Ali eles adquirem a experiência necessária para o mercado de trabalho: criam projetos, assumem cargos de gerência e presidência, comandam equipes e vendem seus produtos.
Eles são jovens, todos na faixa dos 20 anos e com algo em comum: quiseram ter uma experiência profissional ainda na faculdade por meio do Movimento Empresa Júnior, que nada mais é do que uma empresa registrada, com CNPJ e tudo, mas ligada à instituição de ensino da qual fazem parte. Ali eles adquirem a experiência necessária para o mercado de trabalho: criam projetos, assumem cargos de gerência e presidência, comandam equipes e vendem seus produtos. Saem da faculdade com uma formação diferenciada e no currículo a bagagem de ter ocupado cargos que seriam conquistados apenas com 20 anos de carreira.
É dessa forma que Sorocaba tem “exportado” diversos empreendedores para o mundo. Entre os exemplos que podem ser citados está o de Marc Kirst, que estudou Administração na UFSCar Sorocaba e fundou o Programa Visão Empreendedora, o Prove, que atua diretamente na área da Educação e de forma inovadora estimula jovens a terem projetos de vida. Palestrante, facilitador de grupos e coach, Mark conseguiu – pela importância de seu trabalho – o apoio da Red Bull Amaphiko. Já Felipe Maia Lo Sardo, que estudou Engenharia de Controle e Automação na Unesp Sorocaba, é co-fundador do Goomer, aquele cardápio digital no tablet que pode ser visto em bares, restaurantes e hotéis. Está faturando com a ideia.Agora mais um grupo está saindo de dentro de uma instituição de ensino para o mundo: os participantes da Dinâmica Engenharia Júnior, da Unesp de Sorocaba, que venceram o Desafio VotoJr e vão receber R$ 20 mil para executar um painel interativo para o Grupo Votorantim. Entre várias etapas eliminatórias, na final enfrentaram outras empresas juniores, de faculdades como a FEI, o Instituto Mauá de Tecnologia e Unesp de Ilha Solteira.Os participantes do desafio tinham de propor uma solução para a seguinte questão: como inovar e extrapolar o uso do mural (físico ou digital) na organização, de uma forma inovadora, interativa e que engaje o público interno a atuar de forma mais colaborativa? A partir daí os alunos da Unesp Sorocaba criaram um painel interativo com uso de projetor de imagens acoplado a um Kinect (como do videogame Xbox). No desafio de projetos, precisaram enfrentar perguntas dos concorrentes e ainda da banca avaliadora, composta por executivos da Votorantim.Movimento ainda é pouco conhecido em SorocabaA Dinâmica Engenharia Júnior tem 40 participantes, dos dois cursos da Unesp Sorocaba: Engenharia de Controle e Automação e Engenharia Ambiental. A equipe é coordenada pelo presidente Marcos Ubiratan Silva Souza, 22 anos, aluno do 5º semestre do curso de Engenharia de Controle e Automação. No conselho consultivo está Otávio Gianotti Lunadi, 21 anos, do 9º semestre de Engenharia de Controle e Automação. Igualmente do mesmo curso, Lucas Sola Garcia de Campos, 22 anos, aluno do 7º semestre, é o gerente responsável pelo projeto do painel, vencedor do Desafio VotoJr. Conforme os alunos, o professor Roberto Wagner Lourenço é o responsável por acompanhar o andamento da Empresa Júnior, mas dá total liberdade para os estudantes atuarem.O brilho nos olhos, o entusiasmo para contar do projeto e principalmente o fato de acreditarem em suas ideias mostram o quanto de si esses jovens projetam para o futuro. Eles, no entanto, lamentam que Sorocaba não conheça esse movimento de empresas juniores. “Fizemos um levantamento e na cidade são oito ao todo, além da nossa”, afirma Otávio Gianotti Lunadi, conselheiro consultivo da Dinâmica Engenharia Júnior, ligada à Unesp Sorocaba.De acordo com Otávio, das 73 empresas que eles entraram em contato, apenas 30% ouviram falar sobre as juniores.“Temos proposta de projetos para empresas grandes e pequenas e o preço do nosso trabalho é bem mais barato. Enquanto um projeto no mercado custaria em torno de R$ 40 mil, fazemos por R$ 20 mil ou mesmo R$ 15 mil”, conta. Outra vantagem, afirma Otávio, é a qualidade. “Pois as juniores contam com estudantes de boas faculdades e supervisão de professores. E para nós é importante desenvolvermos trabalhos para as empresas para podermos exercitar tudo o que estamos aprendendo”, complementa.Marcos Ubiratan Silva Souza, presidente da Dinâmica, afirma que as juniores mantêm contato entre si e trocam informações. “Tentamos nos ajudar e quando um cliente solicita algo que não se encaixa no portfólio, encaminhamos uns aos outros”.A Dinâmica, diz