WhatsApp pode ser importante aliado no relacionamento com clientes

Ao alcance das mãos: entenda como a disposição dos produtos pode…

Facilidade e rapidez são pontos à favor do aplicativo.© Fornecido por Sponsored Content Facilidade e rapidez são pontos à favor do aplicativo.Empresas de todos os tamanhos têm investido em estratégias para fortificar sua presença online e se aproximar de seu público alvo. Alternativas ao marketing convencional, como perfis em redes sociais, geram conteúdo relevante e tornam possível o contato em tempo real com a clientela. Nesse cenário, ser eficiente no atendimento se torna indispensável. Por isso, o WhatsApp tem sido muito utilizado, afinal, mais de um bilhão de pessoas em todo mundo usa o aplicativo.Dados de pesquisa divulgada recentemente pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), indicam que para mais da metade dos jovens empreendedores brasileiros (51,9%) o aplicativo de mensagens instantâneas é o principal canal de comunicação com os clientes. Em seguida, aparecem os perfis em redes sociais como Facebook e Instagram (41,2%) e os anúncios pagos no Facebook (26,9%), deixando para trás ferramentas tradicionais como campanhas publicitárias (4,6%) e e-mail marketing (8,5%).A forma de utilizar o WhatsApp pode variar de acordo com a marca e seu público, sendo mais séria ou engraçada, por exemplo, mas é importante manter a educação e o bom senso. “Mostrar que há uma pessoa por trás da empresa é muito positivo. Porém, é preciso que o gestor ou responsável por este atendimento cuide o linguajar que irá utilizar e as opiniões que irá emitir, sempre separando o pessoal do profissional, para não trazer prejuízos à marca”, explica Thiago Martins, professor da Universidade Paranaense (Unipar). Uma dica extremamente importante para quem pretende iniciar o atendimento pelo aplicativo é não ser invasivo: é necessário pedir autorização dos clientes antes de enviar mensagens ou colocá-los em grupos.De acordo com a pesquisa do SPC Brasil e CNDL, a presença na internet tem como principal benefício a intensificação na comunicação com o público-alvo (61,7%), seguido pela expansão da base de atuação e prospecção de novos clientes (43,2%). Essas vantagens também se aplicam ao app, que pode ser usado conectado ao computador, para facilitar a digitação. Outro ponto positivo é a economia: “muitas vezes as médias e pequenas empresas não têm estrutura para manter um canal para o cliente entrar em contato, como um telefone 0800, por exemplo”, explica Martins. Além disso, o aplicativo oferece a possibilidade de atender simultaneamente vários consumidores, é prático e viabiliza o envio de diferentes tipos de arquivos e links.O WhatsApp pode ser utilizado em todas as etapas de um atendimento, inclusive para a prospecção de clientes. “Em muitos casos, além de tirar dúvidas e oferecer serviços, é possível realizar praticamente todo o processo de compra e venda pelo aplicativo. A ferramenta também facilita o contato após fechar o negócio”, finaliza Martins.Fonte: MSN

Iniciativa facilita aquisição de equipamentos de energia fotovoltaica

A iniciativa Crédito Energia Solar, oferece diversas vantagens como taxas diferenciadas, prazo de até sete anos para quitar o financiamento e débito em conta.A intenção da parceria é colaborar com o meio ambiente por meio da geração própria de energia limpa e sustentável.O programa permite que empresas e residências consigam adquirir os equipamentos e a tecnologia para captação de energia fotovoltaica.Além de gerar energia limpa e sustentável, quem opta por um sistema fotovoltaico pode ainda contar com o excedente gerado para os próximos meses.Isto porque a energia não utilizada é lançada na rede elétrica, o que se transforma em créditos para serem acessados em outros meses.Case de sucessoA ideia já foi adotada pelo proprietário da Academia Formus, Diego Gil Matos, em São José, que pretende economizar cerca de 40% ao mês na conta de luz.O investimento feito por Diego tem retorno previsto para sete anos. O sistema adquirido é de 12,48kWp, com geração de energia estimada em 14.135kWh/ano, fazendo com que o empresário economize R$10 mil anualmente.A contratação foi realizada através do Crédito Energia Solar, disponível para cooperados da Unicred SC.O financiamento pode ser quitado em até 84 meses, com débito automático em conta corrente, crédito social com taxa de CDI +0,15% a.m.Como funcionaPara ter acesso ao Crédito Energia Solar basta solicitar à empresa Quantum Engenharia ou à Unicred SC/PR um orçamento, a partir disto será realizada a análise de crédito e, se a proposta for aprovada, o financiamento é liberado.O tempo para conclusão dos trâmites junto à distribuidora de energia, de acordo com a Normativa da 482/12 e revisada em novembro de 2015, é de 34 dias para instalações de microgeração.Fonte: Noticenter

