Fintechs, as empresas de tecnologia ligadas a instituições financeiras - NuBank, Geru, BKF, Biva

https://youtu.be/4i98-G5EwzYFonte: Mundo SA

5 passos para entrar no mercado de produtos online

Empresários ensinam como é possível ensinar na internet – e entrar no mercado que é o novo queridinho da economia

Freepick
Existem profissionais que trabalham com o que realmente amam, fazem o próprio horário, e ainda faturam valores na casa dos milhões de reais. O empresário Rafael Galdino, COO da agência de lançamentos digitais Neuari, explica que para isso acontecer é necessário se empenhar muito e conhecer as regras do mercado de produtos digitais. “É desafiador, mas vale muito a pena, e ainda é um mercado em ascensão”, destaca. “Profissionais liberais como consultores, coaches e palestrantes conseguem fazer o mercado ser mais tangível, já que a internet permite propagar suas mensagens”.
CMO da empresa, Fernando Alves destaca que qualquer profissional de grande expertise consegue desenvolver um produto online. “Quem possui muita experiência está apto a se lançar na internet através de um produto digital e aumentar mais o impacto da sua mensagem transformadora”. “É preciso entender os princípios do marketing digital e tomar alguns passos essenciais para colocar o produto no ar”, explica, destacando que este é um dos mercados que mais crescem no país, mesmo em cenário de recessão.1- Estabelecer um público e a transformação que se quer gerarÉ necessário ter uma visão muito clara do objetivo que o treinamento ou aulas online visam alcançar. “O primeiro grande passo é compreender quem é o público-alvo e quais dores você deseja sanar”, explica Rafael, que destaca que esta é a base para desenvolver a presença digital do expert. “Parece algo simples, mas existem empreendedores que têm dificuldade em deixar isso bem definido”, alerta, destacando que a transformação precisa ser tangível, e não muito vaga. “Para gerar empatia com o público, é fundamental entender suas dores, frustrações, medos, e assim garantir a transformação que o especialista é capaz de promover”.2- Conhecer o cenário e os concorrentesO segundo passo a ser dado é estudar profundamente o cenário do mercado digital e da área relacionada ao produto. “Pode ser que já tenha alguém oferecendo esse mesmo conhecimento, e ter esse conhecimento é primordial para fazer algo ainda melhor”, explica Fernando. Conhecer outros grandes profissionais, as vantagens e desvantagens da área, seja ela moda, fitness, negócios ou autoajuda, por exemplo.3- Oferecer características diferenciais e conteúdo transformadorPara se destacar realmente, é necessário transformar a audiência. Rafael explica os motivos. “Você vai precisar fazer o público gostar de você através de conteúdos transformadores, que devem engajar e criar relacionamento com a audiência”, explica. Segundo Galdino, depois de criar uma presença online e forte, é fundamental modelar os concorrentes. “Só dessa forma sua audiência vai começar a te ver como uma autoridade da área”.4- Entender o mercado da internetEntender plenamente o funcionamento das redes sociais, saber que conteúdos entregar ao público e de que maneira produzir tudo o que é necessário também exige esforço e dedicação, como explica Fernando. “Muitas coisas do mercado online são semelhantes ao tradicional, mas existem muitas táticas específicas para a web que precisam ser dominadas”, completa. “Todas essas táticas são fundamentais para gerar confiança na audiência, o que faz com que a pessoa queira ir atrás de novos conhecimentos”.5- Testar e inovar semprePor fim, Rafael fala da importância de fazer testes o tempo todo. “O mercado digital permite que os resultados sejam acompanhados em tempo real, o que é ótimo para mudar de estratégia quando ela não dá certo”, destaca. Fernando também lembra que é um mercado muito mutável, e por isso é preciso estar à frente sempre. “É preciso ter uma mentalidade inovadora e tentar modernizar sempre que possível”, conclui.Fonte: Empreendedor

