Negócio que devolve dinheiro a cada compra chega a São Paulo

O serviço de “cashback” Méliuz foi criado em 2011. Hoje, a startup já devolveu cerca de 28 milhões de reais aos seus mais de dois milhões de usuários

Como você avaliaria os programas de fidelização que suas lojas preferidas praticam? Se você é como os empreendedores Israel Salmen e Ofli Guimarães, provavelmente está muito insatisfeito com os benefícios prometidos.“Nós juntávamos vários pontos. No fim, ou eles expiravam ou não conseguíamos trocar por nada de bom”, conta Salmen. Então, veio a ideia de criar um programa de fidelização melhor. Como? Devolvendo dinheiro para o próprio comprador. Saiba mais: conheça com a Mandaê um poderoso meio de aquisição de clientes Patrocinado Assim nasceu o Méliuz, em Belo Horizonte: um serviço que devolve uma parte do dinheiro gasto em compras. A startup de cashback foi criada em 2011 e passou por uma aceleração no conhecido Start-Up Chile. Também recebeu investimento de pessoas como Fabrice Grinda, fundador da OLX, e de fundos como Lumia Capital e Monashees.O negócio informa já ter devolvido mais de 28 milhões de reais para seus mais de dois milhões de usuários cadastrados. E, agora, acaba de chegar ao estado de São Paulo.

Como funciona?

No começo, a Méliuz estava focada apenas na devolução de dinheiro em compras online, por meio de parcerias com e-commerces.O usuário se cadastra, busca lojas virtuais de sua preferência e ofertas, ativa a opção de cashback e realiza a compra. Assim que o pedido for confirmado pelo e-commerce, o usuário pode acompanhar seu extrato de dinheiro a receber pelo aplicativo ou site do Méliuz. Quando juntar 20 reais ou mais, é possível pedir o depósito gratuito em uma conta bancária de escolha.O cashback oferecido pelo Méliuz não é desconto nem crédito, mas sim dinheiro devolvido diretamente ao consumidor, para gastar em qualquer finalidade. O benefício não possui prazo de expiração.Depois da experiência no mundo virtual, a startup rodou pilotos físicos em cidades pequenas do estado de Minas Gerais. “Com clientes satisfeitos, começamos a lançar em outras praças, como Belo Horizonte. Agora, chegamos a São Paulo. O plano é, no próximo mês, lançarmos em locais como Brasília, Goiânia, Porto Alegre e Rio de Janeiro.”Nas lojas físicas, o procedimento é diferente: o usuário deve pedir a máquina de débito e crédito do Méliuz ao fazer o pagamento. O pagamento é feito normalmente e, ao final do procedimento, é preciso digitar o número de celular. Com isso, o saldo de dinheiro a ser devolvido vai direto para o extrato do usuário, no app e no site. Novamente, será possível pedir o depósito ao acumular no mínimo 20 reais em créditos.Para o usuário, todo o processo é gratuito – não são cobradas taxas de transferência do dinheiro, por exemplo. É preciso ter uma conta no banco para realizar o depósito.O valor que o usuário receberá de cashback depende da empresa da qual ele comprou os produtos. Hoje, há duas mil lojas parceiras no e-commerce, como Azul, GOL, Netshoes, Submarino e Walmart. No mundo físico, há outros dois mil estabelecimentos.“Temos várias categorias diferentes de parceiros, então não há uma porcentagem de devolução fixa. Na maioria das lojas online, ela é de 5%; nas físicas, de 10 a 15%. Temos grandes campanhas em que algumas lojas até dão 100% de cashback, como estratégia para o cliente conhecer o negócio”, diz Salmen. O usuário pode ver no aplicativo e no site a porcentagem de dinheiro devolvida em cada parceiro e as promoções de cashback em evidência.As lojas pagam para anunciarem na startup, por meio da cobrança de uma porcentagem sobre cada compra feita por meio do Méliuz (no site ou na maquininha). Metade do valor fica com a startup, enquanto a outra é repartida com os usuários que realizaram compras em cada estabelecimento, na porcentagem de cashback definida por cada anunciante.“O Méliuz tem uma escala nacional hoje, com grande volume de vendas. A loja virtual enxerga o Méliuz como um grande canal de vendas, até com mais usuários do que alguns marketplaces. É uma estratégia para tanto buscar clientes novos quanto para fidelizar clientes velhos”, diz Salmen. “No mundo físico, o estabelecimento tem como benefício encher a loja em dias menos movimentados, por meio do cashback.”
Ofli Guimarães e Israel Salmen, do Méliuz

