Agora todo mundo pode vender livros novos ou usados na Amazon

Com novo marketplace na Amazon.com.br, sebos, editoras, livrarias e mesmo pessoas físicas podem vender livros novos ou usados pelo site da varejista

A Amazon está a caminho de se tornar a melhor amiga de sebos e de quem tem muitos livros encalhados em casa. Isso porque a empresa lança hoje seu marketplace para a venda de livros.Com o marketplace, pessoas físicas e jurídicas poderão vender livros novos e usados dentro do site da Amazon. “Nosso foco neste lançamento é aumentar o nosso catálogo”, falou a EXAME.com o diretor para livros impressos da Amazon.com.br Daniel Mazini.O resultado imediato deve ser bastante satisfatório para a empresa. Com alguns parceiros iniciais (que envolvem grandes sebos e até editoras), há um salto de 150 mil para 250 mil títulos em português sendo vendidos dentro do site—uma adição de 100 mil novos títulos portanto. Esse novos títulos são exemplares esgotados, raros, entre outros. A partir de hoje, o número de livros oferecidos deve aumentar com a abertura do cadastro de vendedores.Para o consumidor, pouco muda. Ao entrar na página de um produto, o comprador poderá ver se aquele título é vendido por terceiros dentro do site. A listagem completa oferece informações sobre preço, estado do exemplar (caso não seja novo) e taxa de entrega. A partir disso, o cliente pode escolher se quer comprar da própria Amazon ou de algum outro vendedor.

Para quem vende

A Amazon oferece dois tipos de perfil de vendedores, o profissional e o não profissional. No profissional, é preciso pagar uma mensalidade (que não será cobrada nos primeiros 3 meses) de 19 reais que traz alguns benefícios (sobre os quais comento dentro de algumas linhas).O não profissional não chega a ter limitações nas vendas, mas a depender do número de unidades de livros vendidos, acaba pagando mais do que a mensalidade dos profissionais. A cada livro vendido, uma taxa de dois reais deve ser paga para a Amazon. Além disso, a empresa fica com 10% do valor da transação–incluindo o preço do produto somado ao frete cobrado.Por conta disso, a empresa aconselha que o vendedor assine a conta profissional caso tenha previsão de vender mais do que 10 livros ao longo do mês (10 x R$ 2 = R$ 20, número maior do que os 19 reais da assinatura). Toda a estrutura de pagamentos é gerenciada pela Amazon. O comprador pode, inclusive, escolher por pagar em vezes sem qualquer efeito para quem vende.Outro benefício da novidade é a possibilidade de vender livros para o exterior—eles são Estados Unidos, Canadá e México (este último somente para os assinantes profissionais). “Finalmente poderemos concretizar um antigo sonho do nosso fundador, Sr. Messias A. Coelho: vender livros no exterior”, afirma em comunicado Cleber Aquino, gerente de e-commerce do Sebo do Messias, um dos parceiros iniciais da Amazon neste lançamento.A assinatura da conta profissional ainda traz benefícios como atualização por API, criação de políticas de fretes diferenciadas por região do país, cadastro de múltiplos livros por tabela, entre outros.

Garantia Amazon

Tradicionalmente, a empresa fundada por Jeff Bezos tem uma obsessão de aliar preços baixos a uma experiência de alta qualidade para o consumidor.Por conta disso, a Amazon ficará de olho em quem vende dentro de seu site. Reclamações constantes e problemas não resolvidos serão analisados e podem levar à remoção do vendedor do marketplace. Isso porque o comprador fica coberto pela Garantia de A a Z, da Amazon, ao efetuar uma compra no marketplace–seja a Amazon ou não o vendedor em questão. Saiba mais:veja com a Mandaê quando é uma boa ideia vender em marketplaces Patrocinado Isso garante que o produto será entregue no estado de conservação cadastrado no site. Caso o vendedor não deixe o consumidor satisfeito, a Amazon entra em campo. A empresa poderá devolver o dinheiro integral do consumidor que se sentir lesado.O marketplace para livros da Amazon entra no ar hoje. Você pode obter mais informações e se cadastrar como vendedor neste link.Fonte: Exame

Blumenau recebe 20º edição do Meetup Startup SC

A cidade, que se destaca como um dos principais polos tecnológicos catarinenses, recebe o encontro que reúne empreendedores, empresários, investidores e entusiastas do setor para discutirem  sobre validação de produtos, vendas e outros temas pertinentes ao ecossistema de inovação.O evento será no Centro Empresarial de Blumenau, das 18h às 23h e as inscrições estão disponíveis AQUI.O encontro será aberto com o PVTalks, uma conversa promovida pela PagueVeloz que traz a equipe de um dos primeiros programas de aceleração de Santa Catarina, o Darwin Starter,  para  compartilhar seus conhecimentos com os participantes. Logo após, Rafael Farinazzo, gerente de produtos da Resultados Digitais, vai falar sobre como evoluir produtos com o job to be done. Diego Wagner, CEO da startup Meetime, acelerada pelo Darwin, entra depois para expor seus conhecimento sobre tração em vendas por meio do Inside Sales.Para fechar o ciclo de palestras, Thiago Paulino, Arquiteto de Cloud da Amazon Web Services, fala sobre tendências de Big Data e Machine Learning.Como acontece em todas as edições do Meetup Startup SC, o evento será encerrado com um Happy Hour para aproximar os participantes e promover a troca de ideias e networking.Cidade InovadoraBlumenau foi o quinto polo tecnológico que mais faturou no Brasil em 2015, de acordo com dados da pesquisa ACATE Tech Report, realizada pela ACATE em parceria com a Neoway.O setor tecnológico da cidade faturou, naquele ano, R$ 4,8 milhões, número maior do que de capitais como Curitiba e Porto Alegre, por exemplo. Alexandre Souza, gestor do programa Startup SC, do Sebrae/SC, destaca a importância de trazer eventos do setor tecnológico para a cidade.“Encontros como o Meetup, além de gerarem integração entre os agentes de inovação da região, permitem que empreendedores que estão começando e empresários já consolidados tenham acesso ao que está sendo feito, e dando certo, em outras regiões do Estado, fortalecendo assim o polo local”, destaca Souza.Fonte: Noticenter