Marcos, faz projetos de pesquisa e desenvolvimento e consultoria para empresas. Entre os diversos trabalhos ele lembra que já fizeram um para a Ambev, de Votorantim. “Era para automatizar a coleta de incidentes na área de segurança do trabalho”, conta. “Temos cinco projetos em andamento hoje e sete propostas para aprovação”, diz. O dinheiro recebido fica armazenado em caixa e retorna para a equipe, para capacitações em geral, como congressos e cursos.Mais do que sair da universidade com um currículo de peso, o que consideram fundamental é o desenvolvimento como pessoa. “Você aprende a gerir, administrar seu tempo, desenvolve técnicas de oratória e de liderança e conhece mais áreas do que apenas as disciplinas do curso”, diz Marcos, citando como exemplo o fato de não ter nenhuma matéria que aborde a Gestão de Projetos, e como na Empresa Júnior tem, ele já sabe que é isso que quer fazer. “Quando entrei na Unesp não tinha essa visão empreendedora. Foi bom conhecer outras possibilidades, acho importante isso. Desperta a pessoa para abrir seu próprio negócio e poder ajudar a sociedade com seus projetos”, comenta.Conforme Otávio, o Movimento Empresa Júnior é uma salvação para o Brasil. “A missão é impactar a realidade do País todo. Pode observar, as cidades que procuram por esses serviços têm crescido muito, se desenvolvido mais. A Prefeitura de Sorocaba poderia dar um incentivo, divulgar mais nosso trabalho para as empresas”, diz.Lucas Sola Garcia de Campos, gerente do projeto vencedor, lembra que o problema no País hoje é exatamente com os líderes. “Eles querem corromper o sistema para poder crescer, mas é preciso que saiam dessa zona de conforto de propinas para passarem para meios complexos, e com grande retorno. É preciso deixar de fazer o fácil para fazer o certo”, pontua. Para Lucas, essa geração de pessoas que participam de empresas juniores vêm para mostrar isso. “A principal missão do movimento é formar líderes capazes e comprometidos a transformar o nosso País”, afirma.Fonte: Empreendedor
Livro eletrônico é o primeiro de uma série que Sebrae e Endeavor vão produzir em parceria
Quem tem um pequeno negócio e acha que está na hora de expandir, mas não sabe qual por qual caminho seguir, tem agora à disposição um novo livro para ajudá-lo. O Sebrae e a Endeavor lançaram o e-book O que sua empresa quer ser quando crescer?, em formato digital e disponibilizado gratuitamente. Trata-se do primeiro e-book lançado por meio de uma parceria nacional entre as duas instituições, que até 2017 deverá lançar mais cinco livros nesse formato.
Esse e-book apresenta modelos de expansão, como a abertura de outra unidade própria, montar um sistema de franquia ou licenciar seu produto, por exemplo. Nele também é possível encontrar histórias de sucesso de empresários para inspirar outros empreendedores.“Expandir um pequeno negócio pode significar novos desafios, seja no sentido de ampliar a participação no mercado, abrir uma nova loja ou até mesmo para contratar o primeiro funcionário. O aumento das vendas é o sonho de todo empresário, mas, para que a empresa continue crescendo de forma sólida, é necessário planejar. A série de e-books vai apoiá-lo nesse desafio”, diz a diretora-técnica do Sebrae, Heloisa Menezes.Na visão da diretora de Cultura Empreendedora da Endeavor, Camilla Junqueira, os empreendedores que se capacitam são os que têm maior potencial de causar impacto. “Sabemos que o empreendedor começa pequeno, mas acreditamos que o sonho já deve ser grande. Capacitar-se para dar o próximo passo pode mudar o jogo nessa trajetória e aumentar as chances de termos um país com mais empresas que crescem e geram muitos empregos”, ressalta.O material está disponível gratuitamente na Biblioteca Interativa do Sebrae (BIS) e no portal da Endeavor. Além disso, também pode ser acessado em smartphones e tablets, por meio do aplicativo BIS, disponível em Android e iOS.Fonte: Empreendedor
Conheça a fórmula vencedora da Codorníu, empresa espanhola com 460 anos de história
“O mais importante é criar uma marca sólida, capaz de resistir às crises. Não é porque o país vai mal que você vai deixar a qualidade cair. É preciso pensar a longo prazo.” Foi dessa maneira que Borja Raventós Sáenz, herdeiro e membro do Conselho Consultivo da Codorniú, justificou o sucesso da marca, a mais antiga da Espanha, fundada em 1551. O empresário espanhol falou durante o Enef (Encontro de Empresas Familiares), evento realizado em Gramado (RS) pela consultoria em governança Werner Bornholdt.