Ofli Guimarães e Israel Salmen, do Méliuz: startup nasceu em 2011, em Belo Horizonte (MG) (Méliuz)

Planos

O Méliuz pretende fazer tanto sucesso no mundo físico quanto o obtido online. Para isso, irá investir mais de 80 milhões de reais na expansão do negócio em 2017.O plano é finalizar a implantação do sistema de cashback em mais de 10 mil parceiros até o fim do primeiro semestre do ano.Fonte: Exame

Aplicativo desenvolvido em Santa Catarina facilita vida de motoristas

Muitas vezes essa infração gravíssima (que gera sete pontos da carteira, multa de R$ 293,47 e apreensão do automóvel) ocorre por simples esquecimento. Mas uma nova tecnologia desenvolvida tanto para acesso em site quanto para dispositivos móveis foi criada no Estado e está operando efetivamente desde janeiro como ferramenta para contribuir com os motoristas.A plataformcriada em 2016 e chamada Emplacaí funciona nos sistemas Android e IOS e compila as informações referentes ao veículo, como data de vencimento do licenciamento, notificação de infração de trânsito e até o período de renovação da carteira de motorista.É uma ferramenta para facilitar a vida. De maneira gratuita o proprietário poderá ter acesso às informações on-line. Só pagará se utilizar o serviço de renovação do documento do carro/motocicleta via aplicativo para receber em casa.Ainda assim terá a possibilidade de parcelamento em até 12 vezes.“Intermediamos o processo para a renovação do licenciamento do veículo, oferecendo a opção de pagamento on-line para débitos como IPVA, licenciamento, renovação da guia CRLV, seguro DPVAT e infrações”, esclarece CEO da startup, Elizandro SchrammO Emplacaí está trabalhando com parceiros em diferentes cidades catarinenses para aumentar a cobertura de entrega de documentos do aplicativo para o Estado inteiro.“Nosso objetivo para este ano é ampliar os nossos parceiros alcançando todas as regiões de Santa Catarina, para que possamos juntos oferecer um serviço diferenciado com mais conforto, comodidade e qualidade aos catarinenses” explica Schramm.O app possibilita uma espécie de agenda e auxilia a lembrar de datas de pagamentos e outras informações importantes para manter a situação do motorista e do veículo regular. “De uma maneira geral, unifica as informações e simplifica a vida dos motoristas”, revela Schramm.Atenção às consequências do licenciamento vencido- Infração gravíssima que resulta em sete pontos na carteira e multa de R$ 293,47- Carro apreendido- Tem que pagar o guincho, as diárias do pátio e se ficar mais de 90 dias perde o veículoAs facilidades do aplicativo Emplacaí- Consulta dos débitos e avisos sobre o vencimento do licenciamento do veículo, bem como os impostos veiculares- Em caso de multa, o Emplacaí avisa quando estiver próximo do vencimento- Pelo aplicativo, o motorista informa a data de vencimento da CNH e o Emplacaí avisa quando ela estiver vencendo- Aproximação dos motoristas catarinenses com o departamento de trânsito sem sair de casa- Facilidade de pagamento dos débitos totalmente on-line e em várias condições- A plataforma informa os valores e taxas que devem ser pagos para manter o veículo em dia- Gera conteúdo sobre as novidades do trânsitoFonte: Noticenter

Para este bilionário, é hora de investir nas startups do Brasil

O megainvestidor Tim Draper já aportou em negócios como Hotmail, Skype e Tesla. Agora, procura oportunidades em terras brasileiras

