Franquia de SMS oferece fácil gestão online e bom lucro

SMS Digital oferece modelos a partir de R$5 mil que podem ser administrados direto do computador de casa

Man in home office using computer and smiling
O avanço da tecnologia possibilita o desenvolvimento e facilita a comunicação e o relacionamento interpessoal. A questão é item crucial em muitas áreas, e no que diz respeito aos negócios também. O paradigma do empreendimento tradicional preso a um espaço físico relacionado a imagem do trabalhador diante de uma mesinha de escritório foi quebrado há muito tempo.
Enfrentar o trânsito, bater ponto, qualidade de vida sacrificada é uma realidade vista com outra perspectiva devido às oportunidades que esse avanço desencadeou. Empreendimento online é um exemplo disso. A forma de trabalho a cada dia se torna mais convencional e opção de muitos brasileiros que querem evitar as mazelas do dia a dia.Negócios dirigidos de forma online são favoráveis no Brasil. Para se ter uma ideia, de acordo com a E-Bit (empresa especializada em informações de comércio eletrônico), o setor movimentou em 2014, R$35,8 bilhões. Já em 2015, os valores alcançaram um faturamento de R$41,3 bilhões, atingindo um crescimento de 15,3% em relação ao ano anterior.Os gêneros que permeiam esse cenário são abundantes, são muitas as oportunidades. A SMS Digital é exemplo da tecnologia. A rede de franquias, assim como o nome sugere, trabalha com o disparo de SMS, ou seja, a franquia divulga informações de cunho publicitário, entre outros, por meio de uma mensagem que chega até o celular de qualquer pessoa.O franqueado encontra no portal da franquia uma área especifica pra ele. Essa é simples e de fácil acesso! Com acessibilidade clara e simples, sua potencialidade é muito eficaz. A plataforma possui capacidade para enviar milhões de SMS por dia e disponibiliza relatórios online para todas as operadoras do Brasil. Só basta estar conectado à internet e em menos de dois minutos é possível se comunicar com toda a carteira de clientes.De acordo com o diretor executivo da franquia, Kawel Lotti, os envios podem ser efetuados até mesmo pela integração com qualquer sistema (webservice). “Seu uso é simples, com personalização das mensagens, importação de arquivos em vários formatos, envios imediatos ou agendados na data e hora da escolha do cliente, com a gestão completa dos envios”, explica Kawel.“Lucrando na sala de casa”E de onde conduzir os trabalhos? Tudo pode ser feito direto do computador de casa. Adotando o modelo home office, a SMS Digital propõe dois tipos de modalidades: a Franquia Home Office e a Franquia Home Office Light. A primeira exige um investimento inicial de R$15 mil, já a segunda R$5 mil.– Franquia Home Office: O empreendedor pode formar uma equipe comercial de até 4 vendedores com login para utilização do portal e recebe o suporte e enxoval compatível. Nessa modalidade ele tem exclusividade de atuação em divisão territorial a cada 100 mil habitantes. Retorno do investimento em aproximadamente 12 meses. O faturamento médio mensal é de R$ 8 mil.– Franquia Home Office Light: O empreendedor pode ter mais um vendedor com login para utilização do portal, e recebe o suporte e enxoval compatível. Nessa modalidade ele tem exclusividade de atuação em divisão territorial a cada 50 mil habitantes. Retorno do investimento em aproximadamente 6 meses. Já este atinge o faturamento médio mensal de R$6 mil.Mas o diretor conta que é necessário ter alguns cuidados básicos para atingir o sucesso. Um dos maiores riscos que o empreendedor pode cometer trabalhando em casa é misturar a rotina do trabalho com as rotinas do lar. “Há quem peça auxílio de familiares para a execução de algumas tarefas do trabalho como atender ao telefone.  Esse que é também um erro; utilizar o mesmo número telefônico de casa para falar com os clientes. Esses erros podem e devem ser evitados quando o franqueado encara o home office como um escritório mesmo. Pode até estar junto ao seu lar, mas a empresa deve ser separada da rotina dela”, explica.Além disso, o franqueado precisa fazer o contato presencial para conquistar o cliente. “É missão do franqueado atuar na prospecção e atendimento dos seus clientes, nesse caso ele precisa ter disciplina para fazer no mínimo quatro visitas por dia para gerar bons negócios e resultados”, relata Kawel.Poderoso SMSA forma de trabalho já agrada muitas pessoas, a aceitação do mercado diante do método, satisfaz muito mais, sendo classificada por especialistas como tendência para este ano e para os próximos. Segundo a Nielsen, o Brasil já possui 68,4 milhões de usuários mobile, sendo que 51% é público feminino e 49% público masculino. A faixa etária que mais utiliza smartphones e tablets está entre 18 e 49 anos, representando 73% do total de usuários. Resumindo, existe o público, e o processo é irreversível. O público que faz uso do SMS Marketing, tem muito a ganhar com isso.Mensagens de todos os tiposA aposta para aumentar a proximidade do cliente com o público e fomentar as vendas, é oferecido de diversas formas pela SMS Digital.  A pioneira no setor, oferece três opções de serviços:Começamos pelo SMS Corporativo. Esse serviço é destinado para o envio de informações como felicitações, agradecimentos, convites, cobranças etc.Já o SMS Marketing, é indicado para realizar a divulgação de ações promocionais e campanhas de marketing como alertas de ofertas, cupons de descontos e lançamentos.E por fim o SMS Radar! Este é designado para a realização de pesquisa personalizada de satisfação com relatórios gráficos online e aplicações coletivas e individuas. A franquia é a única que presta esse serviço no mercado.Fonte: Empreendedor

