join.me elenca as melhores práticas para o seu encontro corporativo ser mais produtivo e rápido
Reuniões podem ser longas ou curtas, práticas ou enfadonhas, em um local improvisado, em uma sala com projetores ou no ambiente virtual – são muitos os formatos de encontros corporativos, mas todos têm um objetivo em comum, a produtividade.
Um estudo realizado pela join.me em parceria com a Ovum apontou que dois terços dos colaboradores de empresas em todo o mundo consideram que mais da metade das reuniões que participam não são produtivas e tomam muito tempo das agendas já concorridas de todos os diferentes níveis de cargos dentro da empresa.Então por que as pessoas continuam participando de reuniões tão ruins? A resposta é bastante simples: o mundo mudou, mas, para muitos, os encontros corporativos são os mesmos. Enquanto o trabalho se torna cada vez mais flexível e virtual, as reuniões presenciais ainda representam 62% dos encontros corporativos no mundo.Pensando em ajudar as pessoas a promoverem e participarem de reuniões mais produtivas, a equipe de especialistas da join.me produziu uma lista com dicas para modernizar e agilizar as reuniões.Comece cedo e termine logo
As reuniões são um mal necessário dentro das empresas, mas esta não é uma boa justificativa para perder tempo. Comece a reunião no horário e siga à risca o período estipulado anteriormente, mesmo que ocorram atrasos dos outros participantes. Esta é uma maneira eficaz de fazer com que as pessoas sejam objetivas nos temas discutidos e tomem as decisões mais rapidamente.Siga o roteiro da reunião
É impossível preparar um roteiro sempre, mas tenha em mente quais são os objetivos daquela conversa e se atenha a eles. Outra boa estratégia é delimitar previamente por quanto tempo cada um dos assuntos será debatido e por quais participantes: é surpreendente descobrir que praticamente todas as discussões podem ser solucionadas em 10 minutos. Caso seja possível preparar um roteiro, não se esqueça de compartilhar com todos os envolvidos.Foco no futuro
Reuniões são feitas por um motivo, e quase sempre ocorrem para falar sobre os próximos passos a serem tomados a partir de uma situação. No final da reunião, faça um resumo do que foi discutido e alinhe as próximas etapas com a equipe, definindo responsabilidades e prazos. Usar ferramentas que gravem a conversa e enviem o arquivo para os participantes, como a join.me, também ajudam a retomar tópicos que não foram bem definidos.Escolha bem os participantes
Boas reuniões são aquelas que têm pessoas informadas e dispostas a colaborarem para solucionarem um problema ou darem novas ideias. Por isso, reduza ao máximo o número de participantes. Assim, todos terão oportunidade de se expressarem e não se sentirão intimidados por falar em público.Seja flexível na escolha do lugar
Nem sempre é possível agendar uma sala grande e arejada, com café da manhã à disposição. Explore a empresa em busca de cantinhos silenciosos e espaços de fácil acesso aos demais participantes. Ambientes nos quais todos fiquem em pé podem ser estrategicamente interessantes, pois a tática faz com que as pessoas sejam mais objetivas. Outra boa alternativa são as reuniões virtuais, nas quais a sala sempre está disponível e ainda permite conectar pessoas de diversas partes do mundo.Experimente o ambiente virtual
Atualmente, um colaborador ou um parceiro não necessariamente tem que estar na mesma sala, cidade ou até mesmo país para uma reunião efetiva. O tempo de deslocamento de todos é precioso e nada melhor do que se reunir com os demais participantes sem precisar sair da própria mesa. Além de economizar tempo e recursos que seriam gastos com o transporte, as reuniões online tendem a ser mais objetivas.Escolha bem suas ferramentas
Se a reunião for virtual, tenha certeza de que você está usando a ferramenta adequada para as suas necessidades, já que todos os colaboradores têm muito a fazer e não podem perder tempo com problemas de conexão ou downloads. Existem plataformas no mercado para reuniões online que não exigem instalações, como exemplo a própria join.me, que permite que todos se conectem em poucos segundos e sem complicações. Assim, a reunião pode ocorrer de qualquer lugar, a qualquer hora. Tenha a certeza de utilizar uma plataforma profissional e segura.Sobre a ferramenta join.meO join.me, lançado recentemente no Brasil pela LogMeIn, reúne todas estas vantagens em uma mesma plataforma. Os participantes podem se conectar em uma reunião diretamente pela internet, de qualquer dispositivo – computador, tablet, smartphone ou Apple Watch. O participante também pode utilizar números de telefone fixos nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Curitiba, Brasília e Porto Alegre para participar da conferência por meio de uma ligação local. A ferramenta, além de diversas outras funcionalidades, permite compartilhar a tela do computador em apenas alguns cliques. Para usar a ferramenta sem custo basta acessar www.join.me/pt.Quer saber como será a sua próxima reunião? Faça o QUIZ e descubra: www.saibacomoserasuareuniao.com.brFonte: Sete passos para ter uma reunião perfeita - Empreendedor
Novidade da Vale Presente facilita processo de compras de presentes para noivos e varejistas
Quem já se casou sabe que o período que antecede o grande dia é crucial para que o momento saia como planejado. Festa, padrinhos, madrinhas, lua de mel, igreja, convites e a famosa lista de casamento, estão entre os detalhes que requerem atenção especial. Não é difícil ver noivos e convidados, às voltas com problemas na compra e entrega dos presentes.
