7 dicas para abrir um negócio em 2016

Conheça as orientações que contribuem na tomada de decisão na hora de começar uma empresa
Agência Sebrae 07/01/2016
O número de empresas que abriram as portas em Minas Gerais, de janeiro a outubro do ano passado, caiu 7,1% em comparação ao mesmo período do ano passado. De acordo com o balanço da Junta Comercial do Estado (Jucemg), 39 mil novos empreendimentos foram registrados no estado em 2015, contra aproximadamente 42 mil, em 2014. Para quem pretende abrir uma empresa em 2016, o Sebrae em Minas Gerais dá sete dicas para ter sucesso nos negócios.Todo empreendedor ao abrir uma empresa deseja obter retorno do investimento a curto prazo, mas é necessário trabalho árduo e paciência para tornar o empreendimento viável e bem-sucedido. Uma das dicas é ter planejamento. Muitas vezes é necessário deixar a emoção de lado e investir em um processo realista e racional de avaliação, na busca de informações estruturadas para realizar o investimento.Em um período de instabilidade econômica, alguns empreendedores não sabem em qual atividade investir. Nesse caso, o aconselhável é elaborar um modelo de negócio, que não inclui ainda aspectos técnicos como legislação, custos e despesas, mas pode auxiliar na estruturação de um novo negócio e testar a ideia. Isso pode ser feito por meio do Canvas, uma ferramenta desenvolvida pelo Sebrae que permite que qualquer empreendedor desenvolva suas ideias de negócio ou até mesmo repense um modelo de negócio já existente.Após esse teste, o empreendedor pode utilizar um instrumento simplificado, de planejamento detalhado, chamado Plano de Negócios, que auxilia passo a passo na construção do empreendimento, considerando os pontos essenciais que devem ser observados e registrados em finanças, marketing, pessoas, mercado, entre outros.Procurar o melhor local para instalar o negócio é uma das atividades mais importantes antes de abrir a empresa. É necessário analisar o processo de logística e venda da mercadoria, facilidade de acesso dos clientes ao local, estacionamento, distância entre rodovias, sistema bancário, bem como todos os custos fixos envolvidos no imóvel para a instalação do empreendimento.O empreendedor deve ter conhecimento sobre os impostos para a abertura do negócio, a legislação trabalhista e tributária e os procedimentos específicos para a liberação do alvará de licença. Isso porque, alguns empreendimentos precisam de autorização como a do Corpo de Bombeiros e a Vigilância Sanitária. Fazer uma pesquisa de mercado é essencial para uma empresa. Saber quem são seus concorrentes e fornecedores, as tendências e novos nichos de clientes são fatores muito importantes antes de colocar um novo produto ou serviços no mercado e investir recursos.Plano de investimentosO empreendedor deve fazer um plano de investimentos que inclui a previsão de faturamento, cálculo dos custos fixos e variáveis e a previsão de resultados (lucros e prejuízos) para garantir reservas financeiras, evitar grandes dívidas e conseguir equilíbrio nos dois primeiros anos de mercado, período em que a mortalidade das micro e pequenas empresas são maiores. Saiba que o empresário não recebe salário mensal como os empregados e que as retiradas mensais das empresas precisam ser controladas, de acordo com faturamento e a necessidade de recursos para novos investimentos.Pesquisas demonstram que quanto maior o conhecimento do empreendedor e as experiências por ele vividas, na área ou em atividades similares em que pretende atuar, maiores serão as chances de sucesso. A experiência e o estudo são fatores que auxiliam na definição do foco do negócio e na sua expansão ou crescimento. Por isso, é necessário refletir sobre o perfil do empreendedor.Dicas para abrir uma empresa em 2016:1 .Busque o equilíbrio entre emoção X razão2. Tenha conhecimento no ramo de atividade3. Pesquise o local de instalação4. Conheça a legislação5. Conheça o mercado6. Cuide das finanças7. Identifique se possui o perfil de empreendedor
Fonte: 7 dicas para abrir um negócio em 2016 - Empreendedor

Inovação melhora desempenho de produtores rurais

Eles enxergaram que nem sempre é preciso aplicar ideias mirabolantes para se tornar mais competitivo
Agência Sebrae 06/01/2016

Quando se fala em inovação, a maioria das pessoas logo pensa em algo que só pode ser aplicado em grandes empresas e com alto investimento. Na contramão dessa ideia, produtores rurais mostram que a criatividade é capaz de tornar qualquer negócio mais competitivo e que a diferenciação de produtos pode vir até da tentativa de solucionar um problema.

Foi o que aconteceu há quatro anos com o Grupo Doce Retiro, que reúne 28 famílias do povoado de Vila Retiro, próximo a lhéus (BA). Para evitar que 70% das frutas que produziam fossem para o lixo por conta das altas temperaturas da região e das precárias condições de transporte, eles passaram a desidratar bananas, abacaxis, jenipapos, mangas, cupuaçus, dentre outras espécies. Com isso, ganharam mais tempo para vender e ainda agregaram valor ao produto.

