MEI vira porta de entrada para quem começa a empreender

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A adesão ao sistema do Microempreendedor Individual (MEI) está se revelando o novo caminho do mercado de trabalho e do empreendedorismo. A pesquisa “Perfil do MEI”, elaborada pelo Sebrae Nacional, mostra que, atualmente, 45% dos microempreendedores individuais são ex-empregados de carteira assinada. Em contrapartida, apenas 22% dos entrevistados eram empreendedores informais na última ocupação antes de se tornarem MEI – contra 31% em 2013, data do último estudo sobre o tema.Ao todo, o Brasil já tem 5,6 milhões de MEI. A maioria (77%) vive exclusivamente da renda como empreendedor, mesmo percentual daqueles que responderam ter a intenção de que seu negócio prospere, tornando-se uma microempresa. Por sinal, o foco no negócio foi a maior motivação para se formalizarem: 63% citam benefícios como a própria formalização e as possibilidades de emitir nota fiscal e de crescer como empresa como seus principais estímulos.Com escolaridade acima da média da população em geral – 62% têm ao menos o ensino médio ou técnico completo, contra 43% dos brasileiros em idade ativa –, 60% dos microempreendedores individuais podem ser considerados membros da classe média (renda per capita familiar) entre R$ 358 e R$ 1.252.“O perfil do MEI é bastante heterogêneo, mas tem se tornado mais qualificado. E é interessante notar como a maior parte deles tem uma visão empresarial e deseja crescer”, observa Dênis Pedro Nunes, um dos coordenadores da pesquisa.O MEI é um programa de formalização e inclusão econômica e social estabelecido pela Lei nº 128/2008. Atende a empreendedores que faturam até R$ 60 mil por ano de forma simplificada, descomplicada e com redução de carga tributária. Ao se formalizar, o Microempreendedor Individual passa a emitir nota fiscal, torna-se um segurado da Previdência Social e pode participar de licitações públicas.
Fonte: MEI vira porta de entrada para quem começa a empreender - Empreendedor

Empreendedor cresce com serviço de tradução de textos

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A vontade de oferecer um serviço diferenciado na área de tradução e interpretação fez Bruno Nogueira, com 12 anos de experiência nas áreas comercial e administrativa, fundar a Prowords. A empresa começou a funcionar em maio de 2011 com o propósito de atender, de uma forma personalizada, às necessidades e perspectivas dos clientes. E essa nova visão empresarial veio com o aprendizado que o empreendedor teve quando foi sócio de outra empresa na área de tradução. A Prowords, então, começou com 35 colaboradores. Atualmente este número triplicou e agora a empresa ocupa um novo endereço no Rio de Janeiro, além de ter uma filial em São Paulo.O diferencial da Prowords, conforme explica Nogueira, são os núcleos especializados de tradução, separados em três diferentes segmentos: traduções técnicas (manuais de petróleo e gás, medicina e informática), traduções jurídicas (contratos, certidões e estatutos) e traduções orais (congressos, seminários e conferências).Essa sistemática de trabalho permite selecionar os tradutores e intérpretes mais capacitados a cada demanda, isso porque cada área específica tem suas terminologias e jargões próprios. Nogueira acrescenta ainda que a empresa se empenha em assegurar a qualidade e a utilização precisa dos termos técnicos na tradução final, seja o documento um manual, normas, procedimentos médicos, laudo, contratos, entre outros. “Reproduzimos um material com total equivalência ao texto original”, afirma.A expansão da Prowords também foi favorecida nos últimos anos, devido ao fato do Brasil estar presente na rota dos negócios internacionais, atraindo investidores ao País. A área de interpretação, por exemplo, foi impulsionada com a Copa do Mundo e seguirá assim por conta das Olimpíadas em 2016. O que resultou em números positivos para o negócio, pois Nogueira  comenta que para começar a empresa investiu R$ 150 mil e já faturou R$ 960 mil só no primeiro ano.Hoje, a empresa espera faturar R$ 2,4 milhões neste ano e R$ 3,6 milhões em 2016. Para alcançar esses resultados, Nogueira conta que trabalha para ser uma referência de empresa provedora dos serviços de tradução e interpretação multilíngue. E para isso, coloca o foco no desenvolvimento e manutenção das relações com os clientes, buscando sempre exceder as expectativas deles, e obter sua fidelidade.Internamente, o empresário destaca que repassa aos colaboradores os valores de lealdade, respeito e parceria em equipe. No portfólio de clientes da Prowords estão empresas como: Queiroz Galvão, Petrobras, Chevron, Odebrecht, Dolphin, Ernst & Young, Arcellor Mital e ENSCO. www.prowords.com.br
Fonte: Empreendedor cresce com serviço de tradução de textos - Empreendedor

