Incubadora da UFRJ inicia processo seletivo

A Incubadora da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) está com inscrições abertas para seu processo seletivo de novos empreendimentos. Serão oferecidas quatro vagas nas áreas de tecnologia e inovação, e os selecionados poderão utilizar as instalações e facilidades da instituição por um prazo de até três anos.

As propostas apresentadas devem atender a critérios como grau de inovação, potencial de interação com a UFRJ e viabilidade técnica e econômica. O período de inscrições vai até 21 de outubro.

Inscrições para concorrer a uma das quatro vagas para novos empreendimentos podem ser feitas até 21 de outubro
Inscrições para concorrer a uma das quatro vagas para novos empreendimentos podem ser feitas até 21 de outubro
Foto: Alexander Supertramp / Shutterstock

Maiores informações estão disponíveis no edital de seleção, que pode ser acessado no endereço eletrônico https://www.incubadora.coppe.ufrj.br/EDITAL2015.pdf.

Fonte: Incubadora da UFRJ inicia processo seletivo - Terra

Um terço das reuniões em todo o mundo já são virtuais

Plataformas para conferências online facilitam dia a dia de colaboradores
Gustavo_Boyde
O número de reuniões deve continuar a crescer, segundo levantamento global da LogMeIn em parceria com a Ovum. Os dados apontam que 91% dos entrevistados esperam que o número de reuniões se mantenha ou aumente ainda mais nos próximos anos, reforçando cada vez mais a necessidade de alterativas seguras e estáveis para a realização de encontros corporativos em qualquer lugar, tendo a tecnologia como aliada.
Globalmente, as reuniões deixaram de ser em salas fechadas com apresentações longas pré-agendadas: mais de um terço delas acontece de improviso e quase metade delas acontece entre duas pessoas. No Brasil, a maioria das reuniões (60%) ainda são pré-agendadas, sendo que o volume maior delas acontece entre colegas de uma mesma empresa (30%), seguidas pelas reuniões tipo 1 a 1 (28%), encontros entre colaboradores de empresas diferentes (21%) e reuniões 1 a 1 entre colegas de diferentes companhias (19%).Ano após ano, as reuniões virtuais ganham destaque, com o crescimento significativo de 53% desde 2013. Atualmente, elas representam 25% dos encontros corporativos no Brasil. Num futuro próximo, estima-se que metade das reuniões ocorram virtualmente, aumentando a praticidade e diminuindo os custos das empresas.O funcionário de hoje busca usar seus dispositivos móveis para assuntos pessoais e corporativos, da forma que quiserem, quando e onde quiserem. Por aqui, tablets e smartphones complementam os computadores e notebooks utilizados nas reuniões: 49% das pessoas levam dispositivos móveis para os encontros de negócio.Enquanto cerca de 32% das reuniões no mundo são virtuais, entre os jovens executivos, de 26 a 35 anos, este número aumenta para 38%. “Este é um reflexo do comportamento conectado desta geração. As interações corporativas online só tendem a crescer e hoje já é possível participar de reuniões virtuais de quase qualquer dispositivo conectado, desde computadores, passando por tablets e smartphones até os novos relógios”, comenta Gustavo Boyde, gerente de marketing da LogMeIn para América Latina.Reuniões frustrantesAs ferramentas tradicionais para web conferência ainda são vistas como uma das razões para atrasos e problemas de conexão durante as conversas. Por esta razão, 66% das empresas buscam novas soluções colaborativas, que se adaptem melhor à rotina da empresa.Ainda segundo a pesquisa, dois terços dos colaboradores consideram que mais da metade das reuniões que participam não são produtivas. O atraso é uma das razões pelas quais as reuniões não geram os resultados esperados – e isso ocupa aproximadamente três horas na semana dos executivos em tempo perdido e baixa produtividade.Com esta evolução no formato das reuniões, as ferramentas online se aperfeiçoaram para permitir uma experiência cada vez mais semelhante à de um encontro pessoal. Além da voz, a possibilidade dos participantes se verem por vídeo, compartilharem a tela de seu computador e trabalharem escrevendo juntos sobre uma mesma tela, fazem com que uma reunião virtual seja praticamente igual a uma tradicional, com a economia de deslocamento no trânsito ou avião, e a possibilidade de reunir pessoas de diversas partes do mundo em uma mesma sala virtual.Conheça o join.meSabendo da necessidade das empresas de terem uma opção rápida, segura e estável para reuniões online, a LogMeIn lançou no Brasil o join.me, que é hoje a plataforma colaborativa que mais cresce no mundo. Além de lançar a ferramenta em português, a LogMeIn inaugurou um data center no Brasil para melhorar a qualidade nas ligações e o compartilhamento de telas.Os participantes podem se conectar em uma reunião diretamente pela internet, de qualquer dispositivo – computador, tablet, smartphone ou Apple Watch. O participante também pode utilizar números de telefone fixos nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Curitiba, Brasília e Porto Alegre para participar da conferência por meio de uma ligação local. A ferramenta, além de diversas outras funcionalidades, permite compartilhar a tela do computador em apenas alguns cliques.Para usar a ferramenta sem custo basta acessar www.join.me/pt
Fonte: Um terço das reuniões em todo o mundo já são virtuais - Empreendedor