As bananas, antes vendidas in natura ao preço de R$ 0,80, chegam a R$ 20 depois de desidratadas. Apesar da perda de peso durante o processo, causada pela evaporação de 70% da água, o negócio vale a pena. Por mês, eles produzem cerca de 200 quilos de frutas, que são vendidas na região. “Se produzíssemos mais, com certeza venderíamos, porque a procura é grande”, afirma o vice-presidente do Grupo Doce Retiro, Aílton Bevenuto. Orientados pelo Sebrae, a associação está trabalhando na ampliação da produção. “Em quatro anos, queremos chegar a pelo menos duas toneladas por mês”, avalia.

“O apoio à inovação é uma das prioridades do Sebrae. Oferecemos consultoria e capacitação para que as pequenas propriedades rurais possam desenvolver produtos diferenciados e serem mais competitivas e rentáveis”, afirma o gerente de Agronegócios do Sebrae, Enio Queijada, pontuando que que a instituição atende os segmentos de frutas, mel, peixes, cafés, carne, derivados de cana, flores, hortaliças, leite, mandioca, ovinos e caprinos.

Dono de uma produção de caju, o piauiense Josenilto Lacerda Vasconcelos investiu na certificação para diferenciar seu produto. Agora, seu estado contabiliza mais de 400 empresas de cajuína, mas somente a dele é orgânica. A ideia para essa inovação surgiu na participação do produtor no Projeto de Fruticultura do Piauí, capitaneado pelo Sebrae. Mais do que um selo, ele também desenvolveu uma fórmula especial que leva três espécies de caju e demora apenas seis horas para ficar pronta. O resultado, segundo ele, é um produto com cinco vezes mais vitamina C que a versão normal. Os 40 mil litros produzidos ao ano chegam aos 2,5 mil pontos de venda do Piauí por um valor 20% maior do que os concorrentes.

A certificação também foi o caminho encontrado por produtores de melão da região de Mossoró (RN) para conquistarem mais consumidores. Atualmente, 13 municípios da região contam com o selo de indicação geográfica (IG), concedido pelo Instituto Nacional de Propriedade Intelectual em parceria com o Sebrae a produtos de qualidade e origem comprovada.

Qualidade

De acordo com o produtor Francisco Vieira, a IG ajuda a manter os padrões de qualidade do produto e impede que outras pessoas utilizem o nome da região indevidamente. Dono da empresa Brazil Melon, Vieira produz 24 mil toneladas de melões a cada safra, que vai para o mercado brasileiro e países como Inglaterra, Holanda, Bélgica, França, Dinamarca, Alemanha, Irlanda, Islândia e Espanha. O Rio Grande do Norte responde por mais da metade da produção nacional dessa fruta, com 230 mil toneladas de melão colhidas anualmente.

Para conquistar o selo de indicação geográfica, associações de produtores ou entidades ligadas à produção recorrer ao INPI, que analisa o pedido a partir de diversas normas e procedimentos. O produto passa, inclusive, por um levantamento histórico-cultural para comprovar os diferenciais da região. O Sebrae acompanha todo o processo, com a realização de seminários e consultorias para a capacitação dos empresários envolvidos.

