Startup cria kit que permite montar seu próprio celular

Idealizado pelo Seeed Studio, RePhone permite ainda reprogramar o sistema operacional do celular
RePhone permite criar seu próprio celular (Foto: Reprodução)
A empresa chinesa Seeed, especializada em desenvolver hardwares inovadores, criou uma alternativa para quem não está satisfeito com os modelos de celulares disponíveis no mercado. Com o RePhone, é possível criar seu próprio modelo de celular com o formato e os acessórios que você quiser.
O kit de criação do RePhone está à venda por US$ 39 na plataforma Kickstarter. Com ele, o usuário poderá escolher se adicionará um pequeno visor analógico ou uma tela de touchscreen, por exemplo. Outros acessórios como sistema de Bluetooth e baterias com grande durabilidade podem ser encaixadas no dispositivo.
Ele permite ainda ao usuário dar ao seu RePhone o formato que quiser, com diferentes tipos de encaixes e embalagens sugeridas. Outra funcionalidade do aparelho é a possibilidade de programar seu sistema operacional de acordo com seu interesse.
Fonte: Startup cria kit que permite montar seu próprio celular - PEGN - Startups

Startup brasileira cria Tinder para adotar cães abandonados

O Au.dote é um facilitador para ONGs identificarem novos donos para os animais
Mais de 15 mil pessoas já baixaram o aplicativo e estão em busca de um novo animal de estimação (Foto: Divulgação/Au.dote)
ONGs e abrigos de animais abandonados costumam enfrentar dificuldades para encontrar novos donos para os cães. Buscando solucionar esse problema, a startup Dog Likers desenvolveu um aplicativo em que pessoas interessadas em adotar encontram uma grande variedade de cães à espera de um novo lar. Na prática, o app funciona como um “Tinder” para quem quer adotar um pet.
Em dois meses no ar, o Au.dote conta com mais de 15 mil downloads e 1500 cães cadastrados de 22 ONGs diferentes pelo Brasil. Devido à burocracia comum dos processos junto aos abrigos para animais, o número de adoções concretizadas é reduzido: 5 cães já encontraram uma nova casa. Segundo Gustavo Monteiro, sócio fundador da startup,  a expectativa é de que 30 novos donos encontrem seu animal de estimação através do aplicativo até o fim do ano.
O empreendedor explica que o objetivo é criar um facilitador para quem deseja adotar um novo animal. “Queremos mudar essa cultura de adoção. Antes, para adotar um cão era necessário entrar em uma longa fila, ou recolher algum animal da rua. Com o aplicativo, o usuário pode sentar com sua família e escolher o animal que mais se enquadra no que deseja”, afima Monteiro.Do carinho por cães ao empreendedorismoA Dog Likers surgiu em 2013 após os três sócios, Bruno Queiroz, Gustavo Monteiro e Cadu Betti, se darem conta do carinho especial de todos pelo mercado de pets durante um MBA que cursavam juntos. Sem abrir mão dos empregos nas áreas de marketing e publicidade de grandes empresas, os três amigos fundaram a startup e lançaram o primeiro produto, a Like Box.No formato de clube de assinaturas, os clientes da Like Box recebem mensalmente em suas casas produtos variados e personalizados de acordo com a raça, porte e idade de seus cães. “Fizemos um investimento de R$ 300 mil na Like Box. O produto foi muito bem aceito e temos cerca de 200 clientes em atividade, porém a rentabilidade não é tão grande”, afirma. A empresa fatura cerca de R$ 250 mil anualmente com o clube de assinaturas para pets.A boa adoção do mercado ao produto fez com que os sócios se engajassem na ideia de criar uma segunda solução inovadora para os amantes do mundo animal. Utilizando o lucro gerado pela Like Box, nasceu o projeto que daria origem, mais tarde, ao Au.dote.
Mais de 15 mil pessoas já baixaram o aplicativo e estão em busca de um novo animal de estimação (Foto: Reprodução)
Bom para os cachorros e para as OngsA ideia inicial dos empresários era dar vida a uma espécie de “Tinder canino”, onde os donos cadastrariam seus mascotes em busca do par perfeito para procriar. A proposta esbarrou em um problema vividos pelas ONGs. “Conversando com elas percebemos que estaríamos promovendo a reprodução desregulamentada, o que acabaria gerando o abandono de animais. Ao invés de gerar mais problemas, buscamos uma forma de ajudar esses 20 milhões de cães abandonados no Brasil”, diz Monteiro, se referindo a uma pesquisa da Organização Mundial da Saúde.A solução encontrada foi fazer um segundo investimento em tecnologia para adaptar o “Tinder canino”, que já estava praticamente pronto, e transformá-lo no Au.dote. No total, a empresa destinou R$ 150 mil ao processo de desenvolvimento do app e estuda a melhor maneira de rentabilizá-lo. “Estamos em busca de parceiros para o projeto. A princípio, nossa ideia é vender os direitos de nome do app para alguma empresa do ramo que se identifique com a causa”, afirma.Segundo Monteiro, o produto foi feito a quatro mãos com as ONGs e uma nova funcionalidade do app está sendo desenvolvida para solucionar outro problema dessas organizações. “Além da dificuldade de encontrar pessoas interessadas em adotar os cães, percebemos que as ONGs enfrentam problemas para se sustentar financeiramente. Nos próximos meses lançaremos uma nova versão onde será possível realizar doações em dinheiro para ajudá-las a se manter”, afirma.
Fonte: Startup brasileira cria Tinder para adotar cães abandonados - PEGN - Banco de ideias

