O cheiro mágico do queijo

Acari Manestrina criou uma região produtora de leite e ergueu a maior indústria de queijos nobres do Brasil

“Meu filho, come a polenta e o queijo só cheira.” O menino Acari Menestrina perdeu o pai quando tinha apenas quatro anos, mas nunca esqueceu essas palavras que marcam até hoje a sua vida. Na modesta casa de madeira, em Rio dos Centros, no Oeste de Santa Catarina, onde nasceu, começou a estudar, formou-se em técnico agrícola, plantou pastagem, comprou uma, duas, dezenas e centenas de vacas leiteiras. Ergueu primeiro a Cedrense e depois a Gran Mestri, hoje a maior e mais qualificada indústria de queijos nobres do país. Apoiou outros produtores em toda a região Oeste e formam hoje uma das maiores bacias leiteira do país, com uma produção diária que supera 10 milhões de litros, mais que todo o Uruguai, que sempre foi um país de referência na produção leiteira na América Latina e no mundo. “Tenho leite no sangue e o que me motiva é produzir queijos de alta qualidade”, revela o empreendedor Acari Menestrina ao “abrir o seu coração”.

Agora em dezembro inaugurou uma nova fábrica, junto ao atual complexo industrial, para a produção dos queijos Provolone e Gorgonzola. Já está com toda a base pronta para produzir também o nobre queijo Roquefort (do leite de ovelha) e o Muçarela de búfala, um queijo leve que está sendo muito consumido em todo o país.

A ORIGEM

Com o falecimento precoce do pai, o então menino Acari dividia o tempo entre os estudos e o auxílio aos avós nas atividades do campo, enquanto a mãe trabalhava na cidade. Assim nasceu a paixão pela lida rural. A busca por conhecimento especializado iniciou no Colégio Agrícola de Camboriú, onde se formou técnico agrícola em 1975. Na ocasião, foi premiado com a medalha de melhor aluno de Zootecnia.

No ano seguinte, passou no concurso da respeitada Associação de Crédito e Assistência Rural do Estado de Santa Catarina (Acaresc), atual Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri). Depois do treinamento em Florianópolis, foi designado para um estágio no Extremo Oeste catarinense, no município de Itapiranga. Passados 40 dias, a próxima missão foi como extensionista de crédito em São Miguel do Oeste. Dois meses depois, assumiu o escritório municipal da então Acaresc, em Guarujá do Sul, também no Extremo Oeste catarinense.

Acari conta que a sua ida para Guarujá do Sul foi o maior desafio que assumiu na vida. “Cheguei em Guarujá do Sul determinado a ser número ‘1’. Entrei de corpo, alma, mente e espírito porque tinha tudo a ser feito ali. Na época, não tinha estradas, havia algumas casas de madeira apenas, não tínhamos telefone ou televisão e a energia elétrica era fornecida até às 22h”, lembra . Juntamente com o prefeito e o padre, Acari Menestrina se tornou uma autoridade do município.

AS DIFICULDADES

As dificuldades eram gigantescas, recorda o empreendedor, mas para ele tudo era novidade. “Implantei a primeira lavoura irrigada na região, o primeiro biodigestor, o primeiro viveiro florestal e a primeira pocilga de alvenaria com piso ripado, por exemplo”, conta Menestrina. Foram oito anos de trabalho com grandes transformações na área rural do Extremo Oeste.

Mas o visionário empreendedor enxergava ainda um grande potencial ali: queria transformar a região em uma das maiores bacias leiteiras do Brasil. “Me chamavam de louco. Mas aproveitei que eu tinha um programa de rádio, chamado Gente do Campo, e comecei a defender o projeto. Os produtores não tinham leite nem mesmo para o consumo da família”, destaca.

Em 1982, Menestrina deixou a extensão rural para se dedicar ao projeto que mudaria sua vida. Foram mais de mil reuniões com produtores rurais. “Eu trouxe as primeiras vacas das raças Holandesa e Jersey, fiz a primeira pastagem de inverno com aveia e azevém e trouxe o primeiro aparelho de cerca elétrica”, lembra.

HORA DE EMPREENDER

Em 1990, criou a empresa Cedrense, cujo nome homenageava seu município de origem (Rio dos Cedros) e a cidade sede da indústria (São José do Cedro). Diariamente, 1 milhão de litros de leite eram transformados em mais de 80 produtos, em oito unidades industriais. A fábrica já tinha se tornado uma referência nacional.

Ainda insatisfeito, Menestrina visitou mais de 500 laticínios em 30 países da Oceania, que é modelo de produção de leite no mundo, além de indústrias de lácteos na Europa e Mercosul. A partir do que viu, trouxe toda a tecnologia e tendências do setor. Foi aí que o industriário tomou uma decisão. “Percebi que a tendência era de que as commodities ficariam sob o comando de duas ou três empresas nacionais. Foi aí que resolvi buscar tecnologias italianas para fabricar os queijos mais nobres do mundo, aqui em Santa Catarina. Assim nasceu a Gran Mestri Alimentos que atualmente é referência na produção de queijos duros na América Latina”, relembra.