EMPREENDEDOR CRIA SITE PARA FACILITAR CONSERTO DE CELULARES

A 99 celulares pesquisa técnicos que possam buscar aparelhos, reparar e devolver ao usuário
smartphone - chave (Foto: Reprodução)
Com os smartphones concentrando aplicativos, contatos, fotos e compromissos, está cada vez mais difícil passar um dia sem que seja necessário consultar o aparelho para obter informações. Foi pensando nisso que o administrador Alexandre Oliveira criou a 99 Celulares, um site que reúne profissionais capacitados a solucionar problemas com celulares.
A ideia surgiu quando Oliveira percebeu a dificuldade que as pessoas tinham em achar um serviço de qualidade para seus aparelhos e o quanto a busca gerava insegurança no cliente. Além disso, ele pensou poder solucionar uma questão importante: a urgência. "As pessoas ficam desesperadas com celulares quebrados porque ficam sem notícias e sem contato com as pessoas. O impacto de um aparelho quebrado é sempre muito grande."
Ao acessar o site, o usuário descreve o problema do dispositivo e informa sua localização. O próprio sistema da empresa procurará um técnico especialista no modelo do smartphone que precisa de reparos e que tenha as peças necessárias. Além disso, o site também mostra as opções de acordo com a proximidade. "O cliente pode receber o técnico em casa, se o reparo for simples", afirma o dono.A 99 Celulares também é responsável por fornecer as peças usadas pelos técnicos. A empresa tem uma equipe responsável por verificar a qualidade das fábricas chinesas de conectores e telas e testar todos os componentes antes de trazê-los para serem usados no Brasil. "O maior problema do setor é a baixa qualidade das peças, que acabam dando problema. Queremos garantir a qualidade aliada à competência do técnico", diz. Os profissionais da plataforma devem pagar pelas peças que usarão nos procedimentos e podem escolher uma margem de lucro que seja compatível com os serviços prestados.Assim como os aplicativos para pedir táxi, a empresa recruta técnicos que estejam interessados na ideia, realiza um processo seletivo para avaliar a capacidade técnica e de atendimento de cada profissional e firma contrato. A partir desse momento, o técnico fica disponível para receber chamadas. Segundo Oliveira, o contrato é atrativo para os técnicos porque permite que o lucro venha sem muito investimento. "Alguns técnicos querem empreender e montar suas próprias assistências, mas essas iniciativas demandam muito capital de giro."Oliveira conta que os valores cobrados pelos prestadores de serviço da 99 Celulares variam entre R$ 100 e R$ 300, o que garante um lucro de cerca de R$ 6 mil ao mês, de acordo com a procura. Para o empreendedor, que não revelou valores de faturamento, a renda vem da venda das peças aos técnicos certificados pela empresa.  "Apesar de informal, o mercado de consertos é muito grande no país e tem crescido com a crise. As pessoas optam por consertar e não por comprar outro aparelho."Apenas durante o primeiro semestre do ano, a 99 Celulares realizou mais de cinco mil consertos. Atualmente, a empresa só funciona em São Paulo, Rio de Janeiro e Campinas, mas o dono pensa em realizar capacitações em grandes cidades como Porto Alegre, Curitiba, Brasília e Belo Horizonte.Fonte: Pequenas empresas e grandes negócios

