Após receber uma demanda sem precedentes e notar uma movimentação de consumidores fora do normal, o vendedor de Illinois Ray Kroc (Michael Keaton) adquire uma participação nos negócios da lanchonete dos irmãos Richard e Maurice "Mac" McDonald no sul da Califórnia e, pouco a pouco eliminando os dois da rede, transforma a marca em um gigantesco império alimentício.Assista o filme completo.
O Mete A Colher conecta mulheres que precisam de apoio psicológico e jurídico
Uma em cada três brasileiras sofreram algum tipo de violência no último ano, segundo o Datafolha. A cada hora, 503 mulheres são vítimas de agressões físicas no país. Mas o pior dos dados é que, entre as mulheres que sofreram violência, 52% se calaram e tiveram que conviver sozinhas com isso. Pensando em alterar esse quadro, as pernambucanas Lhaís Rodrigues, Aline Silveira, Carolina Cani, Mariana Albuquerque, Renata Albertim e Thaísa Queiroz criaram o Mete a Colher.A plataforma que, por enquanto, só funciona no Facebook, tem o objetivo de auxiliar mulheres que estão dentro de relacionamentos abusivos e/ou passando por alguma situação de violência. De maneira colaborativa, as fundadoras realizam manualmente a tarefa de receber os relatos das vítimas e colocá-las em contato com outras mulheres, as voluntárias.As mais de 600 voluntárias cadastradas tem a função de conversar com a vítima, fornecer o apoio psicológico necessário por meio de conversas e até dar o caminho para a mesma entrar em contato com advogadas e psicólogas. “Na maioria dos casos, a pessoa não tem o apoio de ninguém. A gente consegue instrui-la e tirá-la dessa situação só por meio de conversa. Já ajudamos mais de 160 mulheres em situações de risco”, diz Lhaís.A ideia começou quando as fundadoras se conheceram durante uma edição do Startup Weekend em março de 2016. “Todas nós somos apaixonadas pela causa. Criamos a página no Facebook só como um teste e em um final de semana já tinham mais de 50 pedidos de ajuda”, lembra a empreendedora. Hoje, a página conta com quase 85 mil curtidas.
Renata e Aline já trabalham full time no projeto. Lhaís, Carolina, Mariana e Thaísa ainda trabalham em outras empresas, mas pretendem fazer do Mete a Colher a sua renda principal. E esse objetivo não está mais tão longe já que elas conseguiram arrecadar R$ 47 mil em uma campanha de financiamento coletivo na internet.Com esse dinheiro, foi desenvolvido um app que fará, automaticamente, o trabalho que elas fazem pela página do Facebook. “Quando a usuária entrar, terá quatro opções: Quero Ajudar, destinado às voluntárias; Preciso de Ajuda, para as vítimas; Conversas, para as usuárias conseguirem conversar entre si; e Serviços que vai contar com os endereços de delegacias da mulher, telefones úteis e, no futuro, contato de advogadas e psicólogas”, explica Lhaís.Até agora, o Mete a Colher não possui CNPJ então não é oficialmente uma empresa. Por isso, o projeto é puramente social. No entanto, as fundadoras já possuem até um plano desenhado para transformarem a ação em negócio. “Nossa marca é muito forte então pretendemos criar um e-commerce para vender camisetas e canecas personalizadas, queremos que advogadas e psicólogas paguem para ter seu contato anunciado no app e também desejamos fazer parcerias com grandes empresas que apoiem a causa”, diz a empreendedora.A startup foi uma das 15 finalistas da etapa brasileira da Imagine Cup, a Copa do Mundo da Computação, promovida pela Microsoft. O app Mete a Colher será lançado no segundo semestre de 2017 para iOS e Android. “Nosso objetivo é diminuir o feminicídio mostrando para as mulheres que elas não estão sozinhas”, afirma Lhaís.Fonte: PEGN
Agências de cidades pequenas do Brasil se destacam com resultados e prêmios no setor
São Paulo é o centro econômico brasileiro e o local em que estão concentradas as maiores agências de publicidade e de marketing do país. Sete das oito agências digitais destacadas na última pesquisa Agência Scope, segundo a opinião dos anunciantes, são da capital paulista e apenas uma fora do centro, em Porto Alegre (RS). As empresas lideram os rankings do estudo, que entrevistou 405 vice-presidentes, diretores e gerentes de marketing de mais de 300 empresas, em 2015.
