LogMeIn lança plataforma gratuita de reuniões online Join.Me no Brasil 

Ferramenta colaborativa para compartilhamento remoto de telas atrai 1,5 milhão de novos usuários ao mês. Destaque é facilidade de uso e segurança
A empresa americana LogMeIn, conhecida mundialmente pelas suas soluções de acesso remoto a computadores e ferramentas de compartilhamento de arquivos, está lançando no Brasil sua plataforma de reuniões online Join.Me. A ferramenta, gratuita, permite a usuários em pontos geográficos diferentes acessarem via web a mesma tela, compartilhada por um deles, e acompanharem apresentações e discussões.O Join.Me é uma plataforma colaborativa que atrai, segundo a LogMeIn a média de 1,5 milhão de novos usuários ao mês, tornando-se uma das plataformas gratuitas que mais cresce globalmente. A empresa direciona o produto para usuários ou profissionais corporativos que precisam realizar tarefas colaborativas, sejam reuniões de trabalho ou grupos de estudo.Com funcionamento no modelo cloud, o Join-Me não precisa de instalação prévia de software e permite em poucos cliques a visualização de tudo que acontece na tela do usuário, incluindo a possibilidade de outra pessoa controlar o computador do apresentador remotamente ou também compartilhar sua tela com os demais participantes. O produto incluir recursos como vídeo, voz e até mesmo o white boarding – quando as pessoas podem escrever juntas sobre uma mesma tela.Para o lançamento no Brasil, a LogMeIn já liberou a versão em Português, lançou servidores na região e disponibilizou números para conferência nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Belo Horizonte e Curitiba.“Dessa forma, é possível fazer uma reunião até mesmo internacional por telefone e com custo de ligação local”, diz Gustavo Boyde, gerente de marketing da LogMeIn para América Latina. Também é possível fazer a chamada de voz direto pela Internet e essa opção já está disponível para qualquer cidade do Brasil.Na versão gratuita o Join.me permite a colaboração online de até 10 pessoas. A versão Enterprise, paga, permite conectar até 250 pessoas ao mesmo tempo e oferece outras funcionalidades, como a possibilidade de gravar a sessão.A solução está disponível para computadores, smartphones, tablets e Apple Watch.Para usar a ferramenta na versão gratuita basta acessar www.join.me/pt
Fonte: LogMeIn lança plataforma gratuita de reuniões online Join.Me no Brasil - IDG Now!