Todo poder ao empreendedor

Com o iZettle, pagamento por cartão chega ao celular  (Foto: Divulgação)
A revolução começou na Suécia, em 2010. Foi lá que iZettlelançou o primeiro minileitor de cartão de chip parasmartphones e tablets do mundo. O minileitor conecta-se com o aparelho, equipado com um aplicativo especial, por bluetooh ou pela entrada de áudio. No Brasil, a empresa opera desde 2013 e ajuda os micro e pequenos empreendedores que não tinham acesso a meios de pagamento eletrônicos.A iZettle aboliu a cobrança de aluguel e cobra apenas uma taxa fixa de 2,39% nas transações de débito e de 4,99% no crédito. Também foi a primeira a disponibilizar a antecipação automática de recebíveis em crédito à vista e em parcelas para toda base.Mas essas não são as únicas vantagens oferecidas pelaiZettle. Com ela, o empreendedor recebe o seu pagamento em até dois dias, mesmo em transações de crédito parceladas. E o dinheiro cai direto na conta, sem intermediários. Além disso, bastam 5 minutos e qualquer pessoa física ou jurídica pode se registrar e começar a usar a solução. Tudo compatível com os padrões de segurança de dados da indústria de cartões de pagamento.
Empresa lançou condições especiais para atender MEIs  (Foto: Divulgação)
Melhores para o consumidor Não por acaso, a empresa concorre ao Prêmio Época ReclameAqui – As Melhores Empresas para o Consumidor 2016, na categoria Meios Eletrônicos de Pagamento. Hoje, aiZettle oferece no mercado brasileiro os modelos Lite e Pro, dois aparelhos que são muito mais que “maquininhas de cartão”. Ambos incluem também uma ferramenta de gestão de negócios.O aplicativo conta com uma função que permite criar uma galeria de produtos com imagens e preços e o acompanhamento das transações realizadas. Também é possível gerar relatórios e extrair planilhas de Excel para administrar as vendas por período. Ele é gratuito e pode ser baixado para smartphone ou tablet, nas plataformas iOS ou Android. Desse modo, a tecnologia permite aos empreendedores de todo o país realizar transações com cartões utilizando aparelhos móveis.Tudo isso dá poder aos pequenos empresários. Hoje, o Brasil possui 6 milhões de microempreendedores individuais (MEIs). São prestadores de serviços, pequenos comerciantes ou autônomos, muitos deles sem acesso à indústria de pagamentos com cartão, para gerir suas vendas de maneira simples e acessível. Embora seja um dos países mais empreendedores do mundo, o Brasil ainda carece de inovação. Ao todo, 92% dos microempresários consideram a tecnologia vital para os negócios, mas 40% das PMEs não aceitam cartão.Para conquistar esse novo público, a iZettle oferece um grande desconto para os MEIs no período de 20 de outubro a 30 de novembro de 2016. Além disso, o MEI que comprar uma máquina Lite ou Pro nesse período não vai pagar taxas por transação de débito, crédito e parcelas até receber 100% do dinheiro de volta. O empreendedor receberá um cupom de desconto em taxas no valor de R$ 229 (o preço do aparelho), com validade de seis meses, a partir da data da compra da máquina.Para saber mais é só acessar https://iztl.co/PEGN-maquinaoFonte: PEGN

EMPRESA CONECTA PRODUTORES DE ALIMENTOS ORGÂNICOS A CONSUMIDORES

O Clube Orgânico quebrou barreiras físicas e criou um marketplace para venda de orgânicos no Rio de Janeiro

