Como um negócio criado na faculdade alcança 50 milhões de pessoas

Um projeto de faculdade que se transformou em um negócio de tecnologia disruptiva: conheça a história da In Loco Media

Seis amigos estavam na batcaverna, localizada embaixo da escada do centro de informática da Universidade Federal de Pernambuco, discutindo um trabalho. André Ferraz estava sentado em cima da mesa assobiando quando, de repente, soltou uma ideia: e se a gente criasse uma plataforma ubíqua de informação?André falava em dar vida a um conceito muito estudado por seu pai: o da computação ubíqua, que acredita que a computação estará em todos os lugares ao nosso redor, sem que a gente nem se dê conta. O que hoje a energia elétrica é para nós, a computação seria para o futuro.A pessoa entra no banco e o aplicativo do internet banking abre automaticamente. Entra no shopping e já recebe o mapa das lojas. Ou entra no restaurante e o cardápio abre automaticamente.Assim, nessa plataforma, seria possível capturar a geolocalização das pessoas e, a partir dela, servir por meio do celular o melhor conteúdo ou serviço para aquele local onde ela está.Os cinco amigos olharam para ele embasbacados. Mas decidiram apostar na ideia.Aquela ideia evoluiu e deu origem à In Loco Media, empresa de Recife que desenvolveu uma tecnologia inédita no mundo para localização em ambientes fechados — onde passamos 80% do nosso tempo.A partir dessa tecnologia, é possível determinar a intenção do consumidor, os locais que ele visitou e as marcas com quem se relacionou para, então, oferecer a publicidade mais assertiva para o seu momento de compra — e identificar se ele chegou a entrar na loja anunciada, por exemplo.Hoje, sete anos depois daquela conversa na batcaverna, a In Loco já impacta mais de 50 milhões de usuários com publicidade mobile.Como essa história se desenrolou de um trabalho teórico para um negócio de alto crescimento? Vamos do início!

As inspirações de André

André cresceu ouvindo seu pai falar de um futuro em que a tecnologia é tão avançada que chega a ser proativa, enquanto via, na história de sua mãe, a referência de trabalho e dedicação, de uma mulher que já enfrentou uma situação de pobreza, trabalhou como feirante e que hoje é gerente de uma empresa de tecnologia.Viver uma infância com a presença de duas figuras tão fortes e inspiradoras é um bom jeito de começar sonhando grande desde pequeno. Principalmente quando você passa os dias assistindo ao “Laboratório de Dexter”, em que um pequeno cientista criava invenções malucas dentro do quarto.A soma dessas inspirações fez de André uma criança muito agitada e inquieta, que já sabia desde pequena que não conseguiria viver dentro das regras e dos padrões que existem por aí. Mas, como ainda não tinha uma visão clara do que faria, do que seria o seu rompimento e a sua grande contribuição para o mundo, decidiu seguir o caminho esperado e fazer faculdade.Lá, conheceu cinco dos seus futuros sócios.

Os oito cientistas

Airton Sampaio e Gabriel Falcone sempre foram do tipo que não para nunca, escrevendo quilômetros de linhas de código em um único dia. No caso de Airton, vale até usar o mouse com o pé para ganhar tempo na digitação.Alan Gomes é o engenheiro que carrega a combinação única entre o pragmatismo e o bom relacionamento com as pessoas, responsável pela área de tecnologia da In Loco e pelas disrupções que estão por vir. Já Lucas Queiroz é o Megamente do time, tão versátil que já fez parte dos times de tecnologia, administrativo e financeiro — como CFO da empresa — para agora partir para um novo desafio: cuidar da segurança dos dados dos usuários.Denyson Messias tem a visão de negócio, o único do grupo com experiência profissional — 4 meses de estágio na Motorola. Hoje, é o COO da In Loco.Em 2012, dois novos cofundadores entraram para a sociedade: Júlio Rangel e Eduardo Martins, que tinham acabado de concluir uma pós-graduação em design. Os dois toparam largar seus empregos para apostar no sonho dos seis universitários e foram os responsáveis pela criação de toda a interface do aplicativo.
Sócios da In Loco Media

Sócios da In Loco Media (Endeavor/Reprodução)

Da computação ubíqua ao aplicativo para shoppings

Quando os empreendedores chegaram ao quinto semestre da faculdade, aquele trabalho apenas teórico — o conceito de computação ubíqua de que falavam na batcaverna — teria que descer das nuvens para o chão e se transformar em um negócio viável no Projetão, a cadeira de empreendedorismo da UFPE.Decidiram, então, focar nos shoppings. De um lado, ofereciam um aplicativo com mapa e promoções das lojas e, do outro, monetizavam o negócio com a venda de relatórios com dados de uso para a administração do shopping. Eles também ofereciam espaços publicitários para os lojistas no aplicativo.A grande sacada surgiu quando eles foram atrás de uma tecnologia capaz de capturar com precisão a localização de uma pessoa em ambientes fechados. Mas, adivinha? Não encontraram nada parecido com isso no mercado. Foi aí que os seis descobriram uma oportunidade.