Você talvez não conheça Tim Draper de nome. Mas deve acompanhar alguns negócios nos quais o investidor aportou: Baidu, Foursquare, SolarCity, SpaceX, Tesla, Twitter e Tumblr são apenas alguns deles.Tim Draper começou sua carreira investidora em 1985, ao criar o fundo Draper Fisher Juvertson. Desde então, vem construindo seu portfólio de investimentos. A parte de negócios iniciais da DFJ, conhecida como Draper Venture Network, já realizou mais de 450 investimentos em mais de 60 cidades.Desses aportes, 24 resultariam em startups “unicórnios” – empreendimentos avaliados em mais de um bilhão de dólares (na cotação atual, 3,15 bilhões de reais).Draper também acumulou outras apostas excêntricas ao longo de sua carreira: ele ganhou um leilão de 30 mil bitcoins do site ilegal de drogas Silk Road; lançou um projeto para dividir a Califórnia em seis estados; e inaugurou uma escola para empreendedores promissores inspirando-se nas séries Harry Potter e X-Men.Hoje, a Draper Venture Network administra atualmente o equivalente a cerca de 1,6 bilhão de dólares em negócios. A fortuna de Tim Draper é avaliada em mais de um bilhão de dólares.A nova aposta do megainvestidor está na América Latina: ele criou uma nova rede de investimento, chamada Draper Venture Network Beta, apenas para startups em estágio inicial da região. No Brasil, a DVN Beta fez uma parceria com a aceleradora ACE, com sede em São Paulo, permitindo que negócios inovadores nacionais possam ter acesso a investidores globais.EXAME.com conversou por telefone com Tim Draper e Gabe Turner, um dos diretores da Draper Venture Network, para saber mais sobre o ecossistema empreendedor brasileiro e sobre as oportunidades de investimento durante uma recessão econômica.Confira, a seguir, os principais trechos da entrevista:EXAME.com – Você poderia começar falando um pouco do seu histórico como investidor de startups?Tim Draper – Eu estou há 30 anos nesse mercado. É algo que vem de família: meu avô era um investidor, e meu pai também era um investidor. Nós fundamos algumas empresas muito interessantes quando elas ainda estavam no começo, como Hotmail, Skype e Tesla. Nós também aportamos em quase 30 unicórnios ao longo desses 30 anos.Tenho no meu sangue essa coisa de investidor, e me comprometi com a missão de espalhar o empreendedorismo e o investimento em empreendimentos de risco pelo mundo. Eu realmente me satisfiz com os resultados que obtive, e estamos animados com a Draper Venture Network Beta, que é a forma que encontramos para continuá-la. Saiba mais: veja com a Mandaê 5 lições de empreendedorismo que você só aprende do jeito difícil Patrocinado EXAME.com – Qual a missão da Draper Venture Network Beta, de forma mais detalhada?Tim Draper – A Draper Venture Network possui vários programas, que reúnem vários investidores de todo o mundo. Nós compartilhamos as melhores informações e práticas, e com isso passamos a entender como muitos mercados funcionam – ou seja, a forma que suas startups operam e quais setores são os mais fortes.Então, quando vimos a oportunidade de fazer uma grande diferença nesse mundo do empreendedorismo, criamos a Draper Venture Network Beta e começamos a visitar lugares promissores para criar ecossistemas. A grande ideia é que eles possam se tornar tão extraordinário quanto o Vale do Silício.Gabe Turner – De forma mais prática, o propósito da DVN Beta é conectar fundos americanos com fundos de qualquer parte do mundo, compartilhando acordos de investimento e expertises. Nós não teremos um programa de aceleração, incubação ou investimento, e sim mostraremos as melhores oportunidades por meio de nossos parceiros, como a ACE no caso do Brasil.
Nós achamos que é um dos melhores momentos para ir ao Brasil e criar um ecossistema empreendedor. (…) Um país de turbulência política é uma ótima oportunidade para quem quer testar novas ideias e não ser esmagado pelas regulações. Assim, o país pode dar grandes saltos de progresso.Tim Draper, megainvestidor
EXAME.com – Qual a percepção da DVN Beta sobre o mercado de startups brasileiro? Vocês veem oportunidades de investimento? Em quais setores?Tim Draper – Temos visto uma onda de empreendedores brasileiros que tentam fazer algo interessante acontecer. O Brasil se tornou um lugar quente para o empreendedorismo e é um exemplo do que acontece em diversas partes do mundo: com dificuldades econômicas, entraves governamentais e problemas em geral, o empreendedorismo floresce.Os brasileiros sentem que, se o sistema não está trabalhando para eles, é preciso criar algo novo. É a partir daí que surgem os melhores empreendedores. Nós achamos que é um dos melhores momentos para ir ao Brasil e criar um ecossistema empreendedor.Gabe Turner – Nos últimos anos, nós conversamos com entidades como Endeavor e Silicon Valley Bank. O que nos surpreendeu é que, apesar das dificuldades econômicas dos últimos anos, o empreendedorismo floresceu e está florescendo.As grandes empresas procuram otimizar custos, o que envolve tecnologia, e seus fundadores falaram conosco que o país estava em péssimo estado. Mas, quando mostraram seus números, eles estavam indo razoavelmente bem em termos de crescimento. Nós concluímos que é um bom sinal essas empresas estarem indo bem mesmo durante uma recessão. Quando a economia realmente virar, essas companhias serão igualmente propulsionadas.EXAME.com – Então, tempos de crise econômica são os melhores para criar novas ideias?Tim Draper – O Brasil está passando por uma situação financeira complicada, e as pessoas começam a perder confiança no governo, na sua moeda, nos seus negócios. Um país de turbulência política é uma ótima oportunidade para quem quer testar novas ideias e não ser esmagado pelas regulações. Assim, o país pode dar grandes saltos de progresso.Já estivemos na China, por exemplo, e percebemos como algumas regiões passaram de não ter comunicação telefônica para os smartphones, sem passar pela época de cabeamento e telefones fixos. Acho que o Brasil pode ter uma atitude similar.Enquanto isso, nos Estados Unidos, se alguém lançar uma empresa de drones, vai ter de passar por reclamações de vizinhos, negociações com aeroportos e toda uma série de regulações por conta de sua grande estabilidade.Em tempos de crise, as pessoas também possuem uma mente mais aberta: quando as pessoas possuem um emprego estável, as mentes se fecham e não há o desejo de experimentar novos produtos. Afinal, tudo funciona e os consumidores estão bem. Isso dificulta o trabalho do empreendedor e pode gerar estagnação.Fonte: Exame

