícios em curto prazo para médias e pequenas empresas, afirma Luis Lourenço, ex-CEO da Plug CRM e atual gerente de produto para RD Station CRM.A versão gratuita ou “free”, como o produto será chamado internacionalmente, permite uma visão completa do funil de vendas e o acompanhamento de cada etapa do processo para saber onde investir e obter melhores resultados. O sistema registra automaticamente as interações com o cliente e o histórico fica disponível para toda a equipe, em qualquer momento e em qualquer dispositivo. Possui integração com calendários (Gmail e Outlook) e discadores de telefonia. Além disso, cria lembretes para executar tarefas importantes, como follow-ups, ligações, envio de e-mails e visitas. É o único CRM gratuito em português com número ilimitado de usuários e contatos.O RD Station CRM também será disponibilizado em uma versão “Basic” para empresas que já possuem um pouco mais de maturidade e que pretendem aumentar o desempenho e a produtividade da equipe de vendas. Nesta versão, a ferramenta apresenta relatórios de conversão por etapa do funil e acompanhamento de metas, entre outros recursos. Além das integrações do Free, possui também gerenciadores de projetos (Runrun.it e Trello), mensageiros (Whatsapp Web), ERP e sistemas de gestão financeira, como ContaAzul, Bling, Nibo etc.“Entendemos que CRM é um complemento natural à automação de marketing. Com mais informações, gestão e métricas, médias e pequenas empresas poderão crescer de maneira sustentável e escalável, gerando mais empregos e impulsionando as economias locais”, afirma Eric Santos, CEO da Resultados Digitais.RD Station Marketing + RD Station CRMO uso integrado dos dois produtos possibilita obter mais informações sobre os potenciais clientes, tomar melhores decisões, aumentar a previsibilidade e maximizar o resultado de vendas. Os contatos de marketing e seus respectivos históricos aparecem automaticamente no RD Station CRM, assim como a equipe de marketing consegue medir sua contribuição em vendas geradas e criar novas ações considerando o motivo de perdas.Sobre a RDFundada em 2011, em Florianópolis, a Resultados Digitais é líder no desenvolvimento de software (SaaS) voltado para o crescimento de pequenas e médias empresas. Seus dois produtos – RD Station Marketing e RD Station CRM – alcançam mais de 12000 clientes em 20 países. A RD possui 680 funcionários, distribuídos nos escritórios de Florianópolis, São Paulo, Joinville, Bogotá, Cidade do México e San Francisco.

Neogrid amplia parceria com Microsoft para projetos de transformação digital

Neogrid, de Joinville, empresa especializada na sincronização automática da cadeia de suprimentos, está ampliando sua parceria com a Microsoft para a adoção da plataforma Azure na América Latina, ganhando escala no processamento dos dados.Edimilson Corrêa, vice-presidente de tecnologia e produto da Neogrid, destaca que “a parceria traz uma vantagem competitiva para a Neogrid. Passamos a contar com a inteligência e o suporte técnico da Microsoft para uma tecnologia na nuvem mais eficiente e, assim, alavancar os projetos de inteligência artificial, blockchain e virtualização dos nossos servidores na nuvem”.Em julho, uma equipe de arquitetos e desenvolvedores da Neogrid na sede da Microsoft, no Estados Unidos, participando de palestras, treinamentos e discussões sobre inovações tecnológicas.Os projetos com a multinacional americana têm sido acompanhados de perto pelo fundador e CEO da Neogrid, Miguel Abuhab.Além de toda a interação entre as tecnologias, a empresa catarinense ainda reduzirá custos com hardware e treinamento de pessoas e poderá, principalmente, evoluir em suas operações internacionais.A companhia mantém escritórios em Chicago (EUA), Londres (Inglaterra), Amsterdã (Holanda) e Tóquio (Japão).PROGRESSOA parceria também visa deixar mais eficiente e inteligente a plataforma da Neogrid.Com o Azure, que traz ferramentas abrangentes e produtivas para codificação e gerenciamento de informações coletadas dos varejos e distribuidores, a empresa ganha capacidade de análises em escala global.Segundo Corrêa, a empresa já utiliza o machine learning e a inteligência artificial em ferramentas de suporte e atendimento ao cliente, permitindo maior produtividade e assertividade nas respostas:“Esses conceitos também já são aplicados em nossas soluções de planejamento e reposição e visibilidade do pequeno varejo (Small Retail Insights) e proporcionam a nossos clientes ganhos de qualidade, melhores resultados e acesso ao que existe de mais atual em tecnologia”, revela o executivo. “Nosso objetivo é cada vez mais oferecer um relacionamento baseado em autosserviço, de forma automatizada e intuitiva, sem a necessidade de intervenção de nossos profissionais e proporcionar melhor experiência aos clientes”.

