Aplicativo ajuda a encontrar a franquia ideal

“Tinder do franchising” mostra a franquia ideal de acordo com o perfil do usuário
O Match UP Franquias, aplicativo que conecta empreendedores a franquias de acordo com o seu perfil, auxilia quem quer montar uma empresa pelo sistema de franquia e também a franqueadores interessados em expandir, usando a mesma metodologia do famoso aplicativo de relacionamento Tinder.Lançado no ano passado, esse é o primeiro aplicativo do franchising no sistema Notifications Push (em tempo real) do Brasil. A missão do app é fazer o encontro filtrado do potencial franqueado com a franquia e vice-versa de maneira rápida e prática. O usuário preenche um formulário no qual descreve o tipo e segmento de negócio que está interessado e informa o valor que pretende investir, assim o sistema cruza o banco de dados dando ele um gama de franquias cadastradas no app, conforme seu perfil.Atualmente o app conta com mais de 5000 potenciais franqueados e mais de 250 franquias cadastradas, o fundador do aplicativo, Rafael Louzada, dedica esse sucesso pela facilidade de acesso as informações através do celular e a ferramenta ser um “somatizador” da expansão das redes cadastradas no app. “Levando em conta que o smartphone é o aparelho mais usado para acesso a internet por 36% dos brasileiros, isso facilita a vida dos empreendedores que buscam informações e novos negócios, o nosso aplicativo segue a tendência de ferramentas de “matching” para business”, afirma Louzada.Como Funciona:Para os franqueadores, após incluir o perfil da marca, terá acesso a potenciais franqueados de acordo com as características da franquia. Informações como logo, foto de capa, vídeo de apresentação, os dados como taxa de franquia, royalties, retorno sobre investimento… etc serão apresentadas. Outro fator interessante seria o investimento Min. e Max. para abrir a franquia, sendo este o filtro que o sistema fará para indicar potenciais franqueados. Após, ele poderá indicar se interessa o candidato jogando a tela para direita e se não interessar jogar a tela para esquerda, até o  Match (interesse mútuo).Para os empreendedores, basta preencher seus dados de interesse, informar qual o segmento de negócio que está interessado e o valor que pretende investir entre outros dados. Assim o aplicativo cruza o banco de dados e mostra franquias de acordo com seu perfil. Fazendo o mesmo processo de jogar telas para direita e esquerda,  selecionando franquias que interessam ou não e após o  match  podem    conversar.
Fonte: Aplicativo ajuda a encontrar a franquia ideal - Empreendedor

Tecnologia pretende revolucionar o marketing no varejo

Solução espera trazer nova experiência de compra para o consumidor, deixando-o menos aborrecido com propagandas e telefonemas em horários inoportunos
A Telit, líder global na área de Internet das Coisas (IoT), anunciou que seus módulos celulares vão integrar o FastSensor, produto que será comercializado para o rastreamento e sensoriamento passivo de pessoas em PDVs a fim de identificar padrões de consumo off-line e reverter em Experiência Diferente de Consumo (do inglês Real Time Experience Tracking – RET). O produto, voltado para todo o setor varejista, pretende inovar na forma que as empresas investem em marketing e mídia para atrair e fidelizar clientes.O sensoriamento é realizado pelo rastreamento passivo dos celulares para identificar hábitos de consumo de um visitante único como tempo de permanência na vitrine, na loja e/ou nas gôndolas, mensuração do tamanho dos sapatos e roupas que o cliente costuma comprar ou se tem interesse maior por promoções. É possível também saber a conversão de visitas, atendimento dostaff, impacto do layout da loja, tempo médio do consumidor na fila de check-out, taxa de desistência de compra, além de um comparativo entre lojas e filiais.“A plataforma tem o objetivo de trazer uma abordagem diferente para as empresas na busca por resultados assertivos em campanhas publicitárias”, revela Daniel Bichara, CEO da FastSensor. O desenvolvimento e comercialização do produto é realizado pela FastSensor, startup derivada de um spin-off da Bichara Tecnologia, fabricante de equipamentos de telecomunicação.Com investimento R$ 2 milhões para o desenvolvimento do projeto, a empresa planeja comercializar o produto para outros nichos de mercado como América Latina e Estados Unidos. “O FastSensor, que recebeu o mesmo nome que a nossa startup, é um produto voltado para a medição da audiência de espaços e tem o propósito de ajudar na medição dos índices de fidelidade das lojas. Estamos em fase de negociação no Chile, Colômbia e Estados Unidos”, afirma Daniel.O projeto foi desenvolvido em parceria com a Telit. Para Ricardo Buranello, VP para a América Latina da multinacional, o FastSensor é um produto inovador e que pode trazer uma nova experiência de compra para o consumidor. “O produto pretende deixar o consumidor menos aborrecido com propagandas e telefonemas em horários inoportunos. Afinal, o rastreabilidade é feita pela unicidade e de modo passivo. Sabemos, por exemplo, que um determinado celular foi na promoção diversas vezes e, posteriormente, deixou de ir. Quando esse usuário estiver perto de algumas das lojas que utilizam o FastSensor e a promoção ou nova coleção que essa pessoa gosta estiver nas gôndolas, vamos avisá-la de forma mais assertiva”, diz.O FastSensor também pretende descobrir e corrigir falhas de posicionamento dos produtos nas lojas e nas vitrines ao cruzar as informações dos clientes e seu comportamento e tempo de permanência em cada espaço. O objetivo é tornar a compra um momento prazeroso, impulsionar vendas e engajar e fidelizar o cliente.