Jovem empreendedor de Joinville se destaca no ramo de tecnologia

Com 23 anos, Natã Barbosa toca cinco projetos de software e organiza maratona hacker
Jovem empreendedor de Joinville se destaca no ramo de tecnologia Claudia Baartsch/Especial
Natã Barbosa toca cinco projetos de software e organiza maratona hacker Foto: Claudia Baartsch / Especial
Aos 10 anos, quando ainda era uma criança vidrada em computador, Natã Barbosa já plantava os frutos que hoje, aos 23 anos, colhe na carreira de desenvolvedor de software e empreendedor. Foi em 2002, quando iniciou um curso na área de informática em Joinville, que o espírito de empreender surgiu pela primeira vez.- Eu tive muita sorte das oportunidades terem surgido logo cedo. Gosto de inspirar as pessoas a saírem das suas zonas de conforto e fazerem o que elas acreditam, mas também ter a consciência que a gente precisa entender que as oportunidades só aparecem quando estamos conectados com os outros - afirma.Na época, ele não tinha computador e recorda de aproveitar as idas ao supermercado para mexer nas máquinas de "outro mundo". Ao perceber o interesse do filho, o pai o inscreveu em um curso de informática básica. Nesta época Natã ganhou o primeiro computador e em seguida fez mais dois cursos, um de manutenção de computadores e o outro de web design. Daí em diante o jovem não parou mais. No ano seguinte, ele já estava montando e desmontando computadores de amigos e parentes.Com 15 anos, já tinha uma clientela fixa, consertava cerca de 20 computadores por semana. No ano seguinte, aprendeu a programar e trocou a manutenção pela programação de computadores. Foi por meio de um professor de informática que Natã ficou sabendo sobre as competições na área de educação da WorldSkills Competition.- Treinava todos os dias por quase três anos. Participei da WorldSkills estadual, nacional, até chegar na internacional - comenta.Aos 19 anos, Natã conquistou a medalha de ouro em web design no evento que ocorreu em Londres, em 2011. Desde então, a vida tem sido muito grata com Natã. Como prêmio, ele ganhou uma bolsa de graduação em Sistemas da Informação.Em 2013, a convite da WorldSkills, ele foi morar em Singapura, na Ásia, para desenvolver um projeto de realidade em 3D de floricultura. No mesmo ano, fez intercâmbio para os Estados Unidos. Desde dezembro de 2014, quando retornou para Joinville, dedica-se a empreender projetos de tecnologia. Um aplicativo de sensor para auxiliar deficientes físicos a navegarem pela internet está sendo desenvolvido pelo jovem em parceria com uma universidade de Nova York.Natã também participa do desenvolvimento da plataforma chamada "Elefante Letrado", uma biblioteca digital com livros e atividades interativas para crianças. Outro projeto é um aplicativo de estacionamento chamado "Park Amigo". O aplicativo é testado entre amigos em Nova York. Na faculdade, o projeto de conclusão de curso é um aplicativo para agendar horários em salões de beleza de São Paulo.E o currículo do jovem não para por aí. Seu último empreendimento foi um hackathon (maratona de programação) na competição da Worldskills São Paulo 2015.Hackathon em São PauloO objetivo do hackathon foi pensar em soluções tecnológicas para organizações não governamentais (ONGs). Ao todo, foram quatro dias de aprendizados. Um comitê composto por oito pessoas escolheram cinco instituições das 57 inscritas. Uma dessas cinco ONGs escolhidas foi a Associação Projeto Resgate de Joinville.A solução para o Projeto Resgate foi a criação de um site para conectar os doadores com a Ong e assim o doador pode acompanhar como e quando a doação está sendo aplicada. A instituição fica com o modelo do projeto e é responsável em colocar em prática a solução criada no hackathon.- Existem pessoas que precisam de oportunidades e existem pessoas com recursos e eles não se encontram naturalmente. A organização urbana está dividida entre ricos e pobres e isso tira das crianças a oportunidade de ver além do seu contexto social. Nossa instituição procura conectar as pessoas que querem ajudar com as crianças que precisam de apoio - comenta o presidente da associação Projeto Resgate, Mário Sant'Ana. Próximos planosNo próximo ano, Natã está pensando em fazer um mestrado em Inteligência Artificial ou em Ciência da Computação nos Estados Unidos ou começar a trabalhar em alguma empresa de tecnologia no exterior.Horas vagasNas horas vagas, Natã gosta de passar o tempo com a esposa e com amigos joinvilenses e também almoçar na casa da mãe. Para desestressar, costuma correr regularmente, ele diz que perdeu cerca de 25 quilos nos últimos quatro anos.Dica para quem está começando na área de programação- Os jovens têm que aproveitar as oportunidades, por mais que ganhe pouco no início o que conta é a experiência. Também não pode ter vergonha de mostrar o trabalho, se fazer notar é meio caminho andado para ganhar um voto de confiança e provar com profissionalismo que é capaz - orienta.
Fonte: Jovem empreendedor de Joinville se destaca no ramo de tecnologia - A Notícia

Como serão os escritórios do futuro?

