Como a Starbucks transformou um morador de rua em um corretor

Matthew Tejeda divide o tempo em dois empregos: comércio de imóveis e gerente de loja da redeMatthew Tejeda (Reprodução/FORBES)© Fornecido por Forbes Brasil Matthew Tejeda (Reprodução/FORBES)Aos 19 anos, Matthew Tejeda não teve outra opção que não fosse se cadastrar em um abrigo para moradores de rua em Nova York – um quarto pequeno com quatro beliches cheio com outros sete homens.Ter de aceitar que era morador de rua foi um momento devastador para Tejeda, que não tinha apoio dos pais ou de parentes há muito tempo, mas que sempre conseguiu amparo com amigos. Cadastrar-se em um abrigo para moradores de rua significava encarar a realidade de que ele não tinha nenhum lugar para ir e não podia contar com ninguém além dele mesmo, um jovem sem recursos financeiros em uma das cidades mais caras do mundo.Foi logo após esse ponto baixo que a gerente de uma das lojas da Starbucks mais cheias de Nova York o resgatou.“Um pouco depois de ter me tornado morador de rua”, diz Tejeda, “eu tive uma entrevista na Starbucks com Debbie Dooknah, que gerencia a loja da Grand Central Station. Graças ao amigo em comum que conseguiu a entrevista, Debbie sabia da minha situação, de cada detalhe da minha situação precária. Ela decidiu apostar em mim e me ofereceu uma posição como barista.” Tejeda diz que Dooknah tornou-se não apenas sua gerente, mas também sua mentora, e mostrou a ele o que ele descreve como um nível notável de compaixão.Não é surpresa, considerando os aluguéis estratosféricos de Nova York, que trabalhar como barista na Starbucks não era o suficiente para fazer com que Tejeda saísse das ruas. Ainda que a rede pague salários acima da média do mercado e dê benefícios impressionantes até mesmo para funcionários de meio período, a realidade é que por um ano após ter começado na Starbucks, Tejeda continuou tendo de residir em um abrigo. E qualquer um que pense que é fácil sair da condição de morador de rua sem receber ajuda está sonhando:“Um dos reais desafios disso, enquanto você tenta manter um emprego e melhorar, é que a vida no abrigo – dormir em um quarto com sete outros homens e sem rotina de sono – significa dormir muito pouco. É difícil abrir uma loja da Starbucks às 4h30 sem ter dormido, especialmente porque eu decidi que não deixaria meus colegas de trabalho saberem que eu estava lidando com essas dificuldades. Às vezes, quando o abrigo estava muito barulhento, em vez de ficar deitado sem dormir em minha cama, eu me trancava no banheiro por algumas horas com minha cabeça contra a parede e tentava cochilar antes de abrir a loja.”Roubos eram um problema constante no abrigo. Pertences pessoais certamente seriam roubados se você parasse de vigiá-los por um momento. Uma vez, Tejeda deixou seus uniformes de trabalho secando, apenas para descobrir que alguém roubou os uniformes de dentro da secadora.Tejeda trabalhou duro e, em seis meses, tornou-se supervisor. Após outros seis meses, tornou-se gerente de loja. “Nas semanas seguintes, eu comecei a procurar por apartamentos porque eu sabia que, tendo sido promovido, eu seria capaz de me sustentar. Minha gerente me falou sobre o “CUP (Caring Unites Partners) Fund” da Starbucks, que é um benefício de funcionários para funcionários. Funcionários decidem doar parte de seus salários e, se você estiver precisando, o fundo poderá te ajudar com até US$ 1.000.” Estes fatores combinados o ajudaram a cruzar a linha de chegada: “Com o meu novo salário eu podia pagar o aluguel mensal de um apartamento, e com as minhas economias e o CUP Fund, eu fui capaz de fazer a mudança.”“Eu não sei se é possível descrever quão emocionante este momento foi para mim. Eu fui promovido e me mudei para meu novo apartamento na mesma semana. A primeira noite no meu apartamento me fez chorar. Pela primeira vez na minha vida inteira eu sabia exatamente onde eu iria dormir naquela noite e na noite seguinte, e esse senso de segurança não dependia de nada no mundo além de mim mesmo. Eu encontrei um lar na Starbucks, e eventualmente a Starbucks me ajudou a encontrar a minha casa. Um local tangível que eu pudesse chamar de meu.”A ascensão de Tejeda na Starbucks ainda não terminou. Antes, ele havia se tornado um gerente de loja, abrindo uma nova unidade do outro lado da rua da loja em que ele trabalhava inicialmente. Depois, foi transferido para gerenciar a unidade da Penn Station, uma das que tem maior volume na cidade – e no país.“Me desenvolvendo e crescendo na Starbucks, eu descobri muitas partes de mim – incluindo um fogo empreendedor que eu não sabia que existia. Eu aprendi a me comprometer, a ter a disciplina necessária para ter resultados, e a acreditar no poder dos sonhos. Essas descobertas me fizeram decidir a perseguir o ramo imobiliário porque, apesar de eu amar a Starbucks, uma carreira lá teria sempre de encarar as restrições de uma corporação. No ramo imobiliário eu vejo a habilidade de exercer grande controle sobre a escala da minha carreira. Eu tenho um espírito empreendedor muito forte e isto é muito como ter seu próprio negócio, com a oportunidade, como em qualquer negócio, de ter como resultado o esforço que eu colocar.”Tejeda passou em sua prova para ter a licença de corretor de imóveis em novembro do ano passado e, rapidamente, encontrou um emprego no famoso grupo Corcoran, de Nova York. Ele agora tem dois trabalhos que exigem muito – 40 a 50 horas por semana na Corcoran e 20 horas semanais na Starbucks -, e diz que a Starbucks apoiou muito sua decisão de ir atrás do seu sonho de corretor de imóveis.“Eu carregava uma chave em meu bolso quando era morador de rua porque eu acreditava que um dia teria minha própria casa. Então eu encontrei a Starbucks, e eles se tornaram a minha família. Através da Starbucks eu fui capaz de ter meu primeiro apartamento, e agora eu acho que a próxima etapa da minha evolução é ajudar os outros a terem a casa de seus sonhos.”Fonte: Como a Starbucks transformou um morador de rua em um corretor - Empreendedor