Conselhos para empreendedoras que atuam em mercados masculinos

Não mude para agradar os outros é uma das dicas
smartphone; tecnologia; internet (Foto: ThinkStock)
Ao longo do ano, discussões sobre igualdade de gênero invadiram as redes sociais, as ruas do país e até a cerimônia de premiação do Oscar. A reinvidicação - de homens e mulheres - por direitos iguais, não é à toa. Segundo a Organização Internacional do Trabalho, apenas 5% de cargos de chefia e CEO de empresas ao redor do mundo são ocupados por mulheres.Além disso, os salários delas são menores. Outra pesquisa, esta da Organização para Cooperação do Desenvolvimento Econômico (OCDE), diz que o salário médio de uma brasileira com educação superior representa 62% dos ganhos de um homem com a mesma escolaridade.No empreendedorismo, o número de mulheres donas de negócios cresce a cada ano. Mesmo assim, alguns mercados ainda são predominantemente masculinos. A tecnologia é um deles. A empreendedora Lisa Harun fala sobre o assunto em sua última coluna no site da revista americana Entrepreneur. Fundadora da startup Vapium.com, ela diz que muitas vezes ao longo de sua carreira foi discriminada por seu gênero.Ela enumerou seis lições que aprendeu ao longo da vida para ajudar e inspirar outras mulheres a não terem medo de entrar em setores que, à primeira vista, parecem ser dominados por homens. Veja a seguir:1. Pare de pedir desculpas Muitas mulheres não conseguem dar uma opinião sobre um assunto sem dizer "me desculpe" ou "com licença". Lisa questiona esse comportamento. "Você não precisa pedir desculpas por ser apaixonada pelo que faz, por fazer perguntas, por ter filhos e até dizer por dizer 'não'", afirma. Ela explica que, nos negócios, o grande objetivo do empreendedor não pode ser ser uma pessoa adorada por todos. "Não diminua o seu poder." O mesmo pensamento foi usado em uma campanha feita pela fabricante de cosméticos Pantene.2. Seja ambiciosa Lisa recomenda que empreendedoras sempre procurem novas experiências e aventuras. A intuição feminina, diz ela, existe de verdade. “Eu segui minha intuição e isso me levou para a Europa, Oriente Médio e África. Eu voltei me sentindo muito mais completa pelas experiências que tive.”3. Acredite em você mesma O empreendedor precisa confiar em si mesmo e não deixar que nada fique na frente da realização de seus sonhos. “Nos dias difíceis, olhe para seu reflexo no espelho e diga a si mesma as melhores frases motivacionais que conseguir pensar”, diz a empreendedora. “Não há nada que uma mulher determinada não consiga fazer.”
4. Abrace o feminismo Lisa questiona: quando a palavra “feminista” adquiriu um significado ruim? “Se você luta por direitos iguais entre homens e mulheres, você é uma feminista.” Defenda aquilo que você acredita, não só por você, mas por suas irmãs e filhas.
5. Não mude para agradar os outros A empreendedora conta que, quando se mudou para o Oriente Médio para trabalhar para uma consultoria de TI, os empregadores pediram a ela vestir o hijab – as vestimentas para  mulheres segundo a doutrina islâmica.  “Educadamente, eu recusei o pedido; não era uma roupa que usava normalmente”, diz Lisa. “Eles aceitaram e isso, no final das contas, fez com que eles me respeitassem mais. Eu havia defendido os meus valores.” Ao longo da vida empreendedora, muitas pessoas vão pedir coisas diferentes a você. Por isso, é importante saber exatamente quem você é e viver de acordo com suas próprias convicções.6. Ajude outras mulheres Madeleine Albright, ex-secretária de estado dos Estados Unidos, uma vez disse: “existe um lugar reservado no inferno para mulheres que não ajudam outras mulheres.” A empreendedora usa essa frase para explicar uma experiência que teve em um antigo emprego. Ela havia sido contratada junto com um homem para a mesma função. Mesmo assim, estava recebendo menos do que seu colega. “Quando minha chefe descobriu isso, ela questionou seus superiores por mim. No final, conseguimos que os salários fossem iguais.” Para Lisa, atos assim podem parecer pequenos, mas representam muito na luta por direitos iguais para mulheres. “Estenda sua mão para ajudar outras como você.”
Fonte: 6 conselhos para empreendedoras que atuam em mercados tipicamente masculinos - PEGN