Tesla supera GM em valor pela primeira vez

A fabricante de veículos elétricos conseguiu o feito apenas uma semana após superar outra montadora norte-americana, a Ford

Tesla Model S foi vendido por 91,4 moedas virtuais (Foto: Wikimedia)
A fabricante de automóveis elétricos Tesla ultrapassou ontem a General Motors, em valor de mercado, tornando-se a maior montadora norte-americana pela primeira vez. No início do pregão, o valor da Tesla alcançou US$ 51,56 bilhões, enquanto o da GM - a maior fabricante americana de automóveis em volume de vendas - era de US$ 50,26 bilhões.A GM se recuperou ao longo do dia e fechou o pregão com valor de mercado de US$ 51,18 bilhões, enquanto a Tesla encerrou com valor de US$ 50,95 bilhões. Ainda assim, os valores continuam próximos, apesar de a Tesla ser uma novata perto da GM.A GM fabricou 10 milhões de carros e teve receita superior a US$ 166 bilhões em 2016, enquanto a Tesla vendeu apenas 84 mil unidades e teve um volume de negócios de US$ 7 bilhões. A primeira tem uma fatia de 17% do mercado norte-americano, enquanto a segunda soma apenas 0,2%. A Tesla conseguiu o feito apenas uma semana após superar outra montadora norte-americana, a Ford. Ela encerrou o pregão de ontem avaliada em US$ 44,8 bilhões.Razões Para analistas, a virada da Tesla sobre as montadoras tradicionais - pelo menos na visão dos investidores - é sinal que o mercado está apostando em seu potencial futuro. A empresa fabrica carros elétricos e parcialmente autônomos, duas tecnologias que devem revolucionar o segmento automotivo nos próximos anos."A Tesla é uma grande interrogação", diz o diretor da consultoria Roland Berger para o Brasil, Rodrigo Custódio. "As pessoas estão começando a entender a empresa, e o medo de apostar nela começa a diminuir."A Tesla ganhou impulso na semana passada, após anunciar um recorde de 25 mil veículos entregues no primeiro trimestre de 2017 - enquanto isso, Ford e GM anunciaram previsão de queda nas vendas para 2017 e lucro abaixo do esperado.Outro motivo que favorece a Tesla é a aposta de vários países nos carros elétricos.A Holanda, por exemplo, pretende fabricar, a partir de 2020, apenas carros movidos a eletricidade. "A Tesla é a única empresa totalmente alinhada com as novas demandas da sociedade", afirma Custódio.Briga Para reverter o quadro, segundo analistas, as montadoras precisam investir mais em tecnologia, como sensores autônomos e software de condução mais aprimorado.Para Mark Ramsey, diretor de pesquisas da Gartner, é um desafio e tanto. "Não é fácil para as grandes fabricantes se transformarem", diz."Elas precisam começar a adotar todas os itens inovadores que a Tesla tem em seus carros."Os analistas não fazem previsões sobre o futuro da Tesla ou se o seu valor de mercado continuará a crescer. "Ninguém sabe se é algo pontual ou contínuo", diz Ramsey. "A Tesla é uma empresa imprevisível."Fonte: PEGN

Riachuelo lança E-commerce após aumentar lucro

Segundo presidente da empresa, novo conceito de distribuição exigiu uma mudança de mentalidade administrativa da rede