5 tecnologias para impulsionar os negócios em 2016

Especialista aponta práticas acessíveis no mercado para as empresas começarem o ano com o pé direito
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A crise chegou e tudo indica que ela permanecerá até o final do ano.  Contudo, empresários buscam alternativas para driblar este mau momento da economia, adotando medidas efetivas para manter ou obter lucratividade. Uma dessas iniciativas está na adoção da ferramenta de Inteligência dos Negócios (BI), que vem ganhando espaço no mercado brasileiro.
Além do BI, porém, existem outras plataformas, dispositivos e softwares que podem ser ótimos aliados para alavancar o crescimento dos negócios. Confira abaixo as orientações de Allan Pires, o CEO da multinacional dinamarquesa Targit, sobre qual tecnologia adotar para superar as dificuldades e crescer na crise.

1.       O TRIPÉ BI, ANALYTICS E BIG DATA

O tripé Business Intelligence, Analytics e Big Data cumpre o papel de coletar e analisar dados. De forma simples, a chamada Inteligência de Negócios oferece subsídios para o melhor processo na gestão, organização, análise, compartilhamento e monitoramento de informações. Para as empresas, as três unidas podem exercer um papel fundamental para traçar potenciais caminhos de crescimento e levantar melhorias internas para que o executivo tenha um parâmetro para realizar as mudanças necessárias em seu ambiente de trabalho.

2.       MOBILIDADE

O uso de qualquer dispositivo como smartphones, tablets, notebooks, além dos aparelhos de rastreamento, conecta o executivo à informação e ao seu ambiente de trabalho, facilitando o seu relacionamento para uma prospecção mais rápida, além da possibilidade de compartilhar relatórios e documentos online. Os dispositivos móveis e de rastreamento ajudam a aumentar o nível de eficiência e o nível de serviços das pequenas e médias empresas (PMEs), que podem atuar em pé de igualdade com uma grande corporação no mercado ao utilizar a mobilidade como uma ferramenta de trabalho. As vendas, por exemplo, podem sofrer um impacto positivo, já que o executivo estará no controle e saberá os trajetos que a sua equipe está adotando, auxiliando-os com opções de alternativa, rota, novos clientes a visitar e pontos mais estratégicos.

3.       PLATAFORMA DE RELACIONAMENTO

Plataformas de relacionamento, por exemplo, Facebook, Linkedin, e o próprio Google – com seus instrumentos próprios – são a chave dos chamados negócios digitais, atuando como ferramentas de conectividade e relacionamento. As redes sociais propiciam novos negócios, sem a necessidade de comprar ativos, ou seja, uma pequena empresa pode, a partir de uma ideia, utilizar plataformas disponíveis para criar uma solução rentável. Mais do que isso, o uso frequente das redes sociais não só tem revolucionado a forma das empresas se comunicarem com clientes, funcionários e fornecedores, como também representam um avanço nos processos estratégicos de vendas. Essas aplicações têm um papel fundamental na promoção da marca e dos seus produtos, eliminam barreiras ao flexibilizar o contato direto com decisores e ajudam a entender o comportamento do seu público alvo.

4.       COMPUTAÇÃO EM NUVEM

A ideia da Computação em Nuvem surge para as PMEs como uma forma de construir o seu crescimento no mercado, sem a necessidade de fazer grandes investimentos em tecnologia. A nuvem, antigamente, era utilizada para armazenamento de arquivos, mas ganhou uma proporção maior de mercado ao fornecer um modelo diferenciado que é capaz de integrar sistemas virtuais e aplicativos muito potentes e que conseguem substituir todos os servidores de uma empresa. Para pequenos e médios negócios, o ganho é imensurável por conseguir armazenar de forma escalável todos os dados, com o valor que vai de acordo com a utilização do recurso.

