Óculos com GPS para cegos dá origem a negócio inovador em PE

Pesquisadores do Recife criam tecnologia com preço acessível para deficientes visuais e ganham prêmio da ONU

Um projeto acadêmico de um grupo de estudantes do Recife, sem grandes pretensões comerciais, acabou por se transformar numa iniciativa inovadora e comercialmente competitiva. A empreitada deu tão certo que fez de seus responsáveis os únicos brasileiros vencedores do World Summit Awards, prêmio oferecido pela ONU para jovens dispostos a aplicar a tecnologia para promover mudanças sociais.

Com o reconhecimento, os jovens desenvolvedores da PAW, sigla para Project Annuit Walk, têm nas mãos um protótipo que pode se tornar um produto competitivo: óculos acoplados com sistema de GPS e acompanhados de pulseiras vibratórias que ajudam os portadores de deficiência visual a se localizar diante dos muitos obstáculos da rua.

Para desenvolver o Annuit Walk, um grupo de estudantes do Recife se reuniu no projeto WearIT e começou a pesquisar o conceito de computadores para vestir
Para desenvolver o Annuit Walk, um grupo de estudantes do Recife se reuniu no projeto WearIT e começou a pesquisar o conceito de computadores para vestir
Foto: Divulgação

O modelo usa raios ultrassônicos para mapear o caminho em um ângulo de 120 graus e alertar para postes, andaimes, hidrantes ou mesmo declives especialmente acentuados. Os sinais de alerta são enviados para a pulseira, que vibra com mais intensidade quanto mais próximos estão os obstáculos, um sistema parecido com o usado pelos morcegos em seu sistema sofisticado de geolocalização.

Existem modelos parecidos no mercado, mas eles custam mais de R$ 3 mil. O grupo de Recife criou o seu por apenas R$ 45 – ou R$ 160, para os modelos mais sofisticados, que interagem com o aplicativo de smartphone desenvolvido pelos pesquisadores e que fornece informações complementares, como locais de difícil acessibilidade.

Tecnologia para vestir “A princípio queríamos apenas estudar esse conceito de computadores para vestir que está tomando conta do mundo”, diz Marcos Antonio Oliveira, estudante de ciência da computação e criador do grupo de pesquisas, chamado WearIT. O óculos para cegos é o primeiro projeto pensado para dar conta da grande população de deficientes visuais. Para chegar ao produto, foi preciso reunir estudantes de engenharia, psicologia, design, marketing, administração e ciência da computação. Os trabalhos começaram no início de 2013.

Equipado com GPS, o óculos  usa raios ultrassônicos para mapear o caminho em um ângulo de 120 graus e alertar para obstáculos
Equipado com GPS, o óculos usa raios ultrassônicos para mapear o caminho em um ângulo de 120 graus e alertar para obstáculos
Foto: Divulgação

O modelo atual, muito próximo do formato para comercialização, é apenas o sexto protótipo. No começo, o grupo pensou em um controle remoto, mas perceberam que ele ocuparia uma mão dos usuários, já ocupados com as bengalas-guia. Foi depois de um ano de estudos que o grupo percebeu que o óculos seria mais discreto e amigável, além de resolver uma demanda importante para este público: tecnologias que auxiliassem na proteção da parte superior do corpo.

“Nosso protótipo está funcionando 100%. Mas, para poder disponibilizar no mercado, ele tem que virar um produto. Estamos lutando para que isto aconteça o quanto antes”, afirma Oliveira. O próximo passo é desenvolver outras tecnologias para vestir que atendam a públicos portadores de deficiências. “Estamos começando a pensar em algo com ondas cerebrais, talvez para pessoas com paralisia cerebral”.

