Inovação no atendimento faz crescer 60% rede de artigos esportivos

torcidas
Diante do comportamento mais tímido do consumidor ocasionado pela crítica situação econômica no país, o mercado brasileiro que já é bem competitivo lutou entre seus semelhantes por visibilidade e preferência de clientes. Nessa competição, as empresas buscaram diferenciais no atendimento, priorizando questões importantes para o consumidor como: conveniência, flexibilidade e agilidade.
A Loja das Torcidas (rede de franquias especializada em artigos esportivos), em 2016, reestruturou seu plano estratégico e adotou algumas táticas simples, porém, assertivas. “O consumidor gosta de ser bem atendido, de ser lembrando. Em junho de 2016 adotamos o cartão de 20% para próxima compra. Isso fez com que o cliente retornasse à nossa loja. Adotamos o cadastro do cliente completo em nosso sistema, que, de 15% passou a ser 80%. Hoje o nosso consumidor quer variedade, por isso, trouxemos para a marca um mix de produtos e de modalidades esportivas. Entendemos esse é o ponto principal para ter sucesso, por isso procuramos entender as necessidades e gostos do nosso consumidor”, falou.A tecnologia se tornou aliada nessa busca pelo atendimento perfeito, ou mais próximo possível disso, já que o comportamento do consumidor tem sofrido grandes mudanças devido à inclusão digital, o uso massivo da internet e todas as ferramentas de interatividade que ela proporciona. Por esse motivo, a marca adotou medidas modernas e com impacto direto no consumidor. Redes sociais e marketing digital entraram na jogada. “E conseguimos nos aproximar dos nossos consumidores. O grande sucesso do ano foi o Palpite Campeão. Este é um aplicativo onde as pessoas se cadastraram e participaram palpitando sobre os jogos do Campeonato Brasileiro de 2016. A cada rodada o maior pontuador ganhou uma bola e no final do campeonato o maior pontuador ganhará uma TV 32 polegadas. E o maior pontuador do time campeão, no caso, o Palmeiras, também ganhará uma TV. O resultado foi muito bacana! Muita gente se interessou, principalmente após a segunda rodada, período em que começamos a divulgar os vencedores. Tivemos uma visibilidade da marca muito bacana”, disse o Mazzoni.De acordo com o diretor, mais novidades estão sendo lançadas neste universo virtual – mais especificamente, agora, em dezembro. “Lançamos o da APP da Loja das Torcidas. Por meio do aplicativo o consumidor pode encontrar as unidades, receber promoções, conhecer produtos e também participar da roleta da sorte (nova campanha de Natal da marca) em que ele ganhará o valor de desconto na compra atual do mesmo”, explicou.Condutas que garantiram bons resultados para Loja das Torcidas. “A somatória de tudo que realizamos fez com quem tivéssemos um bom 2016. Prevemos um crescimento acima de 60%”, explicou Junior, dizendo ainda que a implantação dessas práticas será repassada a todos os franqueados da rede. “São investimentos em produtos de giro, camisa oficial, com ganhos de produtividade, facilidade de uso, redução de desperdícios e retrabalhos que geram aumento de eficácia. Diante disso, insistiremos nessa tecla: excelência no atendimento aos clientes. E, para isso, pretendemos acompanhar sempre as novas tendências e tecnologias que atendam as solicitações deste público”, finalizou.Fonte: Empreendedor

De sacoleiro do Paraguai a dono de franquia de TI que fatura R$ 17 milhões

Conheça franquia milionária de ex-sacoleiro

O empresário Marcelo Salomão começou a vida empreendedora como sacoleiro, vendendo computadores e artigos eletrônicos que comprava no Paraguai; hoje é dono da rede Gigatron, que desenvolve softwares para o varejo e prestadores de serviços e emite certificados digitais, e faturou R$ 17 milhões no ano passado; clique nas imagens acima e veja maisImagem: Divulgação
Para complementar o salário de R$ 315 que ganhava como estagiário na área de processamento de dados em um banco, aos 15 anos, Marcelo Salomão, hoje com 38, começou a comprar produtos no Paraguai e a revender em Birigui (507 km a noroeste de São Paulo). Hoje fatura R$ 17 milhões com uma empresa de tecnologia."Eu juntei entre R$ 2.000 e R$ 3.000 e comecei a viajar a cada 15 dias para o Paraguai para comprar computadores e artigos eletrônicos que as pessoas encomendavam. Eu também trazia perfumes porque sabia que venderia."Aos 17, ainda atuando como sacoleiro, Salomão abandonou o estágio e abriu uma empresa de impressão digital, a Bicola, que ele mantém até hoje, em Birigui. Ela emprega três pessoas e no ano passado faturou R$ 700 mil. O lucro não foi revelado.