Embraer anuncia parceria com Uber para "carro voador"

A meta é que os primeiros voos experimentais do Uber Elevate ocorram em 2020, com a operação comercial prevista para 2023

Esboço do Uber Elevate. A Embraer está trabalhando em conjunto com o app de mobilidade (Foto: Divulgação)
Embraer vai entrar na corrida para desenvolver "carros voadores", como estão sendo chamados os pequenos veículos elétricos que decolam e aterrissam verticalmente e fazem deslocamentos urbanos curtos.O projeto, anunciado nos Estados Unidos, será feito em parceria com o aplicativo de carona paga Uber. A meta é que os primeiros voos experimentais ocorram em 2020, com a operação comercial prevista para 2023.
Entre as grandes fabricantes de aviões do mundo, a Airbus também trabalha em pesquisas na área. A empresa brasileira pretende criar todo o projeto da aeronave, fabricá-la e ficar responsável pela manutenção, além do controle aéreo.
O Uber ficará responsável pelo sistema que receberá os pedidos de deslocamento dos passageiros. "Eles têm a demanda. Esse é o ponto forte deles", disse ao Estado o presidente da Embraer, Paulo Cesar de Souza e Silva.O modelo da aeronave ainda não foi definido. Enquanto algumas startups analisam construir veículos autônomos, com tecnologias semelhantes à empregada nos drones, a Embraer deve apostar em um sistema com piloto. "(O sistema) deverá funcionar com vários hubs (terminais de conexão) na cidade, de onde será possível decolar. O veículo será elétrico e com baixa emissão de ruído e de gases poluentes", destaca Silva.De acordo com o executivo, aeronaves elétricas, ou ao menos híbridas, são uma das tendências da aviação. Ele admite que a companhia precisa "entender melhor" a tecnologia.Por enquanto, o valor investido no projeto pela Embraer não é significativo - inicialmente, serão feitos apenas os desenhos da aeronave e definidos os requisitos delas, segundo o executivo.Para ele, o programa abre a perspectiva de um novo negócio para a Embraer, que tem como vantagem ante as startups o fato de poder fabricar aeronaves em série e o conhecimento no setor aéreo.Preço.O Uber anunciou a intenção de incluir aeronaves em seu serviço de carona paga em outubro do ano passado. Na época, a empresa estimou que, no longo prazo, uma viagem do gênero entre São Paulo e Campinas poderia custar US$ 24 (cerca de R$ 75), valor inferior ao cobrado pela empresa para realizar o mesmo deslocamento de carro.Batizado de Uber Elevate, o projeto, porém, deverá enfrentar entraves regulatórios e técnicos, como a duração da bateria das aeronaves. Além da Embraer, a companhia americana fechou parceria com outras empresas - Aurora Flight Sciences (americana de drones e helicópteros), Pipistrel Aircraft (fabricante de aviões de pequeno porte da Eslovênia), Mooney (também de aviões) e Bell Helicopter (de helicópteros militares) - para desenvolver a nova modalidade do serviço.A brasileira, entretanto, é a de maior porte.O Uber também vem realizando testes de carros autônomos nos Estados Unidos. As pesquisas nesse segmento, no entanto, são feitas por engenheiros da própria empresa.Fonte: PEGN