A variedade e o tamanho das cestas de alimentos do Clube Orgânico variam de acordo com o gosto do cliente (Foto: Divulgação)
A dificuldade em encontrar alimentos orgânicos e com preços acessíveis faz com que muitas pessoas deixem de comprá-los. Além disso, o distanciamento entre produtor e consumidor final faz com que as pessoas não tenham conhecimento da origem dos alimentos que consomem e de quem os produz.De olho nessas questões, três empreendedores aproveitaram a oportunidade de negócio e criaram oClube Orgânico. Victor Piranda, 30 anos, Eduardo Borhen, 29, e Fabio Fabri, 28, lançaram em 2015 um e-commerce que conecta consumidores a produtores de orgânicos sem o uso de intermediários.A ideia surgiu em 2014 quando Piranda e Borhen começaram a questionar sobre problemas sociais que os deixavam incomodados. “A gente passou a se encontrar para conversar sobre os rumos de nossas vidas e tudo o que achávamos que estava errado no mundo. Borhen sempre consumiu orgânicos e me contava sobre a sua dificuldade em encontrar alimentos de qualidade e de saber de onde eles vinham”, afirma Piranda.Borhen já tinha experimentado os modelos de compra mais tradicionais; supermercado, compras coletivas ou diretamente com produtores, mas a dupla sentia que era possível facilitar este processo de compra. “Foi quando decidimos montar o marketplace, um modelo inovador para o Rio de Janeiro”, diz Piranda.O Clube Orgânico surgiu em 2015 como um e-commerce por assinatura para promover a conexão direta entre produtor e comprador. A empresa funciona com entrega direta a domicílio semanalmente ou pelos pontos de retirada, no Rio de Janeiro (RJ). “Nosso objetivo é tornar os consumidores sócios de produtores locais. O interessante dos pontos de retirada é que os funcionários dos estabelecimentos também se envolvem na causa”, afirma o empreendedor.Entre os locais parceiros do Clube Orgânico estão restaurantes, lojas e escolas de dança. A ideia é justamente fugir de mercados e locais que já tenham uma relação com alimentos. “Encontramos uma solução para a questão de logística, pois as pessoas podem buscar no local mais cômodo. Também damos descontos para quem decide buscar nos pontos de retirada e geramos movimento nesses estabelecimentos comerciais”, afirma Piranda.Com investimento de R$ 20 mil dos empreendedores mais R$ 250 mil de investidores- anjo, a empresa fatura em média R$ 50 mil por mês. A empresa está sendo acelerada pela ACE, no programa ACE Start. As caixas à venda por assinatura no site custam, em média, R$ 250 mensais e a entrega é semanal.Quando o cliente decide usar os pontos de retirada, 80% do valor da cesta é destinado aos produtores, 7,5% para o estabelecimento e 7,5% para a empresa. Com 200 assinantes da plataforma e o marketplace funcionando há duas semanas, o objetivo do Clube Orgânico é expandir os dois modelos de negócio. “Queremos chegar a 100 pontos de venda somente no Rio de Janeiro até o ano que vem e expandir para outras cidades também”, afirma Piranda.Fonte: PEGN