Brasil lança a primeira operadora de telefonia evangélica do mundo

Empresa irá atuar como uma operadora virtual de telefonia móvel
<p>Empresa irá atuar como uma operadora virtual de telefonia móvel.</p>© Fornecido por Notícias ao…Nesta quinta-feira (1), Igreja Assembleia de Deus recebeu autorização da Agência Nacional de Telecomunicações (ANATEL) para dar início às atividades como operadora de celular.A Alô Serviços de Telefonia Móvel vai usar a rede da operadora Vivo e quer abocanhar grande fatia do mercado devido às características do público-alvo, formado essencialmente por fiéis.Segundo o jornal "Valor Econômico", o rebanho assembleiano é uma “nação com 18 milhões de habitantes, cem anos de história, organizada sob uma forte liderança, com 40 mil pontos de encontro, sendo cinco mil nas duas principais cidades, e cuja população cresce num ritmo médio anualizado de 9% há 25 anos”.A operadora de celular da Assembleia de Deus irá atuar como uma operadora virtual de telefonia móvel (MVNO, na sigla em inglês). Com licença de credenciada, a operadora poderá revender chips e agregar serviços à assinatura de um plano de telefonia, como envio de SMS com mensagens cristãs e programas de fidelidade.
Fonte: Brasil lança a primeira operadora de telefonia evangélica do mundo - MSN