Hoje a produção de leite é a principal fonte de renda para 805 famílias da região. “Sinto muito orgulho de ser o pai da bacia leiteira do Oeste catarinense porque transformou a região. E a base de tudo foi a extensão rural que me ensinou a ser organizado ao extremo. Ser extensionista rural foi o meu grande diferencial como empresário”, avalia.

Acari Maestrina organizou, em 2008, uma missão técnica para Nova Zelândia. O grupo foi composto por 15 pessoas do setor público agrícola, empresários do setor lácteo, consultores, professores, pesquisadores e extensionistas de Santa Catarina. O objetivo era conhecer a bovinocultura de leite, ovinocultura (carne, lã e leite) e todas as tecnologias envolvidas nas cadeias produtivas desses setores, principalmente o cultivo de manejo de pastagens.

A bagagem voltou cheia de informações, mas a principal é a necessidade de melhorar a comida para os animais tratando as pastagens como lavouras. Com alimentação de maior qualidade, o resultado só poderia ser a excelência do leite e, consequentemente, do produto final. Foi assim que Menestrina constituiu um pedaço da Nova Zelândia aqui no Brasil.

NOVA OUSADIA

Sopramonte significa “sobre os morros” e é um povoado de Trento, no Norte da Itália. Foi dessa localidade que vieram os ancestrais da família Menestrina. Sopramonte também é o nome do mais recente empreendimento do industriário. Trata-se de uma área de 200 hectares, na linha Tope da Serra, no município gaúcho de Erval Grande, na divisa com o estado catarinense, destinada à produção de pastagens irrigadas. A intenção é produzir leite com alta qualidade e baixo custo. As sementes foram trazidas da Nova Zelândia.

Na Fazenda Agro Sopramonte também está em desenvolvimento a genética para a produção de leite de ovelha e de búfala para, futuramente, produzir os queijos Roquefort e moçarela de búfala – a fábrica já está pronta para essa produção. Também há área de terra destinada ao cultivo de nozes pecã e de oliveiras com a pretensão de oferecer ao mercado o azeite extravirgem prensado a frio. A fazenda também é responsável pelo reflorestamento que atende às necessidades da Gran Mestri, produção de erva-mate, essências nativas e possui o primeiro viveiro regional de eucaliptos.

TRAJETÓRIA

A trajetória de trabalho e conquista já rendeu mais de 100 prêmios e menções ao empreendedor Acari Maestrina. “Sempre digo que aproveitei, não deixei passar nenhuma oportunidade. O importante é treinar, treinar, treinar. Estar constantemente atualizado e em busca de inovação”, completa.


Exportação supera US$ 1 bilhão pelo segundo ano consecutivo em Joinville

Pelo segundo ano consecutivo o total de vendas de produtos joinvilenses para o exterior passou a marca do bilhão de dólares, e atingiu US$ 1,05 bilhão. Apesar disso, houve queda de 1,32% com relação ao volume de embarques de 2017 - à época de US$ 1,07 bilhão. Na outra ponta da balança, o total de importações alcançou US$ 2,53 bilhões, 48,26% acima do ano anterior, na base de US$ 1,71 bilhão. O déficit entre um ano e o outro também cresceu, passando de US$ 640 milhões para US$ 1,48 bilhão. 

Os números demonstram que a economia começou a reagir. E, quando a economia da cidade, estado e do país onde vive começa a melhorar é um indicativo de que a vida de todos tende a prosperar. 

Convidamos você para saber mais sobre exportações em Joinville, assistindo a matéria abaixo:

https://youtu.be/XPCNngvrj5s

COMÉRCIO ELETRÔNICO DEVE CRESCER 16% NO PAÍS EM 2019, PREVÊ ABCOMM

Segundo estimativa da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico, setor deve registrar faturamento R$ 79,9 bilhões neste ano

O comércio eletrônico deve atingir um volume de vendas de R$ 79,9 bilhões em 2019. A estimativa é da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm). De acordo com a entidade, caso essa projeção se cumpra, o montante representaria um crescimento de 16% quando comparado com o resultado atingido em 2018 pelas lojas virtuais do País, sendo o maior avanço anual verificado desde 2015.

Segundo a ABComm, o comércio eletrônico deve registar um tíquete médio de R$ 301, com um total de 265 milhões de pedidos efetuados pelos consumidores até o fim deste ano. O número de lojas virtuais deve totalizar 87 mil. As micro e pequenas empresas devem aumentar sua participação no faturamento, atingindo 29%. A participação dos marketplaces no faturamento do setor também deve registrar crescimento em 2019. Segundo a entidade, a fatia deve passar dos atuais 31% verificados em 2018 para 35% ao fim deste ano.

A experiência do consumidor nos dispositivos móveis deve continuar sendo alvo de atenção das lojas virtuais neste ano. Segundo a associação, é esperado que 33% das vendas efetuadas pelos consumidores venham a partir de smartphones e tablets. A participação móvel nas compras online, porém, permanecerá no mesmo patamar observado em 2018, segundo dados da entidade.

De acordo com Mauricio Salvador, presidente da ABComm, uma série de fatores contribuem para a projeção de crescimento expressivo para o ano. Segundo ele, o otimismo observado pelos empresários do setor com os rumos da economia, somado à elevação da confiança do consumidor, são algumas das razões. “Percebemos uma retomada expressiva das vendas online já no último trimestre do ano passado, especialmente durante a Black Friday e nas vendas de Natal”, afirma Salvador. “Livre dos eventos observados em 2018, vemos com bons olhos o desempenho para este ano”, complementa.