Traydus Climatização anuncia fusão com companhia sueca

A Systemair tem um faturamento de US$ 700 milhões e chega ao Brasil alcançando a marca de 24 fábricas em 19 países
A tradicional empresa brasileira do ramo de ar condicionado, Traydus Climatização, anuncia que vai realizar uma fusão com a companhia sueca Systemair, que atualmente é um dos grandes grupos mundiais atuantes no setor de ventilação e tratamento do ar. A Systemair, que adquiriu 75% das ações da Traydus, tem um faturamento de US$ 700 milhões e chega ao Brasil alcançando a marca de 24 fábricas em 19 países.Com filiais em mais de 45 Países, a Systemair foi fundada em 1974 e trabalha com a filosofia “The Straightway” (caminho reto), baseando seus negócios em oferecer simplicidade e eficiência aos clientes.
Já aTraydus Climatização está no mercado brasileiro há 26 anos e ganhou credibilidade ao oferecer produtos de qualidade, prezando por soluções inovadoras no setor de climatização. Contando com mais de 2.500 m² de área produtiva e 80 funcionários, a companhia brasileira passa a ser uma subsidiária do Grupo Systemair a partir deste mês sobre a designação de Systemair Traydus Climatização Indústria e Comércio Ltda.Para OlleGlassel, diretor mundial de vendas da Systemair, a entrada do grupo no País é mais um avanço para a ampliação da atuação da empresa no mercado sul-americano. Segundo ele, o Brasil é um país de alto potencial de negócios e considerado um motor na economia. “Apesar dos atuais desafios políticos e financeiros que o País vem enfrentando, vimos uma grande oportunidade nesta fusão. A Systemair estabelece, de forma estratégica, operações em países emergentes. Em conjunto com nossas operações já existentes no Chile e Peru, enxergamos boas oportunidades para a Systemair competir com sucesso nos maiores projetos na América do Sul”, afirma Glassel.Com foco na tecnologia EC (Motores Eletronicamente Comutáveis) e Eficiência Energética, a Traydus é reconhecida por fornecer unidades de tratamento de ar com alto nível tecnológico e por isso se encaixa perfeitamente, de acordo com Glassel, com os preceitos da Systemair.Para Ricardo Facuri, diretor comercial da Traydus, a fusão das empresas irá revolucionar o mercado brasileiro de ar condicionado, que contará com toda a flexibilidade da companhia brasileira, somada ao grande potencial do grupo sueco.  “A Systemair detém uma grande expertise no assunto ventilação e tratamento de ar. Iremos ampliar nossa reconhecida qualidade e tecnologia, disponibilizando ao mercado brasileiro uma maior gama de produtos, mas principalmente uma maior escala de produção”, destaca Facuri.Com a fusão das empresas, a Systemair passará a atuar no Brasil sob o nome SystemairTraydus, oferecendo uma vasta gama de produtos. Entre os itens comercializados estarão unidades de ventilação, unidades de tratamento de ar, fancoils e demais equipamentos e componentes para sistemas de ventilação e ar condicionado.O anúncio oficial da fusão das empresas será realizado na 19ª Feira Internacional de Refrigeração, Ar Condicionado, Ventilação, Aquecimento e Tratamento de Ar que acontecerá entre os dias 22 e 25 de setembro de 2015 no São Paulo Convention e Exhibition&Convention Center, em São Paulo/SP.
Fonte: Traydus Climatização anuncia fusão com companhia sueca - Empreendedores

Freelancer Brasileiro 2015 - Infográfico

Divulgamos os resultados completos da pesquisa Freelancer Brasileiro 2015. O infográfico aponta que a maioria são homens residentes em São Paulo. Confira.
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Pesquisa: Quem são e o que pensam os freelancers brasileiros Realização: trampos.co Ano: 2015Para debater o panorama atual e entender as principais dificuldades de quem atua como freelancer, o trampos.co realizou um levantamento com mais de 1.126 profissionais de todo o Brasil durante o mês de junho. As questões pretendem apontar respostas de como se movimenta esse mercado, quais são os desafios e o que é possível melhorar.A maioria é motivada a atuar neste modelo pela flexibilidade no horário de trabalho e oportunidades de se desenvolver profissionalmente. Um dado contundente é preferência de local do freelancer para realizar as tarefas diárias: 91% dos respondentes optam pelo home office.A imprevisibilidade pode ser um fator que incomoda os entrevistados, já que 57% apontaram sentir falta do salário fixo e dos benefícios de praxe oferecidos pelas empresas. Não surpreende, portanto, que 19% dizem que aceitariam um emprego tradicional. Em contrapartida, 46% consideram que tem um melhor equilíbrio entre a vida profissional e pessoal.No infográfico abaixo, é possível verificar o perfil e o que pensam os freelas. Confira:2015_infografico_freelancer_trampos 
Fonte: Infográfico: Freelancer Brasileiro 2015 - Tutano

Conheça todos os detalhes do iPad Pro, preço e especificações

Neste 9 de setembro de 2015 a Apple apresentou ao mundo o iPad Pro, um tablet de 12,9 polegadas que aponta a um público muito mais profissional do que doméstico, com capacidade de processamento compatível com a maioria dos computadores de mesa.Antes de começar a mostrar as funcionalidades do iPad Pro, a Apple ressaltou durante a apresentação como o tablet desde 2010 havia transformado a forma de criar,estudar e trabalhar, dando grande ênfase em parcerias realizadas com empresas como IBM no âmbito profissional.Logo após, Tim Cook mostrou rapidamente ao mundo o iPad Pro, segundo a empresa “The biggest news in iPad since iPad”, uma forma marketeira de dizer que esse é o melhor iPad de todos os tempos.Não poderia ser diferente, a tecnologia deve avançar, mas é muito certo pois neste modelo a maçã quebrou muitos paradigmas e mostrou que na era pós-Jobs a Apple é uma empresa muito mais aberta, que compreende seus erros e os corrige rapidamente.Com o iPad Pro a Apple mostra que acredita que o Microsoft Surface “tinha razão em tudo”, menos em utilizar um sistema operacional de computadores.