Apesar da crise, setor de tecnologia no Brasil cresce dois dígitos

Startups de diversos setores vêm recebendo investimentos crescentes
iStock© Fornecido por Forbes Brasil iStockApesar de uma série de circunstâncias macroeconômicas, que incluem recessão econômica, escândalos de corrupção e pedidos de impeachment da presidente Dilma Rousseff, a indústria de tecnologia no Brasil está prosperando. Startups estão efervescendo, com financiamentos sendo anunciados tão rápido quanto as más notícias. A previsão é de cerca de US$ 150 milhões de investimentos para este semestre.O investidor de risco Anderson Thees, sócio-fundador do fundo de investimentos Redpoint e.ventures, em São Paulo, revelou ao site norte-americano TechCrunch que o e-commerce e os setores de internet cresceram cerca de 20% ano a ano, enquanto o PIB do Brasil manteve-se baixo. É garantido que o setor de tecnologia continuará a crescer.Ainda que apenas cerca da metade da população do Brasil tenha acesso on-line, o país já é o quinto maior mercado de internet e telefone celular do mundo, está entre os cinco maiores mercados do Facebook, Google e Twitter e é um dos mercados de smartphones que cresce mais rápido – com mais 100 milhões de pessoas começando a se conectar.Na semana passada, enquanto o Brasil debatia a decisão da Standard & Poor’s de cortar o grau de investimento e colocar a nota do país em perspectiva negativa, grandes investidores de capital de risco e empreendedores do país se reuniram em São Paulo para celebrar o lançamento do Cubo, um espaço, chamado de co-working, para que startups de tecnologia trabalhem juntas.O investimento, parceria entre a Redpoint e.ventures e o banco Itaú, não visa lucros: é um espaço de escritório para 250 empreendedores e 50 startups, distribuídos em cinco andares no bairro Vila Olímpia, além de um auditório para eventos e um terraço aberto ao público com o objetivo de encorajar o uso do Cubo como um espaço de convivência para a comunidade tecnológica.Não há números exatos sobre os investimentos de capital de risco no Brasil neste ano e no ano passado, em parte porque os empreendedores brasileiros (e seus investidores) estão notoriamente hesitantes em divulgar seus investimentos ou seus valores em dólar. Mas o investimento em capital de risco na América Latina cresceu mais de 800% desde 2010, totalizando em mais de US$ 650 milhões.Segundo a matéria divulgada pelo TuchCrunch, no Brasil, startups têm anunciado pelo menos um acordo por semana nos últimos meses, enquanto investidores locais e internacionais têm se unido para investir pelo menos US$ 150 milhões em telefonia celular, e-commerce, educação, bancos, transporte, serviços e setores de segurança nesse verão. “O que é um pouco estranho, e muito benéfico, é a forma em que a economia digital está se saindo bem apesar da crise”, afirmou Thees à publicação.A Redpoint e.ventures anunciou seis acordos nos últimos meses: investimentos semente nas startups Olist, Escale e Intoo; US$ 3 milhões de investimento na primeira rodada, com o Accion’s Frontier Investments Group e a QED Investors na startup BankFacil; investimento na segunda rodada, com a plataforma de marketing digital Resultados Digitais e a empresa de análise de dados Cortex Intelligence. Thees revelou que o número total de acordos é quase o mesmo do que o do ano passado, mas as oportunidades são melhores agora, pois um pouco da agitação do Brasil diminuiu. “Aqueles empresários que estavam saindo de grandes empresas esperando ganhar uma fortuna em seis meses – isso acabou”.“Se a crise permanecer por muito tempo, pode nos afetar”, ponderou o empreendedor, “mas, agora, o que temos é uma diferença entre o que acontece no ecossistema de startups e o que acontece na macroeconomia. Seria melhor se não tivéssemos isso, mas, talvez, acabaremos crescendo mais rápido assim. Porque, quando tudo está ótimo, as pessoas tendem a não mudar seu comportamento. As pessoas tendem a prestar mais atenção em eficiência agora, e podem estar mais ávidas por experimentar coisas novas”.
Fonte: Apesar da crise, setor de tecnologia no Brasil cresce dois dígitos - MSN

Crise econômica, manifestação sindical e oscilação do mercado marcam o primeiro ano da BMW em Araquari

