Itaú lança sistema para a contratação online de crédito imobiliário

Itau-lanca-sistema-para-a-contratacao-online-de-credito-imobiliario-televendas-cobrancaO Itaú Unibanco acaba de lançar uma ferramenta que permite a contratação do crédito imobiliário dentro do ambiente de internet banking.Com a solução, o cliente pode preencher os formulários necessários para o financiamento (dados do comprador, seguro obrigatório, vendedor, FGTS, dados do imóvel e dados do financiamento), além de enviar toda a documentação pelo site, via upload. O cliente pode ainda acompanhar o status da contratação, assim como possíveis pendências durante o processo – a cada etapa há o auxílio de vídeos e textos explicativos.“Com essa nova ferramenta entregamos um sistema rápido e prático, mas, sobretudo, seguro, para esse importante momento na vida dos nossos clientes, que é a compra da casa própria. Com a novidade, esperamos reduzir em 50% o prazo da fase de apresentação dos documentos”, afirma Cristiane Magalhães, Diretora de Credito Imobiliário do Itaú Unibanco.A partir das informações preenchidas, o serviço online gera uma lista personalizada de documentos necessários para a contratação. Para cada um deles, há uma imagem de exemplo e um texto com definição e orientação de como emiti-lo. A documentação do FGTS pode ser anexada, mas, por exigência legal, ainda é preciso que o cliente encaminhe as vias originais.ContrataçãoApós o cliente fazer a simulação pelo site do Itaú ou com o seu gerente, ele envia uma proposta de financiamento. A análise é feita por uma equipe especializada e a resposta é encaminhada, por e-mail, em até uma hora para imóveis no valor de até R$ 800 mil. Após a aprovação do crédito, o cliente poderá seguir o fluxo via Internet Banking, além de ter todo o suporte da equipe comercial do banco.
Fonte: Itaú lança sistema para a contratação online de crédito imobiliário -Blog Televendas & Cobrança

Plataforma facilita solução de conflitos entre MPE e cliente

ResolvJá

Poucas coisas podem ser mais irritantes para o consumidor do que pegar o telefone para fazer uma reclamação e ser obrigado a aguardar na linha pelo atendimento. Pensando em facilitar a comunicação entre cliente e empresa na hora de resolver um problema, um trio de empresários criou a plataforma ResolvJá, canal de comunicação que funciona com a mesma dinâmica de uma troca de mensagens e promete agilizar e facilitar a resolução de conflitos comerciais.

Thomas Eckschmidt, diretor executivo e um dos fundadores da empresa, explica que a ideia surgiu a partir da experiência que ele teve trabalhando nos Estados Unidos, onde desenvolvia plataformas para as empresas resolverem disputas com seus clientes. “Quanto voltei para o Brasil vi que havia um grande mercado a ser explorado. O Judiciário do país está sobrecarregado e não dá vazão às demandas. Por outro lado, nossa legislação nesta área de resolução de conflitos é muito mais estruturada do que a norte-americana”, afirma.

Plataforma on-line serve como alternativa aos call centers para a resolução de problemas comerciais
Plataforma on-line serve como alternativa aos call centers para a resolução de problemas comerciais
Foto: Syda Productions / Shutterstock

Para tornar o negócio realidade, ele se reuniu com dois antigos colegas de MBA, Diana Muhr e Mário Magalhães, que acabaram se tornando seus sócios e agregaram conhecimentos nas áreas jurídica e de tecnologia de informação, respectivamente. Juntos, eles lançaram a ResolvJá no mês de agosto. “Estamos focados em mediar relações de consumo de baixo valor, que sequer chegariam ao Juizado de Pequenas Causas. A empresa contrata o nosso serviço e nos tornamos seu canal de relacionamento com o cliente para estas questões”, explica.

Uma das vantagens da plataforma é que ela segue a dinâmica da troca de mensagens de texto, mais adequada com o hábito de comunicação das pessoas atualmente. “Ninguém mais tem paciência para ficar aguardando em uma linha telefônica. Com a ResolvJá, a pessoa encaminha sua demanda, recebe as notificações sobre a tramitação e responde na medida em que tiver tempo livre”, diz.

