Fintechs, as empresas de tecnologia ligadas a instituições financeiras - NuBank, Geru, BKF, Biva
https://youtu.be/4i98-G5EwzYFonte: Mundo SA
5 passos para entrar no mercado de produtos online
Empresários ensinam como é possível ensinar na internet – e entrar no mercado que é o novo queridinho da economia


Existem profissionais que trabalham com o que realmente amam, fazem o próprio horário, e ainda faturam valores na casa dos milhões de reais. O empresário Rafael Galdino, COO da agência de lançamentos digitais Neuari, explica que para isso acontecer é necessário se empenhar muito e conhecer as regras do mercado de produtos digitais. “É desafiador, mas vale muito a pena, e ainda é um mercado em ascensão”, destaca. “Profissionais liberais como consultores, coaches e palestrantes conseguem fazer o mercado ser mais tangível, já que a internet permite propagar suas mensagens”.
Todo poder ao empreendedor




EMPRESA CONECTA PRODUTORES DE ALIMENTOS ORGÂNICOS A CONSUMIDORES
O Clube Orgânico quebrou barreiras físicas e criou um marketplace para venda de orgânicos no Rio de Janeiro


A dificuldade em encontrar alimentos orgânicos e com preços acessíveis faz com que muitas pessoas deixem de comprá-los. Além disso, o distanciamento entre produtor e consumidor final faz com que as pessoas não tenham conhecimento da origem dos alimentos que consomem e de quem os produz.De olho nessas questões, três empreendedores aproveitaram a oportunidade de negócio e criaram oClube Orgânico. Victor Piranda, 30 anos, Eduardo Borhen, 29, e Fabio Fabri, 28, lançaram em 2015 um e-commerce que conecta consumidores a produtores de orgânicos sem o uso de intermediários.A ideia surgiu em 2014 quando Piranda e Borhen começaram a questionar sobre problemas sociais que os deixavam incomodados. “A gente passou a se encontrar para conversar sobre os rumos de nossas vidas e tudo o que achávamos que estava errado no mundo. Borhen sempre consumiu orgânicos e me contava sobre a sua dificuldade em encontrar alimentos de qualidade e de saber de onde eles vinham”, afirma Piranda.Borhen já tinha experimentado os modelos de compra mais tradicionais; supermercado, compras coletivas ou diretamente com produtores, mas a dupla sentia que era possível facilitar este processo de compra. “Foi quando decidimos montar o marketplace, um modelo inovador para o Rio de Janeiro”, diz Piranda.O Clube Orgânico surgiu em 2015 como um e-commerce por assinatura para promover a conexão direta entre produtor e comprador. A empresa funciona com entrega direta a domicílio semanalmente ou pelos pontos de retirada, no Rio de Janeiro (RJ). “Nosso objetivo é tornar os consumidores sócios de produtores locais. O interessante dos pontos de retirada é que os funcionários dos estabelecimentos também se envolvem na causa”, afirma o empreendedor.Entre os locais parceiros do Clube Orgânico estão restaurantes, lojas e escolas de dança. A ideia é justamente fugir de mercados e locais que já tenham uma relação com alimentos. “Encontramos uma solução para a questão de logística, pois as pessoas podem buscar no local mais cômodo. Também damos descontos para quem decide buscar nos pontos de retirada e geramos movimento nesses estabelecimentos comerciais”, afirma Piranda.Com investimento de R$ 20 mil dos empreendedores mais R$ 250 mil de investidores- anjo, a empresa fatura em média R$ 50 mil por mês. A empresa está sendo acelerada pela ACE, no programa ACE Start. As caixas à venda por assinatura no site custam, em média, R$ 250 mensais e a entrega é semanal.Quando o cliente decide usar os pontos de retirada, 80% do valor da cesta é destinado aos produtores, 7,5% para o estabelecimento e 7,5% para a empresa. Com 200 assinantes da plataforma e o marketplace funcionando há duas semanas, o objetivo do Clube Orgânico é expandir os dois modelos de negócio. “Queremos chegar a 100 pontos de venda somente no Rio de Janeiro até o ano que vem e expandir para outras cidades também”, afirma Piranda.Fonte: PEGN
Plataforma identifica com velocidade os melhores profissionais de TI