Sobre a ABComm:
A Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm) surgiu para fomentar o setor de e-commerce com informações relevantes, além de contribuir com seu crescimento no país. A Associação reúne representantes de lojas virtuais e prestadores de serviços nas áreas de tecnologia da informação, mídia e meios de pagamento, atuando frente às instituições governamentais, em prol da evolução do setor. A entidade sem fins lucrativos é presidida por Mauricio Salvador e conta com diretorias específicas criadas para fomentar todo o setor, entre elas: Novos Negócios; Relações Governamentais; Mídias Digitais; Relações Internacionais; Meios de Pagamento; Capacitação; Desenvolvimento Tecnológico; Empreendedorismo e Startups; Jurídica; Métricas e Inteligência de Mercado; Crimes Eletrônicos; e Marketing.

Para mais informações, acesse: www.abcomm.org


MULTISOM - Rede gaúcha de eletroeletrônicos está encolhendo

Efeitos do e-commerce no segmento provocou deslocamento do consumo e levou a fechamento de lojas no Rio Grande do Sul, em Santa Catarina e no Paraná

Roni Rigon / Agencia RBS
Celulares estavam entre os produtos mais comprados online pelos brasileiros no primeiro semestre de 2018

A Multisom, que já teve 130 lojas espalhadas por Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, está atualmente com apenas 89 e reavaliando o desempenho de todas de forma constante. Além de simplesmente fechar 30 unidades que funcionavam em shopping centers, onde os custos costumam ser mais elevados do que os do comércio de rua.

A empresa vendeu outras 11 lojas para a rede de franquias de pontos de venda da marca sul-coreana Samsung.

O presidente da rede, Francisco Noveletto, argumenta que o e-commerce é o principal responsável pelo desaparecimento das lojas especializadas em eletrônicos.

Conforme dados do  Webshoppers, apurados em parceria por Ebit e Nielsen, em volume financeiro, a categoria telefonia e celulares responde por 18,9% do faturamento do comércio online no Brasil, seguida de eletrodomésticos, com 17,9% e eletrônicos, com 11,2%.

Fenômeno semelhante ocorre com os livros, cujo negócio escancarou a crise no ano passado. Quando a coluna quis saber se o tamanho já é o ideal, Noveletto respondeu assim:

–  O ideal depende do comportamento do mercado.

Além da concorrência do comércio eletrônico, avalia que mesmo o consumidor que quer comprar em lojas físicas muitas vezes acaba optando por lojas de departamento ou até hipermercados, que costumam ter áreas especializadas em eletrônicos.


Quer faturar mais de R$ 100 mil por mês?

Veja opções de 25 franquias

O investimento inicial para ter uma franquia da Miniso é de R$ 1,5 milhão

O mercado de franquias tem opções para todos os bolsos e gostos: desde as microfranquias – aquelas com investimento inicial mais baixo, que podem ser operadas em casa ou em espaços pequenos, como quiosques – até negócios mais robustos e complexos, que exigem alto investimento e também oferecem ganhos elevados. Ou seja, para faturar alto não dá para partir do zero. O interessado precisa ter dinheiro – algumas opções de franquia exigem um investimento inicial de 1,5 milhão de reais – e conhecimento de gestão do negócio.

Quem quer investir em uma franquia de alto faturamento encontra várias marcas e tipos de negócios. Distribuidora de cervejas especiais, residencial para idosos e lojas de shopping são algumas das possibilidades.

Vanessa Bretas, gerente de inteligência de mercado da Associação Brasileira de Franchising (ABF), diz que a primeira recomendação é que o investidor tenha afinidade com a atividade que vai desenvolver, pois será o seu dia a dia de trabalho. O segundo passo é avaliar o próprio perfil.

“Redes de alto faturamento, em geral, têm operações complexas, e é importante que o franqueado tenha conhecimentos de gestão ou conte com uma equipe preparada para administrar o negócio”, afirma Vanessa.

Ela lembra que faturamento não é o mesmo que lucro: faturamento é o dinheiro que entra e lucro é o que sobra depois de pagar todos os custos da operação. Portanto, o investidor deve ficar atento à rentabilidade do ramo que escolher. Também é indicado ter uma reserva de dinheiro. “O capital de giro é importante principalmente no começo do negócio, porque a renda gerada nos primeiros anos é o retorno do valor que foi investido, ainda não é lucro”, afirma.

O candidato à franquia deve analisar todos os documentos fornecidos pela empresa franqueadora, principalmente a Circular de Oferta de Franquia (COF), que deve conter todos os dados da operação. Consultar várias marcas, contar com o apoio de um advogado especializado, conversar com atuais e antigos franqueados são outras dicas para escolher em que investir.

“O franqueado deve buscar uma relação aberta e de transparência com o franqueador, que é quem vai transmitir todo o conhecimento sobre o negócio. O compartilhamento de know-how é uma das principais vantagens do franchising, o que faz diminuir os riscos do investimento”, explica Vanessa.