QUER GANHAR DINHEIRO? INVISTA COMO LEMANN

A filosofia de Lemann pode ser replicada em vários tipo de negócios

Jorge Paulo Lemann, empresário, durante Day 1, da Endeavor (Foto: Dennis Ribeiro/Endeavor)
Nenhum investimento do empresário Jorge Paulo Lemann, sócio do fundo 3G, controlador de um império de importantes empresas globais, como AB InBev, Burger King e Heinz/Kraft, é feito da noite para o dia. Assim como ocorre nos grandes negócios, a tomada de decisão para entrar em empresas de menor porte e consideradas "fora da curva" é muito bem planejada, apurou o jornal O Estado de S. Paulo.
Com estilo marcado sobretudo pela meritocracia, corte de custos e planos de longo prazo, a filosofia de Lemann (que tem Marcel Telles e Beto Sicupira como sócios no fundo 3G), pode ser replicada em vários tipo de negócios, segundo fontes.
No caso do aplicativo de mensagens instantâneas Snapchat, o fundo Innova Capital, no qual Lemann é investidor, avaliou que a companhia, com sede na Califórnia, tem grande potencial que crescimento no Brasil. Com perfil ativista, o fundo não se dá por satisfeito em participar de suas apostas apenas com dinheiro. Gosta de influenciar na gestão e participar das decisões, mesmo não sendo o sócio controlador do empreendimento.Não à toa, em maio, Lemann fez um curso na Singularity University, instalada no centro de pesquisa da Nasa, no Vale do Silício (Califórnia), para se informar sobre inovação e entender melhor sobre a lógica das empresas deste setor.O investimento em tecnologia, porém, começou já há alguns anos. O Innova investiu na empresa de aplicativos Movile em 2014, por acreditar no potencial da desenvolvedora brasileira, fundada em 1998 e hoje controlada pela empresa sul-africana Naspers a mesma que possui participação no Buscapé.Nos últimos anos, a Movile foi fazendo aquisições e hoje é dona de apps importantes, como iFood e Playkids, que já têm atuação fora do Brasil.Das oito companhias investidas pelo Innova, outras três atuam no setor de tecnologia, como a Accera, empresa nacional especializada em soluções de gestão da cadeia de suprimentos, que tem fatia minoritária na Visor, de inteligência de mercado; e a TradeForce, de gestão e trade marketing.No entanto, o fundo também investe em negócios da "economia real", de pequeno porte, mas com forte potencial de expansão. São os casos da rede de padarias Benjamin, com 12 unidades; da Diletto (fabricante de picolés) e da Dauper (que produz ingredientes alimentícios e cookies).Na Benjamin, a Innova entrou em agosto de 2015, em parceria com a gestora Península, do empresário Abilio Diniz, ex-dono do Grupo Pão de Açúcar (GPA) e acionista do Carrefour global e da BRF. Os dois megainvestidores acreditam que a rede pode se tornar uma das maiores do País, uma vez que esse mercado é pulverizado.Para entender como esse segmento funciona, Abilio, Lemann e gestores da Innova fizeram, juntos, visitas a grandes redes de padarias na Califórnia. "Agora, as pessoas brincam sobre quando a rede de padaria vai atingir 5 mil unidades, uma cobrança de Abilio, e quando atingirá seu primeiro US$ 1 bilhão, uma meta de Lemann", disse um empresário à reportagem.Na trajetória de sucesso de Lemann, nem todos os investimentos foram bem sucedidos. Um desses casos é o da maior ferrovia do País, ALL (hoje Rumo-ALL), onde a "trinca" do 3G investiu quando ainda fazia parte da GP Investments.A mesma lógica de gestão foi usada no negócio, mas não deu os mesmos resultados, segundo fontes. Nos EUA, o 3G chegou a aplicar na CSX, do mesmo ramo, em 2007, mas acabou desistindo da empreitada em 2011, após não conseguir comprar o controle da empresa.DesafioQuando o investimento do Innova no Snapchat veio a público, em maio, o mercado se surpreendeu com a ousadia de Lemann. "O desafio de Lemann é transpor a filosofia de meritocracia e de corte de custos a uma empresa de inovação", diz a jornalista Cristiane Correa, autora de 'Sonho Grande', que conta a trajetória do trio Lemann, Marcel Telles e Beto Sicupira.Para Sérgio Lazzarini, professor do Insper, o corte de custos é mais empregado em empresas maduras da economia real. "Já a meritocracia se aplica perfeitamente a uma empresa como a Snapchat. Nesses casos, o incentivo a quem traz inovação e novas ideias são participações na própria empresa." Procurados, Lemann e Innova não quiserem se pronunciar. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.Fonte: Pequenas empresa e grandes negócios

54 horas para criar uma startup: como tirar uma ideia do papel em um final de semana

Em 54 horas, participantes formaram equipes, criaram modelos de negócios, programaram, desenharam interfaces e validaram a ideia no mercado