Fonte: Óculos com GPS para cegos dá origem a negócio inovador em PE - Terra

As 49 startups mais inovadoras do mundo

A lista, feita pelo World Economic Forum, mostra quem são os pioneiros em inovação tecnológica no mundo
Inovação serve também para ajudar quem precisa (Foto: Reprodução )
O que faz uma empresa de fato inovadora e pioneira? Desde 2000, o World Economic Forum mapeia as mais inovadoras em tecnologia do mundo. Para chegar lá, as startups precisam reunir cinco fatores: inovação, potencial de impacto, protótipo, viabilidade e liderança.
Um comitê formado por especialistas em tecnologia avalia os candidatos de setores como saúde, energia, TI e mídia. Empresas como AirBnb, Google, Kickstarter e Twitter já fizeram parte dos selecionados em anos anteriores. Veja os 24 escolhidos de 2015:
1. 1 Mainstream: desenvolveu uma nova tecnologia para transmissão de TV.2. 1QB Information Technologies: primeira empresa a desenvolver softwares de uso comercial para computadores quânticos.3. Alation: a plataforma observa o comportamento de usuários e sistemas com grandes volumes de dados para se manter atualizada.4. AliveCor: com um tablet ou smartphone, o usuário consegue monitorar a atividade cardíaca e até prever um infarto.5. Avalanche Biotechnologies: a empresa pesquisa novos medicamentos para tratar doftalmológicas, como a cegueira.6. Avellino Labs: desenvolve testes genéticos para determinar as chances do indivíduo ter distrofia corneana granular.7. Axcient: a empresa oferece estruturas de TI na nuvem, para companhias de pequeno e médio porte.8. Ayasdi: criou uma técnica matemática para extrair informações de dados complexos e em grande quantidade.9. Blue River Technology: a empresa desenvolveu máquinas inteligentes para produção agrícola, que diminuem o impacto de práticas prejudiciais ao meio-ambiente.10. BlueOak: fez refinarias para reciclar metais e lixo eletrônico.11. Butterfly Network: criou um equipamento para ultrassom com baixo custo.12. Carbon Clean Solutions: criou uma forma eficiente de capturar e reutilizar CO2.13. Carbon3D: uma tecnologia mais rápida de impressão 3D para indústrias.14. CoeLux: uma janela com nanotecnologia capaz de reproduzir o céu e a luz solar em ambientes fechados.15. Consumer Physics: a empresa tem uma tecnologia que determina os componentes de um objeto usando um pequeno scaner.16. CrowdStrike: um sofisticado sistema de defesa contra crimes virtuais.17. Darktrace: analisa o comportamento de equipamentos, usuários e redes para prevenir ataques cibernéticos.18. Data Theorem: sistema mapeia apps para identificar brechas e problemas de privacidade.19. Dataminr: mapeia várias fontes, como o Twitter, para identificar eventos em tempo real.20. Domo: organiza informações e dados de empresas para ajudar CEOs e executivos a tomarem decisões.21. Editas Medicine: consegue “desligar” genes que causam doenças.22. ElMindA: uma tecnologia não-invasiva que acompanha a atividade cerebral.23. EpiBone: a empresa criou uma tecnologia capaz de reconstruir ossos.24. FutureAdvisor: um gerente de investimentos automático e online.25. Ginger.io: a empresa fez um app que acompanha sua saúde mental, medindo níveis de paciência e depressão.26. Hampton Creek: criou uma receita de maionese à base de plantas, sem ovos.27. HealthTap: uma plataforma com mais de 60 mil médicos para atender pacientes online.28. Heliatek: uma nova tecnologia para películas de filmes que protegem contra luz solar em carros e janelas.29. Holomic: criou um laboratórios de exames usando apenas um celular.30. Inscopix: desenvolve pesquisas sobre o funcionamento detalhado do cérebro.31. iZettle: permite fazer transações de pagamento com cartão em celulares.32. Kite Pharma: a empresa farmacêutica desenvolveu uma nova terapia contra o câncer.33. Matternet: usa drones para fazer pequenas entregas.34. Mimosa Networks: oferece internet Wi-FI de alta velocidade em qualquer localidade.35. Miniwiz: transforma lixo em materiais brutos para serem utilizados novamente.36. Neon Labs: é uma plataforma que escolhe imagens automaticamente para conteúdos digitais.37. Novocure: a empresa pesquisa novas formas de tratamento de tumores usando campos eletrônicos.38. OpenGov: plataforma na nuvem para consulta de dados e informações financeiras do governo.39. Plant-e: a empresa conseguiu gerar eletricidade a partir de plantas.40. Protix Biosystems: produz insetos como fonte de nutrientes de forma controlada e escalável.41. Ripple Labs: um sistema para transferência de dinheiro internacional em tempo real e com baixo custo.42. Sedicii Innovations: verifica se senhas estão corretas sem precisar enviá-las a outros locais, evitando armazenamento indevido.43. Sensity Systems: transforma postes de luzes em sensores que coletam dados.44. Spire Global: coleta dados de clima e marés através de satélites.45. Stem: armazenamento inteligente de energia que garante energia na conta de luz.46. Tokamak Energy: que tornar o uso da energia de fusão nuclear escalável e viável.47. TransferWise: plataforma para transferência internacional de dinheiro que evita taxas bancárias.48. Vicarious: a empresa desenvolveu inteligência artificial capaz de processar informações visuais como um ser humano.49. Wickr: plataforma de comunicação segura e criptografada.
Fonte: As 49 startups mais inovadoras do mundo - PEGN