Segundo Thomas, as reclamações são sempre encaminhadas para um especialista da empresa na área. Com isso, problemas de entrega ficam a cargo de algum responsável pelo setor de logística, por exemplo. “As possibilidades não ficam restritas a uma planilha de perguntas e respostas, como no call center. Caso o cliente e o representante da empresa não cheguem a um acordo, eles podem solicitar a intervenção de um mediador. Se mesmo assim a questão continuar pendente, ela pode ser arbitrada por um especialista, e a decisão deverá ser acatada por ambas as partes”, explica, acrescentando que mais de 90% dos casos se resolvem sem a necessidade de mediação.

Desde o seu lançamento, o serviço vem sendo bastante procurado por pequenas empresas, com destaque para os e-commerces e as franquias. “A loja on-line consegue dar uma garantia adicional para o seu consumidor, além de ser uma solução mais barata e eficaz do que um call center. As franquias também estão demonstrando grande interesse, pois é uma maneira de os franqueadores terem um retorno da qualidade do atendimento prestado pelos franqueados” enumera.

Até o momento, os problemas mais recorrentes que vem surgindo são aqueles relacionados à expectativa do produto, como desacordos em relação ao que é mostrado em fotos. Destacam-se também o atraso de entregas e as cobranças indevidas. “Hoje, as empresas perdem muitas oportunidades de melhorar seu negócio por não darem ao consumidor a possibilidade de consertar algo que não atendeu suas expectativas. Quem reclama está dando uma chance, pois acredita que o produto ou serviço podem melhorar. Cabe à empresa se mostrar disposta a isso”, encerra.

Fonte: Plataforma facilita solução de conflitos entre MPE e cliente - Terra

Iniciativas estimulam a inovação em Joinville

Donos de ideias que podem mudar a vida das pessoas devem prestar atenção aos programas de desenvolvimento de startups
Iniciativas estimulam a inovação em Joinville Leo Munhoz/Agencia RBS
Vitor Hugo Busato (de costas), da 3M do Brasil, foi um dos palestrantes da ExpoInovação Foto: Leo Munhoz / Agencia RBS Claudine Nunes

Correção: Pompeo Scola não foi um dos fundadores da Buscapé, como informado inicialmente. Ele trabalhou durante cinco anos na companhia junto com os fundadores e foi vice-presidente da empresa. O texto abaixo já foi corrigido.