Pensando nisso, a Vale Presente, única empresa de cartões pré-pagos da América Latina que possui operação de ponta a ponta, conta com uma solução que possibilita aos varejistas substituir as tradicionais listas de casamento por um cartão pré-pago. Com isso, os noivos acumulam o crédito dos presentes recebidos para utilizar nas lojas do varejista parceiro.O serviço promete acabar com a dor de cabeça de presentes repetidos, atrasos na entrega ou escassez de itens na hora da compra. Para Jacó Silva, diretor de Negócios da Vale Presente, as listas tradicionais não apenas oferecem riscos para os noivos como também para os próprios varejistas. “Há muito trabalho envolvido na troca de presentes além da exposição tributária”, avalia.A solução da Vale Presente já está em uso pela rede Magazine Luiza. Batizada de “Quero de Casamento”, os noivos têm à disposição a possibilidade de usar seus créditos online ou em qualquer loja física do varejista. “Além da liberdade de escolher o que se quer comprar, os noivos podem personalizar o cartão e acompanhar o saldo e transações realizadas com ele”, ressalta Silva.De olho no filão do mercado de casamentos, que segundo dados movimenta cerca de R$ 15 bilhões por ano, a Vale Presente oferece uma ferramenta completa aos varejistas que desejam inovar em suas listas de casamento. “ Fazemos a rápida e descomplicada integração com a plataforma e-commerce da loja e disponibilizamos toda a nossa expertise neste segmento. Da integração resultam, ainda, a personalização do plástico, consulta de saldo e crédito”, completa. “Nossa intenção é movimentarmos algo em torno de 5% do potencial que este mercado tem”, reforça.O produto é voltado para os varejistas de todo o Brasil que desejam ofertar as listas de casamento de forma mais prática, facilitando o processo de pedido e entrega dos presentes. Mais informações pelo site www.valepresente.com.brFonte: Empresa lança serviço pré-pago para lista de casamento - Empreendedor
Acqio Franchising se tornou a primeira franqueadora a vender maquinetas que utilizam o sistema POS
Com o mercado cada dia mais competitivo, empresários são forçados a buscar dentro do segmento que atuam novidades para que seu negócio se torne um sucesso. Exemplo disso é a Acqio Franchising, a primeira rede de franquias especializada em venda de maquinetas POS. “Até o momento não existia uma franquia que vendesse a maquininha, eram apenas locações. Nós chegamos no mercado há pouco mais de dois meses e estamos colhendo ótimos frutos”, diz Kawel Lotti, diretor executivo da rede.