Fábrica da montadora alemã em Santa Catarina completa um ano nesta quarta-feira
Crise econômica, manifestação sindical e oscilação do mercado marcam o primeiro ano da BMW em Araquari Rodrigo Philipps/Agencia RBS
Programação de instalação do parque fabril e a oferta de modelos estão sendo cumpridas à risca Foto: Rodrigo Philipps / Agencia RBS
A fábrica da BMW completa nesta quarta-feira um ano de atividade em Araquari. Na comunidade, poucas mudanças são vistas até agora. A operação, por sua vez, enfrentou situações inesperadas. A unidade conheceu sua primeira manifestação sindical em 15 de setembro. Cerca de 200 funcionáriosprotestaram em frente à fábrica por temas como a participação nos lucros (PPR) e banco de horas.Leia as últimas notícias sobre negócios e economia no AN.com.brA mobilização e o teor dos pedidos, embora não sejam inéditos nas indústrias da região, chamaram a atenção porque a vinda da BMW gerou uma grande expectativa no mercado de trabalho – a companhia recebeu inúmeros currículos de todo o Brasil. O movimento não se alongou. Uma semana depois, as partes chegaram a um acordo, com o PPR aprovado e o banco de horas aceito por 70% dos funcionários.O cenário político-econômico no País é outro desafio. O ambiente é muito diferente daquele que a montadora encontrou no momento em que tomou a decisão de investir no Brasil e começou a construir a fábrica. O quadro atual é considerado complexo.— O ano de 2016 será ainda muito desafiador para o segmento automotivo. A longo prazo, acreditamos em um horizonte de melhoria na economia — diz a diretora de relações governamentais do Grupo BMW Brasil, Gleide Souza.Apesar da crise, o segmento premium tem sentido menos o impacto. Prova disso são as vendas registradas entre janeiro e agosto. A BMW teve  um crescimento de 5,50% nasvendas se comparado ao mesmo período de 2014, enquanto concorrentes no setor como Audi e Mercedes registraram altas significativas.Em um ano, saíram da fábrica 10 mil veículos (60% do volume nacional da BMW). A programação de instalação do parque fabril e a oferta de modelos estão sendo cumpridas à risca. Em outubro, a empresa passa a contar com os processos de carroceria, soldagem, pré-tratamento e pintura, e começa a produzir o Mini Countryman, último carro da lista que inclui os séries 1 e 3, X1 e X3.ENTREVISTA - Gleide de Souza“Estamos estudando o cenário para 2016”Negócios & Cia. – Qual é a sua análise sobre o mercado brasileiro para o setor de luxo?Gleide Souza – A venda de automóveis no Brasil está em queda de 19,3% no acumulado de janeiro a agosto. Trata-se de uma redução significativa, que acompanha o desaquecimento da economia. Embora o segmento premium demonstre crescimento e o Grupo BMW registre alta de 3% nas vendas até agosto (emplacamentos de modelos BMW e Mini), na comparação com o mesmo período de 2014, o cenário é complexo e acompanhamos com cautela os movimentos do mercado. Nesse momento, em função da crise, a confiança do consumidor está em baixa, apresentando perceptivelmente efeitos negativos no setor automotivo. Isso se reflete no segmento premium, ainda que de maneira menos evidente.N&C – Quais são as perspectivas para 2016?Gleide – É muito difícil fazermos previsões. Acreditamos que 2016 será muito desafiador para o segmento todo. A longo prazo, acreditamos que há um horizonte de melhoria na economia. A BMW tem estratégia de atuação voltada para o crescimento sustentável da operação e, como a economia tem períodos de contração, estamos preparados para lidar com esses momentos.N&C – O número de funcionários pode aumentar? Gleide – O quadro de funcionários hoje é suficiente para girar a produção e acomodar um turno de trabalho. À medida que o mercado se desenvolver, podemos aumentar. Hoje, são cerca de 650 funcionários em Araquari. Estamos estudando o cenário para 2016. 
Variação entre os anos de 2014 e 2015 da Mercedes.
Carros licenciados em 2014
JaneiroFevereiroMarçoAbrilMaioJunhoJulhoAgosto
BMW14681335136914441319116312111385
Audi901105086889713091102824889
Mercedes1107718617800982761714756
Carros licenciados em 2015
JaneiroFevereiroMarçoAbrilMaioJunhoJulhoAgosto
BMW14881055147313741404152816061355
Audi1088978137915731359142112671942
Mercedes859889119712941519175618501464
Fonte: Crise econômica, manifestação sindical e oscilação do mercado marcam o primeiro ano da BMW em Araquari - A Notícia

