Empresas enfrentam crise com contratações e investimentos

Na contramão do mercado, companhias de tecnologia expandem negócios apostando em oportunidades no exterior e aumento da produtividade

Para muitos empresários, a crise econômica é motivo de preocupação e contenção de gastos. Alguns empreendedores, no entanto, enxergam o momento difícil do mercado interno como uma oportunidade e aumentam seus investimentos para tornar seus negócios mais competitivos e se preparar para atuar no exterior ou sair na frente no momento da retomada.

É o caso da Just Digital, especializada no desenvolvimento e implementação de ferramentas de busca customizadas e gerenciamento de conteúdo para sites e intranets. Segundo o CEO Rafael Cichini, o negócio sofreu o impacto de muitos projetos que estavam planejados para este ano, mas acabaram adiados ou cancelados em virtude do momento ruim. Em resposta a isso, a empresa resolveu apostar suas fichas no mercado externo.

Rafael Cichini, CEO da Just Digital, diz que a empresa está aproveitando a alta do dólar para buscar novos clientes no mercado externo
Rafael Cichini, CEO da Just Digital, diz que a empresa está aproveitando a alta do dólar para buscar novos clientes no mercado externo
Foto: Divulgação

“O mercado brasileiro ainda tem muito espaço para crescer, mas a crise está impedindo que isso se concretize. Estávamos focados em fortalecer a marca no Brasil primeiro, mas a crise e a alta do dólar geraram uma oportunidade de ser competitivo lá fora”, argumenta.

Para tanto, a empresa optou não apenas por manter sua equipe, mas também contratou novos funcionários. Além disso, ela se mudou para um espaço maior e passou a patrocinar eventos internacionais, para se tornar conhecida em outros mercados. Para Rafael, esta é uma aposta no futuro da empresa, pois a opção por reduzir a equipe gera perda de funcionários treinados e com experiência no ramo.

“Isso vai ter que ser reposto quando as coisas melhorarem. Além disso, entendemos que uma das formas de sair na frente é manter o time que temos para entregar com mais qualidade. Também é oportunidade para garimpar no mercado. Estamos encontrando muitos profissionais bons e experientes”, comemora.

Já a Betalabs, de Luan Gabellini, optou por formar uma rede com 80 parceiros para expandir os negócios
Já a Betalabs, de Luan Gabellini, optou por formar uma rede com 80 parceiros para expandir os negócios
Foto: Divulgação

Antecipando os planos Outra empresa que seguiu caminho parecido é a Betalabs, que comercializa soluções de gestão em nuvem e plataformas de e-commerce. No início do ano, a empresa esperava dobrar seu faturamento, que havia sido de R$ 4 milhões no final de 2014. No entanto, os problemas enfrentados pelo país trouxeram grandes dific

uldades para a captação de novos clientes, e a inadimplência entre os antigos também cresceu.

Para enfrentar esta situação, a empresa resolveu antecipar uma medida que estava prevista para os próximos anos, e criou uma rede de 80 parceiros comerciais, que inclui desde agências de marketing digital até consultores em e-commerce. “Nós entramos em contato e propusemos que eles oferecessem nossa plataforma de gestão ou a incorporassem em seus serviços, agregando valor e oferecendo um pacote mais completo”, diz Luan Gabellini, sócio da Betalabs.

No entanto, ele explica que tal estratégia demanda um investimento alto de divulgação, treinamento e capacitação. Além disso, envolve mais investimentos, pois torna o processo comercial mais complexo, passando a incluir intermediários remunerados.

“Tentamos fazer isso da maneira que demandasse o menor investimento possível. Contratamos apenas mais um profissional e envolvemos outras pessoas que já estavam conosco para dar apoio. As capacitações também foram feitas com nossa equipe interna, mas tivemos de gastar com divulgação, por exemplo”, enumera.

Apesar dos maiores gastos, Luan acredita que as ações devem aumentar o faturamento da empresa em cerca de 70%. “A crise está fazendo com que mais empresas tenham necessidade dos nossos serviços. Quanto mais dificuldade um negócio passa, mais precisa de controle. Hoje, muitos compram não apenas para ter maior eficiência, mas por uma questão de sobrevivência”, conclui.

