Livro reúne trajetórias de empreendedoras de sucesso

Reunindo a trajetória de mais de 30 personalidades femininas que se lançaram como empreendedoras, o livro “Dicas de Mulheres Inspiradoras que sonham em se aventurar no mundo dos negócios.A obra, publicada pela Editora Leader, conta a história de empreendedoras como Maria Luiza Trajano (Magazine Luiza) e Chieko Aoki (Blue Tree Hotels), mostrando como elas lidaram com os desafios profissionais e pessoais.A obra retrata a história de empreendedoras como Maria Luiza Trajano e Chieko Aoki Foto: DivulgaçãoFonte: Livro reúne trajetórias de empreendedoras de sucesso - Terra

Pequenos negócios da moda exploram pouco a internet

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Agência Sebrae 05/01/2016

Os donos de pequenos negócios que comercializam roupas e acessórios ainda esbarram em dificuldades para vender seus produtos pela internet e fazer parte de um dos segmentos que menos sentiu os efeitos da crise econômica, o e-commerce. Pesquisa inédita do Sebrae, feita com mais de 5,7 mil donos de lojas de artigos de vestuário e acessórios de pequeno porte, mostra que eles estão presentes no ambiente virtual, mas fazem basicamente a divulgação do negócio e não realizam venda on-line.

Segundo os dados, menos de 15% dos donos dos pequenos negócios de moda e acessórios realizam vendas pela internet e pelas redes sociais na maioria das vezes – dois em cada três entrevistados afirmam vender dessa forma. Apenas 28% dos que fazem vendas on-line têm site próprio e 6% estão em marketplaces, o que caracteriza o ecommerce propriamente dito. Dos pequenos varejistas de moda pesquisados, 84% têm uma loja física em comércio de rua, 6% estão em shopping e 1% opera somente on-line. E daqueles que possuem uma loja física e também on-line, 92% afirmaram que a loja física representa o maior volume de vendas.

“O anúncio nas redes sociais é a principal ação de marketing dessas empresas – 6% dos empresários participantes da pesquisa utilizam as redes sociais como estratégia de marketing. Mas, eles ainda exploram pouco a internet e não aproveitam as potencialidades da rede”, assinala a diretora-técnica do Sebrae, Heloisa Menezes. “A rede social é uma boa alternativa para o início de atuação on-line, pois requer pouco investimento em tecnologia. Porém, a empresa deve se preparar para a comercialização na internet com a loja virtual ou o marketplace, pois isso contribui para a credibilidade da loja e para a segurança no pagamento. A rede social deve ser trabalhada como um canal de relacionamento e de apoio à venda”, completa.

Para Heloisa Menezes, comercializar via internet é uma atividade relativamente nova no Brasil e, por isso, ainda é pouco usual entre os pequenos negócios. “Há um enorme potencial a ser explorado pelos empreendedores brasileiros: moda é a categoria mais vendida no e-commerce; as pessoas estão cada vez mais digitais e utilizando dispositivos móveis. A internet está cada vez mais acessível e com maior qualidade nas regiões do Brasil. A atuação das empresas precisa responder a esse comportamento do consumidor”, afirma.

Apesar de ser uma oportunidade, a diretora-técnica do Sebrae entende que operar um e-commerce não é tarefa fácil e o empresário precisa se capacitar para ser bem-sucedido. “Logística, tributação e marketing são dificuldades que os empresários vão se deparar no dia a dia. O Sebrae tem uma série de soluções para ajudar esses empreendedores. Oferecemos cursos, palestras, oficinas, cartilhas e damos qualquer tipo de orientação para quem quer montar um e-commerce, a maioria delas de graça”, afirma.

A pesquisa revelou ainda que a internet é uma alternativa para enfrentar a crise econômica. Enquanto o faturamento caiu no primeiro semestre do ano para 65% dos empresários do segmento pesquisados, o resultado foi negativo apenas para 55% daqueles que usam a rede para fazer vendas. Empreendedores que concentram suas vendas no meio virtual detectaram ainda menor diminuição no faturamento (48%) e 22% deles registraram inclusive aumento nas vendas.

Cartilha

Em geral, os procedimentos no e-commerce são os mesmos, independentemente do tipo de produto comercializado. No entanto, existem características específicas que o empreendedor do ramo da moda precisa estar atento na hora de investir no comércio eletrônico. Como atrair o consumidor? Como amenizar trocas e devoluções? Como amenizar o problema da falta de padronização no tamanho das roupas?