5.       INTERNET DAS COISAS

De uma forma simples, a Internet das Coisas veio com a proposta de conectar pessoas e objetos, ou seja, hoje o usuário consegue transmitir e receber diversos tipos de informações a partir de smartphones, tablets e carros, entre inúmeras outras possibilidades. Em um cenário empresarial, o conceito cria uma forma de potencializar as suas ofertas no mercado e ganhar mais assertividade com o seu público-alvo. Sensores acoplados a um produto convencional, como eletrodomésticos, são exemplos do conceito, pois conseguem enviar informações a uma base que permite traçar padrões de consumo de seu público. Em outro cenário, rastreadores automotivos tornam viável a análise mais precisa do perfil do motorista, o que permite à seguradora ofertar valores de franquia e prêmio personalizados, um ganho efetivo para os dois lados.
Fonte: 5 tecnologias para impulsionar os negócios em 2016 - Empreendedor

Entidades recorrerão ao STF contra novas regras do ICMS

Assim que o judiciário voltar do recesso, será protocolada no Supremo uma ação de inconstitucionalidade
Agência Sebrae 20/01/2016

 Assim que terminar o recesso do judiciário, o Sebrae e as entidade ligadas ao comércio irão entrar com uma Ação de Inconstitucionalidade (ADI), no Supremo Tribunal Federal , para suspender as novas regras de cobrança do  Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). A decisão foi tomada após reunião promovida pelo Sebrae no dia 19/01, em São Paulo.

Além da ADI, o Sebrae irá se reunir hoje com técnicos do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz ) para apresentar as reivindicações dos empresários que estão sendo prejudicados com as regras de recolhimento do ICMS desde o início do ano. “Além do aumento da carga tributária, o que fizeram em termos de burocracia é uma loucura. Em plena época digital, implantaram um sistema medieval”, afirma o presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos.

O presidente do Sebrae ressalta que as novas regras desrespeitam o Simples e que são flagrantemente inconstitucionais. “O Confaz passou por cima de tudo, inclusive do cidadão. Além de pagar a alíquota do Simples, você tem que recolher a diferença. Isto não está na legislação. Isso foi inventado pelo Confaz”, frisa Afif.

Desde o início do ano, o contribuinte passou a ser responsável pelo cálculo da diferença entre as alíquotas cobradas no estado de origem e na unidade de destino do produto. A medida também obriga o empresário a se cadastrar no fisco do estado para o qual está vendendo, ou seja, o empresário terá que se registrar em até 27 secretarias de fazenda diferentes. A decisão afeta diretamente todas as empresas incluídas no Simples Nacional que fazem operações interestaduais.

A reunião contou com a participação de representantes de associações comerciais, da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm) , da Associação Brasileira de Automação para o Comércio (Afrac), Camara e-net, Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB), Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas (CNDL), Confederação Nacional da Indústria (CNI), Confederação Nacional das Micro e Pequenas Empresa e dos Empreendedores Individuais (Conampe), E-commerce Brasil, Sindicato das Empresas de Serviços Contábeis (Sescon), IMasters e Patri Políticas Públicas.

Fonte: Entidades recorrerão ao STF contra novas regras do ICMS - Empreendedor

Negócio próprio aos 50 anos

Gibran Massabni trabalhava na indústria e foi um dos 7 mil demitidos em 2015, em Joinville

Conheça a história do profissional que abriu o próprio negócio aos 50 anos Leo Munhoz/Agencia RBS

Gibran Massabni acorda cedo, ajuda os filhos nos estudos e prepara o almoço. Durante a semana, pratica musculação e corrida. As tarefas domésticas, o convívio com a família durante o dia e o maior cuidado consigo mesmo fazem parte de uma nova rotina que o profissional descobriu quando deixou a indústria.Após décadas trabalhando em uma grande empresa de Joinville, onde alcançou postos de gestão, Gibran entrou para a estatística dos 7 mil joinvilenses que perderam o emprego em 2015 por conta da crise.O profissional também representa um grupo, menor, daqueles que conseguiram recomeçar. Com a demissão, finalmente concretizou o projeto de se tornarempreendedor. A ideia rondava seu pensamento desde 2003, mas com um bom emprego, não queria arriscar.Nos últimos anos, porém, Gibran sentia que a cada dia se encaixava menos nas mudanças de processos e equipes que a organização promovia. Eram os primeiros sinais.A reação imediata foi a de se retrair angustiado, até que resolveu adotar postura mais positiva. Passou a enxergar na saída iminente a possibilidade de tirar o projeto de consultoria do papel. O dia chegou em 4 de abril de 2015.— A demissão me deu a chance de correr risco —a firma.Antes e depois da demissão, Gibran teve o apoio de profissionais que o ajudaram noprocesso de autoconhecimento e elaboração do plano de negócio.Ele uniu a experiência, os recursos da rescisão e as capacitações recentes para empreender e mergulhou de cabeça na estruturação de sua consultoria de gestão de projetos e de inovação durante todo o ano de 2015.Gibran: escritório em casaDescanso, só no período de festas, o que não o incomodou.— Agora, tenho férias todos os dias — brinca, ao se referir à qualidade de vida que desfruta.No decorrer do ano, a euforia com o novo negócio deu lugar, em alguns momentos, à preocupação e ansiedade quando, após muito esforço, nada acontecia.Gibran não desistiu. A Simplix Consultoria e Sistemas começa 2016 com três clientes e um estagiário. Bom começo para empresa e para Gibran, que aos 50 anos exibe aquele entusiasmo típico de início de carreira.Sebrae oferece consultoria de graçaGibran Massabni não é o único a sonhar com o negócio próprio e a buscá-lo como alternativa ao desemprego. O coordenador regional do Sebrae, Jaime Dias Júnior, diz que tem feito vários atendimentos a candidatos ao mesmo caminho.Janeiro costuma ser um mês bem movimentado e, com a crise, as consultas devem se intensificar, segundo ele. Destacam-se os candidatos a microempreendedor individual (MEI),interessados nas áreas de confecção e cosméticos.— Não podemos dizer que em momentos de crise não se empreende, nesta hora é que surgem oportunidades. Mas quem era empregado em grande empresa, recebeu fundo de garantia e quer empreender, tem que ter algum cuidado e fazer o plano de negócio. Começar pelo que entende — diz o coordenador.Franquias também são oportunidades de investimentos mais seguras para quem não tem experiência de empreendedorismo, segundo ele.Quem pretende abrir um negócio, seja ele qual for, pode pedir ajuda ao Sebrae. A entidade oferece consultoria de graça em horário comercial. E auxilia também quem já é empreendedor e precisa rever o planejamento estratégico ou financeiro também.Em Joinville, a sede fica na rua Blumenau, 835, bairro América. Gibran passou por lá algumas vezes.
Fonte: Conheça a história do profissional que abriu o próprio negócio aos 50 anos - A Notícia