Quem acredita ter uma ideia genial, uma inovação que vai mudar a vida das pessoas, mas não sabe como transformá-la em negócio, deve prestar atenção aos programas de desenvolvimento de startups, empresas frequentemente associadas à tecnologia digital que apresentam baixo custo no início e potencial de crescimento rápido.Na última semana, dois eventos realizados em Joinville buscaram estimular os empreendimentos inovadores. Agora, chegou a hora de tirar a ideia do papel. No dia 5 de novembro, termina o prazo para inscrição no Prêmio Sinapse da Inovação. De âmbito estadual, o programa aceita a participação de qualquer pessoa física, estudante ou não, e de empresas constituídas recentemente (após 26 de novembro de 2014). Basta ter uma boa ideia. O programa oferece apoio ainda na fase de seleção.De acordo com o coordenador do prêmio em Joinville, Ademir Rossi, os autores das 300 melhores ideias vão receber treinamento a distância para transformá-las em projetos mais bem estruturados. Depois de nova seleção, os autores dos 150 melhores protótipos recebem capacitação financeira.No final, as equipes ligadas aos 100 projetos agraciados com o prêmio terão a oportunidade de desenvolvê-los dentro de incubadoras, no caso de Joinville, na Softville ou no InovaParq.Para cada projeto, serão R$ 60 mil em subvenção, R$ 45 mil em bolsa de auxílio e serviços técnicos avaliados em R$ 24 mil, além do suporte durante seis meses para alavancar a empresa. Até ontem, o Prêmio Sinapse havia recebido 464 ideias, a maior parte delas ligada a soluções para o setor de bens de capital.A região da Grande Florianópolis foi a que mais submeteu ideias, 159. O Norte é responsável por 71. No site do prêmio, é possível conferir os temas inscritos, os mais comentados e aqueles com mais indicação de favoritos.Criatividade com almofadões e teto colorido A partir de novembro, Joinville terá uma instituição especializada no desenvolvimento de startups já constituídas.Trata-se do Instituto Miguel Abuhab (IMA). O nome é alusivo ao empresário que fundou a empresa Datasul, mais tarde vendida para Totvs.O instituto funcionará no mesmo prédio da Neogrid, na rua Santos Dumont, e está quase pronto. Grandes tecidos coloridos no teto, que servem para estimular o cérebro, e almofadões no centro da sala, para relaxar de vez em quando, compõem o ambiente do local que os idealizadores definem como um agregador para promover o desenvolvimento de startups. Um dos objetivos é estimular a inovação tecnológica em áreas ligadas à vocação econômica da região.—  Não haverá pacote pronto. Vamos ver o que o projeto precisa — explica Pompeo Scola, que foi vice-presidente da Buscapé e, de volta a Joinville, vai se dedicar ao IMA.Nas próximas semanas, o instituto fará a divulgação do site e do regulamento para inscrição de projetos.Para ter o apoio do IMA, a startup deve ter passado de uma simples ideia. Precisa ser uma empresa estabelecida e com faturamento, mas que necessita de apoio, seja de conhecimento, networking ou de recursos para conseguir deslanchar.Ainda em novembro, será realizado o Disbrave. O evento vai reunir profissionais e especialistas em Joinville para tratar de empreendedorismo nos dias 11 e 12, a um custo de R$ 90 para estudantes e R$ 150 para profissionais.Sebrae desenvolve programa específico para startups O Sebrae é um importante aliado no desenvolvimento de novos empreendimentos e não está fora das tecnologias digitais. O analista do Sebrae-SC Alexandre Souza explica que para ingressar no mundo das startups, é preciso ficar atento aos eventos, visitar sites como o da Finep, Acate e comunidades nas redes sociais para estar por dentro de tudo o que acontece e, principalmente, desenvolver relacionamentos.Aquele designer ou programador que faltava para fazer o projeto sair do papel pode ser encontrado nessas oportunidades, pontua o analista, coordenador do Programa Startup SC. Criado em 2013, o programa apresenta uma extensa lista de eventos pelo Estado. A comunidade no Facebook tem 5 mil integrantes.Um desses eventos será realizado de 26 a 28 de fevereiro de 2016, Joinville. A Startup Weekend é semelhante em objetivo ao Prêmio Sinapse de Inovação, só que realizado em três dias. São 40 vagas para programador, 40 para designer e 40 para candidatos não técnicos. A inscrição custa R$ 100.— O candidato apresenta a proposta no primeiro dia. Se for aprovada, trabalha-se nos dois dias seguintes para transformá-la em produto — explica Souza.Em maio do ano que vem, o Sebrae realizará outro evento do Startup SC em Joinville, o Meetup. São encontros informais, com entrada gratuita com foco em capacitação, inspiração e networking.O Startup-SC também contempla programação de quatro meses para a fase em que a empresa já está montada, com o objetivo de acelerar o crescimento do negócio.
Fonte: Iniciativas estimulam a inovação em Joinville - A Notícia

Líderes em e-commerce apontam o caminho a empreendedores

Montar um pequeno e-commerce não é tarefa das mais difíceis, pois os custos são relativamente baixos. Por outro lado, o grande desafio é tornar o seu negócio virtual relevante. Apostar em ações promocionais, fazer precificação rápida e investir em SEO (estratégia de marketing que visa melhorar o posicionamento do negócio nos buscadores on-line) podem ajudar nessa missão.

Pelo menos é o que mostram os exemplos dos pequenos e médios e-commerces preferidos pelos consumidores no primeiro semestre de 2015, segundo levantamento realizado pela CupoNation, plataforma de cupons de desconto e ofertas on-line.

Apostar em ações promocionais, investir em SEO e fazer precificação rápida ajudam e-commerce a obter sucesso
Apostar em ações promocionais, investir em SEO e fazer precificação rápida ajudam e-commerce a obter sucesso
Foto: Rawpixel / Shutterstock

A lista é liderada pela Petlove, um petshop digital que possui 480 mil acessos mensais, segundo o site SimilarWeb. Já o segundo lugar é ocupado pela FutFanatics, um e-commerce de produtos esportivos. Completa a relação dos três maiores a loja Compra Certa, especializada na comercialização de eletrodomésticos.