A palestra de Raventós abriu o encontro de dois dias, que reúne 26 empresas familiares na cidade gaúcha. Depois de relatar a história da empresa, que hoje conta com 200 acionistas entre os 500 membros da família, o herdeiro revelou os dez segredos de sucesso da vinícola espanhola, que hoje conta com nove adegas na Espanha, uma nos Estados Unidos e outra na Argentina. Confira a seguir a fórmula vencedora do negócio familiar.
1. Respeite o legado, a cultura e a história da empresa. Cultive uma visão de médio e longo prazo. Todas as decisões devem ser tomadas pensando nas gerações posteriores.2. Estimule entre os herdeiros o orgulho de pertencer à família. É essa união familiar que manterá a empresa de pé ao longo dos anos.3. Tenha paixão pelo que é essencial no negócio, mas jamais se esqueça de inovar. Mantenha um compromisso vitalício com a comunidade local.4. Determine os valores que deverão ser passados de geração em geração. Na Codorníu, os valores são: honestidade, perseverança, flexibilidade, discrição e inovação.5. Os processos de sucessão devem ser muito claros, com regras precisas. É necessário trabalhar a harmonia entre as diversas gerações.6. Promova o crescimento sustentável, que garanta os dividendos necessários para os acionistas.7. Invista na profissionalização da empresa, para torná-la mais competitiva.8. O negócio deve ter uma cultura forte, mas flexível: será necessário adaptar os valores às diferentes eras da companhia.9. Crie uma marca sólida. Mantenha a qualidade dos produtos e não descuide da precificação. O foco deve estar no longo prazo, e não no lucro fácil.10. Esteja aberto a ouvir diferentes opiniões: de consultores externos, gestores profissionais, consultores e até mesmo de outros negócios familiares.Fonte: PEGN
Tão difícil quanto conquistar novos clientes é manter os que já fazem parte do escopo de uma empresa. E os motivos são vários, vão desde o aumento considerável na concorrência até o atual cenário de incertezas do mercado. Manter clientes passou a ser uma questão de sobrevivência para as empresas na análise de Thaísa Batista, responsável pela Qualidade da Nossa Gestão de Pessoas e Serviços. “Quando a gente fala em clientes deve ressaltar não apenas o cliente externo, o que monetiza, mas também os internos”.Todos os colaboradores precisam manter os clientes já conquistados. A especialista alerta que o atendimento interno, ou seja, todo o trabalho realizado de pós venda, de satisfação, reflete no atendimento externo.Em tempos incertos, as empresas costumam investir somas consideráveis em treinamento especializado e brindes para manter ou conquistar clientes, porém, com o colaborador da empresa preparado para atender internamente de maneira correta seus fornecedores e a sua carta de clientes constantemente o consumidor final vai sentir que não é uma prática forçada apenas para atender uma demanda de metas, e todo mundo ganha: a empresa que não tem custos fora da rotina e mantém a excelência em atendimento.Neste contexto, o cliente interno precisa ser tratado como uma parceria e não apenas como um elo na relação fornecedor/cliente. Thaisa reforça que sempre é bom entender quais são as necessidades deste cliente e não tentar forçar a venda de uma necessidade que não é real. “Isso vai levar a um produto ou serviço de má qualidade, que nem vai atender a necessidade dele e uma consequente insatisfação” pontua a especialista.Onde as empresas pecamEliane Catalano, Coordenadora de Seleção, alerta que o atendimento é a alma do negócio. “A gente percebe que muitos clientes retornam porque foram bem atendidos. Tem muito da cordialidade, do profissionalismo aplicado. No momento em que você gosta do que faz e sabe o que está fazendo, tudo passa a ser natural”.Entre os detalhes que Eliane entende como fundamentais para o bom atendimento, ela destaca:Ser sempre simpáticoFalar sorrindoEntender com o olhar do cliente o que ele querSe analisar quais são as expectativas do cliente está o reflexo do bom atendimento também.Todos pela empresaA consultora Nilceia Neri explica que o correto é não buscar o cliente apenas quando precisa fechar a meta, mas sim buscar uma forma de ajudar e analisar como a expertise pode ajudá-lo. “Na parte comercial, desde a pessoa da