Para apresentar de forma objetiva e direta os principais pontos que devem ser observados por quem já possui ou pretende abrir um e-commerce de moda e acessórios, o Sebrae montou uma cartilha que procura responder essas e outras perguntas, disponível gratuitamente no Portal Sebrae. O documento fala do cenário do e-commerce de Moda e Acessórios, os principais desafios, as boas práticas, segurança para o consumidor, grade e sazonalidade, atendimento personalizado, concorrência, como amenizar trocas e devoluções, padronização de tamanhos, redes sociais, legislação e tributação.

Fonte: Pequenos negócios da moda exploram pouco a internet - Empreendedor

Microsoft fecha 2015 com Windows 10 em 164 milhões de PCs

Dados são da consultoria Net Applications, que registrou crescimento de apenas 1% do sistema em dezembro.

Cinco meses após seu lançamento, o Windows 10 está presente em cerca de 164 milhões de PCs, segundo dados liberados nesta sexta-feira, 1/1, pela Net Applications.

A fatia de mercado do Windows 10, uma estimativa da porção de todos os computadores do mundo que rodam o sistema, cresceu 1% em dezembro e fechou o ano com 10%.

O aumento de participação do sistema em dezembro (1%) foi um pouco menor do que o registrado no mês anterior (1,1%), continuando uma tendência de crescimento desacelerado – em outubro, esse crescimento foi de 1,3%, também abaixo do 1,4% de setembro.

Vale lembrar que a Microsoft lançou o Windows 10 oficialmente em 29 de julho de 2015.

O Windows fechou dezembro respondendo por 10,9% de todos os aparelhos Windows, um número maior do que os dados crus de usuários porque o Windows está presente em 91,3%, e não 100%, dos sistemas medidos pela Net Applications.

A fatia de usuários da Net Applications representou quase 164 milhões de PCs com Windows 10 no mundo, partindo de um total de 1,5 bilhão de sistemas Windows em uso. A Microsoft citou frequentemente esse último número ao falar sobre oportunidades de rendimentos para desenvolvedores na plataforma Windows.

A empresa de Redmond não atualiza seu número oficial de aparelhos com Windows 10 desde o começo de outubro, quando um executivo revelou que 110 máquinas rodavam o sistema.

Cresceu?

Por outro lado, a empresa de dados StatCounter aponta que o Windows 10 viu seu crescimento subiu em dezembro, fazendo com que o sistema fechasse o ano com 11,8% de participação graças ao aumento de 1,7% no último mês da temporada.

É importante destacar que a Microsoft disse em julho que tem planos ambiciosos com o Windows 10 e espera que o sistema alcance o total de 1 bilhão de aparelhos até o meio de 2018.

Fonte: Microsoft fecha 2015 com Windows 10 em 164 milhões de PCs - IDG Now!

Governos estaduais aumentam burocracia para empresas em 2016

Pesquisa mostra que empresários estão presentes no ambiente virtual, mas fazem basicamente a divulgação do negócio

Em um momento em que cada vez mais os pequenos negócios precisam de incentivos para continuar a apresentar os resultados positivos de geração de emprego e renda observados nos últimos anos, medidas que vão entrar em vigor a partir de 1o de janeiro de 2016 aumentarão a já massacrante carga burocrática imposta às empresas brasileiras.

As novas exigências são do Convênio 93 do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), baseadas na emenda constitucional 87, que determina que empresas, ao fazerem compras e vendas de mercadorias para outros estados, passem a ser responsabilizadas pelo pagamento e controles fiscais da diferença das alíquotas estabelecidas por cada ente. Além disso, para negociar mercadorias, pode ser exigido da empresa que ela seja cadastrada no fisco do estado a que sua mercadoria se destina.

Outro ponto que deverá complicar a vida dos empresários é a necessidade de mudanças no layout das notas fiscais eletrônicas, com curto prazo de adaptação por parte das empresas: apenas dois meses.

Para o presidente do Sebrae Nacional, Guilherme Afif Domingos, as medidas vão na contramão de tudo que tem sido feito para reduzir a grande carga burocrática imposta aos empresários. “Mais uma vez, os fiscos estaduais delegam suas funções ao contribuinte. Temos feito um grande esforço para que as empresas se livrem da má burocracia, como essas, que acabam criando mais dificuldade para a vida dos empresários”.