O quarto de Dexter e os oito CPFs

Se na história do Laboratório de Dexter as maiores invenções aconteciam dentro do quarto dele, com a In Loco não foi diferente. Mas a história é menos romântica do que parece. No quarto de Alan, em um espaço de 25 metros quadrados, os seis passaram dias e noites trabalhando, de segunda a segunda, para desenvolver a tecnologia que tanto sonhavam. Na época, não tinham nem CNPJ: eram apenas seis CPFs.“A vantagem de ter seis sócios em uma startup é que você tem seis pessoas trabalhando continuamente com muita garra e determinação sem receber nada por meses.”Mesmo sem ter o produto validado, nem receita ou cliente pago, mas com uma ideia muito ambiciosa e uma tecnologia disruptiva nas mãos, era hora da In Loco buscar investimento.Nesse período, entre 2011 e 2012, os meninos empreendedores já participavam de uma série de competições de startups. Essas aparições abriram para André uma porta na Universidade Stanford, para realizar um bootcamp em 2012. Foi ele mesmo quem escreveu o release para os jornalistas contando a história, até que a notícia saiu no site Startupi.Quem viu a matéria foi um investidor conhecido que chamou os seis para conversar e propor uma parceria com o fundo de investimentos que ele administrava.No papo, veio a pergunta sobre o valor da startup. André não fazia a menor ideia. Mandou uma proposta. O pessoal do fundo tinha imaginado dez vezes menos o valor que André pediu. Mas é como dizem: mire na Lua porque, se você errar, ainda assim acertará as estrelas.O investidor que entrou em contato com eles sabia do potencial da tecnologia de geolocalização e viu a oportunidade de criar algo muito grande e estratégico para o fundo.Negociações feitas. Os empreendedores acabaram saindo de lá com uma proposta de investimento fechada, e a startup valendo um pouco menos do que André propôs, mas ainda sim sete vezes mais do que a proposta inicial do fundo.Inacreditável, não é? O pessoal da Junta Comercial de Recife também achou. Tanto que questionaram o valor do investimento várias vezes, sem aceitar que um grupo de oito universitários tivesse uma empresa nesse valor. O impasse foi tanto que o investimento só caiu na conta em fevereiro de 2013.

Os horizontes se ampliaram

Com o primeiro investimento, começava uma nova fase da In Loco. Conversando com várias startups, eles perceberam que se conseguissem inserir a tecnologia da In Loco dentro de aplicativos, em vez de ter um próprio, seria possível coletar um volume maior de dados e vender esses relatórios para os shoppings.Eles já tinham tudo nas mãos: um fundo que apoiava e cuidava da retaguarda, aplicativos com potencial de parceria e a tecnologia cada vez mais precisa.Mas, mais uma vez, assim que o produto foi lançado, nada aconteceu. Não conseguiram vender para ninguém. Aliás, para não dizer que não conseguiram nem um real, tinham sim um cliente. Um shopping que pagava R$ 150 por mês para obter os relatórios.

Mudando a perspectiva e o modelo de negócio

Nesse momento, o fundo ajudou mais uma vez. O relacionamento com os outros empreendedores investidos fez os sócios conhecerem mais o mercado de e-commerce.O que eles perceberam é que a maior vantagem do comércio eletrônico em relação ao varejo físico é a capacidade de analisar o usuário. Que sites ele visitou, quanto tempo passou visitando, em que itens clicou, etc. É isso que faz com que as lojas online sejam mais assertivas em seus anúncios, com itens relacionados ao que o usuário já buscou.Essa possibilidade de rastreio não existe no ambiente físico. Mesmo que o varejo offline seja dez vezes maior que o online, não existia até então um jeito de saber se a publicidade levava, de fato, a pessoa para a loja.Foi aí que eles tiveram a grande sacada: criar uma inteligência em cima da geolocalização de ambientes fechados. Eles podem gerar anúncios em aplicativos mobile e rastrear se a pessoa que viu o anúncio no celular, foi visitar a loja.Agora sim parecia certo: esse era o caminho para a In Loco virar um negócio rentável. Mas, para isso, primeiro eles teriam que jogar tudo o que já tinha sido criado fora e começar do zero.