recepção até o fechamento de contrato, todos vendem. É preciso fazer de tudo para trazer o cliente para dentro da empresa e que ele sinta confiança. Ele sabe que ele não é único, mas a necessidade dele é unica para ele, e precisa ser tratada assim” afirma Nilceia.E se alguém da equipe não tiver este perfil de atendimento, a consultora comercial da Nossa indica que primeiro é preciso verificar qual é o potencial de cada colaborador e desenvolver o que está carente. “Todos precisam estar alinhado com o atendimento. É preciso trabalhar este aspecto. Se perceber que um colaborador não tem este perfil, não tem esta habilidade de comunicação ou sociabilidade, mesmo com todo treinamento, aí sim é preciso buscar um profissional que atenda esta expectativa” finaliza Nilceia.Fonte: Empreendedor
Para ser bem-sucedido, é preciso começar por áreas conhecidas e ter perseverança.
"Joy" é um daqueles filmes que fazem com que você sinta coragem de batalhar pelos seus sonhos, custe o que custar. Separamos aqui algumas das lições que o filme nos ensinou sobre empreendedorismo.Confira:
1. Comece por onde você conhece
Joy era uma dona de casa que via, diariamente, a dificuldade em limpar alguns cômodos com os produtos disponíveis no mercado. Ela podia ter se conformado com isso, mas não foi bem assim que aconteceu. Com essa informação, ela idealizou e criou, ali mesmo, dentro do quarto de sua filha, um esgrefão, com um conceito totalmente novo, que ajudou e continua ajudando milhares de pessoas. E o que isso nos diz?Que devemos começar pelo que já conhecemos. As chances do seu produto ou ideia darem certo, dentro de um ambiente que já lhe é familiar, são maiores das de quando você decide se aventurar por novas áreas. A trajetória de uma das empreendedoras Endeavor, a Zica, do Beleza Natural, demonstra exatamente isso.Cansada da falta de produtos para seus cabelos cacheados, a carioca, que trabalhou desde os 9 anos para ajudar a sustentar a família, decidiu criar sua própria fórmula. Usando seu irmão como cobaia, sua amiga como sócia e seu marido como investidor, ela começou, literalmente, no fundo do seu quintal, um salão de beleza. Com o tempo, a rede aumentou e agora tem mais de 20 endereços e emprega mais de 3 mil pessoas.2. Não use atalhosSabe aquela história do anjinho e do diabo que vivem discutindo na sua cabeça? Ela é mais real do que você pensa, o certo e o errado se cruzam de tempo em tempo na vida de muitos empreendedores.Assim como Joy, sabemos que muitos empreendedores já passaram, ou irão passar, por situações em que têm que fazer aquela escolha crucial: ser honesto com alguém que não fez o mesmo com você ou aproveitar a situação para tirar vantagem? Recolher todos os encargos sociais ou pagar horas extras por fora e fazer ajustes duvidosos na contabilidade para ter um pouquinho mais de lucro?A resposta para essa pergunta influenciará, e muito, a sua jornada como empreendedor. Todos sabemos que nossas ações tem consequências e que, uma hora ou outra, elas chegarão até o seu negócio. Os famosos atalhos nada mais são do que desvios de ética e, convenhamos, se nem nos desenhos damos ouvidos ao diabinho, não é agora que devemos.3. Planeje: isso faz toda a diferençaPlanejar pode não ser a parte mais legal do negócio, mas, com certeza, é uma das mais importantes. Quantas notícias você já não leu sobre empresas que faliram por não terem feito um bom planejamento? Joy, por exemplo, fez, impulsivamente, uma segunda hipoteca em sua própria casa, arriscando literalmente tudo que tinha em prol da sua ideia.Arriscar é muito importante, mas desde que a ação seja pensada antes. Discutir suas ideias com pessoas mais experientes, como mentores, que já passaram por situações similares, é uma ótima saída, às vezes o seu insight é realmente incrível, mas o momento do seu negócio não é o melhor para realizar essa estratégia. E como você sabe qual é a hora certa? Pois é, o planejamento serve pra isso!4. PersevereQue a vida não é um mar de rosas nós já sabemos, mas isso não quer dizer que você deva surtar ou se fechar toda vez que algo der errado em seu negócio. Errar é, em muitos casos, necessário e vai fazer com que você e seu time se desenvolvam e estejam mais preparados para os próximos desafios.Por exemplo: Mario Chady e Eduardo Ouvírio, do Grupo Trigo, passaram por situações extremamente desafiadoras no começo de suas carreiras empreendedoras. Seu primeiro restaurante ogo foi um sucesso, mas tinha uma gestão tão desorganizada que chegou a falir. Se você já comeu no Spoleto, na Domino’s ou no Koni, sabe que essa história teve um final feliz.