Plataforma de crowdfunding capta investidores para MPEs

Recém-lançada no Brasil, EqSeed permite o financiamento coletivo de pequenos negócios com a promessa de distribuição futura de ações

Alguns anos atrás, o crowdfunding se popularizou como uma maneira de usar o potencial da internet para angariar recursos. Hoje, as campanhas vão desde bandas que recorrem diretamente aos fãs para financiar a produção de seus álbuns até pessoas comuns de vários países que se unem para tentar quitar a dívida externa da Grécia. As possibilidades abertas pelo financiamento coletivo são tantas que a prática já chegou ao mercado de capitais. Trata-se do equity crowdfunding, ou o investimento online para viabilizar micro e pequenas empresas (MPEs).

Iniciativas do gênero já existem em outros países há algum tempo, mas só agora começam a chegar ao Brasil. Uma delas é a EqSeed, plataforma de equity crowdfunding recém-lançada no país. Greg Kelly, sócio-fundador da empresa, explica que descobriu este modelo de negócios em 2011, quando trabalhava no mercado de capitais da Inglaterra, seu país natal. Em pouco tempo, os investimentos em MPEs feitos com a ferramenta cresceram, e hoje somam mais de 85 milhões de libras.

Greg Kelly acompanhou o crescimento do equity crowdfunding na Inglaterra e resolveu investir neste modelo de negócio no Brasil
Greg Kelly acompanhou o crescimento do equity crowdfunding na Inglaterra e resolveu investir neste modelo de negócio no Brasil
Foto: Divulgação

“Acredito que é um modelo forte para atrair investimentos. Como sou casado com uma brasileira, decidi me mudar e lançar uma plataforma aqui, que tem uma grande cultura de pequenas empresas, mas não de investimento nelas”, argumenta Greg.

Facilitando investimentos O sócio-fundador da EqSeed afirma que a grande vantagem que a plataforma oferece às MPEs é a maior facilidade para atrair investimentos, processo muito complicado e demorado para os pequenos empreendimentos que tentam fazer isso da maneira tradicional.  “São negócios que têm de 2 a 5 pessoas, e elas não contam com muito tempo nem experiência para fazer este papel. Com a plataforma, é possível postar tudo e atrair os interessados para visitar a página”, explica.