Fonte: Empresas enfrentam crise com contratações e investimentos - Terra

Aceleradora dará apoio a startups que usam plataforma mobile

Estão abertas as inscrições para a 13ª edição do Startup Farm, programa de aceleração voltado para startups que atuam nas áreas de telecomunicação, tecnologia e internet, e que usam plataformas mobile.

O projeto é gratuito e tem duração de cinco semanas. As inscrições vão até 9 de agosto e para concorrer a uma das 15 vagas oferecidas pela aceleradora basta se candidatar por meio do site https://www.startupfarm.com.br/.

Programa oferece 15 vagas para startups das áreas de telecomunicação, tecnologia e internet
Programa oferece 15 vagas para startups das áreas de telecomunicação, tecnologia e internet
Foto: Rawpixel / Shutterstock
Fonte: Aceleradora dará apoio a startups que usam plataforma mobile  Terra

Estatística e tecnologia ajudam a organizar equipe de vendas

Especialista explica como dados e mapas de calor podem ser usados para organizar escalas de atendentes em lojas de varejo

Uma das grandes dificuldades de qualquer lojista é organizar a escala de horários de seus vendedores, tanto para evitar que funcionários fiquem de braços cruzados em períodos de baixo movimento quanto para garantir que nenhum cliente deixe de ser devidamente atendido quando a loja está lotada. A maioria dos comerciantes faz isso na base da tentativa e erro, mas este é o pior caminho, afirma Caio Camargo, diretor de relações institucionais da Virtual Gate, empresa que fornece soluções tecnológicas para aumentar o faturamento de varejistas. Segundo ele, existem métodos muito mais precisos para montar a equipe de vendas ideal.

“É comum irmos a um shopping às 11h e encontrarmos lojas com quatro vendedores de braços cruzados. Ela está perdendo dinheiro. Hoje, a palavra número um para o varejo é produtividade, especialmente em relação à taxa de conversão, que leva em conta quantas pessoas efetivamente compram dentre as que entraram na loja”, alerta Caio, que acrescenta que a mensuração adequada da equipe de vendas é um tema ainda mais relevante em um cenário de crise, como vivemos atualmente.

 Foto: Tyler Olson / Shutterstock
Acertar no tamanho da equipe de vendas contribui para reduzir custos operacionais e aumentar a taxa de conversão da loja
Foto: Tyler Olson / Shutterstock

Para maximizar a taxa de conversão, é fundamental que a loja conte com uma quantidade de vendedores adequada à demanda de clientes em cada dia da semana e em cada período do dia. “Existem vários métodos diferentes para se chegar à equipe ideal, mas certamente o pior deles é o empírico, que ainda é bastante usado. Muitas lojas ainda trabalham com tentativa e erro, sem levar em conta informações que poderiam orientar esta decisão de maneira muito mais eficaz”, explica.

Dados de vendas Uma metodologia mais eficaz é escolher o tamanho da equipe com base na emissão de cupons, fazendo uma análise estatística dos dias e horários em que um número maior de negócios foi fechado e concentrando mais vendedores nesses períodos. “O problema é que em alguns casos as vendas levam horas para serem concretizadas, como acontece com concessionárias e lojas de pisos e revestimentos, por exemplo. Nestes casos, a emissão de cupons não reflete necessariamente os picos de demanda”, afirma.

Por isso, ele recomenda que o próprio comércio avalie qual o tempo médio que os atendentes demoram para fechar uma venda. Caso isso ocorra rapidamente, em torno de uma hora, o método da emissão de cupons pode ser muito útil. Porém, ele faz uma ressalva. “Mesmo que as vendas sejam rápidas, se a circulação de clientes na loja é muito grande, você não vai ter uma noção muito clara de quantos negócios deixaram de ser fechados e, consequentemente, da sua taxa de conversão.”