Prova de fogo: o time sob pressão e o CEO na fogueira

Lá se foram outros meses de trabalho durante o ano de 2014, escrevendo o código de uma tecnologia completamente nova, que ainda não existia em nenhum lugar do mundo, e que seria lançada em setembro do mesmo ano. Se o desafio do time parecia grande, a batalha que André enfrentava era ainda maior.Nesse período, aumentou a pressão do fundo por geração de receita e lucro. Muitas startups foram fechadas, e André acompanhou de perto esse processo com os outros empreendedores, sabendo que — mais cedo ou mais tarde — isso também atingiria a In Loco.Os investidores acabaram exigindo que o salário de todos os fundadores fosse cortado, o time envolvido no projeto, demitido, e o escritório da empresa, devolvido.Mas André não aceitou e negociou até o fim com os investidores. Ele sabia que os resultados viriam assim que o novo produto fosse lançado em setembro, mas até lá, não mexeria em nada que pudesse afetar o trabalho do time. Para o empreendedor, esse foi um dos momentos mais difíceis na história da empresa, mas que, com certeza, definiu os pilares da cultura de apoio e colaboração entre os sócios e todo time.

O ovo ou a galinha

Além de lidar com essa crise, André tinha mais uma preocupação: o famoso dilema do ovo ou da galinha. Ele sabia que só conseguiria vender publicidade se tivesse um aplicativo parceiro com espaços para anúncios. Ao mesmo tempo, um aplicativo só seria seu parceiro se ele já tivesse anunciantes disponíveis.Para resolver esse impasse, foi procurar ajuda. Começou a copiar e colar a mesma mensagem em grupos de desenvolvimento mobile no LinkedIn, Facebook e diversos fóruns, até que um conhecido indicou o dono de um aplicativo com dois milhões de usuários. André conversou com ele, mas o empreendedor parecia desconfiado. Ele decidiu ir até lá. Pegou um voo para Brasília e levou o empreendedor para almoçar.No papo, o empreendedor vendeu a empresa como se estivesse falando com um investidor. Prometeu crescimento e retorno, principalmente por ele ter um aplicativo tão grande e formas restritas de monetizá-lo. Negócio fechado.Com o aplicativo parceiro e o primeiro cliente conquistado — uma escola de inglês — os resultados foram imediatos: os anúncios com geolocalização tinham dez vezes mais taxa de abertura do que os anúncios de Google e Facebook. No segundo mês, a empresa que dava prejuízos começou a lucrar — pela primeira vez.

Um prêmio em Cannes e a certeza de que a tecnologia tem futuro

Apesar do pouco tempo de operação, a empresa já começa a colecionar boas histórias. Em um trabalho para a Mondelez, dona das marcas Oreo, Trident e Lacta, a conversão na gôndola dos supermercados aumentou 30% entre os consumidores impactados pelos anúncios da In Loco.Já para a Hyundai, a tecnologia da In Loco mapeou as pessoas que entravam nas concessionárias de concorrentes e oferecia a elas um test drive gratuito na concessionária da Hyundai.

Sonho grande, visão de futuro e planos para o novo laboratório

Hoje, sete anos depois do projeto de faculdade, eles têm acesso a uma base com mais de 50 milhões de usuários e geram um volume de dados valiosíssimos sobre onde essas pessoas estão, que locais frequentam e que caminhos fazem.As oportunidades que se abrem são tão infinitas que os empreendedores decidiram criar uma plataforma colaborativa em que outras empresas podem usar esses dados para criar novos negócios. Está aí o efeito multiplicador.Por trás desse sonho, existe uma vontade bem forte compartilhada pelos oito de criar a maior empresa de tecnologia do Recife, do Brasil e — por que não? — do mundo.