Por quê? Perseverança.Joy também teve que enfrentar, além da sua dificuldade financeira, uma confusão burocrática, um fracasso total no momento em que seu produto foi posto à venda e o desafio constante de acreditar na sua ideia, mesmo quando sua família toda dizia que o seu negócio estava destinado ao fim.5. Ninguém vende seu negócio tão bem quanto vocêQuando você pensa em um esfregão, aposto que a primeira imagem que vem a sua cabeça é a de uma pessoa que trabalha em casa ou em algum departamento de limpeza. Qual seria a sua reação ao ver um comercial em que um homem, de terno e gravata, estivesse tentando vender esse produto? Essa foi justamente a razão pela qual, em um primeiro momento, os produtos de Joy foram rejeitados pelos consumidores.Bastou que a dona de casa subisse ao palco, com sua cara e coragem, e explicasse o conceito de seu novo produto de uma forma simples e direta que as vendas voaram, e você sabe o porquê desse resultado? Empatia pela marca é tudo e ninguém representa melhor a sua empresa ou negócio do que você!6. Você não precisa entrar nessa experiência sozinhoSer empreendedor é mais do que só ter uma ideia fantástica, é conseguir compartilhar as suas angústias e dificuldades com uma rede de apoio que vai te ajudar a passar por fases ruins da melhor forma, oferecendo ótimos conselhos e puxões de orelha.Essa rede de apoio pode ser formada por amigos que sempre acreditaram no seu potencial, pela sua família, por aquela pessoa que te incentivou a seguir em frente quando nada parecia dar certo, ou até mesmo por mentores e consultores que podem orientar você a fazer a escolha certa ou te ajudar quando você estiver em apuros.De qualquer maneira, o importante é saber que não é por que você embarcou nessa viagem sozinho que você deve remar sem a ajuda de ninguém.7. Ultrapasse suas barreirasTirar a ideia do papel é uma tarefa difícil, mas não impossível. Sabe aquele famoso mimimi que tantos reproduzem? Então, se ele está fazendo parte do seu vocabulário, já pode ir jogando fora.Sabemos que o ambiente de negócios brasileiro não é um o sonho da maioria dos empreendedores, mas se tantos já conseguiram prosperar mesmo com essas condições, por que não tentar, não é mesmo? O não você já tem, que tal sair da sua zona de conforto, pegar o que você acredita, misturar com força de vontade e ir atrás do que realmente faz seus olhos brilharem?Deixe o “e se” de lado e troque pelo “vai que dá!” que já vimos dar certo tantas vezes. Joy quebrou muitas barreiras durante a sua história, além de primeiro retomar aquele sonho de infância que estava a anos adormecido, ela lutou por seus direitos até o final, principalmente em um dos momentos mais difíceis da sua trajetória, a briga pela patente do seu próprio produto.8. Give BackA nossa amada personagem Joy, quando enfim se torna uma bem-sucedida mulher de negócios, olha para trás, para todas as dificuldades que enfrentou, os amigos que ganhou e perdeu, os atalhos que deixou de lado e pensa: agora é hora de ajudar pessoas que, como eu, tiveram uma ideia e acreditam que ela pode revolucionar o modo que olhamos para algo.Saber que existem pessoas que irão te ajudar ao longo do caminho não só as torna mais confiantes, como também faz com que elas tenham mais vontade de ir além e conseguir fazer o mesmo que você faz por elas: devolver o que você recebeu durante todo seu percurso.Fonte: *Publicado por Endeavor
Alberto Saraiva, criador do Habib's e do Ragazzo, acredita que amar os clientes é a base para o sucesso de uma empresa
Para Alberto Saraiva, criador e presidente do Habib's, empresa com mais de 25 anos de história no Brasil, a crise não é um problema. Segundo o empreendedor, só em 2015, a empresa seguiu com um crescimento na lucratividade de 10%, construindo entre 30 e 40 lojas novas por mês. Seu segredo? Amar os clientes. “Precisa de amor para atingir o sucesso profissional.”