A Riachuelo é uma das empresas brasileiras que abriu filiais no Paraguai (Foto: Divulgação)
Riachuelo empreendeu, nos últimos três anos, uma mudança em seu centro de distribuição, que consumiu investimento de R$ 250 milhões. O projeto ficou pronto no último trimestre de 2016 e teve um efeito positivo no resultado da empresa, que divulgou lucro de R$ 252,4 milhões entre outubro e dezembro, salto de 60% ante o mesmo trimestre de 2015. Além de agilizar o abastecimento das lojas físicas, o investimento na distribuição vai auxiliar uma nova empreitada da rede: o lançamento de seu e-commerce, no fim de abril.Segundo o presidente da Riachuelo, Flávio Rocha, o novo conceito de distribuição exigiu uma mudança de mentalidade administrativa de todo o Grupo Guararapes. “Antes, cada setor era premiado por seu próprio resultado. Agora, o que importa é o ganho na ponta, no varejo”, explica. Assim, todos os diferentes negócios do Guararapes – fábricas e empresas financeira e logística – passaram a se concentrar no que é melhor para as vendas. “De que adianta eu aproveitar 100% de um caminhão se a loja fica sem produto?”, questiona.Uma das estrelas do novo centro de distribuição da Riachuelo, construído em Guarulhos, é um robô de 18 metros de altura que se movimenta a uma velocidade de 55 km por hora. Totalmente automatizada, a estrutura permite o abastecimento unitário. Ou seja: o robô separa os pedidos, peça a peça, e não mais por grades de tamanho.Assim, a loja só recebe o que precisa, evitando encalhes. “Vamos ter mais peças, em vez de uma grade enorme do mesmo item. Com mais opções de escolha, a chance de o cliente comprar é maior”, ressalta Rocha.As substituições de produtos nas lojas são definidas a partir da informação em tempo real do que está sendo vendido. A ideia é que os caminhões da rede visitem todas as unidades ao menos três vezes por semana. Esse sistema também guiará a produção industrial, que poderá redefinir suas prioridades a partir das peças que tiverem melhor aceitação.A lógica de desenvolvimento da coleção muda totalmente, segundo Rocha, pois fica menos massificada. “Assim como nossos concorrentes, sempre fizemos a coleção esperando que ela caísse no gosto das pessoas”, diz o empresário. “Agora, vamos poder adaptar a nossa produção à medida que acompanharmos o que estiver vendendo melhor e onde. E vamos produzir de forma direcionada.”EstoquesNo último trimestre de 2016, além da alta do lucro líquido, outras duas linhas do balanço da Riachuelo tiveram impacto da nova lógica de abastecimento. As vendas em lojas abertas há mais de um ano tiveram alta de 3,3%. E a companhia conseguiu reduzir encalhes: os estoques caíram 11% em relação aos 12 meses anteriores.O analista Guilherme Assis, do Banco Brasil Plural, afirmou que o resultado do grupo mostra um “bom trabalho em meio a um cenário macroeconômico muito desafiador”.“Olhando para o futuro, nós vemos espaço para contínua melhoria dos resultados, uma vez que a Guararapes têm acertado mais no design de suas coleções e também conseguiu melhorar a gestão de seus estoques”, afirmou, em relatório.Segundo o presidente da Riachuelo, os benefícios do novo modelo de distribuição devem continuar a aparecer no balanço, pois o novo sistema ainda não atingiu todas as lojas. “Estou otimista com o impacto a evolução dos resultados ao longo de 2017.”E-commerceA conclusão do centro de distribuição permitirá que a Riachuelo lance, no fim deste mês, sua plataforma de e-commerce – uma alternativa já oferecida por concorrentes como Marisa e Renner. O site vai vender todos os produtos disponíveis em lojas e também algumas linhas de produtos adicionais, como tapetes e relógios.Ao todo, serão mais de 15 mil itens, segundo o líder de e-commerce da Riachuelo, Jonas Ferreira. “Como o estoque vai ser integrado, o objetivo é reduzir a indisponibilidade de produtos para o consumidor no site, melhorando a experiência de compra.”O executivo, que já teve passagens por Pão de Açúcar, Carrefour e Pernambucanas, está desenvolvendo a estreia da Riachuelo no e-commerce há cerca de dois anos. Apesar da distribuição ser compartilhada, Ferreira explica que haverá uma estrutura específica para as vendas pela internet, que custou R$ 28 milhões. “Ofereceremos tanto a entrega direta quanto a opção de o cliente buscar seu produto nas lojas, que também vão servir como ponto para trocas e devoluções de mercadorias.” As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.Fonte: PEGN

Aplicativo facilita pagamento de imposto de renda para profissionais liberais

Os profissionais liberais que recebem rendimento de pessoas físicas devem pagar o carnê-leão e o descumprimento dessa regra pode ocasionar multas altas para o contribuinte. Atenta em resolver as dificuldades encontradas por esses profissionais e seus contadores, a startup gaúcha Serviçando criou um aplicativo para facilitar a gestão das receitas e despesas do profissional liberal ou autônomo, tornando a prestação de contas com a receita muito mais prática.
Com o aplicativo Serviçando, o profissional pode controlar sua situação financeira de forma rápida e prática, gerenciando recebimentos e pagamentos, contratos e ordens de serviço. As informações ficam disponíveis online para que o contador possa integrar os dados diretamente no aplicativo da receita. No aplicativo web também é possível imprimir os recibos e controlar a agenda do profissional, dentre outras funcionalidades.Diego Bianchetti, diretor comercial da Serviçando, explica que o profissional estabelecido como pessoa física e que presta serviços para outras pessoas físicas precisa prestar contas dos seus rendimentos através do carne-leão, mensalmente ou anualmente, e os profissionais que não cumprem a legislação podem sofrer com multas que variam de 50% a 150% sobre o imposto devido. “Os profissionais liberais precisam ter um bom planejamento financeiro para poder calcular e pagar essas taxas regularmente e não sofrer com as multas e cobranças altas depois”.Dentre as atividades profissionais que se enquadram nesta obrigação estão os trabalhos sem vínculo empregatício, locação de bens móveis e imóveis, arrendamento, pensões, prestação de serviços a embaixadas e outras instituições similares, prestação de serviços de representante comercial autônomo, emolumentos e custas dos serventuários da Justiça, tabeliães, notários, alguns casos de prestação de serviços de transporte de cargas e passageiros, rendimentos de atividade de leiloeiro, entre outros.A Serviçando é uma das startups que receberam investimento da aceleradora WOW, uma das primeiras aceleradoras de startups da região sul do Brasil e que conta com o apoio de mais de 90 investidores que proporcionam para as startups aceleradas um amplo network e experiência em diversos setores da economia.Saiba mais em: http://servicando.com/Fonte: Empreendedor