Vídeo oficial iPad Pro

iPad Pro, 12.9 polegadas e muito desempenho

O que mais chama a atenção já de início é sua enorme tela de 12.9 polegadas, ela soma mais de 5.6 milhões de pixels, que representam uma densidade maior que as telas do MacBook Pro Retina de 15 polegadas.Um tablet poderoso e com uma belíssima tela para trabalhar, jogar, ler livros, rodar os milhões de aplicativos da App Store, editar vídeos e com certeza, ser explorado de novas formas com a chegada de novos aplicativos focados nessa capacidade de processamento.Foi confirmado de forma não oficial que o iPad Pro possui 4GB de RAM, com um processador A9X, que oferece uma velocidade de processamento compatível com os computadores de mesa. Durante o evento a Apple indicou que o iPad Pro é mais rápido que 80% dos computadores PC vendidos em 2014, mostrando mais uma vez que a empresa está pensando neste modelo para o trabalho.ipad-pro
A tela do iPad Pro é a mais moderna do mercado, nem mesmo a empresa havia lançado um produto com melhor tela que esta, obviamente uma tela tão grande, com uma densidade de pixels tão alta há de consumir muita energia, e foi assim que surgiu um novo desafio para a Apple, que como sempre encontrou a solução e nos ofereceu um produto com as mesmas 10 horas de duração de bateria de sempre.
Maior contraste, luminosidade mais uniforme e excelente eficiência energética, essas são as chaves do LCD implementado no novo iPad Pro.Para imaginar o tamanho dele, se você tiver um MacBook Pro de 13 polegadas, segure com ambas mãos a tampa, será mais ou menos assim que você terá um iPad Pro em mãos. Não podemos esquecer que o iPad Pro mede 6.9 milímetros de espessura, um pouco a mais que o modelo antecessor (iPad Air 2), mas com muito mais prestações em hardware.

Dados técnicos

Além das 12.9 polegadas, o iPad Pro trouxe muita novidade na questão de hardware, vamos recapitular algumas das novidades para que você possa compreender o quão avançado é este dispositivo.
  • Processador: A9X (1.8 vezes mais rápido que o iPad Air 2, 360 vezes mais potente que o iPad 1);
  • Memória RAM: 4GB;
  • Armazenamento: 32GB / 128GB;
  • Cores: Prata / Dourado / Cinza Espacial;
  • Bateria: 10 horas (dependendo do uso);
  • Áudio: 4 alto-falantes (3 vezes melhor potência de som que o iPad Air 2);
  • Câmera: 8 megapixels;
  • Câmera frontal: HD;
Não podemos deixar de dar alguns detalhes interessantes fornecidos pela Apple na questão do hardware, em comparativa, o iPad Pro é quase duas vezes mais rápido que o iPad Air 2, se comprarmos com o iPad 1 lançado em 2010, em capacidade gráfica o iPad Pro o supera em 360 vezes.O iPad Pro é mais rápido que 80% dos computadores PC vendidos no ano passado, podemos compreender como ele é poderoso com a informação de que ele consegue editar até 3 vídeos em 4K ao mesmo tempo, quem trabalha com edição sabe que é necessário um baita computador para fazer isso.cores-ipad-proNa questão da bateria foram mantidas as 10 horas, claro que essas horas vão durar dependendo do uso de cada usuário, como já é de costume.O dispositivo virá com quatro alto-falantes de boa capacidade de áudio, que irão se adaptar de acordo com a posição do iPad Pro, oferecendo assim melhor qualidade de som.Em questão de câmeras, um dispositivo tão grande não será focado em tirar fotos, mas oferece mesmo assim 8 megapixels na traseira e uma câmera FaceTime HD. O que vai importar aqui é a qualidade, sei muito bem que a câmera do iPad Air 2 não chega nem aos pés da câmera do iPhone, portanto, não é o foco do dispositivo, é um “extra” para que os usuários não coloquem um porém na hora da compra.

Acessórios

Aqui vem a parte de que a Microsoft tinha acertado em tudo no Surface, veja bem, na era Steve Jobs isso jamais aconteceria, mas Tim Cook sabe muito bem que é momento de agradar seus usuários.Ao oferecer dois novos acessórios fabricados pela Apple, o iPad Pro estará à altura de qualquer outro dispositivo, possuindo as ferramentas necessárias para de uma vez por todas concretizar a chegada da era pós-PC.