5 tecnologias para impulsionar os negócios em 2016

Especialista aponta práticas acessíveis no mercado para as empresas começarem o ano com o pé direito
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A crise chegou e tudo indica que ela permanecerá até o final do ano.  Contudo, empresários buscam alternativas para driblar este mau momento da economia, adotando medidas efetivas para manter ou obter lucratividade. Uma dessas iniciativas está na adoção da ferramenta de Inteligência dos Negócios (BI), que vem ganhando espaço no mercado brasileiro.
Além do BI, porém, existem outras plataformas, dispositivos e softwares que podem ser ótimos aliados para alavancar o crescimento dos negócios. Confira abaixo as orientações de Allan Pires, o CEO da multinacional dinamarquesa Targit, sobre qual tecnologia adotar para superar as dificuldades e crescer na crise.

1.       O TRIPÉ BI, ANALYTICS E BIG DATA

O tripé Business Intelligence, Analytics e Big Data cumpre o papel de coletar e analisar dados. De forma simples, a chamada Inteligência de Negócios oferece subsídios para o melhor processo na gestão, organização, análise, compartilhamento e monitoramento de informações. Para as empresas, as três unidas podem exercer um papel fundamental para traçar potenciais caminhos de crescimento e levantar melhorias internas para que o executivo tenha um parâmetro para realizar as mudanças necessárias em seu ambiente de trabalho.

2.       MOBILIDADE

O uso de qualquer dispositivo como smartphones, tablets, notebooks, além dos aparelhos de rastreamento, conecta o executivo à informação e ao seu ambiente de trabalho, facilitando o seu relacionamento para uma prospecção mais rápida, além da possibilidade de compartilhar relatórios e documentos online. Os dispositivos móveis e de rastreamento ajudam a aumentar o nível de eficiência e o nível de serviços das pequenas e médias empresas (PMEs), que podem atuar em pé de igualdade com uma grande corporação no mercado ao utilizar a mobilidade como uma ferramenta de trabalho. As vendas, por exemplo, podem sofrer um impacto positivo, já que o executivo estará no controle e saberá os trajetos que a sua equipe está adotando, auxiliando-os com opções de alternativa, rota, novos clientes a visitar e pontos mais estratégicos.

3.       PLATAFORMA DE RELACIONAMENTO

Plataformas de relacionamento, por exemplo, Facebook, Linkedin, e o próprio Google – com seus instrumentos próprios – são a chave dos chamados negócios digitais, atuando como ferramentas de conectividade e relacionamento. As redes sociais propiciam novos negócios, sem a necessidade de comprar ativos, ou seja, uma pequena empresa pode, a partir de uma ideia, utilizar plataformas disponíveis para criar uma solução rentável. Mais do que isso, o uso frequente das redes sociais não só tem revolucionado a forma das empresas se comunicarem com clientes, funcionários e fornecedores, como também representam um avanço nos processos estratégicos de vendas. Essas aplicações têm um papel fundamental na promoção da marca e dos seus produtos, eliminam barreiras ao flexibilizar o contato direto com decisores e ajudam a entender o comportamento do seu público alvo.