“Um dos pontos em comum dessas lojas é a experiência que todas elas proporcionam ao usuário. São páginas com boa navegação, produtos relevantes para seu público e uma boa relação custo-benefício. Outro ponto importante são as ações promocionais para fidelizar os clientes, atingir novos nichos e aumentar o ticket médio de venda”, afirma Maria Fernanda Antunes Junqueira, cofundadora e CEO da CupoNation.

Ela acrescenta que todas as empresas que se destacaram também possuem profundo conhecimento tanto sobre o segmento de atuação quanto do mercado on-line. Além disso, é importante se manter informado sobre seu público e entender o comportamento de compra dele, adaptando o negócio a esse parâmetro.

“Outro ponto fundamental é atuar com precificação rápida. Hoje, as pessoas comparam preços com muita facilidade e poucos cliques. Por isso, a empresa deve ter controle rígido de todos os valores praticados no seu site, assim como nos da concorrência”, recomenda.

Finalmente, Maria Fernanda destaca que, ao contrário do varejo físico, o e-commerce exige que você atue com marketing digital, que possui estratégias, ações e métricas de avaliação diferentes do marketing tradicional. “Atuar com estratégias de SEO é algo obrigatório. Como ele ajuda a empresa nos provedores de busca, essa é uma das peças-chave de todo e-commerce.”

Fonte: Líderes em e-commerce apontam o caminho a empreendedores - Terra

Plataforma ajuda empresas a reduzirem custos de forma inteligente

A principal inovação da Expense Mobi é o sistema de reembolso, via smartphone, de quilômetros rodados
Um crescimento de 500% no faturamento, passando dos R$ 400 mil registrados em 2014 para R$ 2 milhões. É o que esperam Murilo Thiele e Ricardo Gonçalves, fundadores da Expense Mobi, que recentemente recebeu um aporte da Wappa. Os recursos foram direcionados às áreas comerciais e marketing da startup, que desenvolveu uma plataforma que ajuda empresas a reembolsarem seus funcionários por despesas com quilômetros rodados, alimentação ou hospedagem. Além disso, o atual momento econômico também favorece o crescimento do Expense Mobi. “Como ajudamos as empresas a reduzirem custos, a demanda por nossos serviços também tem crescido”, explica Thiele.
Geralmente, no Brasil, paga-se entre R$ 0,55 e R$ 0,95 por quilômetro percorrido, o que inclui a gasolina, o seguro, a manutenção do carro, etc. Em média, a plataforma reduz em 30% as despesas desse tipo de reembolso. O app também permite a digitalização de notas fiscais, basta fotografar a nota com o celular para que as informações sejam interpretadas e adicionadas ao sistema automaticamente. Esses recursos são especialmente importantes para empresas que possuem equipes externas, como consultorias e companhias de telecomunicação, entre outras. O resultado é uma maior agilidade nos processos de reembolso e mais facilidade para os gestores.A principal inovação da plataforma, lançada em 2013, é seu sistema de reembolso de quilômetros rodados. Assim que inicia um deslocamento externo, o colaborador da empresa cliente do Expense Mobi aciona o aplicativo e, quando chega a seu destino, encerra o monitoramento clicando na tela de seu smartphone. O controle é feito por meio do GPS do próprio aparelho e não necessita de acesso à internet. Para evitar gastos desnecessários, as informações são sincronizadas com a plataforma apenas quando o celular estiver conectado via Wi-Fi.Os dois identificaram a carência do mercado por uma solução mobile de gestão de despesas quando eram sócios na Mundo Livre, fornecedora de softwares sob demanda para empresas de vários setores. “Em conversas com gestores, percebemos que muitas empresas não usavam um sistema inteligente para lançar e validar notas de despesas relacionadas ao dia a dia de seus colaboradores”, conta Gonçalves. O Expense Mobi tem, atualmente, 50 empresas clientes em todo o País, e aproximadamente 5 mil usuários.www.expensemobility.com.br
Fonte: Plataforma ajuda empresas a reduzirem custos de forma inteligente - Empreendedor