54 horas para criar uma startup: como tirar uma ideia do papel em um final de semana Cristiano Estrela/Agencia RBS
A construção coletiva é a marca do evento, que acontece periodicamente no Estado e se repete em 800 cidades do mundoFoto: Cristiano Estrela / Agencia RBS
Falta de tempo não é desculpa para tirar do papel uma ideia de negócio. Quem comprova a afirmativa são os 140 participantes do Startup Weekend Women, evento de imersão na cultura empreendedora que aconteceu no último fim de semana em Florianópolis. O encontro promete incrementar o ecossistema inovador em Santa Catarina, que já conta com 232 startups, duas aceleradoras, 18 incubadoras, seis espaços coworking e seis investidores, conforme o Mapa Startup SC.Com a mão na massa — ou melhor, no computador —, profissionais de Business, Desenvolvimento de Software e Design uniram-se em grupos para criar 14 startups em somente 54 horas nas instalações do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) na Capital. As premiadas (veja lista abaixo) demonstram que transpiração é mais importante que inspiração.Na sexta-feira, 54 ideias foram apresentadas oralmente em um minuto. Depois, uma votação decidiu quais delas seriam desenvolvidas. Já com os times de até 10 participantes estabelecidos no sábado pela manhã, era chegado o momento de validar os problemas, propor soluções e criar modelos de negócio junto ao mercado — etapas que ainda envolvem programação e design dos projetos. A apresentação em três minutos para empreendedores da região, que escolheram os vencedores, encerrou a programação do evento, cujo formato foi berço para empresas como o aplicativo Easy Táxi.Educação empreendedoraApesar dos cases de sucesso também existentes em Santa Catarina, como as joinvilenses Meus Pedidos — solução de vendas para representantes comerciais, indústrias e distribuidoras — e Conta Azul —  programa de gestão financeira empresarial, a passagem pela jornada de aprendizado "zero to hero" é o verdadeiro objetivo do gestor de projetos do Sebrae responsável pelo evento e pelo programa Startup SC, Alexandre Souza.— Somente 12% das ideias apresentadas aqui são levadas adiante, mas isso não é o mais importante. Nosso objetivo é a educação empreendedora na prática — justifica.A empreendedora Rayanny Nunes, que criou a Klipbox — ferramenta de clipping online —  a partir de um Startup Weekend e apresentou a última edição na Capital catarinense, acrescenta a construção de times sólidos como outro aprendizado, mais importante que as próprias ideias "pivotadas".— Esqueçam o termo CEO [Chief Executive Officer, que significa diretor executivo]! Aqui, nós vestimos todos o mesmo chapéu — brinca a nordestina.Uma das participantes, Inara Oliveira, aprova a proposta. A principal dificuldade encontrada por ela foi a de monetizar o negócio pré-estabelecido.— Por esse motivo nossa ideia deixou de ser tão social, como inicialmente previsto, mas mantivemos a sociabilização — explica a profissional formada em Marketing, que desenvolveu em grupo o Hey Ho, um aplicativo para conectar pessoas e vender ingressos coletivos de eventos.Projetos vencedores1º lugar: Cuide Bem, aplicativo para ajudar os profissionais cuidadores, que emite alertas de medicamentos e consultas médicas, por exemplo.2º lugar: Conexão Liberdade, plataforma marketplace na qual o grupo produtivo, obedecendo o critério principal de ser composto de membros em situação de cárcere penitenciário ou egressas, faz seu cadastro e monta sua loja com fotos, descrição e preço dos produtos.3º lugar: Homie, solução para facilitar a divisão das contas familiares ou de quem compartilha casa/apartamento.Menção honrosa: Lilith, aplicativo para casais liberais que buscam sexo em grupo.As outras 10 startups apresentadas podem ser acessadas neste link.Iniciativa para incentivar participação das mulheres Mulheres correspondem somente a 25,5% do empreendedorismo na área de Tecnologia da Informação em Santa Catarina, conforme dados da Associação Catarinense das Empresas de Tecnologia e da Neoway. Na Grande Florianópolis, a taxa é ainda menor: 23,4%. Os dois recortes mostram que a região está, inclusive, abaixo da média nacional de protagonismo feminino em empresas, que não ultrapassa os 26,5%.A fim de tentar incentivá-las, oito edições do Startup Weekend voltadas às mulheres, como a que aconteceu em Florianópolis, estão previstas no Brasil e outras 61 no mundo. Nesses encontros, a meta é preencher 75% vagas com mulheres e 25% com homens — exatamente o contrário do que normalmente acontece em eventos da comunidade empreendedora.Elas não devem temer o erro, tendo em vista que o aprendizado também está na falha, conforme lembra um dos facilitadores do evento em Santa Catarina, Eduardo Mattos, que também é diretor e investidor-anjo da Iluminas e do SmartMob Coworking.— Invertemos essa lógica para que elas se sintam confortáveis em participar sempre, até que essas edições específicas não sejam mais necessárias e tenhamos participações igualitárias.O objetivo foi, inicialmente, cumprido. Elas foram maioria de público, pitches e pódio.— A equipe vencedora é composta exclusivamente por mulheres, isso é inédito — comemorou no palco a coordenadora regional do Sebrae em Florianópolis, Soraya Tonelli, que participa da Rede de Mulheres Empreendedoras.O Startup Weekend: é uma rede global de líderes e empreendedores de alto impacto que tem a missão de inspirar, educar e capacitar indivíduos, equipes e comunidades. Mais de 8 mil startups foram criadas nos eventos realizados em cerca de 100 países.Fonte: A Notícia 