Mapas de clientes Para estas lojas, ele afirma que o ideal é apostar no fluxo de clientes. Isto pode ser feito manualmente, pelos próprios vendedores quando eles atuam em rodízio, fazendo com que um contabilize o cliente enquanto o outro atende. Porém, em uma tarde de sábado, por exemplo, quando o movimento é grande, esta anotação pode apresentar falhas, pois os vendedores não terão tempo hábil para realizar a contagem.

“O ideal é investir em alguma tecnologia que realize a contagem de clientes. Isso pode ser feito por meio de câmeras e sensores. Com base nisso, você pode montar mapas de calor que indiquem os momentos de maior demanda, e montar sua escala de funcionários de acordo com os picos”, encerra.

Fonte: Estatística e tecnologia ajudam a organizar equipe de vendas - Terra

Possuir ou compartilhar um produto?

O Código de Defesa do Consumidor define o consumidor como sendo aquele que adquire ou utiliza produto ou serviço como destinatário final. Atualmente identificamos um movimento no qual cada vez mais “o uso” vêm tomando o espaço “da posse” no mercado de consumo, especialmente entre os jovens.
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Em alguns casos vale mais a pena usufruir do que possuir
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Hoje em dia busca-se muito mais a felicidade e o prazer em experiências de consumo, tais como passar uma semana em um festival de música, alugar uma casa em algum lugar especial para curtir com os amigos, um jantar em um restaurante estrelado, do que ter o carro do ano, as roupas da moda, o eletrônico mais moderno.

Por esse motivo que aplicativos como Airbnb, Uber, bicicletas compartilhadas, sites de aluguel de vestidos, de financiamento coletivo, carros autônomos (sem motoristas) estão ganhando grande repercussão e ampliando o número de usuários. Em alguns casos vale mais a pena usufruir do que possuir.

Pra que ter um vestido de festa que ficará ocupando lugar no armário se posso alugar um desenhado um grande estilista sempre que tiver uma ocasião para usá-lo?

Uma pesquisa da Morgan Stanley constatou que em média os carros são dirigidos apenas 4% do seu tempo de vida. Se considerarmos os gastos com gasolina, impostos, seguro, estacionamento passamos a entender a razão dessa tendência em compartilhar.

Por que o Uber incomoda tanto os taxistas? Porque o nível de serviço é superior e o valor pago é menor. O consumidor acaba pedindo uma experiência parecida dos taxistas, elevando o nível de serviço.

O Airbnb nos convida a sentir o local que visitamos de uma maneira mais real, nos dando a oportunidade de “morar” na cidade que resolvemos conhecer. Ocupar a casa de alguém durante a nossa estadia é uma forma autêntica de se adaptar aos usos e costumes do lugar.

Mas o que tudo isso tem a ver com o direito do consumidor? Cada vez mais teremos que lidar com os contratos de prestação de serviço e ver se de fato estão adequados aos nossos anseios e buscar informações para saber quando é interessante ter a posse ou quando vale mais a experiência.

Para tomar a decisão, você precisa ter informações precisas daquilo que está adquirindo e entender se para você faz sentido comprar aquele determinado bem. Todo produto deve conter dados claros e precisos quanto a quantidade, peso, composição, preço, riscos que apresenta e modo de utilização. Da mesma forma, antes de contratar qualquer serviço, você deve ter todas as informações que julgar necessárias. Questione sempre os fornecedores e esclareça todas as dúvidas antes de adquirir o produto ou serviço. O melhor guia é estar atento as suas reais necessidades.