Startup de receitas digitais lança novo aplicativo

pip
Para substituir os tradicionais livros e cadernos de receitas, que antigamente eram comuns e passados de geração em geração, a rede social Pip inovou e incorporou novos atributos no caderno de receitas digitais que já conquistou milhares de usuários.
Hoje em dia, com a facilidade proporcionada pelos smartphones, é possível baixar o aplicativo e rapidamente ter a acesso a uma infinidade de preparações culinárias, uma verdadeira experiência gastronômica.O sucesso do Pip, com seu aplicativo para Android, fez com que a empresa lançasse no mercado o aplicativo para iOS, que já está disponível para os consumidores baixarem de maneira gratuita.O Pip já conta com mais de 100.000 usuários em todo o mundo, sendo que 85% são brasileiros, que veem na ferramenta a possibilidade de acessar “aquela receita a qualquer hora e  emqualquer lugar”.O aplicativo é bastante útil no dia a dia das pessoas, uma vez que elas terão as informações desejadas disponíveis “on e off-line”.” É grande o número de pessoas que passam pela experiência de querer preparar algum prato sem a receita à mão” explica Guido Jackson, diretor executivo do Pip.A funcionalidade e facilidade com que o usuário guarda, pesquisa e posta receitas é a fórmula de sucesso do Pip. Tudo prático e útil para o dia a dia das pessoas, facilitando e organizando as informações, transformando os momentos de receber em pura diversão e prazer.“Iniciamos pelo lançamento do aplicativo no sistema operacional Android, agora chegou a vez do iOS, concluindo assim mais uma etapa de nosso plano de crescimento e deixando tanto os amantes da Apple quanto os do Google satisfeitos ” comemora Guido Jackson. “O objetivo é dar uma ferramenta prática para aqueles que adoram postar receitas, o “Foodporn”, permitindo que além de fotos possam postar como se prepara o prato,” conclui.Mais sobre o PIPA startup teve investimento que já ultrapassa R$ 1,2 milhão, o caderno de receitas digital é uma espécie de mega livro culinário, similar ao Instagram onde, além de fotos, se postam receitas,cresce de modo sistemático a cada dia, impulsionado pelo hábito de muitos brasileiros de relacionar e guardar seus pratos prediletos que são partilhados nesta rede social.A startup se vale do conceito “flat design” que traz no conteúdo visual uma limpeza e simplificação de tudo que não seja essencial para a experiência momentânea do usuário, permitindo maior interatividade, modernidade e usabilidade.O Pip é uma plataforma, portanto não produz o seu próprio conteúdo, quem o faz são as pessoas, que já demonstraram estarem muito interessadas em dividir seus conhecimentos e saberes na alimentação diária. Blogueiros e empresas também se valem desta rede social para criar suas comunidades, divulgar os seus trabalhos e produtos além de identificar diversos tipos de comportamentos e oportunidades de quem tem sintonia com o assunto.Nele as empresas podem criar perfis, postar receitas, abrir novos canais diretos com os consumidores, as pessoas seguem as empresas, tiram suas duvidas. No Pip é possível criar uma infinidade de formatos não convencionais: fazer pesquisas, enquetes, criar concursos, atividades interativas, cupons de descontos em ações pontuais, promoções instantâneas, enfim iniciativas que incrementem o  ganha-ganha, entre os consumidores, as empresas e as marcas. www.pip.pe
Fonte: Startup de receitas digitais lança novo aplicativo - Empreendedor