Fonte: Governos estaduais aumentam burocracia para empresas em 2016 - Empreendedor

WhatsApp - ferramenta de comunicação entre empresas e clientes

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O anúncio do lançamento do WhatsApp na versão desktop movimentou a internet. O app agora pode ser acessado via Chrome pelos usuários de Android, Window Phone e Blackberry, quebrando a exclusividade dos dispositivos móveis.Entre as discussões, uma parece bem interessante para as empresas: como utilizar o aplicativo de mensagens instantâneas que já abarca mais de 600 milhões de usuários no mundo para facilitar a comunicação com os públicos de interesse? A versão desktop poderia aproximar ainda mais uma marca do seu público-alvo? Uma notificação instantânea na tela do seu aparelho pessoal parece uma grande oportunidade…O que já tem sido feitoCresce o número de empresas que já viram no WhatsApp uma excelente ferramenta para estreitar a comunicação com seus clientes. É o caso da Mitsubishi Motors, que lançou em São Paulo e no Rio um grupo no aplicativo para falar especialmente sobre o sedan Lancer. Em entrevista à INFO Exame, o diretor de Marketing da montadora, Fernando Julianell conta que com apenas três pessoas para o atendimento, já conseguiram “mensurar diversas interações, que viraram test-drive e, consequentemente, vendas”.A Liquigás apostou no marketing de conteúdo, criando um grupo no qual presenteia o público com ‘receitas da sorte’, uma ação que faz parte da promoção ‘Meu Botijão da Sorte’ e distribui prêmios aos participantes. A empresa foi além e contratou também uma ferramenta que, integrada ao Whats, permite o envio automático dos conteúdos aos usuários que entram no grupo – sem necessidade de um atendente.Em setembro de 2014 a Whirlpool, multinacional brasileira detentora das das marcas Brastemp, Consul e KitchenAid, anunciou estar testando o WhatsApp como meio de comunicação para agendamento de visitas técnicas. De acordo com o portal Baguete, a empresa dará esta opção de atendimento a cerca de 60 mil clientes.Com um bom planejamento, também pequenos negócios podem utilizar o WhatsApp para atender clientes. É o caso dos serviços delivery. Imagine uma pizzaria que disponibilize um atendente para operar o aplicativo e divulgue entre seus clientes. Além de oferecer rapidez no atendimento, também oferece aos clientes a opção de não gastar com ligações telefônicas.SAC 3.0A utilização de redes sociais, SMS e aplicativos de mensagens instantâneas, como o WhatsApp, aliando a gestão do posicionamento da marca com o atendimento ao cliente, é conhecida como SAC 3.0.No caso do WhatsApp, apesar de já haver alguns cases, ainda é um mundo novo a se experimentar.Fonte: WhatsApp como ferramenta de comunicação entre empresas e clientes - Blog Televendas & Cobrança

MEI vira porta de entrada para quem começa a empreender

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A adesão ao sistema do Microempreendedor Individual (MEI) está se revelando o novo caminho do mercado de trabalho e do empreendedorismo. A pesquisa “Perfil do MEI”, elaborada pelo Sebrae Nacional, mostra que, atualmente, 45% dos microempreendedores individuais são ex-empregados de carteira assinada. Em contrapartida, apenas 22% dos entrevistados eram empreendedores informais na última ocupação antes de se tornarem MEI – contra 31% em 2013, data do último estudo sobre o tema.Ao todo, o Brasil já tem 5,6 milhões de MEI. A maioria (77%) vive exclusivamente da renda como empreendedor, mesmo percentual daqueles que responderam ter a intenção de que seu negócio prospere, tornando-se uma microempresa. Por sinal, o foco no negócio foi a maior motivação para se formalizarem: 63% citam benefícios como a própria formalização e as possibilidades de emitir nota fiscal e de crescer como empresa como seus principais estímulos.Com escolaridade acima da média da população em geral – 62% têm ao menos o ensino médio ou técnico completo, contra 43% dos brasileiros em idade ativa –, 60% dos microempreendedores individuais podem ser considerados membros da classe média (renda per capita familiar) entre R$ 358 e R$ 1.252.“O perfil do MEI é bastante heterogêneo, mas tem se tornado mais qualificado. E é interessante notar como a maior parte deles tem uma visão empresarial e deseja crescer”, observa Dênis Pedro Nunes, um dos coordenadores da pesquisa.O MEI é um programa de formalização e inclusão econômica e social estabelecido pela Lei nº 128/2008. Atende a empreendedores que faturam até R$ 60 mil por ano de forma simplificada, descomplicada e com redução de carga tributária. Ao se formalizar, o Microempreendedor Individual passa a emitir nota fiscal, torna-se um segurado da Previdência Social e pode participar de licitações públicas.
Fonte: MEI vira porta de entrada para quem começa a empreender - Empreendedor