Smart Keyboard:

Essa será uma capa como qualquer outra, porém, com teclado embutido. Já vimos isso em muitos acessórios de terceiros, como também no Surface da Microsoft.Não é uma novidade, a novidade é que agora a maçã desenvolveu o seu, com seu estilo, seu design maravilhoso e pode ser que se torne ultra-popular pois ajuda muito no trabalho.Um teclado completo, com teclas físicas facilitam a escrita, ele possui um tamanho padrão, sem bateria e alimentado graças à conexão com 3 pinos existentes no iPad Pro. Isso sim, aparentemente só funcionará com o iPad Pro deitado.Ele não exigirá conectividade Bluetooth para funcionar, suportando então uma tarefa de digitação sem lags, graças ao conector especial. Ainda, possui grande funcionalidade de atalhos, graças às inovações trazidas com iOS 9, que potencializarão muito a produtividade neste aparelho.Preço (EUA): U$169

Apple Pencil:

Embora Jobs sempre dissesse que não justificava utilizar uma Stylus, Tim Cook pensa diferente, usou e abusou de sua equipe para lançar uma caneta digital épica, que pelo que pude ver na apresentação se mostra como a melhor opção disponível no mercado.Uma caneta de alta tecnologia, que interage com a tela com máxima precisão, desenvolvida em conjunto com o novo iPad Pro para oferecer grande qualidade, com sensores de inclinação, força e posição, simulando um produto real de acordo com o pincel escolhido no aplicativo.Caso o ilustrador aperte mais forte, linhas mais grossas serão reproduzidas, mais suave, linhas mais finas de cor mais suave, enfim, ângulo, força e precisão são os pontos fortes desta caneta. Agora, some isso com a ponta do dedo para conseguir efeitos diversos nas ilustrações, uma verdadeira mesa digitalizadora profissional.A Apple Pencil possui bateria recarregável com cabo lightning, que permite ser utilizada enquanto carrega, sensacional não?!Preço (EUA): U$99

Produtividade épica

No palco subiram membros de empresas como Microsoft e Adobe para fazer pequenas demonstrações de seus aplicativos sendo rodados no iPad Pro.A Microsoft mostrou um Office totalmente pensado neste dispositivo, tirando o maior proveito de todas as novas ferramentas, incluindo o Apple Pencil para realizar anotações e rabiscos. Com a integração do software, por exemplo, ao desenhar uma flecha o sistema transforma automaticamente em uma forma, facilitando o trabalho do utilizador.A Adobe mostrou uma versão otimizada do Photoshop para o iPad Pro, perfeitamente compatível com o Apple Pencil, portanto, podemos imaginar que finalmente o tablet terá capacidade de edição fotográfica compatível com os computadores.apple-pencilO que me intriga mesmo é saber como esses arquivos serão salvos, sei por experiência própria que salvar um JPG no iPad é uma tarefa bastante difícil, impossibilitando-me de trabalhar no tablet, pois os arquivos PNG ficam muito pesados para serem publicados na web, algo que inclusive é prejudicial aos “olhos do Google” fazendo que meus conteúdos deixem de ser rankeados pois o Google considera um erro o site ser “lento”.

Preço e disponibilidade

Não existe uma informação oficial sobre o preço do iPad Pro no Brasil ou Portugal, a informação que temos no momento fala somente sobre o preço de venda nos Estados Unidos, mas podemos imaginar um panorama para lhe ajudar neste ponto.
  • Preço (EUA): U$799 para o modelo 32 GB / U$949 para o modelo 128GB / U$1079 para o modelo 128GB LTE (único com conectividade móvel)
  • Preço (UE – não confirmado): €799 / €949 / €1079 (é o costume, passar o valor em dólares a Euros, mas teríamos que ver como ficará devido à alta do dólar em comparação com o €)
  • Preço (BR – não confirmado): R$4.500 / R$5.300 / R$6.200 (esse valor não foi confirmado, valor estimado por mim)
Disponível nos Estados Unidos e alguns outros países em Novembro, estimativa de chegada no Brasil e Portugal no início de Dezembro.ipad-pro-aberto

Considerações Finais

Acredito que finalmente com a chegada do iPad Pro podemos levar a sério a famosa expressão “era Pós-PC”. Com todas as novidades em hardware que possibilitarão rodar vários aplicativos ao mesmo tempo, lado a lado, com processador capaz de realizar tarefas mais pesadas e rodar gráficos 3D de alto nível, o iPad Pro pode chegar para revolucionar o mercado dos tablets.As novas funções de multitarefas do iOS 9, com um suporte melhorado do teclado virtual, com atalhos e um suporte melhorado também para teclados externos, faz com que a produtividade aumente exponencialmente no iPad Pro, dando uma impressão de que agora as coisas vão funcionar.Acredito que para o trabalho até o dia de hoje um iPad não conseguiu suprir todas as necessidades, imaginem a situação do blogueiro que vos escreve, que não consegue salvar um JPG otimizado para a WEB. Esse é um recurso super simples, mas que a Apple ainda não decidiu consertar.
Vamos imaginando uma nova era, uma nova realidade, mas para isso a empresa precisará abrir a mente e melhorar muito seu sistema de arquivos. Temos por um lado um OS X perfeito, mas um iOS débil na questão do armazenamento e formatação de arquivos.
Acredito que estamos quase lá, potência não falta, agora será preciso esperar um iOS 10 com a grande novidade: pastas e explorador de arquivos, leia-se iOS Finder.
Fonte: Conheça todos os detalhes do iPad Pro, preço e especificações - IpadDicas