10 Tendências para empreender em 2017

Tecnologia, e-commerce e estratégias de vendas fazem parte da lista

Jovens usam a tecnologia para empreender e melhorar o mundo (Foto: Divulgação)
Se você está fazendo planos para empreender no próximo ano, precisa começar um planejamento e um estudo de mercado. Com as mudanças demográficas e tecnológicas que a humanidade está vivendo nas últimas décadas, os negócios mudam com frequência.Pensando nisso, o estrategista de marcas Leonardo Kim fez uma lista com dez tendências que vão guiar o mercado em 2017. A lista, originalmente publicada na revista americana Inc, pode guiar também os novos empreendedores brasileiros. Confira abaixo as ideias:1. Ferramentas para a construção de produtos tecnológicos (sem necessidade de muita bagagem técnica) A necessidade de inovações tecnológicas nos negócios é mais importante do que nunca. Em 2017, a tecnologia será um campo totalmente necessário para que cada negócio tenha potencial de competição no mercado. Plataformas autoexplicativas, como o WordPress, fazem e continuarão a fazer sucesso porque permitem um gerenciamento mais simples sem a necessidade de muitos conhecimentos técnicos por parte dos funcionários.2. Ferramentas que auxiliam marcas pessoais Trabalhar marcas pessoais será uma estratégia cada vez mais usada para se diferenciar no mercado. Em um universo cheio de concorrentes, um branding pessoal bem feito pode fazer a diferença na hora de conquistar os consumidores. Por isso, este tipo de ferramenta deve crescer nos próximos anos.3. De olho nos jovens Ao invés de rejeitar os novos consumidores da geração "Millennial", as empresas terão que cada vez mais enxergá-los como clientes em potencial. Entender como eles pensam e criar produtos para esta geração é uma tendência para acompanhar.4. Treinamento para funcionários remotos O trabalho remoto será, cada vez mais, uma tendência. Pensando nisso, empresas que ofereçam serviços eficientes para o treinamento de funcionários que trabalham longe da sede da companhia devem crescer.5. Possíveis vendas de empresas O processo de recuperação da economia nos últimos anos nos Estados Unidos aumentou a quantidade de fusões e aquisições. Isso deve se manter em 2017 e as empresas que pensam em partir para uma venda devem começar a se preparar.6. Saúde e nutrição A nova geração está preocupada com a saúde e nutrição mais do que qualquer outra. Graças à tecnologia, é possível medir calorias, fazer registros nutricionais e manter os hábitos esportivos e alimentares dentro de um aplicativo. O mercado de ferramentas fitness para smartphones só tende a crescer e o boom desses aplicativos irá  fortalecer o mercado de saúde.7. Apostas em  e-commerce A crescente demanda por itens disponibilizados em lojas online faz com que esse nicho de mercado se fortaleça cada vez mais se comparado ao crescimento de vendas nas lojas físicas. Estudos recentes mostraram que 58% dos compradores estão dispostos a adicionar itens no carrinho para atingir as cotas exigidas para o frete grátis nos sites de compra, por exemplo. Como a tecnologia continuará a se expandir em 2017, isto deve impactar também as tendências no e-commerce.8. Estratégias para manter os clientes sempre próximos Para tornar uma empresa cada vez mais popular, é importante manter uma ligação próxima com o cliente.  Serviços e produtos que não são vendidos de forma direta e uma única vez , como os transportes oferecidos pelo Uber, tendem a permanecer em ascensão.9. Treinamentos de funcionários moldados de forma diferente Em 2017, haverá  uma mudança na forma como as habilidades de treinamento de liderança são desenvolvidos dentro das empresas. Ao invés de ensinar a todos as mesmas habilidades, as empresas irão focar nos pontos fortes de cada funcionário e desenvolver essas habilidades, investindo mais no reforço de um talento natural do que na formação massiva de líderes.10. Marcas e produtos com ações e produções sustentáveis As ações sustentáveis e o desenvolvidos de produtos com métodos que fortalecem a cultura da sustentabilidade devem continuar crescendo. Até o atual período do ano, mais de US$ 500 milhões foram salvos em eficiência energética e este valor tende a crescer em 2017.Fonte: PEGN

Delivery Much recebe investimento e vai abrir novas vagas de trabalho

Startup santa-mariense fechou negócio com investidor-anjo que faz parte do grupo CVI