Pegcar - Alugue seu carro parado na garagem

O Pegcar realiza 200 aluguéis por mês e movimentou R$ 300 mil em 2016

Peg Car, Locação, Carro, Bruno, Conrado (Foto: Thiago Gimenes/Divulgação)
Muitas pessoas não têm carro, mas gostariam de ter em alguns dias. Por outro lado, outras pessoas têm carro e o veículo acaba parado na garagem o tempo todo. Foi para satisfazer essas duas parcelas que surgiu o Pegcar, um serviço que permite a locação de carros. O proprietário do veículo pode anunciá-lo; e, quem estiver interessado em alugá-lo por determinado período, pode realizar por meio do site.Com apenas 26 anos, Conrado Ramires e Bruno Hacad são as cabeças por trás da empresa. Depois de terem se formado juntos em Administração de empresas na Fundação Getúlio Vargas (FGV) em São Paulo, os dois trabalharam por três anos no mercado financeiro antes de abrirem seu próprio negócio. “Sempre achamos que a tendência ia ser economia compartilhada e resolvemos investir nisso”, diz Conrado.A ideia surgiu no final de 2014 e foi só outubro de 2015 que o negócio começou a funcionar. Isso aconteceu porque existiam muitos obstáculos que impediam o funcionamento do Pegcar. O maior deles era a relação com as seguradoras. A apólice de seguro comum não cobre carros que são usados para fins comerciais. “Tivemos que montar um seguro especial para o usuário. Fizemos um acordo com a Mapfre [empresa de seguros] e, no período de locação, o carro está automaticamente segurado pela empresa”, explica o empresário.Para começar a funcionar, Conrado e Bruno investiram R$ 40 mil e contaram com o apoio de investidores anjos. No total, foram mais de R$ 1 milhão para o Pegcar entrar no ar. No início, os amigos resolveram gerar oferta ao invés de demanda. “Fomos na rua mesmo! De carro em carro pedindo para os proprietários cadastrarem”, conta Conrado. Segundo ele, os 50 primeiros carros da plataforma foram assim. Hoje, o Pegcar conta com mais de 400 carros anunciados, 200 alugueis por mês e movimentou R$ 300 mil em 2016 sendo que a empresa fica com menos de 30% do valor anunciado.A plataforma tem uma logística simples. Para o proprietário anunciar seu carro, ele deve ter abaixo de 100 mil quilômetros rodados, um seguro ativo. Além disso, o veículo não pode ter seu valor acima de R$ 90 mil. Feito o anúncio, basta esperar alguém se interessar pela proposta. “É uma ótima opção de renda extra. Já temos muito usuários que conseguem um bom dinheiro no final do mês”, afirma o empreendedor.Do outro lado, o comprador só precisa entrar na plataforma, realizar um cadastro e escolher qual veículo deseja. Na maioria dos casos, o aluguel é para um final de semana ou um curto período de viagem. O valor é contado por diárias e o pagamento é realizado via cartão de crédito pelo próprio sistema. Quando o comprador solicita o aluguel, o proprietário tem a opção de aceitar ou não. Se for um bom negócio para ambos, basta combinar o melhor lugar para pegar as chaves.O Pegcar tem um escritório em São Paulo (SP) e carros espalhados pela Grande São Paulo, Belo Horizonte (MG) e Curitiba (PR). O maior desafio da empresa, no momento, é superar a falta de credibilidade. Para Conrado, o brasileiro tem uma dificuldade cultural de acreditar em negócios onlines. “Precisamos desmistificar o setor para chegar em nossa meta que é 1 mil alugueis por mês”, planeja.Fonte: PEGN