Inventores criam sistema de ar condicionado individual para escritórios

Produto visa elevar o conforto e a produtividade em ambientes corporativos

unnamed
Recentemente, uma pesquisa conduzida pela Universidade de Maastricht comprovou que a percepção de homens e mulheres para a temperatura ambiente está relacionada com o corpo a taxa metabólica de cada gênero. As mulheres por terem um corpo menor e uma taxa metabólica mais lenta geram 35% menos calor ao ambiente do que seus colegas, resultado, sentem de fato mais frio. O cálculo da temperatura ideal para ambientes coletivos hoje ainda usa dados de um estudo da década de 1960, quando os escritórios eram majoritariamente ocupados por homens. Para atender às particularidades de conforto de todos os usuários, os inventores Fernando Dondeo, Arthur Sakamoto, Fabíola Moltene e Guilherme Gomes, afiliados à Associação Nacional dos Inventores (ANI), criaram o “dispositivo direcionador de ar condicionado diferenciado individual”.
O produto funcionará por meio de difusores que podem se movimentar para todos os lados, abrindo e fechando, similar ao existente em veículos. “A proposta é ser algo simples em que uma peça se conecta com outra, como um ‘Lego’. A ideia é obter um resultado harmonioso e ao mesmo tempo funcional para quem deseja uma maior intensidade de fluxo de ar direcionado para si”, explica Fernando. Os dutos que alimentam o sistema serão conectados vertical ou horizontalmente a uma saída principal de ar condicionado no ambiente.O“dispositivo direcionar de ar-condicionado diferenciado e individual” foi desenvolvido de modo a atender os requisitos necessários para adquirir pontos para a certificação LEED em Green Buildings, pois promove a redução do consumo de energia e maior qualidade de convivência e bem-estar dos ocupantes dos espaços coletivos. O público-alvo deste invento são empresas de engenharia e arquitetura, fabricantes de móveis e de ar condicionado.“A inspiração surgiu quando comecei a perceber, em pleno século 21, a quantidade que ainda reclamam da dificuldade em viver em ambientes coletivos por conta do ar gelado demais ou quente demais. Era muita tecnologia para pouca solução”, avalia Fernando.O “dispositivo direcionador de arcondicionado diferenciado e individual” já está registrado junto ao INPI (Instituto Nacional de Propriedade Industrial) e, atualmente, Fernando, Arthur, Fabíola e Guilherme buscam investidores para viabilizar a produção e venda do produto, seja por meio da venda da patente ou do seu licenciamento.Fonte: Empreendedor