Startup de viagens atinge 400% de ROI em 6 meses de operação

Cingapura_Cingapura
A startup online de viagens customizadas Plot, que atingiu o break-even no terceiro mês de operação, chega ao sexto mês com 400% de ROI, ao oferecer roteiros de viagens e sugestões de destinos personalizados. O casal Raphael Rotta e Manoela Pontual, que criou a consultoria no início do ano, mesmo período em que embarcou para uma viagem pelo sudeste asiático, já traça novos planos para o retorno ao Brasil, como o lançamento de serviços de capacitação em planejamento de viagens e uma roadtrip pelo Brasil.
Com mais de 30 cases em seu portfólio, sendo a maioria fruto de indicação de clientes que usaram e aprovaram o serviço – o que comprova a aceitação do negócio, mesmo em um cenário difícil para agências de viagens tradicionais -, a consultoria encontrou espaço no mercado oferecendo um serviço diferenciado. O planejamento customizado de roteiros tem despertado o interesse inclusive dos clientes que compram passagens e reservam o hotel pela internet, mas não têm tempo ou experiência para planejar o dia a dia da viagem. Além disso, outros fatores que contribuem para o ROI de 400%, são a estrutura enxuta e as parcerias estratégicas com que conta a Plot, desde sua criação, como é o caso da Assessorato Viagens, que faz o serviço de emissão de passagens aéreas, reservas de hotéis, bilhetes de trem etc.Com três opções de roteiros, a Plot traça um perfil aprofundado de cada futuro viajante com base em suas preferências como clima, transporte e acomodação, além de experiências anteriores, tempo e budget disponíveis. “Acreditamos que a atenção com o briefing fornecido por cada cliente e os cuidados com detalhes, como a própria apresentação do roteiro, são os pontos principais que fizeram nosso trabalho ser reconhecido. Não traçamos apenas roteiros, incluímos também nossas experiências e dicas, como se estivéssemos batendo um papo com os clientes”, finaliza Manoela Pontual.Sobre o casal e Próximos passosAo apostar em um modelo de carreira diferente do tradicional e seguir a vida de nômades digitais, no mesmo mês em que criaram a consultoria, Rapha e Manu iniciaram a Expedição Plot pelo sudeste asiático, onde já percorreram 26 destinos em cinco países diferentes: Tailândia, Malásia, Indonésia, Cingapura e Filipinas. Agora, projetam suas próximas rotas – que incluem países como Laos, Camboja, Vietnã, Butão e Myanmar – e contam o passo a passo da jornada tanto no sitemundoplot.com.br, como nas redes sociais da empresa.Para o próximo ano, o casal pretende lançar um serviço de capacitação em planejamento de viagem, cujo plano de negócio e viabilidade já está em desenvolvimento, além da segunda edição da Expedição Plot, uma roadtrip pelo Brasil. Outra frente em que passam a investir esforços desde já é a criação de parcerias de conteúdo com marcas.ProcessoA startup possui três tipos de serviço customizados: a escolha do destino – no qual entrega um projeto com até três opções de destino e panorama geral do que fazer no local (R$ 120); o diário – com sugestões e dicas sobre o que fazer no dia a dia no destino escolhido (R$ 20); e o roteiro Premium – que se diferencia dos outros pelo plantão oferecido, no qual o casal fica disponível durante a viagem do cliente (R$ 60) para solucionar possíveis problemas que possam acontecer.
Fonte: Startup de viagens atinge 400% de ROI em 6 meses de operação - Empreendedores

Ferramenta permite registrar criações por email

O serviço pode ser feito em poucos minutos, ao custo de R$ 14,90, e oferece aceitação jurídica em 168 países
O advogado Rudinei Modezejewski trabalha desde 1997 com propriedade intelectual. Em paralelo ao trabalho em um escritório de marcas e patentes, onde se tornou sócio devido ao seu desempenho, em 1999 deu início a um site de projeto de palestras para divulgar informações sobre a área. Em 2005, depois de muita pesquisa de mercado, o e-Marcas passou a existir como empresa.Muito ativo, Modezejewski também já prestou consultoria em marketing jurídico, chegando a montar uma rede de 35 escritórios de advocacia, envolvendo mais de 1 mil advogados, que encerrou por tomar tempo demais, o que estava prejudicando o seu negócio principal. Mas, em 2004, fundou a Avctoris, empresa de inovação voltada a serviços de registro autoral que abrange direitos sobre marcas, imagens, conteúdos e criações artísticas em geral. Diferente do outro caso, “a Avctoris e a e-Marcas são complementares e dentro do mesmo segmento, então não há conflito nem sobreposição de tempo, pelo contrário, há muita sinergia”, afirma o idealizador e CEO das empresas.A ideia surgiu bem antes, em 2008, após uma experiência extremamente desagradável na Biblioteca Nacional, que o pôs em dúvida a segurança dos registros. Com a ajuda de um sócio-desenvolvedor, Guilherme Nunes, responsável pela integração de todas as tecnologias envolvidas, lançaram uma ferramenta em que qualquer pessoa ou empresa pode registrar por e-mail a sua criação, em poucos minutos, ao custo de apenas R$ 14,90, e obter em tempo real as garantias de registro com aceitação jurídica em 168 países. Com este modelo ousado, a Avctoris elimina a enorme burocracia e o alto custo que antes tornavam inviável este tipo de registro para a maior parte dos criadores.Para substituir as formas tradicionais de registro – tais como as utilizadas na Biblioteca Nacional, Escola de Música da UFRJ ou Escola de Belas Artes da UFRJ – a Avctoris lança mão da plataforma on-line Rpost, empresa que detém a patente internacional da tecnologia de e-mail Registrado. Na avaliação de Fernando Neves, presidente da Rpost Brasil, o modelo usado pela Avctoris é uma das formas mais criativas do uso de e-mail Registrado em nível mundial. “Hoje nossa plataforma tem sido usada de várias formas para gerar documentos eletrônicos autônomos que têm níveis de autenticidade e segurança já reconhecidos em praticamente todos os tribunais”, explica Neves.
Fonte: Ferramenta permite registrar criações por email - Empreendedor