Juntou R$ 80 mil como sacoleiro

Aos 19 anos e com R$ 80 mil que conseguiu guardar como sacoleiro, Salomão criou a Gigatron, empresa da área de tecnologia da informação que desenvolve softwares para o varejo e prestadores de serviços, além de emitir certificados digitais, em Birigui.A empresa, que virou franquia em 2009, faturou R$ 17 milhões no ano passado e espera fechar 2016 com um faturamento na ordem de R$ 27 milhões. O lucro não foi revelado.Atualmente a rede tem uma unidade própria em Vitória (ES), 166 franquias em 23 Estados e três fora do país, na Argentina, Portugal e Reino Unido. "Começamos com sete unidades próprias, mas, com o tempo, todas foram virando franquia. Falta apenas a unidade de Vitória virar franquia."

Crise vem atraindo franqueados

Segundo Salomão, a crise está sendo positiva para o crescimento da Gigatron, diferentemente do que vem acontecendo com outras empresas. "Muitos executivos que tinham altos salários foram demitidos, resolveram empreender e nos procuraram porque a nossa rede exige baixo investimento para adquirir uma franquia."Ele estima que, das 82 unidades comercializadas este ano, metade foi para esses executivos. A rede oferece dois tipos de franquias, um que desenvolve softwares para o varejo e prestadores de serviços e outro que emite certificados digitais. Ambos são para atuação em home office.Veja abaixo (os dados foram fornecidos pela empresa).Desenvolvedora de software
  • Investimento inicial (taxa de franquia + custo de instalação + capital de giro): R$ 13,7 mil
  • Faturamento médio mensal: R$ 18 mil
  • Lucro médio mensal: R$ 5,4 mil (30% do valor do faturamento)
  • Prazo de retorno do investimento: 12 meses
Certificadora digital
  • Investimento inicial (taxa de franquia + custo de instalação + capital de giro): R$ 8.000
  • Faturamento médio mensal: R$ 15 mil
  • Lucro médio mensal: R$ 2.700 (18% do valor do faturamento)
  • Prazo de retorno do investimento: 12 meses

Empresário também atua como investidor-anjo

Ele afirma que, desde 2009, também vem investindo em start-ups (empresas iniciantes de tecnologia) e, atualmente, tem dinheiro aplicado em 14 empresas, todas na área de tecnologia. Por ano ele disse que aplica R$ 1 milhão em novos modelos de negócio.Para 2017, o empresário pretende diversificar os negócios. Ele investiu R$ 1,8 milhão em um espaço gastronômico que será inaugurado em Birigui. O empreendimento terá 1.600 metros quadrados e quatro start-ups vão oferecer massas, espetos, comida de boteco e açaí.

Companhias querem soluções para reduzir custos

Para Luis Stockler, consultor especializado em franquias da BaStockler, o mercado está favorável para quem atua na área de tecnologia da informação. "As empresas querem otimizar serviços para reduzir custos e implementar sistemas para gerenciar o negócio com mais eficiência. Por isso a área de TI está em alta."
Stockler afirma, no entanto, que o empreendedor que deseja entrar nessa área deve ter em mente que vai atuar ao lado de profissionais que desempenham um papel comercial muito forte e agressivo.
"Todos que trabalham na área estão buscando clientes e ele vai precisar se adaptar ao ritmo intenso de vendas para poder trazer bons resultados ao seu negócio."