A Acqio Franchising nasceu de uma Join Venture da Acqio Payments, empresa de tecnologia para pagamentos eletrônicos e a SMS Digital Franchising, rede de franquia de disparos de SMS, e já nasceu com 150 franqueados que atuam em mais de 400 cidades em todo o país. “Fazemos questão de oferecer o melhor para nossos clientes, eles precisam confiar em nós, precisamos criar um vínculo com eles, e isso tem acontecido devido ao atendimento presencial e consultivo que nossos franqueados oferecem”, explicou Lotti.Outro diferencial da rede é possibilidade de dividir as vendas em até 12 vezes pelo cartão de crédito assim que o cliente adquire a maquinha. “Em algumas redes são necessários quatro meses como cliente para que tenham acesso a esse número de parcelas, nós oferecemos essa condição de parcelamento de imediato”, contou o diretor. O recebimento do valor também é rápido, em um período de até 4 dias úteis o valor é depositado na conta indicada pelo cliente.Maquinetas disponíveis para pessoa físicaMuitos profissionais liberais estão perdendo sua clientela por falta de opções o para pagamento. Pode ser dentista, vendedor de porta em porta ou um personal trainner, a verdade é que o brasileiro está cada dia mais buscando uma forma de manter o padrão de vida sem gastar tanto dinheiro.Para esse público a maquineta Acqio é mais que indicada, possibilitando que o profissional não perca sua venda. “É necessário apenas que exista uma rede WiFi para que a maquininha possa ser conectada. Diferente de outras opções que estão no mercado, ela não é frágil, não é necessário conectá-la em nenhum aparelho celular e ainda emite o comprovante de pagamento na hora da venda para o cliente, o que muitos encaram como uma segurança”, salientou Kawel Lotti.A maquineta oferecida pela Acqio Franchising não possui taxa de adesão, nem aluguel. “O valor da maquininha equivale a 10 meses de aluguel da concorrente, a diferença é que o cliente é o dono, ele pode fazer o que quiser com ela, inclusive se quiser mudar de cidade ou o ramo do seu negócio, não precisa nos informar ou ficar aguardando nova instalação por dias”, finalizou Kawel.Modelos de franquiasA Acqio Franchising possui dois modelos de negócios, a Franquia Home, com investimento mais baixo (taxa de franquia de R$2.990 + R$1.000 de Capital de Giro) e com rápido retorno (de dois a seis meses) e a Franquia Master ou FDA (Franquia Desenvolvimento de Área), com valor (Taxa de franquia de R$50 mil a R$70 mil variando de acordo com a região) e ganhos mais elevados (demais informações são fornecidas após avaliação do potencial da região de interesse). www.acqiofranchising.com.brFonte: Franquia se especializa em venda de maquininha de cartões - Empreendedor
Épocas de recessão econômica exigem que empresas adotem estratégias, não apenas para sobreviver, mas para crescer depois que ela passar. Investimento em fidelização de clientes e redução de custos das empresas são medidas que costumam ocorrer nesse período. E aí que empresas que oferecem esses serviços crescem e se fortalecem para enxergar na crise uma oportunidade.
É o caso de empresas que atuam na área de marketing promocional. Num momento como esse, quem empreende busca ações para atrair novos clientes e fidelizar os antigos, o que torna o contexto favorável para o mercado de brindes. Segundo pesquisa realizada pela Agência 96, 88% dos entrevistados confirmaram que ter o brinde por perto faz o cliente lembrar-se da marca que o presentou. “Já é uma tradição que as empresas invistam em brindes no final de ano para presentear seus clientes, parceiros e fornecedores. Em um ano que se mostrou difícil, isso se torna ainda mais importante, pois é a oportunidade de se fazer presente e se comunicar. É um erro não investir em comunicação nesse momento”, afirma Aguinaldo Nascimento, fundador e gerente geral da rede de franquias Bom Brindes. Nos seus 17 anos de mercado, esse foi o melhor ano da empresa de Nascimento, tanto que decidiu expandir o negócio por meio do sistema de franquias.Para Diego Mendonça, diretor comercial da Franquear Estratégia e Gestão de Negócios, consultoria especializada na formatação, expansão e gestão de franquias, esse é um momento em que as empresas costumam recuar, porém, é também o de analisar o mercado e ficar atento a todas as oportunidades. “É importante intensificar os diferenciais e benefícios que a empresa oferece para seus clientes. As atividades econômicas são cíclicas e, entre crise e recessão, a questão é que o mercado não para. E quem conseguir identificar as oportunidades neste momento sairá mais forte, principalmente, no setor de franquias, que cresce cada vez mais”.Foi o que aconteceu com o empresário Leonardo Lopes, que vislumbrou o momento certo de colocar no mercado a rede de franquias Cred Limp, cujo negócio é recuperar o crédito no mercado de empresas e pessoas físicas, renegociando dívidas, intermediando acordos entre clientes e financeiras, revisando tributos, recuperando créditos tributários etc. Só no primeiro semestre deste ano, o número de empresas inadimplentes cresceu 5,38% no Brasil, de acordo com o indicador do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC). “O brasileiro ainda tem um tabu muito grande com relação ao endividamento, pois a dívida abala sua autoestima, sua imagem, além de desestruturar a família ou mesmo a