Porto de Itajaí - movimentação cresce 87% em 2018

Um dos destaques foi o acordo com a General Motors

Movimentação de cargas no Porto de Itajaí cresce 87% em 2018

Porto de Itajaí cresceu 87% na movimentação de cargas em 2018.

A informação foi apresentada na tarde desta quinta-feira, dia 13, no auditório da Superintendência do Porto.

Durante o evento, também foi assinado o repasse de R$ 21 milhões da Prefeiturapara a compra do terreno do Centro Integrado de Saúde (CIS), que pertencia à União.

Nos números apresentados, a movimentação de cargas de janeiro a novembro aumentou de 193.559 mil contêineres em 2017 para 362.115 neste ano.

Com o resultado, os cais públicos e da APM Terminals movimentaram 727.23 mil contêineres no biênio 2017/18.

“Foram dois anos muito complicados, com muitos desafios. O resultado apresentado aqui nos deixa muito feliz. Sabemos que a concorrência para a nossa área é pesada e estamos entre os dois melhores portos do Brasil”, ressalta o superintendente Marcelo Salles.

Ele destacou que 66,63% da atividade econômica de Santa Catarina depende dos serviços portuários da nossa cidade.

GENERAL MOTORS

Um dos destaques deste ano foi o acordo com a empresa automotiva General Motors.

Até novembro, foram movimentados 15.117 mil veículos em operações realizadas pela cidade.

De acordo com a superintendência, o acordo já impactou a receita de ICMS para o município e também para os trabalhadores da área.

REPASSE

Na ocasião, o prefeito de Itajaí, Volnei Morastoni, falou sobre os investimentos de R$ 21 milhões possibilitados pelo acordo com a Agência de Fomento do Estado de Santa Catarina S.A. (Badesc):

“O Porto é o motor da nossa economia. É, para nós, uma referência. Com o recurso que recebe agora pela compra do terreno do CIS, poderá aumentar a sua área primária e a capacidade de movimentação de navios e cargas”.

O município repassou os valores ao Porto de Itajaí para adquirir o terreno do Centro Integrado de Saúde.

A verba servirá para a desapropriação de imóveis e expansão da área primária do porto.

BERÇO 3

Em dezembro de 2017, as obras do berço 3 foram entregues.

O local tem em sua extensão de cais de 210 metros de comprimento.

Os serviços gerais foram concluídos em 41 meses passando por etapas desde o projeto de reforço e realinhamento até seu acabamento.

O berço 4 tem previsão de entrega para 2019 e está com 97% das obras concluídas.

De acordo com a superintendência, o município terá o mesmo nível de cais dos demais portos do Brasil.

REVITALIZAÇÃO

Em parceria com a Secretaria Municipal de Urbanismo, o Porto de Itajaí também apresentou o projeto Borda D’Água – Porto Cidade.

A iniciativa prevê a interação da comunidade com a experiência portuária.

A revitalização compreende também na Praça e Museu na Casa da Inspetoria.

A ideia é aumentar o espaço de calçadas

BACIA DE EVOLUÇÃO

O investimento de R$ 130 milhões do Governo do Estado garantiu que a obra, iniciada em 2016, chegasse à fase final com 95% dos serviços concluídos.

Com a readequação do acesso aquaviário, a obra permitirá a manobra e atração de navios de 335 e 366 metros de comprimento e 48 a 52 metros de largura.

A conclusão está prevista para o primeiro semestre de 2019.

Em contrapartida, a Superintendência do Porto de Itajaí busca a liberação de R$ 220 milhões para as obras da segunda parte para receber navios de até 400 metros de comprimento e 60 metros de boca.

Os recursos estão no orçamento da União.

INVESTIMENTOS

Em 2017,  foram investidos R$ 53,68 milhões e em 2018 R$ 102,7 milhões em iluminação, sinalização, aquisição de computadores e licenças, pintura dos prédios, base de emergência, instalação de Estação de Tratamento de Efluentes, cabeços de amarração e defensas, simulação e treinamento de praticagem, monitoramento ambiental, , sinalização náutica, retirada de embarcação, demolição de antiga sede, sistema de incêndio, estudo da bacia de evolução, estudo de ampliação da área de despejo e dragagem e dragagem de manutenção.

PÍER TURÍSTICO

Com previsão de 24 escalas para 2019/20, o píer turístico oferecerá embarque, desembarque e trânsito de passageiros.

DESTAQUE

Desde 2003, ocupa as posições de segundo porto no ranking nacional de movimentação de contêineres e está entre os 120 maiores portos do planeta, segundo o World Top Containers Ports 2016.   


