Ela largou o estágio para faturar milhões

Frustrada com os estágios que encontrava, Poliana Ferraz decidiu empreender aos 21 anos e hoje tem uma empresa que fatura 30 milhões.

Poliana Ferraz tinha 16 anos quando iniciou sua primeira faculdade, em Relações Internacionais. Pouco tempo depois, começou a estudar também Direito. Porém, tanto numa faculdade quanto na outra, ela teve dificuldade em encontrar estágios que de fato a ajudassem a aprender mais sobre suas áreas de estudo.
“Em Relações Internacionais era difícil encontrar algo, e quando encontrava, o trabalho não tinha nada a ver com o que eu estudava. Já nos estágios de Direito, em vez de aprender algo, eu ficava tirando xerox, atendia telefone, fazia serviços de office boy. Era muito frustrante”, lembra. 
Logo Ferraz descobriu que ela não era a única com esse problema – e então a frustração se tornou uma ideia de negócio. Foi o começo da Super Estágios, empresa que conecta empresas, estudantes e instituições de ensino, e que faturou 30 milhões de reais em 2016.“Primamos muito por indicar os estudantes para vagas que realmente tenham a ver com a área que eles estudam. E também buscamos conscientizar as empresas sobre a importância dos programas de estágio, mostrar para elas que ali estão os seus futuros profissionais. O estagiário não é um profissional para resolver coisas fúteis. Ele pode agregar valor”, afirma a empreendedora.O negócio teve início em 2009, quando Poliana tinha 21 anos e estava terminando sua segunda faculdade. Sem capital próprio, ela pegou 1.500 reais emprestados com a mãe, alugou um espaço pequeno em Vitoria (ES) e contratou um programador para desenvolver uma plataforma digital. “A ideia era desenvolver um sistema para interligar com rapidez a empresa que cadastrava a vaga, os estudantes e as instituições de ensino. A gente identificava os perfis e cruzava as informações. Tive alguns clientes pequenos no início e fui aperfeiçoando a plataforma com o feedback deles. Hoje, com o nosso sistema, a empresa acompanha seu programa de estágios de qualquer lugar, assim como os estudantes e as instituições de ensino”, explica a empreendedora.Como todo negócio, a Super Estágios enfrentou dificuldades em seu início. “Tinha que trabalhar para pagar as contas do mês seguinte. Pegamos móveis emprestados. Não foi fácil. Mas com o tempo fomos crescendo e em 2015 montamos nosso modelo de franquias”, comemora a empreendedora. No modelo de negócio da Super Estágio, cada empresa paga uma taxa mensal por estagiário que contrata através da plataforma. A Super Estágios seleciona os candidatos e depois faz um acompanhamento daquele estagiário. Caso haja uma insatisfação do estudante com as atividades do estágio, por exemplo, ele pode registrar o problema direto na plataforma.Quem tiver interesse em ser um franqueado da marca deve estar preparado para desembolsar 170 mil reais de investimento inicial (já considerando taxa de franquia e capital de giro). O faturamento médio mensal de uma unidade é de 108 mil reais, considerando 2 mil estagiários contratados. O lucro médio mensal é de 45 mil reais. “Como atuamos no setor de serviços, nosso lucro é maior do que a média das franquias”, afirma a empreendedora. O retorno do investimento ocorre em média em 19 meses.Atualmente a rede tem sete unidades espalhadas pelo país e o objetivo é chegar até o final do ano com 25.Fonte: Exame

Serasa lança plataforma online gratuita para contratar crédito

Objetivo é oferecer uma ferramenta digital, rápida e fácil aos 17 milhões de brasileiros que todos os meses buscam crédito no mercado