Empreendedor cresce com serviço de tradução de textos

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A vontade de oferecer um serviço diferenciado na área de tradução e interpretação fez Bruno Nogueira, com 12 anos de experiência nas áreas comercial e administrativa, fundar a Prowords. A empresa começou a funcionar em maio de 2011 com o propósito de atender, de uma forma personalizada, às necessidades e perspectivas dos clientes. E essa nova visão empresarial veio com o aprendizado que o empreendedor teve quando foi sócio de outra empresa na área de tradução. A Prowords, então, começou com 35 colaboradores. Atualmente este número triplicou e agora a empresa ocupa um novo endereço no Rio de Janeiro, além de ter uma filial em São Paulo.O diferencial da Prowords, conforme explica Nogueira, são os núcleos especializados de tradução, separados em três diferentes segmentos: traduções técnicas (manuais de petróleo e gás, medicina e informática), traduções jurídicas (contratos, certidões e estatutos) e traduções orais (congressos, seminários e conferências).Essa sistemática de trabalho permite selecionar os tradutores e intérpretes mais capacitados a cada demanda, isso porque cada área específica tem suas terminologias e jargões próprios. Nogueira acrescenta ainda que a empresa se empenha em assegurar a qualidade e a utilização precisa dos termos técnicos na tradução final, seja o documento um manual, normas, procedimentos médicos, laudo, contratos, entre outros. “Reproduzimos um material com total equivalência ao texto original”, afirma.A expansão da Prowords também foi favorecida nos últimos anos, devido ao fato do Brasil estar presente na rota dos negócios internacionais, atraindo investidores ao País. A área de interpretação, por exemplo, foi impulsionada com a Copa do Mundo e seguirá assim por conta das Olimpíadas em 2016. O que resultou em números positivos para o negócio, pois Nogueira  comenta que para começar a empresa investiu R$ 150 mil e já faturou R$ 960 mil só no primeiro ano.Hoje, a empresa espera faturar R$ 2,4 milhões neste ano e R$ 3,6 milhões em 2016. Para alcançar esses resultados, Nogueira conta que trabalha para ser uma referência de empresa provedora dos serviços de tradução e interpretação multilíngue. E para isso, coloca o foco no desenvolvimento e manutenção das relações com os clientes, buscando sempre exceder as expectativas deles, e obter sua fidelidade.Internamente, o empresário destaca que repassa aos colaboradores os valores de lealdade, respeito e parceria em equipe. No portfólio de clientes da Prowords estão empresas como: Queiroz Galvão, Petrobras, Chevron, Odebrecht, Dolphin, Ernst & Young, Arcellor Mital e ENSCO. www.prowords.com.br
Fonte: Empreendedor cresce com serviço de tradução de textos - Empreendedor

