Apple e Samsung se unem para matar o chip de celular

O SIM card está morrendo, e sua falta provavelmente não será sentida. Depois de anos diminuindo progressivamente de tamanho, Apple e Samsung, as duas maiores fabricantes de smartphones no mundo, estão discutindo com a indústria de telecomunicações o fim do tradicional chip, que dará lugar a uma solução virtual.Segundo o Financial Times, as empresas conversam com a GSMA, associação que controla o sistema telefônico GSM, usado pela maioria das operadoras de telefonia no mundo. O objetivo é a criação do E-SIM, que, de forma resumida, permite que o usuário troque a operadora do celular sem precisar trocar o chip do seu aparelho.A sigla E-SIM se refere a “embedded SIM”, cuja tradução seria “SIM incorporado”. O nome dá a entender que o usuário não teria mais acesso ao chip do celular. No entanto, isso também não seria necessário, já que você pode trocar de operadora sem precisar mexer no seu smartphone.O primeiro passo já foi dado pela Apple há pouco tempo, com o iPad Air 2. Nos EUA, é possível optar pelo Apple SIM, uma solução própria para o cartão SIM virtual. No entanto, o impacto na indústria não foi muito grande, e as operadoras não abraçaram a ideia.O E-SIM não deve ser um padrão imediato, e o chip tradicional deve continuar sendo dominante por algum tempo, porque ele ainda é muito usado no mundo todo. No entanto, várias grandes operadoras já estão no barco, como AT&T, Deutsche Telekom, Etisalat, Hutchison Whampoa, Orange, Telefónica, Vodafone. Se mais fabricantes e operadoras decidirem apoiar o padrão, o chip SIM como conhecemos hoje deve morrer em alguns anos.Via The Next Web e Financial Times
 Fonte: Olhar Digital: Apple e Samsung se unem para matar o chip de celular

Cidadãos comuns são maioria em pedidos para ser esquecido pelo Google

Segundo dados vazados pelo The Guardian, 95% dos pedidos recebidos pela gigante de buscas eram relacionados a remoção de dados pessoais e particulares da web.

Números recém-vazados revelam que a grande maioria das pessoas que exerceram seu direito de serem “esquecidas” pelos serviços do Google na Europa são pessoas comuns, com apenas 5% dos pedidos vindo de criminosos, políticos e figuras públicas conhecidas.

O tribunal mais alto da Europa decidiu no ano passado que as pessoas tem o direito de pedirem ao Google para remover determinados resultados da sua ferramenta de buscas, com base no fato de que a informação pode estar desatualizada ou ter sido publicada de maneira injusta com um foco negativo.

O Google protestou da decisão, argumentando que remover links exige “julgamentos de valor difíceis” e que isso pode ir contra o interesse público. A gigante ainda apontou que apontou para “ex-políticos querendo a remoção de posts que criticavam suas políticas; criminosos violentos pedindo que fossem apagadas reportagens sobre seus crimes; reviews negativos para profissionais como arquitetos e professores; comentários que as pessoas escreveram por conta própria (e sobre os quais agora se arrependiam)”.

Os números sugerem que os pedidos das duas primeiras categorias, pelo menos – políticos e criminosos violentos – foram mínimos.

O jornal britânico The Guardian descobriu os números escondidos no código fonte de uma versão arquivada do relatório de transparência do Google. Desde então, as inforamções foram retiradas do ar.

O relatório original do Google fornecia os números de pedidos rebebidos e concedidos, mas sem descrever em detalhes a natureza desses pedidos.

De acordo com o The Guardian, dos quase 220 mil pedidos recebidos em março, mais de 95% vieram de cidadãos comuns da Europa querendo a remoção de links para informações pessoais e privadas.

Os pedidos incluíam uma mulher cujo nome aparecia em várias reportagens sobre a morte do marido, enquanto outra pedia a retirada do seu endereço da web, aponta o jornal. Outro pedido tinha sido feito por uma pessoa que tinha contraído HIV há uma década.

A recente decisão da justiça europeia afirmava que o Google e outras ferramentas de busca deveriam considerar com cuidado se as informações que as pessoas queriam removidas eram irrelevantes ou desatualizadas, e remover os links, a não ser que existissem razões para fazer isso, como quando a informação pode ser de interesse público.

Os números vazados sugerem que o Google está seguindo esses princípios. A empresa concedeu os pedidos dos cidadãos comuns a uma frequência maior do que os feitos por celebridades, políticos ou criminosos. O Google concedeu quase metade dos pedidos de remoção pessoais e particulares, enquanto que atendeu a menos de um quarto dos pedidos feitos por figuras públicas e políticas.