Vamos fazer um passeio pelo futuro e ver como serão os escritórios em aproximadamente 10 anos, revendo os conceitos de trabalho remoto, co-working, máquinas de café, salas de reuniões e cadeiras reclináveis.
Você já parou para imaginar como estarão os escritórios tradicionais daqui a aproximadamente uma década?As primeiras imagens que poderão surgir na sua cabeça provavelmente serão aquelas lembranças de fantasias tecnológicas e futuristas, baseadas nos filmes de ficção científica que estamos acostumados a assistir. Visualizamos um scanner leitor de retina na entrada dos prédios, um assistente robô e um chefe representado por um avatar 3D em uma luxuosa sala de reuniões. Porém, todas essas fantasias tentam copiar a realidade de hoje e melhorá-la com artimanhas um pouco geeks e talvez um pouco exageradas.OfficeA realidade encaminha-se para que o futuro seja um pouco mais “pés no chão” e menos equipado com engenhocas desse tipo, e talvez seja isso que o torne ainda mais chocante. Aqui apresentaremos um pouco das controversas tendências que podem moldar os nossos escritórios nos anos que estão por vir.Lar, doce lar – onde quer que você esteja.A julgar pelos discursos publicitários e publicações inspiracionais de auto-ajuda, o trabalho remoto, desde nossas casas, é a alternativa de futuro iminente. Esta opinião é parcialmente confirmada pelas estatísticas: o número de home-offices está realmente crescendo.O número total de trabalhadores remotos permanente nos Estados Unidos não ultrapassa os 5%. Mas os esquemas de trabalhos remotos já são adotados por praticamente metade dos norte-americanos.O ‘boom’ do conceito de trabalho remoto se deu na década passada, com a proliferação da Internet. Depois de alguns anos de crescimento, a internet hoje age de forma estável, e atualmente o número total de trabalhadores remotos (incluindo os freelancers, ou auto-empregados) não excede 5% da população ativa – mas honestamente, essa não é uma estatística preocupante.Na verdade é o trabalho remoto ocasional o fenômeno que se torna mais popular à cada dia que passa. Hoje você pode estar sentado no seu escritório, enquanto amanhã poderá estar preparando uma apresentação de PowerPoint em um avião, para logo após responder seus e-mails tomando um café em outra cidade. Desta maneira, aproximadamente metade dos norte-americanos trabalham neste esquema de trabalho remoto.Escritórios para sempre!Todos aqueles que trabalham remotamente aprendem a apreciar o charme da visita ao escritório, mesmo que seja apenas na primeira hora.Numerosos estudos provam que a proximidade física com outros colegas de trabalho trazem contribuições positivas para a produtividade. Considerando que o espaço útil de utilização de um escritório, de acordo com a empresa de consultoria Strategy Plus, é de em média 42%, as reconfigurações de espaços fazem com que, de qualquer maneira, os seus colegas com estejam por perto.Isso não significa que tenhamos que trabalhar de pé e espremidos, devido a essa tendência de convergência. Isso nega a ideia de que espaços pessoais de trabalho permitem a diminuir espaços não utilizados do escritório, aumentando a produtividade. Ao menos é verdade para a companhia norueguesa Telenor, que adota esse sistema de trabalho desde 2003.Por outro lado, Google e IBM estão entre as empresas que adotaram os espaços de trabalho compartilhados.Tomamos um cafezinho?Todos aqui sabem que os assuntos mais importantes da empresa não são discutidos em uma sala de reuniões, e sim no fumódromo, ou considerando a lei anti-tabaco, perto da máquina de café.Hoje em dia, arquitetos realmente levam essa verdade a sério, e realizam seus projetos pensando nisso. Nos escritórios mais modernos, estes espaços são organizados de uma maneira que se provoque encontros casuais entre empregados de diferentes áreas em alguns ‘lugares estratégicos’.Como isso acontece? Todas as máquinas de café e galões de água são instaladas um pouco afastadas do departamento, gerando um ponto de encontro com outros colegas, onde você não possui outra opção a não ser bater um papo com eles. Este método é utilizado nos departamentos de desenvolvimento das empresas Google e Samsung.Deitar e refletirÉ sabido que o modelo standard “mesa + cadeira” será extinto de alguns escritórios, e isso é bom não apenas para a convergência de espaços, mas também pelo bem da saúde dos funcionários.O sedentarismo é um inimigo potente. Uma prova disso é que, de acordo com uma pesquisa, uma pessoa de 45 anos que passa mais de 11 horas sentado em frente ao computador possui 40% a mais de risco de morte nos próximos 3 anos do que aqueles que não o fazem.Um projeto de arte holandês chamado RAAF decidiu resolver este problema propondo um estudo experimental denominado ‘O Fim da Cadeira’, onde cria um no local de trabalho um playground modernista que pouco lembra o escritório tradicional.Tudo bem, uma pessoa não pode sentar-se normalmente em meio à uma caótica pilha de blocos plásticos, mas é possível deitar, ficar de pé e acomodar-se em meio a um espaço no meio das construções, curvar-se com uma bola e fazer o que mais quiser. Estes movimentos forçados no período de trabalho podem evitar que os funcionários fiquem sentados durante tempo prolongado.A fim de fazer essa experiência o mais realista possível, um grupo de jovens profissionais foi acomodado nesse escritório por três semanas e os resultados foram bem satisfatórios. Na avaliação final, os empregados diziam ter dores nos pés, mas também confirmaram que se sentiram mais ‘vivos’ do que em um escritório tradicional. Seria útil também fazer o experimento com funcionários de idade mais avançada, mas por alguma razão, os organizadores decidiram pular este passo.Pare. Quem está vindo?É verdade, esses scanners de impressões digitais e retina parecem realmente incríveis e futuristas! Porém, o mais provável controle de entrada e saída de portas que o futuro trará será uma chave programada que pode ser ativada pelo smartphone.
Fonte: Como serão os escritórios do futuro? - Blog Oficial da Kaspersky Brasil