Pequenos e médios empresários estão mais conscientes em relação a riscos

Pesquisa mostra que metade do número de gestores considera suas empresas imunes a riscos
O Brasil está no caminho certo na cultura de gerenciamento de riscos. É o queaponta a Pesquisa Global da Zurich, feita com 200 executivos de PMEs instaladasno país. Em relação ao ano anterior, reduziu-se pela metade o número degestores que não acreditam que sua empresa corra algum risco – 11% contra 22%em 2014.“O empresariado está se tornando mais consciente de que danos involuntários podemacontecer a qualquer momento, e a tendência é que se tornem mais precavidos”,analisa Paulo Alves, Diretor de Linhas Comerciais da Zurich Brasil. “A PesquisaGlobal Zurich 2015 identifica ainda outra boa notícia: estamos em linha com amédia global, que registra 10,4% de consciência neste sentido”, complementaPaulo Alves. A pesquisa foi realizada com três mil PMEs, 200 de cada um dos 15países participantes, dentre eles o Brasil.Tendocomo missão ajudar o cliente a compreender e se precaver de riscos, a Zurich setorna reconhecida também pela transmissão de informações ao mercado. Acompanhia entende que o compartilhamento de informações resulta no melhorentendimento sobre os serviços que o mercado segurador disponibiliza. “Informaçõesconstroem a cultura, e a cultura do seguro tem ainda área para crescer”,destaca Emanuel Baltis, CEO de Global Corporate para o Brasil.“As 11% de PMEs nacionais que não aceitam a ideia de que são suscetíveis a risco,snão enxergam as consequências de um dano, a exemplo da perda de clientes oupagamento de multas por descumprimento de contrato (falha na entrega). Caso nãohaja um estudo de viabilidade, os riscos diretos podem afetar a reputação damarca, devido à responsabilidade quando ocorre a troca de um fornecedor econsequentemente uma possível perda da qualidade do produto”, diz o Diretor.Países com índice de consciência menor que a do BrasilO Brasil tem mais consciência perante riscos que outros seis países pesquisados,entre eles os Estados Unidos, onde 15% das PMEs acreditam estar imunes. NaItália e na Turquia são 12% e em Portugal, 13%. Na Irlanda o índice chega a15,5% e na Malásia atinge 19%.
Fonte: Pequenos e médios empresários estão mais conscientes em relação a riscos - Empreendedor