Até então conhecida somente por fornecer informações que auxiliam as instituições financeiras na decisão de risco de conceder um empréstimo, a Serasa Experian lança nesta segunda-feira (25) uma nova ferramenta que pode mudar a visão dos consumidores sobre a empresa. É uma plataforma online, gratuita, que promete ajudar quem precisa de dinheiro a comparar e contratar o melhor crédito para sua necessidade.
O novo serviço, chamado Serasa eCred, é uma iniciativa do SerasaConsumidor, braço da Serasa Experian voltado ao consumidor. Segundo a empresa, o objetivo é oferecer uma ferramenta digital, rápida e fácil aos 17 milhões de brasileiros que todos os meses buscam crédito no mercado. Desmitifique: O Just Online apresenta 7 coisas que você precisa saber sobre crédito pessoal Patrocinado 
Nesta primeira etapa do projeto, o eCred firmou parceria com seis instituições financeiras (Banco PAN, Jeitto, Trigg, Emprestto, Banco CBSS e Banco Original) que vão oferecer crédito pessoal e cartão de crédito. “São as duas modalidades de crédito mais populares, mais buscadas. Quisemos começar com elas para atrair mais pessoas neste primeiro momento”, explica Pedro Lopes, Diretor do SerasaConsumidor.Até outubro, mais quatro parceiros de crédito entrarão na plataforma (Creditas, Lendico, Geru e Portocred). E até novembro, a Serasa espera que sejam 20. “Estamos em fase final de negociação com 40 parceiros. A nossa expectativa é poder fechar parceria com todas as instituições que oferecem crédito no país, que são em torno de 90, incluindo os grandes bancos”, diz Lopes.
eCred, do SerasaConsumidor

eCred, do SerasaConsumidor: Até novembro, serão 20 parceiros (eCred/Reprodução)

Para ter acesso à ferramenta, basta o consumidor entrar no site, responder algumas questões básicas sobre o que ele pretende fazer com o dinheiro e em quanto tempo quer pagar o empréstimo. O próximo passo é criar um usuário e senha —se a pessoa já consultou algum outro serviço no site da Serasa, o login é o mesmo, e também é possível acessar a plataforma com a conta do Facebook. Em seguida, a ferramenta vai mostrar as opções disponíveis de crédito para o perfil indicado.“O usuário vai ter todas as informações que ele precisa ter para contratar um empréstimo de forma transparente e rápida, como o CET (custo efetivo total), por exemplo”, afirma o diretor do SerasaConsumidor. “Com a chegada de novos parceiros nas próximas semanas, o eCred deve passar a oferecer outros tipos de crédito, como financiamento de veículos e imóveis, consignado etc.”Lopes diz que o objetivo do eCred é melhorar a relação de crédito no país. “Segundo dados do Banco Central, o crédito no Brasil hoje representa apenas 48% do PIB. É um número bastante baixo comparado a outras economias. Tem bastante gente no país hoje que poderia ter acesso ao crédito, mas não tem. Acreditamos que pelo menos 22 milhões de brasileiros que estão negativados poderiam ter acesso a algum tipo de crédito”, afirma.O diretor ressalta que, por ser um bureau de crédito, a Serasa tem contato com praticamente todas as instituições que concedem empréstimos no país. E, ao mesmo tempo, possui informações sobre a capacidade de pagamento de milhões consumidores.“Temos tudo para sermos um grande promotor do encontro de uma ponta a outra. A ideia é facilitar isso, tornar a concessão de crédito mais saudável, o que pode até permitir uma redução de juros no futuro, quem sabe”, diz. Atualmente, o SerasaConsumidor tem 15 milhões de usuários cadastrados em sua base de dados, e planeja chegar a 27 milhões até março de 2018.

Cuidados

Antes de tomar um empréstimo, é preciso saber se esta é de fato a melhor opção para você. Às vezes um corte de gastos ou mudança de maus hábitos financeiros podem gerar uma folga no orçamento, evitando que você tenha que pedir dinheiro emprestado ao banco. Mas, se essa for a sua única saída mesmo, é preciso se informar qual o tipo de crédito mais barato para a sua necessidade.Embora o serviço de orientação financeira da Serasa ainda não esteja implantado na nova ferramenta de comparação e contratação de crédito online, é possível acessar o site SerasaConsumidor para encontrar informações sobre como se livrar das dívidas ou como reorganizar suas finanças, por exemplo. Além disso, vale buscar informações na internet ou procurar ajuda de um planejador financeiro capacitado.Como o eCred ainda é um serviço novo que está aos poucos sendo melhorado, ele não deve ser a sua única fonte de buscas por crédito. Uma instituição financeira que ainda não é parceira da Serasa pode oferecer um empréstimo mais em conta, dependendo do caso, por isso é preciso manter a procura em outros lugares. Não se esqueça de observar o CET das operações antes de assinar o contrato.Fonte: Exame