4.       COMPUTAÇÃO EM NUVEM

A ideia da Computação em Nuvem surge para as PMEs como uma forma de construir o seu crescimento no mercado, sem a necessidade de fazer grandes investimentos em tecnologia. A nuvem, antigamente, era utilizada para armazenamento de arquivos, mas ganhou uma proporção maior de mercado ao fornecer um modelo diferenciado que é capaz de integrar sistemas virtuais e aplicativos muito potentes e que conseguem substituir todos os servidores de uma empresa. Para pequenos e médios negócios, o ganho é imensurável por conseguir armazenar de forma escalável todos os dados, com o valor que vai de acordo com a utilização do recurso.

5.       INTERNET DAS COISAS

De uma forma simples, a Internet das Coisas veio com a proposta de conectar pessoas e objetos, ou seja, hoje o usuário consegue transmitir e receber diversos tipos de informações a partir de smartphones, tablets e carros, entre inúmeras outras possibilidades. Em um cenário empresarial, o conceito cria uma forma de potencializar as suas ofertas no mercado e ganhar mais assertividade com o seu público-alvo. Sensores acoplados a um produto convencional, como eletrodomésticos, são exemplos do conceito, pois conseguem enviar informações a uma base que permite traçar padrões de consumo de seu público. Em outro cenário, rastreadores automotivos tornam viável a análise mais precisa do perfil do motorista, o que permite à seguradora ofertar valores de franquia e prêmio personalizados, um ganho efetivo para os dois lados.
Fonte: 5 tecnologias para impulsionar os negócios em 2016 - Empreendedor

Saiba como o marketing pode impulsionar o seu negócio

Saiba como o marketing pode impulsionar o seu negócioCom um bom marketing, sua empresa alcança mais pessoas (Foto: Reprodução)
Você conhece o seu público-alvo? Sabe onde ele está, o que quer e o quanto está disposto a pagar por um serviço ou produto?  As respostas a essas perguntas devem guiar os passos de qualquer empreendedor que esteja disposto a desenvolver uma eficiente gestão de marketing. Transformar as necessidades dos clientes em desejos, de maneira mais eficaz que a concorrência, e, ainda, render lucro, é resultado direto desse planejamento. E, para desenvolvê-lo, é necessário discutir, implantar e acompanhar estratégias adequadas ao negócio.
De acordo com a analisa da Unidade de Atendimento do Sebrae Minas, Luciana Lessa, a construção da imagem de uma empresa passa por diferentes aspectos, que incluem excelência no atendimento, organização, layout adequado e serviços e/ou produtos de qualidade. A esse mix de particularidades damos o nome de P’s do marketing. São eles: Preço, Praça (ou localização), Produto, Pessoas (concorrentes, clientes e fornecedores) e Promoção. A boa reputação e a divulgação da imagem da empresa dependem da coerência entre os P’s. Por isso, eles devem ser trabalhados simultaneamente, já que nada vale ter preço baixo e qualidade de primeira, se a sua localização não atende o público-alvo.
Não existe melhor maneira de impulsionar um negócio que não seja fazendo-se notar pelo cliente e reafirmando a ele que a sua qualidade é melhor que a do concorrente. O marketing direciona o desenvolvimento do empreendedor no mercado, possibilitando aumento de vendas, captação de clientes, desenvolvimento estratégico de comunicação, entre outros posicionamentos favoráveis. Assim como a gestão administrativa, a gestão do marketing deve ser praticada regularmente e atualizada sempre, pois auxilia o empreendedor a se adaptar às constantes mudanças de cenário, identificar tendências e, com isso, criar vantagens competitivas.As etapas do plano de marketingComece pelo planejamento: ele é a definição do negócio. Somente após realizar uma análise de ambiente, na qual todas as informações a respeito da empresa são revisadas, incluindo público-alvo, posicionamento de mercado, objetivos e metas, é que as estratégias devem ser postas em prática.Na segunda etapa, de implementação, executam-se as ações de marketing, que devem assegurar a realização dos objetivos e das metas. O plano de ação é desenvolvido com a especificação das atividades a serem desempenhadas, com o seu período de execução, com a forma de como serão feitas, além das indicações de quem as fará e qual será o custo total.Durante todo o processo, é preciso monitorar a abordagem. Pergunte ao cliente como foi que ele chegou até você, qual foi a fonte de informação sobre a promoção e qual a imagem ele tem do seu serviço. Por fim, avalie. Verifique se as ações executadas estavam de acordo com o que foi planejado e se os resultados foram satisfatórios. Somente assim, é possível definir a melhor linha de divulgação para uma de gestão marketing eficiente.Três passos para o sucesso:O plano de marketing é composto por três etapas que, se bem aplicadas, possibilitam a tomada de decisões seguras.1. Planejamento Onde sua empresa está e onde ela quer chegar? Analise o seu mercado de atuação, defina o seu público-alvo, as suas metas e trace as ações para o alcance dos objetivos.2. Plano de ação O que? Quando? Quem? Quanto? Identifique as atividades, determine o prazo para serem executadas, atribua responsabilidade de execução e o custo estimado, uma vez que a verba de marketing varia de acordo com a realidade de cada negócio.3. Avaliação e controle A avaliação e o controle permitem reduzir a diferença entre o desempenho esperado e o desempenho real, garantindo a eficácia do marketing. Por isso, devem ser realizados antes, durante e após a implementação do plano.
Fonte: Saiba como o marketing pode impulsionar o seu negócio - PEGN