Delivery Much recebe investimento e vai abrir novas vagas de trabalho Maiara Bersch/Agencia RBS
Depois de mais de seis meses de negociação, a empresa de tecnologia de Santa Maria Delivery Much fechou negócio com um investidor-anjo e deve abrir pelo menos 10 vagas de emprego em diversas áreas nos próximos dias.O aplicativo para pedir comida em restaurantes e serviços de entrega investirá o valor ainda não divulgado para melhorar os serviços aos franqueados e aos consumidores, fortalecendo a operação da empresa.A empresa tem registrado um crescimento de 100% no faturamento a cada 4 meses, o que equivale a 300% ao ano. Presente em cerca de 100 municípios de 18 Estados brasileiros, com 2 mil restaurantes cadastrados, a tendência é que o número de cidades atendidas dobre em breve. O modelo de negócio inovador, aliado ao cuidado com o atendimento e credibilidade por ser a única empresa do ramo que faz parte da Associação Brasileira de Franchising (ABF) têm garantido o sucesso da Delivery Much, criada na Incubadora Tecnológica de Santa Maria (ITSM), da UFSM.O nosso modelo inovador e também o fato de trabalharmos com restaurantes, muitos deles que vendem produtos da Coca-Cola, colaboraram para a convergência dos valores empresariais com a Novità, que faz parte da Companhia Vontobel de Investimentos (CVI) _ explica o gerente de gestão Rodrigo Mello.O gestor explica que, embora o mercado em que a empresa atua tenha grandes players, como a paulista iFood, o diferencial da startup santa-mariense é e deve continuar sendo o foco nos municípios do interior do país, público normalmente não atendido por empresas maiores.A negociação até o aperto de mãos entre a Novità e a Delivery Much durou mais de seis meses. O resultado é que, durante cinco anos, a Novità permanecerá junto à empresa santa-mariense, a fim de decidir se passará a fazer parte do quadro societário da Delivery ou não. De acordo com Mello, a investidora tem como característica se manter nos negócios que acelera de forma permanente.Uma das rubricas em que vamos investir é em pessoas, a fim de dar mais estrutura para os franqueados. Também vamos investir em novas formas de divulgação e comunicação, para aumentar o número de usuários, entre outros. Tudo para continuar crescendo rápido e de forma sustentável, rentável, colaborativa e criativa _ acrescenta.A Delivery Much deve abrir vagas de emprego nas áreas de tecnologia da informação (TI), gestão, vendas e suporte, entre outros. As oportunidades serão divulgadas no site e nas redes sociais da empresa,entre outros meios.Fonte: Diário Santa Maria

Vem aí a NFS-e Nacional

NFS-e Nacional cria padrãoVocê já ouviu falar da NFS-e Nacional? É exatamente isso que o nome sugere: vem aí uma Nota Fiscal de Serviços Eletrônica padronizada em todo o país. E as primeiras cidades a receber a novidade já foram escolhidas.

NFS-e Nacional: será que sai do papel?

Prestadores de serviços em todo o Brasil vivem um momento de expectativa. Anunciado no fim do ano passado, o projeto que institui a Nota Fiscal de Serviços Eletrônica (NFS-e) em âmbito nacional é aguardado com certa ansiedade.A previsão é que a implementação ocorra até dezembro, ainda em 2017. Para isso, as primeiras cidades que fazem parte do projeto já são conhecidas.No site do Sistema Público de Escrituração Digital (SPED), estão mencionadas como integrantes do projeto as secretarias de finanças de Belo Horizonte, Natal, Manaus, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, São Paulo e Salvador.A capital mineira, aliás, estaria no centro da operação, já que a prefeitura local é indicada como a responsável pela solução de geração e armazenamento eletrônico da NFS-e.Além das cidades mencionadas, participam como membros dos projetos as secretarias estaduais da Fazenda, a Associação Brasileira das Secretarias de Finanças das Capitais (Abrasf), a Confederação Nacional de Municípios (CNM) e a Receita Federal.Em fóruns na internet, empreendedores, contadores e outros profissionais debatem o que pode vir a ser a padronização de um documento muito importante para a economia do país, sobretudo para o recolhimento do ISS, o Imposto Sobre Serviços.A expectativa em boa parte se justifica pelo sucesso da “irmã mais velha” da NFS-e, a Nota Fiscal Eletrônica (NF-e), que é emitida em operações de compra e venda de produtos.Há alguns anos, estabelecimentos comerciais e industriais já estão habituados com o sistema que consiste na emissão e armazenamento eletrônico dos documentos fiscais, trazendo celeridade e maior organização ao processo.Hoje, de posse da chave de acesso disponível no Danfe, que é o documento auxiliar da NF-e, o cliente no papel de comprador pode confirmar a autenticidade da nota fiscal no portal nacional.Em breve, a ideia é que o mesmo ocorra com a NFS-e Nacional, que hoje não tem um padrão, nem em relação a um leiaute e tampouco quanto a aspectos de segurança da gestão tributária, que é outro foco da novidade.