Qualquer empresa pode criar uma campanha na plataforma, desde que seu faturamento seja de até R$ 3,6 milhões e a operação de captação seja aprovada pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), órgão que regula o mercado de capitais no Brasil. O aporte mínimo é de R$ 1 mil, e pode ser feito por qualquer pessoa física ou jurídica. No entanto, Greg explica que este tipo de investimento é de longo prazo, alto risco e baixa liquidez. “Por isso, recomendamos que a pessoa não ultrapasse 10% do seu patrimônio líquido, e que não precise deste dinheiro nos próximos cinco anos”, diz.

Por outro lado, caso a aposta dê certo, o retorno pode ser bastante significativo. Isso porque o investidor receberá uma proporção de ações equivalente ao capital investido. “Uma dificuldade que existe no Brasil é que a figura das sociedades limitadas não foi feita para receber investimento. Por isso, quem apoia uma campanha na EqSeed recebe notas conversíveis, que serão transformadas em ações quando passar de quatro anos ou quando o faturamento do negócio superar R$ 3,6 milhões e ela virar uma sociedade anônima (S/A)”

A ferramenta foi lançada no Brasil há apenas um mês, e Greg espera fechar o ano com três projetos de captação, cada um com pelo menos 50 investidores. Já para 2016, ele acredita que a ferramenta deve movimentar em torno de R$ 5 milhões. “Na Inglaterra, o sucesso foi tão grande que até as empresas maiores estão usando estas plataformas. Cerca de 60% dos negócios que obtêm sucesso são ligados à área de tecnologia, mas existem muitos tradicionais que também estão se saindo bem”, encerra.

Fonte: Plataforma de crowdfunding capta investidores para MPEs - Terra

Aceleradora mineira vai selecionar 8 statups para mentoria

Startups mineiras interessadas em mentoria de negócios podem se inscrever para participar do Open Pitch Techmall, que será realizado dia 18 de agosto, na Avenida Flávio dos Santos, 372, Floresta, Belo Horizonte.

No evento, os empresários terão a oportunidade de apresentar suas ideiais para a aceleradora Techmall, que irá selecionar oito projetos para receber uma hora de mentoria individual.

Evento dará oportunidade para que empresários apresentem suas ideias e concorram a uma hora de mentoria individual
Evento dará oportunidade para que empresários apresentem suas ideias e concorram a uma hora de mentoria individual
Foto: Rawpixel / Shutterstock

As inscrições são gratuitas e podem ser feitas pelo link: https://www.sympla.com.br/techmall-open-pitch__39496.

Fonte: Aceleradora mineira vai selecionar 8 statups para mentoria - Terra

Projetos eólicos são maioria entre os habilitados para leilão

Geração a partir do vento representa 91% das propostas habilitadas pela EPE no país
Projetos eólicos são maioria entre os habilitados para leilão  Eletrosul/Divulgação
Sete empreendimentos eólicos previstos no Rio Grande do Sul estão habilitados para o leilão no dia 21Foto: Eletrosul / Divulgação
A Empresa de Pesquisa Energética (EPE) habilitou 371 projetos para o leilão de energia elétrica A-3 (com entrega daqui a três anos, a partir de 2018), que será realizado no dia 21 de agosto.Desse total, 338 projetos são referentes a empreendimentos da fonte eólica, que totalizou oferta de 8.328 megawatts (MW). A geração a partir do vento representa 91% dos projetos habilitados, equivalente a 86% da energia prevista.De acordo com os dados divulgados nesta segunda-feira pela EPE, os 371 projetos habilitados somam 9.594 MW. Além dos empreendimentos decorrentes da energia eólica, foram habilitadas 17 pequenas centrais hidrelétricas (184 MW), 13 termelétricas a biomassa (612 MW) e três termelétricas a gás natural (417 MW).Ainda de acordo com a EPE, o preço inicial do leilão para a fonte eólica será de R$ 184 por megawatt hora (MWh). Para as de biomassa e termelétricas a gás natural, de R$ 218 por MWh, e para empreendimentos hidrelétricos, R$ 216 por MWh.Os dados indicam ainda que os Estados da Bahia e do Rio Grande do Norte foram os que mais registraram projetos eólicos, com 106 cada um. Na sequência, estão Ceará (58 propostas), Piauí (39 projetos de fonte eólica) e Maranhão (10 empreendimentos).No Rio Grande do Sul, há sete projetos eólicos encaminhados, dois de pequenas centrais hidrelétricas e dois de biomassa.
Fonte: Projetos eólicos são maioria entre os habilitados para leilão - Economia: Notícias e Opiniões - Zero Hora