No total, o Google recebeu mais de 280 mil pedidos para remover links desde que a justiça da Europa exigiu que a empresa e outros fornecedores de buscas fizessem isso no último mês de maio.

Um porta-voz do Google disse, por meio de um comunicado que a empresa tenta ser o mais transparente possível sobre suas decisões quanto ao direito de ser esquecido.

“Os dados que o The Guardian descobriu no código fonte dos Relatórios de Transparência vem obviamente do Google, mas eram parte de um teste para descobrir como poderíamos categorizar melhor os pedidos”, afirmou.

De acordo com ele, o teste foi descontinuado em março porque os dados não eram confiáveis o bastante para publicação, mas a empresa já trabalha em maneiras para melhorar  seus relatórios de transparência.

Fonte: Cidadãos comuns são maioria em pedidos para ser esquecido pelo Google - IDG Now!

Apple Pay chega de forma oficial ao Reino Unido

A Apple anunciou que a partir desta terça-feira, 14 de julho, a Apple Pay passa a funcionar oficialmente no Reino Unido. O serviço foi lançado há nove meses, sendo esta a primeira operação a ser realizada fora dos Estados Unidos.O Apple Pay é um serviço de pagamento feito através de dispositivos móveis e chega à Grã-Bretanha apoiado por mais de 250 mil lojas e empresas espalhadas pelo país, entre elas, os supermercados Lidl e Waitrose, restaurantes Nando e Wagamama, redes ferroviárias e rodoviárias de Londres e de empresas de transporte em geral, além destas, oito bancos e incorporadoras do país também se juntaram ao serviço, bem como a Barclay, Nationwide, Natwest e Santander.Para o uso do Apple Pay, o usuário primeiramente terá que inserir as informações do cartão de crédito e débito em um aplicativo disponível nos smartphones ou nos relógios inteligentes da empresa da maçã. Já para efetuarem o pagamento através do mesmo, os usuários destes dispositivos móveis acima citados, terão de aproximar o aparelho a um terminal, com as impressões digitais do usuário sendo usadas para confirmar a identidade.Vale ressaltar que este serviço é uma das grandes apostas da Apple, sendo ela considerada uma nova maneira de vincular os clientes do novo serviço aos dispositivos móveis da marca, além de ainda poder contar com uma fatia de toda transação de varejo.Entretanto, nem todas as informações são relativamente boas para os ingleses, pois segundo relatos vindos diretamente do país, informam que os usuários do Apple Pay no Reino Unido não terão seus cartões ativados no aplicativo logo de início, clientes do HSBC e First Direct terão que aguardar por um tempo maior para que eles possam ser ativados. De acordo com as informações, as duas incorporações financeiras são parceiras no lançamento do serviço da Apple no país, o que levará a um atraso na chegada do serviço, previsto agora para o final do mês.O próximo país a receber a Apple Pay segundo alguns rumores, deverá ser o Canadá. Quanto sua aplicação em terras tupiniquins, não temos notícia alguma, mas se houver algum rumor a respeito, vamos atrás de novas informações.Fonte: Apple Pay chega de forma oficial ao Reino Unido - Oficina da Net

13 Ferramentas de finanças

Já sentiu falta de ferramentas de finanças para facilitar seu dia-a-dia empreendedor? Confira 13 ferramentas de finanças para você não perder as contas.
Quando se fala em gestão financeira de uma empresa, muita gente pensa que é preciso ter todo um departamento de profissionais especializados para fazer pagamentos, depósitos, emissão de boletos, controle de estoque, acompanhamento de saldos e dividendos, investimentos… Esses profissionais são necessários, obviamente. Mas no começo, quando há poucos colaboradores além dos sócios (e pouco dinheiro para investir na empresa como um todo), é sempre possível contar com a ajuda de ferramentas de finanças para essas atividades. Elas te ajudarão a dar aquele passo fundamental para o crescimento definitivo da organização. Por isso, listo aqui 13 ferramentas simples de usar e que não machucam o bolso.Gestão Financeira EmpresarialConta AzulFocado em pequenas e médias empresas, o Conta Azul oferece controle financeiro, controle de estoque integrado às vendas, integração bancária, emissão de notas fiscais, além de relatórios gerenciais.Zero PaperIndicado para profissionais autônomos e microempreendedores, tem as funções de contas a pagar e receber (fluxo de caixa), relatórios, alertas por e-mail e SMS sobre vencimentos, emissão de boletos, entre outros.Gestão Financeira PessoalGuia BolsoLivremente inspirado no Mint, consagrado no mercado norte americano, o Guia Bolso aparece como uma opção nacional de controle financeiro pessoal e gratuito. Você conecta com sua conta bancária e vê detalhes das transações bancárias, cria metas por categoria, identifica os gastos que comprometeram o planejamento, entre outros recursos. Tudo isso no seu celular.MagnetisVocê registra sonhos e metas financeiras no site, depois faz simulações com diferentes valores e prazos. O sistema irá te ajudar a montar um plano de investimento, a escolher as melhores alternativas e a ajustá-las ao seu perfil de risco. Há ainda ferramentas de comparação de fundos de investimento e muitas outras coisas bacanas. Vale checar o que está rapidamente se tornando a versão brasileira do Wealthfront, famoso no mercado norte americano.PagamentosTodos os serviços abaixo te ajudam quando você precisa integrar a possibilidade de receber pagamentos online – alguns, até offline. Inclusive via boleto ou de forma parcelada. Aqui vale um estudo detalhado de prós e contras de cada um para o seu caso específico. Há outros também, mas estes são os mais tradicionais.PayPal, gigante internacionalMoip, ótima opção brasileiraPagSeguro, provida pelo UOLMercado Pago, provida pelo Mercado LivreBcash, provida pelo BuscapéMundi Pagg, nossa opção aqui no Runrun.it.Pagar.me, com ótima interface de integração (API)Vindi, com ênfase em assinaturasASAAS, como ênfase em boletosE você, que ferramentas de finanças usa em sua empresa e vida pessoal? Compartilhe conosco!
Fonte: 13 Ferramentas de finanças - Endeavor Brasil