Como usar a internet a favor de sua empresa ou negócio

Com as dicas, empreendedor consegue dar mais visibilidade ao seu produto ou serviço
marketing, redes sociais (Foto: Reprodução)
O termo marketing digital ainda assusta e causa dúvidas entre empreendedores de todos os portes. Não é para menos. De acordo com o publicitário, mestre em cinema e professor da Universidade Fumec, Danilo Aroeira, esse desdobramento do marketing tradicional começou há pouco mais de 20 anos, junto com a internet e com os primeiros negócios que emergiram nesse contexto.O que todos sabem é que com pouco ou quase nenhum dinheiro é possível utilizar plataformas gratuitas para dar maior visibilidade ao seu negócio. Seja para aumentar as vendas, melhorar o relacionamento com os clientes ou divulgar um novo produto, a internet oferece soluções que atendem as mais variadas necessidades.Planejamento No meio digital ou tradicional, um bom plano de marketing segue um roteiro básico que envolve entender os desejos das pessoas e a transformação desses desejos em um produto ou em uma estratégia de vendas. Isso é importante para gerar valor para o público-alvo e tornar o relacionamento entre ele e a sua empresa sério e duradouro.
Aqui, o importante é entender qual é a situação real do negócio e projetar, de forma realista, para onde quer levá-lo. Dedique tempo para identificar quem é o seu público-alvo, como ele se comporta e quais são suas preferências. Munido dessas informações fica mais fácil elaborar um plano de ações e entender, por exemplo, em quais redes sociais as pessoas de seu interesse mais acessam e potencializar a presença digital de sua empresa.
Plataformas digitais Existem diversas redes sociais e serviços online gratuitos que as micro e pequenas empresas podem usar para ampliar a sua área de atuação e diálogo com os clientes. Muitos deles têm páginas dedicadas a esclarecer dúvidas e a ajudar os usuários iniciantes. A recomendação é dedicar tempo para ler e aprender a usá-los. Conheça alguns exemplos e como eles podem ser úteis na prática:- SiteSabe a frase “a primeira impressão é a que fica”? Na internet, a primeira impressão pode fazer a diferença entre o seu produto e o produto do concorrente. Por isso, invista em um site apresentável, bonito, informativo e organizado. Disponibilize informações sobre a empresa, os produtos e os serviços ofertados e todas as formas de contato possíveis, inclusive, as redes sociais, se houver. Construir e hospedar um site demanda tempo e conhecimentos técnicos de design gráfico, programação e hospedagem online. Por essas razões, é recomendável a contratação de uma agência ou profissional capacitado.- BlogPode funcionar como um segmento do site ou de forma independente. Use para escrever sobre assuntos que interessem a público e não sobre os assuntos de interesse da empresa. O blog de um restaurante, por exemplo, pode dar dicas do que comer em uma viagem a outro país, contar a história de um ingrediente usado no cardápio ou descrever como é a rotina profissional de um chef. Dedique tempo para pesquisar assuntos e escrever textos atraentes. Essa é uma ótima maneira de aproximar a marca dos consumidores. A plataforma Wordpress (https://br.wordpress.com/) é gratuita, fácil de ser utilizada e oferece uma série de ferramentas para monitoramento e personalização de blogs.- Facebook / InstagramÓtimos canais para divulgar produtos e serviços, receber feedback dos clientes e entender melhor como o público se comporta. Da mesma forma que no site, procure manter uma identidade visual que seja coerente com o seu negócio, mantenha as páginas organizadas e inclua o máximo de informações. Críticas e reclamações são comuns nesses espaços, portanto, esteja preparado para solucionar eventuais problemas de maneira cordial e eficiente. No caso do Facebook, faça a opção por criar uma “página” e não um “perfil”. Os perfis são voltados para pessoas e, por isso, possui limitações como o número de amigos e a ausência de funcionalidades importantes, como a possibilidade de investir em publicidade paga. É essencial também ler os termos de uso desses serviços para não transgredir nenhuma regra.- WhatsappAlém de funcionar como um contato alternativo entre clientes e empresa, o serviço de mensagens e comunicação instantânea pode agir como uma central de atendimento ao consumidor e de divulgação do negócio. Para usar o serviço da melhor maneira é preciso construir e manter uma lista de contatos atualizada. Responder dúvidas e reclamações de forma rápida e cordial também é importante. Na hora de divulgar um produto ou serviço tome cuidado para não ser invasivo e/ou oportunista - observe o horário e o dia em que a mensagem será enviada e não seja repetitivo.Fonte: Como usar a internet a favor de sua empresa ou negócio - PEGN