Logistique 2018 em Joinville

Será entre os dias 23 a 25 de outubro, das 14 às 21 horas, no complexo de exposições da Expoville.Com o slogan “Otimização Logística com a Integração Perfeita entre os Modais”, o evento contará com 80 marcas em exposição, apresentando soluções completas para toda a cadeia logística.De acordo com a organização, os principais players do transporte, comércio exterior, tecnologia da informação (TI) e gerenciamento da cadeia de suprimentos estarão presentes no pavilhão da Expoville.Marcas como Aliança Navegação e LogísticaHamburg SüdVolskwagem Onibus e Caminhos, Arteris Litoral SulInfraeroHeli Empilhadeiras/ Grupo RechLog-In Logística Intermodal, entre outras.Integram a listagem de expositores os quatro portos catarinenses: Porto de ImbitubaPorto de São Francisco do SulPorto de Itajaí Porto de Itapoá.O diretor do evento, Leonardo Rinaldi, destaca que a expectativa é que 15 mil visitantes circulem pelos estandes durante os três dias:“São muitas as novidades, como o novo conceito e posicionamento da feira, incorporando a multimodalidade e a intralogística, contemplando assim todas as interfaces da cadeia logística”.Esta nova proposta da Logistique chega para atender uma demanda do setor, deixando os organizadores ainda mais otimistas quanto ao êxito da feira.“O evento ganhou notoriedade e expressão, posicionando-se como um dos principais do País no segmento; já somos apontados pelo mercado como a segunda maior e mais importante feira do Brasil do setor”, completa Rinaldi.LANÇAMENTOSMuitas das empresas que estarão expondo seus produtos e serviços escolheram a Logistique para apresentar novidades.A área de tecnologia para logística será uma das que contemplará mais lançamentos.A Senior Sistemas, por exemplo, apresentará uma nova solução em seu portfólio: o sistema Gestão de Pátio e Agendamento, que tem como diferencial reduzir o custo com operações de carga e descarga de mercadorias através de melhorias no planejamento e controle dos veículos, desde o trânsito do fornecedor até o cliente.Já a M&O Sistemas, com sede em Joinville e que há mais de 20 anos atua no desenvolvimento de tecnologia para o setor de transporte e logística, apresentará o sistema SMO Frete, desenvolvido para empresas que contratam fretes.Uma outra empresa que apresentará novidades em seu espaço será a Metaro, trazendo dois novos produtos ao mercado: a Niveladora de Doca com sensor de estacionamento.Já a LogComex lançará o “Tracking real time”, produto que faz follow-ups automatizados de forma inteligente, notificando o usuário de cada passo de sua carga, evitando movimentações às escuras.Com mais de 20 anos de atuação, a Gestran levará para a Logistique o Fretefy, uma plataforma própria para integrar negócios no transporte de cargas.PALESTRAS E MESAS REDONDAS Logistique também terá uma programação paralela de palestras e rodas de conhecimento com especialistas.A abertura será com o CEO do BBM Logística, André Prado, que explana, no dia 23 de outubro, às 14h30, sobre “Supply Chain 4.0”.Já na terça-feira, dia 24, um dos destaques será a palestra “Investimentos em Infraestrutura” com o presidente do Porto de Itapoá, Cássio Schreiner, às 15h30.Após as palestras da terça e quarta-feira será realizada uma mesa redonda com todos os participantes, com mediação do Presidente da Abralog, Pedro Moreira.No último dia do evento, outras duas palestras prometem reunir os principais executivos e especialistas do setor: às 15h30, o CEO da Opentech, Duani Reis, fala sobre o Gerenciamento Logístico e de risco integrados no transporte; e às 16h30, a Coordenadora do Departamento de Engenharias da Mobilidade do Centro Tecnológico de Joinville (UFSC), Francielly Staudt, fala sobre as tendências da Logística: Logística 4.0 + Blockchain + Omnichanne.A visitação à Logistique é totalmente gratuita, mediante inscrição no site AQUI