BB expande atendimento digital para clientes de alta renda

Essa é a primeira fase do projeto do BB de ter um banco digital, cujos testes começaram em Joinville (SC) e Ribeirão Preto (SP)
Banco do Brasil

O objetivo da instituição, que iniciou em março último um piloto com escritórios virtuais, é levá-lo a mais de 100 unidades neste ano

Aline Bronzati, do Estadão Conteúdo
O Banco do Brasil vai expandir o modelo de atendimento digital para cerca de 340 mil clientes de alta renda ou 42% da base do segmento Estilo nos próximos seis meses.O objetivo da instituição, que iniciou em março último um piloto com escritórios virtuais, é levá-lo a mais de 100 unidades neste ano. Um terço das novas agências será instalado no Estado de São Paulo.Essa é a primeira fase do projeto do BB de ter um banco digital, cujos testes começaram em Joinville (SC) e Ribeirão Preto (SP) e atingiram oito localidades.
A expectativa da instituição, que está próxima de alcançar uma base de 62 milhões de clientes, é que até o fim de 2016 sejam atendidos via canais digitais todos os correntistas com renda acima de R$ 4 mil, ou 5,7 milhões de pessoas.Nesse modelo, os correntistas se comunicam de forma diferente com seus gerentes. São utilizadas ferramentas como chats, vídeo chamadas e aplicativo exclusivo para mensagens instantâneas. Além disso, contam com um horário diferenciado das agências tradicionais, das 8 horas às 22 horas."O novo modelo permite intensificar os negócios, pois possibilita aos gerentes organizar melhor suas rotinas, agendando os atendimentos presenciais e se relacionando, simultaneamente, com mais de um cliente por meio das ferramentas digitais", explica o vice-presidente de Negócios de Varejo, Raul Moreira, em nota ao Broadcast, serviço em tempo real da Agência Estado.A investida do BB no atendimento digital, conforme o executivo, não exclui o relacionamento presencial. A rede física do banco conta com 5.544 agências que representa quase 24% de todas as unidades do sistema financeiro nacional.Na prática, os bancos estão debruçados na migração de processos como pagamento de contas, transferência, crédito para canais digitais em um esforço de transformar a rede física em espaços de negócios, com um menor volume de clientes e caixas humanos, mas, em contrapartida, um maior retorno.O Itaú Unibanco traçou a meta ter 300 mil clientes digitais no Itaú Personnalité, clientes com renda acima de R$ 10 mil na grande São Paulo, e 1 milhão no segmento Uniclass, acima de R$ 5 mil, ao final deste ano. O Bradesco aposta em um modelo híbrido de atendimento.
Fonte: BB expande atendimento digital para clientes de alta renda - EXAME.com