Como a Netshoes transformou-se em um fenômeno do e-commerce brasileiro

Por mês, são 30 milhões de visitantes únicos e cerca de 25 mil reviews de produtos escritas pelos clientes
Divulgação© Fornecido por Forbes Brasil DivulgaçãoEm 2000, os primos descendentes de armênios Marcio Kumruian e Hagop Chabab abriram uma loja de sapatos na Rua Maria Antônia, a poucos passos da Universidade Mackenzie (SP). Dois anos depois, eles resolveram investir no comércio eletrônico. No primeiro mês, não venderam um único par de calçados. No segundo, idem. No terceiro, venderam um par. Já no quarto, dois.De repente, sem o mercado perceber, a Netshoes transformou-se em um fenômeno do e-commerce. Quando sua presença foi sentida, ela já era grande demais. Hoje, o negócio que tem vários investidores internacionais como o GIC (fundo soberano de Cingapura) e o International Finance Corporation (membro do Grupo Banco Mundial), é o maior comércio eletrônico de artigos esportivos do mundo, segundo o Internet Retailer.Com atuação no Brasil, na Argentina e no México, a Netshoes tem mais de 2 mil colaboradores e cerca de 40 mil artigos esportivos provenientes de 300 marcas, além de cerca de uma dezena de lojas oficiais de clubes — do Corinthians ao argentino River Plate. Por mês, são 30 milhões de visitantes únicos e cerca de 25.000 reviews de produtos escritas pelos clientes. Seu lema é inspirar e transformar a vida das pessoas com mais esporte e lazer. No ano passado, a receita líquida foi de R$ 1,2 bilhão, cerca de 20% a mais em relação a 2013.Pela primeira vez em sua história, a companhia registrou fluxo de caixa positivo. Agora, ao completar 15 anos, seu primeiro funcionário dentre mais de 2.000, protagonizou um comercial na tevê e nas redes sociais.Além de costumeiramente dizer que a Netshoes cresceu com a ajuda de muito planejamento e pouco sono — Kumruian passou inúmeras noites acordado até as 3h —, a empresa transformou-se em um modelo de inovação. “A Netshoes tem como sua maior e pior desvantagem o fato de ser pioneira.Ela inovou, cresceu e se adaptou melhor que todos os outros sites, pois foi a primeiro a vender apenas calçados esportivos via internet. Com o passar do tempo, o mix de produtos foi crescendo e ela começou a vender camisetas de futebol e, em cinco anos, passou a oferecer tudo relacionado a esportes”, analisa Douglas Carvalho Jr., sócio-diretor da Target Advisor, butique de fusões e aquisições.Já seu maior competidor, aponta Carvalho Jr., é a loja física Decathlon, dado o portfólio de produtos. Ela também migrou para o universo on-line. Mesmo assim, dado o tempo de existência e o tamanho da Netshoes, o consultor diz que ela continua praticamente sozinha no segmento de esportes no Brasil.
Fonte: Como a Netshoes transformou-se em um fenômeno do e-commerce brasileiro - MSN

Preços na internet podem ser até 15% mais baratos

Percepção dos consumidores é de que o e-commerce oferece mais opções para comparação

Se você já teve a sensação de que os preços das compras online são mais baixos do que nas lojas físicas, pode estar certo. Mercado cada vez mais em alta, o e-commerce oferece vantagens que podem, sim, reduzir os custos em relação aos lojistas de rua, em valores que podem ser até 15% mais baixos.

De acordo com o diretor vogal do Instituto Brasileiro de Executivos de Varejo e Mercado de Consumo (IBEVAR), professor Nuno Fouto, “a grosso modo existe a possibilidade de comprar mais barato na internet”. Um dos fatores para isso é que na web há mais mecanismos para pesquisa de preços. “Se procurar bem, a possibilidade maior”, comenta.

Consumidores já consideram internet mais barata em relação às lojas físicas
Consumidores já consideram internet mais barata em relação às lojas físicas
Foto: Maxx-Studio/Shutterstock

Fouto lembra que além de ser mais fácil para o consumidor pesquisar preços, os comerciantes também usam essas ferramentas de forma que ressaltem os itens que estão em promoção em suas lojas. “Os mecanismos de busca acabam pegando os sites que estão com promoções”, explica. Segundo ele, pesquisas apontam que os valores dos produtos na internet podem ser entre 13% e 15% mais baixos em relação às lojas físicas. No entanto, é preciso levar em conta algumas outras situações. Compras online possuem frete, que deve ser calculado para saber se o preço realmente ficará menor, e exigem que o cliente tenha paciência para esperar a chegada do item comprado.

Consumidor já vê internet como vantajosa Para Fouto, o próprio consumidor já tem a percepção de que na internet se encontra preços mais baixos. “Mesmo os que preferem comprar na loja (física) já veem na internet um mecanismo de consulta e de oportunidades”, comenta. É comum pessoas pesquisarem na web e comprarem no lojista, ou irem até o local para ver o produto de perto, mas efetuarem a compra pelo computador.

Mas mesmo que a percepção seja de que os produtos são mais baratos, nem sempre a internet oferecerá essa vantagem. Entre os fatores que fazem com que um e-commerce seja mais barato está a escala do negócio. Fouto explica que lojas que oferecem um mix de produtos amplo conseguem ter preços melhores, mas muitas vezes não terão tanta variedade. Uma loja de departamentos, por exemplo, poderá vender chuteiras para futebol mais baratas, mas terá poucas opções, enquanto uma especializada em artigos esportivos pode não ter preços tão competitivos, mas se diferencia por oferecer quase todo tipo de chuteira. “É muito difícil na internet você abranger um espectro muito grande de produtos, com variedade e preço”, argumenta.