empresa. Nosso foco é mostrar a como pode ser fácil lidar com problemas financeiros utilizando de uma maneira simplificada nossos serviços”, explica Lopes. Em apenas dois meses de estratégia de expansão, a empresa já conta com cinco franqueados (em São Paulo, Mato Grosso e Pará), além de outros em negociação.Quem também viu a demanda aumentar no último ano foi a Estagilize, rede de franquia que atua como agente de integração realizando a seleção de estudantes para vagas de estágio. Segundo Aristides Ianelli Junior, sócio fundador da rede, nesse momento em que as empresas buscam redução de custo, a contratação de estagiários consegue proporcionar um custo reduzido para a folha de pagamento. “Pelo o que observamos a grande procura se dá principalmente pelo fato de os estagiários passarem por uma boa seleção e terem um salário menor, o que acaba sendo vantajoso mesmo com o tempo reduzido de trabalho, além da empresa moldar o funcionário de acordo com o perfil da instituição”.Fonte: Confira negócios que estão se dando bem na crisE - Empreendedor
Fusão envolve dinheiro e troca de ações com a VMWare. Michael Dell será CEO e chairman da nova companhia. Joe Tucci fica até fusão se completar
A Dell anunciou nesta segunda-feira que concordou em pagar US$ 67 bilhões pela empresa EMC. A operação será feita no modelo de pagamento parte em dinheiro, parte em uma troca de ações da VMWare, e vai gerar a fusão entre as duas companhias.O CEO e fundador da Dell, Michael Dell vai se tornar chairman e CEO da nova companhia, resultado da fusão. O atual CEO da EMC, Joe Tucci, deixará o cargo quando a fusão se completar, o que deve acontecer até meados de 2016.Sob os termos do acordo, os acionistas da EMC vão receber sua parte em dinheiro e em ações por meio de uma troca de ações com a VMware. Tucci disse que espera que em breve seja feita a abertura de capital da subsidiária Pivotal. A VMware, por sua vez vai continuar operando de forma independente, sob o comando de Pat Gelsinger.Em conferência com analistas pela manhã, Gelsinger disse que a Dell tem grande interesse econômico na VMware e que deverá comprar de volta as ações ao longo o tempo.Estrutura complexaA EMC é uma empresa com características únicas e estrutura complexa. Ela ampliou sua atuação para fora de seu expertise principal ao comprar a VMware em 2004 e depois fazer um spin-off da companhia retendo 83% das ações. Ela também agregou segurança ao comprar a RSA; e ferramentas de desenvolvimento ágil em nuvem com a compra da Pivotal.Cada uma dessas empresas é parte da EMC Federation, um grupo de negócios no qual as subsidiárias têm bastante liberdade individual.Para Tucci, a Dell se beneficia de um grande número de sinergias com a EMC: "É impressionante o número de empresas para as quais a Dell é revendedora número um e é igualmente importante a quantidade de tecnologias que nossos produtos podem substituir. As sinergias de receita são três vezes maiores que as sinergias de custo e é disso que essa transação trata."No caso da VMware, as sinergias de receita poderiam envolver substituir os produtos de networking da Cisco Systems, da qual a VMware é parceira, pelos equipamento da Dell.Mas, segundo Gelsinger, a VMware espera continuar a trabalhar com a Cisco no Vblocks e em outras opções de VCI. "Na medida em que nos movemos para produtos hiperconvergentes, poderemos usar mais das tecnologias da Dell … mas para produtos de networking pretendemos nos manter com a Cisco por hora."Única na categoriaA transação marca a união da maior empresa mundial de armazenamento corporativo (EMC) com um dos maiores fabricantes de servidores do mercado global (Dell), formando uma empresa que ganha um bocado de espaço para atuar no ambiente corporativo de várias formas. Ao mesmo tempo eleva o status do portifólio de storage da Dell e soluciona as questões organizacionais da EMC.A Dell tem feito um esforço nos últimos anos para dar o salto da área de PCs e servidores para pequenas e médias empresa e entrar no mercado de grandes corporações com uma oferta mais abrangente para brigar com nomes conhecidos como IBM e Hewlett-Packard.A compra da EMC da à Dell argumentos concretos para dizer que é a única empresa de TI com um conjunto completo de produtos, do PC ao data center, disse o analista da Pund-IT, Charles King, ao Computerworld. Embora a IBM e a HP tenham fugido desse modelo, King acredita que há vantagem agora em ser um fornecedor completo de hardware, porque vai permitir à companhia otimizar a compra de componentes de fabricação a preço bem mais competitivos.Esforços conjuntosTanto a Dell quanto a EMC gastaram tempo e energia redefinindo seus negócios para enfrentar a mudança acelerada do ambiente de TI corporativa nos anos mais recentes. A Dell transformou-se em empresa privada, em 2013, e a EMC vinha defendendo um modelo de "federação" para evitar vender algumas de suas divisões.Na área de storage, as duas empresas têm linhas de produtos complementares, diz o analista da IDC, Ashish Nadkarni. A EMC está voltada para grandes empresas e a Dell tem força no mercado menor. Haverá alguma superposição de oferta envolvendo EqualLogic e Compellent, da Dell, com a linha VNX e VMax da EMC. O acordo no entanto fortalece a posição da Dell em proteção de dados, um terreno em que ela tinha dificuldade de competir contra os produtos da EMC.