Fonte: Inovação melhora desempenho de produtores rurais - Empreendedor

9 tendências econômicas de crescimento até 2020

Men looking at globe
Os sobressaltos atuais observados na economia global indicam mudanças profundas e estruturais que definirão a agenda dos negócios no futuro, de maneira que nos próximos anos será possível esperar uma série de choques que redefinirão as opções que as empresas terão para se adaptar e crescer.Pensando nisso, a Bain & Company, uma das maiores consultorias de negócios do mundo, analisou as nove principais tendências de trilhões de dólares em torno das quais o crescimento global irá se estruturar até 2020.Confira:1) Descentralização da concentração de riquezas
A consultoria estima que o Produto Interno Bruto mundial atingirá o patamar de US$ 90 trilhões em 2020, dos quais 58% serão advindos dos países desenvolvidos, proporção inferior à observada atualmente, em que as economias desenvolvidas correspondem a dois terços do PIB mundial. A riqueza crescente das economias dos países emergentes trará mais variedade de produtos de consumo a um grande número de novos consumidores. Sua contribuição estimada ao PIB global em 2020 será de dez trilhões de dólares.2) Infraestrutura antiga, novos investimentos 
No caso dos países desenvolvidos, a infraestrutura essencial precisará ser reformada e ampliada. Frente a um cenário de finanças públicas sob pressão, haverá oportunidades crescentes para parcerias público-privadas. Nas economias emergentes, será necessário que a infraestrutura se desenvolva continuamente para acomodar o crescimento e definir as fundações da expansão futura. Sua contribuição estimada ao PIB global em 2020 será de um trilhão de dólares.3) Intensificação da disputa por recursos finitos
O crescimento da população, o aumento das atividades industriais, a urbanização e a elevação da prosperidade provocarão uma luta por produtos básicos, em particular por alimentos, água, energia e commodities industriais, hoje sob domínio das economias desenvolvidas. As empresas deverão continuar investindo no planejamento de cenários para se prepararem para os choques e para manterem a flexibilidade dos seus modelos de negócios. Duas consequências decorrem diretamente desse cenário:3) Militarização após industrializaçãoCom o poder econômico se movendo para a Ásia, os poderes político e militar também são movimentados. Na China, onde os gastos com defesa aumentaram nos últimos anos, em termos reais e como proporção do PIB, as despesas militares em 2010 atingiram o valor de 160 bilhões de dólares, um aumento de 6,7% em relação ao ano anterior, de acordo com os dados mais recentes disponíveis. Este investimento crescente está fazendo com que seus vizinhos respondam com mais investimentos em defesa, elevando o risco de conflitos nas rotas comerciais do Oceano Índico e do Mar da China Meridional. No curto prazo, o desenvolvimento militar apresentará oportunidades para vendas de armas dos fabricantes norte-americanos e europeus até que os países compradores possam aumentar a sua própria produção. Ao mesmo tempo, nações e empresas gastarão mais em medidas para enfrentar o risco crescente de terrorismo, ameaças de revoltas em zonas de conflito e o novo desafio da guerra cibernética. Sua contribuição estimada ao PIB global em 2020 é de um trilhão de dólares4) Aumento crescente da produção primáriaO crescimento da demanda em mais países por petróleo e gás natural, grãos e proteína, água potável e minérios provocará volatilidade nos preços e escassez momentânea de algumas destas commodities na próxima década. A volatilidade e a inflação dos preços das commodities aumentarão com o passar do tempo, pois além do aumento da demanda, esses insumos estão cada vez mais inter-relacionados. O investimento em medidas de conservação, fontes alternativas e tecnologia aumentará em algumas áreas, porém novas fontes de combustível fóssil devem reduzir os incentivos econômicos em energia alternativa. Sua contribuição estimada ao PIB global em 2020 é de três trilhões de dólares.5) Populações mais inteligentes e mais saudáveis
O maior estímulo para crescimento no longo prazo é o desenvolvimento do capital humano, que move a economia e que pode vencer restrições de recursos. O crescimento da maior parte das economias emergentes ultrapassa neste momento os investimentos em saúde e educação de suas populações, criando potenciais restrições ao crescimento, mas também oportunidades para preencher as lacunas existentes. Há duas tendências advindas dessa conjuntura:6) Desenvolvimento do Capital HumanoA enorme migração da população do campo para a cidade alterou a paisagem das economias de rápido crescimento, porém a infraestrutura social não melhorou na mesma velocidade. As ampliações do acesso à educação a um sistema de saúde básico e a uma rede de segurança social mais forte absorverão uma proporção muito maior de investimentos do que no passado. Sua contribuição estimada ao PIB global em 2020 é de dois trilhões de dólares.7) Manutenção da saúde dos mais ricosCom a população das economias desenvolvidas envelhecendo, surgirão mais e melhores tratamentos médicos, além de mudanças nos sistemas de pagamento para elevar a eficiência do gasto com saúde. Tudo isso estimulará, nos governos, a inovação e as reformas. Sua contribuição estimada ao PIB global em 2020 é de quatro trilhões de dólares.8) Uma nova onda de inovação tecnológica 
Já é possível observar inovações que alterarão a maneira como se vive e se trabalha nas economias mais desenvolvidas e que vão impulsionar a nova geração de empreendedores. Tecnologias, como as impressoras 3D, possibilitarão a produção de pequenas quantidades de produtos altamente personalizados, com custos cada vez menores. Melhorias contínuas nos sistemas de comunicação e nas tecnologias de rede darão mais mobilidade às pessoas. Estimuladas por tais inovações, as economias mais desenvolvidas poderão acelerar na direção de uma nova trajetória de desenvolvimento na próxima década. Cada vez mais, a inovação acontecerá de outras maneiras, além das tecnologias recentes, como o SnapChat e o Apple Watch, por exemplo. As empresas investirão mais em inovações sutis (“mudanças de hábito”), que demandam maior preço e uma grande variedade de produtos de nicho de mercado. Sua contribuição estimada ao PIB global em 2020 é de cinco trilhões de dólares.9) A preparação para a próxima grande novidade
As inovações tendem a acontecer em ondas, e cinco potenciais plataformas prometem florescer nos próximos dez anos: nanotecnologia, biotecnologia/genômica, inteligência artificial, robótica e conectividade onipresente. Em muitos casos, os desenvolvimentos das tecnologias vão se ajudar mutuamente. Os avanços em nanotecnologia, por exemplo, contribuirão para melhorar o potencial computacional necessário para novas descobertas em inteligência artificial. À medida que as tecnologias deixam de ser conceitos de pesquisa e protótipos e passam a ser utilizadas em produtos de consumo acessíveis e em novos processos de fabricação, elas melhorarão a eficiência de maneira decisiva e acelerarão o crescimento, o que acontecerá sobretudo no fim da década. Sua contribuição estimada ao PIB global em 2020 é de um trilhão de dólares.
Fonte: 9 tendências econômicas de crescimento até 2020 - Empreendedor