Outro benefício do sistema de franquias é a possibilidade de associar-se a uma empresa conhecida. “Marcas consolidadas têm perspectiva de faturamento maior porque já têm um público estabelecido”, diz a gerente da ABF.

Veja 25 opções de franquias que faturam mais de 100 mil reais por mês:

1.Confraria Paulistânia – distribuidora de cervejas especiais

– investimento inicial: a partir de 200 mil reais (inclui custos de instalação e taxa de franquia)

– faturamento mensal: a partir de 100 mil reais

– lucro: 15% do faturamento

– retorno do investimento: 20 a 36 meses

Franquia ‘Confraria Paulistânia’

2 . Imaginarium – presentes e decoração

– investimento inicial: a partir de 230 mil reais (inclui custos de instalação, taxa de franquia e capital de giro)

– faturamento médio mensal: 100 mil reais

– lucro: 10% do faturamento

– retorno do investimento: 24 a 36 meses

Fachada de loja da franquia ‘Imaginarium’

3. Equus – moda feminina

– investimento inicial: a partir de 234,5 mil reais (inclui custos de instalação e taxa de franquia)

– faturamento médio mensal: 110 mil reais

– lucro: não divulgado

– retorno do investimento: 28 meses

Fachada de loja da franquia ‘Eqqus’

4. Urban Arts – quadros decorativos

– investimento inicial: a partir de 240 mil reais (inclui custos de instalação, taxa de franquia e capital de giro)

– faturamento médio mensal: 110 mil reais

– lucro: 15% do faturamento

– retorno do investimento: 18 a 30 meses

Fachada da franquia ‘Urban Arts’

5. Instituto Gourmet – cursos profissionalizantes de gastronomia

– investimento inicial: a partir de 250 mil reais (inclui custos de instalação, taxa de franquia e capital de giro)

– faturamento médio mensal: 100 mil reais

– lucro: 25% a 35% do faturamento

– retorno do investimento: 18 a 24 meses

Fachada de loja da franquia ‘Instituto Gourmet’

6.A Fórmula – farmácia de manipulação

– investimento inicial: a partir de 300 mil reais (inclui custos de instalação, taxa de franquia e capital de giro)

– faturamento médio mensal: 110 mil a 150 mil reais

– lucro: 20% a 25% do faturamento

– retorno do investimento: 24 meses

Fachada da franquia ‘A Fórmula’

7. Kings Sneakers – calçados

– investimento inicial: a partir de 300 mil reais (inclui custos de instalação, taxa de franquia e capital de giro)

– faturamento médio mensal: 185 mil reais

– lucro: não divulgado

– retorno do investimento: 40 meses

Fachada de loja da franquia ‘Kings Sneakers’

8. Sniper – estande de tiro para shopping center com armas de airsoft

– investimento inicial: a partir de 300 mil reais (inclui custos de instalação e taxa de franquia)

– faturamento médio mensal: 100 mil reais

– lucro: 20 mil reais

– retorno do investimento: 12 a 24 meses

Fachada de loja da franquia ‘Sniper’

9. Espetto Carioca – alimentação

– investimento inicial: a partir de 330 mil reais (inclui custos de instalação, taxa de franquia e capital de giro)

– faturamento médio mensal: 100 mil reais

– lucro médio mensal: 12% a 20% do faturamento

– retorno do investimento : 24 a 36 meses

Fachada de loja da franquia ‘Espetto Carioca’

10. Terça da Serra – residencial para idosos

– investimento inicial: a partir de 390 mil reais (inclui custos de instalação, taxa de franquia e capital de giro)

– faturamento médio mensal: 100 mil reais

– lucro: 20% do faturamento

– retorno do investimento: 24 a 36 meses

Fachada da franquia ‘Terça da Serra’

11. Patroni – alimentação

– investimento inicial: a partir de 455 mil reais (inclui custos de instalação, taxa de franquia e capital de giro)

– faturamento médio mensal: 130 mil reais

– lucro: 12% a 20%

– retorno do investimento: 18 a 36 meses

Fachada de loja da franquia ‘Patroni’

12. Artwalk – calçados

– investimento inicial: a partir de 500 mil reais (inclui custos de instalação, taxa de franquia e capital de giro)

– faturamento médio mensal: 180 mil reais

– lucro: 10% a 15% do faturamento

– retorno do investimento: 28 meses

Fachada da franquia ‘Artwalk’

13. Magicfeet – calçados infantis

– investimento inicial: a partir de 500 mil reais (inclui custos de instalação, taxa de franquia e capital de giro)

– faturamento médio mensal: 150 mil reais

– lucro: 10% a 15% do faturamento

– retorno do investimento: 30 meses

Fachada de loja da franquia ‘Magic Feet’

14. Kopenhagen – chocolates finos e cafeteria

– investimento inicial: a partir de 500 mil reais (inclui custos de instalação, taxa de franquia e capital de giro) para loja

– faturamento médio mensal: 125 mil reais

– lucro: 12% do faturamento

– retorno do investimento: 18 a 36 meses

Fachada de loja da franquia ‘Kopenhagen’

15. Spoleto – alimentação

– investimento inicial: a partir de 575 mil reais (inclui custos de instalação, taxa de franquia e capital de giro)