Câmara aprova mais uma vez a Empresa Simples de Crédito

A proposta, que já havia sido aprovada em 2016, mas foi vetada por Temer, passou mais uma vez pelo Legislativo. Segundo Guilherme Afif, presidente do Sebrae, a medida garante crédito mais barato às micro e pequenas empresas12 de dezembro de 2018

A Câmara dos Deputados aprovou na tarde desta terça-feira, 11/12, o Projeto de Lei Complementar 420/14, que cria a Empresa Simples de Crédito (ESC), figura jurídica que poderá atuar em um nicho específico do mercado de crédito, emprestando exclusivamente para micro e pequenas empresas e também para os Microempreendedores Individuais (MEI).

Idealizada por Guilherme Afif Domingos, presidente do Sebrae Nacional, a ESC poderá atuar apenas com capital próprio. Não seria permitido, por exemplo, que captasse recurso junto a bancos para depois emprestar a terceiros.

O campo de atuação da ESC é limitado ao município onde está instalada e a única remuneração seria a taxa de juros fixada sobre o valor emprestado. Pelo projeto, o limite de receita bruta anual que a ESC poderá obter com os juros cobrados é R$ 4,8 milhões ao ano.

Por outro lado, essas empresas de crédito poderiam adotar o instituto da alienação fiduciária. Isso abriria a possibilidade da ESC, por exemplo, se apropriar de bens financiados pelo devedor como garantia.  

A Câmara já havia aprovado essa modalidade em 2016, no âmbito do Crescer sem Medo, projeto que deixou o Simples Nacional mais amplo. Mas, à época, o artigo que instituía a ESC foi vetado pelo presidente Temer, que cedeu às fortes pressões do Banco Central, que temia desregulamentação no mercado financeiro.

Segundo Afif, não há risco da proposta ser vetada novamente. Ele diz que foi possível convencer o Banco Central e a Receita Federal de que a ESC não atuará como uma instituição financeira, portanto, não colocaria o sistema em risco.

“A ESC é uma empresa que vai atuar com capital próprio, então, não gera nenhum risco sistêmico porque não lida com poupança pública”, diz o presidente do Sebrae.

Afif vê a medida como uma revolução no mercado de crédito para as empresas de menor porte. “Os bancos emprestam basicamente para as grandes empresas e para o governo. Aos pequenos, quando sobra, o dinheiro vem na forma de cheque especial e do rotativo do cartão, carregado de custos. A ESC fará concorrência aos grandes bancos”, disse.

Como atuará apartada do setor financeiro, segundo o presidente do Sebrae, o controle da ESC será feito por meio do SPED (Sistema Público de Escrituração Digital). “Ela terá de se comunicar mensalmente com a Fazenda por meio do Sped para mostrar que não está emprestando mais do que o seu capital próprio”, disse.

Pelo texto do projeto, o Banco Central terá acesso às informações das transações feitas pelas ESCs para fins estatísticos e de controle macro prudencial do risco de crédito.

Para Afif, a ESC remete à experiência do crédito informal, praticado décadas atrás, feito à base da confiança. “O empresário vai emprestar para quem ele conhece, para alguém que atua no seu município. O risco de inadimplência é baixo, por isso as taxas pactuadas serão inferiores àquelas praticadas pelos bancos. É algo simples de se compreender, mas às vezes o mais difícil é enxergar o óbvio”, disse.

O Projeto de Lei Complementar 420/14 segue agora para o Senado Federal. No mesmo projeto também foi aprovado o Inova Simples, regime especial simplificado para as startups, que visa estimular a criação, formalização e desenvolvimento das empresas de inovação como indutores de avanços tecnológicos e de geração de emprego.


BNDES Garagem seleciona 60 startups e gestor

O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Dyogo Oliveira, anunciou nesta quinta-feira, 6, chamada para seleção de 60 empreendedores ou empresas que participarão de seu programa de desenvolvimento de startups BNDES Garagem. Na ocasião, também foi lançado edital para escolha de gestor para o centro de inovação do Banco, que deve ser inaugurado em 2019. Os anúncios foram feitos no escritório da WeWork no centro do Rio de Janeiro, espaço que abrigará os 60 participantes desta primeira edição do programa de criação e aceleração de startups.

Desenvolvimento de startups 

Conduzida pelo consórcio Wayra – Liga Ventures, escolhido por meio de edital para gerir essa primeira edição do programa de desenvolvimento de startups, a seleção de empreendedores priorizará propostas  dos seguintes segmentos: saúde e bem-estar, sustentabilidade social e ambiental, economia criativa, segurança, soluções financeiras e educação. Também serão priorizadas as startups com soluções de Internet das Coisas aplicáveis a cidades, ambiente rural e indústria, além de aplicações que usem a tecnologia de blockchain. Os participantes interessados poderão submeter suas propostas até 27 de janeiro.