Plataforma identifica com velocidade os melhores profissionais de TI

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Fundada pelos gêmeos de 28 anos, Tomás Ferrari, Engenheiro de Materiais, e Celso Ferrari, Engenheiro Mecânico, ambos formados pela UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina), a GeekHunter é uma startup com pouco menos de um ano de existência e já se destaca no mercado.
Com mais de 150 clientes, como Ambev, Netshoes, Dafiti, 99Taxis, NuBank, dentre outros, já atua em todo o Brasil com um grande foco nas principais regiões tecnológicas, como São Paulo, Belo Horizonte, Campinas, Rio de Janeiro e Florianópolis, além de já trabalharem também em contratações locais e remotas de brasileiros para empresas dos EUA e Europa.A história dos irmãos, na área de empreendedorismo, iniciou-se em 2013 quando ambos foram contemplados com uma bolsa de estudos pelo Ciências Sem Fronteiras para estudar na UCLA (University of California, Los Angeles). O que inicialmente parecia apenas mais um semestre de graduação acabou mudando o rumo de suas carreiras. Da engenharia passaram a focar em disciplinas de marketing e empreendedorismo e, não contentes com apenas a teoria, acabaram iniciando o primeiro empreendimento ainda nos EUA, fazendo parte do time fundador da truBrain. Após um ano e meio, voltaram ao Brasil e seguiram caminhos diferentes.Tomás tornou-se Global Head da área de afiliados e parcerias na Clickbus e lá foi responsável pelo sourcing, concepção e negociação de parcerias locais no Brasil e em outros países, como México, Colômbia, Paquistão, Turquia e Tailândia. Já Celso, fundou a empresa Lett Insights, que logo foi contemplada pelo programa Sinapse da Inovação (programa de subvenção do Estado de Santa Catarina), atualmente incubada no Parque Tecnológico Celta em Florianópolis, e que acaba de receber o seu primeiro Round de investimento.Apesar de trabalhando em empresas diferentes, ambos sentiram uma deficiência no mercado percebendo que “o tempo gasto para contratar era muito grande e ainda havia dificuldade de encontrar bons profissionais na área de TI”. E não contentes por estarem trabalhando separados, os gêmeos decidiram unir forças novamente e resolver o problema de contratação de desenvolvedores de software.Foi então que eles criaram a GeekHunter, que funciona com um modelo inovador no recrutamento de profissionais de TI, pois minimiza o tempo de contratação das empresas e garante a qualidade dos profissionais contratados. Com objetivo de trazer transparência ao processo e evitar entrevistas desnecessárias com profissionais que talvez declinem a proposta ao final de todo o processo pelo motivo de não condizer com as suas expectativas, o modelo de negócios da GeekHunter inverte o formato de contratações tradicional.Pela plataforma, as empresas oferecem convites de entrevistas já com a descrição da posição, salário, benefícios e detalhes da empresa, para que então venham a ter uma entrevista formal. Os convites para entrevista acontecem em uma “rodada de contratações”, onde, durante um período de 15 dias, todas as empresas parceiras da GeekHunter têm total acesso a todas as informações de um seleto grupo de candidatos já triados, podendo filtrar por tipos de linguagem de programação, pretensão salarial, além de visualizar os testes de lógica e programação com a nota obtida, qualidade do código e tempo dedicado em cada questão.A GeekHunter é 100% gratuita para os candidatos e não há obrigação de aceitar qualquer oferta ou de conversar com as empresas. O processo é totalmente on-line e o candidato fica invisível para todas as empresas onde tenha trabalhado anteriormente ou para a empresa onde estiver trabalhando atualmente. Ainda mais interessante é que, caso o candidato seja contratado, ele recebe R$ 2 mil da GeekHunter por ter participado da rodada de contratação.O processo de seleção de candidatos da GeekHunter é bastante criterioso: em média, apenas de 3 a 5% dos candidatos inscritos na plataforma são aprovados. Todos os candidatos passam por uma triagem via algoritmo, seguida de testes técnicos de lógica e programação e por fim um vídeo entrevista.A GeekHunter trabalha com um modelo de Taxa de Sucesso, ou seja, as empresas podem se cadastrar e ter acesso a todos os candidatos das rodadas de contratações, até mesmo interagir e realizar entrevistas com os profissionais de forma totalmente gratuita. É cobrada uma taxa de serviço à empresa contratante somente a partir do momento em que uma contratação for realizada.O valor a ser cobrado da empresa empregadora é equivalente ao valor do salário de um mês do empregado em perspectiva. Existe ainda a garantia de uma nova contratação, sem que seja realizada uma nova cobrança da taxa de sucesso caso o empregado não se adeque à empresa no período dos três meses iniciais, referentes ao período de experiência.Fonte: Empreendedor

Fim do dinheiro: carteira dentro de celular e pulseira que faz pagamentos

https://youtu.be/reQBxjDuvhwFonte: Mundo SA

Padarias ganham site de busca gratuito

Movimento Vem Pra Padaria permite cadastro de empresários e pesquisas de consumidores de acordo com localização e mix de produtos