Mas, assim como o movimento migratório nos últimos anos (IBGE), muitas agências de cidades do interior ganham espaço nacional quando o assunto é marketing digital. Cada vez mais empreendedores saem dos grandes centros e investem em qualidade de vida e custos mais acessíveis oferecidos por essas pequenas cidades. De acordo com o Índice de Cidade Empreendedoras (ICE), da Endeavor, seis dos dez municípios mais bem colocadas no índice geral não são capitais. Se, por um lado há cada vez mais desenvolvimento empresarial no interior, as agências têm novas alternativas para prospectar clientes.Muitas empresas sequer sabem das oportunidades que podem ser alcançadas a partir da prestação de serviços digitais, como o marketing digital, por exemplo. Segundo Gabriel Schuler, da Resultados Digitais, as pequenas agências do interior ou de capitais menores precisam se estruturar para atender os clientes da melhor maneira possível. “Elas acabam se diferenciando pela sua estrutura, sendo mais enxutas, mas também mais ágeis como modelo de negócio, e usam isso a seu favor. Assim, conseguem atingir clientes também de pequeno e médio porte, que muitas vezes não são o público das grandes agências nos grandes centros, mas em maior quantidade e fazendo um trabalho de relevância nacional.”Prova de que agências de pequenas cidades têm chance de se destacar nacionalmente é a AstrusWeb, do município de Erechim (RS). Por meio dos serviços prestados, a agência ampliou em 25% o aumento da receita em 2016 e obteve 25% de crescimento em novos clientes recorrentes. Isso tudo foi possível graças ao atendimento sem fronteiras característicos dessas pequenas agências, que incentivam o acordo com clientes de não atendimento presencial, um sistema de compartilhamento digital eficiente e formas mais rápidas de comunicação das entregas, como Slack, Skype e Google Hangouts, por exemplo.Por esses e outros resultados, a empresa foi vencedora do prêmio Agências de Resultados na categoria “Agência do Ano”, em 2016. A AstrusWeb recebeu o prêmio no maior evento de marketing digital e vendas da América Latina, o RD Summit, e conta com cases de sucesso relevantes. “O reconhecimento de nosso trabalho e o crescimento da agência em 2016 foi uma consequência de um processo de reestruturação que vinha acontecendo há alguns anos. Mudamos nosso posicionamento, passamos a oferecer novos serviços integrados, a nos preocupar com o resultado de nossos clientes e com o sucesso de todos que confiam em nosso trabalho. Percebemos que não há limitações geográficas que possam impedir as agências de ofertarem resultados e conquistar novos clientes, ampliando o potencial e visão de mercado”, afirma Vanderlei Carminatti, CEO da AstrusWeb.Ainda de acordo com Schuler, as pequenas agências podem competir com as grandes, desde que tenham o conhecimento necessário e foquem em propostas com resultados reais para cada cliente prestando um serviço nichado. “As pequenas e médias agências se adequam para entregar os melhores serviços e aproveitam o crescimento do setor para escalar até nacionalmente. Da mesma maneira, algumas grandes agências podem criar modelos de atendimento em escala para não perder nenhum espaço. O que vemos é que o mercado está ávido por serviços digitais cada vez melhores e é essa capacidade que todos os tipos de agências precisam mostrar aos prospects e clientes”, finaliza.Fonte: Empreendedor
TODOS OS VEÍCULOS A GASOLINA VÃO DESAPARECER EM OITO ANOS, DIZ ESTUDO
Um estudo feito por Tony Seba, um economista da Universidade de Stanford, mostrou que veículos autônomos e elétricos substituirão os carros atuais
Onibus, carros e caminhões que utilizam combustíveis fósseis serão extintos até 2025. A informação é de um estudo liderado por Tony Seba, economista da Universidade de Stanford dos Estados Unidos. A publicação diz que o mercado inteiro será substituído pelos mais eficientes carros elétricos e modelos autônomos sob demanda. Essa mudança faria despencar o preço do petróleo e poderia acabar com a indústria petrolífera mundial e prejudicar diversos países que dependem dessa commodity.O relatório "Rethinking Transportatiom 2020-2030" (Repensando os Meios de Transporte, em tradução livre) destaca que os veículos elétricos são dez vezes mais baratos que os modelos com motor a combustão, possuem um custo de combustível quase nulo e uma duração de até 1,6 milhão de quilômetros.Se a previsão do economista se comprovar, uma indústria trilionária terá que se adaptar ao novo momento ou poderá ser