O que se sabe sobre a NFS-e Nacional

Atualmente, quando um prestador de serviços deseja emitir a NFS-e, ele precisa procurar a prefeitura em seu município para verificar quais requisitos deve atender. Como o ISS é um imposto de competência municipal, é em âmbito local que as regras são definidas.Dessa forma, em cidades menores, é possível ainda encontrar processos presos ao papel. Lembra do bloco de notas? Em tempos de NF-e consolidada, parece até surreal, mas ainda há prestadores que não contam com uma alternativa eletrônica para lançar o documento fiscal.Mas não é apenas para chegar onde hoje a NFS-e não alcança que a sua versão nacional está sendo pensada. Outra dificuldade do atual modelo aparece ao atestar a autenticidade da nota.Se tomarmos a NF-e como parâmetro, a previsão é de dias mais tranquilos para quem é e para quem negocia com prestadores de serviços, pois o documento tende a ficar mais completo e seguro.Em seu site, a Abrasf divulgou uma relação de aspectos considerados relevantes que justificam a criação do projeto da NFS-e Nacional, além de medidas importantes para a sua efetivação. Confira:
  • A necessidade de um padrão nacional, para o qual as prefeituras poderiam aderir gratuitamente
  • Soluções que considerem as necessidades específicas de informação e as tecnologias de cada município
  • Cada prefeitura que aderir ao projeto seria responsável pela sua implementação, incluindo o desenvolvimento ou aquisição de aplicativos, obtenção da infraestrutura necessária e adoção de padrões de segurança
  • Tal qual na NF-e, o processo deveria racionalizar e padronizar as obrigações tributárias, possibilitando reduzir custos para os contribuintes e a troca de informações entre os Fiscos.

Certificação digital é tendência

Atualmente, muitos municípios que disponibilizam sistemas de emissão da NFS-e dispensam o uso de certificado digital para a transmissão do documento fiscal.Por um lado, isso torna a nota mais acessível a todas as empresas, não importa o seu porte. Mas por outro, limita aspectos importantes para a eficácia do modelo eletrônico.Estamos falando, por exemplo, da autenticidade da NFS-e e da segurança de todo o processo. Não é por acaso que o certificado digital é exigido quanto a nota em questão é a NF-e. É a partir desse arquivo eletrônico, instalado na máquina ou utilizado via dispositivo portátil, que a validade jurídica do documento é garantida.Como a dificuldade em atestar a autenticidade é justamente uma das queixas de usuários da NFS-e, não parece haver dúvidas de que a certificação será exigida dos contribuintes cujos municípios aderirem ao projeto.Se a sua empresa atua como prestadora de serviços e ainda não tem um certificado digital, vale desde já se informar não apenas sobre valores e condições de aquisição, como também quanto a vantagens.Um certificado não é útil somente para garantir a validade jurídica de uma nota fiscal. Ele é um arquivo eletrônico vantajoso em diversas situações ao empreendedor, como na assinatura de documentos importantes.Fonte: Conta Azul

Ok, AOL e Yahoo! viram Oath

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Ok, AOL e Yahoo! viram Oath. Mas o que isso significa?

Verizon enterra as duas mais importantes marcas dos primeiros dias da história da internet no mundo e com isso busca criar uma companhia que possa fazer frente ao duopólio Google/Facebook.

Enterrar duas marcas emblemáticas como AOL e Yahoo!, respectivamente a primeira e a segunda marcas mais relevantes dos primeiros dias da história da internet, não é lá uma decisão das mais fáceis.

Chama-las de Oath, como você viu que passa a ser o novo nome da companhia que reúne as duas marcas numa só a partir de agora, é algo mais inusitado ainda.

Oath, em inglês, pode querer dizer blasfêmia, por exemplo. Até xingamento. Mas a empresa opta pelos significados “juramento” ou “lealdade” que a palavra também tem, pois ambas e congêneres significam compromisso e uma empresa nova que surge das cinzas de dois monstros que morrem precisa de fato passar a imagem de que vai levar as coisas a sério e se transformar de verdade.

Sinais dos novos tempos, em que a internet 1.0 deixa definitivamente de ser protagonista para se transformar em um bicho diferente, mais preparado para o futuro em que dominam as redes sociais, as sofisticadas e diversificadas plataformas de conexão on/off e em que o usuário não está mais nem aí para a verdade.

Essa foi a decisão da Verizon, que vinha sendo mantida a sete-chaves até vazar há três dias na mídia tech dos EUA.

A companhia resolveu então fazer do limão uma limonada e saiu mandando textos como o que você pode ler mais abaixo, da até então Diretora de Marketing da AOL, mas agora já no cargo de Diretora da Marketing nova empresa, Aline Klein.

A empresa tem como missão Build Brands People Love, que era já a proposta da AOL, e agregará todos os produtos e tecnologias, atuais e futuros da companhia. Entenda-se aí tudo que foi AOL e Yahoo! Mas terá ainda produtos B2B da Microsoft também, já que a AOL havia comprado antes toda a área de advertising da Microsoft.

Como explica Marcos Swarowsky, Managing Director da AOL Brasil, em email pessoal ao mercado brasileiro, “estamos construindo uma “House of Brands” que agregará mais de 25 marcas e atingirá mais de 1 bilhão de pessoas no mundo assim que as marcas do Yahoo estiverem no portfolio”.

Essa junção de empresas de conteúdo e tecnologia sob o guarda-chuva de uma grande corporação do mundo telecom é possivelmente um formato que vamos ver se repetir aqui e ali e, neste caso específico da Verizon+ Yahoo!+AOL, um dos mais qualificados novos players em cena para tentar enfrentar com algum poder de fogo o duopólio Google e Facebook.