NPS: o que é e como implementar 

O NPS é uma metodologia da Bain & Company para medir satisfação. Veja como implementar o NPS e colher feedbacks de seus clientes para crescer.
NPS: saiba como as maiores empresas do mundo medem a satisfação de seus clientes
Conheça a metodologia do NPS® e saiba como aplicá-lo em sua empresaQuando a Zappos nasceu, já havia outras empresas que vendiam sapatos, com excelente execução e espaço no mercado. Abrindo a possibilidade de vendas de sapatos online, investindo na cultura de sempre ter a experiência do cliente em primeiro lugar e de “entregar a felicidade”, eles conquistaram uma boa fatia desse mercado e um NPS médio acima de 60%, mesmo com tantos consumidores. Espera… NPS?Sim, NPS! Não podemos mais ignorar o fator satisfação de clientes no mundo dos negócios e o NPS é uma das ferramentas mais eficazes para medir isso.
VOCÊ E SEU CONCORRENTE PODEM TER PRODUTOS COM QUALIDADES MUITO SIMILARES, MAS É O RELACIONAMENTO COM O CLIENTE QUE VAI SEPARAR A EMPRESA ÓTIMA DA MÉDIA. QUANTO MAIOR A SATISFAÇÃO, MELHOR O SEU RESULTADO.
E o que é o NPS?NPS é a sigla para Net Promoter Score: o NPS é uma metodologia criada em 2003 pela Bain & Company, para mensurar o quão bem as empresas estão lidando com seus clientes ou pessoas com as quais interage. O NPS pode inclusive ser um dos seus indicadores de desempenho (KPI) de médio-longo prazo, sendo utilizado para implementar e acompanhar melhorias. Não é algo que resolverá seus problemas do dia para a noite, mas que te dará um panorama geral dos pontos fortes e fracos do seu negócio.O NPS deve ser usado para medir a satisfação de um público específico – quem a empresa já se relaciona e com quem quer melhorar seu relacionamento. Dependendo do intuito, podem ser clientes ou até funcionários da empresa, por exemplo.De forma simplificada, a avaliação é baseada em duas perguntas:1) A parte quantitativa, sempre medida em uma escala de 0 a 10: “O quanto você nos recomendaria (ou recomendaria algum produto) para um amigo?”2) Parte qualitativa: “Por que você deu esta nota?”Como o NPS é calculado?Os respondentes são divididos em 3 categorias, com base nas notas que dão: Promotores, Neutros e Detratores. A Bain parte do princípio de que os respondentes que dão as notas 9 ou 10 podem ser chamados de Promotores. São pessoas que gostam da empresa, estão satisfeitos, querem continuar nesta relação e incentivam amigos para que se envolvam com esta empresa (marketing boca-a-boca). Os respondentes que dão notas 7 e 8 são os Neutros: não ajudam a espalhar a marca, mas também não atrapalham. E por fim, os que dão notas de 0 a 6 são os Detratores – pessoas insatisfeitas, que não tiveram uma boa relação e que chegam a prejudicar a imagem da empresa.
ENQUANTO UM PROMOTOR TRAZ NOVOS CLIENTES, UM DETRATOR OS ESPANTA.
No fim das contas, isso é contabilizado em um valor que corresponde ao seu NPS. Para gerar o indicador, a fórmula é simples: (Promotores – Detratores)/Número total de respondentes.Por exemplo, vamos supor que 100 pessoas responderam sua pesquisa. Se 40 deram notas 9 ou 10 (Promotores), 50 deram notas 7 ou 8 (Neutros) e 10 deram notas de 0 a 6 (Detratores), então o cálculo seria: NPS = (40-10)/100 = 30%Note que o número de Neutros é contabilizado apenas no número total de respondentes.“Lancei uma pesquisa online para 1000 clientes, mas apenas 100 responderam. O que faço com os outros 900?”As formas mais comuns de lidar com não-respondentes são: ignorar do total ou contabilizar como Neutro.Empresas B2C com grande base de clientes (companhias aéreas, por exemplo) normalmente anulam quem não respondeu. Ou seja, só contabilizam no número total quem enviou sua resposta, e não quem recebeu a pesquisa. Dependendo do caso, pode-se considerar os não-respondentes como Neutros, no caso de acharmos que o cliente não respondeu ao questionário por questão de indiferença.Geralmente, ignorar os não-respondentes é sempre o mais indicado, até porque seu público-alvo pode não ter