A primeira vertente (criação) tem como objetivo apoiar a criação de startups e é voltada tanto para equipes de pessoas físicas como pessoas jurídicas. A meta é identificar ideias que ainda não tiveram a oportunidade de serem transformadas em produtos e apoiar seu desenvolvimento.
O segundo módulo (aceleração) visa apoiar projetos de pesquisa, desenvolvimento tecnológico e inovação de empresas emergentes com alto potencial de crescimento e receita bruta anual de até R$ 16 milhões. A intenção é identificar empresas que já contem com um produto mínimo viável funcional, podendo estar atendendo os primeiros clientes, mas que ainda necessitem alavancar as vendas e/ou ganhar escala.

Centro de Inovação

Com o edital para seleção de gestor do centro de inovação lançado hoje, o BNDES pretende escolher um parceiro (podendo ser uma empresa ou um consórcio) que ajude na implementação e gestão do Centro de Inovação do BNDES. Além da operação do espaço, o gestor deverá, em parceria com o Banco, apoiar a conexão dos empreendedores com a comunidade de inovação e investimento. Futuras edições do programa de desenvolvimento de startups BNDES Garagem deverão ser realizadas dentro do Centro de Inovação.

Previsto para ser inaugurado em novembro de 2019, o espaço deverá se situar a um raio de 3 km da sede do BNDES, no centro do Rio de Janeiro, e contar com mínimo desejável de 1.000 postos de trabalho, em uma área útil de, pelo menos, 4 mil m2 (com possibilidade de expansão para 8 mil m2). A expectativa é que o ambiente seja ocupado por equipes de inovação de grandes e médias empresas, startups, universidades e centros de pesquisa nacionais e internacionais. Essa iniciativa busca fortalecer o ecossistema de inovação e empreendedorismo, com a comercialização de produtos inovadores, o desenvolvimento de novos modelos de negócio e o fortalecimento da cultura empreendedora dos atores do ecossistema.
A expectativa de investimento do BNDES no centro de inovação é de até R$ 20 milhões por ano.

Os interessados em participar da seleção para gestor do centro de inovação podem ser inscrever até o dia 15 de fevereiro de 2019. O selecionado deve ser divulgado até o dia 12 de abril e a expectativa é que o centro seja inaugurado em novembro.

1ª fase do programa BNDES Garagem selecionará 60 startups e empreendedores. Propostas devem ser enviadas até 27 de janeiro 

Serão priorizadas iniciativas em saúde e bem-estar, sustentabilidade social e ambiental, economia criativa, segurança, soluções financeiras, educação, Internet das Coisas e blockchain 

Inscrições para gestor do centro de inovação vão até 15/2/2019. Selecionado deve ser divulgado até 12/4/2019. Centro deve ser inaugurado em novembro 

Mais informações sobre a chamada de empreendedores para o programa de criação/aceleração de startups e para o edital para seleção do gestor do centro de inovação estão disponíveis em www.bndes.gov.br/bndesgaragem.


Havan inaugura em Passo Fundo primeira filial no RS

Com investimento de R$ 25 milhões, loja tem 7,5 mil metros quadrados construídos

Havan / Divulgação
Loja em Passo Fundo abre as portas no sábado. É a primeira da rede Havan no Estado
Símbolos de marketing da Havan, a réplica da Estátua da Liberdade e a fachada estilizada da Casa Branca serão alguns dos atrativos na inauguração da primeira filial da varejista catarinense no Rio Grande do Sul. O empreendimento, erguido na Avenida Brasil, principal via de Passo Fundo, rota de entrada e saída do município, será inaugurado às 10h de sábado (8). Além do dono, Luciano Hang, confirmaram presença personalidades como a turma do Pretinho Básico, da Rádio Atlântida, e os apresentadores Ratinho e Celso Portiolli.
A primeira loja da rede em solo gaúcho e 120ª filial tem 7,5 mil metros quadrados construídos com investimento de R$ 25 milhões. Além de gerar 150 empregos diretos, a Havan Passo Fundo oferecerá cerca de 100 mil itens nacionais e importados em setores como cama, mesa, banho, eletrônicos, bazar, presentes, decoração e moda feminina, masculina, infantil, fitness e praia. Funcionará diariamente, inclusive aos domingos e feriados, sempre das 9h às 22h. Hang explicou o porquê da escolha por Passo Fundo:
— Procuramos, em todo o Brasil, cidades que sejam polos regionais. Passo Fundo caiu como luva para nós. É uma cidade fantástica, com fácil acesso. Nossa loja está localizada em um ponto de muito movimento. Então, estamos muito felizes — afirmou.
O empresário confirmou que a próxima filial no Rio Grande do Sul a ser inaugurada, daqui a três meses, será em Caxias do Sul, na Serra. Disse, ainda, que até o fim de 2019, outras cinco unidades devem ser abertas no Estado.
— O Rio Grande do Sul é um gigante adormecido. Tem tudo para dar certo. E nós viemos para somar. Quanto mais lojas, mais as cidades crescem — acrescentou, não revelando onde ficarão as demais unidades.
Nesta quinta-feira (6), o executivo circulou por diversas cidades do Rio Grande do Sul. Passou por Estrela, Lajeado e Santa Cruz do Sul, criando expectativas de que esses locais possam receber uma das unidades da rede.