– faturamento médio mensal: 110 mil reais

– lucro: 10% a 15% do faturamento

– retorno do investimento: 36 a 40 meses

Fachada de loja da franquia ‘Spoleto’

16. Authentic Feet – calçados

– investimento inicial: a partir de 600 mil reais (inclui custos de instalação, taxa de franquia e capital de giro)

– faturamento médio mensal: 180 mil reais

– lucro: 10% a 15% do faturamento

– retorno do investimento: 30 meses

Fachada de loja da franquia ‘Authentic Feet’

© Fornecido por Abril Comunicações S.A. Fachada de loja da franquia ‘Authentic Feet’

– investimento inicial: a partir de 610 mil reais (inclui custos de instalação e taxa de franquia) para loja em shopping

– faturamento médio mensal: 170 mil reais

– lucro: não divulgado

– retorno do investimento: 36 meses

Fachada de loja da franquia ‘Giraffas’

18. Casa do Don – alimentação

– investimento inicial: a partir de 720 mil reais (inclui custos de instalação, taxa de franquia e capital de giro)

– faturamento médio mensal: 185 mil reais

– lucro: 12% a 20%

– retorno do investimento: 18 a 36 meses

Fachada de restaurante da franquia ‘Casa do Don’

19. Bob´s – alimentação

– investimento inicial: a partir de 780 mil reais (inclui custos de instalação e taxa de franquia)

– faturamento médio mensal: 180 mil reais

– lucro: 11% a 16% do faturamento

– retorno do investimento: 32 a 48 meses

Fachada de loja da franquia ‘Bob’s’

20. Mania de Churrasco – alimentação

– investimento inicial: a partir de 800 mil reais (inclui custos de instalação, taxa de franquia e capital de giro)

– faturamento médio mensal: 210 mil reais

– lucro: 10% a 15% do faturamento

– retorno do investimento: 24 a 36 meses

Fachada de loja da franquia ‘Mania de Churrasco’

21.Pizza Hut – alimentação

– investimento inicial: a partir de 1 milhão de reais (inclui custos de instalação, taxa de franquia e capital de giro)

– faturamento médio mensal: 200 mil reais

– lucro: 20% a 25% do faturamento

– retorno do investimento: 26 meses

Fachada de loja da franquia ‘Pizza Hut’

22. Maple Bear Canadian School – escola bilíngue

– investimento inicial: a partir de 1,2 milhão de reais (inclui custos de instalação, taxa de franquia e capital de giro)

– faturamento médio mensal: 400 mil reais

– lucro: 20% do faturamento

– retorno do investimento: 36 meses, em média

A franquia ‘Mapple Bear’

23. Taco Bell – alimentação

– investimento inicial: a partir de 1,2 milhão de reais (inclui custos de instalação, taxa de franquia e capital de giro)

– faturamento médio mensal: 200 mil reais

– lucro: 12% a 15% do faturamento

– retorno do investimento: 36 meses

Restaurante mexicano Taco Bell, no Center 3, na Avenida Paulista

24. KFC – alimentação

– investimento inicial: a partir de 1,4 milhão de reais (inclui custos de instalação, taxa de franquia e capital de giro)

– faturamento médio mensal: 250 mil reais

– lucro: 15% a 25% do faturamento

– retorno do investimento: 24 meses

Fachada de loja da franquia ‘KFC’

25. Miniso – utensílios domésticos e acessórios

– investimento inicial: a partir de 1,5 milhão de reais (inclui custos de instalação, taxa de franquia e capital de giro)

– faturamento médio mensal: 500 mil reais

– lucro: 10% do faturamento

– retorno do investimento: 36 meses

Fachada de loja da franquia ‘Miniso’

Porto de São Francisco projeta investimento de R$ 180 milhões

Objetivo é melhorar as operações e tornar a unidade, maior em movimentação em Santa Catarina, ainda mais competitiva no próximos dois anos

Navios atracados no porto francisquense
Navios atracados no porto francisquense

O Porto de São Francisco do Sul deve receber investimentos de R$ 180 milhões em obras ao longo dos próximos dois anos para melhorar as operações e torná-lo ainda mais competitivo. Hoje, o terminal é o de maior movimentação em Santa Catarina e o oitavo entre os 37 portos públicos brasileiros. São 21 estados do país como origem ou destino das cargas operadas na unidade francisquense.

Governo estuda privatização do Porto de São Francisco do Sul

No entanto, os investimentos mais pesados serão efetivados a partir de 2019. Entre as obras previstas, as mais importantes são a aquisição de dois novos shiploaders (máquina usada para carregar os materiais nos navios) e a readequação do corredor de exportação para comportar a nova capacidade. Juntas, elas estão orçadas em cerca de R$ 100 milhões.

Hoje, o porto tem dois shiploaders em funcionamento que foram adquiridos em 2002 - cada um com capacidade para 1,5 mil toneladas. Os novos a serem comprados terão 2 mil toneladas, aumentando a capacidade do porto para carregamento dos navios para exportação.

Braço do shiploader (em amarelo), usado para carregar navios
Braço do shiploader (em amarelo), usado para carregar navios

Segundo o presidente da unidade, Luis Henrique Furtado, o tempo para realizar o processo licitatório, compra, montagem e entrega das máquinas poderá levar até dois anos e meio.