Fonte: Preços na internet podem ser até 15% mais baratos - Terra

Jack Ma, homem mais rico da China, cria império a partir de E-commerce

Rede criada pelo excêntrico chinês Jack Ma, Alibaba.com movimenta R$ 500 bilhões por ano

Considerado por muitos uma mistura entre Amazon.com e eBay.com, o Alibaba.com exibe números tão grandiosos quanto o país de origem de seu fundador, o excêntrico chinês Jack Ma: um movimento anual de US$ 250 bilhões (R$ 500 bilhões) e 231 milhões de usuários cadastrados, procedentes de 150 países.

O chinês Jack Ma tinha 35 anos quando decidiu fundar o Alibaba.com, junto com um punhado de amigos. Hoje, aos 49 anos, deixou o cargo de CEO para assumir a presidência do Conselho da holding
O chinês Jack Ma tinha 35 anos quando decidiu fundar o Alibaba.com, junto com um punhado de amigos. Hoje, aos 49 anos, deixou o cargo de CEO para assumir a presidência do Conselho da holding
Foto: Handout / Getty Images

No Alibaba.com, encontra-se quase de tudo: de comida a roupas, passando por eletrônicos, artigos para casa, escritório e jardim. A diferença entre o e-commerce e a concorrência é a variedade de produtos, aos milhões, e os preços competitivos. Mas o Alibaba também tem outros diferenciais, como o TaoBao (onde usuários vendem produtos entre si) e o Alipay, espécie de Pay Pal, para pagamentos no próprio site.

Em 2013, o gigante virtual firmou uma parceria com os Correios, a fim de facilitar o comércio entre Brasil e China, por meio de uma logística melhor estruturada. Estima-se que haja mais de 2 milhões de brasileiros cadastrados na loja virtual. De acordo com uma pesquisa feita pela E-bit no início deste ano para definir o impacto do comércio crossborder, ou seja, de consumidores que compram em sites internacionais, constatou-se que a Aliexpress, do grupo Alibaba, é o terceiro site mais comprado fora do País, ficando atrás somente do eBay e da Amazon. “O site da Aliexpress é relativamente novo para nós, mas vem ganhando relevância em tráfego e compras rapidamente”, diz Pedro Guasti, diretor-executivo da E-bit e presidente do Conselho de Comércio Eletrônico da Fecomércio-SP.

“Essa oportunidade de compras internacionais vem a partir de uma deficiência que temos no Brasil, de vender preços competitivos ao consumidor final. Um segundo aspecto é que o Brasil está posicionado como um dos países de maior carga tributária no mundo, o que faz com que as compras internacionais tenham uma percepção de preço muito mais baixa”, explica Guasti.

O e-commerce Alibaba.com exibe números tão grandiosos quanto o país de origem de seu fundador: um movimento anual de US$ 250 bilhões (R$ 500 bilhões) e 231 milhões de usuários cadastrados, procedentes de 150 países
O e-commerce Alibaba.com exibe números tão grandiosos quanto o país de origem de seu fundador: um movimento anual de US$ 250 bilhões (R$ 500 bilhões) e 231 milhões de usuários cadastrados, procedentes de 150 países
Foto: Guang Niu Staff / Getty Images

O resultado é que o varejo local que oferece o mesmo tipo de produto fica em desvantagem e não tem como competir de igual para igual em termos de preço. Mas, por outro lado, o consumidor muitas vezes deixa de consumir de sites internacionais, pois muitos não fornecem garantia, troca e devolução e o prazo de entrega do produto é, em média, de 30 dias. “A saída é fisgar o consumidor oferecendo outras vantagens que os sites internacionais não oferecem.”

Agora, a Alibaba Group Holding alçou um voo ainda mais alto: a abertura de capital nos Estados Unidos, onde pode captar US$ 20 bilhões (US$ 50 bilhões) em ações, um dos maiores volumes da história.