Opinião: Perspectivas para o comércio eletrônico em 2016

Um tema de permanente atenção, que ganhará ainda maior importância em 2016 é a gestão da conversão da loja online
O comércio eletrônico brasileiro não passará incólume ao cenário agravado da crise econômica no país em 2016. Ainda assim, as perspectivas para o próximo ano não são tão desanimadoras. Ao contrário: o segmento deve observar crescimento em vendas de dois dígitos, comparado a 2015, sendo um dos poucos negócios com esta projeção, bastante positiva. Na verdade, este crescimento poderia ser muito maior, caso as condições econômicas fossem favoráveis.Partindo desta ótica, o mercado de e-commerce se fortalece cada vez mais como um setor fundamental para a economia do País, abrindo portas para novos empreendedores e grande diversidade de negócios, considerando a imensa cadeia de valor deste negócio  que vai desde as próprias lojas, meios de pagamento, adquirentes, plataformas, hostings, soluções de segurança, Analytics, marketing, entre muitas outras.Frente a isso, é possível afirmar que o comércio eletrônico será cada vez mais relevante para o varejo, de forma que os lojistas que atuam nos meios físico e virtual deverão investir mais no meio online, para garantir o sucesso dos negócios e se manterem competitivos. Neste sentido, a convergência entre canais de compra (e-commerce, m-commerce, loja física, TV interativa e etc) deve crescer e se tornar o grande diferencial para atrair os consumidores devido às facilidades que modelo oferece. Um estudo da Varese Retail aponta que 51% dos brasileiros pretendem comprar em lojas físicas e também na internet. O mobile commerce também merece atenção especial em função do aumento do uso de smartphones.Um tema de permanente atenção, que ganhará ainda maior importância em 2016 é a gestão da conversão da loja online. Um estudo da Braspag/IBOPE e-Commerce de 2014, apontou que a conversão média do comércio eletrônico brasileiro é inferior a 2%, ou seja, de cada 100 visitantes, em média, apenas 2 (ou menos) concluem a compra. Sendo assim, qualquer melhoria de performance na conversão bastante é impactante, pois equivale a vender mais com o mesmo custo fixo da operação. Em ano de retração econômica e dificuldades gerais no orçamento, a melhoria de eficiência é fundamental. E neste aspecto, nada mais estratégico para uma loja online que focar no aumento de sua conversão. Um ponto de especial atenção para lojistas de todos os tipos e portes é a dificuldade de crédito do consumidor. A proporção de transações negadas em cartões por falta de crédito deve aumentar, piorando a conversão da loja.O mercado oferece duas funcionalidades interessantes para ajudar no tratamento das transações negadas: a compra com múltiplos meios de pagamento, onde o consumidor pode "dividir" o valor a ser pago por uma única compra, em mais de um cartão de crédito, e a Retentativa, na qual pedidos negados podem ser parametrizados para uma nova tentativa, desde que haja probabilidade de sucesso.Essas e outras soluções tecnológicas nos dão a certeza de que, mesmo com a necessária cautela, o e-commerce brasileiro vai continuar crescendo, mantendo-se como um dos setores mais atrativos para novos empreendedores. O uso expansivo de novas tecnologias e funcionalidades é recorrente neste mercado, o que explica a sua performance virtuosa de crescimento e a superação de cenários negativos, o que é esperado também para o próximo ano.(*) Gastão Mattos é CEO da Braspag, empresa do grupo CieloFonte: Opinião: Perspectivas para o comércio eletrônico em 2016 - IDG Now!

Termotécnica e Embraco apostam em inovação e sustentabilidade para conquistar mercados

Reconhecidas no guia da revista Exame em 2015, empresas receberam destaque no cenário global

Termotécnica e Embraco apostam em inovação e sustentabilidade para conquistar mercados Leo Munhoz/Agencia RBS
Processo de logística reversa da Termotécnica foi um dos grandes destaques do guia
Foto: Leo Munhoz / Agencia RBS
A receita parece simples: fazer com que o produto que deixa a empresa retorne com qualidade após a reciclagem para a linha de produção. Na prática, esse modelo de projeto exigiu quase dez anos de aprimoramento tecnológico, pesquisa de mercado e investimento de cerca de R$ 15 milhões em logística. Tudo para colocar a Termotécnica na vanguarda da logística reversa no Brasil, que rendeu prêmio no Guia Exame de Sustentabilidade 2015.Líder na América do Sul na produção de poliestireno expandido (EPS), o famoso isopor, a Termotécnica foi reconhecida neste ano pelo seu processo de trazer de volta à empresa o produto que é o seu carro-chefe. Dessa forma, foi considerada a melhor na categoria química e apontada como modelo na gestão de resíduos.— As pessoas já têm uma consciência quase cultural de que plástico e papel são recicláveis, mas foi difícil mostrar que o isopor também é. Tivemos de começar com ações internas, antevendo a Política Nacional de Resíduos Sólidos, e preparando um sistema eficiente de logística reversa para fazer o produto voltar para cá — explica o presidente da Termotécnica, Albano Schmidt.Hoje, 400 cooperativas de reciclagem espalhadas pelo Brasil e parcerias com lojas de varejo garantem que mais de 30% de todo o isopor que sai de Joinville retornem para a Termotécnica. A expectativa é de que até 2020 este número chegue aos 100%.Reciclagem avançaIntegrante da Global Packaging Alliance, que reúne os principais fabricantes do mundo para a troca de tecnologias e soluções em reciclagem, a empresa quer se estruturar nas principais regiões do País, a longo prazo, com uma logística reversa adequada e a população sabendo onde e como descartar as embalagens de EPS.— A Termotécnica já investiu R$ 10 milhões na instalação de unidades de reciclagem em Manaus, Goiânia, Indaiatuba, Rio Claro, São José dos Pinhais, Joinville e Sapucaia do Sul. A médio prazo, a nossa intenção é instalar 14 novas máquinas compactadoras de EPS para ampliarmos a cobertura de reciclagem no Sul e no Sudeste do País — afirma Schmidt.Desde 2007, a Termotécnica já reciclou mais de 25 mil toneladas de EPS. Atualmente, a empresa recicla o correspondente a 30% do mercado de embalagens de isopor do País, superando desafios logísticos, como a extensão territorial do Brasil, e econômicos, devido ao alto volume e baixo peso do produto. Este processo evita o descarte anual em aterros de quase 6 mil toneladas de embalagens.Economia eficiente de energiaUma das maiores fabricantes mundiais de compressores para refrigeração, a Embraco também foi destaque no Guia de Sustentabilidade da Exame ao desenvolver um modelo que não usa óleo lubrificante, economiza energia e oferece novas possibilidades de aplicação para a indústria de eletrodomésticos.O desenvolvimento do compressor Wisemotion terminou no fim de 2014, após dez anos de pesquisas, e é o grande case de sustentabilidade da empresa.— Diferentemente dos compressores convencionais, que precisam ficar em pé para evitar o vazamento de óleo, o Wisemotion pode ser instalado em qualquer posição, o que abre diversas possibilidades de design para os fabricantes, como produzir geladeiras menores e poupando insumos — afirma Ursula Angeli, diretora de sustentabilidade da Embraco.O novo compressor gerou 80 patentes e envolveu o trabalho de cem pesquisadores, resultando em um produto que permite a redução média de 20% no consumo de energia na comparação com modelos de alta eficiência. No Guia Exame, a Embraco aparece como destaque ao lado de Schneider Electric e da Whirlpool na categoria eletroeletrônicos.Fonte: A Notícia