Aceleradora está de portas abertas para novos empreendedores

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O instituto CESAR promove hoje (24), o CESAR.LABS Day, em Recife. O evento abre as portas para os interessados em conhecer o programa CESAR.LABS de aceleração de empresas.O objetivo é receber empreendedores e apresentar o CESAR.LABS, expondo a metodologia, benefícios e contrapartidas. Haverá também depoimento de empresas que já passaram pelo processo de aceleração e será possível tirar dúvidas e obter informações sobre a chamada do programa que está aberta para novos projetos. O CESAR.LABS DAY terminará com uma visita às instalações do instituto.“Um dos nossos grandes diferenciais é que estamos dentro de um centro de inovação, que tem pessoal qualificado na área de negócios e a excelência em engenharia. Podemos acelerar negócios que estão ainda em fase muito inicial, acelerar de fato o seu desenvolvimento e a entrada da solução mais rápida no mercado”, explica Josete Azevedo, coordenadora da ação.O CESAR.LABS DAY acontece das 14h às 16h. Para participar basta se inscrever no site https://www.eventick.com.br/cesarlabs2015.Chamada aberta – O novo ciclo do CESAR.LABS está com inscrições abertas. Até o dia 30 de agosto, qualquer pessoa, física ou jurídica, que tiver algum projeto inovador que se enquadre nos perfis do programa, pode se inscrever por meio do site da aceleradora.O programa de aceleração atende empreendimentos em diferentes estágios de maturidade – desde a ideia em sua fase conceitual, até empresas que já atuam no mercado. O processo seletivo é dividido em três etapas. Na primeira, qualquer empreendedor pode se candidatar – para isso, basta preencher e enviar o formulário de inscrição disponível no site. Se a empresa for selecionada, seguirá para a segunda etapa, onde irá apresentar sua ideia à equipe gestora da aceleração, a fim de validar e refinar a proposta. E na última etapa, a empresa fará uma apresentação final ao Comitê de Investimentos do CESAR.LABS, que avaliará a viabilidade de execução da sua ideia no programa. Todas as etapas serão classificatórias e, caso a ideia seja aprovada, serão iniciados os procedimentos formais para liberação dos recursos econômicos e financeiros.Os interessados podem submeter suas propostas por meio do site da aceleradora www.cesarlabs.com. O resultado da primeira etapa está previsto para o dia 15 de setembro e o programa deve começar no mês de novembro.Sobre o CESARO CESAR é um centro privado de inovação que cria produtos, serviços e empresas com Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs). Desde 1996, a instituição desenvolve soluções em todo o processo de geração de inovação em e com TICs – desde o desenvolvimento da ideia, passando pela concepção e prototipação, até a execução de projetos para empresas dos mais diversos setores, como: telecomunicações, eletroeletrônicos, defesa, automação comercial, financeiro, logística, energia, saúde e agronegócio. Atendendo a clientes como o Exército Brasileiro, Fundação Telefônica, Oi Futuro, Alcatel, Gemalto, Bematech, Rapidão Cometa, LG, Sonae Sierra Brasil, Whirlpool, Tetrapak, Motorola, Positivo, Samsung, CHESF, Siemens e Saraiva.O CESAR também atua na área educacional, com cursos de extensão e mestrado profissional em TICs, além de oferecer consultorias tanto para a criação de modelos/metodologias educacionais inovadoras, como para criação de estratégias de negócio conectadas com tecnologia.Prêmios e reconhecimentos nacionais validam a contribuição do CESAR para o desenvolvimento da indústria de inovação no país. Destaque para o Prêmio FINEP de Mais Inovadora Instituição de Pesquisa do Brasil (2004 e 2010), o Prêmio de Modelo de Negócios Mais Inovador do País pela Revista Época Negócios (2009) e o Prêmio Info200 de Melhor Empresa de Serviços de Software (2005). Mais em www.cesar.org.br.
Fonte: Aceleradora está de portas abertas para novos empreendedore - Empreendedores

Startups disputam últimas vagas para incubadora da Acate

MIDI.incubada
Empreendedores com ideias inovadoras na área de tecnologia da informação e startups têm até o dia 24 de agosto para se inscreverem no processo seletivo do MIDI Tecnológico, que oferece seis vagas para incubação virtual e cinco para pré-incubação na incubadora gerida pela Associação Catarinense de Empresas de Tecnologia (ACATE) e mantida pelo Sebrae/SC. Desde o dia 15 de julho, quando o edital foi publicado, o processo seletivo do MIDI recebeu 100 cadastros de interessados.De acordo com a Coordenadora Técnica do MIDI, Kamila Bitarello, as diferenças entre as duas modalidades de incubação e os critérios de avaliação dos projetos são as principais questões levantadas pelos participantes da seleção, que se mostram atraídos pela oportunidade de formação e o contato com empresas catarinenses consolidadas no setor tecnológico.“Nesta edição do processo seletivo, contamos ainda com um novo atrativo que é o Centro de Inovação ACATE, que o MIDI ocupa desde o mês de março. Além de um espaço vibrante e convidativo, o CIA já é uma referência no país como ambiente de incentivo à conexão de pessoas e de reunião de empresas inovadoras. Este contato é de extrema importância para empresas nascentes”, reforça Kamila.Um workshop realizado no início do mês de agosto no Centro de Inovação ACATE (CIA) Primavera, em Florianópolis, tirou as dúvidas de interessados e as informações ainda podem ser replicadas a quem tiver interesse. Dúvidas podem ser enviadas para o e-mail [email protected].A modalidade de incubação virtual tem duração de até 30 meses e foco na consolidação do produto, na execução de um Plano Empresarial e na formação do empreendedor. As empresas dessa categoria não se instalam fisicamente nas dependências da incubadora, mas possuem acesso a todos os serviços e benefícios oferecidos.Já o processo de pré-incubação pode levar até 12 meses. Ele busca validar a ideia e o modelo de negócio a partir da análise da viabilidade técnica e econômica, teste de mercado, protótipo e desenvolvimento do perfil empreendedor dos sócios. Não é necessário que a empresa esteja formalmente constituída quando apresentar a proposta, mas as selecionadas terão prazo de 90 dias para constituir pessoa jurídica. Os empreendedores das pré-incubadas irão ocupar um espaço compartilhado no próprio do MIDI.Processo Seletivo MIDI TecnológicoPrazo: até segunda-feira, 24/08/2015Edital: https://sgi.macropus.com.br/midi/edital/Modalidades: incubação virtual e pré-incubaçãoInformações: [email protected]
Fonte: Startups disputam últimas vagas para incubadora da Acate - Empreendedor