Fonte: Possuir ou compartilhar um produto? - Terra

Como a Volkswagen venceu a Toyota em vendas de carros

Pela primeira vez a montadora alemã Volkswagen ultrapassou a japonesa Toyota e se tornou a líder mundial em vendas de automóveis.
 Foto:  AFP)
Montadora alemã Volkswagen ultrapassa japonesa Toyota em vendas
Foto: AFP)
A Volkswagen vendeu 5,04 milhões de carros entre janeiro e junho – um pouco mais que os 5,02 milhões vendidos pela Toyota.A empresa japonesa disse na terça-feira que suas vendas caíram 1,5% em relação ao mesmo período de 2014, em um período no qual o crescimento econômico diminuiu em países emergentes.A montadora alemã há muito tempo sonhava em bater a concorrente japonesa – e conseguiu atingir esse objetivo três anos antes de sua meta (2018).Stefan Bratzel, chefe da organização alemã Centro de Gerência Automotiva, afirmou: "A Volkswagen conquista a coroa de líder de vendas em tempos difíceis, com a maioria dos mercados de carros em declínio. Eles terão que suportar a desaceleração da China se quiserem ficar na liderança".O sucesso da Volkswagen foi facilitado por vendas crescentes na China, um mercado que hoje é responsável por um terço das vendas da empresa, assim como por uma recuperação na Europa.A companhia, que também é dona da Audi e da Porsche, tem como objetivo para este ano superar "moderadamente" a marca de 10,1 milhões de carros vendidos em 2014.A Toyota vendeu 10,23 milhões de veículos em 2014 e espera neste ano atingir a marca de 10,15 milhões.

General Motors

A General Motors liderou as vendas globais de carros por mais de sete décadas até ser ultrapassada pela Toyota em 2008.Em 2011, a GM reassumiu momentaneamente a liderança quando a produção da Toyota foi prejudicada pelo terremoto e pelo tsunami no nordeste do Japão.A japonesa voltou ao primeiro lugar no ano seguinte.Por sua vez, a Ford anunciou que vendeu 3,26 milhões de veículos na primeira metade do ano.A montadora americana disse que seus lucros aumentaram cerca de 10%.

Startup de serviços de beleza, Vaniday recebe aporte de 15 milhões de euros

Market place internacional conta com 4 meses de operação. Plataforma permite que consumidores agendem serviços diretamente nas agendas dos salões
Com apenas quatro meses de operação, o Vaniday - marketplace internacional de serviços de beleza e bem-estar – acaba de receber aporte de 15 milhões de euros da Rocket Internet e de investidores anônimos.Os valores, o equivalente a R$ 55 milhões, marcam a primeira rodada de investimento da jovem empresa.“A indústria de beleza e bem-estar estima faturar 400 bilhões de euros até 2018, sendo um dos únicos segmentos que não fizeram totalmente a transição do offline para o online. Isso representa uma grande oportunidade para nós e estamos determinados a crescer e continuar expandindo nossa empresa numa escala global. Esse investimento equivale a um grande impulso na nossa visão de revolucionar esse mercado. Nós vamos usá-lo para crescer ainda mais nos mercados existentes e novos para otimizar ainda mais a experiência para os nossos clientes”, comenta o CEO Global da Vaniday, Maxime Legardez.A plataforma permite que consumidores agendem serviços de beleza e bem-estar, diretamente nas agendas dos salões. Em contrapartida, a Vaniday recebe uma comissão quando o serviço é confirmado e realizado.A empresa fornece uma variedade de ferramentas personalizadas aos usuários, como buscas  de acordo com a localização, tratamento desejado, e apresenta ainda depoimento de clientes sobre os serviços.Ao mesmo tempo, também oferece aos salões o sistema de CRM, marketing e ferramentas online de reserva, ferramentas que sairiam mais caras se desenvolvidas por esses estabelecimentos.Lançada em março de 2015, a Vaniday tem crescido de maneira rápida e atualmente opera em cinco países: Brasil, Reino Unido, Itália, França e Emirados Árabes. A plataforma conta com mais de 1500 salões cadastrados e continua em expansão com um crescimento de dois dígitos em agendamentos em uma base mensal.
Fonte: Startup de serviços de beleza, Vaniday recebe aporte de 15 milhões de euros - IDG Now

Empresa faz softwares de gestão que atendem de oficina a bar

Empreendimento ganha prêmio de inovação do Sebrae ao desenvolver ferramentas para segmentos específicos de pequenos negócios

Um grupo de amigos que resolve deixar a empresa em que trabalha para montar o seu próprio negócio. O roteiro pode não ser novo, mas no caso de Edilson Backes, Joacir de Carli e Enivaldo Ghedin Junior, a aposta deu mais do que certo. Doze anos após criarem a Junsoft em Toledo (PR), a empresa cresce a uma taxa de 30% e ainda venceu o Prêmio MPE Brasil 2014, oferecido pelo Sebrae, na categoria “Serviços de Tecnologia da Informação”.