O perfil

Com 32 anos de atuação, a Havan iniciou suas atividades em meados dos anos 1980 em espaço de 45 metros quadrados. Havia um funcionário à época. Nos primeiros anos de atuação em Brusque (SC), passou a ser conhecida como a empresa especializada em tecidos. No início dos anos 1990, a Havan já era destaque no varejo regional. Segundo a empresa, nos últimos 12 meses, foram criados 3 mil novos empregos no Brasil, por meio da abertura de lojas. Com isso, estima-se que o faturamento chegue a R$ 7 bilhões.

Post indica chegada do Alibaba ao Brasil

CEO da agência de Promoção de Internet China Brasil afirma, no Facebook, dá indício da chegada da gigante chinesa ao país

As plataformas de e-commerce que operam no Brasil podem ganhar uma concorrência de peso. Isso porque a gigante chinesa Alibaba pode estar a caminho do país.

Conforme um post do CEO da Agência de Promoção de Internet China Brasil (CBIPA/Chinnovation), In Hsieh, em sua página no Facebook, essa possível chegada aconteceria “em breve”.

O executivo, que já passou pela também chinesa Xiaomi, fez uma publicação breve sobre o assunto em seu perfil na rede social, apenas com os seguintes dizeres: “Alibaba@Brasil, em breve” - no entanto, o post foi apagado algumas horas depois.

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Recentemente, o fundador e ex-CEO do Alibaba, Jack Ma, anunciou que irá deixar o cargo de presidente do conselho da empresa em setembro de 2019, quando a companhia completará 20 anos de história.


CELESC ANUNCIA INVESTIMENTO DE R$ 35 MILHÕES

Com aplicação de R$ 35 milhões, a Celesc lançou, por meio do Programa de Eficiência Energética ANEEL, as novas edições dos projetos Banho de EnergiaEnergia do Bem Bônus Eficiente.Também foi lançado o edital de chamada pública que visa a seleção de iniciativas para combater o desperdício de energia elétrica, principalmente em hospitais públicos e filantrópicos.O lançamento aconteceu na Administração Central da companhia, na segunda-feira, 3 de dezembro, com a presença do governador, Eduardo Pinho Moreira, e do presidente da Celesc, Cleverson Siewert.Além do subsídio de 50% na compra de eletrodomésticos, para o Projeto Bônus Eficiente, a transação também inclui a contribuição de R$ 50 de cada consumidor participante.Toda a quantia arrecadada será doada para três instituições sociais: Associação Catarinense de Autismo (ASCA); Associação de Síndrome de Down, de Joinville e Asilo São Vicente de Paulo, de Criciúma.CHAMADA PÚBLICAPara chamada pública será possível a participação de qualquer consumidor da Celesc com CNPJ e para isso, é necessário apresentar à empresa, um projeto para redução do consumo de energia, conforme as regras estabelecidas no edital e definidas pela ANEEL.No total serão destinados R$ 9,5 milhões para a execução desses projetos, sendo R$ 2,5 milhões destinados exclusivamente para ações de incentivo à Eficiência Energética com a inserção de geração por fontes incentivadas (fotovoltaica, eólica) em hospitais Públicos e filantrópicos.OBJETIVOSBanho de Energia 3- Objetivo: Instalação de 700 sistemas de trocador de calor para fogão à lenha*, instalação de 3,4 mil trocadores de calor para chuveiro elétrico* e substituição de 30,7 mil lâmpadas ineficientes por lâmpadas bulbo de LED.- Investimento: R$ 9.504.467,50- Beneficiados: 4,1 mil famílias do meio rural e baixa renda - aproximadamente 16 mil pessoas.- Municípios participantes: Abdon Batista, Anita Garibaldi, Correia Pinto, Lages, Otacílio Costa, Ponte Alta e São Cristóvão do Sul - Definição dos municípios: planalto serrano, devido à utilização do fogão a lenha e por atingir baixas temperaturas em determinadas épocas do anoEnergia do Bem 5- Objetivo: Substituição de 42.800 lâmpadas fluorescentes compactas ou incandescentes por lâmpadas bulbo LED. Troca de 1,4 mil refrigeradores antigos por novos com selo Procel e instalação de 3.450 trocadores de calor para chuveiro- Investimento R$ 6.960.800,00- Beneficiados: 8,5 mil famílias poderão participar do projeto - aproximadamente 34 mil pessoas- Municípios participantes: Será atendida a região litorânea, com prioridade para locais com os maiores índices de perdas não técnicas nas regiões de Joinville, Itajaí, Criciúma e Florianópolis.Bônus Eficiente 5- Objetivo: Subsídio de 50% para a troca de 6.850 eletrodomésticos (3.500 refrigeradores, 1.500 freezers e 1.850 aparelhos de ar condicionado) antigos por equipamentos novos com Selo Procel- Investimento R$ 9,0 milhões- Benefício para 6.850 famílias, em toda área de concessão, aproximadamente 27,4 mil pessoas- Bônus de 50% para troca de refrigeradores, freezers, condicionadores de ar e lâmpadasPoderão participar qualquer consumidor residencial da Celesc, que possua um equipamento com mais de 5 anos de uso. Para isso, no momento em que forem iniciadas as vendas, o cliente deve procurar uma das Lojas Colombo, que foi a empresa vencedora do processo licitatório. Levar os documentos de identificação, uma fatura de energia e os dados do equipamento antigo (tamanho, marca/modelo, tempo aproximado de uso).Trocador de Calor – chuveiro elétrico e fogão à lenhaEm um chuveiro tradicional, a água que vem da caixa d’água, entra direto no chuveiro e precisa ser aquecida até a temperatura de conforto para banho, que é em torno dos 40ºC.Supondo que a água da caixa esteja a 25ºC o chuveiro precisa fornecer energia para elevar a temperatura em 15ºC.Com o Trocador de Calor, a água antes de entrar no chuveiro, passa por uma serpentina no chão do box, e é pré-aquecida pela água quente do banho, antes de ela ser descartada pelo ralo.Com isso, a água entra no chuveiro pré-aquecida.Então, no exemplo anterior, ao invés de entrar a 25ºC, a água entra no chuveiro a 33ºC, e o chuveiro necessita aquecer apenas 7ºC para que a água atinja a temperatura ideal de banho.Com isso, atingimos uma economia que pode chegar aos 50%.Em fogões à lenha, um trocador de calor é instalado na chaminé para aquecer a água que, então, é armazenada em um reservatório térmico e pode ser distribuída para chuveiros e torneiras.Outro benefício do sistema é a ampliação da eficiência do fogão, que permite a economia de lenha e a redução da emissão de cinza e de fuligem.