Grupo de Joinville vai ajudar pessoas com deficiência auditiva a usar celular

Projeto Listen foi o vencedor do Startup Weekend realizado no último final de semana

Grupo de Joinville vai ajudar pessoas com deficiência auditiva a usar celular Max Schwoelk/Divulgação
Grupo que idealizou o projeto comemorou bastante o resultadoFoto: Max Schwoelk / Divulgação
Claudine Nunes
A ideia vencedora do Startup Weekend, evento de empreendedorismo que ocorreu em Joinville no fim de semana, promete resolver um problema que afeta diretamente a qualidade de vida das pessoas com deficiência auditiva: a dificuldade de se comunicar ou ouvir música pelo celular.O aparelho auditivo não é capaz de vencer o desafio porque provoca interferência, gerando um ruído que impede a comunicação.O projeto Listen, como foi batizado, consiste no desenvolvimento de um aplicativo que combina duas ações, o teste audiométrio para aferir a perda auditiva do usuário (que vai estar sem aparelho), e o ajuste automático das configurações do celular para compensar a perda.O ajuste caberá a um equalizador, que vai aumentar a frequência dos sons que a pessoa não consegue ouvir. Um dos integrantes da equipe, Sandro Wiggers, explica que já existem aplicativos capazes de realizar o teste de audiometria, liberando sons aos poucos até o volume em que a pessoa não escuta, contudo, nenhum oferece a solução, diz ele.O projeto Listen conta com dez integrantes, entre desenvolvedores, designers e engenheiros. Um deles tem 60% de perda auditiva e possui mais dificuldade para escutar agudos. Ele foi o autor da ideia e ajudou a testá-la também.Para fazer a simulação, a equipe utilizou um equalizador de som de um computador. Acima de 8 mil hertz, ele não conseguia ouvir. Após os ajustes, passou a identificar os sons.Durante a fase de validação, uma das dinâmicas do evento realizado na Associação Empresarial de Joinville (Acij), a solução foi testada em outras três pessoas com deficiência auditiva, e todas tiveram sucesso. Uma delas, era uma criança de cinco anos. Sandro disse que a menina ficou tão empolgada que prometeu dar metade da mesada pela solução.O grupo vai desenvolver o aplicativo para smartphones com sistema Android utilizando linguagem de programação Java. Para isso, vai usar o espaço colaborativo de trabalho e o apoio de um mentor, ambos recebidos como parte da premiação da ideia campeã. A equipe também vai procurar apoio financeiro para viabilizar o trabalho dos profissionais.De lanterninha a campeãoUma das contribuições mais importantes que os participantes do Startup Weekendrecebem é a mentoria de um empreendedor experiente. Ela foi determinante para transformar o grupo que estava em último lugar em vencedor.O mentor do grupo campeão foi Piero Contezini, CEO da startup Asaas, intermediadora de pagamentos pela internet para microempreendimentos.Ele conta que o grupo estava em último lugar porque havia apresentado inicialmente outro projeto, um aplicativo para resolver filas em restaurante. O mentor ajudou a equipe a perceber que a fila era um sintoma da falta de processos eficientes do estabelecimento e não o problema em si. O teste de validação também mostrou que as pessoas não estavam dispostas a pagar por um aplicativo para isso.– Problemas envolvendo filas e baladas são frequentes nas edições do Startup Weekend, pois os jovens se deparam com eles no dia a dia, mas, em Joinville ficamos felizes pois só aquele grupo havia trazido este tipo de ideia. O nível foi muito bom, com a apresentação de grandes problemas da sociedade – conta Piero.O mentor desafiou a equipe a encontrar problemas mais importantes que aguardavam solução. Foi quando um dos integrantes relatou sua dificuldade de comunicação por conta da interferência do aparelho auditivo no celular. Bingo! Em menos de 48 horas, o grupo acertou o passo e construiu um projeto que encheu os olhos de todos.A equipe tem muito trabalho pela frente, como registrar a ideia, verificar se existe patente, checar a viabilidade econômica do negócio e conseguir apoio financeiro para tocar a ideia. Se tudo der certo, a meta é concluir o aplicativo no período de seis meses.