Programa global da MasterCard seleciona startups brasileiras focadas no varejo

Start Path inclui apoio operacional, parcerias e a possibilidade de investimentos para startups brasileiras. Inscrições vão até dia 18 de setembro.
Startups brasileiras com soluções dedicadas ao setor financeiro e varejo têm até o dia 18 de setembro para se inscreverem no programa Start Path, da Mastercard.O programa global da companhia consiste em uma parceria exclusiva, que inclui apoio operacional, parcerias e a possibilidade de investimentos para as startups.Com duração de seis meses, o programa virtual também dá acesso imediato a mais de 60 especialistas da companhia, abre portas para programas-piloto na própria MasterCard ou com seus clientes e garante à startup pleno direito de propriedade intelectual (PI) das soluções desenvolvidas.Nos últimos 18 meses, o Start Path apoiou mais de 40 startups do setor, uma estratégia para investir na próxima geração de soluções para o comércio.Conforme o Start Path expande internacionalmente, as startups também se beneficiarão do acesso aos Start Path Partners, um grupo de mais de 20 empresas líderes em serviços bancários, varejo e tecnologia, incluindo a Rakuten, a Samsung Card, TSYS, Bank of Montreal e Santander Innoventures.Como participarA cada três meses o Start Path da MasterCard irá recrutar um novo grupo de startups para o programa virtual com duração de seis meses. Para participar, acesse o link.Até 18 startups serão convidadas a apresentar suas soluções inovadoras de comércio em uma pitch session para a equipe do Start Path da MasterCard em Londres, nos dias 27 e 28 de outubro de 2015.Em seguida, de seis a oito empresas serão selecionadas para a próxima turma global que começa no início de novembro.  Os participantes também serão convidados a participar do primeiro Encontro Path Start Partner global a ser realizado em Berlim, nos dias 16 e 17 de novembro, onde terão a oportunidade de interagir com potenciais parceiros do Start Path Partners e líderes da indústria.
Fonte: Programa global da MasterCard seleciona startups brasileiras focadas no varejo - IDG Now!

Tendência mundial, Brasil adere ao home office 

O engenheiro mecânico Antônio Torquato, de 51 anos, é um profissional disciplinado. Diretor financeiro da Prati Donaduzzi, de Toledo (PR), trabalha a 1,2 mil km de distância de seus colegas, semana sim, semana não, em São José dos Campos (SP), onde mora a família.O engenheiro mecânico Antônio Torquato, de 51 anos, é um profissional disciplinado. Diretor financeiro da Prati Donaduzzi, de Toledo (PR), trabalha a 1,2 mil km de distância de seus colegas, semana sim, semana não, em São José dos Campos (SP), onde mora a família. Em casa, ele se fecha numa sala e despacha pela internet, como se estivesse no escritório da empresa.Passa horas grudado ao computador, das 7 da manhã às 7 da noite, com um pequeno intervalo para almoço. Não admite interrupções e os três filhos, de 11, 14 e 16 anos, foram avisados disso quando ele adotou o sistema home office, ou teletrabalho, há seis meses. Depois de sete dias isolado no escritório doméstico, Torquato pega um avião para dar expediente na sede da empresa, uma indústria nacional de produtos farmacêuticos.“Sinto falta do contato direto com os colegas, do cafezinho no corredor, porque a interação é importante, mas recupero isso quando estou em Toledo”, diz Torquato, um sujeito expansivo que gosta de trabalhar em equipe. Ele conversa pelo telefone, troca mensagens pela internet e participa de frequentes videoconferências pelo Skype, uma maneira de estar presente.“É como se eu estivesse usando um ramal interno, no mesmo prédio”, observa. A ligação é rápida e permite acesso seguro a todos os dados internos da Prati. O diretor controla o expediente quando está em casa, mas acaba trabalhando mais, porque está sempre de antena ligada para atender os colegas.

Investida paulista: 75% das empresas que permitem que os funcionários trabalhem em casa no Brasil estão localizadas em São Paulo.