Franquias entram em negócios alheios para faturar mais

Lojas instaladas dentro de outras empresas são cada vez mais comuns no mercado de franquias
Sérgio Carvalho Júnior, da 5àSec, teve de lidar com ofensas feitas por um concorrente em um blog de bairro (Foto: Sergio Zacchi)
Depois de vários anos crescendo dois dígitos, o setor de franquias espera um crescimento nominal de 8% em 2015. Ainda sem dados oficiais, o segmento continua acima do PIB, mas já sente sinais de que é hora de maximizar ganhos. Uma das saídas escolhidas pelas redes é abrir mão do ponto comercial, instalando unidades franqueadas dentro de outros estabelecimentos.
É o caso da Pearson Brasil, dona das redes de escolas de idiomas Yázigi, Skill e Wizard, que criou um formato chamado Education Center, que funciona como uma unidade dentro de colégios.
Neste caso, o franqueado faz um acordo com o dono da escola e passa a usar o espaço para aulas de inglês, repassando parte da receita ao mantenedor do colégio. “É uma solução para este momento que estamos vivendo em nosso país e que tem potencial de expansão enorme”, diz Giovanni Giovannelli, presidente da Pearson Brasil.Em 2015, a rede abriu 60 novos centros do tipo no país, de um total de 160 novas franquias. Sérgio Arruda, franqueado da Yázigi, tem três franquias e mais três unidades neste formato. Dos 1700 alunos atendidos por suas franquias, 500 estão dentro dos próprios colégios. “Isso aumenta minha capacidade de captação de alunos que não estão dispostos a ir até a unidade para estudar. É uma maneira de irmos até o aluno”, diz Arruda.Comodidade é uma das vantagens destes novos formatos. Foi para oferecer um serviço mais fácil e ainda aumentar o faturamento que Gabriel Antonini, franqueado da 5àsec, instalou duas unidades dentro de supermercados.A rede oferece um formato chamado loja satélite para este tipo de ponto. O franqueado leva as peças para lavagem na unidade padrão, mas passa as roupas na loja dentro do mercado. “Essas lojas de supermercado têm uma clientela diferente, por ter um movimento mais constante. A pessoa aproveita que vai fazer compras e já faz esse tipo de serviço. O cliente quer ganhar tempo e pensamos em aproveitar esta unidade para facilitar a vida dele”, diz Antonini, dono de doze franquias da rede.Para Sergio de Souza Carvalho Jr, diretor de expansão e marketing da 5àSec, o valor de investimento reduzido é uma saída para expandir os negócios mesmo na crise. “A principal vantagem é que o franqueado consegue aumentar a captação de peças por um valor abaixo dos modelos de expansão tradicionais. Hoje, essas unidades satélite e de coleta são quase 10% da minha rede”, diz Carvalho. Para 2016, a ideia é crescer em 10% este formato.Diversificar para crescerAssim como Antonini e Arruda, mais franqueados devem escolher estes formatos alternativos para crescer em 2016. Neste ano, a economia brasileira deve continuar em recessão, com inflação e câmbio em alta, o que pode prejudicar o resultado das redes. Para André Friedheim, diretor de internacional da Associação Brasileira de Franchising (ABF), modelos de expansão mais baratos são opções interessantes. “É um formato super inteligente, para ganhos de escala. Geralmente, o franqueado se instala em operações sinérgicas, não concorrentes, que atendem um perfil de público semelhante e que um pode agregar faturamento para o outro”, explica.Para Claudia Bittencourt, fundadora do grupo Bittencourt, o aumento de receita costuma ser um fator decisivo neste tipo de investimento. “É algo bom para o momento que estamos vivendo, de oferecer o máximo de conveniência para o consumidor, e permitir que o franqueado explore outras oportunidades, ocupando mercado e aumentando receita”, diz Claudia.Um cuidado, no entanto, é manter o padrão da marca. “Tudo tem que ser feito sem perder o DNA da marca. Um negócio não pode atrapalhar o outro. É função do franqueador capacitar o franqueado para cuidar de dois negócios distintos”, diz Friedheim.
Fonte: Franquias entram em negócios alheios para faturar mais - PEGN