A solução criada pela AgroPixel promete aumentar a produtividade na agropecuária com tecnologia da informação
Ainda embrionária, mas muito bem situada no emergente mercado do agronegócio, a AgroPíxel aposta na integração da tecnologia com o campo, através de softwares com interface simplificada, destinados a atender às necessidades dos agricultores e empresários do setor. Criada há cerca de um ano pelos empreendedores Francisco Nogara Neto e Walter Maier Neto, a empresa atua em dois segmentos cada vez mais complementares, a agropecuária e a tecnologia da informação e comunicação (TIC). A empresa presta consultoria em agricultura de precisão, através de mapas processados por imagens obtidas por satélite e também por drones. Os dados obtidos mostram, entre outros resultados, índices de vegetação como o NDVI, o Índice de Vegetação por Diferença Normalizada, que permite o mapeamento da lavoura além da medição da quantidade e condição de uma determinada área.
Incubada na Intuel, a Incubadora Internacional de Empresas de Base Tecnológica da Universidade Estadual de Londrina, a empresa vem desenvolvendo um software que tem o objetivo de simplificar os processos e popularizar o acesso às tecnologias de gestão no campo. “Isso irá permitir que qualquer agricultor ou profissional que atua com o agronegócio consiga integrar agricultura de precisão, fundamentos agronômicos, ferramentas de gestão, geoprocessamento e sensoriamento remoto”, diz Walter Maier Neto. Segundo ele, existem muitos dados disponíveis, mas ainda pouca informação que seja realmente útil para a melhoria da gestão e da produtividade agrícola. “Nosso diferencial está aí, muito mais que entender o setor, fazemos com que a tecnologia seja inteligente e promova o aumento da produtividade no agronegócio”, revela.Na prática, o mapeamento consiste em verificar a variabilidade da lavoura e a geração de diferentes zonas de manejo, graças ao cruzamento dos dados das imagens com as informações coletadas no campo. O resultado gera uma economia de insumos que pode chegar até aos 60%, pois somente as áreas necessitadas receberão incrementos. Com isso gera-se também ganhos em produtividade e benefícios ambientais, além de mais sustentabilidade.Para Francisco Nogara Neto, se as startups entenderem as reais necessidades dos produtores rurais, o mercado abrirá ainda mais oportunidades para essas novas empresas. “As mudanças tecnológicas, como GPS, sensoriamento remoto, geoprocessamento entre outras, estão cada vez mais presentes no cenário da agropecuária brasileira, porém, ainda subutilizadas”, avalia. Saber como otimizar essa questão será importante, garante Nogara Neto, tanto para novas startups quanto para os próprios clientes. O emprego adequado destas inovações será decisivo para a competitividade e sustentabilidade das empresas voltadas ao agronegócio.Com o crescimento do setor, a AgroPíxel planeja agora os primeiros passos no mercado internacional através de um projeto da Apex-Brasil e Fundação Araucária, que promove incremento à competividade e promoção da cultura exportadora empresarial. O objetivo será alinhar as soluções tecnológicas desenvolvidas pela empresa a conceitos de qualidade e boas práticas internacionais. De acordo com Walter Maier Neto, as tecnologias ligadas ao desenvolvimento do campo está presente no País, mas ainda é pouco conhecida e pouco utilizada. “Faltam soluções mais acessíveis. Existem muitas tecnologias que geram dados desconectados e que atualmente têm pouca utilidade prática. A proposta da AgroPíxel é simplificar e facilitar o acesso à informação com valor agregado”, define.Fonte: Software simplificado melhora gestão no campo - Empreendedor
Empresário investiu em franquia de informática e já planeja abertura de uma segunda unidade
O empresário Vagner Mauro atuava como Coordenador de Serviços na área de Telecomunicações de uma multinacional, onde trabalhou por quase 26 anos. Na busca por independência e com o desejo de ter o seu próprio negócio, ele resolveu investir na rede de franquias Nexar para iniciar uma nova etapa de sua carreira.