Fundada pelos gêmeos de 28 anos, Tomás Ferrari, Engenheiro de Materiais, e Celso Ferrari, Engenheiro Mecânico, ambos formados pela UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina), a GeekHunter é uma startup com pouco menos de um ano de existência e já se destaca no mercado.
Fim do dinheiro: carteira dentro de celular e pulseira que faz pagamentos
https://youtu.be/reQBxjDuvhwFonte: Mundo SA
Padarias ganham site de busca gratuito
Movimento Vem Pra Padaria permite cadastro de empresários e pesquisas de consumidores de acordo com localização e mix de produtos


Os números deixam visível a importância da panificação no Brasil. São mais de 63 mil padarias em todo o país, a maioria pequenos negócios e empresas familiares que são responsáveis por cerca de 818 mil empregos diretos e 1,8 milhão empregos indiretos. Em 2015, elas movimentaram R$ 84,7 bilhões. Neste domingo (16), em comemoração ao Dia Mundial da Alimentação e ao Dia Mundial do Pão, a campanha nacional Vem Pra Padaria lança o site do movimento.
10 TENDÊNCIAS PARA QUEM QUER EMPREENDER EM 2017
Tecnologia, e-commerce e estratégias de vendas fazem parte da lista


Pensando nisso, o estrategista de marcas Leonardo Kim fez uma lista com dez tendências que vão guiar o mercado em 2017. A lista, originalmente publicada na revista americana Inc, pode guiar também os novos empreendedores brasileiros. Confira abaixo as ideias:1. Ferramentas para a construção de produtos tecnológicos (sem necessidade de muita bagagem técnica)
A necessidade de inovações tecnológicas nos negócios é mais importante do que nunca. Em 2017, a tecnologia será um campo totalmente necessário para que cada negócio tenha potencial de competição no mercado. Plataformas autoexplicativas, como o WordPress, fazem e continuarão a fazer sucesso porque permitem um gerenciamento mais simples sem a necessidade de muitos conhecimentos técnicos por parte dos funcionários.
2. Ferramentas que auxiliam marcas pessoais
Trabalhar marcas pessoais será uma estratégia cada vez mais usada para se diferenciar no mercado. Em um universo cheio de concorrentes, um branding pessoal bem feito pode fazer a diferença na hora de conquistar os consumidores. Por isso, este tipo de ferramenta deve crescer nos próximos anos.3. De olho nos jovens
Ao invés de rejeitar os novos consumidores da geração "Millennial", as empresas terão que cada vez mais enxergá-los como clientes em potencial. Entender como eles pensam e criar produtos para esta geração é uma tendência para acompanhar.4. Treinamento para funcionários remotos
O trabalho remoto será, cada vez mais, uma tendência. Pensando nisso, empresas que ofereçam serviços eficientes para o treinamento de funcionários que trabalham longe da sede da companhia devem crescer.5. Possíveis vendas de empresas
O processo de recuperação da economia nos últimos anos nos Estados Unidos aumentou a quantidade de fusões e aquisições. Isso deve se manter em 2017 e as empresas que pensam em partir para uma venda devem começar a se preparar.6. Saúde e nutrição
A nova geração está preocupada com a saúde e nutrição mais do que qualquer outra. Graças à tecnologia, é possível medir calorias, fazer registros nutricionais e manter os hábitos esportivos e alimentares dentro de um aplicativo. O mercado de ferramentas fitness para smartphones só tende a crescer e o boom desses aplicativos irá fortalecer o mercado de saúde.7. Apostas em e-commerce
A crescente demanda por itens disponibilizados em lojas online faz com que esse nicho de mercado se fortaleça cada vez mais se comparado ao crescimento de vendas nas lojas físicas. Estudos recentes mostraram que 58% dos compradores estão dispostos a adicionar itens no carrinho para atingir as cotas exigidas para o frete grátis nos sites de compra, por exemplo. Como a tecnologia continuará a se expandir em 2017, isto deve impactar também as tendências no e-commerce.8. Estratégias para manter os clientes sempre próximos
Para tornar uma empresa cada vez mais popular, é importante manter uma ligação próxima com o cliente. Serviços e produtos que não são vendidos de forma direta e uma única vez , como os transportes oferecidos pelo Uber, tendem a permanecer em ascensão.9. Treinamentos de funcionários moldados de forma diferente
Em 2017, haverá uma mudança na forma como as habilidades de treinamento de liderança são desenvolvidos dentro das empresas. Ao invés de ensinar a todos as mesmas habilidades, as empresas irão focar nos pontos fortes de cada funcionário e desenvolver essas habilidades, investindo mais no reforço de um talento natural do que na formação massiva de líderes.10. Marcas e produtos com ações e produções sustentáveis
As ações sustentáveis e o desenvolvidos de produtos com métodos que fortalecem a cultura da sustentabilidade devem continuar crescendo. Até o atual período do ano, mais de US$ 500 milhões foram salvos em eficiência energética e este valor tende a crescer em 2017.Fonte: PEGN7 STARTUPS DO MERCADO DA MACONHA QUE FAZEM SUCESSO NOS EUA
O uso medicinal e até mesmo a legalização da droga em alguns estados americanos propiciou o surgimento de várias empresas. Conheça-as