Fonte: A NOTÍCIA


3 estratégias para chegar ao consumidor mobile

As franquias podem alcançar o cliente por meio do celular, mas precisam se preparar e treinar os franqueados

Aplicativos, iPhone, Smartphone (Foto: Pexels)
O consumidor está cada vez mais móvel: ele quer ter no smartphone a possibilidade de falar com as marcas e contratar serviços. As franquias podem – e devem – aproveitar essa tendência. Mas, antes, devem preparar a sua interface com o consumidor, seja por um site responsivo, seja por um aplicativo. E, claro, treinar o franqueado. Ele será o ponto de contato com o cliente final. Essas estratégias foram apresentadas na 56a Convenção da IFA (International Franchise Association), que ocorre em San Antonio, no Texas.
1. Tenha um site responsivo
A sua página tem de ser adaptada para quem está navegando no celular. Esse é o passo primordial. As franquias de serviços, como as de reparo domésticos e as de cuidadores de idosos, podem oferecer orçamentos e reservas pelo celular. “É muito diferente dos sistemas antigos. No esquema tradicional, o consumidor entra em contato pelo site e passa os dados para que o franqueado faça o orçamento”, diz Heather McLeod, diretora de marketing da rede de limpeza doméstica The Cleaning Authority. Ao estar no celular, seja com um site responsivo, seja com um aplicativo, a empresa aumenta a sua presença na vida do consumidor.2. Complemente o que a marca já faz Também na The Cleaning Authority, a estratégia digital é alinhada com a física. Ao mesmo tempo em que envia mala-direta pelo correio, a empresa programa anúncios de formato de banners que aparecem nos celulares dos clientes daquela mesma região. O CEP é utilizado para fazer o “casamento” entre a mala-direta e a publicidade mobile. “Dessa forma, a tecnologia amplia o alcance de algo que já era feito anteriormente”, diz Heather.3. Envolva os franqueados Os donos das unidades de franquia precisam estar alinhados no uso da tecnologia. Em algumas redes, os franqueados podem ter pouca familiaridade com tecnologia – e muito menos saber como operar Google Adwords, por exemplo. É aí que entra o treinamento, com webinários e atendimento in loco dos consultores de campo.Fonte: Pequenas Empresas & Grandes Negócios

Joinville ganha laboratório para análise de grandes bases de dados

Iniciativa vai impulsionar o conhecimento em um dos ramos mais promissores da computação

Joinville ganha primeiro laboratório para analisar grandes bases de dados Leo Munhoz/Agencia RBS Foto: Leo Munhoz / Agencia RBS
Laboratório dará suporte a pesquisas da Univille, UFSC e de outras instituições de ensino, e vai prestar serviço para empresas da região.
Em tempos de alta conectividade e com tantos dispositivos em operação, extrair informações e gerar conhecimento a partir das grandes bases de dados hoje disponíveis não seriam possíveis manualmente.Mas todos querem entender o comportamento do consumidor, dos eleitores e de outras camadas da população para tomar decisões mais precisas. Com a evolução tecnológica e as soluções em nuvem, as ferramentas de análise tornaram-se mais acessíveis para profissionais e empresas.Quem domina o conjunto de competências envolvidas, tem boas chances de se destacar nos negócios e no mercado de trabalho.Joinville não quer ficar de fora desta tendência e inaugurou, na noite desta quarta-feira, o seu primeiro Laboratório de Mineração de Dados, que vai funcionar dentro do Perini Business Park, no distrito industrial.O laboratório é do Parque de Inovação Tecnológica de Joinville e Região (Inovaparq), e foi concebido em parceria com o Instituto Miguel Abuhab (aceleradora de desenvolvimento de startups) e com a empresa LoveData, que representa a norte-americana Tableau, bastante conhecida no ramo por ser uma das líderes mundiais de software de apresentação de dados.Com investimentos de R$ 60 mil, o laboratório dará suporte a pesquisas da Universidade da Região de Joinville (Univille), Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e de outras instituições de ensino, e vai prestar serviço para empresas da região, explica o gerente administrativo do Inovaparq, Marcelo Leandro de Borba.— A área de TI é uma das poucas não afetadas pela crise e as empresas buscam os profissionais mais qualificados. Por isso, ter acesso à tecnologia de ponta no laboratório, algo que só seria possível em grandes centros, é tão relevante para a Univille — comemora o chefe do departamento de Informática da Univille, Walter Coan.Segundo ele, a mineração de dados hoje faz parte de uma disciplina nos cursos de informática da instituição. Mas o conhecimento não se encerra na graduação, é preciso estar sempre se atualizando e buscando certificações, afirma.Na área de prestação de serviço, Coan observa grande potencial de atuação no mercado joinvilense, em virtude das bases de dados históricas das empresas, e destaca a contribuição que poderá oferecer, também, à tomada de decisão do poder público, que coleta grande número de informações.Fonte: ANotícia