“Quando fui apresentado à marca, verifiquei resultados e também informações sobre os processos. Visitei alguns franqueados, lojas próprias e constatei que é um negócio em expansão e muito rentável, se bem administrado”, pontua Vagner.Em maio de 2014, ele abriu uma unidade Nexar no Shopping Penha, zona leste de São Paulo. A rede paulista de lojas especializadas em informática, eletrônicos e tecnologia digital possui um mix de produtos que inclui itens como celulares, computadores, tablets, videogames, equipamentos para jogos e GPS. Ao todo, são quase 1.500 itens à disposição dos clientes.A intimidade e identificação com os produtos do negócio foram pontos importantes para que Vagner optasse pela marca. “Me identifico com os produtos e procuro sempre estar atualizado com novidades e tendências”, destaca.Como saiu do posto de empregado para empresário, Vagner passou por uma fase de adaptação cheia de novos aprendizados e descobertas. “O negócio tem uma série de particularidades que necessitam de muita atenção e dedicação. Devido à diversidade do mix de produtos, questões administrativas e o lidar com pessoas, o desafio é constante”, explica o empresário.Para o sucesso do negócio, ele contou com a ajuda especial da esposa, a psicóloga Lucicleide Ferraz Mauro. “Ela continua atuando na área clínica por dois dias na semana, conciliando a atividade com a empresa. Na loja, utiliza seu conhecimento de RH e sua habilidade com pessoas”, acrescenta Vagner.Mesmo em um ano de crise, o casal de sócios revela que o atual cenário econômico do Brasil não atingiu negativamente o empreendimento. “Tivemos uma média de crescimento de 25% nos meses de julho e julho. O perfil do nosso consumidor é muito variado, atendendo todas as idades com interesses diversos. As categorias de produtos mais vendidos são ‘aparelhos celulares’ e ‘games’”, diz o empresário.Segundo dados da ABF – Associação Brasileira de Franchising, o setor de Comunicação, Informática e Eletrônicos foi o que mais cresceu em 2014, com faturamento 27% maior do que em 2013. Mas o segmento de mercado da Nexar ainda é um dos que tem menor representatividade no faturamento total – com apenas 1,8%, ou seja, ainda existe muita possibilidade de crescimento.Diante desse cenário e com os bons resultados do faturamento – que gira em torno de R$1,4 milhão no primeiro semestre e R$2,2 milhões no segundo semestre – , Vagner planeja a abertura de uma segunda loja para aumentar seu rendimento e conquistar ainda mais estabilidade como empreendedor.“Considero um bom negócio que precisa de muita dedicação. Me sinto realizado empreendendo e gerando empregos. Os desafios são grandes, principalmente no início das atividades, mas hoje tenho certeza que posso superá-los com a ajuda da franqueadora e de toda a equipe”, finaliza.
Solução que dá mais conforto e pode aumentar a produtividade das abelhas durante a produção de mel
Desenvolvimento do produto ocorreu em Joinville e a comercialização começou em 2011 Foto: Salmo Duarte / Agencia RBS
Claudine Nunes
Apicultor experiente da Fundação 25 de Julho, em Joinville, Ingo Weinfurter, 54 anos, está animado com os resultados de uma nova experiência: o uso de embalagem de EPS (poliestireno expandido, mais conhecido como isopor) no lugar da caixa de madeira para a produção de mel.