Ou a gente cria um negócio grande, de impacto, ou a gente morre tentando

A história de desenvolvimento da tecnologia se confunde com a da própria empresa. Começou com a vontade de criar algo que não existia, sem nem mesmo saber como. Agora, o objetivo é construir uma empresa global.Por serem detentores de uma tecnologia tão disruptiva e única no mundo, além de serem um exemplo tão forte para a próxima geração de empreendedores; André, Alan, Denyson e Lucas acabaram de se tornar os mais novos Empreendedores Endeavor!Eles passaram por um rigoroso processo seletivo e foram avaliados pelos maiores especialistas em negócios do mundo até serem aprovados no dia 24/02, no Painel Internacional de Seleção (ISP) da Endeavor em Kuala Lumpur, Malásia.Além de toda a rede de apoio de mentores e outros Empreendedores Endeavor, eles contam com uma equipe muito capacitada para ampliar o impacto do negócio e se tornar uma empresa global. Saiba mais: Como programas de incentivo podem engajar o time e otimizar custos? Patrocinado O cientista-chefe, primeiro funcionário da In Loco, por exemplo, era uma grande referência em Recife e tinha feito sua carreira no Google, trabalhando na Califórnia. Cansado dessa rotina, decidiu voltar para a cidade para escrever romances. Mas foi em um almoço com André que ele topou se juntar aos oito cientistas. Talvez porque quisesse mesmo saber o que é trabalhar dentro do Laboratório de Dexter.Texto publicado originalmente no site da Endeavor.Fonte: Exame 

Google Maps lembrará do estacionamento do carro por você

 

Google Maps no Android

O novo recurso permite que o usuário marque no aplicativo a localização exata onde deixou seu carro. Para fazer isso, será preciso apenas tocar na tela depois de estacionar, fixando um marcador no mapa. Agora será possível marcar local e acompanhar o tempo de estacionamento do veículo via Google Maps (Foto: divulgação/Google)Além de marcar o ponto exato onde ficou o carro, o novo recurso também pode ajudar o motorista em marcar o tempo de estacionamento, algo que pode ser bem útil em locais com parquímetro ou tempo limitado para deixar o veículo. Inclusive, ele pode dar notificações de quando o tempo permitido estiver acabando.O novo recurso do Maps não chega a ser algo assim tão inovador para quem é mais familiar com o Google Now, que já possuía serviços de inteligência para estacionamento, mas para a grande base de usuários do Google Maps, ela pode vir bem a calhar.Para quem já quiser sair usando este feature, o Google afirmou que ela estará disponível na próxima atualização do Google Maps. Para os usuários do app na iOS, ainda não há previsão de quando a novidade chegará.Esta não foi a única novidade anunciada pelo Google para o Maps. A empresa também incluirá no aplicativo a possibilidade de compartilhamento de locais em tempo real.Fonte: Ubergizmo
 

Google Maps permitirá compartilhar localização em tempo real

A função poderá ser útil, por exemplo, para um usuário que quiser permitir que outros sigam o trajeto usado por ele até o destino comum

Redação Central – Os usuários do Google Maps poderão compartilhar suas localizações em tempo real com qualquer pessoa que estiver acessando o serviço por dispositivos Android, em iPhones ou na web.A novidade estará disponível no aplicativo nos próximos dias, informou o Google em seu blog oficial. Para compartilhar a informação, o usuário terá que abrir o menu do Google Maps, dar um ligeiro toque no ponto azul que mostra sua localização e depois clicar na opção para compartilhar o dado com as demais pessoas.A localização também poderá ser enviada pelos aplicativos de mensagem instantânea com todos os contatos do Google. Para isso, o indivíduo só terá que compartilhar um link para a localização.“Quando você compartilhar sua localização, as pessoas para as quais você escolheu enviar essa informação o verão em seus mapas. Você verá um ícone sobre a bússola de seu próprio mapa para lembrar que você está compartilhando a localização”, explicou o Google.Além disso, também é possível mudar de opinião e esconder as informações de localização em qualquer momento.A nova funcionalidade é útil quando o usuário está a caminho de algum lugar, para quando sair de viagem, e quiser mostrar a hora aproximada de chegada para outras pessoas ou para que outros sigam o trajeto usado por ele até o destino comum.Apesar de o Google não ter informado quando o serviço estará disponível, a empresa disse que o lançamento será realizado em breve.Fonte: Exame

Sistema gratuito analisa resultado da concorrência para o varejo

Tecnologia da SumOne aponta os pontos fortes e fracos das lojas e compara os estabelecimentos concorrentes no raio de 14km