recebido ou aberto o e-mail.Qual é o perfil de empresa recomendado para implementar o NPS?Todas! Não há restrições. A métrica é ampla e adaptável, sempre com o intuito de mensurar relacionamento e satisfação. O que varia são os percentuais de referência entre as diferentes indústrias. Por exemplo, uma empresa de telefonia pode ter um NPS negativo e estar dentro da média da indústria. Mas já um NPS baixo, da ordem de 10%, poderia ser catastrófico para um varejista online. Na medida do possível, é importante também mensurar o NPS de seus concorrentes.Com que frequência fazemos o disparo do NPS?Pode ser trimestral ou semestral. O mais importante é medir numa frequência que permita acompanhar as melhorias que vem sendo identificadas e aplicadas. É necessário que haja tempo para o cliente reconhecer uma mudança antes de responder novamente a pesquisa.Mas não adianta usar NPS se não há um acompanhamento planejado. A ideia do método é conflitar a visão interna (como achamos que somos) e a visão externa (como as pessoas nos percebem) da companhia, para então conhecer as reais fortalezas no negócio, que normalmente vêm no feedback dos promotores, e as reais fraquezas, que aparecem nos comentários dos detratores e, com isso, melhorar o que for necessário.Legal! Agora por onde eu começo?1. Defina seu público (clientes ativos, funcionários);2. Adapte as perguntas à sua realidade (“o quanto recomendaria” / “avalie sua experiência” / “o quão satisfeito”) e sempre peça o racional por trás da nota. A pergunta qualitativa é a pergunta que dará insumos para mapearmos os gargalos da empresa e transformá-los em um plano de ação;3. Envie sua pesquisa. Se a aderência for baixa, faça o follow-up com um novo e-mail. O ideal é ser rápido, então dê o máximo de duas semanas de coleta para o todo;4. Segmente as respostas à sua necessidade. Você deve ter o NPS global da sua empresa, mas você tem a opção também de segmentar os respondentes mediante necessidade – por exemplo, dividindo por regiões: se for o caso, seu plano de ação também pode reunir medidas diferentes para cada parte do território nacional;O NPS é aberto? Posso implementar totalmente sozinho?O NPS é uma marca registrada, porém a lógica do NPS é uma métrica que qualquer empresa pode implementar.Quer aprender ainda mais sobre NPS em escala global?Organizações no mundo todo usam a metodologia – de bancos a universidades, do eBay à Apple. Neste link, você confere uma lista das que já declararam isso publicamente (pois é, ainda tem mais).Para saber mais sobre o NPS em escala global, clique aqui.
Fonte: NPS: o que é e como implementar - Endeavor Brasil

Microsoft lançará Windows 10 este mês

A gigante da informática Microsoft anunciou nesta segunda-feira sua intenção de lançar neste mês seu sistema operacional Windows 10, que será executado em PCs e dispositivos móveis.
A Microsoft pretendelançar neste mês o sistema operacional Windows 10, que será executado em PCs e dispositivos móveis© Fornecido por AFP
O anúncio foi feito uma semana após a empresa informar que vai cortar 7.800 postos de trabalho, principalmente nas atividades de telefonia empreendidas após a compra no ano passado da Nokia.A Microsoft já havia cortado 18.000 postos de emprego no ano passado.A última versão do sistema operacional do Windows estará disponível a partir de 29 de julho para os usuários de computadores e tablets.Para o lançamento, está prevista a realização de vários eventos em 13 cidades do mundo, entre elas Pequim, Sidney, Tóquio, Londres, Nova Délhi, São Paulo e Nova York."Estas celebrações oferecerão oportunidades de testes, demonstrações experimentais, entretenimento e a possibilidade de se encontrar com a equipe do Windows", afirmou o vice-presidente da Microsoft, Yusuf Mehdi, em um post de blog.O novo software Windows 10 chegará como uma atualização gratuita para aqueles que já usam o Windows 7 ou Windows 8.1 e estará disponível em 190 países.
Fonte: Microsoft lançará Windows 10 este mês - MSN