Aplicativo oferece lições gratuitas de marketing digital e pode ser usado off-line

Google Primer leva inovação e conhecimento para mais de 760 mil empreendedores brasileiros

Um ano após o lançamento da versão em português, o Brasil já é o segundo no mundo em número de downloads do Google Primer, guia gratuito que reúne lições de marketing digital para empreendedores. Mais de 760 mil brasileiros já baixaram o aplicativo, colocando o país a frente de mercados como México e Estados Unidos e atrás somente da Índia, que ocupa o primeiro lugar.Primer foi pensado para ser usado em qualquer lugar e hora para quem quer aprender mais sobre marketing digital, sem se descuidar do negócio em si. As lições são curtas, com duração de até cinco minutos, e podem ser baixadas quando se está no wi-fi e feitas off-line, economizando o plano de dados.As lições são elaboradas por profissionais do Google, em parceria com especialistas em marketing e business, e divididas em categorias como publicidade, conteúdo, métricas e estratégia. Hoje, o Primer conta com 90 lições (20 a mais que em 2016). As cinco aulas mais prestigiadas pelos usuários brasileiros são: “Atraia seus consumidores com uma boa história”, “Os primeiros passos com SEO”, “Como o remarketing mantém os clientes sempre voltando”, “Como sua marca pessoal pode ajudar seu negócio” e “Crie anúncios na rede de display que se conectam com os consumidores”.“Os empreendedores têm nessa ferramenta os recursos necessários para aplicar tudo o que aprendem diretamente em seus negócios, como planejar as ações para atingir o público-alvo e medir o retorno das campanhas realizadas. Após um ano de lançamento, o aplicativo é um sucesso no mercado”, afirma Susana Ayarza, diretora global do Primer.Na prática, Primer está ajudando a mudar a história de vida de muitas pessoas. O farmacêutico André Marques dos Santos trabalhava na área de saúde, mas sempre quis se aventurar no mundo dos negócios. “Ao entrar em um programa de trainee, no SEBRAE, mesmo sem prática, usei Primer para desenvolver cinco projetos, o conteúdo me trouxe conceitos básicos, mostrou caminhos e insights, com isso fiquei entre os 15 selecionados e mudei minha carreira”, diz o analista de negócios sênior no Sebrae-SP.Lições sobre temas sensíveis, como o preconceito, também foram inseridas no aplicativo. A “Como evitar o viés inconsciente no trabalho” foi inspirada em um treinamento que é feito pelos próprios funcionários do Google. “Todo mundo tem um tipo de preconceito e é importante saber como lidar com certas situações inconscientes, nossa lição apresenta dados de várias pesquisas realizadas por diversas universidades e institutos para mostrar como o preconceito pode afetar as decisões, avaliações e relações entre as pessoas”, diz Guilherme Brandão, gerente de marketing e produto do Google. O Primer está disponível tanto Android e IOS.Fonte: Empreendedor 

Por que ela largou o mercado financeiro para ter o próprio brechó

Leilane Sabatini negociava ações no ramo de energia elétrica – até que uma olhada em seu armário fez com que ela largasse a carreira para empreender

Há poucos anos, Leilane Sabatini estava em um ponto da carreira que daria inveja em muitos: ela era trader do setor de energia elétrica, negociando operações de curto prazo no mercado financeiro.
“Eu era a diretora da mesa de energia, e já havia conquistado uma certa estabilidade. Não tinha a intenção de abandonar a carreira, porque é um mercado que paga muito bem, mas sentia que faltavam novos desafios”, conta.Uma olhada no seu armário, porém, mudaria a vida da empreendedora. Percebendo que havia comprado peças de estilistas famosos que mal tinham sido usadas, Sabatini decidiu vendê-las.Ela tentou em marketplaces populares, como o Mercado Livre – mas não conseguia procurar interessados em produtos tão luxuosos.“Então, criei uma conta no Instagram com o nome que pensei na hora: ‘Cansei Vendi’. Foi quando a rede social estava em alta e todo mundo postava, inclusive lojas. Em uma semana, vendi praticamente todos os itens”, conta.Depois, vieram os pedidos de parentes para que Sabatini também vendesse as peças delas. “Percebi que era um nicho de grande potencial e que não havia sido explorado profissionalmente no Brasil. Enquanto isso, nos Estados Unidos e na Europa, o ‘second hand’ de luxo já era consolidado.”Esse foi o começo do Cansei Vendi, em 2013: um brechó de luxo que, hoje, já fatura em média 50 mil reais por mês. E as metas para o ano são ambiciosas.