Serasa Consumidor investe 2 milhões e inaugura novo escritório em Blumenau

A startup Serasa Consumidor, que abrange as ações da empresa para ajudar o consumidor a gerir sua vida financeira, braço da Serasa Experian, inaugurou em 15 de outubro de 2018, um novo escritório em Blumenau.Resultado de imagem para ibiza blumenauOs investimentos somam pouco mais de R$ 2 milhões.Resultado de imagem para ibiza blumenauA estrutura está instalada em um escritório assinado por Guilherme Moki, um dos nomes mais importantes da arquitetura no país.Salas de reuniões foram batizadas com nomes de cervejas, uma forma de homenagear a cidade. Sabe por que...sabe por que? Saiba agora!!!Outros atrativos estão disponíveis para os funcionários como chopeira, mesa de sinuca e games.Silvio Frison, CEO da startup, destaca que essa mudança é um grande indicador de que o Serasa Consumidor está dentro das tendências das grandes empresas digitais do mundo:"Depois de dois anos em nosso antigo QG e duplicarmos nossa receita ao longo desse período, vimos a necessidade de ampliar nossa casa para receber os melhores profissionais do ramo. Escolhemos o prédio Ibiza por ser um dos empreendimentos mais tecnológicos da região, que tem totalmente a cara da startup".O empresário conta que por utilizar tecnologias atuais, a startup conseguiu atrair um time multicultural: 76% da equipe é formada por pessoas de fora de Blumenau:“Além de lançar mão de tecnologias atualizadas, metodologias ágeis de desenvolvimento, um ambiente multicultural voltado à colaboração, investimos neste novo escritório para proporcionar aos nossos times uma estrutura moderna, confortável e com a nossa cara para ajudar milhares de brasileiros”.Imagem relacionadaSó esse ano, o Serasa Consumidor recrutou quase 100 novos talentos entre SP e Blumenau, sendo que o escritório do sul triplicou o número de profissionais e não irá parar por aí: ainda há 38 vagas abertas.Interessados em se candidatar podem acessar o site clicando aqui

Conheça a estrutura da Havan Liberty Gaming no esport

Conheça a estrutura da Havan Liberty Gaming no esport

(Foto: Reprodução/Havan)
Na última quinta-feira (30/08/18), aconteceu o primeiro evento de esport de Brusque, cidade no interior de Santa Catarina. A inauguração do gaming office da Havan Liberty Gaming reuniu os jogadores, empresários, imprensa e convidados para expor a estrutura da também recém-anunciada equipe de League of Legends da Havan, uma das maiores redes de lojas de departamento do Brasil.O time, que almeja a vaga no Circuito Desafiante através das qualificatórias abertas — o popular tier 3 de LoL — perdera a segunda e última chance em 2018 de lutar pela vaga uma semana antes, no dia 23 de agosto, ou seja, caso não haja a negociação de uma vaga direta, a equipe não estará presente no circuito oficial em 2019.

A escolha do Gaming Office em Brusque

Contrariando o modelo usado pela maioria das equipes já consolidadas no cenário nacional, a Havan negou a ideia de uma Gaming House, dispensando a ideia de que os jogadores morem juntos em seu centro de treinamento. O mais impactante, na prática, é a localização — fora de São Paulo, onde o estúdio dos dois principais campeonatos de LoL no Brasil é sediado.O CEO da Havan Liberty Gaming, Samuel Walendowsky, explicou a decisão à nossa reportagem considerando, além dos custos operacionais reduzidos em comparação a uma sede em São Paulo, a intenção da equipe de expandir o esport brasileiro para além da região sudeste. “Temos a intenção de desenvolver o cenário daqui. Nada impede de que haja uma equipe de esport no sul, é um jogo online. Por que não utilizar isso pra fomentar o cenário fora de São Paulo?”De acordo com ele, a medida deve ir além da equipe profissional com o nome da empresa e chegar a peneiras e campeonatos amadores, que devem utilizar a estrutura em Brusque para iniciativas maiores do que a busca pela vaga no Circuito Desafiante e, pensando à frente, no CBLoL.