Estratégia da BMW em Araquari é a longo prazo

Gerente sênior de comunicação corporativa da empresa no Brasil diz resultados do primeiro ano são satisfatórios e que investimentos previstos para a unidade catarinense terão continuidade
Estratégia da BMW em Araquari é a longo prazo, diz Vladimir Mello Divulgação/Grupo BMW Brasil
Mello ressalta que a fábrica de Araquari opera atualmente com 750 funcionários - Foto: Divulgação / Grupo BMW Brasil
A instabilidade da economia brasileira e a queda gradual do volume de vendas de todos os segmentos de veículos no País têm deixado muitos investidores cautelosos. Afinal, como continuar apostando em um País que vive uma grave crise política e econômica.Na última semana, durante o lançamento do novo BMW X1, em Barueri, na Grande São Paulo, a reportagem de Negócios & Cia. conversou com Vladimir Mello, gerente sênior de comunicação corporativa do Grupo BMW Brasil, para saber como a montadora alemã encara esse momento e de que forma isso impacta na produção dafábrica de Araquari, no Norte do Estado.Na avaliação de Mello, nada mudou no planejamento e não há qualquer indicativo de que irá mudar por causa da crise econômica brasileira. Prova disso é que a partir de março, a unidade começará a produzir a nova geração do X1, veículo que é um dos mais vendidos da marca no País. Confira a entrevista:Crise no setor – Passamos por um momento difícil e desafiador. Todos sabem que as vendas do setor no Brasil vêm caindo, embora o segmento premium tenha fugido um pouco dessa tendência. Se olharmos para o balanço de 2015, veremos que o resultado foi positivo, mas inferior ao que poderia ter sido. O fato é que essa situação de mercado e a desconfiança do consumidor impacta nas vendas. Para 2016, evitamos fazer previsões. O mercado está muito volátil com as altas do dólar e da inflação. Se fecharmos 2016 com os índices de 2015, estaremos satisfeitos. No ano passado, vendemos cerca de 17,8 mil veículos, sendo 2 mil Minis. Mantendo esse mesmo ritmo, o ano terá valido a pena.Risco de demissões – Em momento algum pensamos em reduzir o quadro de funcionários. Pelo contrário. Como a fábrica estava sendo implementada, procuramos justamente estruturar todas as unidades operacionais e fazer contratações para isso. Não tivemos nenhum tipo de demissão, nem medidas de contenção. Agora, estamos consolidando a instalação da fábrica, com cerca de 750 funcionários. É o que tínhamos previsto com base no volume de produção da unidade. Isto está bem equacionado.Investimentos na unidade catarinense – A BMW tem uma estratégia a longo prazo na fábrica de Araquari. O investimento feito – mais de R$ 600 milhões – não foi imaginado para um prazo de dois ou quatro anos, por exemplo, mas pensado em como posicionar a marca no Brasil daqui a 20 ou 30 anos. É normal que, alguns anos atrás, ninguém conseguisse prever essa volatidade que acontece na economia brasileira, especialmente nesse último ano. Mas a decisão de consolidar a produção no Brasil vai além do momento econômico do País.Segundo turno de trabalho – Hoje, a fábrica opera com apenas um turno de trabalho, mas tem capacidade para ampliar para um segundo e, eventualmente, um terceiro turno. Só que isso tudo depende da demanda. Neste momento, não justificaria implantar um segundo turno. O número de funcionários que a fábrica tem atualmente é suficiente. Certamente, se a demanda aumentar, poderemos adotar novas medidas e abrir mais vagas de trabalho.A fábrica de Araquari – Produzimos no ano passado, em Araquari, cerca de 11 mil veículos. Foi um ano bem importante, porque, além de consolidarmos a produção com cinco modelos – séries 1 e 3, X1 e X3 e Mini  Countryman –, desde o final de setembro, o projeto da fábrica está finalizado. Em setembro de 2014, começamos com a montagem e, um ano depois, implementamos os setores de carroceria e de soldagem. Portanto, esse número de unidades faz parte do processo natural de evolução da empresa. Não tínhamos a expectativa de produzir um volume muito grande no primeiro ano. A gente sabe o tamanho do segmento premium no Brasil. Seria ilusório imaginar que a BMW produziria mais unidades. Mas é natural que se espere e trabalhe para que, a curto prazo, tenhamos um cenário diferente e maior demanda pelos nossos produtos.Produção do X1 – O início da produção da segunda geração do X1 será importante porque se trata de um modelo de volume. Para se ter uma ideia do que isso significa, no ano passado, ainda com a geração anterior, ele representou entre 15% e 20% das vendas totais da BMW. Então, certamente esse novo modelo vem incrementar o nosso portfólio, o que é muito importante. Devemos produzir entre 200 e 250 unidades por mês da nova geração, a partir de março. O X1 – cujos preços vão variar de R$ 166.950 (versão de entrada) a R$ 199.950 (versão topo de linha) –, juntamente com o Série 3, são os nossos dois carros-chefe de vendas no Brasil.Fonte: Estratégia da BMW em Araquari é a longo prazo, diz Vladimir Mello - A Notícia