Empreendedores faturam R$ 12 milhões com acessórios para celular

São mais de 3 mil pontos de venda que oferecem ao consumidor acessórios para Smartphones e iPhones em displays no sistema pegue e pague
Marcelo Castro e Daniel Doho são amigos de infância e perceberam que o consumidor carecia de acessórios para celulares quando mais precisavam. Eles acabavam recorrendo a produtos paralelos, vendidos em semáforos ou camelôs, ou então tinham que ir até lojas autorizadas e não resolviam o problema emergencial da falta de um carregador ou cabo específico.Em 2012, resolveram criar a i2GO – uma marca de Acessórios para Smartphones com certificados de qualidade que são vendidos no momento em que o consumidor mais precisa. Os produtos ficam expostos em displays premium de acrílico e são vendidos em lojas de conveniência de postos de gasolina, padarias, mercearias, supermercados e outros pontos de grande movimento. O cliente escolhe o que precisa, retira dos displays e paga no caixa.O sucesso foi tão grande, que hoje são mais de 3 mil pontos de venda com os produtos i2GO no Brasil e um faturamento que vai saltar de R$ 5 milhões em 2014 para R$ 12 milhões este ano. E não é para menos. Hoje, no Brasil, são 154 milhões de usuários de Smartphone e não há quem não necessite de acessórios, seja num momento de emergência, ou para substituir um antigo.“Os produtos da i2GO são voltados ao público jovem, com cores e design moderno, e têm preços acessíveis para gerar uma compra de impulso”, explica Marcelo Castro, um dos sócios da empresa.Para ter volume suficiente para obter os certificados de qualidade internacionais, Marcelo e Daniel viajaram para Miami e firmaram uma sociedade com Takeo Ishii, que já tinha uma operação na China e distribuição em outros países da América Latina. Com isso, os produtos da i2GO contam com os certificados de qualidade mais importantes, como CE, FCC, ROHS, e MFI (Made For iPhone – certificação da própria Apple).Com preços competitivos que variam entre R$ 19,90 a R$ 69,90, as vendas da i2GO não param de crescer. Para 2016, a meta é chegar a 5 mil pontos de venda e um faturamento 60% maior.Vending Machines Para ampliar os negócios e poder entrar em pontos de venda maiores, com grande circulação de pessoas como os aeroportos, em junho de 2015, os produtos i2GO foram lançados em vending machines importadas da Itália. Já são 12 máquinas com os produtos i2GO nas cidades de São Paulo, Porto Alegre, Campinas, Salvador e Fortaleza. Cada uma das máquinas fatura, em média, R$ 3 mil ao mês.
Fonte: Empreendedores faturam R$ 12 milhões com acessórios para celular - Empreendedor

Iniciativa aumenta presença de PMEs na cadeia de energia renovável

Com duração de dois anos, programa tem como foco negócios que oferecem soluções em eficiência energética
Agência Sebrae 12/01/2016

Não tem volta. Eficiência energética e geração de energia a partir de fontes renováveis são duas das mais importantes preocupações das sociedades modernas. Para estar presente nesse mercado, não apenas como consumidores, mas como protagonistas nos negócios, as micro e pequenas indústrias ou prestadores de serviços da cadeia de energia passam a contar com uma ação específica desenvolvida pelo Sebrae no Rio Grande do Sul. O programa Energia Mais foi lançado nessa segunda-feira (11), na capital gaúcha.