Uma ajudinha para garimpar os melhores preços nas lojas online

Além de mapear preços, programa da Proteste mostra cupons de desconto e informa se o produto chega ao preço que você quer pagar

Uma ajudinha para garimpar os melhores preços nas lojas online pcruciatti/Shutterstock
Foto: pcruciatti / Shutterstock
Costuma fazer compras na internet? Então, você já deve ter se visto confuso ao pesquisar um produto e deparar com enormes variações de preços para a mesma coisa em diferentes lojas. O paradoxo é típico da rede, que oferece uma infinidade de possibilidades para o usuário, mas pode deixar louco qualquer um que não consiga estabelecer o mínimo de organização.
Para ajudar no meio deste "caos", a Associação Brasileira de Defesa do Consumidor Proteste lançou o programa Mais Barato Proteste. Disponível para o navegador Chrome, a ferramenta compara preços de diferentes sites de venda e mostra onde comprar o produto pelo menor valor. O preço de um mesmo produto pode variar, segundo levantamento da Proteste, até 45% entre lojas e até 20% de um dia para o outro. Em cerca de uma semana, mais de 7 mil pessoas estavam usando o plugin.— Hoje, se perde muito tempo procurando produtos online, e as pessoas não querem perder tempo. Além disso, é um serviço que acaba gerando economia para o consumidor e protege das pegadinhas que as redes varejistas fazem diariamente — conta Daniel Barros, técnico da Proteste responsável pelo serviço.
Programa tem três funçõesFoto: Site Proteste / Reprodução
O plugin Mais Barato Proteste tem três principais funcionalidades:1. O carro-chefe do serviço é mapear preços em 30 grandes empresas de varejo e mostrar um comparativo para o cliente na tela. Ao pesquisar um produto — seja uma geladeira, um tênis, um celular etc — nos buscadores ou diretamente nos sites das lojas, o programa automaticamente faz a pesquisa em todas as lojas e mostra a diferença entre os valores cobrados. É uma funcionalidade parecida com a de sites agregadores de preços, como Zoom e Buscapé.2. Outro serviço oferecido é referente aos cupons de desconto, tão comuns ultimamente. O programa monitora 40 sites de descontos — é possível procurar por loja ou por produto e inclusive usar o cupom na hora de comprar o produto pesquisado.3. A última funcionalidade do aplicativo é avisar o consumidor quando o produto que ele deseja comprar chegar a um preço estipulado. Se o usuário quer comprar um celular, mas não deseja gastar mais do que R$ 1,5 mil, por exemplo, ele informa isso no programa e fornece um e-mail ou número de telefone para ser avisado quando o produto chegar ao preço estipulado — não é necessário fornecer dados pessoais como CPF. Como o serviço monitora e apresenta os preços das lojas nos 60 dias anteriores, é possível fazer o comparativo e decidir o melhor momento de fazer a compra.Fonte: ZH

Guia completo de impostos para empreendedores

Quando se abre uma empresa, um dos maiores cuidados que se deve tomar é conhecer muito bem todos os impostos que necessitam ser pagos.

Guia de pagamento de impostos para empreendedores
Sendo macro ou microempreendedor, as taxas são um dos fatores mais importantes na administração de uma empresa.Devido a esse fato, é importante que todos esses impostos sejam conhecidos e estejam claros na mente do empreendedor.O sistema de obrigações fiscais (pagamento de impostos, taxas e contribuições) brasileiro é conduzido por:
  • Constituição Federal;
  • Código Fiscal Brasileiro;
  • Leis complementares;
  • Leis ordinárias;
  • Resoluções do senado e;
  • Leis estaduais e municipais.

Sistemas tributários: qual escolher?

Simples Nacional

sistema tributário simples nacional reúne em uma única guia a DAS – Declaração Anual do Simples Nacional -, os tributos federais, estaduais e municipais. Aplica-se a microempresas e empresas de pequeno porte, cujo faturamento anual é no máximo de R$ 3.600.000,00.No sistema simples, existe a probabilidade de uma tributação menor em relação aos outros modelos de arrecadação, além de que, pelo fato de os impostos serem reunidos em uma única guia, a organização da empresa se torna mais fácil.O regime de tributação simplificada é facultativo, com exceção do MEI, destinado ao microempreendedor individual.