Startup de fidelidade hoteleira conquista usuários

Programa de fidelização de turistas tem atraído interesse de usuários finais e hotéis
hotelaria
Lançada em dezembro de 2015, a startup brasileira Allpoints – plataforma online de programa de fidelidade já possui cerca de 5 mil usuários cadastrados e  parcerias com grandes redes de hotelaria, como Blue Tree Hotel e Transamérica.O motivo da procura é a liberdade do programa de fidelidade, uma vez que os pontos acumulados nas hospedagens podem ser trocados por diárias grátis em hotéis, milhas aéreas ou produtos. A regra é simples: a cada R$ 1,00 gasto com hospedagem, o participante acumula 1 ponto. A partir de 3 mil pontos já é possível fazer o resgate na forma que achar mais interessante.De acordo com Marcelo Bicudo, CEO da Allpoints, em janeiro este número deve aumentar ainda mais. “Estamos fechando parceria com redes internacionais e em breve os nossos clientes poderão fazer a reserva em mais de 100 mil hotéis diretamente por meio do nosso site”.Embora a crise econômica não seja positiva para nenhum setor, Bicudo acredita que o programa de fidelidade da Allpoints seja uma alternativa para manter os setores de turismo e hotelaria aquecidos. “É uma alternativa para o consumo consciente, com benefícios reais e vantajosos para o cliente final”.Para participar do programa de fidelização, é preciso fazer um cadastro no site www.allpoints.com.br ou apenas se hospedar nos hotéis que são parceiros com o conceito Rewards by ALLPOINTS, que promovem benefício extras para os participantes do programa e facilitam a adesão enviando um email logo após o check-out do hóspede, para aderir ao programa e garantir a pontuação já na estada realizada.Acelerador de PontosQuem se cadastra no programa Allpoints conta com quatro categorias: Classic, Silver, Gold e Black. A regra é a mesma dos programas de fidelidade das Cias Aéreas: quanto mais o cliente se hospeda nos hotéis credenciados à Allpoints, mais acumula pontos e progride na categoria e desfruta de percentuais de bônus.  A diferença é o grande leque de opções oferecido pela Allpoints e a liberdade de ganhar sempre o mesmo ponto nas suas hospedagens.InvestidoresAtentos ao crescimento da startup 100% brasileira, a procura de joint ventures dispostas a investir na Allpoints também tem sido uma surpresa.“Como temos interesse em levar este plano de negócio para outros países, ter investidores conosco é bastante positivo”, diz Bicudo, que já prevê ter operar com investimentos externos até o final de março.
Fonte: Startup de fidelidade hoteleira conquista usuários - Empreendedor