— Por isso, nós estamos consertando os shiploaders que já temos para conseguirmos ter uma vida útil até a chegada dos novos — explica.

Além disso, de acordo com Furtado, o corredor de exportação também está recebendo alguns reparos para evitar que aconteça problemas como o ocorrido em março deste ano. Naquela data, a galeria de uma das esteiras cedeu e o porto precisou operar por três meses abaixo da capacidade máxima até as obras de reparo serem concluídas. A estrutura foi consertada e agora a segunda esteira também recebe melhorias.

— Queremos deixar o corredor apto para operar sem problemas e não corrermos riscos de acontecer o que houve no começo do ano no início de uma safra. Estamos trabalhando para que todos os equipamentos estejam a todo o vapor em 1º de fevereiro — conta.

Área alagada que deve ser aterrada em 2019
Área alagada que deve ser aterrada em 2019

Outros investimentos previstos

As obras no corredor de exportação não são as únicas previstas pela direção do porto para os próximos dois anos. Outros investimentos foram planejados para melhorar a eficiência do trabalho realizado todos os dias na unidade de São Francisco do Sul.

Segundo o presidente Furtado, uma das coisas mais importantes para o funcionamento de um porto é a realização da dragagem. Ele explica que na região do porto o calado - altura de água necessária para o navio flutuar livremente - é de 14 metros e precisa ser mantido para não causar problemas à navegação das embarcações.

Por isso, está sendo contratado um estudo que vai diagnosticar quais as áreas mais críticas e com qual frequência elas precisam ser dragadas. Todo o trabalho de levantamento de informações e a realização da dragagem está orçado em cerca de R$ 30 milhões.

Esteiras do corredor de exportação
Esteiras do corredor de exportação

Além disso, também serão investidos R$ 20 milhões para a retirada de algumas pedras que atrapalham a operação do porto próximo dos berços de atracação e outros R$ 20 milhões para aterrar uma área de 10 mil metros quadrados alagada em 2012 após a ampliação de um dos berços. Segundo Furtado, falta apenas uma autorização do Ibama e a previsão é de início das obras em fevereiro.

Ainda há a previsão de investimento de R$ 10 milhões na construção de um novo armazém de 8 mil metros quadrados e mais R$ 8 milhões em sinalização náutica do canal de acesso ao porto. Serão compradas e instaladas novas boias e um sistema de sensores. O edital de licitação deve ser lançado em janeiro.

Para depois de 2020, também existe o planejamento de fazer investimentos ainda mais altos, de até R$ 280 milhões, na obra de alargamento e aprofundamento do canal de acesso ao porto. O EIA/RIMA está pronto e a próxima etapa é a busca pelos recursos.

Navio sendo descarregado no porto de São Francisco do Sul
Navio sendo descarregado no porto de São Francisco do Sul

Aumento na movimentação de cargas e faturamento

O Porto de São Francisco do Sul hoje atua principalmente com as cargas de grãos, como soja, milho e farelo. No entanto, também trabalha com cargas gerais, como fertilizantes, madeira, celulose e produtos siderúrgicos. Apenas no ano passado, foram 13,2 toneladas movimentadas pelo terminal, sendo 6,5 milhões de grãos.

— O principal produto de exportação hoje no Brasil é a soja. Em 2017, foram 68 milhões de toneladas e 6% saíram do nosso porto em São Francisco — conta o presidente da unidade.

Além do aumento da movimentação, também há a expectativa de crescimento no faturamento da unidade para o próximo ano. Atualmente, há um lucro anual de R$ 70 milhões e a projeção é saltar para R$ 100 milhões em 2019.

Hoje, o terminal tem 150 mil metros quadrados de área e conta com 220 funcionários. É o oitavo porto em movimentação do país, a frente de terminais importantes, como do Rio de Janeiro (RJ) e Vitória (ES), que são maiores e têm infraestrutura melhor. Em relação à exportação de grãos, a unidade francisquense é a sexta maior do Brasil e, se considerar apenas os portos de carga geral, é o segundo em movimentação.


Máquina de Vendas: crie um processo previsível e escalável para crescer

Ebook sobre o assunto foi produzido por Endeavor e Sebrae

Não depende do vento, da sorte ou de fórmula mágica. Vender pode ser um processo tão eficiente quanto uma máquina de vendas.

Se você chegou aqui, é provável que tenha um problema de vendas, certo?

Enquanto lê esse texto, devem passar pela sua cabeça alguns dos problemas que têm te tirado o sono nos últimos dias:

• Não sei o que preciso fazer para bater a meta de vendas do ano.

• Todo mês é uma surpresa, não consigo prever quanto vamos vender no mês que vem.

• Meu time de vendas está trabalhando em dobro, mas os resultados não acompanham os esforços.

• Meu produto é muito bom, um dos melhores do mercado, mas na hora de explicar para o cliente, ele não consegue entender isso.

• Muitas vendas chegam perto de fechar, mas por muito pouco, não acontecem.

Se você se identificou com pelo menos uma das situações acima, o diagnóstico é claro: você precisa desenhar uma máquina de vendas.