Confira as fotos do escritório da Havan Liberty Gaming:

(Foto: Reprodução/Havan)
(Foto: Reprodução/Havan)
(Foto: Reprodução/Havan)
(Foto: Reprodução/Havan)
(Foto: Reprodução/Havan)
(Foto: Reprodução/Havan)

Fundador do Waze - Investi tudo em startups

"OS CARROS AUTÔNOMOS VÃO SALVAR SUA VIDA", DIZ URI LEVINE, FUNDADOR DO WAZE

O empreendedor, famoso pelo aplicativo de mobilidade, falou com exclusividade a PEGN. E afirma: "O dinheirão que ganhei do Google reinvesti todo em startups"

Uri Levine não foge de uma boa briga. O empreendedor israelense, criador do aplicativo de mobilidade Waze, ataca a indústria automobilística, questiona os gigantes da tecnologia e exige que o poder público resolva a questão do transporte nas cidades.Levine esteve no Brasil nesta semana para uma palestra no Latam Retail Show, evento de três dias que discutiu as tendências do varejo no Expo Center Norte, em São Paulo. Depois de sua palestra sobre empreendedorismo, ele bateu um papo exclusivo com a reportagem de PEGN. Na conversa, conta o que fez com o dinheiro da venda do Waze (adquirido pelo Google por US$ 1,3 bilhão em 2013) e discute o futuro da mobilidade no mundo.O que você fez com o bilhão que recebeu no Google. Investi tudo em startups. Eu acredito que minha missão é solucionar grandes problemas da sociedade e gerar impacto. O Waze lidava com congestionamentos. O Moovit ajuda os cidadãos a superar as deficiências no transporte público; a Feex faz com que você entenda as tarifas cobradas pelos bancos; a Engie quer acabar com as dificuldades na hora de consertar o carro. Quer dizer, toda vez que vou no mecânico, eu me sinto um completo idiota, porque não entendo nada do que ele está falando. Então criei uma plataforma que permite conectar o celular se ao computador do carro. E daí você faz o seu próprio diagnóstico, antes de levar para o mecânico. E tem ainda é FairFly, que auxilia as pessoas a conseguirem passagens áreas mais baratas. Há um tema comum a todas essas startups: elas colocam o poder na mão do consumidor. É essa a ideia. A maioria dos problemas no mundo dos negócios está ligada às dificuldades dos consumidores. Se eu puder ajudá-los a se sentirem mais poderosos, se puder ajudá-los a economizar tempo, reduzir custos, e melhorar sua vida de maneira geral, vou ficar feliz com isso. É o que eu gosto de fazer.Nos últimos dois anos, você veio várias vezes ao Brasil. De onde vem essa conexão com o país? O Brasil tem um mercado incrível. Além de ser enorme, há muitos problemas urgentes para serem resolvidos. Não é a toa que muitas das minhas startups, como Moovit e Engie, já estão no caminho para se tornarem bem-sucedidas. Sem falar no Waze, que tem no país seu segundo mercado, depois dos Estados Unidos.Por que acha que o app faz tanto sucesso aqui? Porque é impossível dirigir em São Paulo sem o Waze (risos). Eu acredito que demos uma grande contribuição à economia do país, não apenas porque as pessoas economizam tempo, mas porque agora os empresários conseguem chegar na hora em suas reuniões de negócios. Recentemente, você disse que as maiores mudanças tecnológicas ainda estão por vir.Como isso vai afetar o mundo dos negócios? A velocidade com que as inovações acontecem está crescendo. Se der uma olhada em tudo que aconteceu na última década, ficará espantada. O iPhone tem dez anos. O Waze e o Uber têm menos de dez anos. Então são companhias que não estavam aqui dez anos atrás e hoje criam um impacto enorme nas nossas vidas. Como a velocidade das mudanças aumentou, isso irá se acentuar na próxima década. É muito provável que coisas que valorizamos hoje vão desaparecer e ser substituídas por algo completamente diferente. Não teremos mais iPhones e Androids, e sim algo totalmente novo. Não sabemos o que é. Se eu soubesse, estaria fabricando agora!Por que você diz que, entre Google, Facebook e Amazon, só duas irão sobreviver? Porque é verdade. Das dez maiores companhias de tecnologia hoje, só cinco vão sobreviver. Mas não sabemos quais serão. Adoraria ter essa