Nasce uma nova Serasa? - Grandes bancos criam novo birô de crédito

Menos de três anos depois de se desfazer dos últimos resquícios da participação que detinhamNasce-uma-nova-serasa-grandes-bancos-criam-novo-biro-de-credito-televendas-cobranca Menos de três anos depois de se desfazer dos últimos resquícios da participação que detinham na Serasa Experian, empresa que se tornou sinônimo de informação sobre os maus pagadores no país, os grandes bancos brasileiros se uniram para criar uma nova companhia que vai, na prática, concorrer com sua antiga criação.Ontem, Banco do Brasil, Bradesco, Caixa Econômica Federal, Itaú Unibanco e Santander assinaram memorando de entendimento para constituir uma empresa gestora de inteligência de crédito, que vai reunir informações cadastrais de clientes pessoas física e jurídica, assim como dados sobre seus pagamentos feitos em dia e sobre seus calotes. Cada banco deterá 20% do capital e indicará o conselho da companhia, com executivos com dedicação exclusiva.O presidente da Federação Brasileira da Bancos (Febraban), Murilo Portugal, afirmou a jornalistas que o projeto permitirá redução da inadimplência e ampliação do crédito. Ele disse que também será uma forma de aumentar e qualificar a competição do mercado de fornecimento de informações de crédito, que tem hoje três grandes participantes: Serasa, Boa Vista Serviços e SPC Brasil.Com uma empresa própria, os bancos têm incentivos adicionais para fazer andar o projeto de criar um cadastro positivo no país, um banco de dados com informações de bons pagadores regulamentado em 2012. Em funcionamento desde agosto de 2013, essa base de dados conta com apenas 2,5 milhões de inscritos, quase nada quando comparada às quase 150 milhões de contas correntes que existem no Brasil. Não faltaram críticas aos bancos por falta de empenho em preencher essa base, embora Portugal afirme que as instituições financeiras estão comprometidas com o projeto e desenvolveram sistemas para tal.“Acreditamos que com o passar do tempo, o projeto vá diminuir os custos da má qualidade da decisão de ofertar o crédito. Nos Estados Unidos, a criação de mecanismos semelhantes levou a uma redução de inadimplência na ordem de 43%”, disse Portugal. Para ele, magnitude similar poderia ocorrer no país no longo prazo, sem especificar um período.Segundo Portugal, a capilaridade dos grandes bancos, somada à experiência na elaboração de modelos de risco de crédito, serão os diferenciais da nova empresa, que deve entrar em operação nos próximos quatro anos. Em 2016, os bancos vão desenhar o modelo de negócio da operação, que vai atender não só os sócios, mas também todo o mercado que demandar informações de crédito. O acordo de criação da empresa é não vinculante e precisa de aprovação regulatória.Não deixa de ser curioso que os bancos ergam uma empresa desse tipo pouco menos de uma década depois de iniciar a venda da Serasa, empresa que montaram em 1968. Os bancos venderam 70% da participação que detinham na Serasa para a Experian em 2007 por US$ 1,3 bilhão (cerca de R$ 2,3 bilhões na época). Em 2012, a empresa britânica exerceu o direito de comprar o restante e pagou R$ 3,1 bilhões (US$ 1,5 bilhão) para Itaú, HSBC, Bradesco e Santander.O Valor apurou que expirou em janeiro de 2014 uma cláusula de não-competição assinada pelas instituições financeiras.“Após a venda da Serasa, a legislação mudou, em especial no que diz respeito a responsabilidade legal pelo uso de dados. Foi criada, por exemplo, a figura da responsabilidade solidária e objetiva, além de novas possibilidades de coleta de dados, não só negativos [de inadimplência], como positivos também”, disse Portugal, lembrando que houve uma grande expansão do mercado de crédito. “Todas essas circunstâncias levaram os bancos a rever a posição que tinham sobre a indústria e decidiram ter novamente uma participação mais intensa nessa área”.Portugal afirmou que mais de 20 empresas, nacionais e internacionais, foram consultadas para fazer parte do projeto, incluindo a própria Serasa. A Febraban acabou contratando a LexisNexis para desenvolver o sistema.“Não haverá nenhum direcionamento dos bancos pela empresa da qual são proprietários. Eles vão continuar sendo clientes de várias empresas fornecedoras de informações de crédito”, afirmou Portugal. “O benefício principal para os bancos não vai ser economizar ou deixar de pagar tarifas às empresas que prestam esse serviço hoje, mas sim na redução da inadimplência”. Os demais bancos membros da Febraban serão convidados a se tornar acionistas.Fonte: Nasce uma nova Serasa? - Grandes bancos criam novo birô de crédito - Televendas & Cobrança