Especula-se que Marissa Mayer, a toda poderosa que durante os últimos anos, após deixar o Google, liderou as profundas transformações que ocorreram no Yahoo!, deva deixar a companhia. Faz sentido que seja assim.

Nas palavras de Klein, o compromisso assumido: “We planned to debut our new name for you this summer, but we’re here. Oath is our house of 25+ media and technology brands. Once Yahoo is in the mix, our brands will reach more than a billion people around the world. We chose this company name because when we give you our oath, we mean it. It’s the most human commitment we can make to you. We’ll put people and brands – ours and yours – first, always. So, like the colon in our new logo suggests, there’s more to come. Game on. Summer 2017.

Fonte: Proxxima

Marketing Digital

Como o Marketing Digital pode ajudar você a construir uma empresa de alto crescimento

Como o Marketing Digital pode ajudar você a construir uma empresa de alto crescimento
Esse post é um pequeno trecho do eBook “Marketing Digital para empreendedores”, um eBook feito em parceria com a Endeavor com tudo o que você precisa saber para crescer tendo o Marketing Digital como base. Para ler o material completo, acesse este link.O Marketing Digital pode gerar muitos benefícios para as empresas, e um deles é o crescimento. Não há dúvidas de que investir nessa estratégia é essencial. Afinal, cada vez mais, os consumidores estão na internet – seja para buscar por informações, seja para ir atrás de um produto ou serviço que queiram.Por isso, é preciso se adaptar aos pilares do empreendedorismo no mundo digital, pois ele propõe muitas mudanças, principalmente no que se refere à comunicação com sua audiência. O famoso marketing boca a boca ainda funciona, mas para entrar no jogo é preciso investir em as ações digitais personalizadas para seu negócio.Mas como fazer isso? Como trabalhar essas estratégias para fazer sua empresa crescer?O segredo é apostar na inteligência: ter um crescimento organizado, mensurando as ações, conhecendo os clientes e planejando as próximas estratégias para prosseguir na ascensão do negócio.A seguir, falaremos um pouco mais sobre os pilares desse crescimento organizado, e como o Marketing Digital faz parte dele. Acompanhe!

Crescendo de forma organizada

Atualmente, é difícil falar em crescimento no Brasil, pois muitas empresas enfrentam uma crise. Mas, por incrível que pareça, mesmo nesse cenário é possível crescer. A questão é olhar para essa situação sob outro ponto de vista.Segundo a Pesquisa de Desafios dos Empreendedores, a maioria das empresas que não está crescendo acredita que a crise influencia em 60% dos resultados, enquanto a competência da empresa seria a responsável pelos outros 40%. Quando se olha para os empreendedores que estão crescendo muito, no entanto, o discurso muda: 57% acreditam o que seus resultados são obtidos majoritariamente pelo esforço da companhia.Ou seja, empresas que se propõem a crescer conseguem fazê-lo independentemente da situação do país. Uma pesquisa feita pela Endeavor com o IBGE aponta que, no Brasil, somente 1% das empresas empregadoras são de alto crescimento – isto é, aquelas que crescem 20% ao ano durante três anos seguidos. Mas, apesar de representarem uma pequena fatia do mercado, foram essas empresas que geraram quase 50% dos novos empregos no país entre 2011 e 2014.Contudo, é preciso ter em mente que nem todo crescimento é bom – ele pode ser saudável ou não. Para que ele seja algo positivo para a empresa, precisa estar apoiado nestes pilares: ser previsível, escalável e lucrativo. Veja como garantir cada um deles:

Crescimento previsível

Crescer de forma previsível significa conhecer como a máquina de crescimento funciona: saber onde e quando deverão ser feitos investimentos e qual a previsão de resultado e de crescimento para os próximos meses.Uma visualização clássica da máquina de aquisição de clientes é o funil de vendas. Nele é possível entender, por exemplo, quais as metas de Leads, Leads qualificados e vendas a serem alcançadas; quais os pontos de melhoria do funil (atração de visitantes, melhoria no processo de vendas etc.); e quais os pontos de alavancagem dos resultados com ações táticas, como CRO (conversion rate optimization ou otimização da taxa de conversão), growth hacking e um novo processo de vendas.Assim, pode-se priorizar iniciativas e fazer planos – “o que eu preciso investir agora para chegar ao crescimento que estou imaginando?”. Conhecer esse e outros pontos de alavancagem do negócio é essencial para alcançar um crescimento previsível.Uma vez que, no Marketing Digital, quase tudo é mensurável, fica muito mais fácil traçar as previsões de crescimento da empresa. Por exemplo, é possível mensurar cada interação que um Lead teve com seu conteúdo e o site da sua empresa.Assim, é possível saber com mais precisão o quão engajados estão seus Leads e, com isso, criar uma estimativa de vendas, compará-la à meta e, caso as ações não sejam suficientes para alcançar os resultados esperados, trabalhar para melhorá-las.