completamente extinta.O relatório afirma que diversas cidades devem proibir que um humano dirija um carro pelo perigo que isso representa. Os preços de carros usados despencará e será cada vez mais difícil descartar um veículo a gasolina.Países como Rússia, Nigéria, Venezuela e Arábia Saudita estarão em problemas. As grandes montadoras americanas e da Alemanha precisarão mudar o seu foco para o mercado de carros elétricos ou entrar definitivamente no mercado de serviços de mobilidade, como o Uber, segundo o Financial Post. Gigantes da tecnologia, como Google, Apple e Foxconn, estão na vanguarda desse movimento.Seba afirma que essa grande mudança no mercado de combustíveis e automóveis é motivada, principalmente, pelos avanços tecnológicos e não por questões ambientais. "Nós estamos diante de uma das disrupções mais rápidas, profundas e de maior consequência da história do transporte", disse o economista. "Veículos com motores de combustão interna entrarão em ciclo vicioso de aumento de custos".O relatório destaca que a mudança será mais radical quando os preços de carros elétricos se tornarem mais acessível e as baterias possuírem uma durabilidade maior.Seba afirma que o custo por milha dos modelos elétricos será de 6,8 centavos americanos e que o valor do seguro cairá 90%. Os americanos economizarão até US$ 5,6 mil por ano e o governo dos Estados Unidos perderá US$ 50 bilhões por ano em impostos sobre petróleo."A curva de custos mostra que até 2025 todos os novos veículos será elétricos, todos os novos ônibus, carros, tratores, vans, qualquer coisa que se mova sobre rodas será elétrico no mundo", disse Seba.O economista compara a situação da indústria automotiva com a mudança de câmeras analógicas para digitais. "Não tem competição", disse Seba. "O drive-train elétrico é muito mais poderoso. Os carros a gasolina e diesel não são capazes de competir".Fonte: PEGN
Especialistas respondem as maiores dúvidas quando se fala em comércio eletrônico. Confira e comece a empreender nesse ramo:
Empreendedora digital: o e-commerce é uma das opções preferidas dos pequenos e médios empresários (Foto/Thinkstock)
Você está começando a empreender e decidiu que seu primeiro negócio seria por meio da internet? Não está sozinho: o crescimento das receitas do comércio eletrônico no Brasil deve acelerar em 2017, segundo a consultoria Ebit. Segundo o Sebrae, mais de 70% dos empreendedores de e-commerce são pequenos ou médios.
As lojas virtuais atraem muitos empreendedores iniciantes, por fatores como não precisar investir pesado em um ponto comercial e poder vender para qualquer cliente no mundo.Porém, nada é tão simples no mundo dos empreendimentos próprios: no meio do caminho, surgem dúvidas sobre como escolher o melhor produto e organizar uma logística eficiente, apenas para dar alguns exemplos.Logística para e-commerce:Obtenha com a Mandaê um guia completo para uma gestão eficazPatrocinadoPor isso, EXAME.com falou com especialistas e elencou as principais questões (e soluções, claro) de quem pretende entrar no ramo do comércio eletrônico.Confira, a seguir, 10 respostas essenciais para quem quer abrir uma loja virtual:
1 – Tenho de criar um site para ter uma loja virtual?
Os especialistas concordam que não é necessário ter uma loja virtual para começar a operar no ramo do comércio eletrônico. É bem possível começar sem ter de investir no desenvolvimento de uma plataforma própria.“Há uma tendência muito forte de vendas em redes sociais – Facebook, Instagram e WhatsApp, por exemplo”, explica Diego Feldberg, Diretor de Produtos Digitais e Inovação da Cielo.Essas redes servirão principalmente como canais de audiência para que a vende se concretize em marketplaces, explica Bruno de Oliveira, especialista em e-commerce e criador do Ecommerce na Prática.com.“Uma postura ativa em redes atrairá um público interessado por aquilo que o empreendedor fala e, consequentemente, por aquilo que ele vende. O Facebook e o Instagram são ferramentas que devem ser usadas para gerar audiência, que então converterá em vendas no Mercado Livre, por exemplo.”
2 – Como decidir o que vender?
A decisão sobre qual produto ou serviço comercializar é, provavelmente, a mais importante na hora de criar uma loja virtual. Para escolher, Oliveira recomenda fazer um planejamento baseado em uma autoanálise das suas motivações.“Saiba em qual nicho você quer atuar, pensando em qual público você quer atender. Isso irá, eventualmente, influenciar a escolha do produto final”, aconselha o especialista.