Disciplina, confiança e controle, como no caso de Torquato, são condições fundamentais para o home office. As empresas que aderem ao teletrabalho selecionam e monitoram com atenção os empregados, sempre voluntários, que aceitam trabalhar em casa. “Tem de haver confiança, pois o chefe sempre vai perguntar se o funcionário está mesmo trabalhando”, adverte a consultora Cristina Nogueira, sócia da Walking the Talk, que fundou há seis anos com Carolyn Taylor, residente em Londres. Com mais dois colaboradores nos EUA e na Austrália, a dupla é especializada em cultura de empresa e presta consultoria em três continentes, quase sempre à distância. “Posso estar num shopping e trabalhando, independentemente da diferença do fuso horário”, diz Cristina. A cada três meses, ela viaja para reuniões sobre o andamento dos negócios.“O home office é uma tendência mundial e envolve 32,5% da população economicamente ativa, com cerca de 1 bilhão de pessoas utilizando esse método”, afirma Álvaro Melo, presidente da Sociedade Brasileira de Teletrabalho e Teleatividades e da International Telework Academy na América Latina. “Nossa estimativa é de que 12 milhões de brasileiros trabalham em casa”, informa.A tecnologia facilita as tarefas dos funcionários que utilizam dispositivos móveis, acessando aplicativos pela internet. Segundo Melo, a satisfação de quem trabalha em casa é grande e, ao contrário do que se poderia prever, o sistema não está gerando processos trabalhistas. Pesquisa feita em 2014 pela SAP Consultores Associados constatou que 36% das empresas brasileiras adotam práticas de home office – 75,12% delas localizadas em São Paulo.O consultor Carlos Eduardo Altona, da Exec – Executive Performance, que trabalha com recrutamento de executivos, atribui o crescimento do home office, entre outras causas, ao alto custo dos imóveis e à difícil mobilidade nas metrópoles. “O metro quadrado em Alphaville custa metade do preço para montar um escritório em bairros nobres de São Paulo, mas o deslocamento de Alphaville para a capital toma quase duas horas das pessoas”, observa o consultor. Diante dessas dificuldades, é mais prático o funcionário trabalhar em casa. Contanto que se tomem certos cuidados, adverte Altona, para medir a produtividade e controlar o expediente. Mecanismos paralelos substituem o cartão de ponto tradicional para comprovar o cumprimento da jornada.Lançado em abril como projeto-piloto, o sistema home office do Banco do Brasil começou com nove funcionários da área de tecnologia. Esse número chegará a 150 no fim do ano. Os resultados têm sido excelentes, na avaliação do diretor de Gestão de Pessoas, Carlos Netto. “Constatamos um aumento de 15% na produtividade e alto índice de satisfação entre os colegas envolvidos”, disse o diretor, já planejando a extensão do sistema a outros setores do banco.O quarto da empregada virou escritório.Quando o Banco do Brasil anunciou em 8 de março, Dia Internacional da Mulher, que pretendia adotar o home office, dando prioridades às mulheres, Maria Aparecida Pereira de Souza, 27 anos de casa, se candidatou imediatamente. “Se for verdade, quero ser a primeira”, pensou. Dois meses depois, foi a primeira a ser convocada para a equipe inicial, de nove funcionários. A experiência do projeto-piloto está dando certo e servirá de base para expansão do modelo, até o fim do ano.“É o emprego dos meus sonhos, trabalhando em casa, seis horas por dia, fazendo o que eu gosto”, disse Maria na sala de seu apartamento no bairro de Perdizes, antes de mostrar o escritório montado no quarto de empregada, espaço adaptado, com aprovação do serviço de Medicina do Trabalho do banco, que inspecionou o local.O escritório atende às condições impostas pelo banco: exigência mínima de equipamentos e configurações básicas. Iluminação, nível de ruído, desenho da cadeira e altura da mesa também passaram pelo crivo do pessoal de segurança e medicina do trabalho. É ali que ela cumpre o expediente, das 7h30 às 13h45, ligada aos colegas pela internet.

Mudança: Maria Aparecida faz expediente de seis horas em escritório montado em casa.

Maria tem a tarde livre. Os filhos, Rafael e Vítor, gêmeos de 17 anos, passam o dia na escola, o marido chega no fim da tarde, a diarista só trabalha na sexta-feira. O home office eliminou o desconforto de pegar ônibus e metrô para chegar à Avenida Líbero Badaró, no centro, onde funciona a área de informática do banco. “Agora, só vou à minha seção uma vez por semana, na quarta-feira.”Analista de sistemas, Maria e sua equipe desenvolvem aplicativos de alta plataforma. “O trabalho remoto é igual ao que fazia no banco, tenho o mesmo compromisso e a mesma disponibilidade”, diz a bancária. Bate ponto eletrônico pelo computador e se desliga quando o sistema encerra todos os aplicativos, no fim do expediente. Se for necessário executar tarefas extras, após a jornada ou nos fins de semana – o que ainda não ocorreu –, a gerência tem de autorizar o acesso aos equipamentos.Uma das vantagens do home office, na avaliação de Maria, é a redução do estresse. Além de não ter de depender de condução, quase duas horas por dia, há menos interferências. A qualidade de vida é maior. “Faço caminhada três vezes por semana, durmo melhor e sou sustentável, pois não gasto papel e consumo menos combustível.”A produtividade aumentou, alcançando os 15% de ganho estabelecido pelo diretor de Gestão de Pessoas, Carlos Netto. O Banco do Brasil tem ferramentas para medir o crescimento pelo computador. O aumento de produtividade é uma resposta dos funcionários à demonstração da confiança que o banco deposita neles, ao permitir que trabalhem em casa. Daí a satisfação de Maria com o modelo home office. Ligada aos colegas pelas mensagens de voz, áudio e videoconferências, ela se sente alinhada à tecnologia, no conforto de casa, sem perder o contato com a equipe.Trabalho em casa, sete dias por semanaSete dias por semana, sem folga sábado e domingo, o engenheiro eletricista João Páscoa, de 68 anos, especialista em tecnologia da informação, se isola numa sala de seu apartamento, das 9h30 às 19h30, no bairro da Aclimação, seu home office, entre computadores e pilhas de papéis na mesa e no chão.“Uso papéis, porque trabalho com uns 12 projetos ao mesmo tempo”, diz, desculpando-se pelo ambiente meio desordenado. Mas foi essa a melhor maneira que ele encontrou para controlar dezenas de informações que lhe chegam de todas as partes do mundo, nos contatos de teleconferências.

Sem sair de casa: João Páscoa tem reuniões virtuais com colegas de Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Nova York e Chicago.