Diretor administrativo da Junsoft, Edilson conta que a ideia de montar seu próprio negócio surgiu em 2003, quando ele e dois colegas trabalhavam em uma empresa que produzia softwares de gestão para grandes corporações. “Em nosso modo de ver, existiam ferramentas das grandes que poderiam ser adaptadas para as pequenas e médias empresas, trazendo maior agilidade e desburocratizando a gestão”, diz.

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Edilson Backes (esq.), Joacir de Carli (centro) e Enivaldo Ghedin Junior resolveram deixar a empresa em que trabalhavam para criar seu próprio negócio
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Foi justamente isso o que o trio fez. Inicialmente, a Junsoft desenvolvia softwares de gestão para controlar todas as áreas de um negócio, desde a parte financeira até os estoques. “Foi difícil entrar no mercado, pois a gente ainda não tinha referência de clientes. Mas aos poucos tivemos um bom retorno daqueles que apostaram em nós, e o resultado foi aparecendo. Crescemos muito em função de indicações”, explica o empreendedor.

Soluções customizadas Com o tempo, a Junsoft passou a sofisticar seus produtos, e iniciou a comercialização de softwares específicos para atender as empresas de determinados segmentos. Um exemplo é o Gourmet, voltado para negócios na área de bares e restaurantes. “Ele permite agilidade de atendimento e segurança. Possibilita, por exemplo, que se trabalhe com atendimento de pedidos via touchscreen e também integra o delivery com o Google Maps, para traçar uma rota no momento em que o pedido é feito”, afirma Edilson.

Outro destaque do portfólio da empresa é o Vulcano, voltado para reformadoras de pneus. O programa é capaz de controlar o estoque de matérias primas, manter um histórico dos preços negociados antes com os clientes, informar os percentuais de descontos que podem ser oferecidos e visualizar as contas pendentes. “O Vulcano ainda contabiliza todo o processo de produção. Assim, se um pneu é finalizado com defeito, é possível revisitar todas as etapas para identificar onde o erro ocorreu e realizar as correções necessárias”, acrescenta o diretor administrativo da Junsoft.

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Junsoft oferece softwares de gestão que atendem as necessidades específicas de determinados segmentos
Foto: Divulgação

Já o Super Auto Truck é feito especificamente para oficinas mecânicas e retíficas, auxiliando, entre outras coisas, nas cotações de compras de peças. “Também contamos com o Super View, que faz a gestão de indicadores de qualquer empresa, permitindo que se acompanhe de perto a evolução de cada negócio”, diz o empresário.

Finalmente, a Junsoft, também disponibiliza um software para indústrias e outro para gestão comercial, que pode ser integrado com códigos de barras, impressoras, balanças e emitir nota fiscal eletrônica ao consumidor. “Um dos fatores que nos ajudaram a conseguir o prêmio de inovação do Sebrae foi o fato de apostarmos na formação de nossos funcionários para exercerem cargos de confiança. Sempre tivemos esta política, e recentemente ela foi institucionalizada com a criação de um programa de treinamento de leader coach”, encerra Edilson.