Ao contrário do que acontece no Brasil, em que o cultivo e a venda da maconha são proibidos por lei, algumas regiões dos Estados Unidos têm regras mais permissivas em relação à droga. Estados como Colorado, Oregon e Washington permitem a venda e o cultivo de maconha. Outros, como o Novo México, só autorizam a venda da erva para fins medicinais.
Frente a este cenário, empreendedores americanos criaramstartups baseadas no cultivo, na venda e no consumo da maconha. Também há negócios que realizam investimentos e promovem empresas desse mercado na mídia. A “Entrepreneur” listou algumas dessas ideias. Vale ressaltar, mais uma vez, que a legislação brasileira não permite que esses negócios sejam criados no nosso país. Confira as empresas:
1. Printabowl
A startup usa impressoras 3D para criar bongs, um aparelho usado para fumar a erva. Segundo os fundadores da empresa, a tecnologia de impressão permite a fabricação de bongs únicos, diferentes dos normalmente vendidos nos Estados Unidos.2. Gateway
A Gateway faz investimentos-anjo e acelera startups do mercado da maconha. Duas vezes por ano, a empresa escolhe 10 startups desse setor e realiza aportes de US$ 30 mil (cerca de R$ 96 mil).3. AcroVape
Esta empresa criou um dispositivo que acende o bong, criando um vapor na medida certa para a melhor experiência possível para seus clientes.4. FunkSac
A empresa é do Colorado, um dos estados americanos que liberou o cultivo e a venda de maconha, e comercializa sacos plásticos para o acondicionamento da droga, seja para produtores ou consumidores finais.De acordo com a fabricante, os sacos são feitos de materiais recicláveis e bloqueiam os odores da erva.5. GrowBuddy
Este é um aplicativo que auxilia no cultivo da maconha. Ele orienta pequenos produtores sobre quais as melhores práticas e tem um diário em que o usuário anota dados importantes sobre a plantação. Além disso, o GrowBuddy tem um marketplace, em que a erva de seus clientes é colocada à venda.6. PotBot
A PotBot é voltada para o consumo medicinal da maconha. A empresa tem dois produtos: um totem e um aplicativo. Nos dois casos, os usuários devem informar sua idade, massa corporal e problemas de saúde. A partir dessas informações, a plataforma indicará a quantidade certa de maconha e derivados que deve ser ministrada, bem como mostrará se a substância deve ser fumada, ingerida ou aplicada na pele em forma de spray, por exemplo.7. PreciseCannabis
Esta é uma agência de relações públicas especializada no atendimento a empresas do mercado da maconha. Ela auxilia seus clientes no contato com a mídia, na realização de eventos e em gerenciamentos de crise.Fonte: PEGNConheça 5 escolas online para formação de empreendedores
Apostar em capacitação on-line tem sido uma alternativa para empreendedores que precisam de apoio para abrir o próprio negócio.


Escolas online são opções para quem, mesmo sem tempo, busca uma formação profissional ou quer se atualizar com as últimas novidades e perspectivas do mercado. Para sorte de quem busca esta modalidade, as alternativas são diversas e trazem chancelas de qualidade importantes, sendo dirigidas por instituições e executivos de renome.