Onde encontrar:

Gigatron: https://www.gigatron.com.br/

Site ajuda quem quer fazer 'bico' no fim do ano

As festas de fim de ano e as férias trazem oportunidades para quem busca renda extra. Um site especializado em unir quem procura algum serviço listou quais são as atividades mais procuradas.https://youtu.be/M-vEhAm9IYoFonte: MSN

CHINA FINANCIARÁ ÔNIBUS ELÉTRICOS NO BRASIL

Banco de Fomento do país asiático abrirá uma linha de crédito de R$ 1 bilhão para construir veículos e painéis solares

5 - Campinas (SP), quinta colocada com 6,83 (Foto: Reprodução/Mediacommons)
Banco de Fomento da China vai abrir em 2017 uma linha de crédito de R$ 1 bilhão para investimentos no Brasil na construção de ônibus elétricos e painéis solares. A linha será aberta para a BYD, chinesa líder do setor e que mantém uma fábrica de ônibus elétricos em Campinas, no interior de São Paulo.Em fevereiro, a companhia asiática vai abrir na região uma planta de painéis solares. Com essa linha, a BYD vai oferecer aos empresários de transporte público um contrato de leasing. Cada ônibus elétrico custa R$ 1 milhão, enquanto um modelo comum (movido a combustível) sai por R$ 400 mil. Segundo Adalberto Maluf, vice-presidente de vendas da BYD no Brasil, essa diferença será financiada no prazo de dez anos. As parcelas, segundo ele, serão pagas com o dinheiro que será economizado com combustível e manutenção.De acordo com técnicos da BYD, cada ônibus elétrico tem vida útil de pelo menos 20 anos. Dessa forma, segundo eles, seria possível até reduzir as tarifas depois de pago o empréstimo. O assunto foi tratado em uma reunião em Shenzhen, cidade onde está a sede da BYD, entre o presidente da empresa, Wang Chuan Fu, e o prefeito reeleito de Campinas, Jonas Donizete (PSB).Donizete disse no encontro que, diante da iniciativa dos chineses, vai incluir na licitação do transporte público de Campinas em 2017 a exigência da aquisição de uma cota mínima de ônibus elétricos para as companhias que forem operar na cidade.Atualmente, já circulam em Campinas 11 ônibus elétricos da BYD, que foram comprados pela Itajaí Transporte. Além disso, cinco táxis elétricos operam na cidade do interior paulista. O ônibus tem autonomia para rodar 300 km por dia usando uma bateria de ferro-lítio, enquanto os carros andam 400 km sem precisar reabastecer.A BYD também espera, com essa linha de crédito, entrar no mercado da capital paulista, onde há a perspectiva que se aprove, em 2018, um cota semelhante à de Campinas no momento da renovação dos contratos de transporte público. Além de Campinas, Curitiba e o Distrito Federal já operam com ônibus elétricos.Considerada o Vale do Silício da China, Shenzhen será em 2017 a primeira cidade do mundo a ter 100% da frota de ônibus e táxis movida a energia elétrica.Com 20 milhões de habitantes, Shenzhen espera também inaugurar em 2017 um trem monotrilho elétrico. Executivos da BYD disseram ao Estado esperar que o governo de Michel Temer retome o Programa de Incentivo à Indústria de Nanocondutores (Padis), que foi derrubado no governo da ex-presidente Dilma Rousseff. No dia 20, a BYD estará no 4.° leilão de energia solar.Fonte: Empreendedor