“Acabo de participar de uma reunião virtual com colegas de Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Nova York, Chicago e Denver, sob a coordenação de um indiano do outro lado do mundo”, revela Páscoa, empenhado com esses colegas no desenvolvimento de um projeto da IBM para substituição de máquinas antigas por versões novas. “Isso aqui é apenas parte de um megacomputador, mas representa um investimento de dezenas de milhões de dólares”, observa.Páscoa, que nasceu em Portugal e veio aos 6 anos para Brasil, entrou na IBM em 1967, deixou a multinacional 27 anos depois para ser professor universitário e foi chamado de volta há nove anos, em 2006, para exercer a mesma função de antes, só que trabalhando em casa.Achou ótimo, pois não teria mais de viajar seis horas por dia, ida e volta, à cidade de Sumaré, onde a IBM tem um centro de serviços com 7 mil funcionários, apesar do inconveniente de estar antenado de segunda-feira a domingo.Reunião social. “Agora, só vou a Sumaré uma vez por semana, às quartas-feiras, para reencontrar as pessoas, quase uma reunião social”, disse Páscoa. Uma vez por trimestre, a IBM faz uma pausa de 15 dias, durante os quais Páscoa é proibido de abrir alguns programas do computador, por questão de segurança. As férias anuais são sempre curtas, nunca passam de 20 dias. “Mesmo viajando, carrego o laptop na bagagem”, informa o engenheiro, que não consegue se desligar do trabalho.Casado, mas sem filhos, Páscoa condiciona a vida ao home office, sem problemas e compromissos adicionais, como os dos colegas que têm de levar crianças à escola.Nina, bibliotecária e funcionária pública aposentada, adaptou-se à rotina de isolamento do marido, fazendo o possível para não perturbar o trabalho dele no computador. Páscoa tem recursos para projetar imagens na tela do monitor, mas prefere usar só a voz.“Falamos em inglês, língua que todos dominam, com alguma dificuldade somente para entender os indianos, pois eles têm um sotaque terrível, embora se expressem com correção”, disse o engenheiro. “Somos um grupo pequeno na tecnologia da IBM, que tem 400 mil funcionários no mundo”, acrescenta. Pequeno, mas super organizado, com a responsabilidade de administrar fitas e discos magnéticos que armazenam 700 terabites e custam milhões de dólares.
Fonte: Tendência mundial, Brasil adere ao home office - Granadeiro

Número de empresas cresceu 3,8% de 2012 para 2013, mostra IBGE

O total de empresas no país cresceu 3,8% de 2012 para 2013
Trabalhadores da construção civil
© Foto: Antonio Cruz/ABr Trabalhadores da construção civil
O total de empresas no país cresceu 3,8% de 2012 para 2013, passando de 4,6 milhões para 4,8 milhões, segundo dados da pesquisa Demografia das Empresas, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).Nesses 4,8 milhões de empresas trabalhavam 41,9 milhões de pessoas, dos quais 35 milhões eram assalariados. Na pesquisa de 2012, havia 40,6 milhões de pessoas ocupadas, dos quais 33,9 milhões eram assalariados. O pessoal ocupado inclui os assalariados, os proprietários e sócios com atividade na empresa.Os setores que mais empregavam pessoal assalariado em 2013 eram o comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas (9,1 milhões), indústrias da transformação (8,4 milhões), atividades administrativas e serviços complementares (3,9 milhões) e construção (3,1 milhões).Novas empresasDe acordo com a pesquisa, o número de empresas que passaram a funcionar no país em 2013 chegou a 871,7 mil, o que representou 18,3% do total de empresas atuando no país naquele ano (4,8 milhões).Dessa quantidade de empresas, 621,8 mil eram novas e 249,9 mil retornaram ao mercado. Em 2012, o número de empresas que passaram a funcionar foi 860 mil, ou 18,7% do total de empresas daquele ano, de acordo com o IBGE.Por outro lado, 695,7 mil empresas saíram do mercado. Isso representa 14,6% do total de empresas ativas no país em 2013. O número é inferior ao observado em 2012, quando o número de empresas que pararam de funcionar chegou a 799,4 mil, ou 17,4% do total daquele ano (4,6 milhões).O setor com a maior taxa de entradas de empresas no mercado em 2013 foi o da construção (24,6% do total dos empreendimentos nesse segmento). Já a maior taxa de saída do mercado foi observada na área de eletricidade e gás (19,1% do total).OcupaçãoAs empresas estreantes ocupavam 887,7 mil pessoas em 2013 (2,5% do total), menos do que em 2012, quando eram empregadas 950,5 mil pessoas (2,8% do total). Dos 887,7 mil empregos nos novos empreendimentos de 2013, a maioria concentrou-se nos setores de construção (150,7 mil) e indústrias da transformação (111,5 mil).Já as empresas que deixaram o mercado somavam 524,2 mil postos de trabalho em 2013 (1,5% do total), ante os 453,1 mil de 2012 (1,3%). Dos 524,2 mil empregos das empresas que deixaram o mercado, a maioria estava no setor do comércio e reparação de veículos automotores (162,5 mil).A taxa de sobrevivência de 2012 para 2013 atingiu 3,9 milhões de empresas, ou seja, 81,7% do total de empreendimentos existentes em 2013. A pesquisa do IBGE mostrou ainda que, das 694,5 mil empresas criadas em 2009, apenas 329,9 mil, ou seja, menos da metade, sobreviveram até 2013.Editor Talita Cavalcante
Fonte: Número de empresas cresceu 3,8% de 2012 para 2013, mostra IBGE - MSN

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