3 – Como formar meu preço de venda?
Depois da escolha do produto, um próximo desafio é saber quanto cobrar por ele. Oliveira recomenda olhar tanto para seus fornecedores quanto para sua concorrência.“Faça pesquisa com os fornecedores e cote o preço pelos produtos que você quer vender. Ao mesmo tempo, faça um comparativo com os valores cobrados por sua concorrência. Lembre que seu produto não precisa ser o mais barato, mas é preciso ser competitivo, ao mesmo tempo.”
4 – Vendo o que muitos outros vendem. Como me diferencio?
Se você trabalha com produtos de supermercado, por exemplo, não tem muito como fugir: você acabará comercializando produtos que muitas outras lojas virtuais também oferecem. Esse é um fenômeno que Feldberg, da Cielo, chama de “commoditização” dos produtos no ambiente digital.“O ponto aí é saber como diferenciar seu site dos outros, mesmo vendendo o mesmo produto. É muito importante que você saiba qual valor seu varejo agrega ao público-alvo”, explica o diretor.“Na sua loja de refrigerantes, por exemplo, sua Coca-Cola pode chegar rápido, de forma gelada ou em grandes quantidades. Em uma loja de roupas, você pode dar dicas de lifestyle – entregando um valor além do produto tradicional. Agregue mais informação e serviços em volta do seu produto, que por si só é uma commodity.”Para Feldberg, esse é um benefício do e-commerce: um negócio pequeno pode concorrer com um grande, se você entender seu cliente e qual valor você entrega a mais para ele.
5 – Posso entregar meu site na mão da equipe de TI?
Muitos empreendedores querem entregar a administração do site na mão de uma empresa de tecnologia da informação, preocupando-se apenas com atender os clientes ou selecionar novos produtos, por exemplo. Porém, uma loja virtual não é feita apenas de tecnologia.“A partir do momento em que você assume uma loja virtual, você lida com um monte de métricas novas e precisa mudar seus processos”, afirma Feldberg, da Cielo. Por exemplo, conversão de clientes e origens de tráfego.“O projeto do site deve ficar também com a área de negócios, já que é preciso entender o comportamento dos clientes. A loja virtual pede um nível de entendimento muito mais amplo do que apenas o tecnológico, já assumido pela área de TI.”
6 – De quanto estoque eu preciso?
Outro ponto que gera muita dúvida em empreendedor é a quantidade de estoque necessária para operar uma loja virtual. Para o especialista e-commerce Oliveira, é possível abrir um negócio desses muito poucos produtos – ou até mesmo nenhum estoque.“Começar com estoque reduzido pode inclusive ser uma vantagem, pois simplifica a operação e diminui as chances de apostar em muitos produtos diferentes, que depois não tenham demanda”, afirma. ” Indico que, após escolher o nicho em que irá atuar, o empreendedor defina um produto inovador e com alta procura para ser seu carro-chefe”.Os outros produtos podem ter um estoque “terceirizado”: é possível trabalhar com a pronta entrega do fornecedor, por exemplo. Quando uma venda é feita, o lojista virtual procura esse fornecedor, faz a compra e envia o produto para o cliente.A negociação a prazo é outra opção para um e-commerce sem estoque. “Nesse modelo, o lojista adquire certa quantidade de produtos e só paga o fornecedor dali a 30 ou 40 dias. Assim, ele ‘trabalha’ com o dinheiro do parceiro e ganha tempo para vender os itens que foram comprados.”
7 – Como gerar visitas para minha loja virtual?
Não basta criar uma loja virtual: é preciso trabalhar para atrair visitantes ao seu site – e transformá-los em clientes. Para isso, há várias estratégias, afirma Oliveira.“Para começo de conversa, sempre digo que é preciso cuidar da sua marca e criar uma ‘causa’ em torno dela. Há alguns caminhos para isso, como oferecer conteúdo de valor, publicando posts e gravando vídeos com dicas nos seus canais nas redes sociais; enviar e-mails com periodicidade; oferecer cupons de desconto para quem trouxer um amigo para a loja; enviar lembretes sobre produtos adicionados ao carrinho que não foram comprados, sobre alertas de promoções ou sobre itens que não estavam disponíveis na loja, mas agora já estão.”
8 – Como funciona a logística?