Empresa de tecnologia jaraguaense comemora internacionalização

Faturamento em dólar impulsiona retorno do investimento para iniciar exportações
Empresa de tecnologia jaraguaense comemora internacionalização Maykon Lammerhirt/Agencia RBS
Ademilson Piccoli e a equipe da Priori, de Jaraguá do Sul, comemoram avanço na internacionalização dos negócios Foto: Maykon Lammerhirt / Agencia RBS
A alta do dólar anima, mas também assusta empreendedores de micro e pequenas empresas que se preparam para entrar no mercado norte-americano. Mas para a empresa de tecnologia Priori, de Jaraguá do Sul, no Norte catarinense, agora é o momento de começar a faturar em dólar.Participante do programa Exporta-SC, do Sebrae, há cerca de dois meses, dois representantes da empresa se instalaram no escritório na Flórida e intensificaram o contato com clientes e companhias parceiras.- A presença de um executivo lá dá mais seriedade e também serve para entender como vender para americano, porque é muito diferente de fazer negócio com brasileiros - aprendeu Ademilson Piccoli, um dos sócios da Priori.O primeiro contrato internacional da Priori depois de integrar o programa está em vias de ser assinado. A empresa já havia fechado uma parceria com a Apple, Google e Microsoft para oferecer o aplicativo de vendas offline como demonstração. Atualmente, cerca de 150 visitantes conhecem o sistema todos os meses. Além disso, uma empresa italiana também se interessou e as negociações estão avançadas.- Temos cada vez mais certeza sobre a viabilidade do projeto. Só víamos custos, mas agora começamos a ver o retorno desse investimento. Acredito que a partir do mês que vem consigamos equilibrar essa conta - anima-se Piccoli.A presença no país da tecnologia agregou ainda no aprendizado e capacitação. Para final de novembro, a Priori programa o lançamento da versão 2.0 do aplicativo Catálogo Off-line, incorporando novas soluções.Nosso pão de mel vai ficar mais doceQuem também contabiliza expectativas de retorno pela participação no Exporta-SC é a Arco-íris, fabricante jaraguaense de biscoitos. Os primeiros pães-de-mel devem estar nas prateleiras dos supermercados norte-americanos antes de terminar o ano.Primeiro, será preciso fazer investimentos na fábrica e nas embalagens. O próprio nome pão-de-mel não soa bem em inglês e a logomarca, revitalizada em março em comemoração aos 30 anos de fundação, também será adaptada.Uma agência ofereceu a desgustação do doce à população local em troca de uma pesquisa de opinião.-  Os norteamericanos preferem mais macio, úmido e muito mais doce, então vamos lançar uma nova família de produtos para agradar o paladar deles - afirma o fundador Emílio da Silva Neto.Ele afirma que um relatório de iteligência como esse só foi possível por causa doprograma do Sebrae, que selecionou 50 empresas catarinenses de pequeno porte para apoiar o processo de internacionalização. A consultoria começou no final de 2014 e se estende até abril de 2017.- Internacionalizar não é só vender lá fora, exportar. É preciso se preparar para isso - ensina Emilio.O dever de casa para vender em 2016Outras participante do Exporta-SC do Vale do Itapocu, a Vitalin programa, para este ano, fazer bem a “lição de casa”. A venda internacional dos cookies e produtos integrais e naturais vai ficar mesmo para 2016. Jerusa De Marchi, uma das sócias do negócio, afirma que o processo americano para certificação e registros para alimentos é exigente e os investimentos nesta fase são em dólar, por isso a cautela neste momento.- Existem momentos em que é preciso tirar o pé do acelerador - afirma.Além da documentação para a FDA, o órgão de controle americano, a Vitalin prepara também as embalagens modo exportação e a adequação dos produtos para o mercado americano.
Fonte: Empresa de tecnologia jaraguaense comemora internacionalização - A Notícia