Pai e filho criam startup de publicidade para pequenas empresas

Thiago Monsores e David PortesThiago Monsores e David Portes_ADPOP_m
Criar uma startup com serviços de publicidade e marketing voltada a pequenas e médias empresas foi a ideia colocada em prática por filho e pai empreendedores, Thiago Monsores e David Portes, respectivamente.
Com a previsão de alta na inflação de 2015, chegando a 8% ao ano, a dupla de empresários percebeu uma oportunidade de negócio e resolveu investir fundando a ADPOP. A empresa foi criada para possibilitar que o pequeno empresário possa investir em marketing e publicidade, ofertando pacotes acessíveis com pagamento diferenciado e soluções customizadas e sem complicação.Os serviços oferecidos vão englobar cinco etapas fundamentais: identidade visual, design de interface, ilustração, audiovisual, mídias digitais e gráfica. E para complementar os serviços oferecidos, Monsores e Portes criaram a AD Print, que oferece também serviços de impressão dos materiais desenvolvidos com a proposta de preço baixo e rapidez. Portes é considerado um guru do marketing brasileiro.Ele foi eleito, em 2006/2007, como o melhor palestrante do mundo pela World Confederation of Businesses. Portes era camelô e viu em um empréstimo de R$ 12 a oportunidade de melhorar de vida. O empreendedor já realizou mais de 1.800 palestras em diversas empresas. E, hoje, é sócio de muitos empreendimentos.Neste ano, ele celebra 15 anos de palestras e, para celebrar sua história de sucesso, lança seu segundo livro O Segredo do Sucesso e o workshop e life coaching para empreendedores e colaboradores de empresas de todo o País. Atualmente, Portes atua como chairman nas empresas Talk About, Agência AD Experiências Inovadoras, AD POP e Investcomm que são comandadas pelo seu filho Thiago Monsores.Agora, pai e filho estão articulando com alguns possíveis investidores a criação de um fundo de empreendedorismo social que será destinado a oferecer microcréditos para jovens empreendedores brasileiros, interessados em abrir sua primeira franquia de agência de publicidade popular (ADPOP). “Essa iniciativa visa a primeira oportunidade de entrar no mercado empreendedor. A iniciativa do meu filho me faz lembrar o meu passado, quando eu tive o auxílio de um anjo, Severino, porteiro que emprestou R$ 12 na época, e a partir daí meu futuro começou a ser construído”, relembra Portes. www.adpop.com.brFonte: Pai e filho criam startup de publicidade para pequenas empresas - Empreendedor