O objetivo do programa é ampliar as oportunidades para os pequenos negócios da cadeia de energias renováveis e soluções em eficiência energética da Região Metropolitana de Porto Alegre. Pretende buscar a diversificação de mercado e aproximação com os investidores na cadeia de energia no Brasil. A ideia é qualificar 45 pequenas indústrias e prestadoras de serviços industriais do segmento. O gestor do projeto na Regional Metropolitana, Cleverton Paranhos da Rocha, antecipa que o Energia Mais se estenderá também para as regiões da Serra Gaúcha e Zona Sul. “O Rio Grande do Sul é um dos estados com grande potencial para crescer nos dois segmentos, o de geração de energia a partir de fontes renováveis (como eólica, fotovoltaica, biomassa ou PCHs) e de soluções em eficiência energética”, afirma.

De acordo com Paranhos da Rocha, a realidade tecnológica para geração de energia elétrica está bastante avançada e possui enorme aceitação para projetos de pequeno porte. “As empresas gaúchas possuem excelentes soluções para atender com qualidade as necessidades energéticas urbanas e rurais em todas as regiões do estado e do país. Existem muitos projetos nesse segmento e, portanto, todas as iniciativas possuem perspectivas de ótimos resultados”, argumenta.No evento de lançamento foi apresentada a metodologia de aplicação do programa, com duração de dois anos (2016 e 2017). “Após a seleção das empresas que vão compor o grupo, devemos realizar diagnósticos para identificar os principais gargalos e as carências de curto e médio prazo. Esses aspectos deverão ser trabalhados a fim de transformar as empresas e dar condições de torná-las mais competitivas”, esclarece o gestor do Sebrae no Rio Grande do Sul. Com o andar do programa, deverão ser realizadas ações de qualificação para atuação de mercado, que vão desde cursos presenciais e consultorias até ações específicas de prospecção de mercado, participação em feiras e missões, rodadas de negócios, entre outros.

O biólogo Leonardo Matias, sócio fundador da Biometria Consultoria e Projetos, empresa especializada no licenciamento, implantação e desenvolvimento de projetos para geração de energia eólica, hídrica e fotovoltaica nas regiões Sul e Nordeste do Brasil, realizou palestra sobre Cenários e Oportunidades para Energias Alternativas no Brasil. Ele apresentou o setor com mais detalhes sobre as matrizes energéticas alternativas em desenvolvimento, os incentivos econômicos para o setor de energias alternativas, as perspectivas de negócios presentes e futuros, como acessar e fornecer neste mercado e principais investimentos no país.

Fonte: Iniciativa aumenta presença de PMEs na cadeia de energia renovável - Empreendedor

Startup 'Urban3D' faz prospecção de mercado para construção civil em Joinville

A startup de Anielle Guedes tem como objetivo desenvolver tecnologia de impressão em 3D para construir moradias de baixo custo
Startup 'Urban3D' faz prospecção de mercado para construção civil em Joinville Rodrigo Philipps/Agencia RBS
Anielle desenvolveu o projeto durante programa de estudos na Nasa - Foto: Rodrigo Philipps / Agencia RBS
No agitado mercado de startups em tecnologia no Brasil, a empreendedora Anielle Guedes conquistou seu espaço ao longo do último ano ao apresentar para o mundo sua receita para juntar duas das maiores demandas do século 21: o vasto potencial tecnológico e a escassez de infraestrutura adequada.E o resultado final, uma startup que tem como objetivo desenvolver tecnologia de impressão em 3D para construir moradias de baixo custo e menos agressivas ao meio ambiente, batizado de Urban3D, já ganhou renome dentro e fora do Brasil. O projeto, que já foi apresentado para a ONU e atraiu olhares e parcerias de empresas multinacionais, começa a cavar seu espaço também no Norte de Santa Catarina.— Além de o mercado da construção civil estar bastante aquecido em Santa Catarina, tanto em Joinville quando em Florianópolis, Itajaí e Jaraguá do Sul, as empresas que empreendem nessa região têm um certo desapego aos modelos engessados de construção, e não têm medo de tentar algo novo, algo inovador. Foi isso que atraiu nossos olhos para a região — explica Anielle.Ela conta que a Urban3D tem conversado com empreiteiras e empresas interessadas na aplicabilidade do sistema de construção da startup.A ideia é ter um grande robô que vai fazer extrusão do concreto, colocando-o camada por camada para fazer paredes. Utilizando materiais reciclados e sem necessitar de mão de obra nesta parte pesada da construção, o projeto consegue reduzir o custo de todo esse processo, que é limpo, em 92%.O objetivo é criar moradias sociais ou de custo mais baixo. Anielle apresentou o projeto no ano passado em Genebra, na sede europeia da ONU e também para governantes do Canadá. A ideia é em até 20 meses ter o primeiro produto conceito pronto. Embora deva começar no Brasil, o plano é expandir para outros países.— Temos problemas reais muito sérios, então não é só criar o aplicativo bonito e pronto. Se ele não atinge um problema real, como educação, segurança, alimentação e transporte, a empresa está criando uma coisa estética e superficial só para vender. Tem essa inovação que impulsiona o consumo, mas não impulsiona a qualidade de vida.— Não sei se todas as empresas do futuro serão assim, quero acreditar que sim, se a tecnologia não for concentrada na mão de grandes. Tem que existir um movimento de fomento, de expansão da tecnologia e de empoderamento de indivíduos — explica.
Fonte: Startup 'Urban3D' faz prospecção de mercado para construção civil em Joinville - A Notícia