• Microempreendedor individual (MEI)

O MEI ajuda as pessoas que trabalham por conta própria a legalizarem suas atividades. O MEI também pode ter um empregado que recebe um salário mínimo ou o piso de sua categoria.A Lei Complementar nº 128, de 19/12/2008 foi criada para dar condições especiais ao trabalhador informal, podendo este legalizar sua empresa e se tornar um MEI.Dentre as vantagens que são oferecidas por essa lei está o CNPJ (Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas). Este registro facilita a abertura da conta bancária, pedidos de empréstimos e a emissão de notas fiscais.Com o pagamento de impostos, o MEI tem acesso a direitos como auxílio maternidade, auxílio doença, aposentadoria, entre outros.O MEI se enquadra no Simples Nacional e fica isento dos tributos federais.

Diferença entre microempresa e pequena empresa:

  • Micro Empresa: Faturamento de R$ 60 mil a R$ 360 mil por ano.
  • Pequena Empresa: Faturamento de R$ 360 mil e até R$ 3,6 milhões por ano.

Impostos federais, estaduais e municipais

Impostos Federais

  • IRPJ – Imposto de Renda das Pessoas Jurídicas: É recolhido pela Receita Federal e incide sobre a arrecadação das empresas. O IRPJ é calculado baseado no regime tributário da escolha do empreendedor. A apuração e o prazo de recolhimento dos impostos podem ser trimestrais ou mensais.
  • IPI – Imposto sobre Produtos Industrializados: Imposto federal sobre produtos industrializados sejam eles nacionais ou estrangeiros.
  • CSLL – Contribuição Social sobre o Lucro: Neste imposto, o pagamento é definido pela opção de tributação. Ele também é administrado e fiscalizado pela Receita Federal e tem o mesmo prazo de recolhimento.
  • Cofins – Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social: Reflete sobre o faturamento mensal das empresas, sendo apurado mensalmente; o periodo de recolhimento é até o último dia útil da quinzena do mês seguinte.
  • PIS/Pasep – Contribuição para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público: Apurada mensalmente sobre o valor do que é faturado mensalmente por empresas privadas, públicas e de economia mista ou da folha de pagamento das entidades sem fins lucrativos.

Imposto Estadual

  • ICMS – Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços de Transporte Interestadual, Intermunicipal e de Comunicações: Pelo fato de o imposto ser estadual, as alíquotas* variam de acordo com o local. São Paulo é o estado cujo ICMS sobre circulação de mercadorias é o mais caro do Brasil, enquanto as regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste apresentam os menores índices.
* percentual com que um tributo incide sobre o valor de algo tributado.

Imposto Municipal

  • ISS – Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza: Todo prestador de serviço, empresa ou autônomo é obrigado a recolher este imposto. O valor da alíquota varia conforme a legislação de cada município, e não pode passar de 5% por instituição do Governo Federal. A base do cálculo é o valor do serviço prestado.
  • INSS – Previdência Social: Todas as empresas com folha de pagamento devem recolher o INSS. A alíquota oscila de 25,8 a 28,8% e é calculada com base na folha salarial.

Fique atento às datas

  • Empresas em início de atividade: Com menos de 180 dias de atividade e após a obtenção do CNPJ e das inscrições Estadual e Municipal, a empresa tem até 30 dias para optar pelo Simples Nacional, contados desde a última inscrição deferida. *Só é válido se não tiver passado 180 dias corridos de registrado o CNPJ.
  • Empresas já atuantes: A opção pelo Simples Nacional ocorre no período do mês de janeiro.
Na hora de escolher o que é mais vantajoso para sua empresa, é necessário estudo prévio e conhecimento do momento econômico em que se encontra a empresa, sempre acompanhando os gastos e analisando as opções. Assim, você tem o perfeito controle de tudo o que acontece dentro das finanças da sua empresa e tem mais chance de acertar. Espero que tenha gostado de mais este artigo, continue acompanhando ao nosso blog ou visite o nosso site https://www.simplificado.com.br e fique sempre bem informado das novidades, até a próxima e bom trabalho.