Imagine, então, uma ferramenta que apresente os pontos fracos e fortes de sua empresa e de seus concorrentes a partir de avaliações dos clientes? Essa é a proposta da ferramenta online e gratuita desenvolvida pela SumOne, primeira empresa brasileira a desenvolver uma plataforma de Local Store Marketing, ou Marketing de Resultado Local, e os aplicativos de marketing Bonuz e Companion.Quando o assunto é análise de mercado e concorrência, muitos donos de estabelecimentos ainda desconhecem informações básicas para gestão de negócios, como os seus principais concorrentes locais. “Entender o mercado é um fator muito importante para alavancar as vendas no setor. Como saber o que a sua loja precisa melhorar se você não sabe com quem você está disputando o cliente?”, comenta Carlos Eduardo Souza, especialista em administração e Diretor de Marketing da SumOne. Por isso, a empresa criou um sistema de análise de concorrência para todos os nichos do varejo físico brasileiro.A ferramenta gratuita lista os estabelecimentos concorrentes em um raio de 14km de distância e compara os resultados e avaliação dos outros negócios locais. “Outro ponto fundamental é a avaliação das lojas por parte dos clientes. O sistema identifica o nível de interação com o público e elenca as melhores estratégias para atrair mais pessoas para o estabelecimento”, explica Souza. Acesse a ferramenta em: https://goo.gl/H5RuFp.GeolocalizaçãoO varejo brasileiro teve o pior resultado de lojas fechadas desde 2005. O levantamento da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) informou que o setor perdeu 108,7 mil estabelecimentos com vínculo empregatício em todo o país. Segundo Lucas Prim, CEO da SumOne, é preciso focar ainda mais em ações geolocalizadas. “Mais de 70% do que se gasta com bens de consumo fica em um raio de até 14 km da casa do cliente. Como grande parte da renda é consumida na vizinhança, ações de marketing local são fundamentais para a retomada de crescimento no varejo”, completa.Fonte: Empreendedor

O que é a 4ª revolução industrial - e como os ROBÔS tomarão nossos empregos

 https://youtu.be/-CtPnQUYYyY 

SWATCH CRIARÁ SISTEMA OPERACIONAL PARA CONCORRER COM GOOGLE E APPLE

Alternativa a Android e iOS será usada em smartwatches e deve chegar ao mercado em 2018

Sistema operacional será desenvolvido sob a bandeira da Tissot, uma das marcas da Swatch (Foto: Divulgação)
Swatch Group disse que está desenvolvendo uma alternativa própria aos sistemas operacionais Android e iOS para smartwatches, em uma empreitada da maior fabricantes de relógios da Suíça para concorrer com as gigantes do Vale do Silício Google e Apple pelo controle dos pulsos dos consumidores.A Tissot, uma das 18 marcas que pertencem à Swatch, vai apresentar um modelo, próximo do fim de 2018, que já rodará o novo sistema, que também será capaz de conectar pequenos objetos e itens vestíveis, disse o diretor executivo da empresa, Nick Hayek, em um entrevista nesta quinta-feira.Ainda de acordo com o executivo, a nova tecnologia vai demandar menos energia da bateria e ainda seria capaz de proteger melhor os dados do usuário.A indústria de relógios suíços, com quatro séculos de idade, vem tentando se ajustar à nova concorrência desde que a Apple entrou em seu território com o Apple Watch em 2015.Hayek enfrenta o desafio de tentar deixar para trás a Google e a empresa fundada por Steve Jobs, que já conseguiram se esquivar de companhias que queriam rivalizar com seus sistemas operacionais em celulares e smartwatches.A estratégia de Hayek contrasta com a de Jean-Claude Biver, chefe da área de relógios da LVMH — dona de marcas como Bvlgari, Hublot e Zenith —, que, esta semana revelou uma versão atualizada do smartwatch da TAG Heuer desenvolvido em conjunto com Google e Intel.A abordagem da Swatch à concorrência dos smartwatches vai trabalhar melhor porque o grupo está tentando “pensar pequeno”, já que um dos maiores problemas dos dispositivos vestíveis é a curta duração de cada carga, explicou Hayek.— Há uma possibilidade para os (dispositivos) vestíveis se desenvolverem como um produto para os consumidores. Mas você precisa miniaturizá-lo e ter um sistema operacional independente — acrescentou o executivo.Mas Luca Solca, analista da Exane BNP Paribas que acompanha a indústria de luxo, diz não estar convencido:— Pessoas usam smartwatches esperando usar os mesmo aplicativos que têm em seus celulares. Um sistema operacional próprio derruba o objeto.Fonte: PEGN