Fonte: Empresa faz softwares de gestão que atendem de oficina a bar - Terra

A Toyota abre 500 postos de trabalho em São Paulo

EtiosNo momento em que a maioria das montadoras adota medidas para ajustar o excesso de mão de obra, a Toyota anunciou o processo de contratação de até 500 trabalhadores para as fábricas de Porto Feliz e Sorocaba, ambas no interior paulista. A maioria das vagas será destinada à planta de Sorocaba, para onde devem ser contratados até 320 novos funcionários. O restante irá para a fábrica de motores de Porto Feliz, cuja inauguração está prevista para o primeiro semestre de 2016. As áreas de atuação das vagas não foram especificadas.A montadora explicou que o aumento do efetivo em Sorocaba foi motivado pelo incremento de 50% da capacidade produtiva da planta, que passará das atuais 74 mil para 108 mil unidades por ano a partir de 2016, produção extra que deverá ser destinada, em sua maior parte, para o mercado interno. O aumento foi anunciado em janeiro deste ano pela empresa e vai envolver investimentos de cerca de R$ 100 milhões para ampliação das instalações da fábrica. Na unidade, a Toyota produz o Etios nas versões hatch e sedã.De janeiro a junho, a indústria automobilística brasileira eliminou 7,6 mil vagas, segundo dados da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea). O setor encerrou junho com 136.929 empregados. De acordo com dados mais recentes da entidade, há 10 dias, havia 18 mil metalúrgicos afastados, por meio de medidas de ajuste da produção como lay-off (suspensão temporária dos contratos), férias coletivas e licenças remuneradas.
Fonte: “Toyota” abre 500 postos de trabalho em São Paulo - Joinville Motor - ANoticia 

Será que o fim do Google Plus está próximo?

São Paulo – O Google insiste que sua rede social, o Google+ continuará no ar. No entanto, as últimas ações da empresa sugerem que talvez isso não seja tão certo.
O Google insiste que sua rede social, o Google+ continuará no ar. No entanto, as últimas ações da empresa sugerem que talvez isso não seja tão certo. Em um comunicado oficial, a companhia anunciou que não é mais preciso ter uma conta no Google+ para utilizar o YouTube.O YouTube comentou em seu blog que algumas dessas mudanças já poderão ser vistas em breve. A primeira é que os comentários feitos na plataforma de vídeos não poderão ser mais vistos nos perfis dos usuários no Google+. No entanto, caso você queira fazer o upload de algum vídeo, criar um canal ou comentar sem usar a rede social, será preciso esperar um pouco mais.“Se você quiser remover o seu perfil do Google+, você vai ser capaz de fazer isso nos próximos meses. Mas não faça isso agora ou você vai excluir seu canal do YouTube”, alerta o time.

Sinais antigos

Essa não é a primeira vez que a empresa aparenta querer enterrar a rede social. Há quase um ano atrás, o Google liberou seus novos usuários da obrigação de criar contas no Google+. Além disso, foi revelado no Google I/O 2015 que o app de fotos agora é um produto autônomo, sem ligação alguma com a rede social.“Nós acreditamos que mudanças como essas irão transformar o Google+ em uma plataforma mais focada, útil e envolvente”, disse Horowitz. “Para as pessoas que já criaram perfis do Google+, mas não planejam usar o Google, vamos oferecer melhores opções para gerenciar e remover os perfis públicos”, adiciona o vice-presidente.Em abril do ano passado, o então chefe da rede social, Vic Gundotra, deixou o Google. Nem a empresa nem Vic foram claros sobre a saída. Na ocasião, o site TechCrunch sugeriu que a mudança estava relacionada às últimas tentativas de o Google fazer o Plus funcionar.

Fracasso desde o nascimento

Google+ e Google: a rede social da empresa não está em uma posição muito confortável© Andrew Harrer/Bloomberg Google+ e Google: a rede social da empresa não está em uma posição muito confortávelO Google+ foi criado em 2011 como uma alternativa ao Facebook e ao Twitter. No entanto, em poucos meses a rede social não havia mostrado a que veio. Aliás, uma pesquisa do Serasa Experian de 2013 revelou que o Google+ representava apenas 0,78% do mercado de redes sociais e é a nona mais usada no Brasil. Para se ter uma ideia, a rede social ficou atrás do Bate Papo UOL.Não é só no Brasil que o Google+ anda pouco popular. O blogueiro de Analytics, Kevin Anderson, traçou informações sobre a plataforma em janeiro deste ano e descobriu que apesar dos quase 2,5 bilhões de inscritos, quase ninguém realmente publica algo na rede social. Segundo as informações analisadas por Anderson, entre 4 a 6 milhões de pessoas interagem e publicam no Google+.O aumento no público se deu por conta de obrigações impostas pelo Google. Ao criar uma conta em produtos como o Gmail ou o YouTube, usuários eram obrigados a fazer uma também no Google+.
Fonte: Será que o fim do Google Plus está próximo? - MSN