Turismo de lazer tem desempenho melhor que o de negócios em 2015

Demorou, mas a alta do dólar acabou pesando no bolso de que vinham lotando os aviões para destinos no exterior. Os gastos dos brasileiros lá fora sofreram nova queda, agora de 43,4% em relação a novembro de 2014, segundo o Banco Central. Levantamento com hotéis de lazer, de negócios e outras empresas do setor de turismo representados pela assessoria de comunicação B4T mostra altas ocupações em resorts e retração no turismo de negócios e eventos.Os hotéis Radisson Faria Lima (São Paulo), Radisson Alphaville e Comfort Suites Alphaville (Barueri), que recebem mais hóspedes de negócios, declaram ter sentido a crise, sobretudo no segundo semestre. “No primeiro semestre, tivemos excelentes resultados e conseguimos manter a previsão que havíamos feito. Porém, a partir de julho, o ano não foi o mesmo. As empresas e as demandas ficaram bem mais retraídas”, diz Danieli Pompeu, gerente de vendas do Radisson Faria Lima. Sua colega Mariana Fiore, que gerencia os dois empreendimentos de Alphaville, complementa: “As crises política e econômica deixam as empresas inseguras e, com isso, temos retração em nosso segmento. Não estamos prevendo crescimento para 2016, mas ao menos que a demanda se mantenha como em 2015”. Para o ano que vem, entretanto, a gerente confirma a continuidade de melhorias nos empreendimentos iniciadas este ano, como reforma de áreas comuns e de apartamentos.O Quality Resort Itupeva, mais conhecido por sua estrutura de eventos corporativos, vendo a demanda diminuir, investiu também no turismo de lazer. “As empresas estão mais cautelosas, reduziram a quantidade de dias para duração das reuniões e estão atuando fortemente na redução de preços. Este cenário nos preocupa muito pois, com a inflação, os custos aumentam e apertam as receitas”, afirma Michele Tavares, diretora de vendas do resort. No segundo semestre, porém, por conta do investimento na estrutura de lazer, o empreendimento registrou melhor ocupação nos feriados e finais de semana em relação ao primeiro semestre. Em dezembro de 2015, o Quality comemora 10 anos de operação, que serão marcados pelo recorde de ocupação no Natal e no Ano Novo. “Este fato é resultado da crise, que aqueceu ainda mais a demanda de lazer interna. Estamos há mais de dois meses com o pacote de Ano Novo esgotado”, confirma a executiva. A região onde o Quality Resort Itupeva está localizado tem sido chamada de “a Orlando Paulista”, pela facilidade de acesso (próximo da Rodovia dos Bandeirantes, a 40 minutos de São Paulo ou de Campinas e a 20 minutos do Aeroporto de Viracopos) e pelas opções de atividades como os parques Hopi Hari e Wet’n Wild e o centro de compras Outlet Premium. Michele também confirma investimentos para 2016, como ampliação de uma sala de eventos e uma obra para dobrar a capacidade do restaurante e da cozinha. “Queremos crescer 9% em 2016”, anuncia.No Mavsa Resort, localizado em Cesário Lange, a 90 minutos da capital paulista, e no Infinity Blue Resort & Spa, único resort de Balneário Camboriú, em Santa Catarina, famosos pelas estruturas e programações de lazer, 2015 se encerra de maneira positiva apesar de tudo. “Em 2014, crescemos quase 60% em ocupação. Em 2015, esse crescimento foi de 85%. Todos os finais de semana do segundo semestre e feriados tiveram ocupação de 100%. Pela primeira vez, nosso pacote de Natal esgotou, algo que só acontecia com o pacote de Réveillon. Porém, o turismo de negócios não acompanhou esse crescimento”, disse Nilva Meireles, gerente comercial do Mavsa. Mas o resort paulista planeja, para 2016, dobrar a capacidade de seu Centro de Convenções, que passará a acomodar 2 mil pessoas, e aumentar em 50% o número de apartamentos, chegando a 150 unidades. A alegria é compartilhada por Alberto Cestrone, diretor geral do Infinity Blue. A ocupação do resort cresceu 6 pontos percentuais e a receita foi 21% maior em comparação a 2014. “Estamos avaliando a possibilidade de uma ampliação do nosso empreendimento a fim de atender a demanda e projetamos um crescimento de 10% em receitas para 2016”, afirma Cestrone.Outras quatro empresas do setor declararam ter tido um ano positivo, mas que poderia ter sido melhor. Willian Cavalcanti, sócio fundador da Machu Picchu Brasil, operadora de viagens especializada no Peru, confirma o primeiro semestre muito bom: “A partir do mês de setembro identificamos uma baixa maior, porém, conseguimos atingir um crescimento de 80% em receita de vendas no ano”. O executivo prevê crescimento menor em 2016, da ordem de 50%. “Esperamos que haja uma melhora econômica para estabilizar o valor do dólar. Assim, o consumidor deverá voltar a viajar com mais frequência para o exterior, especialmente para destinos mais próximos do Brasil, como o Peru”, confia Willian, que promete para 2016 uma nova plataforma de interação e vendas voltada apenas para o atendimento do viajante independente.A R1 é uma empresa que fornece equipamentos de áudio, vídeo e informática para eventos, especialmente em hotéis, onde mantém cerca de 25 postos de atendimentonos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná e Pernambuco. O fundador, Raffaele Cecere, afirma: “Tivemos um faturamento 25% superior ao do ano passado, porém, se não fosse a crise, teria sido de 40%”. Para aumentar os serviços que oferece e, consequentemente, o faturamento, a empresa fez parcerias com uma empresa de tecnologia para a criação de softwares para os hotéis e com um fornecedor de cenografia em tecidos com tecnologia inovadora. “Em 2016 queremos chegar a 50 hotéis parceiros”, revela.Nos últimos 10 anos, a frota de veículos disponíveis no mercado de locação dobrou segundo a Associação Brasileira das Locadoras de Automóveis. Além disso, a procura por meios de transportes alternativos ganha destaque ano a ano, pois muitos viajantes preferem a liberdade e o conforto proporcionados pela locação de um carro de acordo com suas necessidades. Na análise de Francisco Millarch, CEO do Rentcars.com, principal site de comparação de preços para locação de automóveis da América Latina, o ano de 2015 foi desafiador, porém, de alto crescimento para a indústria de rent-a-car no Brasil.“De toda forma, a crise afetou um pouco o perfil de locação, mas muitos clientes apenas mudaram a categoria do veículo a ser locado, ou o destino de sua viagem, não deixando de realizar a transação na maioria dos casos”, conta o executivo. “Crescemos mais de 30% nas locações domésticas e 120% nas locações internacionais. Por isso, no próximo ano, pretendemos expandir nossa atuação de forma global, garantindo que, além dos brasileiros, mais estrangeiros também possam alugar veículos por meio de nossos canais”, planeja Millarch.Carolina Sass de Haro, da Mapie, empresa especializada em gestão estratégica de serviços, diz estar percebendo um foco dos clientes em projetos mais estratégicos, pois estão precisando priorizar seus investimentos. “O ano de 2015 foi difícil, apesar de termos realizado projetos bastante relevantes como o Nomaa Hotel e a Mercadoteca, em Curitiba, e de termos dado continuidade a projetos importantes na Accorhotels, InterCity Hotels, Rio Quente Resorts, entre outros”, comenta a executiva, que se declara otimista. “É preciso inovar na forma de fazer, trabalhar com foco e determinação e saber priorizar para fazer um 2016 próspero “, completa.
Fonte: Turismo de lazer tem desempenho melhor que o de negócios em 2015 - Empreendedor