O uso de inteligência artificial e bots no atendimento do e-commerce

A indústria por trás do uso da inteligência artificial

https://youtu.be/0VVyKHqR7O8 

“A INDÚSTRIA DE CARROS VAI SE TRANSFORMAR NUMA INDÚSTRIA DE SOFTWARE”

A frase é de Bill Ford, o homem forte da fabricante de carros americana. Uma das estrelas do SXSW, ele contou para empreendedores como será o futuro da indústria automobilística

Bill Ford: "Montadoras vão se transformar em empresas de software" (Foto: Reprodução)
A Ford, uma das empresas mais tradicionais do mundo, esteve presente hoje ao SXSW, evento de inovação e cultura que acontece nos EUA.Em sua apresentação, Bill Ford, 59 anos, presidente do conselho de administração e bisneto do criador da centenária fabricante de carros, contou ao público do evento o que a empresa aprendeu com as startups e como vê o futuro das montadoras de carros. E abriu o coração em relação ao momento das montadoras.“As montadoras precisam mudar e virar fábricas de software. Esse é nosso futuro”, disse Ford, em uma declaração que deve chocar seus colegas do segmento automobilístico. Segundo o empresário, o avanço da tecnologia mudou o jeito como as pessoas se locomovem hoje.Atualmente há diversos aplicativos que podem ser usados por quem quer chamar um carro para ir de um ponto a outro. Se quiser, o motorista também pode compartilhar o próprio carro - e ganhar um dinheiro com isso. Essas inovações, todas criadas por startups, mudaram a relação das pessoas com os automóveis. Para as novas gerações, ter um carro deixou de ser uma prioridade.Na visão de Ford, a indústria automobilística deve prestar atenção nas startups e nas empresas de tecnologia. “Elas são as nossas concorrentes agora. A velha indústria automobilística vai desaparecer”, disse.O empresário disse que está preparando a companhia para essa transição. Há menos de um ano, a Ford Motor Company anunciou planos para produzir em massa uma linha de veículos autônomos. “Se eu não fabricar carros desse tipo, as gigantes do setor de tecnologia vão sair na frente”, disse. A preocupação de Ford tem fundamento. A Apple e o Google já fizeram avanços nessa área e testam, nesse momento, avançados softwares dedicados ao setor.Legislação Os novos carros não vão apenas dispensar a figura do motorista, diz Ford. Mais do que isso, ganharão recursos capazes de salvar vidas. Para o público do SXSW, ele citou duas funcionalidades com potencial para prevenir acidentes: sistemas desenhados para conter motoristas bêbados e adolescentes que gostam de pisar fundo e fazer manobras arriscadas.Apesar das boas chances de diminuir o número de mortes no trânsito, os sistemas esbarram em leis que protegem as informações individuais. “Essas tecnologias vão causar revolta e resistência, pois compartilham dados sobre a maneira como motorista dirige. Precisamos ter discussões profundas sobre essas mudanças. É fundamental que a sociedade entre nessa conversa o mais rápido possível.”Diante dos empreendedores e donos de startups que participam do SXSW, Ford deixou clara a intenção de sua empresa em fugir dos modelos tradicionais de gestão e inovação. Ele sabe que, se insistir nos antigos formatos, será devorado pelo concorrente. E aqui, não se trata de uma montadora, e sim de uma pequena empresa que pode nascer em qualquer garagem por aí.Fonte: PEGN

App localiza smartphone roubado e ainda tira foto do ladrão

O usuário pode acionar características remotas por meio de um comando em SMS a partir do telefone de um amigo ou através do portal do Avast