Redes sociais: veja dicas de uso para microempresários

Especialista mostra como as mídias digitais podem ajudar a bombar o seu negócio

AS redes sociais assumem um papel cada vez mais importante no mundo e na vida das pessoas. Hoje, mais de 87% dos internautas fazem parte de uma delas. Por isso, posicionar o seu negócio nesse mercado é de extrema importância. Veja algumas dicas do sócio-diretor da Strategus, agência especializada em marketing de mídias digitais, Felipe Capuano, para usar o universo de mídias sociais a seu favor.

 Foto: Shutterstock / Especial para Terra
Posicionar o seu negócio no mercado de mídias digitais é de extrema importância

O que funciona em cada rede social?

Facebook - De acordo com Capuano, essa rede social se destaca como plataforma de construção de marca. Com mais de 1 bilhão de usuários no mundo, ela permite criar anúncios e atingir pessoas segmentadas de acordo com filtros, como idade, estado civil, atividades favoritas etc.

Além disso, a rede traz ferramentas de gestão, e-commerce, publicidade e análise de resultados, que são ótimas para desenvolver estratégias de marketing de conteúdo precisas.

Twitter - Considerado um miniblog, é um canal de comunicação interativo e social em que as divulgações são propagadas e repercutidas rapidamente, principalmente com a utilização correta das hashtags (#).

Instagram - A ideia dessa rede social, diferente das demais, é divulgar momentos únicos para cativar o público e fazê-lo ficar mais “íntimo” da sua marca. Excelente para interagir com o público por meio de fotolegendas e hashtags.

Horário ideal para postagens

Capuano explica que existem horários, avaliados por softwares de monitoramento, em que os usuários passam mais tempo navegando nas redes. Publicar seu conteúdo nesse período pode fazer com que sua marca tenha mais alcance e visibilidade.

Facebook - Terça e quarta-feira, das 10h às 21h Instagram - Sexta a domingo, do 12h às 20h Twitter - Terça a quinta-feira, das 10h às 21h

A importância das hashtags #

O sócio-diretor da Strategus explica que as hashtags, principalmente no Twitter e Instagram, são importantes para categorizar determinado assunto. "As postar a imagem de uma linda praia, no final do post se você usar a hashtag #praia ou #beach, todas as pessoas que estiverem procurando imagens relacionadas a esse assunto podem encontrar a sua publicação. Entregando a informação para as pessoas que realmente estão procurando, a chance de o seu post ter um bom desempenho é muito alta", diz.

Como evitar a viralização negativa

Felipe Capuano alerta microempresários a respeito do outro lado da exposição digital. "As redes sociais são públicas. E com isso você pode receber mensagens positivas e negativas. Só tome cuidado para não levar para o lado pessoal, pois, às vezes, as mensagens ruins podem alertar sobre alguma deficiência na sua empresa. Já observamos casos em que, no final, a empresa está praticamente discutindo com o cliente e gerando uma margem muito negativa de posicionamento", diz.

"Uma dica? Sempre que houver algo negativo em sua página, encaminhe para o offlline. Faça um primeiro contato pedindo um telefone de contato ou e-mail do usuário para tratar isso fora da rede social, tentando evitar a famosa viralização negativa", aconselha o especialista.

Fonte: Redes sociais: veja dicas de uso para microempresários - Terra

Sucesso da Xiaomi no Brasil superou expectativas

Em entrevista ao IDG Now!, brasileiro ainda garante que problemas enfrentados no 1º evento de vendas do Redmi2 já foram resolvidos e não voltarão a acontecer.

Após cerca de cinco anos no Google, o brasileiro Hugo Barra trocou a gigante de buscas pela então ainda desconhecida Xiaomi em 2013, o que causou muito falatório no mercado de TI. Dois anos depois, a fabricante chinesa é uma das gigantes da Ásia no mercado mundial de smartphones, com mais de 60 milhões de aparelhos vendidos em 2014, e acaba de chegar ao Brasil, seu primeiro mercado fora da Ásia.