Com crise e mais trabalho por conta própia

Levantamento cobre as seis principais regiões metropolitanas brasileiras (Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Porto Alegre, Recife e Salvador)
Agência Brasil 19/01/2016
A proporção de pessoas que trabalham por conta própria entre o total de ocupados aumentou de 17,9%, em janeiro de 2013, para 19,8% em novembro de 2015, segundo cálculos do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), com base na Pesquisa Mensal de Emprego (PME) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).O levantamento cobre as seis principais regiões metropolitanas brasileiras (Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Porto Alegre, Recife e Salvador). Na avaliação do economista e pesquisador do Ipea Miguel Foguel, o aumento do trabalho por conta própria está relacionado à crise econômica e à consequente redução dos empregos formais.Segundo Foguel, os trabalhadores por conta própria podem ser divididos em dois grupos: os que contribuem para a Previdência Social e os que não contribuem. Em 2013, os autônomos do primeiro grupo eram 5,2% do total de ocupados nessas seis regiões. Esse percentual subiu para 7,4%, em novembro de 2015. Já os trabalhadores por conta própria não contribuintes permaneceram estáveis: 12,8%, em janeiro de 2013; e 12,4%, em novembro de 2015.De acordo com o economista do Ipea, provavelmente, esse fenômeno tem a ver com a reação defensiva do trabalhador diante de um mercado de trabalho em crise, em que as empresas estão demitindo e deixando de contratar. “Aí, a reação deles ante a dificuldade de encontrar emprego é buscar algum tipo de renda por meio de um microempreendimento ou alguma atividade que se configura como por conta própria, e continuar contribuindo para a Previdência Social, mas agora não mais como um empregado formal”.No entanto, segundo Foguel, dependendo da restrição orçamentária e da oferta de trabalho na nova fase profissional, alguns deixam de pagar o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) porque não podem ou não querem bancar essa despesa.O fotógrafo Fernando Azevedo, do Rio de Janeiro, é um desses trabalhadores. Depois de atuar por 18 anos em várias editoras e assessorias de imprensa, resolveu dar uma guinada total na vida. Ele se tornou criador de móveis, só fotografa suas criações e há cerca de um mês abriu uma loja em Maricá, na Região dos Lagos, para venda de seus produtos.O empreendimento está dando tão certo que Azevedo está se preparando para contratar uma funcionária para a loja, além dos dois marceneiros que já trabalham com ele. O fotógrafo e agora designer de móveis atualmente não contribui para a Previdência Social.Já o professor de educação física Pedro Copelli, também autônomo, começou recentemente a contribuir para o INSS como forma de se preparar para a aposentadoria. Embora tenha curso superior e não enfrente dificuldades em arranjar emprego, ele preferiu trabalhar por conta própria, mas não descarta a possibilidade de retorno ao mercado formal. “Se aparecer algum emprego legal com carteira assinada eu pego porque, na nossa área, é difícil você trabalhar em um só lugar”, disse.Copelli dá cursos de exercícios funcionais e aulas de futebol feminino há seis anos em um clube em Botafogo, zona sul do Rio de Janeiro. No mesmo bairro, dá aulas de futsal em um colégio e está pensando em ampliar o trabalho, com a abertura de turmas de futevôlei, na praia. Segundo ele,  trabalhar por conta própria está sendo compensador e, até agora, a crise econômica não afetou suas atividades.“Tenho um número razoável de alunos porque não tenho muito concorrente. Com o fechamento das escolas de futebol feminino do Fluminense e do Flamengo, muitas meninas migraram para nós”, disse o professor.InformalidadeO avanço do trabalho por conta própria também pode ter impacto sobre os números da informalidade no Brasil, de acordo com o economista do Ipea.Segundo ele, considerando que os trabalhadores por conta própria se subdividem entre os que contribuem para a Previdência Social e os que não contribuem, alguns analistas associam o aumento desse tipo de trabalho como um indicador de crescimento da informalidade, já que nem todos pagam o INSS.“Se a gente considerar que esse trabalhador por conta própria que contribui para a Previdência Social não é informal, não está havendo um crescimento da informalidade. Mas se eles forem incorporados como informais, então, sim, há um aumento da informalidade. Vai depender de como cada um define [esse conceito], ponderou o economista.Crise entre os autônomos Se a crise está levando mais gente a trabalhar por conta própria, comerciantes que já estão nessa modalidade há muito tempo também estão sentindo os efeitos da desaceleração da economia.O vendedor de frutas Celso Nunes, de Brasília, disse que esse janeiro tem se mostrado o mais fraco desde que ele começou a vender salada de frutas numa barraca que monta no Setor Bancário Norte, no centro da capital, há 15 anos.“Janeiro é mais fraco mesmo, mas esse tem sido o pior desde que eu cheguei aqui”, calculou.  Pelas contas que faz de cabeça, ele diz que seu faturamento caiu em torno de 70% na comparação como mesmo mês do ano passado. Para compensar a queda nas vendas e o aumento nos custos devido à inflação, desde o início do ano, Nunes resolveu subir o preço da bandeja de salada de frutas, de R$ 5 para R$ 6.Outros comerciantes informais entrevistados pela Agência Brasil também relataram dificuldades com as vendas recentemente. Sob nuvens negras no céu, o vendedor ambulante Obede Suzarte disse à reportagem que costumava vender de 15 a 20 guarda-chuvas e sombrinhas em dias de chuva no ponto onde monta a sua barraca há cinco anos, na avenida W3 Norte. “Mas neste mês de janeiro, quando costuma chover muito por aqui, tenho vendido umas três ou quatro por dia”, contou.Ele diz que se sente ainda mais prejudicado pela crise porque seu tipo de mercadoria – relógios, barbeadores, carregadores de celular, óculos de sol e radinhos de pilha – não ser de primeira necessidade. “O cliente até vem e olha, mas se não é essencial pra ele, não compra mesmo.”“Tá difícil geral, essa crise financeira chegou para todo mundo”, disse a vendedora de churrasquinho Raimunda Nonato da Silva. Ela, que chegou em Brasília vinda do Maranhão em 1979, começou no ano passado a vender espetinhos de carne em uma parada de ônibus da avenida W3, depois de perder o emprego como doméstica. Apesar da redução nas vendas, Raimunda ainda resiste a subir o preço do espetinho, vendido a R$ 3. “Se não, não vendo é nada, meu filho”.Diante do aumento significativo do número de ambulantes por causa da crise, o governo do Distrito Federal deflagrou desde dezembro uma operação de repressão aos comerciantes informais, agravando a situação dos vendedores de rua.Desde 11 de janeiro, por exemplo, policias militares e agentes da Agência de Fiscalização do Distrito Federal ocupam cada esquina do Setor Comercial Sul, na região central de Brasília. A justificativa dada pelo administrador regional do Plano Piloto, Marcos Pacco, é “revitalizar o espaço e coibir atividades ilegais”. O mesmo tipo de operação ocorre nos arredores da rodoviária do Plano Piloto.
Fonte: Com crise, mais brasileiros passaram a trabalhar por conta própria  - Empreendedor