Itaú é o primeiro grande banco brasileiro a permitir abrir conta pelo celular

 ItaEm breve, ir pessoalmente ao banco para abrir uma conta corrente poderá ser coisa do passado. Isso porque o Itaú lançou nesta semana o Abreconta, um aplicativo que permite ao usuário criar uma conta pelo smartphone, sem precisar ir até a agência. O Itaú é a primeira instituição bancária a lançar esse tipo de serviço no Brasil.Para iniciar o processo, o correntista deve enviar fotos do documento de identificação (RG, Carteira Nacional de Habilitação ou Registro Nacional de Estrangeiros) e comprovante de residência, sendo que ambos podem ser capturados com a câmera do próprio celular. O app também pede que o usuário tire uma selfie num lugar bem iluminado, e a senha de seis dígitos para acessar a ferramenta online ou fazer saques nos caixas eletrônicos também é criada pelo telefone móvel.De acordo com Marco Bonomi, diretor geral de varejo do Itaú, o Abreconta, por enquanto, está disponível apenas para iPhone, mas uma versão para Android será lançada nas próximas semanas. O executivo também disse que testes prévios já foram feitos com um grupo de clientes e que os resultados foram positivos - por isso o aplicativo chega agora em sua versão final para aqueles que desejam abrir uma conta corrente de forma 100% online. Além disso, Bonomi afirmou que operações junto a clientes digitais, captados nas agências bancárias, já respondem por 45% do resultado do varejo do Itaú.O segmento é o principal gerador de lucro do banco. "De 60% a 65% do resultado do Itaú", destacou o diretor. Ainda neste ano, o Bradesco também deve lançar um sistema para abertura de novas contas pela internet, sem a necessidade de ir até uma agência. Em junho, o programa entrou em fase piloto, mas ainda não há uma data de lançamento confirmada. Bancos menores, como o Original e o Intermedium, já oferecem esse tipo de serviço no Brasil, e vão além: não há agências físicas, pois tudo é feito no digital. Mais facilidade A possibilidade de abrir uma conta pela internet é efeito de uma resolução aprovada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) em abril.Hoje, alguns bancos já permitem que seus futuros clientes preencham um formulário na web com todos os documentos exigidos no processo, mas mesmo assim os usuários precisam ir até a agência para assinar a papelada e concluir a operação. A diferença é que, graças a autorização do Banco Central, tudo isso agora poderá ser feito virtualmente, sem sair de casa. As regras valem tanto para novos clientes quanto para aqueles que já abriram uma conta pessoalmente em seus bancos.Também é importante destacar que as demais regras para a abertura de contas bancárias continuam valendo, como veracidade da situação cadastral, regras sobre tarifas, fornecimento de informações, adequação de produtos e serviços financeiros, além da prevenção de lavagem de dinheiro e terrorismo. Embora seja algo opcional, a abertura de contas pela internet ainda deve atender medidas de segurança para verificar a identidade dos clientes e evitar fraudes. Segundo o BC, isso poderá ser feito por meio de reconhecimento de imagem e de voz, ou ainda pelo envio de fotos e uso do certificado digital. Os bancos também poderão verificar há quanto tempo o solicitante tem seu e-mail ativo.Fonte: Canaltech 

Startup recebe R$ 4 mi com tecnologia voltada a gestão de cobranças

Asaas desenvolveu uma ferramenta que permite a autônomos, MEIs e microempresas a geração de boleto em 30 segundos, antecipação de recebíveis por boleto e gerenciamento de cobranças