Chipotle: crescer 28% em vez de cair 2% | Endeavor Brasil

Chipotle é o novo queridinho norte-americano - cresce dois dígitos, enquanto os gigantes caem. O que aprendemos com o caso Chipotle e sua proposta de valor?
Como crescer 28% enquanto o concorrente cai 2%: o caso Chipotle
Chipotle é o novo queridinho norte-americano – está crescendo dois dígitos, enquanto os gigantes caem. O que aprendemos com eles?Já ouviu a expressão “Pense fora da caixa”, ou mesmo, “Saber ler o ambiente em que está inserido é fundamental”. Nada melhor que um exemplo prático – de quem soube sair da lógica linear e alcançou resultados exponenciais – para inspirar você empreendedor.Você conseguiria imaginar um fast food que:
  • Não é rápido: a espera é de pelo menos 15 minutos;
  • Não é barato: custa 15% mais que a concorrência;
  • Não tem variedade: o menu traz apenas 5 itens;
  • Não faz ofertas nem anuncia na TV; e
  • Não tem sobremesa ou mesmo cafezinho.
Ninguém apostaria no sucesso de um lugar assim. Mas a rede de comida mexicana Chipotle confiou no próprio taco. E se deu bem: é o maior fenômeno atual da indústria de restaurantes dos Estados Unidos. E toda essa explicação se resume a uma palavra: Millennials.Nascidos a partir de 1980, eles são comprovadamente mais conscientes, preocupados com o meio ambiente, questões sociais e, principalmente, com o que estão ingerindo. Nenhuma marca soube entender – e atender – melhor este público do que o Chipotle. Cada “não”acima é baseado em uma inquietação da nova geração:1. Não é rápido: os ingredientes são frescos e preparados na hora. Todas as 1783 lojas não possuem freezer ou microondas. 2. Não é barato: a carne vem de produtores que criam os animais de forma natural, sem antibióticos ou hormônios de crescimento. 3. Não tem variedade: os itens são adquiridos localmente, de fazendas que não usam agrotóxico ou agridem o meio ambiente. 4. Não tem sobremesa e café: a rede prefere se concentrar em poucos produtos e entregá-los com muita qualidade.Pesquisas mostram que os Millennials são ambiciosos, querem lançar movimentos, influenciar pessoas e mudar culturas. Se uma marca conseguir mobilizá-los, é certeza de propaganda garantida e gratuita.Chipotle tem uma legião de seguidores, digitais e reais, que cuidam de repercutir suas ações e fortalecer sua imagem. Quer um exemplo? Em janeiro, a empresa comunicou que 30% de suas lojas não mais ofereceria Tortilla de porco. Porque flagraram um fornecedor maltratando os bichos, e romperam imediatamente o contrato.O que normalmente geraria reclamações – a falta de um produto – gerou milhões em mídia espontânea. Uma avalanche de manifestações de apoio e admiração invadiu as redes sociais.Graças a essa forma inovadora de atuar, Chipotle cresceu 28% em 2013 e 2014, num segmento que enfrenta crescente rejeição. O McDonald’s, por exemplo, no mesmo período encolheu 2%. Chipotle é um claro exemplo de oportunidade disfarçada nas mudanças.E por falar em mudança, sabe qual a principal diferença entre o marketing do Século XX e do XXI? Antes, bastava oferecer sabor, porções generosas e publicidade poderosa.
ATUALMENTE, TÃO IMPORTANTE QUANTO O QUE VOCÊ FAZ, É O QUE DEIXA DE FAZER. ISSO DEMONSTRA SUA FILOSOFIA, PRINCÍPIOS E VALORES. O PRATO PREFERIDO DOS NOVOS CONSUMIDORES.
Curiosidade: Apesar de não anunciar ofertas na TV, esporadicamente Chipotle produz comerciais. O primeiro deles, de 2012, traz o conceito da marca numa animação primorosa. Conquistou apenas o prêmio máximo da propaganda mundial: Grand Prix do Festival de Cannes. Deguste com um burrito.Carlos Domingos é publicitário e fundador da Agência AgeArtigo originalmente publicado em Exame.com
 
Fonte: Chipotle: crescer 28% em vez de cair 2% - Endeavor Brasil

Rede de franquias aposta em comunicação via SMS

Ferramenta é seis vezes mais eficiente que e-mail e 10 vezes mais eficiente do que a mala-direta
Comunicação, ação de transmitir uma mensagem e, eventualmente, receber outra como resposta. Todo e qualquer empresário precisa dominar essa questão, principalmente se ele quer atingir seu público-alvo e, por tabela, o sucesso de sua empresa.
Atualmente, um nicho está no alvo de um grupo de empresários que está vislumbrando os olhos do marketing do varejo e demais segmento: a comunicação via SMS. Isso porque a mesma potencializa a comunicação, os limites geográficos acabam por se tornar inexistentes, a transmissão da mensagem reduzida a frações de segundos, o público-alvo é atingido em cheio e tudo isso por um preço reduzido.Com foco no mercado de pequenas e médias empresas a SMS Digital oferece serviços de consultoria e comunicação via SMS. “Nós oferecemos soluções exclusivas para pesquisas, relacionamento e divulgação de informações por mensagem”, falou o diretor executivo da marca, Kawel Lotti.A franquia surgiu como uma solução inovadora, já que identificou a carência e necessidade desse tipo de serviço de comunicação em um terreno pouco explorado pelas empresas de pequeno e médio porte. De acordo com a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações), o Brasil atualmente conta com mais de 283,5 milhões de telefones celulares, “ou seja, é a oportunidade de interação das empresas com os seus públicos-alvo, que é um fator decisivo para longevidade das mesmas”, relata Lotti.A empresa oferece três opções de serviços:1º SMS Corporativo: produto ideal para realizar o envio de informações relevantes ao público de interesse (felicitações, agradecimentos, convites, cobranças, etc).2º SMS Marketing: desenvolvido para realizar ações promocionais e campanhas de marketing (alertas de ofertas, cupons de descontos, lançamentos, etc).3º SMS Radar: pesquisa personalizada de satisfação via SMS com relatórios gráficos online e aplicações coletivas e individuais (serviço exclusivo da marca atualmente), inclusive somos a única empresa que oferece esse serviço no mercado.