Com apenas cinco anos de história, a Xiaomi aposta principalmente nos aparelhos com preços mais em conta – o primeiro smartphone da empresa no Brasil, o Redmi2, se destaca pelo preço de 500 reais, inclusive. Segundo o executivo, isso só é possível pelo modelo de negócios da empresa, que concentra sua venda apenas em sua loja online e quase nunca usa mídia paga para publicidade, preferindo apostar em um tom mais próximo e informal com os consumidores pelas redes sociais – vale notar que a Xiaomi vai montar o Redmi2 aqui mesmo no Brasil, mais especificamente nas unidades da Foxconn no interior de SP.

Os clientes, aliás, são outro diferencial da Xiaomi, já que são chamados de “fãs” e seguem a empresa de forma entusiasmada, lembrando o culto a uma certa empresa americana que criou o iPhone – não por acaso, a Xiaomi já foi muitas vezes chamada de “Apple chinesa”.

Na entrevista abaixo, exclusiva para o IDG Now!, Barra, que é VP para mercados internacionais na Xiaomi, fala sobre a chegada da empresa ao Brasil, suas estratégias de negócios, como é ser tratado como verdadeiro popstar pelos fãs e quais os próximos passos da fabricante no mercado internacional.

IDG Now!: Como aconteceu a escolha pelo Brasil como o primeiro território da Xiaomi fora da Ásia? 

Hugo Barra: Em primeiro lugar, é bom lembrar que o Brasil é o quarto mercado de smartphones do mundo, atrás apenas de EUA, China e Índia. Por isso, claro que é um mercado muito grande e importante para nós. E segundo lugar que é um mercado com uma presença muito forte na Internet, tanto em redes sociais quanto em comércio eletrônico, que são dois pontos importantes do nosso modelo de negócios. E claro que, em terceiro lugar, eu faço parte da equipe global da Xiaomi e por ser brasileiro isso ajuda talvez a entrar um pouco mais rápido no país.

A Xiaomi realizou um primeiro evento de vendas do Redmi2 na terça-feira, 7/7, e muita gente acabou não conseguindo comprar o smartphone por problemas no site. Esses problemas devem estar solucionados para o outro evento de vendas no dia 14/7? E todos esses aparelhos desses primeiros eventos são importados, certo?

Realmente tinha muita gente no site no evento de terça, dia 7, mas os problemas já estão solucionados e não os veremos mais no dia 14. O primeiro lote de aparelhos vendido é importado sim, como você disse. É um lote pequeno, mas os aparelhos são idênticos aos que estão sendo montados aqui no Brasil.

E quando teremos a venda aberta ao público brasileiro do Redmi2?

Ainda não sabemos porque o modelo que a gente usa é basicamente o seguinte: enquanto a demanda for muito grande que o nosso estoque não suporta, nós fazemos esses eventos de vendas. Só abrimos a venda geral quando tivermos um estoque suficiente para atender a todo mundo.

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Xiaomi apostou no aparelho de baixo custo Redmi2 (foto) em chegada ao Brasil

Além dessas questões na venda pelo site no dia 7/7, vocês tiveram alguns problemas no evento de lançamento no Brasil, no dia 30/6, que resultaram em um evento extra no mesmo dia. Em bom português, a Xiaomi “bombou” mais no Brasil do que vocês esperavam? Superou as expectativas da empresa?

Eu diria que sim. A gente tinha grandes expectativas para a nossa entrada no Brasil, mas o sucesso inicial que a gente teve com o lançamento e a primeira venda foi além das nossas expectativas. E isso aconteceu por causa da paixão dos nossos fãs. Tivemos gente do Brasil inteiro no evento de lançamento em São Paulo.

Qual o principal diferencial da Xiaomi contra as rivais nesse mercado tão disputado?

Bom, a Xiaomi é uma empresa bem diferente em muitos pontos. Em primeiro lugar, a filosofia de alta qualidade e preço baixo é muito importante. O fato de a gente criar produtos de alta tecnologia e vendê-los por preços super justos tem a ver com o nosso modelo de negócios, que inclui venda online direta e uso muito forte das mídias sociais. Mas o que diferencia mesmo a companhia é a nossa relação com os clientes, que chamamos de fãs e não de consumidores. A gente não tem só essa conversa mais informal com os fãs nas mídias sociais, mas também dependemos deles para o nosso desenvolvimento de produtos. Nós temos cerca de 45 milhões de usuários nos nossos fóruns pelo mundo, que contribuem ativamente pra o desenvolvimento de produtos, enviando sugestões e testando produtos, entre outras coisas. É uma relação muito próxima com um número muito grande  de fãs que participam. Ninguém nessa indústria de tecnologia faz isso.

Pelo que ficou meio claro no evento de chegada da empresa no dia 30/6, os jovens parecem ser o foco principal da Xiaomi no Brasil. É isso mesmo? Caso sim, por que?