Bom momento para as empresas de tecnologia em Joinville

Em Santa Catarina, setor cresceu 15% no ano de 2015 oferecendo soluções para driblar a crise
Bom momento para as empresas de tecnologia em Joinville Leo Munhoz/Agencia RBS
CEO da startup Meus Pedidos, Tiago Brandis (dir) e diretor de marketing Rafael Trapp: expansão
Se para muitos empresários o ano de 2015 é para ser esquecido, este não é o pensamento dos empreendedores da Meus Pedidos, empresa de Joinville que desenvolve softwares e aplicativos de controle de vendas para representantes comerciais, distribuidores e indústrias.No ano passado, a startup recebeu mais de R$ 5 milhões em investimentos do fundo de capital de risco Monashees e da empresa de tecnologia norte-americana Qualcomm, a partir de sua representante em São Paulo.Foi o impulso que a startup precisava. No mercado desde 2011, a Meus Pedidos acaba de se instalar em um ambiente espaçoso no novo condomínio Edifício Auri Plaza Garden Joinville, no bairro Aventureiro, e deve contratar mais funcionários.De acordo com um dos sócios e CEO Tiago Brandis, a empresa terminou 2015 com 45 profissionais e vai dobrar este número em 2016. As contratações são para as áreas de vendas e marketing.— Estamos no momento de crescimento, de ganhar corpo, e estas áreas vão nos dar melhor desempenho — explica Brandis, já mirando as médias empresas.A empresa joinvilense conquistou uma base de 4 mil clientes no Brasil, a maioria de pequeno porte. Outro exemplo de startup de Joinville com bons resultados é a Asaas, que teve um crescimento de 400% no ano passado. A empresa promete uma solução rápida para gerar boletos online, e tem como público-alvo profissionais autônomos e micro e pequenos empreendimentos.Já a Agência Sys e a ContaAzul estão com algumas vagas abertas. Esta última com oportunidades que vão desde atendimento ao cliente a analista de dados.O que estas quatro empresas têm em comum é o fato de pertencerem a um setor que, em meio à crise, obteve expansão de 15% em Santa Catarina em 2015, duas vezes mais do que a média nacional, revelam os dados da Associação Catarinense de Tecnologia (Acate).O diretor financeiro da Acate, Daniel Leipnitz, é cauteloso ao falar sobre as perspectivas para 2016, em razão das incertezas políticas e econômicas, mas reconhece que o bom resultado do ano passado é atribuído a dois fatores: ao fortalecimento do setor ao longo dos anos, promovendo parcerias com empresas e entidades de classe e de fomento; e às soluções oferecidas para melhorar a qualidade de produtos e serviços das empresas em geral, justamente o que muitas estão buscando no momento de crise.— As organizações precisam de novas soluções que aumentem a produtividade, que façam mais com menos. E as empresas de nosso setor oferecem este tipo de solução, buscam resolver problemas e maximizar resultados — afirma.Leipnitz cita as empresas de segurança, de saúde e de educação como possíveis clientes, no entanto, quem trabalha com o poder público deve ter restrição de contratos novos em função do baixo investimento do governo daqui para frente, alerta o diretor da Acate.Potencial para empreenderAs empresas de tecnologia de Joinville cresceram em torno de 15% em 2015, acompanhando o desempenho estadual, segundo a Acate, e a cidade apresenta ambiente propício para o desenvolvimento de novas empresas.Joinville ficou em nono lugar na pesquisa nacional Endeavor Brasil das cidades empreendedoras, realizada com 32 cidades no ano passado. Aparece à frente de capitais como Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Brasília.No Estado, figura atrás de Florianópolis apenas, que é a segunda colocada no ranking nacional. O resultado da pesquisa não revela que Joinville tem muitos empreendedores, mas que a cidade apresenta potencial para abrigar negócios de sucesso, explica o coordenador regional da Endeavor, Henrique Tormena.Segundo ele, entre os fatores que mais influenciam positivamente está a infraestrutura, considerada a melhor do Estado e a terceira no índice geral. Já a capacidade de sediar grandes empresas favorece outro tópico, o da inovação, e a presença de companhias exportadoras revela que empreendedores podem buscar oportunidades de negócios ligados ao mercado internacional, já que há um ambiente estruturado em torno disso.— Todas as startups que estão obtendo sucesso têm influência de grandes empresas — diz Tormena.Joinville ainda não se destaca pela cultura empreendedora, algo mais evidente no Norte do País, por exemplo, ou no capital humano, indicador que observa percentual de adultos com ensino médio completo, nota média do Enem, taxa de matrícula, entre outros. E o maior gargalo encontra-se no ambiente regulatório, pelo tempo que demoram os processos, especialmente regularização de imóveis, abertura de empresas e taxa de congestionamento em tribunais.— O tempo de processo é onde a cidade mais peca, mas já há um movimento para melhorar este indicador — reforça o coordenador.
Fonte: Bom momento para as empresas de tecnologia em Joinville - A Notícia

Cartilha ensina a montar uma startup de sucesso

Publicação do Sebrae dá dez dicas para tirar ideias de negócios do papel e colocá-las em prática com mais chances de êxito
Agência Sebrae 29/01/2016

O mercado de startupsvem se desenvolvendo com rapidez no Brasil. De acordo com estimativas do segmento, há pelo menos 10 mil empresas nascentes atuando em diversas atividades, desde em economia criativa até saúde e educação. Embora seja um mercado promissor, que recebeu mais de R$ 700 milhões em investimentos no ano passado, é preciso ter em mente que uma boa ideia e disposição para colocá-la em prática não são suficientes para chegar ao sucesso.