Livro reúne trajetórias de empreendedoras de sucesso

Reunindo a trajetória de mais de 30 personalidades femininas que se lançaram como empreendedoras, o livro “Dicas de Mulheres Inspiradoras que sonham em se aventurar no mundo dos negócios.A obra, publicada pela Editora Leader, conta a história de empreendedoras como Maria Luiza Trajano (Magazine Luiza) e Chieko Aoki (Blue Tree Hotels), mostrando como elas lidaram com os desafios profissionais e pessoais.A obra retrata a história de empreendedoras como Maria Luiza Trajano e Chieko Aoki Foto: DivulgaçãoFonte: Livro reúne trajetórias de empreendedoras de sucesso - Terra

Pequenos negócios da moda exploram pouco a internet

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Agência Sebrae 05/01/2016

Os donos de pequenos negócios que comercializam roupas e acessórios ainda esbarram em dificuldades para vender seus produtos pela internet e fazer parte de um dos segmentos que menos sentiu os efeitos da crise econômica, o e-commerce. Pesquisa inédita do Sebrae, feita com mais de 5,7 mil donos de lojas de artigos de vestuário e acessórios de pequeno porte, mostra que eles estão presentes no ambiente virtual, mas fazem basicamente a divulgação do negócio e não realizam venda on-line.

Segundo os dados, menos de 15% dos donos dos pequenos negócios de moda e acessórios realizam vendas pela internet e pelas redes sociais na maioria das vezes – dois em cada três entrevistados afirmam vender dessa forma. Apenas 28% dos que fazem vendas on-line têm site próprio e 6% estão em marketplaces, o que caracteriza o ecommerce propriamente dito. Dos pequenos varejistas de moda pesquisados, 84% têm uma loja física em comércio de rua, 6% estão em shopping e 1% opera somente on-line. E daqueles que possuem uma loja física e também on-line, 92% afirmaram que a loja física representa o maior volume de vendas.