Projeto será pensado principalmente para mercado indiano

Celulares permitirão usar mapas na modalidade offline e terão páginas de pesquisa que carregam rapidamente

o Google pretende relançar o seu projeto "Android One", apresentado no ano passado e que tem como objetivo desenvolver smartphones econômicos para países em desenvolvimento.

Foto: Getty Images

Entrevistado pelo jornal de finanças britânico "Financial Times", o diretor da companhia norte-americana para a Índia e o sudeste asiático, Rajan Anandan, explicou que os novos planos da iniciativa serão revelados nas próximas semanas.

O objetivo do programa, segundo o executivo, será colocar à venda celulares com valores menores que US$ 50, metade do preço dos modelos lançados em 2014. Como nos do ano passado, o Google não se ocupará com o desenvolvimento do hardware dos aparelhos.

Anandan ainda admitiu que a última experiência não satisfez as expectativas, mas reafirmou que a companhia está se esforçando para obter os resultados desejados. Ele disse que os novos smartphones terão aplicativos e serviços pensados principalmente para o mercado indiano. Para atender aos tipos de conexões de internet no país, com uma banda larga baixa, os celulares permitirão, por exemplo, usar mapas na modalidade offline e terão páginas de pesquisa que carregam rapidamente.

A faixa de preço atual dos "Android One" é de 2 mil a 3 mil rúpias, cerca de R$ 110 a R$ 160.

Fonte: Projeto será pensado principalmente para mercado indiano - Terra

Ferramentas Práticas para Empreendedores | Endeavor Brasil

Ferramentas práticas podem facilitar o seu dia-a-dia. Faça o download gratuito de ferramentas online de temas como Marketing, Gestão, Vendas e outros.
10 Ferramentas Incríveis e Gratuitas para Empreendedores
Pouco tempo livre e desafios de sobra? Confira estas ferramentas!Sabemos que você já leu muito sobre gestão de negócios, mas às vezes faltam aquelas instruções mais práticas, que vão te ajudar a transformar o que você aprendeu em ações no dia-a-dia na empresa. Por isso, separamos 10 materiais para empreendedores que precisam ir direto ao ponto: como eu aplico esse conceito para alavancar meus resultados?Faça o download gratuito e comece a usar hoje mesmo!1) Matriz de gestão de tempo para quem sente que 24 horas é poucoSe você ainda é responsável por boa parte das atividades da sua empresa, das finanças à gestão de pessoas, essa matriz é feita pra você.2) 5W2H: um plano de ação para quem quer colocar a mão na massaEstar preparado para executar um novo projeto é tão simples quanto responder a essas 7 perguntas. Comece agora!3) Guia de Definição de metas para PMEsToda empresa precisa ter metas para continuar crescendo. Se você já sabe aonde quer chegar, as metas seguem a linha de resultados que te leva até lá.4) 8 passos para quem quer vender mais do que um produtoA ferramenta “Job to Be Done” te ajuda a enxergar seu produto como experiência de consumo e a transformar a noção de preço em valor.5) Design Thinking para quem quer criar um negócio inovadorSiga essas quatro etapas e avance na construção de uma experiência de consumo desejada pelos seus futuros consumidores.6) Mapa de Empatia para quem quer conhecer melhor seu públicoEntender as verdadeiras necessidades e aspirações dos seus futuros consumidores é metade do caminho para criar algo relevante e desejável. Pegue esse atalho!7) 10 Passos para Captar Clientes de Grande Porte Direcionar seus esforços de captação aos clientes que mais vão te trazer retorno pode ser a melhor estratégia para empresas com um time de vendas reduzido.8) Matriz BCG para quem quer apostar nos produtos que dão certoVaca-leiteira, estrela, abacaxi ou um grande ponto de interrogação. Classificar sua oferta de produtos com esses quadrantes vai te ajudar a melhorar suas apostas.9) AIDALA para quem quer criar uma campanha de Marketing sem igualDa conquista à fidelização, aprenda como criar uma estratégia consistente em cada etapa do seu planejamento de Marketing.10) Técnica de 5S para quem sempre deixa a arrumação para depoisSeja em um escritório ou na garagem da sua casa, descubra como melhorar a organização do ambiente da sua empresa para aumentar a produtividade do time.
 