Saiba como o marketing pode impulsionar o seu negócio

Saiba como o marketing pode impulsionar o seu negócioCom um bom marketing, sua empresa alcança mais pessoas (Foto: Reprodução)
Você conhece o seu público-alvo? Sabe onde ele está, o que quer e o quanto está disposto a pagar por um serviço ou produto?  As respostas a essas perguntas devem guiar os passos de qualquer empreendedor que esteja disposto a desenvolver uma eficiente gestão de marketing. Transformar as necessidades dos clientes em desejos, de maneira mais eficaz que a concorrência, e, ainda, render lucro, é resultado direto desse planejamento. E, para desenvolvê-lo, é necessário discutir, implantar e acompanhar estratégias adequadas ao negócio.
De acordo com a analisa da Unidade de Atendimento do Sebrae Minas, Luciana Lessa, a construção da imagem de uma empresa passa por diferentes aspectos, que incluem excelência no atendimento, organização, layout adequado e serviços e/ou produtos de qualidade. A esse mix de particularidades damos o nome de P’s do marketing. São eles: Preço, Praça (ou localização), Produto, Pessoas (concorrentes, clientes e fornecedores) e Promoção. A boa reputação e a divulgação da imagem da empresa dependem da coerência entre os P’s. Por isso, eles devem ser trabalhados simultaneamente, já que nada vale ter preço baixo e qualidade de primeira, se a sua localização não atende o público-alvo.
Não existe melhor maneira de impulsionar um negócio que não seja fazendo-se notar pelo cliente e reafirmando a ele que a sua qualidade é melhor que a do concorrente. O marketing direciona o desenvolvimento do empreendedor no mercado, possibilitando aumento de vendas, captação de clientes, desenvolvimento estratégico de comunicação, entre outros posicionamentos favoráveis. Assim como a gestão administrativa, a gestão do marketing deve ser praticada regularmente e atualizada sempre, pois auxilia o empreendedor a se adaptar às constantes mudanças de cenário, identificar tendências e, com isso, criar vantagens competitivas.As etapas do plano de marketingComece pelo planejamento: ele é a definição do negócio. Somente após realizar uma análise de ambiente, na qual todas as informações a respeito da empresa são revisadas, incluindo público-alvo, posicionamento de mercado, objetivos e metas, é que as estratégias devem ser postas em prática.Na segunda etapa, de implementação, executam-se as ações de marketing, que devem assegurar a realização dos objetivos e das metas. O plano de ação é desenvolvido com a especificação das atividades a serem desempenhadas, com o seu período de execução, com a forma de como serão feitas, além das indicações de quem as fará e qual será o custo total.Durante todo o processo, é preciso monitorar a abordagem. Pergunte ao cliente como foi que ele chegou até você, qual foi a fonte de informação sobre a promoção e qual a imagem ele tem do seu serviço. Por fim, avalie. Verifique se as ações executadas estavam de acordo com o que foi planejado e se os resultados foram satisfatórios. Somente assim, é possível definir a melhor linha de divulgação para uma de gestão marketing eficiente.Três passos para o sucesso:O plano de marketing é composto por três etapas que, se bem aplicadas, possibilitam a tomada de decisões seguras.1. Planejamento Onde sua empresa está e onde ela quer chegar? Analise o seu mercado de atuação, defina o seu público-alvo, as suas metas e trace as ações para o alcance dos objetivos.2. Plano de ação O que? Quando? Quem? Quanto? Identifique as atividades, determine o prazo para serem executadas, atribua responsabilidade de execução e o custo estimado, uma vez que a verba de marketing varia de acordo com a realidade de cada negócio.3. Avaliação e controle A avaliação e o controle permitem reduzir a diferença entre o desempenho esperado e o desempenho real, garantindo a eficácia do marketing. Por isso, devem ser realizados antes, durante e após a implementação do plano.