A logística é essencial para todo e-commerce: sem fazer boas entregas, uma loja virtual não sobrevive por muito tempo.Segundo Oliveira, nove em cada dez lojas virtuais trabalham com os Correios: a grande maioria das lojas virtuais têm produtos adequados para envio por essa opção.“Recomendo que você comece com o PAC, que é a encomenda normal dos Correios, e o Sedex, que é o serviço expresso. Não se prenda ao contrato com os Correios para começar a operação da sua loja virtual. Como o volume será baixo no início, você ainda não precisará se preocupar com isso”, afirma.“Já quando alcançar um volume maior de envios, o contrato com os Correios será inevitável para seu e-commerce, pois irá baratear o seu frete, além de disponibilizar o e-Sedex, dependendo da sua localidade.”O e-Sedex, diz o especialista, é uma modalidade própria para lojas virtuais. Por meio dela, o custo é muito mais baixo e o prazo de entrega é o mesmo.
9 – Eu tenho que já começar sendo global para me dar bem?
Segundo Feldberg, da Cielo, ter uma loja virtual que atende o mundo todo não é tão simples quanto parece.“Os cartões internacionais possuem um índice de fraude mais alto, o que já pede ferramentas mais desenvolvidas de análise de risco”, pontua. “Além disso, é preciso conhecer protocolos de exportação e importação para cada país relacionado.”O diretor recomenda olhar para o Brasil todo, antes de pensar em internacionalização. “Atender o mercado nacional de forma completa já aumenta muito o escopo de vendas e relacionamentos dos nossos clientes. O fato de ser global é menos relevante para o empreendedor inicial, por ser algo bem mais complexo.”
10 – Como lidar com trocas e devoluções?
Por fim, um último ponto que gera dúvidas em muitos futuros empreendedores digitais é a política de entrega, troca e devolução no comércio eletrônico.Essas políticas devem ficar muito claras para o consumidor. “Exponha suas políticas de forma clara, defina prazos e estabeleça quem deve pagar o frete em caso de devolução ou troca. Tudo isso precisa estar 100% claro para o cliente”, alerta Oliveira.Além disso, o especialista recomenda investir nos canais de atendimento ao consumidor – como chat online no site, Instagram, Messenger e WhatsApp -, que devem ser ágeis e eficientes. “É fundamental oferecer um bom atendimento aos compradores, antes, durante e após as vendas.”Fonte: Exame
Inteligência Artificial, estreia a nova temporada querendo saber qual é o impacto que essa tecnologia terá no mercado de trabalho."Não existe uma definição para inteligência artificial (IA), mas várias. Basicamente, IA é fazer com que os computadores pensem como os seres humanos ou que sejam tão inteligentes quanto o homem", explica Marcelo Módolo, professor de Sistemas de Informação da Universidade Metodista de São Paulo. Assim, o objetivo final das pesquisas sobre esse tema é conseguir desenvolver uma máquina que possa simular algumas habilidades humanas e que os substitua em algumas atividades.Assista o vídeo:https://youtu.be/lZD1RJTwjXgFonte: Mundo SA
Uma reflexão sobre as mudanças recentes na mentalidade do consumidor e do setor
Com consumidores em busca de uma vida mais saudável, o mercado assistiu a uma explosão de novos negócios que oferecem soluções diversas para esse público. São empresas que vendem desde alimentos orgânicos produzidos dentro de uma cadeia sustentável e ecológica até maneiras de dar vazão às frutas e verduras que estão prestes a estregar nas gôndolas dos supermercados.A tangente que conecta inovação ao setor de alimentação foi um dos temas discutidos durante um evento promovido em São Paulo, no início de maio, pela organização sem fins lucrativosHello Tomorrow, que apoia iniciativas que tornem a indústria de alimentos menos danosa ao planeta.O fórum “A Comida do Amanhã” reuniu especialistas e empreendedores num momento em que grandes empresas começam a se voltar para a questão do futuro da alimentação. A preocupação vem tanto por conta de uma demanda do mercado, já que o consumidor está mais preocupado com a origem daquilo que come, como por causa do futuro da indústria, que precisa garantir a preservação dos meios naturais para sobreviver.