É o que diz a cartilha formulada pelo Sebrae, que foi lançada durante a Campus Party São Paulo, que acontece até domingo (31), no Centro de Convenções do Anhembi. Com o título 10 Dicas para Tirar uma Ideia do Papel e Montar uma Startup de Sucesso, a publicação está disponivel exclusivamente pela internetaos cerca de 8 mil jovens e adultos que estarão acampados no Centro de Convenções do Anhembi. O material estará disponível também no site do Sebrae.

“A expansão da internet, os smartphones, dentre outros avanços tecnológicos, permitiram o surgimento de novos modelos de negócio e a entrada de mais jovens no mundo do empreendedorismo. Para se ter uma ideia, 53% dos empresários brasileiros têm entre 18 e 34 anos. São jovens cheios de ideias, que enxergam o mundo com outra perspectiva, mas que precisam ser orientados para terem mais chances de acertar. Essa cartilha vem para ajudar nessa tarefa”, afirma o presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos.

Trabalhar com temas com os quais tem afinidade, participar de eventos, ouvir a opinião de outras pessoas, incluindo clientes, são alguns pontos apontados como fundamentais pela publicação antes de abrir o negócio.

Em seguida, é necessário montar uma equipe multidisciplinar, em que cada sócio tenha expertises complementares. Isso vai facilitar os processos, afinal, ninguém é especialista em tudo e dividir tarefas com outras pessoas – comodesign, venda, administração e desenvolvimento – é o melhor caminho para uma empresa que está nascendo, muitas vezes, sem capital. Também é importante firmar um acordo por escrito entre os membros da equipe, para estabelecer obrigações e direitos e, dessa maneira, evitar prejuízos à empresa em caso de desistência de um dos membros.

A cartilha diz ainda que é importante estipular indicadores para medir os resultados alcançados e ter um plano para captar recursos. E, claro, impõe como regra “pensar grande”, mesmo que esse grande ainda pareça algo longínquo.

Atuação

O Sebrae atende startups digitais em todo o Brasil por meio de projetos compostos por ações de capacitação, inovação e mercado. Uma das estratégias é a participação em eventos do segmento, nos quais apresenta suaexpertise em preparar o empreendedor para transformar suas ideias em negócios.

A instituição também desenvolve soluções que possam atender às necessidades específicas das startups digitais, como metodologias de modelo de negócios e de desenvolvimento de clientes; apoia esse público com  serviços em inovação, tecnologia e educação financeira; e trabalha em parceria com parceiros a fim de buscar sinergias entre os assuntos.

Fonte: Cartilha ensina a montar uma startup de sucesso - Empreendedo

Google lança curso gratuito sobre aprendizado de máquina

Curso tem como meta ajudar com o aprendizado profundo, em especial o 'TensorFlow', software de aprendizado de máquina da companhiaNessa semana, o Google liberou um curso gratuito para explicar seus recursos em "deep learning", que integra grande parte de seus produtos.Disponível no site educacional sem fins lucrativos Udacity, a estimativa é que uma pessoa leve cerca de três meses para completá-lo se dedicar seis horas de trabalho na semana.Porém, caso você não tenha nenhuma noção de ciência da computação, pode ser um bocado difícil você se graduar no curso. Não se trata de um módulo para iniciantes, o foco é ajudar engenheiros e cientistas de dados a se familiarizarem com o aprendizado profundo, em especial o “TensorFlow”, o software de aprendizado de máquina do Google que se tornou aberto desde novembro do ano passado.Em um post no blog da Udacity, o principal cientista do Google, Vincent Vanhoucke, e principal instrutor do curso disse que o objetivo é tornar o aprendizado de máquina mais acessível.“Lendo os artigos mais populares na mídia a respeito do assunto, você pode pensar: o aprendizado profundo não é uma coisa como o Big Data? Eu preciso de fontes de computação do Google ou Facebook para tirar vantagem disso? Como uma pessoa da indústria que acidentalmente entrou para o aprendizado profundo enquanto trabalhava no Google Voice Search há apenas cinco anos, eu vi como nada pode estar mais longe da verdade", explica.O cientista aconselha ainda que interessados não precisarão de supermáquinas para seguir no mesmo caminho."Na época, eu não usava as milhares de máquinas do Google para iniciar com o aprendizado profundo: eu comprei um computador modesto com uma GPU”.
Ficou interessado? Para acessar o curso, clique no link.
Fonte: Google lança curso gratuito sobre aprendizado de máquina - IDG Now!

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