Mesmo que você tenha uma empresa menor, com poucos funcionários, quanto antes conseguir transformar o processo de vendas em algo escalável, menos irá depender da sorte ou da direção do vento para fechar a conta no final do mês.

Para isso, recomendamos que você baixe o nosso eBook sobre Máquina de Vendas, uma correalização Endeavor e Sebrae.

O material foi produzido com a ajuda de mentores Endeavor especialistas em vendas, como Alberto CoutoSilvio Laban e Mauricio Trad, além de contar o case da ContaAzul, que estruturou os times de Marketing e Vendas para criar um processo mais eficiente de aquisição de novos clientes.

Com esse eBook, você vai:

• Entender posicionamento e proposta de valor para ganhar o cliente na venda;

• Criar um processo centrado no consumidor e não na empresa;

• Desenhar uma máquina previsível, escalável, otimizada e eficiente;

• Destrinchar todas as etapas do funil de vendas;

• Entender quais são os gatilhos que você pode ativar para aumentar as vendas;

• Identificar onde estão os gargalos no processo;

• Alinhar Marketing, Vendas e Customer Success a um único objetivo de crescimento.

Assim, você cria um processo que seja:

– Escalável: só tende a melhorar com o tempo, sem que você precise revisitá-lo sempre, e funciona como esperado — mesmo que a demanda aumente.

– Previsível: cria consistência ano após ano e permite projetar o crescimento baseado no processo, e não apenas na intenção de crescer.

– Lucrativo: o valor gerado pelo novo cliente precisa ser maior do que o que você gastou para conquistá-lo (custo de aquisição do cliente).

Nesse artigo, deixamos uma série de provocações que, quando respondidas, vão se desdobrando na sua estratégia de vendas.

Cada provocação tem um material de apoio, seja uma ferramenta, um eBook, um vídeo ou um texto, que o guiam para encontrar a resposta.

Com ela definida, você segue adiante até passar por todas as etapas do processo.

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Porto de Itajaí - movimentação cresce 87% em 2018

Um dos destaques foi o acordo com a General Motors

Movimentação de cargas no Porto de Itajaí cresce 87% em 2018

Porto de Itajaí cresceu 87% na movimentação de cargas em 2018.

A informação foi apresentada na tarde desta quinta-feira, dia 13, no auditório da Superintendência do Porto.

Durante o evento, também foi assinado o repasse de R$ 21 milhões da Prefeiturapara a compra do terreno do Centro Integrado de Saúde (CIS), que pertencia à União.

Nos números apresentados, a movimentação de cargas de janeiro a novembro aumentou de 193.559 mil contêineres em 2017 para 362.115 neste ano.

Com o resultado, os cais públicos e da APM Terminals movimentaram 727.23 mil contêineres no biênio 2017/18.

“Foram dois anos muito complicados, com muitos desafios. O resultado apresentado aqui nos deixa muito feliz. Sabemos que a concorrência para a nossa área é pesada e estamos entre os dois melhores portos do Brasil”, ressalta o superintendente Marcelo Salles.

Ele destacou que 66,63% da atividade econômica de Santa Catarina depende dos serviços portuários da nossa cidade.

GENERAL MOTORS

Um dos destaques deste ano foi o acordo com a empresa automotiva General Motors.

Até novembro, foram movimentados 15.117 mil veículos em operações realizadas pela cidade.

De acordo com a superintendência, o acordo já impactou a receita de ICMS para o município e também para os trabalhadores da área.

REPASSE

Na ocasião, o prefeito de Itajaí, Volnei Morastoni, falou sobre os investimentos de R$ 21 milhões possibilitados pelo acordo com a Agência de Fomento do Estado de Santa Catarina S.A. (Badesc):

“O Porto é o motor da nossa economia. É, para nós, uma referência. Com o recurso que recebe agora pela compra do terreno do CIS, poderá aumentar a sua área primária e a capacidade de movimentação de navios e cargas”.

O município repassou os valores ao Porto de Itajaí para adquirir o terreno do Centro Integrado de Saúde.

A verba servirá para a desapropriação de imóveis e expansão da área primária do porto.

BERÇO 3

Em dezembro de 2017, as obras do berço 3 foram entregues.

O local tem em sua extensão de cais de 210 metros de comprimento.

Os serviços gerais foram concluídos em 41 meses passando por etapas desde o projeto de reforço e realinhamento até seu acabamento.

O berço 4 tem previsão de entrega para 2019 e está com 97% das obras concluídas.

De acordo com a superintendência, o município terá o mesmo nível de cais dos demais portos do Brasil.

REVITALIZAÇÃO

Em parceria com a Secretaria Municipal de Urbanismo, o Porto de Itajaí também apresentou o projeto Borda D’Água – Porto Cidade.

A iniciativa prevê a interação da comunidade com a experiência portuária.

A revitalização compreende também na Praça e Museu na Casa da Inspetoria.

A ideia é aumentar o espaço de calçadas

BACIA DE EVOLUÇÃO

O investimento de R$ 130 milhões do Governo do Estado garantiu que a obra, iniciada em 2016, chegasse à fase final com 95% dos serviços concluídos.

Com a readequação do acesso aquaviário, a obra permitirá a manobra e atração de navios de 335 e 366 metros de comprimento e 48 a 52 metros de largura.