“O anúncio nas redes sociais é a principal ação de marketing dessas empresas – 6% dos empresários participantes da pesquisa utilizam as redes sociais como estratégia de marketing. Mas, eles ainda exploram pouco a internet e não aproveitam as potencialidades da rede”, assinala a diretora-técnica do Sebrae, Heloisa Menezes. “A rede social é uma boa alternativa para o início de atuação on-line, pois requer pouco investimento em tecnologia. Porém, a empresa deve se preparar para a comercialização na internet com a loja virtual ou o marketplace, pois isso contribui para a credibilidade da loja e para a segurança no pagamento. A rede social deve ser trabalhada como um canal de relacionamento e de apoio à venda”, completa.

Para Heloisa Menezes, comercializar via internet é uma atividade relativamente nova no Brasil e, por isso, ainda é pouco usual entre os pequenos negócios. “Há um enorme potencial a ser explorado pelos empreendedores brasileiros: moda é a categoria mais vendida no e-commerce; as pessoas estão cada vez mais digitais e utilizando dispositivos móveis. A internet está cada vez mais acessível e com maior qualidade nas regiões do Brasil. A atuação das empresas precisa responder a esse comportamento do consumidor”, afirma.

Apesar de ser uma oportunidade, a diretora-técnica do Sebrae entende que operar um e-commerce não é tarefa fácil e o empresário precisa se capacitar para ser bem-sucedido. “Logística, tributação e marketing são dificuldades que os empresários vão se deparar no dia a dia. O Sebrae tem uma série de soluções para ajudar esses empreendedores. Oferecemos cursos, palestras, oficinas, cartilhas e damos qualquer tipo de orientação para quem quer montar um e-commerce, a maioria delas de graça”, afirma.

A pesquisa revelou ainda que a internet é uma alternativa para enfrentar a crise econômica. Enquanto o faturamento caiu no primeiro semestre do ano para 65% dos empresários do segmento pesquisados, o resultado foi negativo apenas para 55% daqueles que usam a rede para fazer vendas. Empreendedores que concentram suas vendas no meio virtual detectaram ainda menor diminuição no faturamento (48%) e 22% deles registraram inclusive aumento nas vendas.

Cartilha

Em geral, os procedimentos no e-commerce são os mesmos, independentemente do tipo de produto comercializado. No entanto, existem características específicas que o empreendedor do ramo da moda precisa estar atento na hora de investir no comércio eletrônico. Como atrair o consumidor? Como amenizar trocas e devoluções? Como amenizar o problema da falta de padronização no tamanho das roupas?

Para apresentar de forma objetiva e direta os principais pontos que devem ser observados por quem já possui ou pretende abrir um e-commerce de moda e acessórios, o Sebrae montou uma cartilha que procura responder essas e outras perguntas, disponível gratuitamente no Portal Sebrae. O documento fala do cenário do e-commerce de Moda e Acessórios, os principais desafios, as boas práticas, segurança para o consumidor, grade e sazonalidade, atendimento personalizado, concorrência, como amenizar trocas e devoluções, padronização de tamanhos, redes sociais, legislação e tributação.

Fonte: Pequenos negócios da moda exploram pouco a internet - Empreendedor

Microsoft fecha 2015 com Windows 10 em 164 milhões de PCs

Dados são da consultoria Net Applications, que registrou crescimento de apenas 1% do sistema em dezembro.

Cinco meses após seu lançamento, o Windows 10 está presente em cerca de 164 milhões de PCs, segundo dados liberados nesta sexta-feira, 1/1, pela Net Applications.

A fatia de mercado do Windows 10, uma estimativa da porção de todos os computadores do mundo que rodam o sistema, cresceu 1% em dezembro e fechou o ano com 10%.

O aumento de participação do sistema em dezembro (1%) foi um pouco menor do que o registrado no mês anterior (1,1%), continuando uma tendência de crescimento desacelerado – em outubro, esse crescimento foi de 1,3%, também abaixo do 1,4% de setembro.

Vale lembrar que a Microsoft lançou o Windows 10 oficialmente em 29 de julho de 2015.

O Windows fechou dezembro respondendo por 10,9% de todos os aparelhos Windows, um número maior do que os dados crus de usuários porque o Windows está presente em 91,3%, e não 100%, dos sistemas medidos pela Net Applications.

A fatia de usuários da Net Applications representou quase 164 milhões de PCs com Windows 10 no mundo, partindo de um total de 1,5 bilhão de sistemas Windows em uso. A Microsoft citou frequentemente esse último número ao falar sobre oportunidades de rendimentos para desenvolvedores na plataforma Windows.

A empresa de Redmond não atualiza seu número oficial de aparelhos com Windows 10 desde o começo de outubro, quando um executivo revelou que 110 máquinas rodavam o sistema.

Cresceu?