Ex-panfleteiro cria escola de games no interior da Bahia

Empreendimento já tem 15 unidades no Nordeste e Norte do País
Há alguns anos, estudar efeitos visuais era algo caro e restrito a quem pudesse viver em grandes centros econômicos, como São Paulo e Rio de Janeiro. Não mais. A Gracom, rede de escolas de computação gráfica, tem crescido em cidades do Norte e do Nordeste do país, atendendo à demanda reprimida de quem vive nessas regiões.Fundada em 2008, na Bahia, hoje a rede tem 15 unidades em cidades como Fortaleza (CE), Belém (PA), Recife (PE) e Manaus (AM), e deve chegar a 11 mil alunos até o final de 2015. Agora, o grupo fechou uma parceria com a consultoria Cherto, e vai investir na expansãoatravés de franquias. O objetivo é chegar a 72 unidades até 2017. Já o faturamento da rede deve saltar de 16 milhões de reais em 2014 para 21 milhões neste ano. Esse plano de expansão visa aproveitar o bom momento do mercado de games - de acordo com uma pesquisa da Newszoo, o setor deve crescer 18% na América Latina em 2015.Ex-panfleteiro O fundador da empresa, Diego Monteiro, nunca trabalhou com tecnologia, muito menos com games ou cinema. Seu interesse pelo setor começou quando ele distribuía panfletos de uma escola de computação no Rio de Janeiro. De família pernambucana, o empreendedor vivia com parentes na capital fluminense, e desde adolescente trabalhava para ajudar a pagar as contas.“Gostava do trabalho com os panfletos. Tinha metas, precisava mostrar resultados”, lembra. Porém, Monteiro conta que sua família queria que ele seguisse uma carreira pública. Jovem, ele obedeceu e chegou a passar no concurso para a academia militar. Mas não se adaptou. “Sempre gostei de metas, não me via no setor público. Larguei a academia e voltei a distribuir panfletos”, lembra.A ideia para criar sua própria escola de computação veio durante o trabalho num evento para fãs de animes (desenhos animados japoneses). “Percebi que era uma área com muito púbico, mas com pouca gente que soubesse produzir. A escola em que eu trabalhava ensinava só o pacote Office, como a maioria na época”, lembra.Feira de Santana O empreendedor Diego Monteiro em uma das unidades da escola de efeitos visuais Gracom© Divulgação O empreendedor Diego Monteiro em uma das unidades da escola de efeitos visuais GracomFoi o “start” para a ideia de criar uma escola de computação gráfica acessível. “Eu ouvia falar de brasileiros que trabalhavam na Marvel, na Pixar, e via que a maioria era autodidata. Estávamos engatinhando nessa área no Brasil. A tecnologia estava em polos específicos, como Rio e São Paulo, e os cursos eram caríssimos”, afirma.Monteiro se uniu a um sócio investidor e deu início ao negócio. A empresa começou na cidade de Feira de Santana, interior da Bahia, bem longe de onde os estudantes de computação gráfica estavam acostumados a estudar. “Eu tinha poucos recursos, então resolvi começar numa região mais barata. Hoje vejo que mudamos a mão de obra desse setor e ajudamos a expandir a tecnologia pelo país”, afirma.Dentre os conteúdos oferecidos pela Gracom estão arte e desenvolvimento de games, animação 3D, efeitos especiais para cinema, desenho para arquitetura e esculturas para computação gráfica. Hoje, a Gracom é um centro de treinamento autorizado pela Adobe. A mensalidade dos cursos fica entre 250 e 450 reais e, segundo o empreendedor, os alunos têm uma empregabilidade de 75%.Em seu projeto de expansão, a rede agora quer abrir unidades também nas regiões Centro-Oeste, Sul e Sudeste do país. Para os franqueados, o investimento inicial é de 230 a 250 mil reais, com prazo de retorno de 14 a 18 meses. O faturamento médio de uma escola é de 150 mil por mês, segundo a franqueadora.
Fonte: Ex-panfleteiro cria escola de games no interior da Bahia - MSN