Um dos maiores receios dos usuários é perder ou ter o smartphoneroubado.Além de não poder recuperar o bem, ele ainda pode ter suas informações pessoais acessadas por quem estiver de posse do aparelho.Para ajudar a evitar este drama, a Avast!, fornecedora de soluções representada no Brasil pela Stity Tecnologia, liberou o Avast Anti-Theft, para smartphones e tablets Android.Disponível nas versões gratuita e premium (paga), ele tem como principal função localizar e rastrear o aparelho via GPS e controlar remotamente o aparelho.O Anti-Theft é um aplicativo independente do Avast Mobile Security e Avast Antivírus e completamente invisível quando está sendo executado, o que impede que o ladrão tome conhecimento de sua utilização.Ele também permite tirar fotos remotamente e ouvir o áudio do ambiente onde o telefone está localizado.O app pode ser configurado para enviar uma notificação para outro dispositivo sobre uma modificação do cartão SIM.O usuário pode acionar características remotas por meio de um comando em SMS a partir do telefone de um amigo ou através do portal do Avast.A versão premium ($1,99 por mês ou $14,99 por ano) oferece outros recursos, como a Geoproteção, que executa ações específicas (por exemplo, bloqueio, sinal sonoro, enviar localização), determinação de perímetro para que o app possa ser acionado se o aparelho estiver de posse de outra pessoa caso o usuário tenha perdido ou sido furtado.Um verificador de senha é disponível para que aumente a segurança da aplicação e recupere remotamente os dados, tais como o registro das chamadas realizadas, mensagens SMS e outros dados pessoais do telefone antes de limpar a memória remotamente.O Avast Anti-Theft está disponível na Google Play.Fonte: Exame

Acelere sua empresa

Com diversos dispositivos disponíveis no mercado, é preciso fazer a escolha certa na hora de renovar a sua empresa e impulsionar o crescimento dos negócios

Windows 10 Pro: seguraça (Foto: Reprodução)
Uma pesquisa divulgada pela DesenvolveSP (Agência de Desenvolvimento Paulista) mostra que 80% dos empreendedores do estado planejam aumentar o investimento em inovação em 2017, enquanto somente 4% não planeja investir na área nos próximos três anos.O dado é sintomático e mostra que inovar deixou de ser uma opção e virou obrigatoriedade. Existe, no entanto, um impeditivo prático, já que a verba para Pesquisa e Desenvolvimento em uma pequena empresa é normalmente mais limitada que em uma grande corporação.Um dos caminhos mais eficientes para colocar a sua empresa no patamar de inovação, segurança e produtividade necessário para acelerar os negócios é renovar os computadores utilizados, trocando-os por máquinas de maior performance e que possuem recursos otimizados. Nesse contexto, os dispositivos com o sistema operacional Windows 10 Pro pré-instalado despontam como a opção mais moderna e adequada à atual realidade de empresas dos mais diversos portes e segmentos.O Windows 10 Pro já vem pré-instalado em uma ampla gama de dispositivos, que vai de desktops a notebooks dois-em-um. O sistema traz melhorias desenvolvidas para impulsionar a produtividade das empresas e otimizar o fluxo de trabalho de colaboradores por meio de diversos recursos que garantem uma interface mais ágil e pessoal, como é o caso da assistente Cortana, que pode auxiliar a organização de tarefas diárias, entre outras funções.Ao dar preferência a dispositivos com o sistema operacional Windows 10 Pro pré-instalado, o empresário evita os riscos da exposição a versões falsificadas do sistema que poderiam acarretar enormes prejuízos e impactos negativos na produtividade de seus negócios. Além disso, o Windows 10 Pro pré-instalado utiliza o recurso Bitlocker para criptografar e proteger os dados salvos no disco rígido dos dispositivos. Somada ao Firewall do sistema, a funcionalidade impede o vazamento de dados, bloqueia ataques de hackers e protege contra diferentes malwares. Outro diferencial importante é que as máquinas com Windows 10 Pro pré-instalado vem com o Windows Defender, antivírus gratuito que aumenta ainda mais os níveis de segurança do dispositivo.Em paralelo, o navegador Microsoft Edge conta com recursos próprios para evitar a conexão com sites maliciosos, utilizando os dados de computação em nuvem para ter maior precisão no bloqueio de endereços contaminados, que podem prejudicar, inclusive, o bom funcionamento do hardware do seu computador.Uma ferramenta extra que integra os dispositivos com Windows 10 Pro é o Office 365 para empresas, que permite que colaboradores possam acessar, editar e fazer anotações em documentos hospedados na nuvem. Para realizar o gerenciamento de contas, logins e senhas dos arquivos hospedados na nuvem, os líderes podem contar com a facilidade do sistema Azure AD, que gerencia dados de forma segura e acessível somente para os usuários previamente selecionados.Por tudo isso, os dispositivos de alta performance com Windows 10 Pro oferecem a melhor solução para acelerar os negócios e atingir resultados rápidos, com estrutura mais enxuta, de forma mais segura, para que cada colaborador trabalhe como e onde puder, agregando mais produtividade e qualidade de vida ao dia a dia profissional.Fonte: PEGN

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