Rede social? Google lança feed personalizado

    Ferramenta realiza curadoria de temas considerados relevantes aos usuários

Usuários do app móvel do Google começaram a receber nesta quarta-feira um novo feed de notícias e conteúdo de acordo com seus perfis e interesses – o chamado Google Feed.Com a novidade, o Google passa a competir de maneira mais direta com redes sociais, como o Facebook e o Twitter - principalmente no caso de usuários que preferem usá-las para se atualizarem das notícias. Por enquanto, os Estados Unidos começaram a receber a novidade.Para outros países, elas chegam nas próximas semanas, de acordo com a companhia.A grande diferença do Google Feed para o que existe em redes sociais é a pessoalidade. Segundo conta o Google, a intenção é oferecer uma curadoria dos interesses dos usuários “e não dos interesses de seus amigos”.Será possível encontrar dicas para viagens marcadas para o futuro, links para páginas que dizem respeito a hobbies específicos, entre outros. Também de acordo com a empresa, cujo VP Bem Gomes deu uma coletiva de imprensa nesta quarta, não há intenção de vender anúncios para esta plataforma no momento.Por enquanto, o foco será usar históricos de buscas e dados de outros serviços do Google, como Gmail e YouTube, para fornecer o conteúdo mais relevante possível.No aplicativo móvel, a nova funcionalidade aparecerá onde hoje fica o Now. Para o futuro, a companhia estuda aplicar o Feed também ao Google no desktop.

Conheça o microgrid, a solução para um Brasil mais iluminado

Tecnologia de gestão inteligente de energia pode levar eletricidade às regiões remotas ou de baixa densidade demográfica

A falta de acesso à eletricidade é um problema que atinge uma em cada sete pessoas em todo o mundo, segundo dados do Banco Mundial. A situação não é muito diferente no Brasil. Um levantamento da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), divulgado este ano, revelou que ainda existem 1 milhão de residências sem luz no país, principalmente nas regiões Norte e Nordeste.Isso acontece porque a construção de linhas de transmissão em regiões de baixa densidade demográfica não costuma ser economicamente viável. Dessa forma, a energia produzida nas principais hidrelétricas e termelétricas do país não chega a todos os brasileiros. Para resolver o problema, estabelecer uma produção de energia próximo ao centro de consumo ou nas residências é uma boa alternativa.Fontes renováveis, como a solar ou a eólica, têm ganhado força no mercado. Mas como manter a luz em uma residência em dias sem vento ou sol, por exemplo? Para isso, é preciso ter um microgrid, ou seja, uma rede de distribuição de energia que conta com uma ou mais fontes de geração. A estrutura é capaz de gerir toda a produção de eletricidade. Softwares sofisticados ajudam a coordenar as fontes para evitar variações na tensão e quedas de energia.“Imagine uma rede com equipamentos geradores de energia solar, eólica e de combustão de óleo diesel. De qual fonte as máquinas vão buscar energia? O microgrid examina qual está mais estável, dá preferência às fontes renováveis e faz o fornecimento final com qualidade para o consumidor”, diz José Roberto Soares, professor de engenharia elétrica da Universidade Presbiteriana Mackenzie. “Se um hospital está em uma região isolada, não dá para depender apenas de energia eólica ou solar. Se não tem sol, usa-se o vento. Caso não haja vento, opta-se pelo diesel.”Além de garantir o fornecimento de energia, o microgrid ajuda a reduzir a emissão de poluentes porque fontes não renováveis, como o óleo diesel, são usadas apenas em momentos de necessidade energética. A mudança na gestão de energia também afeta diretamente os consumidores, que se tornam independentes e passam a ter acesso a uma energia de melhor qualidade.

Energia de sobra

Os microgrids têm ganhado popularidade em indústrias, grandes edifícios comerciais, bases militares ou lugares com infraestruturas críticas, como data centers, que não podem enfrentar grandes variações na tensão da energia. Mas o interesse na independência energética também atinge os usuários finais, que têm procurado sistemas para instalar em suas residências.Veja o caso da Eletrobras Distribuição Acre, que presta serviços públicos de energia elétrica para o estado do Acre e instala equipamentos de gestão inteligente de energia a pedido dos consumidores. A companhia viu a demanda crescer após a resolução da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) que dá incentivos aos consumidores que se tornaram produtores de energia. “A procura por empresas de engenharia para instalar projetos de energia sustentável tem crescido, e nós da concessionária sentimos um aumento na demanda por informações”, explica André Domingos Klein, gerente do departamento de medição da Eletrobras Distribuição Acre.Se antes era preciso investir muito dinheiro e se desligar da rede principal para ter um painel solar em casa, por exemplo, hoje é possível produzir sua própria energia e continuar conectado à concessionária. “Quando o consumidor gera mais energia do que consome, o microgrid faz com que o excedente seja inserido na rede da concessionária. Essa energia será usada por outras pessoas, e o consumidor que a produziu recebe um desconto nas próximas contas de luz.”Fonte: Exame

Visa oferece US$ 10 mil a restaurantes...