Intel torna público software que permite Stephen Hawking falar

O programa e o código-fonte completo foram publicados no site de compartilhamento de programação GitHub
O software que possibilita ao físico Stephen Hawking falar através de um computador está disponível agora como software live. Pode ser baixado gratuitamente por qualquer desenvolvedor interessado em expandir o uso da aplicação e descobrir novas formas de utilizar a tecnologia.Chamado de Assistive Context-Aware Toolkit (ACAT), o programa interpreta sinais visuais e os traduz em palavras, que são então "faladas" por uma voz sintetizada.A Intel desenvolveu o programa, originalmente, para Hawking, mas ele já foi usado por outras pessoas com doenças do neurônio motor (que afetam as células que controlam a atividade muscular).O software pode executar outras funções além de enviar textos para um sintetizador de fala. "Temos menus para acessar diferentes partes do computador", disse Lama Nachman, engenheira-chefe da Intel. "Se você quer usar o Word, navegar na internet e falar você pode usar o ACAT para isso."Técnicos da companhia realizaram testes com diversos sensores, e esperam que os desenvolvedores tentem outras opções adequadas às necessidades e habilidades de cada paciente. Hawking usava o ACAT para transformar os movimentos faciais em texto e, posteriormente, voz.A Associação de Doenças do Neurônio Motor (MND Association) do Reino Unido elogiou a iniciativa da Intel."Ajudar a manter a comunicação de uma pessoa com esta doença pode ser simples como usar papel e caneta. Mas, à medida que a doença avança, as pessoas muitas vezes perdem o uso das mãos também", disse Karen Pearce, diretora de assistência da MND Association."É aí que a tecnologia de ponta AAC (Comunicação Ampliada e Alternativa, que auxilia pessoas com dificuldades) pode ajudar, mas é vital que terapeutas de discurso e linguagem avaliem as melhores opções para as famílias.""Vai ser empolgante ver como vai funcionar essa abordagem de código aberto", diz.A "AAC é uma parte fundamental da minha vida. Ao contrário de pesquisas médicas, a tecnologia está avançando muito rapidamente, e é animador ver novas coisas surgindo todos os anos", disse Euan MacDonald, que sofre de doença do neurônio motor e faz avaliações sobre acesso para deficientes no site Euan's Guide."Quanto mais tecnologias que nos ajudem a expressar o que pensamos, melhor", disse."Nossa esperança é que, ao deixar a plataforma configurável em código livre, os desenvolvedores vão continuar expandindo o sistema e adicionando novas interfaces para os usuários, novas modalidades de sensibilidade, predição de palavras e outros recursos", comentou Sai Prasad, desenvolvedor do ACAT, no site da Intel.A Intel espera que o ACAT, que roda no Microsoft Windows 7 e versões superiores, possa ser aperfeiçoado por pesquisadores que desenvolvem novas interfaces para pessoas que sofrem de doenças como a ELA (esclerose lateral amiotrófica), que afeta a Hawking.O programa e o código-fonte completo foram publicados no site de compartilhamento de programação GitHub. (*) Com agências
Fonte: Intel torna público software que permite Stephen Hawking falar - IDG Now!