“Da maneira que está, a indústria de alimentos é insustentável”, diz a professora da Fundação Getúlio Vargas e especialista em inovação, Luciana Hashiba. Para ela, a nova mentalidade de clientes e empresas a respeito da comida é – e tem de ser – definitiva. E a inovação é parte importante na criação de soluções que supram a demanda dos consumidores e as necessidades do meio ambiente.“A inovação não diz respeito apenas a novas tecnologias. Inovação é uma nova maneira de pensar, de encarar um problema”, afirma.As inovações de novos negócios dentro do setor vem chamando a atenção de empresas, como o Carrefour. Durante o evento realizado pelo Hello Tomorrow, a varejista realizou um desafio para startups que oferecessem novos produtos, serviços e soluções que pudessem ser implementados em sua rede.A empresa Mel de Cacau, uma das finalistas, por exemplo, é capaz de aproveitar a parte do cacau que não é utilizada na produção de chocolates para produzir suco. Outro negócio, a CBA Sementes, ganhador da competição, encontrou uma maneira de produzir sementes de batata de qualidade, reduzindo o consumo de água em 98% e sem precisar de terra, tudo por meio de uma técnica chamada aeroponia – os vegetais, são, literalmente, cultivados no ar.São ideias de empreendedores que têm poder para mudar toda a indústria de alimentação. Outros já estão mudando. David Ralitera, fundador da Fazenda Santa Adelaide, e Valter Ziantoni, da Fazenda da Toca, se dedicam à produção alimentos orgânicos, de maneira sustentável e promovem um verdadeiro movimento para modificar a mentalidade a respeito de tudo o que se entende como a indústria de alimentos. A seguir, você confere a história deles:Fazenda Santa Adelaide
A Fazenda Santa Adelaide Orgânicos nasceu em 2010 com a proposta de oferecer alimentos orgânicos, frescos e da estação a um preço acessível. Saiba mais sobre a história desta empresa. Toca Orgânicos
Laboratório de inovação criado dentro da Fazenda Da Toca para pesquisar e desenvolver técnicas inspiradas no cultivo agroflorestal.Clique e saiba mais sobre a propriedade. Fonte: PEGN
Apenas nos EUA, onde metade dos estados do país descriminalizaram o uso, há centenas de startups e empresários lucrando com negócios relacionados à cannabis. Entre as inúmeras indústrias que se beneficiam deste novo ramo estão as de embalagens, farmacêutica, têxtil e de cosméticos.https://youtu.be/MqBD_2SBGoEFonte: Mundo SA
Os apps a seguir podem ajudar bastante quem ainda está engatinhando nesse caminho do planejamento simultâneo do dia a dia do negócio e da vida pessoal
Aplicativos: O Evernote e o Slack estão entre os preferidos dos empreendedores (diego_cervo/Thinkstock)
Qualquer empreendedor de sucesso nem pensa duas vezes na hora de dar o conselho: organize sua rotina. Só assim é possível dar conta de tantas tarefas que dependem só de você.Para isso, os 10 aplicativos gratuitos a seguir podem ajudar bastante quem ainda está engatinhando nesse caminho do planejamento simultâneo do dia a dia do negócio e da vida pessoal. Todas as dicas foram sugeridas por empreendedores bem-sucedidos.
1) Evernote
O Evernote serve para fazer listas de tarefas, anotar lembretes ou tirar fotos de esboços. “A ferramenta me permite substituir o papel e manter todas as minhas anotações atualizadas e presentes em todos os meus dispositivos”, conta o CEO e fundador da Singu, Tallis Gomes.Para a empreendedora da Guten Educação e Tecnologia, Danielle Brants, o app funciona para manter as anotações organizadas durante reuniões.“Você pode deixar tudo separado por cadernos, evitando misturar vida pessoal e profissional”, sugere o CEO da Samba Tech, Gustavo Caetano.O app está disponível para sistemas Android e iOS.
2) Slack
O Slack é um app de comunicação de equipes que permite centralizar as conversas por mensagem de texto, vídeo, voz e documentos.“Uso o aplicativo porque permite uma comunicação bem mais direta do que o e-mail dentro da empresa. As pessoas perdem menos tempo escrevendo”, recomenda o CEO e fundador do Me Salva!, Miguel Andorffy.O diretor da consultoria ADF Soluções e sócio do RED Buteco de Vinhos, Daniel Lage, usa o Slack para se comunicar com os times ou individualmente com os membros de cada empresa. “Pode parecer igual a criar grupos no WhatsApp, porém o Slack traz a segurança da plataforma e as funcionalidades que garantem maior usabilidade para as nossas atividades”, explica.O app está disponível somente em inglês, para sistemas Android e iOS.