Decisão de carreira e profissionalização

Ainda que o Cansei Vendi tenha surgido há três anos e meio, foi apenas em maio de 2016 que Sabatini finalmente tomou a decisão de largar sua carreira no mercado financeiro para se dedicar inteiramente ao negócio.Até então, o negócio operava apenas pela página do Instagram e por um site bem simples: não havia processos automatizados para processar as compras, algo comum em lojas virtuais.Mesmo assim, o Cansei Vendi cresceu rápido: a empreendedora passou a receber vários e-mails de gente querendo comprar e vender peças.Em 2016, com a dedicação integral à marca, Sabatini estruturou a empresa e passou a buscar investidores. Entraram também duas novas sócias: Ana Carolina Darde e Carol Leonhardt.
Ana Carolina Darde, Leilane Sabatini e Carol Leonhardt

Ana Carolina Darde, Leilane Sabatini e Carol Leonhardt, do Cansei, Vendi (Cansei, Vendi/Divulgação)

Em dezembro do ano passado, o empreendimento recebeu um investimento-anjo no valor de 400 mil reais.“Falei com gente que eu já conhecia, que sabia como eu trabalhava e tinha dinheiro para investir. Os investidores-anjo que aportaram no fim do ano passado são ex-chefes meus, que nunca investiram em startups, mas acreditaram no meu potencial e nas informações que eu dei sobre o mercado.”Com esse aporte, a plataforma própria do Cansei, Vendi começou a ser desenvolvida. O site foi lançado após três meses de programação. “Queríamos passar credibilidade e, assim, sair na frente dos concorrentes”, explica.O Instagram assumiu um novo papel: hoje, ele funciona mais como um grande canal de divulgação do site, que é por onde realmente acontecem as transações. O grande objetivo do perfil é dar informações adicionais para os consumidores e convidá-los a conhecer a plataforma.Além disso, a empreendedora faz testes de demanda de produtos. “A gente posta lá produtos que já confirmamos a venda, mas que ainda não fizemos as fotos e subimos no site. Isso acaba sendo um termômetro para a gente do potencial de liquidez de cada item”, conta.“Temos um público-alvo de mulheres entre 25 e 40 anos, de média e alta renda, que nos associam muito com o Instagram”, diz. Até hoje, 60% das vendas vem dessa rede social.Em 2017, a média de faturamento mensal do Cansei, Vendi girou entre 40 e 60 mil reais. Em 2016, a média era de 25 mil reais. “Com as mudanças que tivemos, dobramos nosso faturamento”, diz Sabatini.“Há pouco tempo, começamos a investir no Google. O foco, agora, será nas mulheres de 50 ou 60 anos, que também podem se tornar nossas clientes. Quando estivermos bem calibrados, acho que a maior fonte de receita virá do Google.”

Como funciona?

No marketplace Cansei Vendi, é possível comprar e vender peças de luxo de segunda mão. Para comprar, o funcionamento é parecido ao de qualquer e-commerce.Já para vender, o usuário deve entrar no site, cadastrar informações do seu produto e mandar fotos para triagem pelo negócio.“Cada marca tem um checklist de itens que comprovam sua originalidade, e eu que assumi principalmente esse estudo. Vi os critérios em contatos com empresas americanas que fazem tal avaliação, diversos sites e vídeos. Se a peça não passa em um item, devolvemos”, diz Sabatini.Se o item for aprovado, o Cansei Vendi entrará em contato e um termo deve ser assinado. As peças então são entregues à plataforma e ela fica responsável por enviá-la ao comprador. O objetivo é garantir a segurança da peça e a qualidade na entrega.“O contato do comprador é conosco, e não com o vendedor. A comissão é de 35% do valor de venda: ou seja, o vendedor fica com 65% do valor anunciado da peça. Nos Estados Unidos, essa comissão costuma ser de 40%”, defende a empreendedora.Hoje, cerca de 300 peças estão cadastradas no site, com ticket médio de venda em 2,5 mil reais. Cerca de 20 itens são vendidos pelo martketplace. A campeã de vendas é a bolsa Neverfull, da marca Louis Vuitton.A média de descontos sobre o valor do produto novo é de 50%, segundo Sabatini. O preço anunciado varia de acordo com sinais de uso, pressa em vender o produto e, claro, preço de mercado. A grande maioria dos vendedores pede para o Cansei, Vendi uma sugestão de preço a anunciar, baseado na avaliação feita pelo marketplace da peça.