O foco imediato são os jovens, as pessoas mais ligadas em tecnologia, e que também se interessam por tecnologia, mas não tem acesso ou poder aquisitivo para essa tecnologia. Mas o nosso mercado, se você olhar os nossos outros mercados pelo mundo, é bem amplo em outros países. É muito comum alguém com um aparelho Mi acabar comprando um outro para alguém da família e acabar virando embaixador da marca. Isso é muito comum, as pessoas de outras faixas etárias acabam descobrindo os aparelhos Mi por esses embaixadores iniciais, então é um mercado super amplo. E não tem regra para quem se interessa por aparelhos de alta tecnologia com preços justos.

E vocês tem algum plano especifico para o mercado corporativo no Brasil? Isso é algo que interessa à empresa ou foge um pouco do usuário padrão da Xiaomi?

É um segmento que interessa sim, mas não é o nosso foco inicial. Nossos smartphones são todos prontos para o mercado corporativo. Eles são baseados em Android e tem suporte para todas as soluções corporativas que estão no mercado. Em tese, qualquer smartphone da empresa está pronto para o mercado corporativo, mas o nosso foco inicial mesmo é o consumidor final.

Outra coisa sobre o evento do dia 30/6 que me chamou a atenção. Você é tratado como um tipo de popstar entre os fãs, pelo menos os brasileiros, já que uma legião de fãs ficou para tirar selfies com você após o evento, além de interagirem a todo momento. Como é isso? E isso também acontece em outros países?

A gente tem fãs no mundo inteiro e nossos fãs são apaixonados no mundo inteiro. Em alguns países eles são mais entusiasmados e os brasileiros são alguns dos mais apaixonados e entusiasmados com certeza. Na Índia também acontece isso, eles também adoram participar. Mas não que eu me acostume com isso, já que eu me surpreendo sempre que acontece.

Em 2013, quando trocou o Google pela Xiaomi, você disse que em alguns anos o mundo falaria da Xiaomi como falam do Google e Apple. Acha que esse momento já chegou?

EU acho que não, ainda somos uma empresa muito pequena. Somos praticamente uma startup, com apenas 5 anos de história. Mas em dois anos conquistamos um espaço internacional muito grande, entramos em oito novos mercados, nos tornamos muito conhecidos nas comunidades e na imprensa, mas ainda somos uma empresa muito pequena. Ainda não somos um player tão grande quanto essas empresas que você citou (Google e Apple), mas é exatamente essa a nossa ambição, de ter um impacto no mundo.

E vender smartphones nos EUA é algo essencial para chegar a esse objetivo?

Os EUA é um mercado muito importante para a gente no futuro. Claro que almejamos chegar lá, vai ser na hora certa. O nosso foco é bem grande nos países em que entramos, um de cada vez. Os EUA são um mercado enorme, mas muito mais desenvolvido, onde o nosso modelos de negócios não tem um poder tão grande quanto nos países em desenvolvimento. Claro que nossos aparelhos high end são de primeiríssima linha e compatíveis com o gosto americano. É uma questão de tempo, muita gente pergunta isso. E a gente quer muito entrar, mas na hora certa. Mas ainda não está na hora, por questão de foco. Inicialmente lugares como México e Rússia, e o restante da América Latina, tem muito mais a ver com o nosso modelo de negócios.

Aparentemente, a Xiaomi quer ser mais do que uma empresa de smartphones, mas uma empresa de e-commerce. É isso mesmo? Vocês já são um dos três maiores nesse segmento na China.

Nós já estamos hoje entre os 10 maiores players de e-commerce do mundo, o que é algo enorme e já estamos entre os 10 maiores. Realmente a empresa é uma empresa de e-commerce. Somos pioneiros na Ásia, e nosso negócio gira muito em torno da nossa estratégia de comércio eletrônico. E nossa estratégia de mídias sociais também tem tudo a ver, já que você conhece seus clientes pela web. Isso juntamente com as vendas online acaba criando um ciclo muito mais bem fechadinho do que varejo ou outros canais que não sejam online.

Algum plano de quanto tempo você vai passar no Brasil agora que a empresa chegou ao país?

Não tem um plano específico, a ideia é passar muito tempo no Brasil, vir sempre pra cá, principalmente no começo, nesse primeiro momento. Pretendo vir muito, mas não tem uma frequência específica, a ideia é voltar bastante. Quero dar muita atenção ao Brasil, que é um mercado muito estratégico para a gente. E eu gosto muito de ficar aqui.

Fonte: Sucesso da Xiaomi no Brasil superou expectativas, diz Hugo Barra - IDG Now!