Que pararem de aceitar pagamento em dinheiro

Empresa de cartão de crédito quer alavancar operações com outros meios de pagamento, como cartão e celular

Cartão de crédito Visa (Foto: Jason Reed/Reuters)
A gigante do cartão de crédito Visa aumentou a ofensiva contra o dinheiro em espécie. A empresa vai lançar um programa que prevê até US$ 10 mil para restaurantes e cafés de pequeno e médio porte parem de aceitar dinheiro como forma de pagamento, forçando o uso dos canais digitais.
O programa, chamado “Desafio Visa sem dinheiro”, tem até US$ 500 mil para serem distribuídos a 50 negócios dos Estados Unidos que se comprometerem a aderir a um formato de pagamento 100% sem dinheiro em espécie. O valor de US$ 10 mil deve ser usado pelo estabelecido para investir em tecnologias.“Na Visa, acreditamos que, onde quer que se esteja, deve ser fácil pagar e ser pago em mais maneiras que nunca, seja um telefone, um cartão ou outro dispositivo. Com a expectativa de que 70% do mundo, ou mais de cinco bilhões de pessoas, estejam conectados por celular até 2020, temos uma oportunidade incrível de educar comerciantes e comerciantes sobre as vantagens de uma cultura sem dinheiro”, disse, em comunicado, Jack Forestell, chefe de soluções de mercado da Visa.Para processar as compras, as empresas de cartão de crédito cobram uma taxa de administração, que abocanham parte dos lucros do varejo. Para as companhias, quanto maiores forem as compras dos consumidores pelo cartão, maior é seu ganho.A cultura de uma sociedade sem dinheiro vem ganhando espaço. As lojas físicas da Amazon, por exemplo, não aceitam pagamento em dinheiro. Aplicativos e programas para pagamento têm crescido também.Dados da consultoria Nilson apontam que as compras em dinheiro representam cerca de 30% dos gastos no varejo dos Estados Unidos.Fonte: Época Negócios

Quem vai limpar o vômito nos táxis autônomos?

Custos extras estragam a ideia de que veículos autônomos vão baratear tanto o transporte compartilhado que as pessoas vão abandonar seus carros

Pritam Singh não demorou muito para aprender uma lição importante ao trabalhar para a Lyft: as pessoas são nojentas e têm o hábito desagradável de vomitar em veículos em movimento.Motoristas de serviços de transporte compartilhado sabem bem que os clientes tendem a fazer isso, além de outras coisas levemente menos irritantes, como limpar os dedos gordurosos de hambúrguer no banco e encher de lama o tapete do carro.Singh, que transporta passageiros para a Lyft em Manhattan várias noites por semana, gasta cerca de US$ 200 por mês para limpar — embora às vezes pareça mais com desinfetar — seu Toyota Camry.Para General Motors, Uber Technologies e outras empresas que planejam se aventurar com táxis robóticos, essa conta poderia totalizar dezenas de milhões de dólares por ano.Ao adicionar itens como seguro, armazenamento de estoque e a redução constante do valor dos carros usados, o total chega a bilhões.Isso estraga a ideia, apreciada por gente como Travis Kalanick, um dos fundadores da Uber, de que o advento dos veículos autônomos vai baratear tanto o transporte compartilhado que a maioria dos americanos não vai querer ter um carro.Como lidar com o vômito é apenas uma das muitas perguntas que continuam sem resposta em relação ao mítico modelo de negócios que Kalanick uma vez resumiu como se livrar “do outro cara no carro”.No futuro descrito por ele e pelo cofundador da Lyft, John Zimmer, os aplicativos e os robôs se encarregarão do trabalho, os consumidores vão economizar muito e os investidores vão ganhar rios de dinheiro. Mas os números que estão sendo analisados na GM e em empresas como Apple e Waymo, que pertence à Alphabet, estão somando diversos custos que serão um obstáculo à ideia de que os táxis robóticos são uma mina de ouro.Apple e Waymo pediram ajuda à Avis Budget Group e à Hertz Global Holdings para administrar as frotas autônomas. Mas até mesmo essas grandes empresas de aluguel de veículos tiveram dificuldade para conter seus próprios custos para tomar conta dos carros e caminhões usados pelo grande público porquinho.“Esse é um problema realmente importante que ninguém conseguiu resolver”, disse Mark Wakefield, um dos diretores de prática automotiva global da empresa de consultoria AlixPartners. “Ninguém nem tenta adivinhar qual é o resultado.”Mas isso não quer dizer que a recompensa por se livrar dos motoristas não vai acabar sendo muito valiosa, por isso tanta gente está se empenhando para consegui-la.Maven, unidade da GM que concorre com a Zipcar, da Avis, em aluguéis por hora e arrenda veículos para motoristas da Uber e da Lyft, estudou o quanto os carros usados no transporte compartilhado são maltratados.Além dos danos infligidos e do lixo jogado pelos clientes, os custos com seguro e estacionamento — altos em cidades como Nova York e São Francisco, onde o transporte compartilhado é popular — serão substanciais, disse Peter Kosak, diretor executivo de mobilidade urbana da GM.De qualquer modo, os táxis robóticos estão sendo preparados para chegar às ruas. A CEO da GM, Mary Barra, disse no mês passado que a fabricante de automóveis está expandindo de 50 para 180 sua frota de Chevrolet Bolt autônomos e completamente elétricos.A Lyft planeja testar o Bolt como um táxi robótico em São Francisco, com um ser humano tomando conta do volante. A GM também realizará testes em Detroit e Scottsdale, Arizona.Fonte: Exame