Planos

Além da consolidação da nova plataforma após a aporte, o Cansei Vendi está investindo em novos recursos para seus consumidores.“Criamos uma calculadora de revenda pela qual o cliente consegue estimar o valor de venda do seu item no mercado de revenda de produtos de luxo. Ainda estamos na fase de piloto dessa calculadora, com as marcas e produtos mais comercializados”, conta Sabatini.O investimento-anjo também será usado para conquistar participação de mercado, focando em ações de marketing e em estruturas operacionais para suportar tal crescimento (por exemplo, mais gestão de estoque e de processos). Sabatini também pretende vender outros itens dentro do nicho de luxo, diversificando o mix de produtos.Com isso, o Cansei Vendi já projeta metas agressivas para este ano. Até dezembro de 2017, a marca que chegar a um faturamento mensal de cerca de 120 mil reais – quatro vezes mais do que o obtido em dezembro de 2016, que foi de 30 mil reais. Hoje, o negócio fatura entre 40 e 60 mil reais no mês.Fonte: Exame

Empreste a sua visão aos cegos

Já pensou em usar o smartphone para auxiliar deficientes visuais?

Be my Eyes é app que conecta rede de voluntários a cegos do mundo inteiro (Foto: Reprodução/Be my Eyes)Be My Eyes é um app que conecta rede de voluntários a cegos do mundo inteiro (Foto: Reprodução/Be My Eyes)
O funcionamento do app é simples, requerendo somente uma conexão à Internet de boa qualidade, seja por Wi-Fi ou 3G/4G. Isso porque a ajuda é feita via videochamada, sempre que uma pessoa cega precisa de auxílio; se você fizer parte da rede de voluntários, uma notificação chega no celular e a conexão é estabelecida, caso aceite a chamada.A partir daí, basta descrever o que aparece na tela usando sua voz, estabelecendo também um canal de comunicação com alguém que poderá ser um novo amigo. Na prática, o app opera como o Skype, mas com uma série de facilidades de acessibilidade para os deficientes visuais e com um propósito único.
App busca ajudar cegos em tarefas simples, como saber a validade do leite (Foto: Reprodução/Be my Eyes)App busca ajudar cegos em tarefas simples, como saber a validade do leite (Foto: Reprodução/Be My Eyes)
“Minha esperança é de que, ajudando uns aos outros como uma comunidade online, Be My Eyes possa fazer uma grande diferença na vida cotidiana das pessoas cegas em todo o mundo”, explica o criador do projeto, o dinamarquês Hans Jorgen Wiberg.
Para ajudar, basta descrever o que aparece na tela do iPhone (Foto: Reprodução/Be my Eyes)Para ajudar, basta descrever o que aparece na tela do iPhone (Foto: Reprodução/Be My Eyes)
O Be My Eyes também concede pontos aos usuários por cada pessoa ajudada, criando um ranking que funciona como incentivo. O aplicativo tem versões para iPhone e iPad.Fonte: Techtudo

O Mercado Da Acessibilidade Assistiva

 https://youtu.be/dPg2jjfmESAResultado de imagem para O Mercado Da Acessibilidade AssistivaMundo SA

Mercado De Clubes De Assinaturas

Assista o vídeo e saiba como funciona a entrega dos produtos de higiene para homens.https://youtu.be/2-jRRqZYagUResultado de imagem para MERCADO CLUBE ASSINATURASFonte: Mundo SA

CANAIS DE VENDA ONLINE