MEI esbarra na falta de acesso ao sistema financeiro

Apesar de 77% quererem crescer como empresa, menos da metade dos empreendedores individuais têm conta em banco
Poder emitir nota fiscal e crescer como empresa são um atrativo à formalização, mas os microempreendedores individuais (MEI) esbarram na dificuldade de crédito. Dos 5,6 milhões de empresários cadastrados nessa categoria, menos da metade (45%) possui algum tipo de relacionamento com bancos como pessoa jurídica, segundo pesquisa elaborada pelo Sebrae Nacional.O estudo mostra que 77% vivem exclusivamente da renda como empreendedor individual, mesmo percentual dos que pretendem crescer e se tornar microempresas, mostrando uma visão empresarial do negócio que administram. Na prática, no entanto, se inserem frequentemente como pessoa física no sistema financeiro.Comparados com as pequenas empresas, os microempreendedores individuais são os que proporcionalmente mais fizeram empréstimos bancários em nome da pessoa física nos últimos cinco anos: 46% – contra 17% dos microempresários e 8% dos empresários de pequeno porte.Além disso, 80% dos MEI utilizam hoje algum tipo de financiamento que não passa por instituições financeiras (negociação com fornecedores, cheque pré-datado ou outro tipo de transação). Apenas 40% dos empreendedores individuais obtiveram empréstimo em bancos nos últimos cinco anos. Esse percentual baixa para 20%, em 2015, e metade deles foram bem-sucedidos.Sobre o MEI O MEI é um programa de formalização e inclusão econômica e social estabelecido pela Lei nº 128/2008. Atende a empreendedores que faturam até R$ 60 mil por ano de forma simplificada, descomplicada e com redução de carga tributária. Ao se formalizar, o Microempreendedor Individual passa a emitir nota fiscal, torna-se um segurado da Previdência Social e pode participar de licitações públicas.Fonte: MEI esbarra na falta de acesso ao sistema financeiro – Empreendedor

Empreendedor fatura R$ 7 milhões por ano com artigos religiosos

Criado pelo empreendedor Wilson Pereira Junior, o Grupo 100% Cristão vende livros, camisetas e DVDs
Wilson Pereira Junior e Andrea Carneiro, empreendedores da 100% Cristão (Foto: Divulgação)
O empreendedor Wilson Pereira Junior, de 43 anos, foi executivo por muitos anos. Depois de um ano desempregado, se converteu ao protestantismo e encontrei na religião uma oportunidade de empreender. Ele criou a 100% Cristão, grupo que fatura R$ 7 milhões por ano vendendo livros, camisetas, DVDs e histórias em quadrinhos.
O Brasil é um dos países com mais força evangélica: eles representam 25% da população, segundo pesquisa da Hello Research realizada em 2015.
Pereira notou que sua forma de consumo mudou depois da conversão: agora comprava mais livros, filmes e músicas relacionados à religião. Neste momento, percebeu que a grande maioria dos varejistas deste setor ainda não havia compreendido certas técnicas das grandes livrarias e suas megastores, por exemplo.Inspirado no “conceito arquitetônico” de lojas como Saraiva, Livraria Cultura e Fnac, investiu suas economias – cerca de R$ 200 mil – para abrir a 100% Cristão em 2005, uma megastore com publicações religiosas localizada na região de Osasco, em São Paulo. A resposta nos primeiros anos foi muito positiva. Pereira afirma que anualmente a empresa crescia entre 20% e 30%. E, por isso, em 2010, decidiu investir em uma segunda unidade.EditoraCom o negócio expandindo, Pereira começou a se envolver em diferentes projetos do meio. Em uma dessas atividades, conheceu a Associação Nacional das Livrarias Evangélicas (ANLE) e, algum tempo depois, foi convidado para presidi-la. Representando a associação em um encontro de empresários cristãos nos Estados Unidos, o empreendedor teve o primeiro contato com os quadrinhos religiosos. “São produtos muito interessantes que o público brasileiro desconhece”, diz Pereira.A primeira atitude que ele tomou foi licenciar os produtos de um estúdio norte-americano chamado Kingston para vendê-los no Brasil. “São trabalhos de quadrinistas famosos que se converteram e agora fazem projetos bíblicos.”Depois do sucesso de exemplares como “Bíblia em HQ”, o empreendedor decidiu abrir uma editora, a 100% Cristão, onde vende uma série de quadrinhos e animações bíblicas. A resposta foi tão positiva que Pereira afirma que nos próximos anos a editora deve lançar produtos nacionais e originais.Franquia e retornoOutro grande projeto que o empreendedor implementou em sua empresa nos últimos anos foi o de franquias. Atualmente são duas unidades próprias e quatro franquias – Tupã, Taubaté, Carapicuíba e Jundiaí, todas em São Paulo. A meta, a partir de 2016, é conseguir dois novos franqueados por semestre.Segundo o empreendedor, a empresa também deve seguir crescendo financeiramente no ano que vem: com média de faturamento anual entre R$ 7 milhões e R$ 8 milhões, o Grupo 100% Cristão projeta um crescimento de 10% para 2016.Fonte: Empreendedor fatura R$ 7 milhões por ano com artigos religiosos - PEGN