Uber começa a operar nas ruas de Joinville nesta sexta-feira 09/12

Serviço começa a funcionar na cidade a partir das 14 horas

Uber começa a operar nas ruas de Joinville nesta sexta-feira  Reprodução/App Uber
Aplicativo já anuncia chegada do Uber na cidadeFoto: Reprodução / App Uber
O serviço de transporte privado Uber começa a operar em Joinville a partir das 14 horas desta sexta-feira, dia 9 de dezembro. Os carros a serem utilizados são emplacados no ano de 2008 em diante, têm ar-condicionado e quatro portas. O modelo a ser adotado é o Uber X, de veículos populares.  A empresa não revela quantos profissionais começam a trabalhar na cidade.O preço cobrado ao cliente parte de chamado, que custa R$ 2,00. O quilômetro rodado vale R$ 1,10, e o minuto R$ 0,20. No caso do cliente cancelar o pedido em até cinco minutos, será cobrado R$ 6,00.A Uber diz que o tempo médio de espera por um carro é de cinco minutos. Mas, admite, que nas primeiras semanas o tempo pode ser maior porque a procura deverá ser grande.  O serviço chega a Joinville e deve enfrentar resistências de taxistas. A maior queixa dos taxistas é o fato dos motoristas do Uber não pagarem as mesmas taxas e tributos, exigidos deles pela Prefeitura.Na segunda-feira, dia 5, projeto de lei que impediria a vinda da Uber para Joinville não foi votado e retornou à apreciação da comissão de Finanças.A empresa reconhece que atua sem que haja a regulamentação da atividade em diversos municípios.— A Uber opera no Brasil amparado pela lei federal 12587/2012, referente à Política Nacional de Mobilidade Urbana. Em municípios onde o serviço foi proibido pela Câmara de Vereadores ou pelo Executivo (casos de Florianópolis e Rio de Janeiro), obteve sentenças liminares (provisórias) da Justiça.— Somos uma empresa de tecnologia. Os motoristas trabalham de acordo com sua vontade e necessidade. Muitos se utilizam do Uber para complementar a renda.  Eles não têm a obrigação de trabalhar jornada fixa por dia. Estamos dispostos a ajudar na construção de regulamentação com a prefeitura e com o Legislativo. O importante é dar o direito de escolha aos consumidores argumenta a empresa, via assessoria de imprensa.O cadastramento  de pessoas interessadas em trabalhar para o Uber em Joinville começou há mais de três meses. Houve reuniões realizadas na Sustentare Escola de Negócios, onde os interessados receberam informações sobre o funcionamento. O Uber tem 50 mil motoristas cadastrados em mais de 35 municípios no Brasil. No mundo está presente em mais de 500 cidades.Comparativo de preços
 Uber: 
na chamada: R$ 2,00 o quilômetro rodado: R$ 1,10 por minuto: R$ 0,20Exemplos: Origem: Centro Destino: Zoobotânico R$ 6,00Origem: Bom Retiro Destino: Visconde de Taunay R$ 11,00Origem: Glória Destino: Garten Shopping R$ 13,00Táxis* bandeirada: R$ 5,25 bandeira 1: quilômetro rodado: R$ 2,90 bandeira 2: quilômetro rodado: R$ 3,80 hora parada: 24,00*Os valores praticados pelos táxis estão em vigor desde abril de 2016, por decreto da Prefeitura de JoinvilleFonte: A Notícia

3 Passos Para Entrar no Mercado de Mapeamento Aéreo com Drones

U$5.6 bilhõesA empresa de pesquisa MarketsandMarkets estima que o Mercado global de drones irá avançar a uma taxa composta anual de crescimento (CAGR) de 32% entre 2015 e 2020, numa indústria de cerca de U$5,6 bilhões.A empresa estima que dentre as aplicações possíveis, a agricultura de precisão com drones será a área com maior demanda com uma CAGR de cerca de 42% durante o período. Outras aplicações incluem o uso pelos órgãos de segurança pública, produção de mídia, inspeção, serviços de mapeamento e ensino.https://youtu.be/XId-CU6yj0oFonte: DronEng

O crescente mercado dos drones - U$5.6 bilhões

U$5.6 bilhõesA empresa de pesquisa MarketsandMarkets estima que o Mercado global de drones irá avançar a uma taxa composta anual de crescimento (CAGR) de 32% entre 2015 e 2020, numa indústria de cerca de U$5,6 bilhões.A empresa estima que dentre as aplicações possíveis, a agricultura de precisão com drones será a área com maior demanda com uma CAGR de cerca de 42% durante o período. Outras aplicações incluem o uso pelos órgãos de segurança pública, produção de mídia, inspeção, serviços de mapeamento e ensino.https://youtu.be/0eoIEbhDqowFonte: Mundo SA

Empresas se reinventam para se manter no mercado

Há 70 anos no mercado, o portfólio da Bic empresa vai muito além da caneta e a ideia de inovação tem acompanhado as aventuras por novos produtos há 4 décadas. A centenária IBM há tempos tem feito do seu negócio um processo contínuo de reinvenção. E ainda: falar em cópia de documentos sempre foi falar de Xerox.https://youtu.be/rkT1sb3XbxkFonte: Mundo SA

‘VENDING MACHINES’: NEGÓCIOS MUITO ALÉM DO LANCHINHO

Máquinas já oferecem carregador de celular, brindes corporativos e até alimentos sem glúten e lactose