informação.Como você vê o futuro da mobilidade? Essa é uma questão essencial. Se você prestar atenção nas economias mais avançadas, verá que as demandas principais são as mesmas: comunicação ágil, logística eficiente, facilidade para fazer transações financeiras, mobilidade. As três primeiras estão avançando rapidamente, enquanto a mobilidade está indo para trás. Veja bem: há mais congestionamentos hoje do que havia dez anos atrás. Então, é claro que precisamos encontrar soluções urgentes para a questão da mobilidade. O maior problema hoje é a proporção entre número de passageiros e veículos. Uma única pessoa, dentro de um carro, ocupa um espaço enorme, e é isso que gera os engarrafamentos. Nos EUA, a proporção é de 1,1 passageiros por veículo. Se reduzirmos esse número, eliminamos os congestionamentos. A maneira de fazer isso é criar sistemas de transporte públicos muito melhores do que temos hoje. Esse é o futuro da mobilidade. Por isso criei a Moovit. E há, claro, a questão dos carros autônomos, que também vão colaborar muito para melhorar a mobilidade nas cidades. Mas ainda não chegamos lá.Quanto tempo vai demorar para podermos colocar uma pessoa cega em um carro autônomo e ter certeza de que vai ficar tudo bem? Os carros autônomos serão muito mais confiáveis do que os dirigidos por motoristas. Ainda não são, mas vão ser. Carros autônomos não mandam mensagens quando estão dirigindo, não bebem antes de dirigir, não tomam drogas e pegam a estrada. Quantas mortes são causadas por acidentes de trânsito hoje no Brasil por ano? Posso te garantir que haverá muito menos acidentes com veículos autônomos.Se os carros autônomos são a solução para as mortes no trânsito, porque seu desenvolvimento é tão lento? Quantas pessoas mais terão que morrer até termos um modelo pronto para rodar? Ainda vai demorar dez anos para que não tenhamos mais motoristas nas ruas. Uma das razões para a demora é econômica. Há muito dinheiro envolvido e muitas companhias estão tentando evitar esse progresso. A indústria automobilística já percebeu que vai vender muito menos carros quando estes forem autônomos. E essa é uma indústria poderosa em muitos países. Então devemos nos perguntar: a quem interessa tornar esse processo mais lento? Outra razão para o atraso é tecnológica. Ainda não temos uma solução completa. Um dos maiores desafios para os fabricantes é que as pessoas dirigem de maneiras diferentes. Então, o que me deixa confortável no carro não é a mesma coisa que deixa outra pessoa confortável. Um exemplo: se o carro autônomo enxergar um espaço entre dois veículos bem estreito, mas onde é possível passar, ele vai avançar, possivelmente em alta velocidade. Mas isso pode matar o passageiro do coração. Então vai levar muito tempo para descobrir os parâmetros do que é ou não confortável para todos os passageiros.Existe uma questão ética que preocupa muita gente. Como os carros autônomos serão capazes de tomar decisões? Se um acidente for inevitável, quem ele vai salvar - o motorista, o passageiro, ou o pedestre? Eu sei que muitas pessoas se preocupam com esse tipo de coisa. Mas essa não é a pergunta que eles deveriam estar fazendo. Como os seres humanos tomam essas decisões hoje? A verdade é que eles não decidem. Tudo acontece muito rápido, não dá tempo de pensar. O que acontece é que os seres humanos seguem seus instintos, que podem estar certos ou errados. Se você fizer um teste e colocar mil motoristas na mesma situação de perigo, eles vão tomar diversas decisões diferentes. E, se repetir o teste, vão tomar outras. É tudo muito aleatório. No caso do carro autônomo, o princípio básico é que ele será capaz de se antecipar e evitar o acidente. Então essas decisões não serão necessárias. Toda a questão é irrelevante. O importante é que os acidentes – e consequentemente, as mortes – vão diminuir muito.Que conselho daria aos empreendedores brasileiros? A coisa mais importante que diria é: não tenha medo de falhar, cometa seus erros rapidamente, e apaixone-se pelo problema, não pela solução.