Governo deve unir três estatais em gigante de TI, diz jornal

Ideia é melhorar eficiência, mas Planejamento espera que empresa atenda também clientes externosO governo brasileiro estuda unir Telebras, Serpro e Dataprev em uma só gigante estatal de tecnologia da informação e comunicação. A informação é do jornal Folha de S. Paulo.Os presidentes das três empresas vão se reunir amanhã (12) para discutir os trâmites da fusão e a integração de atividades. Segundo o jornal, o principal objetivo dessa junção é distribuir lucros para tirar o ônus de prejuízo de Telebras e Serpro. Atualmente, só a Dataprev tem caixa favorável.Separadamente, as empresas prestam serviços de infraestrutura em telecomunicações e processamento de dados para o governo. A nova empresa, caso se concretize, uniria esses serviços sob a mesma governança, surgiria com um capital de R$ 5 bilhões e mais de 7 mil empregados.Centro de processamento de dados da Dataprev em São Paulo© ALEXANDRE BATTIBUGLI Centro de processamento de dados da Dataprev em São PauloO Ministério do Planejamento espera que a nova empresa possa atender também a clientes externos, aumentando o mercado, segundo o jornal. Num primeiro momento, a ideia é, porém, melhorar a eficiência nas atividades."A ideia nasceu da necessidade de reduzir custos. É positivo que uma avaliação constante seja feita pelo governo", disse Rodrigo Assumpção, presidente da Dataprev, à Folha. "Não vejo um grande ganho de escala com a fusão. Demoraria muito para que as empresas conseguissem se equiparar tecnologicamente. Cada uma está em um momento diferente da curva de desenvolvimento."Fonte: Governo deve unir três estatais em gigante de TI, diz jornal - MSN

Dispositivo testa presença de glúten em alimentos

Criado pelo 6SensorLabs, o Nima demora apenas dois minutos para dar o resultado
Nima ajuda celíacos a identificar glúten nos alimentos (Foto: Divulgação)
A discussão sobre o consumo de glúten cresce cada vez mais. Além dos celíacos, algumas pessoas estão começando a perceber que não é normal se sentir enjoado e inchado após consumi-lo e que isso pode significar uma sensibilidade ou até mesmo alergia a esse tipo de alimento. Pensando nisso, o 6SensorLabs criou o Nima, um dispositivo que facilita a refeição deste público.
Pessoas com alergias alimentares costumam identificar rapidamente quais produtos podem ser um risco para o consumo, então, o Nima foi pensado mais para aqueles momentos de dúvida e só demora dois minutos para dar o resultado.
Seu funcionamento é simples: basta colocar um amostra do alimento no aparelho e ligá-lo. Em dois minutos, se o alimento não tiver glúten, sua tela mostrará uma carinha feliz, caso contrário ela aparecerá triste.Os resultados dos testes são enviados para um banco de dados que a companhia está construindo e que pode, futuramente, ser adicionado em aplicativos como o Foursquare. Ainda em pré-venda no exterior, a parte descartável para colocar as amostras no aparelho custam US$ 3,99, enquanto o Nima sai por US$ 249.Fonte: Dispositivo testa presença de glúten em alimentos - PEGN

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