“Que tipo de relacionamento você tem com o seu cliente? É de amor ou interesse econômico?”. Para Saraiva, as respostas dessas perguntas escodem soluções para os empreendedores vencerem dificuldades.
O criador da maior rede de fast food árabe do mundo também acredita que o empreendedor que deseja obter sucesso não pode ter medo de colocar a mão na massa. Durante sua palestra na Feira do Empreendedor SP, Saraiva inclusive preparou esfihas para o público. “Não há nada melhor do que vencer pelas próprias mãos”, diz.Durante sua palestra, listou outras recomendações para quem está pensando em abrir um negócio. Confira:1. Pense nas pessoasNa visão do criador do Habib’s, o empreendedor deve construir um negócio que pense nas pessoas. Por isso, a empresa precisa oferecer vantagens que atendam aos seus interesses. “Quando eles precisarem de algo a mais, vai responder com sim? Pois deveria.”2. DeterminaçãoSaraiva, que enfrentou a morte do seu pai ainda jovem, acredita que determinação é essencial para o empreendedor. “Encarar os problemas da vida com coragem faz a gente seguir em frente. Assim conseguimos trabalhar sem descanso, com força e garra.”3. Tenha um diferencialO presidente da rede de fast food considera os seus baixos preços um diferencial. E é nesse fato que apoia todas as suas campanhas de marketing, por exemplo. “O zero à esquerda [em referência ao valor das esfihas] nunca foi tão querido no Brasil.”
4. Fracasso“Fracasso, persistência e determinação fazem parte da vida. Andam juntos.” Com as falhas, Saraiva diz ter aprendido muito. Por isso, ele deixa uma dica para os empreendedores: “O sucesso costuma vir somente depois de muitos fracassos.”5. Elimine atravessadoresPara eliminar os atravessadores, Saraiva é dono das fazendas que produzem o queijo das suas esfihas, da agência de publicidade que faz as propagandas da marca e da empresa que realiza o serviço de atendimento ao cliente do Habib’s e do Ragazzo. “É economia de escala. Dessa forma, a gente reduz os preços da matéria-prima.”Fonte: Pequenas Empresas & Grandes Negócios
Como se proteger e aproveitar oportunidades quando o cenário é pouco previsível
O Brasil não está em crise. Está em uma nova realidade. Partindo desta premissa, Gustavo Cerbasi, especialista em finanças, falou a mais de 700 empreendedores durante uma palestra na tarde de sábado na Feira do Empreendedor SP 2016.
O evento, organizado pelo Sebrae-SP, ocorre no Anhembi, zona norte de São Paulo, até dia 23. “Tínhamos crédito mundo afora e não temos mais. Vivemos queda nas vendas, no consumo e nos negócios. Não posso dizer que isso mudará no curto prazo”, diz.