O mesmo teste é realizado, desde maio deste ano, no apiário-escola do município, que fica próximo a Campo Alegre, e em seu apiário, em Guaratuba (PR).A estrutura mais aconchegante oferece temperatura constante e proteção contra umidade no interior da caixa. Condições que liberam a abelha de muito trabalho paralelo para que ela possa focar naquilo que mais importa, o mel. No método convencional, as abelhas se esforçam para manter a temperatura em 37oC, explica Ingo.Gastam energia produzindo própolis para fechar as aberturas e garantir o isolamento térmico. Mas o apicultor percebe que até agora não há própolis na abertura da caixa de isopor, sinal de que não sentiu necessidade de ajuste de temperatura.A energia poupada no isolamento térmico está sendo revertida para aumentar a produção de mel e, ao que tudo indica, a colheita prevista para outubro será um sucesso.— Na caixa de madeira, se produzem, em média, 25 quilos de mel por colmeia em um ano. Acho que chegará a 30 quilos — prevê o apicultor.Além de controlar a temperatura interna na colmeia, a abelha também precisa desidratar o néctar. Em dias chuvosos, Ingo diz que a caixa de madeira fica úmida, enquanto que a de isopor permanece seca por dentro, dispensando a tarefa de controle da umidade. Mais uma forma de economizar energia. Espera-se que, ao final, as abelhas também fiquem menos estressadas, tornando-as mais saudáveis.Inspiração na Alemanha
Antes de chegar à Fundação 25 de Julho, a caixa de abelhas de isopor foi amplamente estudada por especialistas da Universidade Federal de Maringá (PR), em parceria com a Termotécnica, maior indústria transformadora na América Latina de EPS. A solução é considerada inédita no Brasil.Para ingressar no mercado da apicultura nacional, a empresa de Joinville se inspirou em experiências bem-sucedidas na Alemanha e buscou apoio de apicultores e pesquisadores. A caixa segue as normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).De acordo com o diretor comercial da Termotécnica, Adriano Vendramini Dessimoni, convencer os apicultores sobre as vantagens do produto não acontecerá da noite para o dia, pois o mercado é pulverizado, com atuação familiar e a forma de produzir mel é repetida há gerações.— Cada apicultor precisa ter certeza de que funcionará para ele — afirma.A fabricação, ainda em pequenos volumes, ocorre na unidade da Termotécnica de São José dos Pinhais (PR), e o primeiro mercado em prospecção é o do Rio Grande do Sul. Lá, a empresa começou com o pé direito.Em julho, no lançamento oficial, o produto recebeu o prêmio destaque na categoria equipamento, durante a 5ª Mostra de Inovações Apícolas do 19º Seminário Estadual de Apicultura, realizado em Santa Cruz do Sul.— Fizemos muitos contatos, iniciamos e engatilhamos vendas. As expectativas de aceitação da caixa Mais Mel são as melhores — afirma a gerente comercial da Termotécnica, Maida Rodrigues.Enquanto isso, Ingo Weinfurter vai repetir a experiência da caixa de isopor para colheita em 2016 nos três apiários monitorados atualmente, pois cada um está sob um tipo de clima e de ambiente.Perto de Campo Alegre, por exemplo, o apicultor está curioso para saber qual será a reação da irara diante da nova caixa. O animal onívoro é visto com frequência por ali e já recebeu o temido apelido de “papa-mel”.A evolução das embalagensCaixas de madeira
Na década de 1970, a madeira, um dos produtos mais usados em embalagens mais antigas, era amplamente usada para o condicionamento de produtos hortícolas. Eram bastante utilizadas também as sacarias de juta e as de plástico começaram a chegar ao mercado no final desta década.Caixas de papelão
A década de 1980 seguiu, de certa forma, o ritmo da anterior. Poucos produtores começaram a utilizar as caixas de papelão no final dos anos 80. Os produtores de batata e cebola ainda usavam sacos de juta e plástico.Caixas de plástico
Na década de 1990, o plástico começa a ocupar espaço como embalagem retornável
na comercialização de frutas e hortaliças em detrimento da madeira. Nas exportações para a União Europeia, a caixa de papelão passou a ser requisito básico. No finalzinho do século 20, surgiram os sacos de nylon.Caixas de plástico dobráveis
No início do século 21, as caixas de papelão e de plástico já estavam mais difundidas. As caixas de plástico dobráveis surgem no final dessa década no Brasil. Neste século, surgem os sacos de clone.Caixas de isopor