Fonte: Saiba como o marketing pode impulsionar o seu negócio - PEGN

Venda de café em cápsula cresce 52,4% no Brasil

Estudo constata aumento do consumo do produto em 2014, em relação ao ano anterior
O volume de vendas de café em cápsulas no Brasil cresceu 52,4% em 2014, em relação a 2013, chegando a 660 toneladas. É o que aponta estudo elaborado pela Universidade Federal de Lavras (UFLA) em parceria com a Embrapa Café (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária). O aumento, segundo a pesquisa, foi impulsionado pela entrada de pequenas marcas nesse nicho de mercado.O Relatório Internacional de Tendências do Café do Centro de Inteligência em Mercados da UFLA, divulgado no último dia 12, informa que pequenos produtores puderam entrar nesse mercado recentemente, após expiradas as patentes de grandes marcas produtoras de cápsulas. Essas empresas têm a vantagem de comercializar o produto mais barato e adaptável a máquinas de diferentes marcas.Atualmente há mais de 70 empresas no Brasil atuando nesse segmento com seus próprios produtos. Em 2014, eram apenas oito.“As cápsulas são uma opção interessante para as empresas menores, uma vez que têm maior valor agregado e atendem de forma satisfatória aos consumidores, que se interessam cada vez mais por um café de alta qualidade e que permita a eles passar por uma experiência semelhante ao consumo em uma cafeteria, porém no conforto do lar e no momento em que acharem conveniente”, aponta o estudo.A Associação Brasileira da Indústria do Café (Abic) indica que o setor de cápsulas continuará crescendo nos próximos anos. Até 2019, conforme a entidade, esse mercado deverá aumentar três vezes de tamanho no Brasil. Além das cápsulas, os cafés especiais também ganharão espaço. A associação estima que a maioria das vendas entre 2015 e 2019 ainda será do produto em grãos e moído, mas com maior destaque para os gourmetizados e aos especiais.O estudo também indica uma tendência de mercado para o chamado “café funcional”, que recebe ingredientes saudáveis na composição. Na Espanha, uma multinacional do ramo acrescentou à bebida magnésio, substância que pode reduzir o cansaço e a fadiga. O produto foi desenvolvido para consumidores acima de 40 anos e pode ajudar na saúde óssea e no metabolismo. De acordo com a marca, uma xícara desse café contém 15% do valor de referência diária de magnésio que o corpo necessita.OportunidadesMaior produtor e exportador de café do mundo, o Brasil poderá se beneficiar do crescente consumo do grão em países como Rússia, China e Coreia do Sul, afirma o relatório. Esses locais são tradicionalmente grandes consumidores de outros tipos de bebidas quentes, como o chá. No entanto, a demanda por café tem aumentado entre 4 e 5% ao ano nesses mercados.De acordo com a Organização Internacional do Café, o consumo mundial é de 150 milhões de sacas ao ano. Devido ao aumento na demanda, estima-se que essa quantidade cresça em torno de 17%, chegando a 175 milhões em 2025.Em 2015, a safra de café no Brasil atingiu 43,2 milhões de sacas e bateu recorde em volume embarcado, com 2,09 milhões de toneladas. O café brasileiro responde por 30% de toda a produção mundial e tem potencial em ampliar ainda mais seu mercado da espécie conilon, informa o estudo.“No Brasil, o cenário é favorável para o mercado de conilon. Os preços no mercado interno apresentaram boa elevação ao longo do ano e a desvalorização do real em relação ao dólar tornou o produto brasileiro mais atrativo para os países importadores. Com isso, as exportações do conilon também estão em alta”, apontam os pesquisadores.
Fonte: Venda de café em cápsula cresce 52,4% no Brasil - Empreendedor