A conclusão está prevista para o primeiro semestre de 2019.

Em contrapartida, a Superintendência do Porto de Itajaí busca a liberação de R$ 220 milhões para as obras da segunda parte para receber navios de até 400 metros de comprimento e 60 metros de boca.

Os recursos estão no orçamento da União.

INVESTIMENTOS

Em 2017,  foram investidos R$ 53,68 milhões e em 2018 R$ 102,7 milhões em iluminação, sinalização, aquisição de computadores e licenças, pintura dos prédios, base de emergência, instalação de Estação de Tratamento de Efluentes, cabeços de amarração e defensas, simulação e treinamento de praticagem, monitoramento ambiental, , sinalização náutica, retirada de embarcação, demolição de antiga sede, sistema de incêndio, estudo da bacia de evolução, estudo de ampliação da área de despejo e dragagem e dragagem de manutenção.

PÍER TURÍSTICO

Com previsão de 24 escalas para 2019/20, o píer turístico oferecerá embarque, desembarque e trânsito de passageiros.

DESTAQUE

Desde 2003, ocupa as posições de segundo porto no ranking nacional de movimentação de contêineres e está entre os 120 maiores portos do planeta, segundo o World Top Containers Ports 2016.   


Havan inaugura em Passo Fundo primeira filial no RS

Com investimento de R$ 25 milhões, loja tem 7,5 mil metros quadrados construídos

Havan / Divulgação
Loja em Passo Fundo abre as portas no sábado. É a primeira da rede Havan no Estado
Símbolos de marketing da Havan, a réplica da Estátua da Liberdade e a fachada estilizada da Casa Branca serão alguns dos atrativos na inauguração da primeira filial da varejista catarinense no Rio Grande do Sul. O empreendimento, erguido na Avenida Brasil, principal via de Passo Fundo, rota de entrada e saída do município, será inaugurado às 10h de sábado (8). Além do dono, Luciano Hang, confirmaram presença personalidades como a turma do Pretinho Básico, da Rádio Atlântida, e os apresentadores Ratinho e Celso Portiolli.
A primeira loja da rede em solo gaúcho e 120ª filial tem 7,5 mil metros quadrados construídos com investimento de R$ 25 milhões. Além de gerar 150 empregos diretos, a Havan Passo Fundo oferecerá cerca de 100 mil itens nacionais e importados em setores como cama, mesa, banho, eletrônicos, bazar, presentes, decoração e moda feminina, masculina, infantil, fitness e praia. Funcionará diariamente, inclusive aos domingos e feriados, sempre das 9h às 22h. Hang explicou o porquê da escolha por Passo Fundo:
— Procuramos, em todo o Brasil, cidades que sejam polos regionais. Passo Fundo caiu como luva para nós. É uma cidade fantástica, com fácil acesso. Nossa loja está localizada em um ponto de muito movimento. Então, estamos muito felizes — afirmou.
O empresário confirmou que a próxima filial no Rio Grande do Sul a ser inaugurada, daqui a três meses, será em Caxias do Sul, na Serra. Disse, ainda, que até o fim de 2019, outras cinco unidades devem ser abertas no Estado.
— O Rio Grande do Sul é um gigante adormecido. Tem tudo para dar certo. E nós viemos para somar. Quanto mais lojas, mais as cidades crescem — acrescentou, não revelando onde ficarão as demais unidades.
Nesta quinta-feira (6), o executivo circulou por diversas cidades do Rio Grande do Sul. Passou por Estrela, Lajeado e Santa Cruz do Sul, criando expectativas de que esses locais possam receber uma das unidades da rede.

O perfil

Com 32 anos de atuação, a Havan iniciou suas atividades em meados dos anos 1980 em espaço de 45 metros quadrados. Havia um funcionário à época. Nos primeiros anos de atuação em Brusque (SC), passou a ser conhecida como a empresa especializada em tecidos. No início dos anos 1990, a Havan já era destaque no varejo regional. Segundo a empresa, nos últimos 12 meses, foram criados 3 mil novos empregos no Brasil, por meio da abertura de lojas. Com isso, estima-se que o faturamento chegue a R$ 7 bilhões.

Post indica chegada do Alibaba ao Brasil

CEO da agência de Promoção de Internet China Brasil afirma, no Facebook, dá indício da chegada da gigante chinesa ao país

As plataformas de e-commerce que operam no Brasil podem ganhar uma concorrência de peso. Isso porque a gigante chinesa Alibaba pode estar a caminho do país.

Conforme um post do CEO da Agência de Promoção de Internet China Brasil (CBIPA/Chinnovation), In Hsieh, em sua página no Facebook, essa possível chegada aconteceria “em breve”.

O executivo, que já passou pela também chinesa Xiaomi, fez uma publicação breve sobre o assunto em seu perfil na rede social, apenas com os seguintes dizeres: “Alibaba@Brasil, em breve” - no entanto, o post foi apagado algumas horas depois.

alibabafacebook.jpg

Recentemente, o fundador e ex-CEO do Alibaba, Jack Ma, anunciou que irá deixar o cargo de presidente do conselho da empresa em setembro de 2019, quando a companhia completará 20 anos de história.


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