Fonte: Ferramentas Práticas para Empreendedores - Endeavor Brasil

PMEs são mais vulneráveis a crimes online; veja como evitar

Mais de 60% dos ataques digitais contra indústrias no estado de SP são contra empresas de pequeno e médio porte.

Se antes as empresas conseguiam garantir sua segurança apenas com câmeras e alarmes, a crescente informatização faz com que tais medidas não sejam mais suficientes. Pesquisa divulgada pela Fiesp no final de março aponta que 59% dos ataques cibernéticos registrados no estado atingem as finanças das empresas, e 65,2% desses atentados acontecem em indústrias de pequeno e médio porte.

O foco maior em pequenas empresas se deve ao fato de elas geralmente estarem menos preparadas para lidar com o problema, afirma Eduardo Fontinelle, analista de sistemas especializado em infraestrutura de redes. “As empresas menores acham que segurança é o último tema a ser colocado em discussão. É aquela história de você só colocar cerca elétrica depois que a casa é roubada”, diz o especialista da Gerencianet, empresa que oferece soluções para pagamentos online.

Investir em criptografia, autenticação e conscientização dos funcionários são algumas das iniciativas recomendadas para aumentar a segurança digital de uma empresa
Investir em criptografia, autenticação e conscientização dos funcionários são algumas das iniciativas recomendadas para aumentar a segurança digital de uma empresa
Foto: Mathias Rosenthal / Shutterstock

De acordo com a pesquisa da Fiesp, 23,9% dos ataques a pequenas empresas visam informações sigilosas. Outros tipos de ofensiva incluem tirar sistemas do ar – o que gera grande prejuízo ao negócio –, e manipulação de dados por meio de operações que às vezes passam despercebidas por muito tempo.

“O primeiro passo para reduzir os riscos é usar senhas mais seguras, se possível com dupla autenticação. Assim, além de fornecer login e senha, o usuário precisará de uma terceira informação, que pode ser enviada para seu email ou celular, por exemplo”, recomenda o especialista.

Ele também afirma que uma senha longa não necessariamente traz maior segurança. Segundo Eduardo, é melhor ter uma senha curta, mas que misture letras maiúsculas, minúsculas, números e símbolos, do que ter uma expressão formada por 20 letras minúsculas. Para completar, o ideal é que as senhas sejam trocadas a cada 90 dias. “Existem bons programas gratuitos que não só guardam as senhas criptografadas no disco rígido, mas também dispensam que o usuário decore cada uma delas”, informa.

Outro ponto sensível é o uso de antivírus e firewall. Como os custos para testar a eficácia desses softwares é alto, Eduardo recomenda a utilização de programas desenvolvidos por grandes empresas, que contam com equipes dedicadas à detecção de novos tipos de vírus e ataques, e disponibilizem rapidamente “vacinas” através de atualizações.