empreendedor-digital-658x398
Como está a gestão de cobranças do seu pequeno negócio? Está precisando antecipar recebíveis para cobrir faltas no fluxo de caixa no início do mês? É autônomo e tem dificuldade de preencher os requisitos exigidos pelas instituições bancárias? Essas perguntas, que atormentam a rotina de muitos empreendedores, são a base da solução criada pela startup catarinense Asaas.Pensando em um público que não costuma trabalhar com gestão de cobranças, a Asaas desenvolveu uma ferramenta que permite a profissionais autônomos, MEIs e microempresas a geração de boleto em 30 segundos, antecipação de recebíveis por boleto e gerenciamento de cobranças, sem complicações e exigências bancárias, como contratos e carteiras de cobrança, por exemplo.A empresa entra, portanto, no radar de Fintechs brasileiras e se completa com outras diversas ferramentas inovadoras do segmento. “Quando falamos do impacto do sistema financeiro em pequenas empresas, é comum pensarmos em altas taxas e procedimentos burocráticos, fatores que afastam as PMEs e profissionais autônomos dos serviços tradicionais. Mas foram as parcas possibilidades para pequenos negócios que impulsionaram a criação da empresa”, destaca Piero Contezini, CEO do Asaas.Atualmente, o sistema Asaas transaciona aproximadamente R$ 2 milhões por mês para uma base de cerca de mil usuários ativos. A expectativa é fechar o ano com R$ 30 milhões em transações, volume cinco vezes maior que em 2014.Desde o lançamento da startup, em dezembro de 2013, o sistema já recebeu investimentos de quase R$ 4 milhões. O último aporte recebido foi no valor de R$ 2 milhões, do fundo Cventures Primus.Segundo Contezini, o valor será aplicado principalmente em ações de marketing e contratação de profissionais para atuarem no comercial da empresa, além dos investimentos em Pesquisa e Desenvolvimento de produto.O Asaas é uma spin-off da empresa Informant, que também deu origem à Conta Azul, também com sede em Joinville. O sistema permite que o usuário gere, sem cadastro prévio, um boleto em apenas 30 segundos e funciona no formato pague-pelo-uso – o usuário pode optar pela assinatura de planos que tornam o serviço mais barato em grandes volumes.O sistema também gera comodidade para quem paga pelos serviços, já que o código de barras é enviado automaticamente por e-mail e SMS e o Asaas conta com diversas formas de pagamento, como o serviço de carteira virtual MasterPass.Na antecipação de recebíveis por boleto, o cliente seleciona se quer receber o valor do boleto no dia da geração da cobrança – via Asaas – ou na data do pagamento. Os valores a serem antecipados e as taxas cobradas pelo serviço variam de acordo com o perfil do cliente, porém a ideia é: quanto maior a movimentação, menores as taxas.O segmento fintechO Brasil já conta com mais de 80 startups de fintech, segundo o radar fintechlab atualizado em setembro de 2015. Essas empresas se dedicam a facilitar diversos tipos de operações financeiras, como conta corrente, empréstimos, cartões de crédito, gestão de cobranças e seguros.Em um contexto mundial, as fintechs estão ganhando cada vez mais espaço nas publicações especializadas. Já em maio deste ano, o jornal britânico The Economist anunciava uma revolução com o crescimento das fintechs em todo o mundo. Revolução esta que, segundo o banco norte-americano Goldman Sachs, pode tirar US$ 4,7 trilhões do sistema financeiro já estabelecido e lucrar até US$ 470 bilhões no mundo todo.Fonte: Empreendedor

Laboratório oferece solução inovadora para doenças raras

Alysson_Muotri_Tismoo_m (1)

Primeiro laboratório no mundo exclusivamente dedicado a análises genéticas, com foco em perspectivas terapêuticas personalizadas para o Transtorno do Espectro do Autismo (TEA) e outros transtornos neurológicos de origem genética, Tismoo surge como uma solução inovadora para o mercado de doenças raras.Por meio de uma medicina personalizada, a startup pretende atuar como solução para minimizar o impacto econômico do TEA , número que, só nos Estados Unidos, já atingiu em 2015 o valor de US$ 268 bilhões. Estes são dados do estudo publicado no Journal of Autism and Developmental Disorders, que analisou o impacto econômico do tratamento e cuidado de indivíduos com autismo.O estudo, primeiro no mundo a avaliar com grande profundidade o custo desta condição, revela também que as despesas vão muito além dos medicamentos, abrangendo a educação especial, os serviços médicos e não-médicos, os cuidados residenciais e, inclusive, a perda de produtividade dos pais e dos indivíduos com autismo.Para Alysson Muotri, considerado atualmente um dos maiores especialistas em autismo no mundo e um dos cientistas fundadores da Tismoo, após o desenvolvimento do Valium, nos anos 70, e do Prozac, nos anos 90, a indústria praticamente parou de investir no desenvolvimento de novas drogas para transtornos desse tipo.Segundo o cientista, esses são dados extremamente preocupantes, ainda mais se considerarmos que a estimativa é que uma em cada quatro pessoas no mundo desenvolverá algum tipo de transtorno neurológico durante a vida. “A Tismoo, por meio do que chamamos de medicina personalizada, vem dar uma chacoalhada nisso tudo. Com base na individualidade genética do indivíduo, nossa equipe busca pistas para um potencial tratamento mais adequado, escapando dos tratamentos tradicionais, que não necessariamente são eficazes para todos”, diz.A ideia da startup brasileira é recriar em laboratório as etapas do desenvolvimento neural a partir de células do próprio paciente – são os minicérebros, capazes de capturar o material genético de cada indivíduo. A partir daí, usando tecnologias extremamente modernas para edição do genoma humano, o que a Tismo fará é investigar como uma mutação do indivíduo causa um quadro clínico específico e, assim, buscar novas formas de reverter o processo. “A grande vantagem desse tipo de processo é que começamos a abrir uma possibilidade viável para o teste de fármacos sem que se tenha que usar o próprio paciente como cobaia: usando esses minicérebros é possível variar os tipos e as quantidades de medicamentos e, assim, encontrar um tipo de tratamento mais adequado para cada indivíduo”, complementa Muotri. www.tismoo.com.brFonte: Empreendedor 