Maquininhas de produtos oferecem opções de diversos setores. (Foto: Pexels)
Pipoca, carregador de celular, brigadeiro de colher, flores e creme hidratante. Foi-se o tempo em que uma máquina de autoatendimento servia só para vender café, batatinha frita e refrigerante gelado. As vending machines estão se popularizando, de olho no consumidor que está com pressa ou em local não atendido por lojas físicas.O pagamento é feito em dinheiro ou cartão, o que ajudou no crescimento dessa indústria — já que todo mundo tem na memória a lembrança angustiante de ter cédulas ou moedas engolidas por alguma dessas máquinas, quando elas ainda eram uma novidade no país, na década de 1990.Já são mais de 80 mil máquinas, a maior parte concentrada na Região Sudeste. O crescimento segue acima de 10% ao ano. As vending machines de bebidas quentes (café, chá, cappuccino) concentram a maior fatia do mercado, com 70%, mas há sinais de diversificação.Um dos exemplos é a Mais Pipoca, que vende o produto feito no vapor (sem gordura) em shoppings, aeroportos e estações de metrô. Em São Paulo, essas máquinas são operadas pela empresa fundada pelo engenheiro Felipe Mohama em sociedade com um irmão. Numa escala no aeroporto de Florianópolis, ele viu a máquina e pensou que poderia ser o seu plano B — na época, estava saindo de uma grande construtora.— São 40 máquinas da Mais Pipoca e queremos chegar a cem até o início de 2017 — disse.Cada unidade é vendida a R$ 5, com exceção das localizadas em aeroportos e shoppings, que cobram aluguel mais elevado. Em geral, o preço varia de R$ 1.500 a R$ 3.000 mensais. O valor é definido com base no fluxo de consumidores, padrão do estabelecimento e tipo de produto.EXPOSIÇÃO DE MARCAS Os demais custos são funcionários para fazer a reposição, aquisição do produto e da máquina — que pode ser alugada ou comprada. As mais modernas superam os R$ 30 mil. O aluguel de um quiosque, por exemplo, fica na faixa dos R$ 15 mil.Mas, se a vending machine pode ser o principal canal de venda para uma empresa, em outras, a função é divulgar uma marca ou ter um canal alternativo e secundário de vendas.— Alugar um espaço, como quiosque ou loja, significaria investimento em funcionário, reforma e aluguel. Com a vending machine, o investimento de R$ 30 mil acaba sendo atraente para o pequeno empreendedor — afirmou Michela Cruz, uma das sócias da Cake in Glass, que oferece bolos em recipientes de vidro e brigadeiros de colher, vendidos para festas e empresas como brindes corporativos.A Natura fez um teste, por três meses, de deixar os produtos da linha Sou em vending machines em São Paulo. As consultoras continuam como o principal canal de vendas, mas as vending machines foram uma forma de colocar a marca em locais de alta circulação. Após uma fase piloto, o projeto deve ser retomado no ano que vem.A Máquina Saudável foi criada há três anos com a ideia de utilizar as máquinas para a venda de itens sem conservantes, glúten ou lactose. O negócio começou com oito máquinas alugadas, mas deu tão certo que hoje são 80 equipamentos próprios, além de máquinas para a venda de café.— Buscamos colocar as máquinas em lugares de grande circulação de pessoas e onde esse produto pode ter apelo — disse Roberto Callas, da Máquina Saudável, que tem vending machines instaladas em hospitais e empresas.A maior parte das 80 mil vending machines no Brasil está concentrada em locais de acesso restrito, como áreas internas de grandes empresas. Apenas 15% estão em shoppings, aeroportos e metrô. Na Europa, esse índice chega a 25%, segundo Carlos Militelli, da EPS Eventos, que organiza a feira do setor.Nem só de comida vivem as vending machines. Marcelo Castro e Daniel Doho, sócios da I2Go, decidiram distribuir produtos importados nas máquinas automáticas. A ideia era atender um cliente que estava sem tempo de ir a uma loja para comprar carregador de celular ou fone de ouvido e se tornar opção em locais como estações de metrô.Fonte: PEGN

Mercado de Academias

Concorrência acirrada e evolução do mercado de Academias em todo o Brasilhttps://youtu.be/lJ5C5jFXxukFonte: Mundo SA

CANAIS DE VENDA ONLINE