Conselhos para empreendedoras que atuam em mercados masculinos

Não mude para agradar os outros é uma das dicas
smartphone; tecnologia; internet (Foto: ThinkStock)
Ao longo do ano, discussões sobre igualdade de gênero invadiram as redes sociais, as ruas do país e até a cerimônia de premiação do Oscar. A reinvidicação - de homens e mulheres - por direitos iguais, não é à toa. Segundo a Organização Internacional do Trabalho, apenas 5% de cargos de chefia e CEO de empresas ao redor do mundo são ocupados por mulheres.Além disso, os salários delas são menores. Outra pesquisa, esta da Organização para Cooperação do Desenvolvimento Econômico (OCDE), diz que o salário médio de uma brasileira com educação superior representa 62% dos ganhos de um homem com a mesma escolaridade.No empreendedorismo, o número de mulheres donas de negócios cresce a cada ano. Mesmo assim, alguns mercados ainda são predominantemente masculinos. A tecnologia é um deles. A empreendedora Lisa Harun fala sobre o assunto em sua última coluna no site da revista americana Entrepreneur. Fundadora da startup Vapium.com, ela diz que muitas vezes ao longo de sua carreira foi discriminada por seu gênero.Ela enumerou seis lições que aprendeu ao longo da vida para ajudar e inspirar outras mulheres a não terem medo de entrar em setores que, à primeira vista, parecem ser dominados por homens. Veja a seguir:1. Pare de pedir desculpas Muitas mulheres não conseguem dar uma opinião sobre um assunto sem dizer "me desculpe" ou "com licença". Lisa questiona esse comportamento. "Você não precisa pedir desculpas por ser apaixonada pelo que faz, por fazer perguntas, por ter filhos e até dizer por dizer 'não'", afirma. Ela explica que, nos negócios, o grande objetivo do empreendedor não pode ser ser uma pessoa adorada por todos. "Não diminua o seu poder." O mesmo pensamento foi usado em uma campanha feita pela fabricante de cosméticos Pantene.2. Seja ambiciosa Lisa recomenda que empreendedoras sempre procurem novas experiências e aventuras. A intuição feminina, diz ela, existe de verdade. “Eu segui minha intuição e isso me levou para a Europa, Oriente Médio e África. Eu voltei me sentindo muito mais completa pelas experiências que tive.”3. Acredite em você mesma O empreendedor precisa confiar em si mesmo e não deixar que nada fique na frente da realização de seus sonhos. “Nos dias difíceis, olhe para seu reflexo no espelho e diga a si mesma as melhores frases motivacionais que conseguir pensar”, diz a empreendedora. “Não há nada que uma mulher determinada não consiga fazer.”
4. Abrace o feminismo Lisa questiona: quando a palavra “feminista” adquiriu um significado ruim? “Se você luta por direitos iguais entre homens e mulheres, você é uma feminista.” Defenda aquilo que você acredita, não só por você, mas por suas irmãs e filhas.
5. Não mude para agradar os outros A empreendedora conta que, quando se mudou para o Oriente Médio para trabalhar para uma consultoria de TI, os empregadores pediram a ela vestir o hijab – as vestimentas para  mulheres segundo a doutrina islâmica.  “Educadamente, eu recusei o pedido; não era uma roupa que usava normalmente”, diz Lisa. “Eles aceitaram e isso, no final das contas, fez com que eles me respeitassem mais. Eu havia defendido os meus valores.” Ao longo da vida empreendedora, muitas pessoas vão pedir coisas diferentes a você. Por isso, é importante saber exatamente quem você é e viver de acordo com suas próprias convicções.6. Ajude outras mulheres Madeleine Albright, ex-secretária de estado dos Estados Unidos, uma vez disse: “existe um lugar reservado no inferno para mulheres que não ajudam outras mulheres.” A empreendedora usa essa frase para explicar uma experiência que teve em um antigo emprego. Ela havia sido contratada junto com um homem para a mesma função. Mesmo assim, estava recebendo menos do que seu colega. “Quando minha chefe descobriu isso, ela questionou seus superiores por mim. No final, conseguimos que os salários fossem iguais.” Para Lisa, atos assim podem parecer pequenos, mas representam muito na luta por direitos iguais para mulheres. “Estenda sua mão para ajudar outras como você.”
Fonte: 6 conselhos para empreendedoras que atuam em mercados tipicamente masculinos - PEGN

Pequenos e médios empresários estão mais conscientes em relação a riscos

Pesquisa mostra que metade do número de gestores considera suas empresas imunes a riscos
O Brasil está no caminho certo na cultura de gerenciamento de riscos. É o queaponta a Pesquisa Global da Zurich, feita com 200 executivos de PMEs instaladasno país. Em relação ao ano anterior, reduziu-se pela metade o número degestores que não acreditam que sua empresa corra algum risco – 11% contra 22%em 2014.“O empresariado está se tornando mais consciente de que danos involuntários podemacontecer a qualquer momento, e a tendência é que se tornem mais precavidos”,analisa Paulo Alves, Diretor de Linhas Comerciais da Zurich Brasil. “A PesquisaGlobal Zurich 2015 identifica ainda outra boa notícia: estamos em linha com amédia global, que registra 10,4% de consciência neste sentido”, complementaPaulo Alves. A pesquisa foi realizada com três mil PMEs, 200 de cada um dos 15países participantes, dentre eles o Brasil.Tendocomo missão ajudar o cliente a compreender e se precaver de riscos, a Zurich setorna reconhecida também pela transmissão de informações ao mercado. Acompanhia entende que o compartilhamento de informações resulta no melhorentendimento sobre os serviços que o mercado segurador disponibiliza. “Informaçõesconstroem a cultura, e a cultura do seguro tem ainda área para crescer”,destaca Emanuel Baltis, CEO de Global Corporate para o Brasil.“As 11% de PMEs nacionais que não aceitam a ideia de que são suscetíveis a risco,snão enxergam as consequências de um dano, a exemplo da perda de clientes oupagamento de multas por descumprimento de contrato (falha na entrega). Caso nãohaja um estudo de viabilidade, os riscos diretos podem afetar a reputação damarca, devido à responsabilidade quando ocorre a troca de um fornecedor econsequentemente uma possível perda da qualidade do produto”, diz o Diretor.Países com índice de consciência menor que a do BrasilO Brasil tem mais consciência perante riscos que outros seis países pesquisados,entre eles os Estados Unidos, onde 15% das PMEs acreditam estar imunes. NaItália e na Turquia são 12% e em Portugal, 13%. Na Irlanda o índice chega a15,5% e na Malásia atinge 19%.
Fonte: Pequenos e médios empresários estão mais conscientes em relação a riscos - Empreendedor