Coworking em SP aposta em nicho de Mercado

Espaço de trabalho compartilhado concentra ambientes e equipamentos para atender às necessidades de quem deseja empreender no mundo fashion
Os ambientes de trabalho compartilhados ganham adeptos em todo o mundo. Em sintonia com essa tendência, uma dupla de empresários paulistanos decidiu apostar em uma proposta diferenciada para atender a um ramo de atividade que conta com características bastante específicas, o da moda.
Localizado na região central de São Paulo, o Lab Fashion tem seus espaços desenvolvidos especialmente para suprir as necessidades dos profissionais que desejam empreender neste segmento. Os usuários têm à disposição: sala de reuniões e atendimento; sala para workshops e cursos; sala de costura, com máquinas industriais; mesa de corte; banco de tecido; e um estúdio fotográfico.Os sócios, Fábio Uehara e Diogo Hayashi, se conheceram quando cursaram juntos a faculdade de Administração na ESPM, em São Paulo. De uma família que sempre trabalhou no segmento de moda, primeiro com confecção e mais tarde no varejo, Fábio conhece bem as dificuldades enfrentadas por quem inicia uma trajetória no mundo fashion e tinha vontade de contribuir com sua experiência e visão de mercado. Diogo também trouxe para o negócio sua experiência familiar, mas na área administrativa e de empreendedorismo.Lab_Fashion_1Após sete anos de pesquisas ao redor do mundo, em contato com empresários, fornecedores, estilistas e visitando outras iniciativas similares, a dupla investiu R$ 140 mil para lançar um coworking especialmente voltado para moda. A cidade escolhida foi São Paulo, e o escritório, com capacidade para 15 coworkers, está localizado na região central da cidade.Segundo Fábio Uehara, sócio-fundador do Lab Fashion, a ideia ao criar um coworking específico para moda era ir além do espaço de trabalho compartilhado, e aproveitar o convívio entre os profissionais da mesma área para fortalecer a network e a relação com fornecedores. “Nossa intenção era criar um ambiente onde o profissional possa exercitar sua criatividade, criando e já prototipando. O investimento para iniciar uma oficina seria de no mínimo R$16.315,00, mais R$38.640,00 anuais para manter espaço de 40m2 na região da Consolação, enquanto usando uma estrutura como a nossa seria de R$ 7.248,00, o equivalente a uma anuidade”, explica Uehara.Além de oferecer o espaço para coworking, o Lab Fashion funciona como uma rede de pessoas, que podem trocar informações e iniciar relacionamento com a cadeia produtiva. “A existência de um modelo de negócios como o nosso propicia que o profissional que pretende empreender minimize seus riscos, exercite a criatividade e ainda seja inserido em um hub”, afirma Diogo Hayashi, sócio-fundador do Lab Fashion.Entre os preceitos defendidos pela equipe do Lab Fashion estão: a economia colaborativa e o fair trade. Segundo os sócios, faltam iniciativas no Brasil que valorizem o pequeno empreendedor e a cadeia produtiva, em toda a sua extensão, para que eles possam disputar espaço com os gigantes do varejo e da indústria.
Fonte: Empresários apostam em nicho para expandir coworking em SP - Empreendedor

Entram em vigor novas regras de licitação para pequenos negócios

Exclusividade das micro e pequenas empresas nas compras públicas até R$ 80 mil já está valendo
Agência Sebrae 15/01/2016

A partir deste ano as licitações públicas para compras de até R$ 80 mil deverão ser exclusivamente disputadas pelas micro e pequenas empresas. É o que determina o Decreto 8.538/2015 (que regulamenta a lei 147/14), que também prevê a possibilidade de criação de um lote restrito para os pequenos dentro de uma licitação que tenha um valor maior.

Além da exclusividade nas licitações federais, o decreto estabelece ainda novas regras para a participação dos pequenos negócios nas compras públicas municipais, determinando o uso da regra federal quando não houver legislação local sobre o tema. De acordo com o texto, as micro e pequenas empresas locais terão prioridade quando o preço de contratação for até 10% superior ao dos propostos por empreendimentos de outras cidades.

“Precisamos ampliar o acesso do segmento às compras governamentais. Os pequenos negócios são os principais geradores de emprego no Brasil. Eles são responsáveis pela economia real das cidades brasileiras”, destaca o presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos.