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Empresa investirá em empreendedores que oferecerão os serviços de tecnologia e máquinas de cartão em centenas de cidades a partir de maio

Com centenas de escritórios próprios atendendo mais de 300 cidades brasileiras, a empresa de soluções de pagamentos Stone inicia a partir de maio uma nova etapa de crescimento com o investimento em um programa de franquias. O objetivo é ampliar ainda mais a presença nacional das máquinas de pagamento da companhia e alcançar consumidores em aproximadamente 130 municípios no primeiro semestre de 2018.Para implementar o projeto, a Stone busca franqueados com perfil empreendedor e o desejo em comum de apostar em algo novo. Fundada em 2012, a Stone é atualmente a maior adquirente independente do país e opera com a maioria das bandeiras de cartões de débito e crédito do mercado. A proposta de franquias surgiu como forma de alcançar mercados mais distantes, em cidades fora do eixo Rio – São Paulo, onde a empresa possui seus principais escritórios.A Stone oferecerá suporte, treinamento e todo o conhecimento e experiência de um modelo de vendas já consolidado no mercado para que os franqueados se tornem donos do seu próprio negócio e representantes da marca Stone em suas regiões. Além de oportunidade a empreendedores, a ideia é que as franquias Stone estimulem comércios e desenvolvimento locais.“Queremos realizar o sonho de empreender das pessoas. Buscamos pessoas na faixa de 25 a 65 anos que tenham energia e vontade para trilhar um caminho inédito em suas vidas. É importante que morem nas regiões das franquias, para que conheçam bem suas cidades e a dinâmica local”, afirma Henrique Bicalho.Para se tornar um franqueado da Stone, o empreendedor interessado deve fazer um investimento inicial de R$ 55 mil, o que garante a estrutura física do escritório na cidade de atuação, custos pré-operacionais, além de treinamento e consultoria de campo. Em alguns municípios selecionados, a empresa irá promover ações para apresentar seu modelo de negócio a candidatos interessados em investir numa franquia da marca. A etapa seguinte do programa de franquias consiste em um processo de seleção conduzido diretamente por times da Stone.Serviço:Para participar do programa de franquia da Stone e esclarecer dúvidas, basta acessar a página https://goo.gl/eTWpcL Os interessados também podem entrar em contato com a equipe pelo e-mail [email protected] ou pelo telefone (11) 3157-3454.O que está incluído no valor da franquia: Estrutura física completa da sala, material de divulgação e vendas, treinamentos, custos pré-operacionais de abertura da empresa (CNPJ), implantação dos softwares de gestão e suporte da franqueadora.

Fábrica da General Motors mostra o carro elétrico Bolt

Fábrica da GM em Gravataí recebe certificação ambiental e mostra carro elétrico Bolt