Quais são os planos de Carlos Moisés da Silva para a indústria de SC

O novo cenário político nacional e estadual abre possibilidades para soluções de problemas crônicos do desenvolvimento catarinense, como precariedade da infraestrutura logística e a demora excessiva para licenciamento de novos projetos.É o que diz a edição de novembro da revista Indústria e Competitividade, da Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (Fiesc).Numa entrevista exclusiva, o governador eleito da próxima gestão, Carlos Moisés da Silva (PSL), reafirma o compromisso com o ajuste fiscal e afirma que manterá diálogo constante com o setor produtivo para que seja criado um ambiente favorável aos investimentos e à produção no estado, incluindo parcerias público-privadas.Confira abaixo a entrevista na íntegra:Há anos o Governo Federal não realiza os investimentos necessários em infraestrutura no Estado. De que forma o Governo Estadual pretende se articular com o Federal para trazer mais investimentos?Moisés: Entendemos que temos a possibilidade de uma pauta singular com o Governo Federal. O presidente eleito é do mesmo partido que o governador. Os problemas de Santa Catarina são conhecidos há tempos. Olharemos com carinho para demandas como um todo, tendo uma especial atenção às questões de infraestrutura que vão gerar riqueza, não só financeira, mas no mercado de trabalho, qualidade de vida, melhor acesso a bens e serviços, entre outros. O presidente Jair Bolsonaro é um parceiro de Santa Catarina, esteve aqui em diversas oportunidades, mesmo antes da campanha. E foi agraciado com uma votação consagradora aqui, o que nos dá uma expectativa natural de contar com o apoio, que nos possibilitará condição de viabilizar os projetos para o Estado. Seremos incansáveis na busca por soluções no que diz respeito à infraestrutura federal, pois sabemos que as boas condições impulsionam o desenvolvimento econômico do Estado e garantem mais segurança à população. A infraestrutura estadual também é falha. Diante do cenário de déficit fiscal, como não deixar deteriorar-se ainda mais esse patrimônio? Esta é uma questão à qual nós estamos muito atentos. Vamos aproveitar o período de transição para avaliar todas as possibilidades para não deixar nosso patrimônio se perder. O que eu posso dizer no momento é que nenhuma opção está descartada. Nosso investimento em manutenção de rodovias hoje não chega nem perto do mínimo necessário: precisamos de cerca de R$ 200 milhões por ano, e o que efetivamente é gasto não alcança os R$ 40 milhões. São esses os fatos, e nós temos que trabalhar em cima deles. A Secretaria de Estado do Planejamento tem estudos sobre a concessão das rodovias estaduais e vamos nos debruçar sobre isso.Como o senhor pretende conduzir a política de incentivos fiscais no estado?Moisés: Há setores que precisam do incentivo fiscal. Sem uma alíquota diferenciada, eles simplesmente já teriam deixado de existir no Estado, levando junto milhares de empregos. Há estados brasileiros, como Goiás, com políticas agressivas nesse sentido e precisamos proporcionar às nossas empresas condições para que possam competir em pé de igualdade. A renúncia fiscal precisa ser um debate entre o Governo e o setor produtivo. A Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) deste ano previu uma redução gradual das renúncias fiscais nos próximos quatro anos até que ela alcance 16% da arrecadação bruta. Os setores que precisam continuarão a recebê-lo. A renúncia fiscal tem de ser efetiva e é preciso mostrar esses resultados. Um compromisso que eu assumi na campanha e mantenho agora é sempre escutar as pessoas que produzem e geram empregos. Nada no meu governo será feito de maneira atropelada. Utilizar-se de incentivos é algo que pode, sim, auxiliar a economia. O que deve ser combatido é o uso não republicano dessa prática.Como