Operadoras preparam petição contra WhatsApp e ministro defende regulamentação

Operadoras questionam a atuação do WhatsApp no Brasil
Fontes dizem à Reuters que algumas operadoras estão preparando um documento para questionar a atuação do WhatsApp no Brasil. Enquanto isso, o ministro das Comunicações, Ricardo Berzoini, diz que o app está "à margem da lei". Lá vem.Segundo a Reuters, as operadoras se opõem ao serviço de voz do WhatsApp, não às mensagens. O problema é que o app usa seu número de celular para realizar ligações, mas não paga por isso.Enquanto isso, as operadoras são obrigadas a arcar com as taxas do Fistel (Fundo de Fiscalização das Telecomunicações) por cada linha autorizada. De acordo com a Teleco, as operadoras pagam R$ 26 pela ativação de cada linha móvel, mais R$ 13 anuais de taxa de funcionamento.Elas não veem problema em outros serviços - como o Skype, que oferece VoIP gratuito - porque eles exigem a criação de um login independente, e não requerem número de celular.Aparentemente, todas as operadoras estão envolvidas na petição que será entregue à Anatel - inclusive TIM e Claro, que oferecem pacotes promocionais com WhatsApp que não desconta da franquia. (A promoção, obviamente, não vale para ligações feitas dentro do app.) Uma fonte diz à Reuters que o assunto já foi levado ao Ministério das Comunicações.5756562738_ace39ee8ef_b© Fornecido por Gizmodo 5756562738_ace39ee8ef_bE Ricardo Berzoini já se manifestou a favor de regulamentação: segundo O Globo, ele acredita que o WhatsApp é um serviço pirata: "eu acho que o termo é um termo bom para chamar a atenção para esse debate - dá para dizer que eles estão à margem da lei", afirmou o ministro em uma audiência na Câmara.Ele diz que a regulamentação dará a garantia de "tratamento equânime a serviços de telecomunicações e novos serviços de internet", de acordo com a Folha.No entanto, Berzoini quer ir além e regulamentar todo tipo de serviço OTT (over the top), que geram valor usando a infraestrutura de internet - isso inclui o Google, Facebook e Netflix.9253468931_f1b670e1d1_k© Fornecido por Gizmodo 9253468931_f1b670e1d1_kEnquanto isso, o presidente da Anatel, João Rezende, disse na mesma audiência que é contra: "não sou favorável à regulamentação. A discagem via WhatsApp não é serviço de telecomunicações".Uma fonte da Anatel diz à Reuters: "a agência não regula aplicativos. Não sei se a Anatel tem competência para analisar o serviço, que não é de voz tradicional".A Reuters diz que uma operadora - sem revelar qual - cogita até entrar com uma ação judicial contra o WhatsApp. Amos Genish, presidente da Vivo, afirmou este mês que o app é "pirataria pura", e disse: "não é admissível uma empresa prover serviço de voz sem licença do regulador, usando os números das demais operadoras e sem pagar impostos".Enquanto isso, o Netflix sofre a ira das operadoras de TV a cabo. A Ancine promete criar um marco regulatório para o serviço até o fim do ano.Fotos por arivera/Pixabay, PT na Câmara/Flickr e Senado Federal/Flickr
Fonte: Operadoras preparam petição contra WhatsApp e ministro defende regulamentação - MSN

WhatsApp na web chega para usuários de iPhone

Recurso foi lançado no início do ano para outros sistemas
Usuários do aplicativo WhatsApp no iPhone poderão usar o recurso também na web. Aos poucos, a empresa está disponibilizando a possibilidade para donos do smartphone da Apple.WhatsApp: versão web do app chegou para usuários do iPhone© Brent Lewin/Bloomberg WhatsApp: versão web do app chegou para usuários do iPhoneO iOS era o único dos principais sistemas que não tinha suporte para o app no navegador. A versão web do WhatsApp havia sido liberada para usuários de Android, Windows Phone e BlackBerry anteriormente.A página web.whatsapp.com já exibe o tutorial de como sincronizar uma conta do serviço que esteja rodando em um iPhone com a versão web.São poucos e simples passos para isso. O usuário precisa abrir o aplicativo no iPhone, ir em configurações e selecionar a opção “WhatsApp Web”.A câmera do smartphone irá abrir. Depois disso, basta mirar o código à mostra na tela do computador que o restante do trabalho é feito de forma automática.O recurso está sendo liberado aos poucos para os usuários. Nem todos terão acesso nesse primeiro momento. Vale lembrar que para ter acesso ao recurso é preciso ter a versão mais recente do app instalada no iPhone.O WhatsApp web foi lançado no início deste ano.
Fonte: WhatsApp na web chega para usuários de iPhone

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