Simplificado lança ferramenta de gestão de XML

Conheça as inúmeras soluções para otimizar ainda mais a gestão de notas fiscais eletrônicas da sua empresa!Resultado de imagem para Simplificado lança ferramenta de gestão de XMLPor meio do software você poderá fazer o armazenamento, bem como realizar consultas, fazer o download e até mesmo imprimir duas NFe e também CTe – tudo no mesmo ambiente!Vale destacar que não se trata apenas de uma grande facilidade, mas também uma real necessidade! Isso porque, embora algumas pessoas não saibam, mas tanto o emitente quanto o destinatário precisam manter a NFe e CTe contidas em um arquivo digital.Esse arquivo é de total responsabilidade de ambos, considerando o prazo efetivamente estabelecido por meio da Legislação Tributária – mesmo quando se trata de estar de fora da empresa!Entenda melhor os motivos de contar com esse recurso:
  • Praticidade: O Simplificado é totalmente integrado a Secretária da Fazenda Federal e permite dessa maneira que haja o recebimento de forma automática da NFe (no formato XML), bem como de outros arquivos. Ter esse processo totalmente automatizado agrega uma grande economia de tempo, o que sem dúvidas é um fator importante para qualquer empresa!
  • Segurança: Um dos pontos autos desse sistema consiste na possibilidade de manter todos os seus arquivos em nada mais, nada menos, do que o maior data center do planeta – o Azure (produto Microsoft). Visando garantir a maior satisfação de seus cliente, bem como sua tranquilidade e segurança, os backups são realizados de maneira sempre regular nos servidores do Simplificado (sempre levando em consideração todas as exigências necessárias das normas de segurança!).
  • Velocidade: Provavelmente quase todos os empresários sabem que identificar uma determinada nota fiscal pode acabar sendo um processo desafiador e até mesmo moroso! Por meio do Simplificado procurar e encontrar inúmeras notas é um processo tão veloz que exige apenas alguns poucos segundos. Isso é somente possível porque os arquivos são sempre mantidos em diversos servidores, garantindo assim uma maior velocidade durante o procedimento e até mesmo uma considerável segurança para todos os arquivos!
Quando mais facilidade e vantagens melhor! Sua empresa rumo ao sucesso! Buscar recursos para manter uma gestão interna de uma empresa e focalizar as energias em outros atributos importantes para o seu crescimento é a meta de uma grande parcela de empreendedores! – E provavelmente com a sua empresa isso não deve ser diferente!Por isso, apostar em ferramentas que agreguem mais vantagens e facilidades é um excelente caminho para obter resultados ainda mais satisfatórios!E isso inclui poder realizar a emissão de relatórios exclusivos que ilustrem de maneira efetiva as situações reais de todas as notas armazenadas, bem como poder consultar gráficos de pizza, de barra e até mesmo contar com as vantagens de ter tabelas personalizadas onde sejam contidas informações importantes para sua empresa.Todos esses atributos permitirão que você tenha mais base para lidar com tomadas de decisões importantes na sua rotina e até mesmo ser certificar como anda a saúde da sua empresa.Fonte: Simplificado