Escola de mandarim é nova opção de franquia

Rede busca disseminar a cultura e a língua chinesa no país
Se existe uma unanimidade em relação à China é o quanto esse país é importante para o Brasil e tantos outros países no mundo. As características demográficas e a alta produtividade industrial fazem do gigante asiático um parceiro estratégico para qualquer empresa. Nesse contexto, entender a língua e a cultura desse povo para avançar nos negócios costuma ser uma barreira desafiadora. Pois é exatamente nesse cenário que a Nin Hao, franquia de escola de mandarim, vem se estabelecer.Fundada há cerca de dez anos, a escola está sob direção da tradutora e intérprete Sumara Lorusso há um ano. A empresária, que é fluente em cinco idiomas, viu na Nin Hao a oportunidade de oferecer uma maneira de reduzir as distâncias entre Brasil e China. “Somos nações muito diferentes, com hábitos e cultura que pouco se assemelham. Contudo, não podemos negar a importância da China para o âmbito econômico mundial. Precisamos aprender a língua para estreitar o relacionamento e fazer mais negócios com eles”, afirma.Oportunidades não vão faltar. Recentemente, a unidade da América Latina da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), apresentou um relatório apontando a importância de refinar as relações entre os dois países. De acordo com o documento, o Brasil exportou basicamente commodities para a China até então. Agora, o interesse é mandar para eles produtos de maior valor agregado. Com o processo de urbanização e da consolidação da classe média chinesa, o mercado doméstico do país possibilita que nações latino-americanas avancem em setores como alimentos, serviços e turismo.Com tudo isso em mente, a opção pelo sistema de franquias foi natural. Segundo a Associação Brasileira de Franchising, só no terceiro trimestre de 2015, o segmento de franquias de educação avançou 15% em relação ao mesmo período do ano anterior. “Acreditamos que o franchising pode dar a capilaridade necessária para a demanda reprimida que há por cursos de mandarim em diversas cidades brasileiras”, defende Sumara. “Também achamos que a crise econômica irá forçar os profissionais a buscarem mais qualificação. Falar inglês e espanhol hoje é obrigação. O mandarim é o diferencial”.O ensino do idioma na Nin Hao segue o padrão internacional estabelecido pelo governo chinês. O material didático é exclusivo, o que comprova a qualidade da rede, já que os livros de chinês normalmente são adaptados do inglês, língua que possui estrutura bem diferente do português. Além da conversação, a escola se preocupa com o ensino da cultura e da leitura e escrita em ideogramas. “Se o aluno não aprender ideogramas, certamente chegará na China como um analfabeto”, esclarece Sumara. O curso completo tem duração de três anos com turmas de no máximo oito alunos. Os professores são nativos e qualificados com conhecimento em ambos os idiomas, podendo assim fornecer todo o suporte necessário para os alunos.Para quem busca uma rede de franquias para investir, a Nin Hao oferece toda a estrutura e apoio necessário para buscar um coordenador pedagógico e professores nativos. A estratégia de expansão está focada em cidades com mais de 300 mil habitantes e que concentrem colônias chinesas para permitir uma imersão maior na cultura.Franquia Nin Hao:Investimento: 100 a 140 milTaxa de franquia: 20 milRoyalties: 6%Capital de giro: R$ 25.000,00Faturamento médio: R$50.000,00Lucro: de 10% a 15%Retorno do investimento: 24 meses
Fonte: Escola de mandarim é nova opção de franqui - Empreendeor

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