Crescimento escalável

Uma máquina de crescimento escalável se apoia em bases que vão crescendo ao longo do tempo. Um exemplo clássico disso, no Marketing Digital, é quando uma empresa tem como principal base de atração de tráfego a mídia paga, especificamente por meio da compra de uma palavra-chave relacionada ao seu produto.Mesmo que o interesse do mercado aumente ao longo do tempo, a entrada de novos concorrentes faz com que o custo por clique da palavra-chave aumente, pois esses serviços funcionam como um leilão, no qual seu lance e o dos seus concorrentes influencia o custo, o que faz o canal não ser mais atrativo.Ou seja, após um tempo, haverá um ponto de saturação em que não será mais possível crescer contando com esse canal. Em outras palavras, a máquina não é escalável.Então, é preciso basear-se em estratégias e canais de aquisição diversificados e que melhorem com o tempo. Por exemplo, em vez de investir apenas na compra de mídia, você poderia adicionar as seguintes estratégias ao seu planejamento, que são muito mais escaláveis:
  1. Marketing de Conteúdo
  2. Otimização para Mecanismos de Busca (SEO ou Search Engine Optimization)
  3. Link building
  4. Guest posts e parcerias
No caso da Resultados Digitais, o gráfico abaixo mostra a evolução de visitantes no site e no blog ao longo de um período. Note que há diversas fontes de tráfego que crescem juntas e formam um efeito composto crescente. No caso, se uma fonte tem mal desempenho, as outras conseguem, de certa forma, segurar o resultado para ele não ser tão afetado.Além disso, o Marketing Digital ajuda a criar uma barreira competitiva, uma vez que é possível investir na produção de conteúdo e canais escaláveis de atração de tráfego para esses conteúdos, se posicionando como referência no mercado.No início da RD, quando ela ainda estava iniciando o desenvolvimento do seu software, o RD Station, já existia uma estratégia Marketing de Conteúdo para educar o mercado sobre Marketing Digital. Ao longo do tempo, a empresa foi construindo uma comunidade que passou a ter a marca como referência no assunto e, quando pôde oferecer seu produto como solução para automação de marketing e gestão de Leads, já havia conquistado uma confiança inicial no mercado.

Crescimento lucrativo

De nada adianta conseguir criar uma máquina previsível e escalável se ela não for lucrativa. Em muitos modelos de negócio, principalmente os mais clássicos, a conta costuma ser mais clara: de forma muito simplificada, o lucro será a receita menos os custos e despesas – incluindo aqui o CAC (custo de aquisição de clientes, dado pelo custo total com marketing e vendas).Em outros modelos – e aqui entra, por exemplo, o modelo de assinatura recorrente de softwares e serviços – a conta não costuma ser tão simplificada, pois haverá o custo para atrair um novo cliente e a receita que esse cliente traz para a empresa não irá compensar o custo no curto prazo.Por exemplo, excluindo custos e despesas administrativas, financeiras e de infraestrutura, vamos dizer que uma empresa possui um CAC de R$ 200 para vender um produto de R$ 50/mês. Para atingir um ponto de equilíbrio, o cliente precisa ficar, pelo menos, 4 meses pagando a assinatura para que a empresa comece a obter retorno financeiro a partir daquele cliente.Essa relação é representada pelo gráfico custo de aquisição (CAC) vs. lifetime value (LTV).Em ambos os casos, com recorrência ou sem, é importante ter essa relação em mente para entender que não basta apenas realizar uma venda para gerar lucro. Na verdade, existem muitas pesquisas que apontam que é mais barato manter um cliente ativo e realizando novas compras do que adquirir um novo.Seja no mercado de assinatura ou de venda de produtos, existem diversas técnicas que ajudam nesse objetivo de manter um cliente no longo prazo. Algumas delas são: precificação, vendas (cross-selling, upselling etc.), atendimento e pós-vendas. Atualmente também se ouve bastante sobre Customer Success ou Sucesso do Cliente.Assim, uma boa máquina de crescimento deve atuar em três frentes:
  • Diminuir o CAC, investindo em estratégias de aquisição que permitam a escalabilidade e a previsibilidade no médio e longo prazo, como o Inbound Marketing e estratégias e processos de vendas mais eficientes;
  • Reduzir o tempo para chegar ao break even point (ponto de equilíbrio, momento em que o investimento que o cliente fez supera o custo de atraí-lo), principalmente por meio da redução do CAC;
  • Aumentar o lifetime value, investindo em práticas de retenção, Sucesso do Cliente e outras estratégias para manter o cliente por mais tempo.
Nesse caso, o Marketing Digital tem grande potencial no sentido em que pode ajudar a reduzir drasticamente o CAC, uma vez que a atração e educação do público já não precisam ser feitas individualmente pelo vendedor.Por meio da produção e divulgação de conteúdo e do relacionamento automatizado com o Lead, pode-se fazer isso de forma muito mais rápida e escalável, reduzindo os custos de aquisição, já que é possível abordar muito mais Leads sem a necessidade de crescer o time de vendas.

Conclusão

Cada vez mais, o Marketing Digital tem um papel estratégico no crescimento das empresas. Não apenas ele aumenta a possibilidade de contato delas com seu público, mas também amplia as oportunidades de mercado, criando novas demandas a serem supridas.Mas entender a relação do Marketing Digital com o crescimento de uma empresa é apenas o primeiro passo para conseguir utilizar essa estratégia a favor do seu negócio.Então, se quiser entender mais sobre o assunto, baixe aqui a segunda edição do eBook Marketing Digital para empreendedores.Fonte: Resultados Digitais

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