Amigas criam consultoria de decoração On-line

A arquiteta Vanessa Prado Lopes e a empreendedora Fernanda Leão desenvolveram a Archie; plataforma promete preços mais competitivos

A empreendedora Fernanda Leão (esq.) e a arquiteta Vanessa Prado Lopes (dir.), fundadoras da Archie, plataforma digital de consultoria de decoração e arquitetura (Foto: Divulgação / Archie)

Em julho passado, a arquiteta paulista Vanessa Prado Lopes, 39, percebeu que seus clientes costumavam ter a visão de que contratar profissionais para realizar projetos de decoraçãoem suas casas era algo muito custoso, demorado e trabalhoso. Por conta dessa constatação, Vanessa teve um estalo criativo e recorreu à sua amiga, a empreendedora Fernanda Leão, 41, para propor que ambas criassem uma solução com preços mais competitivos.

Vanessa e Fernanda são as fundadoras da Archie, plataforma digital de consultoria em decoração que reúne profissionais do ramo da arquitetura e da decoração a clientes interessados em repaginar cômodos de suas casas.“A nossa ideia é democratizar o belo e trazer a consultoria de quem tem um olhar treinamento para decoração àqueles que não têm. Todo mundo quer ter uma casa bonita, mas muitos acham que é caro ou não sabem como que funciona o contato com esses profissionais”, diz a empreendedora Fernanda, que também é formada em direito.

A Archie foi oficializa nesta segunda-feira (10), e seu site – que também está disponível em versão mobile e tablet – já está no ar. Ao acessar a plataforma, o usuário interessado é convidado a fazer um teste de estilo, informado as cores, o tipo de móvel e outras características que ele gosta. Depois, ele cria um perfil e informa em que cômodo deseja receber uma consultoria especializada. Posteriormente, o cliente informa mais sobre si mesmo (se tem pets ou crianças, por exemplo) e envia fotos de cômodos que lhe inspiram e uma planta do seu cômodo, podendo ser a da construtora do apartamento até um esboço feito de próprio punho, informando medidas.

Funcionalidades da plataforma digital Archie (Foto: Divulgação / Archie)
Funcionalidades da plataforma digital Archie (Foto: Divulgação / Archie)

Coletadas todas as informações necessárias do cliente, a plataforma seleciona o arquiteto que tem o perfil para cumprir o requisito. “Os profissionais da Archie também fazem os testes de estilo para podemos ‘combiná-los’ com os clientes, como acontece em aplicativos de relacionamento”, diz Vanessa.Sem intermediação, o usuário e o arquiteto têm os perfis associados e estabelecem contato: “O cliente pode aceitar ou não as sugestões do profissional, de forma que ambos vão chegar a uma proposta final juntos. Por isso, é muito mais provável que ela agrade o consumidor”, afirma Vanessa. Após 10 dias de conversa, o arquiteto entrega a proposta final completa em 3D ao usuário, até com mobílias de marcas parceiras no cômodo. Cada cômodo custa um preço fixo de R$ 299 reais, valor que vai 30% para a Archie e 70% para o profissional.O investimento inicial da Archie não saiu do bolso de Fernanda e nem de Vanessa. Dois meses após terem formulado a ideia do projeto, as empreendedoras ganharam apoio financeiro ao garantir o primeiro lugar na categoria Executiva do Empreenda, programa de empreendedorismo do Insper. No final do ano passado, também receberam recursos de investimento-anjo.Por enquanto, a Archie conta com 2 arquitetos cadastrados e 23 propostas entregues durante a época de testes. Mas os planos para o futuro já estão bem encaminhados: “Queremos solucionar essa dor que é encontrar alguém que faça uma repaginada no ambiente de um jeito barato, prático e acessível. Desejamos ser um canal facilitador entre o cliente e o fornecedor, fazendo girar o mercado”, afirma Fernanda.

Fonte: PEGN


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