Para ele, o país está mais pobre e racional. “O que não pode acontecer é quem tem negócio acreditar que terá uma onda de recuperação”, diz. A hora, segundo o especialista, é de mudar. “É um momento de adotar estratégias diferentes do passado. O papel de todo planejador é desenhar estratégia para se desenvolver em novos cenários”, afirma.1. Pense na viabilidade
O primeiro passo para tomar decisões mais inteligentes é avaliar a viabilidade de todas as futuras ações. É comum que na hora de começar um negócio os empreendedores tomem atitudes racionais, mas, ao longo do tempo, a emoção fale mais alto. “É natural que o reconhecimento mais emocional tome lugar. Mas toda decisão da empresa devia levar em conta a capacidade de geração de mais caixa. O empreendedor precisa aprender a fazer análise de investimentos.” É fazendo investimentos que a empresa consegue ter uma empresa sempre maior e garantir retornos mais rentáveis no futuro.2. Esteja pronto para imprevistos
Ter um orçamento flexível é essencial para não se endividar quando acontece um imprevisto. Cerbasi explica que quando os gastos fixos são mais flexíveis o empreendedor não fica refém dos empréstimos. “Na hora do imprevisto, um valor que não cabia no orçamento vira dívida. Se o empreendedor está com as contas muito enxutas, a dívida vai se acumulando e somando juros em cima de juros, o que leva a empresa ao chamado efeito bola de neve”, diz.Se o orçamento permite deixar de gastar com algum item, como lazer, a dívida é quitada com mais facilidade. “Isso é resiliência, é conseguir se adaptar melhor. Assim, o desequilíbrio dura só um mês e depois ele consegue se restabelecer”, afirma. Em períodos de incerteza, flexibilidade é ainda mais importante. “Quem consegue vislumbrar seu negócio daqui dois ou três anos? Estamos vivendo um típico de cenário em turbulências. Como corrigir? Tendo menos gastos fixos.”3. Entenda a diferença de empréstimo e financiamento
Este é um erro comum entre os empreendedores. Sem entender a diferença entre empréstimo e financiamento, eles acabam adquirindo dívidas muito mais pesadas. “Quanto mais alta a taxa de juros, mais importante saber diferenciar financiamento e empréstimo”, diz Cerbasi.Financiamento é usado para comprar um bem ou pagar um projeto, como um imóvel ou um novo maquinário. Costuma envolver muita burocracia, mas tem taxas mais baixas. Já os empréstimos são fáceis de conseguir e costumam ser usados para pagar contas. As taxas de juros, por outro lado, são bastante altas.Cerbasi ensina que os empreendedores devem negociar crédito quando não precisam de empréstimo. Quando tudo está bem você negocia uma redução na taxa de juros ou a ampliação na linha de crédito. “Por isso, quando você menos precisa do banco, vá ao banco conversar com o gerente. Quando as contas apertarem, você vai ter taxas e linhas melhores liberadas. Ainda falta aos brasileiros essa capacidade de negociar crédito.”Fonte: Pequenas Empresas & Grandes Negócios
Curso tem como meta ajudar com o aprendizado profundo, em especial o 'TensorFlow', software de aprendizado de máquina da companhiaNessa semana, o Google liberou um curso gratuito para explicar seus recursos em "deep learning", que integra grande parte de seus produtos.Disponível no site educacional sem fins lucrativos Udacity, a estimativa é que uma pessoa leve cerca de três meses para completá-lo se dedicar seis horas de trabalho na semana.Porém, caso você não tenha nenhuma noção de ciência da computação, pode ser um bocado difícil você se graduar no curso. Não se trata de um módulo para iniciantes, o foco é ajudar engenheiros e cientistas de dados a se familiarizarem com o aprendizado profundo, em especial o “TensorFlow”, o software de aprendizado de máquina do Google que se tornou aberto desde novembro do ano passado.Em um post no blog da Udacity, o principal cientista do Google, Vincent Vanhoucke, e principal instrutor do curso disse que o objetivo é tornar o aprendizado de máquina mais acessível.“Lendo os artigos mais populares na mídia a respeito do assunto, você pode pensar: o aprendizado profundo não é uma coisa como o Big Data? Eu preciso de fontes de computação do Google ou Facebook para tirar vantagem disso? Como uma pessoa da indústria que acidentalmente entrou para o aprendizado profundo enquanto trabalhava no Google Voice Search há apenas cinco anos, eu vi como nada pode estar mais longe da verdade", explica.O cientista aconselha ainda que interessados não precisarão de supermáquinas para seguir no mesmo caminho."Na época, eu não usava as milhares de máquinas do Google para iniciar com o aprendizado profundo: eu comprei um computador modesto com uma GPU”.