COMUNICAÇÃO AGRESSIVA

O uso das mensagens curtas no celular (SMS ou Short Message Service) como ferramenta de relacionamento com clientes cresceu significativamente no último ano por conta da descoberta dos benefícios e diferenciais deste novo serviço pelos profissionais de marketing. “O SMS é um meio de comunicação com ligação direta, personalizada, instantânea, interativa e que, geralmente, está junto aos clientes 24 horas por dia. Estas características credenciam o seu uso como um ferramenta importante do Marketing de Relacionamento”, explica o diretor.Kawel relata ainda, que o negócio chama mais atenção devido a sua taxa de leitura que é muito alta. “90% dos SMS são abertos e lidos em menos de 3 minutos, fazendo com que a ferramenta seja seis vezes mais eficiente do que o e-mail e 10 vezes mais eficiente do que a mala-direta. Hoje, nem todas pessoas tem e-mail, mas quase todos possuem celular e olham quando uma mensagem chega. Além disso, é barato e você consegue mensurar sua efetividade, pedindo para que o cliente apresente o SMS para ter um desconto, por exemplo.A possibilidade de integração com os diversos sistemas de gestão e CRM vem atraindo empresas de todos os segmentos que buscam soluções de comunicação via SMS. E a rapidez, simplicidade e agilidade aumentam a satisfação dos clientes”, relata o executivo.

SIMPLICIDADE 

De uso simples e rápido, a plataforma possui a capacidade de enviar milhões de SMS por dia e disponibiliza relatórios on-line para todas as operadoras do Brasil. “Os envios podem ser efetuados diretamente pelo cliente ou pela integração com qualquer sistema (webservice). Seu uso é simples, com personalização das mensagens, importação de arquivos em vários formatos, envios imediatos ou agendados na data e hora da escolha do cliente, com a gestão completa dos envios”, conta Kawel.E qual empreendedor não deseja aumentar suas vendas? Para essa realidade, a franquia pensou em todos os detalhes de seu portal de comunicação online citado acima. “Ele foi projetado para uma fácil, rápida e segura utilização pelos clientes. Só basta estar conectado à internet. Em menos de 2 minutos é possível se comunicar com toda a carteira de clientes”, explica o diretor.Expansão A SMS Digital está em constante crescimento pelo país. Só em 2014 cresceu 18% em relação a 2013, conquistando mais de 150 franquias pelos quatro cantos do país. No primeiro trimestre do ano a rede já alcançou um faturamento de R$1.575.000,00. Seu método inovador acaba se tornando uma tendência de futuro, e a cada dia conquista mais o cliente e investidores que veem no negócio todo seu potencial para se fazer bons negócios.E para conquistar ainda mais o franqueado, a rede oferece dois tipos de modalidades: a Franquia Home Office e a Franquia Home Office Light. A primeira exige um investimento inicial de R$15 mil, já a segunda R$5 mil.
Fonte: Rede de franquias aposta em comunicação via SMS - Empreendedor

Haddad fala de regulamentação de novos modelos como o Uber

Prefeito de São Paulo defendeu transformações nas cidades do século XXI

O Prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, defendeu nesta quinta-feira (24), em Paris, a necessária transformação das cidades do século XXI para facilitar a participação cidadã, o desenvolvimento sustentável e a integração.