Veículo norte-americano chegará importado ao mercado brasileiro em 2019

Design limpo privilegia a aerodinâmica
Uma das plantas mais modernas da General Motors  no mundo, a fábrica de Gravataí (RS) recebeu nova Certificação Internacional Energy Star. Concedida pela Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos,  o título global é destinado às empresas que são referência na utilização de recursos naturais. No evento, a GM mostrou o seu carro elétrico, o Chevrolet Bolt produzido nos Estados Unidos.
Diretor da GM Mercosul, Nelson Silveira (E)
A certificação é concedida às empresas que reduzem o consumo energético em 10% num período de cinco anos. Em 2014, planta gaúcha foi destaque pelo período 2009/2013. Agora, repete pelo ciclo 2013/2017, com  redução de 10,2%, economia igual ao consumo de energia de cerca de 9.550 residências durante um ano.
Gilberto Leal
Economia igual consumo de 9.950 casas por ano
Desligamentos programados de energia elétrica, substituição dos queimadores da pintura de veículos, melhorias na iluminação interna e externa e de processos associados à implantação de projetos, entre outras ações, garantiram  atingir a meta.
General Motors / Divulgação
Complexo se prepara para produzir novos carros
No evento, que contou com o diretor de comunicação da GM Mercosul, Nelson Silveira, foi mostrado o Chevrolet Bolt EV. O diretor de Engenharia Elétrica da GM América do Sul, Plínio Cabral Junior, explicou os principais objetivos da corporação - zero acidentes, zero emissões e zero congestionamentos - e o carro elétrico que é referência da corporação.
Priscila Nunes / Especial
Avançadas tecnologia e conectividade
Lançado em outubro de 2016 nos Estados Unidos, o Chevrolet Bolt EV está entre os carros elétricos mais vendidos do mundo. Autonomia de 380 quilômetros, a bateria de íons lítio aproveita a  própria energia dissipada em frenagens e em desacelerações para recarrega. Basta tirar o pé do acelerador para ativar esta função.
Priscila Nunes / Especial
Motor elétrico leva Bolt aos 148 km/h
Com o motor elétrico que gera 203 cv de potência e força (torque) de 36,8 kgfm, o Bolt acelera de 0 a 100 km/h em 6,5 segundos e chega a velocidade máxima de  148 km/h. O carro pesa 1.600 quilos, dos quais, 429 quilos das duas baterias de íon de lito pesam 429 quilos que ficam sob o assoalho plano
Priscila Nunes / Especial
Baterias podem ser recarregadas em casa
As baterias do Bolt podem ser recarregada na garagem de casa. Plugado o cabo de energia na tomada de 240 V, a carga rápida de uma hora dará autonomia para cerca de 40 quilômetros ou nove horas para a recarga toral. Nas estações públicas de alta voltagem, trinta minutos permitirão rodar cerca de 150 quilômetros, e três hora para carga total
Quadro digital de instrumentos
Capô curto, os faróis e as luzes diurnas em LED são separados pela grade ativa. Na traseira lanternas também em LED.  Com 4,16 metros de comprimento e entre-eixos de 2,60 m, o interior do Bolt tem revestimento em couro de duas cores,  o  quadro de instrumentos  tem tela digital de oito polegadas  e mostra diversas informações.
Volante multifuncional, o sistema multimídia MyLink com tela de 10,2 polegadas e sistema de navegação integrado é interativo com Android Auto e Apple CarPlay. Exibe também as operações do carro como carga e recuperação de energia e as imagens das câmeras que geram visão de 360°.
Comandos e instrumentos intuitivos
O  Chevrolet conta com recursos de auxilio a condução e segurança: controle eletrônico de velocidade adaptativo, alertas de  tráfego cruzado e de manutenção de faixa, freios ativos na detecção de pedestres,  dez airbags, câmera 360º, sistema OnStar, freios a disco nas quatro rodas e uma ótima posição de dirigir tornam a vida a bordo confortável.
Imagens no retrovisor da movimentação atrás do carro
No rápido test-drive em no Complexo de Gravataí,foi possível destacar alguns detalhes do carro.  Basta ligar o carro, engatar a marcha para a frente – a outra é a marcha ré – para o carro sair em silêncio. O Bolt arranca fácil, a velocidade acompanha a pressão no acelerador e comportamento é igual ao do carro convencional.
Posição elevada de dirigir e condução fácil
Adaptação rápida, a jornalista Priscila Nunes percorreu cerca de  seis quilômetros em menos de dez minutos.  Chamou a atenção a posição elevada de dirigir como num crossover, a condução foi tranquila, facilitada pelos comandos e instrumentos intuitivos.
Carga da bateria e recuperação de energia
Priscila  destacou  a possibilidade de frear através de uma haste à esquerda do volante para aumentar recuperação de energia para a bateria. Ou câmbio na posição Low, quando basta tirar o é do acelerador para o carro frear rápido.
Revestimento interno em couro de dois rons
O Chevrolet Bolt EV custa 37.500 dólares nos Estados Unidos, mas o comprador tem incentivos que baixam quase dez mil dólares.  O preço no mercado brasileiro só será divulgado na chegada do carro, prevista para 2019.

Grátis - Totvs oferece 2 mil vagas para treinamentos on-line em TI

Empresa está investindo cerca de R$ 1,5 milhão para formar cem turmas em todo o País

A Totvs anuncia a abertura de 2 mil vagas para treinamentos on-line em soluções de TI. A iniciativa tem como objetivo especializar os interessados em trabalhar com os principais sistemas de mercado da empresa, aumentando a chance para quem procura por uma oportunidade de trabalho. Ao todo serão disponibilizados mais de 25 temas, divididos em cem turmas, com um vasto conteúdo programático e carga horária variada.De acordo com dados da Associação Brasileira de Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom), existem no país mais de 50 mil vagas de TI abertas. As oportunidades crescem, mas como a formação de mão de obra qualificada não evoluiu na mesma proporção, há um déficit de profissionais preparados.As capacitações acontecerão remotamente, em ambiente virtual e em tempo real, para pessoas de todo o Brasil. Entre os cursos oferecidos, de agosto até dezembro, estão o de Arquitetura e Instalação, Estoque, Controle da Produção, Fluxo de Caixa e Introdução ao ERP. Todos serão pautados no portfólio da companhia, com foco em soluções dos ERPs Totvs e fluig.Para saber mais sobre os treinamentos disponíveis, horários, requisitos e conteúdos programáticos, acesse o site da iniciativa. Os interessados devem solicitar a inscrição em até 7 dias úteis antes do início do curso, pelo mesmo site. As vagas são limitadas e as primeiras aulas começam dia 13 de agosto.A empresa investiu cerca de R$ 1,5 milhão para oferecer essa grade de treinamento.

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