Ficou interessado? Para acessar o curso, clique no link.
Confira uma seleção com dicas de títulos para começar seu negócio neste ano
Confira a seleção de livros para startups (Foto: Shutterstock)
Se você está pensando em começar um negócio, o primeiro passo é se planejar. É durante o planejamento que o empreendedor avalia se a sua ideia é mesmo boa, se o público-alvo pagaria pelo produto ou serviço e como colocar o plano em prática.
Muitos futuros empreendedores mergulham nos livros antes de começar a empresa. Eles podem ajudar a organizar os passos do planejamento, entender diferentes metodologias e se inspirar.
Confira uma seleção de cinco títulos obrigatórios se você quer começar uma startup.1. A Startup Enxuta, de Eric Ries
Guru do universo das startups, Eric Ries é uma das maiores fontes de conhecimento de gestão em empresas de tecnologia. No livro, fala sobre estratégias e ferramentas para fazer o negócio dar certo em menos tempo.2. Startup: Manual do Empreendedor, de Steve Blank e Bob Dorf
Sair do prédio, falar com as pessoas e conhecer os clientes são os pontos mais importantes da metodologia de Steve Blank e Bob Dorf no livro. É um guia com passo a passo para entender como fazer desenvolvimento de clientes.3. A Startup de $100, de Chris Guillebeau
Falta de capital não é mais desculpa para não começar um negócio. Neste título, o autor defende que é possível, sim, empreender com pouco. Depois de viajar o mundo, Guillebeau compartilha histórias de empreendedores que conseguiram começar com pouco dinheiro, mas muita motivação.4. Business Model Generation, de Alexander Osterwalder
O modelo Canvas é um dos mais conhecidos por quem começa uma startup. Com uma proposta visual inovadora, o livro traz dicas e orientações para validar suas ideias com este modelo. A metodologia é simples e ajuda bastante quem está perdido no começo.5. Do Sonho à Realização em 4 Passos, de Steve Blank
É uma das principais obras sobre criação de produtos e desenvolvimento do cliente. Ajuda o empreendedor também a planos de negócios, de marketing e de vendas.
Nos 20 maiores ecossistemas de startups no mundo, em média, 26% dos funcionários trabalham de forma completamente remota. Esse foi o resultado encontrado no relatório Global Startup Ecosystem Ranking 2015, feito pela Compass’s.No Vale do Silício o número de funcionários remotos chega a 43%. As startups de Boston, Los Angeles, Nova York e Chicago estão no topo da lista e têm mais de ¼ da equipe nesse formato.“Há uma clara tendência de que as empresas mais jovens e modernas estão adotando o trabalho remoto mais facilmente do que as empresas mais tradicionais”, diz Sara Sutton Fell, fundadora da FlexJobs e Remote.co.No Encore Alert (empresa de monitoramento em mídias sociais), por exemplo, metade de equipe de engenheiros de produto atua remotamente no Brasil. O fundador e CEO, James Li, explica que uma das vantagens do trabalho remoto é ter acesso aos melhores talentos do mundo, sem precisar se preocupar com a localização geográfica. Ele também destaca as divertidas trocas culturais que acontecem quando se tem uma equipe com membros espalhados por todo o globo.Confira a lista completa das cidades onde startups têm mais funcionários remotos:
Silicon Valley: 43%
Amsterdam: 36%
Boston: 33%
Moscow: 33%
Los Angeles: 32%
London: 31%
Singapore: 28%
Sydney: 28%
New York: 27%
Chicago: 26%
Berlin: 26%
Sao Paulo: 25%
Paris: 24%
Vancouver: 22%
Seattle: 21%
Toronto: 21%
Tel Aviv: 20%
Austin: 18%
Montreal: 17%
Bangalore: 16%
Ficou surpreso com a colocação de São Paulo? Mas é isso mesmo! O Brasil tem mais trabalhadores remotos do que Paris, Toronto e Austin. Isso coloca a cidade na posição de melhor cidade para startups da América Latina. O ranking foi baseado em 11 mil pesquisas aplicadas em empreendedores nos últimos cinco meses, 200 entrevistas em 25 países diferentes e participação de empresas como Delloite, CrunchBase, Orb Intelligence, Global Entrepreneurship Network e Compass’s.*Com informações da Tech.Co