EMPRESA CRIA TECNOLOGIA PARA ACABAR COM ATESTADO MÉDICO FALSO

Fim dos atestados falsos: tecnologia foi criada por brasileiros (Foto: pixabay.com)
Quando um trabalhador adoece e precisa comprovar ao chefe que, de fato, esteve impossibilitado de cumprir expediente, o atestado médico é a solução mais procurada. Mas as frequentes fraudes envolvendo a emissão de documentos acabam por comprometer a confiança nessa prática. Basta fazer uma rápida pesquisa na internet com palavras-chave  relacionadas que surgem uma série de exemplos. Levantamento feito no Distrito Federal em 2014 aponta que por lá são gastos R$ 427 milhões todos os anos com servidores por conta de afastamentos. O chamado índice de absenteísmo-doença, em âmbito nacional, é de 37%.
De olho na fragilidade desse sistema, o médico Eduardo Pires (foto) fundou, junto ao sócio Eric Milfont, a Atestados.Med.br, startup impulsionada pelo Porto Digital para trabalhar em várias frentes: pacientes, profissionais de saúde, empresas, instituições e governos. Antes de ter lançado a empreitada no mercado, Eduardo destaca o período de incubação como imprescindível para o amadurecimento da ideia. “Durante o processo de incubação, que durou 18 meses, participei de diversos treinamentos e cursos. Um deles foi o Empretec, realizado pelo Sebrae em parceria com o Porto Digital. Foi um divisor de águas”, disse.
Eduardo Pires, médico e cofundador da startup (Foto: Agência Sebrae de Notícias)
A ideia surgiu em 2011. Em 2013, a startup já estava formada. Hoje, a Atestados atende pelo nome Global Safe Med, uma sugestão recebida pelos mentores do Vale do Silício, nos Estados Unidos. “Passamos uma temporada por lá e eles nos sugeriram um novo nome, que atendesse a uma demanda mundial. Daí fizemos a modificação”, destaca Eduardo.Como funcionaTodo o processo é feito através de um aplicativo. O usuário cria um perfil na página, de acordo com sua necessidade. Ao receber um paciente e comprovar sua enfermidade, o profissional de saúde emite o atestado, utilizando seu registro no órgão oficial. A empresa associada recebe o documento via e-mail, no qual consta um código de barra (QR Code) que comprova sua autenticidade.Médicos e outros profissionais possuem senha individual para o site. Os dados gerados são reunidos e ajudam ambos os lados: o paciente, que terá um histórico próprio, e a empresa, que tem acesso a gráficos e informações detalhadas. “A empresa poderá entender melhor os afastamentos e mover ações corretivas ou preventivas. Por exemplo, se muitos colaboradores estão se ausentando em função de alergias ou Lesões por Esforço Repetitivo (LER), será possível implantar melhorias no ambiente de trabalho com ganho na produtividade e diminuição do absenteísmo”, explica.Os dados coletados, da mesma forma, servem como base para órgãos públicos realizar previsões de epidemias. Segundo Eduardo, o app consegue gerar informações úteis à vigilância sanitária, como ocorreu com o diagnóstico do primeiro caso de caxumba na Região Metropolitana do Recife (RMR), também conhecida como papeira, doença que se espalhou em diversos estados, como São Paulo, onde acometeu 346 pessoas. “Com o mapeamento rápido e eficaz desses males, governos podem antecipar medidas preventivas e quem sabe evitar surtos de doenças. O aplicativo gera relatórios online e otimiza o gerenciamento da saúde de empregados e da população em geral”, aponta.Com pouco tempo de existência, a empresa já detém números bem saudáveis: quase 22 mil usuários, 2.385 profissionais de saúde associados e está perto de chegar à marca de 13 mil atestados emitidos. Em 2014, o empreendimento foi reconhecido como Melhor Empresa de Saúde na Campus Party, edição Recife.Fonte: Pequenas empresas e grandes negócios

CANAIS DE VENDA ONLINE