Banco do Brasil espera concluir 1ª etapa do banco digital em 2015

Instituição financeira quer atender 5,7 milhões de clientes por agência virtual até fim de 2016
Instituição quer atender por banco virtual clientes com renda superior a R$ 4 mil
Instituição quer atender por banco virtual clientes com renda superior a R$ 4 mil O Banco do Brasil espera concluir neste ano a primeira fase do seu banco digital, um projeto que deve atingir 5,7 milhões de clientes, de acordo com Marco Antônio Mastroeni, diretor de Negócios Digitais da instituição. O projeto piloto começou em março último, em Joinville (SC), e deve ter início em Ribeirão Preto (SP), segundo o executivo, nas próximas semanas.
"Temos um projeto bastante audacioso de escritórios virtuais, no qual o gerente vai estar à disposição do cliente em um horário diferenciado, das 8 horas às 22 horas", resumiu Alexandre Abreu, presidente do BB, em palestra no CIAB 2015, evento promovido pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban).A expectativa do BB, conforme Mastroeni, é que até o final de 2016 todos os clientes do BB com renda acima de R$ 4 mil ou 5,7 milhões de correntistas já sejam atendidos por seus gerentes via canais digitais. Participam da primeira etapa do projeto piloto em Joinville 10,4 mil, sendo que 2,8 mil clientes já estão sendo atendidos. O público-alvo local do projeto, porém, é de 28,3 mil de um total de 92 mil clientes. Em Ribeirão, são 146 mil clientes, sendo que 37,2 mil são o público-alvo dos chamados escritórios de negócios."Vamos estender o atendimento digital para todo o País até o final do ano que vem", destacou o diretor do BB, em conversa com jornalistas, durante o CIAB 2015.Essa ampliação exige, segundo o executivo, uma determinada infraestrutura de dados já possível nos grandes centros, mas que ainda precisa ser pensada para as cidades mais distantes. Além disso, a migração para o universo digital, contudo, não impede o correntista, segundo o diretor do BB, de ir às agências e ser atendido também na rede física da instituição. Questionado sobre o investimento do banco mais tardio no atendimento digital quando comparado a outros grandes players, Mastroeni destacou que a estratégia do BB é atender os clientes por um conjunto de canais que eles desejarem.Atualmente, no BB, segundo Mastroeni, 94% das transações já são feitas fora das agências. Somente no mês de maio, R$ 2 bilhões em investimentos foram feitos por meio do aplicativo para celular do banco. A oferta de crédito por esse canal chegou a R$ 450 milhões neste ano, acima dos R$ 360 milhões registrados em todo o exercício de 2014, que foi de R$ 360 milhões. Ante 2013, o crescimento chega a 275%.Para 2015, o BB pretende ampliar mais a concessão de crédito pelo aplicativo no celular, ultrapassando R$ 1 bilhão, com o crédito consignado respondendo por 40% deste montante.Outras funcionalidades ainda devem ser ofertadas neste canal além de crédito, conforme ele, como, por exemplo, a venda de seguros. Além disso, o BB negocia junto a operadoras de telefonia, de acordo com Mastroeni, contratos para oferecer gratuidade no uso de dados dos clientes que utilizam o aplicativo do banco.Estadão Conteúdo
Fonte: Banco do Brasil espera concluir 1ª etapa do banco digital em 2015 - DCI

Campus Party Recife terá maratona de negócios pela primeira vez

Foto: DivulgaçãoAs inscrições já estão abertas e, quem participar, contará com mentorias, palestras, debates, oficinas, formação do SEBRAE e ainda com a ajuda do time #CPRecife4, tudo para amadurecer e acelerar o caminhar do projeto desenvolvido.O objetivo é impulsionar a indústria de TI nacional, especialmente ao estimular a criação de aplicativos e serviços úteis, convertendo ideias de empreendedores em negócios operantes no mercado. Ao todo serão 100 projetos selecionados. As inscrições podem ser feitas até o dia 13 de julho, no link.As categorias de projetos são:Maratona Empreendimento Social – Soluções inovadoras de impacto social para as camadas menos favorecidas da população.Maratona Economia Criativa – Ideias que respiram da mais pura criatividade nas mais diversas áreas imagináveis, de gastronomia a arquitetura.Maratona de Educação – Boas propostas que busquem melhorar a qualidade dos processos de educação no Brasil e no mundo.Maratona de Tecnologia/Cultura Digital – Inovações na área de tecnologia da informação, de forte base tecnológica ou envolvendo cultura/marketing digital.Maratona Cidades Inteligentes – Aqui o objetivo são sacadas para otimização de nossas cidades, com uma dezena de áreas alvo como saúde, energia, gestão de resíduos, mobilidade, turismo, entre outros.A Campus Party Recife acontece no Centro de Convenções e no Classic Hall, em Olinda, de 23 a 26 de julho.
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