3) Trello
O Trello ajuda a gerenciar projetos em listas e pode ser usado individualmente ou para trabalhos em equipe. “É o meu organizador de tarefas, eventos e projetos preferido por ser bastante dinâmico e funcional”, diz o sócio diretor da Agência Campana, Bruno Granatto.O CEO da upLexis, Eduardo Tardelli, acompanha pelo app o percentual de conclusão de cada atividade planejada.Na Master House Manutenções e Reformas, o app foi essencial para o aumento da produtividade na empresa. “Por meio dele, é possível verificar o responsável, o orçamento, o andamento de cada projeto e o prazo de término de projetos”, relata o diretor e fundador do negócio, Allan Comploier.O app está disponível para sistemas Android e iOS.
4) Pocket
O Pocket é um aplicativo de leitura que cria uma versão offline de artigos para você ler onde quiser. “Minha produtividade aumentou muito. Toda vez que estou trabalhando e vejo um texto legal, em vez de parar para ler, guardo para outro momento mais propício”, conta o CEO da Samba Tech, Gustavo Caetano.O sócio da agência de publicidade NBS André Lima usa o Pocket para acumular links com tendências e visões de futuro do negócio.O app está disponível para sistemas Android e iOS.
5) Wunderlist
O Wunderlist serve para organizar tarefas diárias, receber lembretes de compromissos e compartilhar o seu planejamento. O sócio fundador do Grupo VA, Vinicius Almeida, usa o aplicativo para gerenciar as próprias tarefas e o planejamento da empresa.“O Wunderlist é extremamente fácil de usar. Ele funciona em qualquer dispositivo e posso adicionar tarefas pelo app, direto no browser ou por e-mail”, comenta o CEO do WeSeek Food, Felipe Nogueira.O app está disponível para sistemas Android e iOS.
6) Dropbox
O Dropbox é um serviço de armazenamento de arquivos em nuvem, que permite manter vários arquivos com fácil acesso online, a partir de qualquer local ou horário.“Eu e minha equipe conseguimos manter todos os documentos de trabalho atualizados e sincronizados, disponíveis a partir de qualquer computador, tablet ou celular”, explica o empreendedor do Los Paleteros, Gean Francesco Derosso Chu.O diretor da ACTE Sports, David Kamkhagi, usa o Dropbox para compartilhar a edição dos arquivos com outros funcionários da empresa.O app está disponível para sistemas Android e iOS.
7) Asana
O Asana é útil para empresas que trabalham com muitos projetos e precisam organizar as pautas.“Conseguimos acessar as nossas demandas de qualquer lugar e gerenciar nossa carteira de clientes”, diz a diretora da unidade de São Paulo do Grupo Soares Pereira & Papera, Mércia Machado Vergili. Segundo ela, a interface funcional e limpa facilita o manuseio do aplicativo.O app está disponível somente em inglês, para sistemas Android e iOS.
8) MindMeister
O MindMeister serve para organizar ideias por meio de um diagrama chamado de mapa mental. “A aplicativo conta com uma série de recursos visuais para facilitar a organização das ideias”, explica o sócio diretor da Agência Campana, Bruno Granato. O MindMeister também disponibiliza um chat para a equipe debater ideias em tempo real.O app está disponível para sistemas Android e iOS, somente em inglês.
9) MeisterTask
O MeisterTask é outro aplicativo de gestão de projetos e tarefas. Na franquia Next Academy, o app facilita o fluxo de informações para equipes da empresa de outras cidades e permite organizar as tarefas por prioridades.O app está disponível para sistemas Android e iOS, somente em inglês.