o Governo vai agilizar os licenciamentos ambientais? Manterá mecanismos como a Licença Ambiental por Adesão e Compromisso (LAC)?Moisés: A LAC foi um passo importante e que precisa ser expandida. Não podemos nos acostumar que uma licença ambiental se arraste por anos. É um montante gigantesco de recursos privados que fica represado e deixa de movimentar a nossa economia. Farei o que estiver ao meu alcance para que esse processo seja cada vez mais desburocratizado, sem qualquer tipo de prejuízo ao meio ambiente.Como o senhor avalia o quadro de inovação catarinense e como acha que o setor público pode contribuir para fortalecê-lo?Moisés: Santa Catarina hoje está na vanguarda da inovação no País. Temos a maior proporção de startups do Brasil e diversas empresas consolidadas no mercado nacional e no exterior. O faturamento anual do setor no Estado está em R$ 15,5 bilhões. O que levou a isso? Algumas políticas acertadas lá atrás e que nós vamos manter e, se possível, expandir. A Fapesc realiza um trabalho importante, que precisa ser ainda mais fortalecido. Também precisamos continuar a oferecer condições favoráveis para que as empresas queiram se instalar aqui. Isso passa por não aumentar os impostos.O senhor já assumiu compromissos de não aumentar impostos. Como vai realizar o corte de gastos necessários ao equilíbrio fiscal do estado?Um dos nossos primeiros atos será a extinção das Agências de Desenvolvimento Regional (ADRs). Este é um modelo superado. Outra ação do nosso governo será diminuir ao máximo o número de cargos comissionados. Ainda estamos estudando quantos serão necessários, mas a redução será significativa. Estamos recebendo as informações a respeito que vão nos permitir conhecer a máquina pública por dentro e possibilitar o crescimento econômico, além de realizar os cortes de todos os gastos desnecessários. Em um momento de crise, o cidadão e as empresas privadas fazem o dever de casa. O Governo precisa fazer o mesmo sem nunca se esquecer do principal: entregar um serviço de qualidade para a população.Como o senhor vai manter canais de diálogo com a indústria para discutir assuntos de seu interesse? Quais são as principais oportunidades de parceria?Moisés: O setor industrial é um dos pilares da nossa pujante economia. Ele será consultado em tudo que lhe diz respeito. Nossa promessa de campanha é de manter diálogo permanente com quem produz e gera empregos em Santa Catarina. Quem mais do que o empresário para saber quais os gargalos logísticos e onde o Governo atrapalha o desenvolvimento do Estado? Nossa ideia de manter um governo enxuto e eficiente passa pela colaboração direta da iniciativa privada. As parcerias público-privadas ainda engatinham em Santa Catarina e no Brasil, mas é um modelo que, se bem planejado, nós vemos com bons olhos.A qualidade de vida é fator de atração de investimentos e de profissionais qualificados, mas cresce a violência nas principais cidades. De que forma o Governo pretende reduzir os índices?Esta é uma questão que me toca pessoalmente, já que sou um egresso da Segurança Pública. É preciso reconhecer que houve uma melhora de todos os principais índices em 2018. A estratégia tem de ser clara: polícia na rua, bem treinada e equipada. O uso da tecnologia é essencial para que o Estado esteja sempre um passo à frente do criminoso, nunca atrás. Para alcançarmos patamares cada vez mais efetivos é necessário que o tema seja uma prioridade do governante, e não tenham dúvida de que será assim nos próximos quatro anos. Faremos a recomposição dos efetivos, da Polícia Militar, dos Bombeiros e da Polícia Civil. Um estado seguro é importante não apenas para o cidadão, mas também para a atração dos investimentos. Ainda estamos em uma posição boa, mas precisamos ter sempre em mente a busca pela excelência. Santa Catarina tem de ser referência neste tema.