Mobile como estratégia de crescimento Esqueça o desktop. A aposta do Alibaba.com está nas telas pequenas e médias e, principalmente, portáteis. Estima-se que 188 milhões dos 231 milhões de usuários acessem o site por meio de smartphones ou tablets; 33% das vendas são realizadas por estes dispositivos.

Por se tratar de um e-commerce, na essência, o Alibaba.com reinveste boa parte de sua estrondosa margem de lucro (54%) em marketing e divulgação.

‘Crazy Ma’, o gênio por trás do negócio O chinês Jack Ma tinha 35 anos quando decidiu fundar o Alibaba.com, junto com um punhado de amigos. O ano era 1999 e o franzino jovem havia tentado de tudo um pouco. Primeiro, ser aceito na faculdade de Matemática, onde fora reprovado duas vezes. De lá, migrou para Pedagogia. As primeiras aventuras na internet deram em nada.

Mas o faro para negócios, aliado ao momento histórico – a abertura da China para o consumo – foram o casamento perfeito para a explosão do Alibaba.

Hoje com 49 anos e tido como excêntrico – ele faz performances maquiado e de peruca nos grandes eventos da companhia –, Jack Ma ou “crazy Ma” deixou o cargo de CEO para assumir a presidência do Conselho da holding. Sua fortuna pessoal está estimada em US$ 22 bilhões (R$ 55 bilhões), alçando-o ao porte de o homem mais rico da China.

Fonte: Jack Ma, homem mais rico da China, cria império a partir de E-commerce - Terra

Lenovo mostra insatisfação com Microsoft por conta da linha Surface

Fabricante disse ter recusado proposta da Microsoft revender aparelhos Surface. Lançamento recente do notebook Surface Book teria deixado situação ainda pior.

O sucesso recente da Microsoft como fabricante de computadores top de linha está criando situações estranhas com outras empresas.

Isso ficou claro nesta semana, quando o presidente e COO da Lenovo, Gianfranco Lanci, afirmou que ter recusado um acordo para revender aparelhos Surface para clientes corporativos, afirma o site The Register. “A Microsoft me pediu há mais de um ano, e eu disse não. Não vejo nenhum razão para vender um produto de, entre parênteses, um concorrente”, afirmou o executivo.

Apesar de poder soar estranho que fabricantes de PCs estão vendendo aparelhos da Microsoft em vez dos seus próprios, algumas empresas como HP e Dell possuem negócios de serviços corporativos mais amplos para proteger. A contragosto, elas aceitaram a oferta da Microsoft de revender aparelhos Surface quando os clientes pedem, apesar de não ganharem nada com essas vendas. “ Esses são clientes com os quais trabalhamos há muitos e muitos anos e nós simplesmente não queremos ceder esses relacionamentos para um rival, por isso dissemos ‘Ok, vamos participar disso’”, afirmou o CEO da HP, Dion Weisler, conforme aponta reportagem do The Register.

A história por trás da história

Em um passado recente, empresas como Lenovo e Dell educadamente descartaram os aparelhos Surface como fracos e sem competitividade, e em alguns casos até disseram que eles ajudaram a fortalecer o mercado de PCs. Enquanto eles continuam colocando caras desafiadoras publicamente, surgem relatos de uma hostilidade crescente por trás das cenas à medida que a linha Surface Pro vende mais e mais e o recém-apresentado Surface Book dá um golpe contra o mercado de notebooks tradicionais.

O acordo de revenda da Microsoft com a HP e Dell é apenas um exemplo de como as fabricantes de PCs ficam sem poder à medida que a empresa de Redmond avança no mercado de hardware. Mas essas companhias também estão claramente vendo a situação toda.

Após a Microsoft revelar o Surface Book, um funcionário de uma fabricante parceira da Microsoft disse ao Business Insider que a criadora do Windows era como um “leão adormecido” que nenhum parceiro ousa incomodar.

Apesar de a Microsoft alegar que o seu hardware é complementar aos produtos oferecidos pelas fabricantes, seus parceiros não tem como ficar felizes com a perspectiva de a Microsoft dominar o mercado top de linha, deixando-os com as fileiras mais baixas. No entanto, há pouco que eles podem fazer, já que o Windows continua sendo o sistema operacional desktop mais viável para colocar em suas máquinas.

Fonte: Lenovo mostra insatisfação com Microsoft por conta da linha Surface - IDG Now!

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