Por outro lado, a empresa de dados StatCounter aponta que o Windows 10 viu seu crescimento subiu em dezembro, fazendo com que o sistema fechasse o ano com 11,8% de participação graças ao aumento de 1,7% no último mês da temporada.

É importante destacar que a Microsoft disse em julho que tem planos ambiciosos com o Windows 10 e espera que o sistema alcance o total de 1 bilhão de aparelhos até o meio de 2018.

Fonte: Microsoft fecha 2015 com Windows 10 em 164 milhões de PCs - IDG Now!

Governos estaduais aumentam burocracia para empresas em 2016

Pesquisa mostra que empresários estão presentes no ambiente virtual, mas fazem basicamente a divulgação do negócio

Em um momento em que cada vez mais os pequenos negócios precisam de incentivos para continuar a apresentar os resultados positivos de geração de emprego e renda observados nos últimos anos, medidas que vão entrar em vigor a partir de 1o de janeiro de 2016 aumentarão a já massacrante carga burocrática imposta às empresas brasileiras.

As novas exigências são do Convênio 93 do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), baseadas na emenda constitucional 87, que determina que empresas, ao fazerem compras e vendas de mercadorias para outros estados, passem a ser responsabilizadas pelo pagamento e controles fiscais da diferença das alíquotas estabelecidas por cada ente. Além disso, para negociar mercadorias, pode ser exigido da empresa que ela seja cadastrada no fisco do estado a que sua mercadoria se destina.

Outro ponto que deverá complicar a vida dos empresários é a necessidade de mudanças no layout das notas fiscais eletrônicas, com curto prazo de adaptação por parte das empresas: apenas dois meses.

Para o presidente do Sebrae Nacional, Guilherme Afif Domingos, as medidas vão na contramão de tudo que tem sido feito para reduzir a grande carga burocrática imposta aos empresários. “Mais uma vez, os fiscos estaduais delegam suas funções ao contribuinte. Temos feito um grande esforço para que as empresas se livrem da má burocracia, como essas, que acabam criando mais dificuldade para a vida dos empresários”.

Fonte: Governos estaduais aumentam burocracia para empresas em 2016 - Empreendedor

WhatsApp - ferramenta de comunicação entre empresas e clientes

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O anúncio do lançamento do WhatsApp na versão desktop movimentou a internet. O app agora pode ser acessado via Chrome pelos usuários de Android, Window Phone e Blackberry, quebrando a exclusividade dos dispositivos móveis.Entre as discussões, uma parece bem interessante para as empresas: como utilizar o aplicativo de mensagens instantâneas que já abarca mais de 600 milhões de usuários no mundo para facilitar a comunicação com os públicos de interesse? A versão desktop poderia aproximar ainda mais uma marca do seu público-alvo? Uma notificação instantânea na tela do seu aparelho pessoal parece uma grande oportunidade…O que já tem sido feitoCresce o número de empresas que já viram no WhatsApp uma excelente ferramenta para estreitar a comunicação com seus clientes. É o caso da Mitsubishi Motors, que lançou em São Paulo e no Rio um grupo no aplicativo para falar especialmente sobre o sedan Lancer. Em entrevista à INFO Exame, o diretor de Marketing da montadora, Fernando Julianell conta que com apenas três pessoas para o atendimento, já conseguiram “mensurar diversas interações, que viraram test-drive e, consequentemente, vendas”.A Liquigás apostou no marketing de conteúdo, criando um grupo no qual presenteia o público com ‘receitas da sorte’, uma ação que faz parte da promoção ‘Meu Botijão da Sorte’ e distribui prêmios aos participantes. A empresa foi além e contratou também uma ferramenta que, integrada ao Whats, permite o envio automático dos conteúdos aos usuários que entram no grupo – sem necessidade de um atendente.Em setembro de 2014 a Whirlpool, multinacional brasileira detentora das das marcas Brastemp, Consul e KitchenAid, anunciou estar testando o WhatsApp como meio de comunicação para agendamento de visitas técnicas. De acordo com o portal Baguete, a empresa dará esta opção de atendimento a cerca de 60 mil clientes.Com um bom planejamento, também pequenos negócios podem utilizar o WhatsApp para atender clientes. É o caso dos serviços delivery. Imagine uma pizzaria que disponibilize um atendente para operar o aplicativo e divulgue entre seus clientes. Além de oferecer rapidez no atendimento, também oferece aos clientes a opção de não gastar com ligações telefônicas.SAC 3.0A utilização de redes sociais, SMS e aplicativos de mensagens instantâneas, como o WhatsApp, aliando a gestão do posicionamento da marca com o atendimento ao cliente, é conhecida como SAC 3.0.No caso do WhatsApp, apesar de já haver alguns cases, ainda é um mundo novo a se experimentar.Fonte: WhatsApp como ferramenta de comunicação entre empresas e clientes - Blog Televendas & Cobrança

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