 
Os números deixam visível a importância da panificação no Brasil. São mais de 63 mil padarias em todo o país, a maioria pequenos negócios e empresas familiares que são responsáveis por cerca de 818 mil empregos diretos e 1,8 milhão empregos indiretos. Em 2015, elas movimentaram R$ 84,7 bilhões. Neste domingo (16), em comemoração ao Dia Mundial da Alimentação e ao Dia Mundial do Pão, a campanha nacional Vem Pra Padaria lança o site do movimento.
Por meio do site, o empresário de padaria pode cadastrar seu negócio para dar mais visibilidade aos seus produtos e serviços, e criar promoções especiais para os clientes que acessarem a página e chegarem à padaria por meio da campanha. Os consumidores têm a opção de pesquisar estabelecimentos ligados à panificação por localidade. As padarias conseguem baixar e imprimir peças gráficas por meio desta página para decorar a padaria e identificar a participação na campanha.“Quando você vai à padaria, fomenta a renda local e aumenta a empregabilidade na sua cidade, o que contribui para dinamizar a economia. Esta campanha é bastante oportuna. É uma aposta das panificadoras frente aos desafios impostos pela economia brasileira na atualidade”, afirma a diretora técnica do Sebrae, Heloisa Menezes. O movimento reforça que o participante da campanha pode colaborar para que os negócios com produtos panificados, padarias e confeitarias, bem como microempreendedores individuais (MEI), se fortaleçam e continuem a colaborar para uma perspectiva mais promissora.A campanha é uma parceria do Sebrae com o Instituto Tecnológico de Panificação e Confeitaria (ITPC) e a Associação Brasileira da Indústria de Panificação e Confeitaria (ABIP), a fim de valorizar e incentivar o consumo nas padarias brasileiras. Além das entidades, empresários, sindicatos, fornecedores e consumidores também estão envolvidos na iniciativa.Diferenciais para padarias1)      Produtos artesanais, com alto padrão de qualidade e frescor2)      Experiências de consumo3)      Produtos mais saudáveis e com procedência reconhecida4)      Atendimento personalizado e de qualidade5)      Fomenta o negócio localFonte: Empreendedor

10 TENDÊNCIAS PARA QUEM QUER EMPREENDER EM 2017

Tecnologia, e-commerce e estratégias de vendas fazem parte da lista

Jovens usam a tecnologia para empreender e melhorar o mundo (Foto: Divulgação)
Se você está fazendo planos para empreender no próximo ano, precisa começar um planejamento e um estudo de mercado. Com as mudanças demográficas e tecnológicas que a humanidade está vivendo nas últimas décadas, os negócios mudam com frequência.
Pensando nisso, o estrategista de marcas Leonardo Kim fez uma lista com dez tendências que vão guiar o mercado em 2017. A lista, originalmente publicada na revista americana Inc, pode guiar também os novos empreendedores brasileiros. Confira abaixo as ideias:1. Ferramentas para a construção de produtos tecnológicos (sem necessidade de muita bagagem técnica) A necessidade de inovações tecnológicas nos negócios é mais importante do que nunca. Em 2017, a tecnologia será um campo totalmente necessário para que cada negócio tenha potencial de competição no mercado. Plataformas autoexplicativas, como o WordPress, fazem e continuarão a fazer sucesso porque permitem um gerenciamento mais simples sem a necessidade de muitos conhecimentos técnicos por parte dos funcionários.
2. Ferramentas que auxiliam marcas pessoais Trabalhar marcas pessoais será uma estratégia cada vez mais usada para se diferenciar no mercado. Em um universo cheio de concorrentes, um branding pessoal bem feito pode fazer a diferença na hora de conquistar os consumidores. Por isso, este tipo de ferramenta deve crescer nos próximos anos.3. De olho nos jovens Ao invés de rejeitar os novos consumidores da geração "Millennial", as empresas terão que cada vez mais enxergá-los como clientes em potencial. Entender como eles pensam e criar produtos para esta geração é uma tendência para acompanhar.4. Treinamento para funcionários remotos O trabalho remoto será, cada vez mais, uma tendência. Pensando nisso, empresas que ofereçam serviços eficientes para o treinamento de funcionários que trabalham longe da sede da companhia devem crescer.5. Possíveis vendas de empresas O processo de recuperação da economia nos últimos anos nos Estados Unidos aumentou a quantidade de fusões e aquisições. Isso deve se manter em 2017 e as empresas que pensam em partir para uma venda devem começar a se preparar.6. Saúde e nutrição A nova geração está preocupada com a saúde e nutrição mais do que qualquer outra. Graças à tecnologia, é possível medir calorias, fazer registros nutricionais e manter os hábitos esportivos e alimentares dentro de um aplicativo. O mercado de ferramentas fitness para smartphones só tende a crescer e o boom desses aplicativos irá  fortalecer o mercado de saúde.7. Apostas em  e-commerce A crescente demanda por itens disponibilizados em lojas online faz com que esse nicho de mercado se fortaleça cada vez mais se comparado ao crescimento de vendas nas lojas físicas. Estudos recentes mostraram que 58% dos compradores estão dispostos a adicionar itens no carrinho para atingir as cotas exigidas para o frete grátis nos sites de compra, por exemplo. Como a tecnologia continuará a se expandir em 2017, isto deve impactar também as tendências no e-commerce.8. Estratégias para manter os clientes sempre próximos Para tornar uma empresa cada vez mais popular, é importante manter uma ligação próxima com o cliente.  Serviços e produtos que não são vendidos de forma direta e uma única vez , como os transportes oferecidos pelo Uber, tendem a permanecer em ascensão.9. Treinamentos de funcionários moldados de forma diferente Em 2017, haverá  uma mudança na forma como as habilidades de treinamento de liderança são desenvolvidos dentro das empresas. Ao invés de ensinar a todos as mesmas habilidades, as empresas irão focar nos pontos fortes de cada funcionário e desenvolver essas habilidades, investindo mais no reforço de um talento natural do que na formação massiva de líderes.10. Marcas e produtos com ações e produções sustentáveis As ações sustentáveis e o desenvolvidos de produtos com métodos que fortalecem a cultura da sustentabilidade devem continuar crescendo. Até o atual período do ano, mais de US$ 500 milhões foram salvos em eficiência energética e este valor tende a crescer em 2017.Fonte: PEGN