“Tão importante quanto a proteção do sistema é conscientizar os funcionários a evitar situações que podem criar vulnerabilidades na segurança. Isso deve ser feito por meio de treinamento e conversas. Outro passo importante é tirar o acesso de administrador das máquinas, para que eles não tenham a possibilidade de instalar coisas”, argumenta.

Criptografia e wireless Para dificultar ainda mais a ação de criminosos, especialmente no caso de dados vitais para o funcionamento da empresa, Eduardo sugere o uso de programas que criptografem as informações. Esta dica é válida tanto para HDs externos e pen drives, quanto para o próprio disco rígido do computador.

“Muitas empresas também correm riscos desnecessários por armazenarem informações demais. O ideal é manter apenas o que for relevante para sua operação. Se você vende roupas, guarde nome e endereço dos seus clientes, mas não precisa fazer isso com os dados do cartão de crédito, por exemplo”, explica.

Para completar, ele recomenda que as empresas tomem cuidado ao usar redes wireless. “Se não for algo vital, deve-se evitar. Se for preciso para o acesso à internet, é fundamental investir em um dispositivo VLAN, que isola a rede de ataques externos. Outra dica simples, mas muito útil, é desligar o roteador ao final do expediente”, encerra.

Fonte: PMEs são mais vulneráveis a crimes online; veja como evitar - Terra

Teles temem avanço do WhatsApp

Setor de telecomunicações se preocupa com o impacto de novas tecnologias; aplicativo de texto e voz para aparelhos celulares é visto como ameaça aos negócios por companhias
A chegada de novas tecnologias pode ser um problema para empresas mais tradicionais do setor de telecomunicações. Para a telefonia móvel, uma das maiores ameaças é personificada no aplicativo de texto e voz Whatsapp, que utiliza internet e aparelhos celulares para comunicação entre as pessoas.O presidente da Telefônica Brasil, Amos Genish, alertou que o aplicativo não tem regras fiscais, jurídicas e regulatórias, reduzindo a possibilidade de monitoramento das mensagens, o que abriria espaço para o uso em atividades ilegais, segundo ele afirmou."O fato de existir uma operadora trabalhando no Brasil sem licença é um problema", disse o executivo, ao apontar que isso pode abrir precedentes para a chegada de outras empresas semelhantes. O impacto na receita ou no tráfego na rede da Telefônica Brasil, entretanto, não pode ser medido até o momento."Não vai acontecer nunca uma parceria com o Whatsapp e gostaria que outras operadoras acordassem rápido para não cooperar com uma empresa que vai contra as leis brasileiras", afirmou Amos Genish. A Telefônica Brasil, dona da marca Vivo, tem evitado negociar ofertas ligadas ao Whatsapp por conta de uma questão de princípios, acrescentou. "O fato de trabalharem contra as leis brasileiras é pirataria pura e uma parceria com eles não combina com a nossa lógica", afirmou.Na mesma linha, o presidente da América Móvil Brasil, José Felix, disse que há um enfrentamento entre Whatsapp e as operadoras tradicionais, por conta da falta de "isonomia regulatória". "Não sou contra, nem a favor, mas me preocupa a falta de equilíbrio", ressaltou."É inegável do ponto de vista da receita de SMS e de voz que há um impacto, mas não tenho números para quantificar esse efeito", afirmou o executivo. O presidente da empresa que controla a Claro lembrou ainda que a receita de voz tem se enfraquecido nos últimos tempos, embora não seja possível ver qual parcela disso vem do uso do Whatsapp.
Fonte: Teles temem avanço do WhatsApp- MSN