Google Meu Negócio para PMEs

Google lançou globalmente uma série de atualizações do Google Meu Negócio, um serviço que ajuda pequenas e médias empresas a fortalecer a sua presença digital.Os empresários que têm uma conta no Google Meu Negócio podem, grosso modo, aparecer nas buscas do Google e colocar seus negócios, literalmente, no mapa, já que a empresa também aparece no Google Maps.
Para explicar melhor todas as novidades do serviço, nada melhor do que falar com seus criadores. Pequenas Empresas & Grandes Negócios foi atrás de Curtis Galloway. O gerente de engenharia do aplicativo Google Meu Negócio falou com exclusividade sobre as novas funcionalidades.Galloway está no Google há dois anos. Antes disso, passou 14 anos na Apple e chegou a trabalhar na NeXT Software, empresa criada por Steve Jobs durante o período em que ele esteve longe da criadora dos Macs e iPhones.O executivo vem de uma família de empreendedores. “Meu pai, meu avô e meu irmão têm pequenos negócios. Então, para mim, é uma honra trabalhar na criação de soluções para empreendedores”, diz.As novidades do Google Meu Negócio permitem, de acordo com o americano, que o empreendedor consiga se comunicar mais facilmente com o cliente. Agora é possível, por exemplo, se comunicar com os consumidores por meio de trocas de mensagens.Outra novidade é que é possível acompanhar com facilidade o número de pessoas que visitaram seu perfil, buscaram uma rota para chegar até você e visualizaram as fotos da sua empresa.O empresário pode ainda criar um site para sua empresa em questão de minutos, com base em modelos prontos desenvolvidos pelo Google. “Quem estiver interessado na empresa terá a certeza que poderá se conectar à empresa da forma que eles acharem mais conveniente”, afirma Galloway.Também será possível, de forma tão simples quanto acontece em uma rede social, atualizar o perfil do negócio com informações novas e fotos. No caso das imagens, o serviço permite que o empresário use filtros, de um jeito bem parecido com o Instagram.
Algumas das telas do novo Google Meu Negócio: interatividade e métricas (Foto: Divulgação)
O Google Meu Negócio permitirá ainda que os clientes sigam as empresas que mais os interessam e recebam notificações quando os empresários atualizem dados e postem fotos. O serviço já está disponível em alguns países chegará ao Brasil em breve, de acordo com a empresa.Quando perguntado se o Google quer que os empresários enxerguem o Meu Negócio como uma rede social, Galloway desconversa. “Não enxergamos assim. De qualquer forma, o nosso objetivo principal é facilitar a vida do empreendedor, para que ele se dedique ao que realmente importa: a qualidade do produto ou serviço que ele oferece.”O Google Meu Negócio pode ser acessado pelo computador e também por um aplicativo de celular. Para criar um perfil, basta fornecer informações básicas, tais como o nome e a localização da empresa. O Google também checa se os dados fornecidos pelos empresários são realmente verdadeiros. “Isso é particularmente importante se a empresa já existe e há alguém reivindicando que é dona do negócio. Mostrar informações confiáveis é algo de extrema importância para nós”, afirma Galloway.
Curtis Galloway, gerente de engenharia para o aplicativo Google Meu Negócio (Foto: Divulgação)
Galloway afirma que, em alguns casos, tal checagem é feita com o envio de cartas para o endereço informado pela empresa no Google Meu Negócio. Nesse método, a empresa envia um cartão postal com um código de verificação para o endereço da empresa cadastrada no serviço. Com isso, é possível confirmar se o endereço realmente existe. “Por mais que sejamos uma empresa de tecnologia, pode ser mais simples conseguir a verificação pela correspondência. Quanto mais simples, melhor”, diz.A validação também pode acontecer de forma digital, por meio de códigos enviados por e-mail e SMS. Na Grande São Paulo, o Google pode enviar, presencialmente, um profissional para checar se o endereço informado realmente é de uma empresa cadastrada.Brasil Ao contrário do que acontece em países mais desenvolvidos, boa parte dos empreendedores não teve acesso a uma educação de qualidade – e isso faz com que uma grande parcela deles tenha pouca familiaridade com a tecnologia.De acordo com Galloway, o desenvolvimento de soluções que consumam poucos dados e funcionem em celulares mais antigos é um caminho para a inclusão digital dessas pessoas. “Nós estimamos que haja 12 milhões de empresas no Brasil e que 40% delas não estejam na internet. Para trazer essas pessoas para o ambiente digital, é importante criar ferramentas que sejam fáceis de usar e que tragam vantagens. Esperamos que as pessoas usem nosso serviço por essas razões.”Mas como levar internet a áreas remotas do país, em que não há nem mesmo conexões para celulares? Isso também está no radar do Google. “A empresa tem iniciativas para levar a internet para locais isolados”, afirma. Dentre elas, destaca-se aLoon, uma subsidiária que quer fornecer conexões por meio de balões localizados na estratosfera. Após anos de teste, a tecnologia começa a tomar forma e deve ser colocada em prática pela primeira vez no Quênia.Acesse agora! Google Meu Negócio 