7 STARTUPS DO MERCADO DA MACONHA QUE FAZEM SUCESSO NOS EUA

O uso medicinal e até mesmo a legalização da droga em alguns estados americanos propiciou o surgimento de várias empresas. Conheça-as

A PotBot tem totens e aplicativos para quem precisa de maconha medicinal (Foto: Divulgação)
Ao contrário do que acontece no Brasil, em que o cultivo e a venda da maconha são proibidos por lei, algumas regiões dos Estados Unidos têm regras mais permissivas em relação à droga. Estados como Colorado, Oregon e Washington permitem a venda e o cultivo de maconha. Outros, como o Novo México, só autorizam a venda da erva para fins medicinais.
Frente a este cenário, empreendedores americanos criaramstartups baseadas no cultivo, na venda e no consumo da maconha. Também há negócios que realizam investimentos e promovem empresas desse mercado na mídia. A “Entrepreneur” listou algumas dessas ideias. Vale ressaltar, mais uma vez, que a legislação brasileira não permite que esses negócios sejam criados no nosso país. Confira as empresas:
1. Printabowl A startup usa impressoras 3D para criar bongs, um aparelho usado para fumar a erva. Segundo os fundadores da empresa, a tecnologia de impressão permite a fabricação de bongs únicos, diferentes dos normalmente vendidos nos Estados Unidos.2. Gateway A Gateway faz investimentos-anjo e acelera startups do mercado da maconha. Duas vezes por ano, a empresa escolhe 10 startups desse setor e realiza aportes de US$ 30 mil (cerca de R$ 96 mil).3. AcroVape Esta empresa criou um dispositivo que acende o bong, criando um vapor na medida certa para a melhor experiência possível para seus clientes.4. FunkSac A empresa é do Colorado, um dos estados americanos que liberou o cultivo e a venda de maconha, e comercializa sacos plásticos para o acondicionamento da droga, seja para produtores ou consumidores finais.De acordo com a fabricante, os sacos são feitos de materiais recicláveis e bloqueiam os odores da erva.5. GrowBuddy Este é um aplicativo que auxilia no cultivo da maconha. Ele orienta pequenos produtores sobre quais as melhores práticas e tem um diário em que o usuário anota dados importantes sobre a plantação. Além disso, o GrowBuddy tem um marketplace, em que a erva de seus clientes é colocada à venda.6.  PotBot A PotBot é voltada para o consumo medicinal da maconha. A empresa tem dois produtos: um totem e um aplicativo. Nos dois casos, os usuários devem informar sua idade, massa corporal e problemas de saúde. A partir dessas informações, a plataforma indicará a quantidade certa de maconha e derivados que deve ser ministrada, bem como mostrará se a substância deve ser fumada, ingerida ou aplicada na pele em forma de spray, por exemplo.7. PreciseCannabis Esta é uma agência de relações públicas especializada no atendimento a empresas do mercado da maconha. Ela auxilia seus clientes no contato com a mídia, na realização de eventos e em gerenciamentos de crise.Fonte: PEGN

Conheça 5 escolas online para formação de empreendedores

Apostar em capacitação on-line tem sido uma alternativa para empreendedores que precisam de apoio para abrir o próprio negócio.