8 ferramentas divertidas para ensinar programação a seus filhos

Existem muitos recursos disponíveis para o aprendizado na prática. Separamos alguns focados especialmente em crianças
Existem muitos recursos disponíveis para o aprendizado na prática. Separamos alguns focados especialmente em criançasNunca é cedo demais para ensinar as crianças a programarem. Atualmente, elas já crescem cercadas de tecnologia e aprendem rapidamente o uso de tablets, smartphones e computadores. Essa criação tecnológica não tem precedente nem mesmo na Geração Y.Nós evoluímos culturalmente e a programação é fundamental a virtualmente todas as empresas. Existem muitos recursos disponíveis para o aprendizado da prática, mas separamos os focados especialmente em crianças. Confira.MinecraftÉ provável que seu filho já brinque com esse jogo pixelado que mantém as crianças entretidas enquanto aprendem os fundamentos da programação. O Minecraft é mais que um sucesso: com 53 milhões de cópias vendidas até 2015, a Microsoft comprou o programa por US$ 2,5 bilhões. O jogo disponível para smartphone, computador e tablet é tão popular que seus vídeos lideram a categoria de games do YouTube.ScratchDesenvolvido no MIT, ele é focado em levar crianças de 8 a 16 anos a se interessarem por programação. O Scratch permite que elas programem jogos, animações e histórias interativas a serem compartilhados em sua comunidade virtual. Embora direcionado, o site pode ser utilizado por qualquer um interessado no aprendizado da prática.Disponível em mais de 150 países, ele recebeu aportes de diversas empresas, incluindo a National Science Foundation, Google, Dell e a LEGO Foundation. O Scratch possui uma seção dedicada a educadores, a ScratchEd, que fornece recursos para a introdução da programação em salas de aula.Lissa Explains it AllO primeiro site dedicado à tarefa existe há 10 anos, mas ainda é uma grande fonte para crianças que desejam aprender HTML. O Lissa Explains it All ensina a criação de um site com informações sobre HTML, CSS e JavaScript.A fundadora do site, Alyssa “Lissa” Daniels criou a página em 1997 aos 11 anos para registrar tudo o que aprendia sobre código HTML. Ela começou a catalogar o conteúdo, que eventualmente foi encontrado e se tornou um recurso público.HopscotchSe você possui um iPad, pode baixar o app Hopscotch para ensinar as crianças a criarem jogos básicos e arte pixelada. Elas aprenderão a programar enquanto brincam com os games e assistem vídeos informativos.As crianças poderão participar de desafios para desenvolverem suas habilidades e integrar uma comunidade onde pedem ajuda em caso de dificuldades. O app é gratuito e foi projetado para crianças de 9 a 11 anos, mas isso não impede os adultos de se aproveitarem do formato interativo.TynkerFocado em ajudar crianças a criarem apps, jogos personalizados e até hardware, o Tynker é um recurso interativo para o ensino da programação. Ele oferece tutoriais, exercícios e desafios divertidos para estimular o interesse infantil nos fundamentos da prática.As crianças podem começar a programar com ícones antes de migrarem para o modelo tradicional. Tudo no Tynker foi projetado para que a criança domine a programação.Hackety HackDe código aberto, o Hackety Hack procura ajudar as crianças a aprenderem como se cria software. Ele ensina Ruby de forma divertida e acessível usando o conjunto de ferramentas theShoes. O site é recomendado a pessoas sem qualquer conhecimento prévio em programação e é ideal para crianças.Kids RubyOutro recurso para o aprendizado da Ruby, ele ensina a escrever e testar códigos no computador. O site funciona em diversas plataformas e com o slogan atraente “hackeie sua lição de casa“ dá ênfase à criação de programas que facilitem a tarefa. Você pode presentear seu filho com uma bola Sphero para que ele programe ações usando Ruby.Cargo-BotOutro jogo gratuito para iPad, o Cargo-Bot leva as crianças a entenderem os básicos da programação ao fazê-las ensinar um robô a movimentar caixas e resolver desafios. Ele é projetado com Codea, app para iPad feito para criar jogos e simulações com o tablet usando a linguagem de programação Lua. O Cargo-Bot estimula o pensamento lógico que as crianças precisarão para se tornarem programadoras bem sucedidas.
Fonte: 8 ferramentas divertidas para ensinar programação a seus filhos - IDG Now!

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