Trade turístico pede a permanência de Vinícius Lummertz no Ministério do Turismo

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Todo o trading turístico do Brasil, reunido em Florianópolis no início dessa semana, numa reunião do Conselho Nacional do Turismo (CNT)  decidiu  encaminhar uma carta ao presidente eleito Jair Bolsonaro com o pedido para a permanência do catarinense Vinicius Lummertz  no Ministério do Turismo. A carta será entregue ainda essa semana ou no início da próxima para o próprio presidente eleito e aos novos ministros já indicados.Vinicius Lummertz que desde julho de 2016  era presidente da Embratur, assumiu o Ministério do Turismo em abril deste ano. Neste curto período, sob sua gestão, o turismo brasileiro deu passos largos, principalmente na direção da internacionalização e transformação do turismo  em uma indústria, capaz de triplicar a geração de empregos e renda em todo país. “O turismo não pode ser visto como um setor isolado e até mesmo como mais uma indústria. O turismo é um verdadeiro universo de oportunidades de novos negócios, de criação de novos empregos e aumento da renda em praticamente todas regiões brasileiras, pela vocação e capacidade turística”, sentencia .No entanto, o atual ministro revela que o turismo brasileiro ainda representa apenas 3,7% do PIB, que é uma das menores participação entre todos países do mundo com potencial turístico. “O turismo é o nosso mote, nossa paixão. É por ele que lutamos, acreditamos e que será neste momento a grande mola propulsora da nossa economia”, garanteO trade turístico brasileiro aposta na continuidade do trabalho que vem sendo desenvolvido pelo atual ministro do Turismo, pois como consta da carta, “está no caminho certo do seu desenvolvimento”. Além do trabalho já desenvolvido, o nome de Vinicius Lummertz  deverá ter o apoio do presidente eleito Jair Bolsonaro,  pois sabe que a origem do ministro é Santa Catarina, o estado com forte vocação turística e que deu a ele uma representação superior a 65% dos votos nos dois turnos da última eleição.

Consórcio Ponta Negra assumirá operações de carga no Aeroporto de Joinville

O Terminal de Logística de Carga (Teca) do Aeroporto de Joinville/Lauro Carneiro de Loyola passará a ser operado, no próximo dia 26 de novembro, pelo Consórcio Ponta Negra em Soluções Logísticas e Transportes Ltda, com perspectiva de aumento de 30% na receita já a partir do mês de dezembro.A transferência das operações faz parte do posicionamento estratégico da INFRAERO, que prevê a concessão da exploração comercial de complexos logísticos situados nos aeroportos que administra à iniciativa privada.O contrato de concessão de uso de área foi assinado em 22 de agosto de 2018 e terá vigência de 300 meses.O investimento total do consórcio vencedor da licitação, que irá realizar a atividade de armazenagem e movimentação de cargas internacionais e nacionais, será de aproximadamente R$ 20 milhões.A concessionária irá manter a equipe atual de funcionários terceirizados, sendo seis deles responsáveis pela carga e descarga e um pela vistoria junto à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).Os equipamentos da INFRAERO instalados no Teca serão disponibilizados à Ponta Negra por meio de termo de comodato.O superintendente do aeroporto, Rones Rubens Heidemann, explica que, para ampliar a movimentação do Teca, o Consórcio Ponta Negra será responsável pela implantação de um novo complexo logístico, com área de 103.103 m², em até 36 meses da assinatura do contrato:“O novo local será composto por terminal de cargas, condomínio industrial, entreposto aduaneiro e aeroporto indústria”.Todos os projetos serão apresentados pela Ponta Negra à INFRAERO e demais órgãos intervenientes para aprovação, antes do início das obras, de acordo com o que determina o contrato.Outras informações podem ser consultadas no edital do processo, disponível na página da INFRAERO. Clique aqui.Rede TecaA Rede de Terminais de Logística de Carga da INFRAERO possui, em seu parque tecnológico, equipamentos de última geração e completa infraestrutura para receber os mais diversos tipos de cargas, garantindo que sejam movimentadas e armazenadas com agilidade e total segurança. Esses terminais contam com câmaras frigoríficas, áreas especiais para cargas valiosas, material radioativo e demais artigos perigosos.A estatal é uma das maiores operadoras de terminais aeroportuários do mundo e movimenta cerca de R$ 40 bilhões em cargas processadas por ano, com carteira de mais de 11 mil clientes. As operações dos TECAs apresentaram crescimento de 19,5%, saltando de 104,5 mil toneladas em 2016 para 124,8 mil toneladas em 2017. O destaque foi o setor de importações, com incremento de 24,6%, chegando a 85,5 mil toneladas.

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