Opinião: Perspectivas para o comércio eletrônico em 2016

Um tema de permanente atenção, que ganhará ainda maior importância em 2016 é a gestão da conversão da loja online
O comércio eletrônico brasileiro não passará incólume ao cenário agravado da crise econômica no país em 2016. Ainda assim, as perspectivas para o próximo ano não são tão desanimadoras. Ao contrário: o segmento deve observar crescimento em vendas de dois dígitos, comparado a 2015, sendo um dos poucos negócios com esta projeção, bastante positiva. Na verdade, este crescimento poderia ser muito maior, caso as condições econômicas fossem favoráveis.Partindo desta ótica, o mercado de e-commerce se fortalece cada vez mais como um setor fundamental para a economia do País, abrindo portas para novos empreendedores e grande diversidade de negócios, considerando a imensa cadeia de valor deste negócio  que vai desde as próprias lojas, meios de pagamento, adquirentes, plataformas, hostings, soluções de segurança, Analytics, marketing, entre muitas outras.Frente a isso, é possível afirmar que o comércio eletrônico será cada vez mais relevante para o varejo, de forma que os lojistas que atuam nos meios físico e virtual deverão investir mais no meio online, para garantir o sucesso dos negócios e se manterem competitivos. Neste sentido, a convergência entre canais de compra (e-commerce, m-commerce, loja física, TV interativa e etc) deve crescer e se tornar o grande diferencial para atrair os consumidores devido às facilidades que modelo oferece. Um estudo da Varese Retail aponta que 51% dos brasileiros pretendem comprar em lojas físicas e também na internet. O mobile commerce também merece atenção especial em função do aumento do uso de smartphones.Um tema de permanente atenção, que ganhará ainda maior importância em 2016 é a gestão da conversão da loja online. Um estudo da Braspag/IBOPE e-Commerce de 2014, apontou que a conversão média do comércio eletrônico brasileiro é inferior a 2%, ou seja, de cada 100 visitantes, em média, apenas 2 (ou menos) concluem a compra. Sendo assim, qualquer melhoria de performance na conversão bastante é impactante, pois equivale a vender mais com o mesmo custo fixo da operação. Em ano de retração econômica e dificuldades gerais no orçamento, a melhoria de eficiência é fundamental. E neste aspecto, nada mais estratégico para uma loja online que focar no aumento de sua conversão. Um ponto de especial atenção para lojistas de todos os tipos e portes é a dificuldade de crédito do consumidor. A proporção de transações negadas em cartões por falta de crédito deve aumentar, piorando a conversão da loja.O mercado oferece duas funcionalidades interessantes para ajudar no tratamento das transações negadas: a compra com múltiplos meios de pagamento, onde o consumidor pode "dividir" o valor a ser pago por uma única compra, em mais de um cartão de crédito, e a Retentativa, na qual pedidos negados podem ser parametrizados para uma nova tentativa, desde que haja probabilidade de sucesso.Essas e outras soluções tecnológicas nos dão a certeza de que, mesmo com a necessária cautela, o e-commerce brasileiro vai continuar crescendo, mantendo-se como um dos setores mais atrativos para novos empreendedores. O uso expansivo de novas tecnologias e funcionalidades é recorrente neste mercado, o que explica a sua performance virtuosa de crescimento e a superação de cenários negativos, o que é esperado também para o próximo ano.(*) Gastão Mattos é CEO da Braspag, empresa do grupo CieloFonte: Opinião: Perspectivas para o comércio eletrônico em 2016 - IDG Now!

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