Empresa fatura alto com recarga de celular em shoppings e eventos

BR Charge usa uma tecnologia americana para ajudar quem não vive sem o smartphone
André La Motta, CEO da BR Charge, empresa que produz totens de recarga celular (Foto: Divulgação)
No fim do ano de 2013, André La Motta estava em um bar de São Paulo com alguns amigos quando a bateria do seu celular descarregou. Ele foi até o balcão a procura de uma tomada e lá encontrou um carregador universal plugado, disponível para o uso dos clientes. Mas com medo de ser roubado, La Motta ficou aguardando seu aparelho carregar bem ao lado, enquanto seus amigos bebiam e se divertiam.
Frustrado com isso, o jovem administrador teve uma ideia: e se as pessoas pudessem deixar seus celulares carregando em compartimentos fechados? “O conceito é semelhante ao utilizado nos guarda-volumes de grandes agências bancárias”, diz La Motta.Motivado por considerar um serviço original e cheio de vontade de empreender, La Motta logo foi pesquisar meios para tirar o projeto do papel.Apesar do entusiasmo, ele descobriu que um produto similar ao que havia imaginado já estava sendo fabricado na China e nos Estados Unidos. “Existiam alguns modelos no mundo, mas ainda era muito novo. No Brasil a tecnologia não existia ainda”, diz La Motta. Mesmo assim, o paulistano achou positivo não ter que criar um produto do zero. “Encontrei um fornecedor chinês e de cara comprei quatro maquinas”
Ação da BR Charge com o McDonald's (Foto: Divulgação)
O custo das máquinas foi de R$ 100 mil. Após comprá-las, La Motta criou a BRCharge e, logo depois, foi contratado para o primeiro evento, em fevereiro de 2014. Durante o trabalho, contudo, a tecnologia não funcionou direito. “Ali percebi que o projeto precisava ser mais planejado e cuidadoso”, afirma.Novo parceiroDepois do lançamento, La Motta e seus três sócios decidiram procurar outro fornecedor em um país diferente e encontraram a startup americana Brightbox. Mas fechar a parceria não foi fácil, garante o CEO da BRCharge. “Tivemos que apresentar o nosso projeto para eles e um investidor aqui no Brasil”.Depois de um pitch para ambos, o grupo fechou uma parceria com a fornecedora americana e ainda arrecadou R$ 1 milhão para investir no projeto. “O mercado de recarga de bateria está aquecido e muitas empresas têm demonstrado interesse neste setor”, afirma.Com o valor, a BRCharge comprou mais de 50 ilhas com gavetas individuais e cartões de tarja magnética. Elas estão espalhadas por shoppings, aeroportos e bares do país – e mais 40 devem ser instaladas até o fim de 2015. “Foi um processo gradual. Começamos a expandir nossa operação em São Paulo e depois para os outros estados.”
Ação da marca de bebidas Jameson com a BR Charge (Foto: Divulgação)
Serviço gratuito – e lucrativoOs usuários finais da BRCharge não pagam pelas gavetas e carregadores. “Optamos por outro planejamento. Nos Estados Unidos as pessoas pagam para carregar. Para isso não ser necessário aqui, decidimos alugar os totens para as empresas”, diz.A empresa oferece dois planos àqueles que quiserem contratar o serviço: locação e patrocínio. Quem optar pela primeira opção paga R$ 3 mil por mês de serviço. No segundo modelo, os contratantes negociam um valor pelos totens, que podem ser usados para publicidade.E o esquema parece ter dado certo. Segundo La Motta, os últimos seis meses da empresa geraram um lucro de R$ 500 mil e o plano da BRCharge é fechar 2015 com mais R$ 700 mil em caixa.
Fonte: Empresa fatura alto com recarga de celular em shoppings e eventos - PEGN

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