De acordo com dados do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, a participação dos pequenos negócios nas compras públicas ficou em R$ 7 bilhões, entre janeiro e novembro de 2015. Esse valor representa 16,9% do total de R$ 41,6 bilhões gastos pelo governo federal em 2015. No ano, o segmento participou de 52.418 processos licitatórios do governo federal. A maior parte das aquisições foram de Bens, com 60,1%, e Serviços, com 39,8%.

Fonte: Entram em vigor novas regras de licitação para pequenos negócios - Empreendedor

Como usar a internet a favor de sua empresa ou negócio

Com as dicas, empreendedor consegue dar mais visibilidade ao seu produto ou serviço
marketing, redes sociais (Foto: Reprodução)
O termo marketing digital ainda assusta e causa dúvidas entre empreendedores de todos os portes. Não é para menos. De acordo com o publicitário, mestre em cinema e professor da Universidade Fumec, Danilo Aroeira, esse desdobramento do marketing tradicional começou há pouco mais de 20 anos, junto com a internet e com os primeiros negócios que emergiram nesse contexto.O que todos sabem é que com pouco ou quase nenhum dinheiro é possível utilizar plataformas gratuitas para dar maior visibilidade ao seu negócio. Seja para aumentar as vendas, melhorar o relacionamento com os clientes ou divulgar um novo produto, a internet oferece soluções que atendem as mais variadas necessidades.Planejamento No meio digital ou tradicional, um bom plano de marketing segue um roteiro básico que envolve entender os desejos das pessoas e a transformação desses desejos em um produto ou em uma estratégia de vendas. Isso é importante para gerar valor para o público-alvo e tornar o relacionamento entre ele e a sua empresa sério e duradouro.
Aqui, o importante é entender qual é a situação real do negócio e projetar, de forma realista, para onde quer levá-lo. Dedique tempo para identificar quem é o seu público-alvo, como ele se comporta e quais são suas preferências. Munido dessas informações fica mais fácil elaborar um plano de ações e entender, por exemplo, em quais redes sociais as pessoas de seu interesse mais acessam e potencializar a presença digital de sua empresa.
Plataformas digitais Existem diversas redes sociais e serviços online gratuitos que as micro e pequenas empresas podem usar para ampliar a sua área de atuação e diálogo com os clientes. Muitos deles têm páginas dedicadas a esclarecer dúvidas e a ajudar os usuários iniciantes. A recomendação é dedicar tempo para ler e aprender a usá-los. Conheça alguns exemplos e como eles podem ser úteis na prática:- SiteSabe a frase “a primeira impressão é a que fica”? Na internet, a primeira impressão pode fazer a diferença entre o seu produto e o produto do concorrente. Por isso, invista em um site apresentável, bonito, informativo e organizado. Disponibilize informações sobre a empresa, os produtos e os serviços ofertados e todas as formas de contato possíveis, inclusive, as redes sociais, se houver. Construir e hospedar um site demanda tempo e conhecimentos técnicos de design gráfico, programação e hospedagem online. Por essas razões, é recomendável a contratação de uma agência ou profissional capacitado.- BlogPode funcionar como um segmento do site ou de forma independente. Use para escrever sobre assuntos que interessem a público e não sobre os assuntos de interesse da empresa. O blog de um restaurante, por exemplo, pode dar dicas do que comer em uma viagem a outro país, contar a história de um ingrediente usado no cardápio ou descrever como é a rotina profissional de um chef. Dedique tempo para pesquisar assuntos e escrever textos atraentes. Essa é uma ótima maneira de aproximar a marca dos consumidores. A plataforma Wordpress (https://br.wordpress.com/) é gratuita, fácil de ser utilizada e oferece uma série de ferramentas para monitoramento e personalização de blogs.- Facebook / InstagramÓtimos canais para divulgar produtos e serviços, receber feedback dos clientes e entender melhor como o público se comporta. Da mesma forma que no site, procure manter uma identidade visual que seja coerente com o seu negócio, mantenha as páginas organizadas e inclua o máximo de informações. Críticas e reclamações são comuns nesses espaços, portanto, esteja preparado para solucionar eventuais problemas de maneira cordial e eficiente. No caso do Facebook, faça a opção por criar uma “página” e não um “perfil”. Os perfis são voltados para pessoas e, por isso, possui limitações como o número de amigos e a ausência de funcionalidades importantes, como a possibilidade de investir em publicidade paga. É essencial também ler os termos de uso desses serviços para não transgredir nenhuma regra.- WhatsappAlém de funcionar como um contato alternativo entre clientes e empresa, o serviço de mensagens e comunicação instantânea pode agir como uma central de atendimento ao consumidor e de divulgação do negócio. Para usar o serviço da melhor maneira é preciso construir e manter uma lista de contatos atualizada. Responder dúvidas e reclamações de forma rápida e cordial também é importante. Na hora de divulgar um produto ou serviço tome cuidado para não ser invasivo e/ou oportunista - observe o horário e o dia em que a mensagem será enviada e não seja repetitivo.Fonte: Como usar a internet a favor de sua empresa ou negócio - PEGN

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