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Escolas online são opções para quem, mesmo sem tempo, busca uma formação profissional ou quer se atualizar com as últimas novidades e perspectivas do mercado. Para sorte de quem busca esta modalidade, as alternativas são diversas e trazem chancelas de qualidade importantes, sendo dirigidas por instituições e executivos de renome.
Há um ano a terapeuta holística Karen Figueiredo foi uma das pessoas que apostou neste tipo de formação. Ela abriu em Paraty, no Rio de Janeiro, sua empresa de desenvolvimento humano e como não tinha experiência como empresária, sentiu a necessidade de se capacitar e a cerca de três meses se escreveu em uma escola online de empreendedorismo. “Antes de começar as aulas, eu gastava muito com assessores que não entendiam a minha ideia e que não sabiam como torná-la viável sem perder a filosofia, valores e princípios que queria para minha empresa”.Colombiana e vivendo há 6 anos no Brasil, Karen também tinha dificuldade com questões práticas e burocráticas. Como aluna da Longitude, Escola de Empreendedorismo, pôde ter acesso a uma série de conteúdos com o passo a passo para desenvolver seu negócio. Além disso, a escola lhe ofereceu apoio de empresários mais experientes. Todo este pacote de conhecimento garantiu a saúde que a empresa tivesse saúde financeira e sobrevivesse aos últimos meses de crise do país. “Entrar numa escola de empreendedorismo me ajudou a entender como funciona uma empresa e a conseguir lidar com tudo que envolve ter um negócio. Me ajudou a superar a crise e sobre tudo a ter saber lidar com as oscilações e mudanças do mercado”.Segundo a empresária, o fato de a escola ser on-line fez toda a diferença, pois ele não teria tempo de frequentar um curso mais tradicional. Atualmente, ela dedica de 8 à 15 horas de estudos por semana. “A possibilidade de estudar onde e quando eu quiser foi um dos pontos decisivos na escolha da escola, além do corpo docente. Consigo ter 100% de aproveitamento das aulas, pois controle o volume de conteúdo e tenho tempo para refletir sobre as mentorias que a escola disponibiliza”.Confira algumas plataformas que são referencia na capacitação de empreendedores:1-A FGV – Faculdade Getúlio Vargas é uma das mais renomadas instituições quando falamos em educação para negócios no Brasil. Em seu site, são oferecidos diversos cursos de diversas áreas como gestão empresarial, gestão financeira e gestão em marketing.https://www5.fgv.br/fgvonline/2-A Longitude – Escola de Empreendedorismo foi fundada pelo empresário David Pinto, referência no franchising brasileiro. A plataforma online conta com uma nova proposta de ensino, oferecendo aos alunos a oportunidade de ter apoio de alguns dos empresários mais bem sucedidos do país, como Luiza Trajano, Geraldo Rufino, Marcelo Facchini e o próprio David.www.escolalongitude.com.br/3- O Insper oferece para executivos de diversas áreas cursos para quem busca mais conhecimento ou apenas se inteirar de reflexões e perspectivas atuais do mercado. Um dos destaques para quem deseja empreender é o curso “Introdução ao Marketing Analítico”.https://www.insper.edu.br/4- Já o SEBRAE, além de atender e orientar diversas empresas, também oferece cursos de capacitação para empreendedores. Com opções de cursos online e presenciais, a instituição ensina o passo a passo para quem quer abrir, melhorar, ampliar e desenvolver habilidades para gerir a empresa.ead.sebrae.com.br/cursos5- A plataforma Coursera possui parcerias com diversas universidades no Brasil e no mundo, entre elas USP, Unicamp, Stanford, Yale e University of Virginia. Nela os usuários podem se inscrever para cursos livres que antes eram de difícil acesso para o publico geral. Para assistir as aulas não há custos, porém para receber o certificado de participação é necessário pagar uma taxa que varia para cada curso.www.coursera.org/
Fonte: Empreendedor

CANAIS DE VENDA ONLINE