Nos anos mais recentes, surgem as embalagens de isopor. As caixas de papelão também são amplamente usadas. Os contentores de plástico retornáveis e dobráveis são as embalagens preferenciais dos hortifrútis comercializados com as grandes redes de supermercados. Porém, alguns produtores ainda usam caixa de madeira. Atualmente, todos os materiais de sacaria ainda são utilizados.Termotécnica aposta no ramo do agronegócio desde 2010A caixa de abelhas, lançada oficialmente em julho, é apenas uma das apostas da Termotécnica para o agronegócio, setor que passou a ser olhado como estratégico a partir de 2010. Desde então, a companhia realiza pesquisas para saber de que forma pode inovar e gerar valor para o mercado.— A busca da inovação tornou-se uma questão de sobrevivência, ela é necessária para crescer — afirma o diretor comercial, Adriano Vendramini Dessimoni.Um dos frutos deste trabalho foi o desenvolvimento da embalagem de isopor para uvas. As caixas são utilizadas na cidade de Petrolina (PE) por produtores do Vale do São Francisco, importante produtor de frutas e hortaliças. O diferencial do isopor está na maior proteção do alimento durante o transporte.Segundo a empresa, a temperatura é mantida constante, a embalagem não absorve a umidade da fruta, o que poderia reduzir seus nutrientes, e é mais rígido do que o papelão, outro material muito utilizado no transporte.— Na cadeia do Vale do Rio São Francisco, a conservação da uva aumentou sete dias em relação à caixa de papelão quando colocada em temperatura ambiente — explica a gerente comercial da Termotécnica, Maida Rodrigues.Durante o desenvolvimento do produto, a empresa se deparou com alguns desafios. Não se tratava apenas de fazer a melhor caixa, mas fazê-la chegar ao cliente. As caixas de papelão são montadas pelo próprio cliente, mas a Termotécnica entrega a caixa pronta, e o produtor não tinha um local fechado disponível para armazenagem.A empresa desenvolveu, então, o hiperkit, um grande pacote com várias embalagens, conforme a necessidade de estoque e sazonalidade do produto, que pode ser armazenado externamente.Como a tonelada do isopor custa o dobro da do papelão, a indústria se empenhou em fazer as contas para o cliente, mostrando o quanto ele poderia ganhar com a adoção da nova solução. Uma das vantagens percebidas pelo cliente foi chegar a mercados mais distantes porque o alimento demora mais para estragar.Filial em PetrolinaA caixa também traz ao seu redor uma larga fita que serve para comunicação do produtor com o consumidor final. Ali, pode expor a marca e informações sobre a fruta. O produto também foi adaptado com reforços nas colunas para aguentar sobrepeso, já que são transportadas empilhadas. As de baixo precisam suportar o peso de todas as que estão em cima.Todo o desenvolvimento do produto ocorreu em Joinville e a comercialização começou em 2011, mas como o transporte de isopor custa caro, a empresa optou por construir uma fábrica em Petrolina (PE), em 2014, consolidando a operação local que antes era feita em imóvel alugado.Desde o início do projeto, a empresa dobra a participação naquele mercado ano a ano. Para Vendramini, a uva é somente a primeira aplicação, pois todos os alimentos perecíveis e delicados podem se beneficiar da embalagem.
Em menos de um mês, ferramenta já conta com a adesão de mais de 40 mil microempreendedores individuais do estado
O número de usuários de internet por meios móveis vem crescendo rapidamente no Brasil. Prova disso é que, apenas entre outubro do ano passado e março de 2015, a quantidade de pessoas que acessa a web via mobile cresceu7%, passando de 36,2 milhões para 38,8 milhões. Os dados são da pesquisa Brazil Digital Future in Focus 2015, promovida pela comScore, empresa especializada em análises do mundo digital . Visando aproveitar este potencial, o Sebrae-TO lançou, no início de setembro, o aplicativo EU SOMEI, que permite aos Microempreendedores Individuais (MEIs) do estado se cadastrar e divulgar seu trabalho.
“Mais de 60% das empresas do Tocantins são MEIs e sempre tivemos a preocupação de fortalecer este segmento. Notamos que uma das maiores dificuldades destes empresários é ser percebido pelos clientes, e resolvemos investir em uma ferramenta simples que pudesse solucionar tal problema”, revela Omar Antônio Hennemann, superintendente do Sebrae-TO.
Em menos de um mês, mais de 40 mil dos 42 mil MEIs do Tocantins se cadastraram na ferramenta
Foto: ra2studio / Shutterstock
Graças às ações de divulgação promovidas pela entidade e ao boca a boca entre os empreendedores, cerca de 40 mil dos 42 mil MEIs do estado já se cadastraram no aplicativo. Com isso, o Sebrae Nacional já estuda levar a iniciativa para outras estados. “Foi quase um viral. A ideia está dando certo porque o procedimento é muito simples. Basta a pessoa acessar o site www.eusomei.com.br, colocar seus dados, as áreas em que atua e ela já passa a fazer parte do banco de dados da ferramenta”, revela.
Como o aplicativo conta com o recurso de geolocalização, o usuário que está buscando por costureiras, por exemplo, consegue visualizar em um mapa quais os microempreendedores que estão mais próximos do seu endereço e os respectivos contatos deles. Outra vantagem do EU SOMEI são as avaliações que o cidadão faz dos serviços.
“A ideia é que os bancos procurem os MEIs com melhor desempenho para oferecer linhas de crédito mais vantajosas. Já aqueles que forem mal avaliados, o Sebrae irá atrás para capacitar, buscando formas de melhorar o serviço.