10) Remember The Milk
O Remember de Milk é mais um app engraçadinho para se lembrar das principais tarefas do dia. Para a presidente do Grupo Sóbrancelhas, Luzia Costa, o aplicativo é útil pelos avisos sonoros e alertas, para se lembrar de reuniões com franqueados e fornecedores, além de atividades internas da empresa e atividades pessoais.O app está disponível para sistemas Android e iOS.Fonte: Exame
Está cada vez mais em alta o conceito de economia compartilhada. Seguindo essa linha, que atrai cada vez mais seguidores, surgiu a BoBags
Bel Braga, fundadora da startup BoBags: tudo começou com as bolsas da própria empreendedora (BoBags/Startupi/Reprodução)
Está cada vez mais em alta o conceito de economia compartilhada. Empresas como Uber e Airbnb são a prova de que a cada dia que passa o consumidor preza mais pela contratação de serviços prestados com qualidade, não necessariamente pela aquisição do produto utilizado.Seguindo essa linha, que atrai cada vez mais seguidores, surgiu a BoBags. A empresa é um site de aluguel, compra e venda de bolsas que surgiu “para ser uma extensão do closet das mulheres, partindo do conceito de um amplo armário de acessórios que proporcione tantos estilos quanto a criatividade feminina permitir”, diz a startup.Em entrevista ao Startupi, Bel Braga, fundadora da startup, diz que quando idealizou a plataforma, em 2009, os conceitos de consumo consciente e economia compartilhada ainda não eram foco no mercado, e produtos de segunda mão ainda sofriam um certo preconceito.“Mas eu sabia que em algum momento futuro o negócio iria fazer sentido. Imaginava uma realidade com mulheres compartilhando seus closets, usando melhor o que ja possuíam e sempre achei que bolsas e acessórios eram o caminho mais natural”, explica.Até 2013, o site funcionava como um hobby para a empreendedora, que anunciava suas próprias bolsas na plataforma.“Falava com as clientes, anotava cada feedback, respondia e-mails a noite ou em qualquer momento livre que eu tinha. Considero esse período fundamental para o negócio hoje. Aprendi muito ali, errei em um formato onde ainda era permitido errar. Acho que errar na hora certa é fundamental. Hoje quem começa um negócio desses não pode mais errar.”
Vale do Silício e investimento
Quando percebeu que startups de economia compartilhada estavam ocupando seus espaços e se tornando febre em usuários, ela largou tudo e foi para o Vale do Silício.Bel conta que, junto com o marido, foi para Stanford fazer cursos de programação e liderança e até entrou para uma aceleradora, a Women Startup Lab.Também no Brasil:No Superlógica Xperience 2017, você conhece as inovações ideais para seu negócioPatrocinadoLá, a empreendedora teve como mentores a Fran Maier, uma das fundadoras do Match.com, toda quarta-feira tinha aula de pitching com o Bill Joos, cofundador da Garage Ventures junto com o Guy Kawasaki.“O próprio Guy me deu feedback sobre meu pitch e meu negócio. Conheci mulheres incríveis como a Heidi Rozen e anotava cada pedacinho de conselho. Voltava pra casa e testava, pensava e avaliava”, diz.De volta ao Brasil, a empresa cresceu e ganhou corpo. Agora, a BoBags anuncia um aporte de 125 mil reais realizado pela MIA – Mulheres Investidoras Anjo.“Geramos um ROIC de 88% ao ano para nossos investidores. Foi um movimento inicial de ramp up e agora estamos prontos para escalar e atingir uma grande aceleração de crescimento com rentabilidade e geração de caixa”, explica Bel.
Planos e dicas
A BoBags abriu uma filial em São Paulo e hoje, junto com a base do Rio de Janeiro, atende mulheres de todo o Brasil.A startup também lançou um serviço de entrega expressa para atender mulheres dessas duas cidades que tenham um evento e última hora e precisem dos produtos com rapidez.O acervo da plataforma também cresceu e o marketplace foi lançado. Hoje, 10% do acervo da startup não é próprio.“No primeiro mês de operação já temos clientes que tiveram R$ 400,00 de rendimento com bolsas que estariam paradas em seus armários”, explica.E, para as startups que também trabalham com economia compartilhada, quais as dicas para buscar investimento?“A minha principal dica é não ir apenas atras do dinheiro. Parece óbvio, mas não é. Busque investidores que possam contribuir com seu negocio, trazendo ideias, desafiando, criando pontes. Outra dica que aprendi é não ter ilusões de que você deve perseguir enormes valores de captação se não houver necessidade”, diz Bel.“Quanto maior a captação, maior a necessidade de entregar resultados e retornos. Buscamos crescer com consistência, respeitando conceitos de rentabilidade, controle de custos e responsabilidade gerencial.”Por outro lado, a empreendedora ressalta que também é importante que a empresa não deixe o crescimento engessar suas operações. É importante ficar atento para não burocratizar o negócio e, assim perder a agilidade de uma startup.“Tem uma frase do Victor Hugo que gosto muito: ‘nada mais poderoso do que uma ideia cujo tempo chegou’. Tem tudo a ver com o nosso momento”, finaliza Bel.Fonte: Exame