Haddad: "é mais difícil governar uma cidade que um Estado"
Haddad: "é mais difícil governar uma cidade que um Estado"
Foto: Leon Rodrigues / Secom / Divulgação

Ao lado da prefeita da capital francesa, Anne Hidalgo, Haddad participou de um encontro com alunos da Faculdade de Ciências Políticas (SciencesPo) por ocasião da apresentação do projeto "École Urbaine, Reinventer a Ville", destinado a estudantes de todas as partes do mundo para pesquisar sobre questões de urbanismo e novos modelos de cidade.

O petista, que antes de ocupar a prefeitura de São Paulo fez parte do governo de Dilma Rousseff como ministro da Educação, afirmou que "é mais difícil governar uma cidade que um Estado" e destacou a importância de dar prioridade às necessidades dos cidadãos.

"No Brasil existe uma luta para amplificar o poder local", destacou Haddad, ao mesmo tempo em que sustentou que "a cidade produz constantemente um contrapoder".

Sobre a questão ambiental, Anne Hidalgo se referiu aos desafios de Paris - capital europeia que acolhe em dezembro a Conferência das Nações Unidas sobre a Mudança Climática (COP21) - e destacou a necessidade de pactuar políticas com outras grandes cidades do mundo, e "com as da periferia, que agora têm verdadeiro poder".

No colóquio também houve espaço para temas como a especulação imobiliária, fenômeno que ambos prefeitos concordaram em que "é preciso enfrentar, especialmente quando as empresas tentam ocupar espaços públicos", e a necessidade de regular novos modelos de "economia colaborativa", com iniciativas polêmicas como o Uber.

"Considero que ambos modelos são compatíveis, tanto a participação do Estado no modelo de transporte que em São Paulo é conjunto: público em associação com empresa privada, como as novas iniciativas", opinou Haddad.

Por sua parte, Hidalgo explicou que a prefeitura de Paris está aberta a buscar soluções falando com todos os agentes envolvidos no transporte e é "partidária de realizar uma regularização, sobretudo dando prioridade à segurança dos usuários".

Fonte: Haddad fala de regulamentação de novos modelos como o Uber - Terra

Incubadora faz evento para investidores de startups tecnológicas

startup
No próximo dia 30 de setembro, a Incubadora de Empresas da Coppe/UFRJ recebe investidores e empresários em evento que irá apresentar quatro startups com alto potencial de crescimento e viabilidade econômica.
A iniciativa visa ampliar o networking dos empreendedores, além de proporcionar um ambiente onde será possível conhecer a estrutura de negócios das empresas com vias à possibilidade de investimentos e parcerias.A atuação da Incubadora da COPPE está focada principalmente nas áreas de Petróleo e Gás, Energia, Meio Ambiente e Tecnologia da Informação. Esses setores são fortemente estimulados pelos laboratórios e pesquisadores da própria COPPE e UFRJ, além da proximidade com o Cenpes, o centro de pesquisas da Petrobras.As startups inovadoras que serão apresentadas são Forebrain, Twist, Easysubsea e OilFinder. As inscrições para participação no evento poderão ser feitas por meio do email [email protected].Empresas participantesForebrain: Fundada em 2010 por dois neurocientistas e pesquisadores do Programa de Neurobiologia do Instituto Carlos Chagas Filho, da UFRJ, Dr Billy Nascimento e Dra Ana Souza, a empresa tem como principal objetivo aplicar conhecimentos e novos métodos científicos para uma melhor compreensão sobre o comportamento do consumidor. A empresa possui uma equipe multidisciplinar composta por doutores, mestres e especialistas em áreas como neurociência, psicologia, marketing, pesquisa de mercado, engenharia e tecnologia da informação.OIlFinder: A empresa presta serviços de sensoriamento remoto e modelagem computacional a indústrias de Petróleo e desenvolveu um método computacional capaz de identificar a exata posição do óleo via satélite e simular o trajeto inverso da exsudação, detectando sua origem no assoalho oceânico. Desta forma é possível reduzir os riscos e os custos na exploração de petróleo.EasySubsea: Oferece serviços e produtos para monitoramento, controle e automação de poços de petróleo no segmento subsea.Twist: Spin-off do Laboratório de Processamento de Sinais (LPS/COPPE), a Twist elabora soluções tecnológicas para integrar informações e extrair o máximo de informações de grandes volumes de dados.
Fonte: Incubadora faz evento para investidores de startups tecnológicas - Empreendedor

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